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segunda-feira, 19 outubro 2026
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Fãs de Justin Bieber acampam desde já para show no Rio apenas em março

Jovens dormem à frente do Sambódromo, onde será o show em 2017 (Foto: Reprodução/TV Globo)
Jovens dormem à frente do Sambódromo, onde será o show em 2017 (Foto: Reprodução/TV Globo)
Jovens dormem à frente do Sambódromo, onde será o show em 2017 (Foto: Reprodução/TV Globo)

O show de Justin Bieber no Sambódromo, Centro do Rio, só acontece em 29 de março. Mas desde a tarde da última quarta-feira (2) jovens acampam na porta de entrada para garantir um lugar na “fila do gargarejo”. Serão quase 5 meses de espera, como mostrou o Bom Dia Rio desta quinta (3).

Os jovens levaram barracas, cobertores e biscoitos. Eles se revezam para estudar e trabalhar. Um grupo dorme no local um dia, outro grupo no dia seguinte. “É um dia na fila, outro estudando para o Enem”, relata uma jovem.

Eles se conhecem de redes sociais e, no último show de Bieber no Rio, em 2013, também enfrentaram uma longa espera na barraca para escolher o melhor lugar: dois meses. “É o mesmo esquema, revezando, passando a noite. Eu venho mais para dormir”.

“A gente está aqui pelo nosso ídolo e o amor por ele e a gente fez essa loucura toda”.

Brasil registrou em 2015 mais de cinco estupros por hora, mostra anuário

Mais de cinco pessoas são estupradas por hora no Brasil, mostra o 10º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), divulgado nesta quinta-feira (3). O país registrou, em 2015, 45.460 casos de estupro, sendo 24% deles nas capitais e no Distrito Federal. Apesar de o número representar uma retração de 4.978 casos em relação ao ano anterior, com queda de 9,9%, o FBSP mostrou que não é possível afirmar que realmente houve redução do número de estupros no Brasil, já que a subnotificação desse tipo de crime é extremamente alta.

“O crime de estupro é aquele que apresenta a maior taxa de subnotificação no mundo, então é difícil avaliar se houve de fato uma redução da incidência desse crime no país”, disse a diretora executiva do Fórum, Samira Bueno.

O levantamento estima que devem ter ocorrido entre 129,9 mil e 454,6 mil estupros no Brasil em 2015. O número mínimo se baseia em estudos internacionais, como o National Crime Victimization Survey (NCVS), que apontam que apenas 35% das vítimas de estupro costumam prestar queixas.

O número máximo, de mais de 454 mil estupros, se apoia no estudo Estupro no Brasil: uma radiografia segundo os dados da Saúde, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que aponta que, no país, apenas 10% dos casos de estupro chegam ao conhecimento da polícia. “Pesquisas de vitimização produzidas no Brasil e no mundo indicam que os principais motivos apontados pelas vítimas para não reportar o crime às instituições policiais são o medo de sofrer represálias e a crença que a polícia não poderia fazer nada ou não se empenharia no caso”, afirma Samira.

Considerando somente os boletins de ocorrência registrados, em 2015 ocorreu um estupro a cada 11 minutos e 33 segundos no Brasil, ou seja 5 pessoas por hora. O estado com o maior número de casos foi São Paulo, que responde por 20,4% dos estupros no país, com 9.265 casos. O número, no entanto, representa uma redução de 761 casos (7,6%) em relação ao ano anterior, quando foram registrados 10.026 casos. Roraima foi o estado com o menor número de estupros registrados, 180, o que representa 98 casos a menos do que no ano anterior – queda de 35,3%.

Roubos

A cada 1 minuto e 1 segundo, um veículo foi roubado ou furtado em 2015 no país, totalizando 509.978. Apesar do resultado, houve uma queda de 0,6% na comparação com 2014, sendo 3.045 veículos a menos. Somando os casos de 2014 e 2015, foram roubados ou furtados 1,023 milhão de veículos, segundo os dados do anuário.

O levantamento mostra ainda, segundo o FBSP, a necessidade de fortalecer a capacidade de investigação da polícia. “O roubo e o furto de veículos, muitas vezes, acabam por financiar organizações criminosas envolvidas com tráfico e outros delitos mais graves”, disse, em nota, o diretor-presidente do Fórum, Renato Sérgio de Lima. “O que torna fundamental o constante aperfeiçoamento da capacidade investigativa da polícia e o combate a esse tipo de crime”, destacou.

Por Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil

Gastos com segurança pública no Brasil são insuficientes, diz especialista

Os gastos com segurança pública no Brasil totalizaram R$ 76,2 bilhões em 2015, o que representa um aumento de 11,6% em relação ao ano anterior, segundo dados da 10° edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). No entanto, esse valor ainda não é suficiente e o país carece de políticas que tragam resultados satisfatórios no combate à violência, de acordo com a diretora executiva do fórum, Samira Bueno.

“Claro que o que temos hoje de recurso não é suficiente para dar conta de todas as necessidades que a área coloca. Temos um número imenso de crimes violentos, temos salários dos policiais, em média ainda muito baixos, principalmente os que estão na ponta, que são praças, escrivães, investigadores”, disse, em entrevista à Agência Brasil.

“Mas só aumentar essa receita não seria suficiente para resolver o problema da violência e da criminalidade no Brasil. Isso teria que vir acompanhado de um programa de governo, um plano que focalizasse também algumas metas pragmáticas e a articulação de esforços entre a União, os estados e municípios”, acrescentou Samira.

Os dados do anuário mostram que o estado de São Paulo foi o que mais gastou com segurança pública em 2015: R$ 11,3 bilhões, valor 8,4% maior do que o que foi gasto no ano anterior. Esse montante foi 24,6% maior do que os gastos do próprio governo federal com segurança pública, que foram de R$ 9 bilhões. Em 2014, o gasto da União foi de R$ 8,9 bilhões.

Depois do estado de São Paulo e do governo federal, Minas Gerais foi o terceiro ente federativo que mais teve despesas em segurança pública: destinou R$ 8,8 bilhões à pasta. O estado, no entanto, somou as despesas de R$ 4,3 bilhões com a subfunção “Previdência do Regime Estatutário” na função “Segurança Pública”, o que, segundo o FBSP, inflou os números, fazendo parecer que o estado teria gastado R$ 13 bilhões em 2015.

Já os gastos totais dos municípios com segurança pública totalizaram R$ 4,4 bilhões. Esse valor colocaria os municípios brasileiros, caso fossem considerados como um único ente federativo, em quinto lugar no ranking dos que mais gastaram com a pasta, atrás de São Paulo, do governo federal, de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, este último com destinação de R$ 8,7 bilhões.

Atuação dos municípios

Os dados do anuário mostram ainda o protagonismo que os municípios brasileiros vêm assumindo na área de segurança pública. Entre 1998 e 2015, houve crescimento de 394% nas despesas com a área por esses atores, considerando valores já corrigidos. O crescimento nos gastos se verifica em municípios de todos os portes populacionais, mas é mais acentuado naqueles em que a população varia entre 100.001 e 500 mil habitantes.

A diretora executiva do fórum afirmou que não há uma estrutura com papéis claros divididos entre os três entes da Federação – União, estados e municípios – em relação aos recursos da segurança pública. “Percebemos que é uma área completamente descoordenada no Brasil”, disse, citando as dificuldades de se estruturar planos na esfera federal, entre outros obstáculos, e o protagonismo assumido pelos municípios na destinação de recursos para a área.

“No governo federal, você percebe, quando analisa em termos de série histórica, desde a década de 90 até agora, que a programação é completamente desfuncional, então cada gestão investe em algo diferente, que não se traduz necessariamente em resultados. Não se tem avaliação de como esse dinheiro da União acaba sendo gasto, tem-se uma descontinuidade de políticas, uma redução dos fundos que teriam como objetivo repassar recursos para estados e municípios, como o Fundo Nacional de Segurança Pública e o Fundo Penitenciário Nacional”, observa Samira.

Na contramão desse cenário, a diretora do FBSP avalia que “os municípios não estão mais dependendo necessariamente de recursos da União para os gastos com políticas de segurança. Mais do que nunca, eles percebem que precisam gastar e investir nessa área porque o crime é um fenômeno territorial e exige necessariamente ações locais”.

O problema, segundo ela, é que esses gastos ocorrem de forma completamente descoordenada. “No momento em que você não tem o mínimo de coordenação, cada município vai tentar uma estratégia diferente, de acordo com as prioridades políticas de determinados partidos que estão no governo ou mesmo de acordo com o perfil do executivo”, acrescentou.

Esfera federal

O Ministério da Justiça gastou R$ 11,3 bilhões em 2015, 9,6% a menos do que no ano anterior. O levantamento do FBSP ressalta que, apesar de o valor ser expressivo, a maior parte do montante diz respeito ao custo da máquina pública. Os gastos com a Polícia Federal representaram R$ 5,6 bilhões em 2015, ou seja, 50% de todo o orçamento do Ministério da Justiça. A Polícia Rodoviária Federal gastou R$ 3,5 bilhões, 31% do orçamento, de acordo com dados do Fórum.

Por outro lado, os fundos que destinam recursos para a segurança pública com capacidade de impulsionar ações na ponta, como o Fundo Nacional de Segurança Pública (R$ 0,4 bilhão), o Fundo Penitenciário – Funpen (R$ 0,3 bilhão) e o Fundo Nacional Antidrogas (R$ 0,1 bilhão) tiveram um montante bastante baixo na comparação com o orçamento total.

“O total de despesas do Fundo Nacional de Segurança Pública correspondeu a apenas 3% do orçamento do ministério, o Funpen a 2% e o Fundo Nacional Antidrogas a apenas 1%”, informa o FBSP. Na variação ao longo do tempo, o Funpen encolheu 49,2% entre 2006 e 2015. O Fundo Nacional de Segurança Pública teve queda de 47,9% desde a sua criação em 2002.

Apesar do alto valor de recursos empregados por estados como São Paulo, Minas Gerais e o Rio de Janeiro, Samira lembra que a capacidade de investimento em políticas fica a cargo do governo federal, já que a receita estadual para a segurança pública é usada majoritariamente para dar conta das folhas de pagamento.

Segundo ela, com a redução dos recursos desses fundos e a perspectiva de limitação dos gastos com a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241, o cenário é preocupante. “Em um momento de contenção de recursos, em que você já tem duas áreas com mínimos definidos constitucionalmente – educação e saúde -, você acaba tendo que cortar dos outros setores e certamente a segurança pública é um dos que terão recursos cortados”, disse.

“Se olharmos o que tem de recurso destinado, por exemplo, para estados e municípios por meio dos fundos, me parece que esse recurso tende a desaparecer, tende a ser nulo nos próximos anos, porque ele já é muito menor do que era há dez anos. Boa parte desses recursos [para investimento em planejamento e políticas] provém da União. No momento em que temos a perspectiva da PEC que vai limitar os gastos do setor público, a tendência é uma restrição ainda maior do orçamento da segurança”, acrescentou a diretora executiva do Fórum.

Por Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil

Energisa promove concurso de redação para estudantes na PB; veja como fazer

Concurso do Banco do Brasil tem salário de até R$ 3,8 mil

Dentro da programação do Natal na Usina, a Energisa promove a 3ª edição do Concurso de Redação. As inscrições podem ser feitas até 30 de novembro. Podem participar estudantes do 6º ao 9º do ensino fundamental, da rede pública e privada do Estado da Paraíba. As redações inscritas passam pela avaliação de uma comissão especializada e as cinco melhores são premiadas com R$ 2 mil, sendo R$ 1 mil para o aluno autor e R$ 1 mil para o professor orientador. Ao todo, são mais de R$ 10 mil em prêmios.

Os candidatos devem escolher como tema da redação um dos vultos paraibanos homenageados no projeto “Primeira Leitura”, fruto de uma parceria entre a Energisa e a Editora Patmos, lançados entre dezembro de 2015 e setembro de 2016. Os títulos são: Napoleão Laureano, Jackson do Pandeiro, Anayde Beiriz, Vidal de Negreiros, Horário de Almeida e Celso Furtado, todas em quadrinhos. O autor da redação e a escola vencedores ganham também a coleção completa do “Primeira Leitura”.

No ano passado, o concurso recebeu mais de 110 redações e sete foram premiadas. Aline Costa Medeiros, na época estudante do 9º ano do ensino fundamental, uma das ganhadoras, foi incentivada a participar por sua professora de português. “Ela disse que eu escrevia bem e isso me animou. Também recebi incentivo dos meus pais”, conta Aline.

A estudante escreveu sobre Ariano Suassuna e justifica a escolha por ele ser uma personalidade muito importante para o Nordeste. “Gostei tanto da história de Ariano que, em apenas um dia, li o livro e escrevi a redação”, lembra Aline.

Também aluno do 9º ano do ensino fundamental em 2015, Kevin Matheus Gonçalves, foi outro ganhador incentivado pela professora. “Ela me disse que eu era bom em redação e começou a procurar concursos para inscrever quem tivesse interesse. Foi quando encontrou o da Energisa. Eu acreditava no meu potencial, mas não esperava ter minha redação escolhida em meio a tantas. Foi bom para ver que todo o estímulo foi válido”, conta o estudante.

O tema da redação de Kevin foi Epitácio Pessoa. “Aqui, em João Pessoa, se fala muito nele. Como não conhecia sua história, senti a necessidade de aprender um pouco sobre esse personagem histórico do nosso Estado”, diz. Os dois estudantes gostam muito de ler e recebem incentivos dentro de casa. Kevin disse que sempre ganha livro dos pais e Aline mantém a média de ler pelo menos um livro por mês, e ainda empresta para a irmã mais velha. “Tenho o costume de sempre escrever uma crítica sobre os livros que leio. Isso me ajuda a aperfeiçoar a minha redação”, explica.

Os dois dão algumas dicas para os estudantes que estão pensando em inscrever sua redação na edição de 2016: “preste atenção nos mínimos detalhes do livro que escolher, pois isso vai enriquecer sua redação e fará com que o texto não fique superficial”, aconselha Aline.

Já Kevin incentiva: “não deixem de participar, pois é escrevendo que aprimoramos nossos conhecimentos de texto. Além disso, é gratificante porque a gente acaba conhecendo mais sobre importantes personalidades paraibanas”, aponta.

A ficha de inscrição e a redação devem ser enviadas para o para o e-mail comunicacaopb@energisa.com.br até 30 de novembro de 2016. A cerimônia de premiação acontece no dia 5 de janeiro de 2017.

As fichas de inscrição e os editais dos dois concursos podem ser baixados no site da Usina Cultural Energisa e no site da Energisa.

FPF quer Campeonato Paraibano com apenas oito equipes

Amadeu Rodrigues (Foto: Arquivo/Jornal Correio da Paraíba)
Amadeu Rodrigues (Foto: Arquivo/Jornal Correio da Paraíba)
Amadeu Rodrigues (Foto: Arquivo/Jornal Correio da Paraíba)

A Federação Paraibana de Futebol (FPF) pretende diminuir o número de clubes que disputam o Campeonato Estadual, passando dos atuais dez para apenas oito times participantes. A proposta é para a edição 2019 do torneio, porém já em 2018, a ideia é que fiquem nove clubes, para no ano seguinte a mudança se concretizar totalmente.

Este assunto ainda não colocado oficialmente em discussão, mas nos bastidores, o presidente Amadeu Rodrigues já começou a ouvir opiniões de dirigentes, árbitros, jornalistas e também de possíveis investidores, que estão interessados no Campeonato Paraibano. Segundo ele, esta mudança tem sido adotada por grande parte das federações de futebol do Brasil e para o dirigente, já está na hora da Paraíba também reformular a sua competição mais importante.

“Levantei essa proposta no último encontro que tive com os clubes da Paraíba, mas achei que o momento foi inoportuno, até porque não era uma discussão oficial. O meu intuito, na verdade, era ouvir a opinião dos dirigentes, porém o foco neste momento deve ser exclusivamente para a competição de 2017. Irei conversar com os presidentes em outro momento, como também quero escutar a opinião de outros segmentos que atuam diretamente no desenvolvimento do futebol paraibano”, disse Amadeu.

O dirigente garantiu que a medida, além de ser uma tendência que está sendo seguida por outros estados, visa também à diminuição de custos para a realização do certame. “Com menos clubes, conseguiremos fazer a competição em menos datas”, afirmou Amadeu, acrescentando que “o campeonato tem que ser mais organizado e rentável. Esta tem sido a solução encontrada”, frisou.

Pelo que foi apurado pelo Correio, os campeonatos da Segunda Divisão de 2017 e 2018 classificarão apenas um time por ano. Com isso, a Primeira Divisão continuaria rebaixando dois clubes por temporada. “Mas, tudo isto é proposta! Vamos debater muito ainda e depois refletiremos se é o melhor para o futebol paraibano. Se os clubes entenderem que sim e que este é o melhor caminho para o esporte no nosso estado, assim faremos, pois queremos o melhor para o nosso futebol”, finalizou Amadeu.

Da Redação, com Correio Online

Grêmio e Atlético-MG confirmam favoritismo e avançam à final da Copa do Brasil

Grêmio conquistou vaga na final após empate sem gols (Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA)
Grêmio conquistou vaga na final após empate sem gols (Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA)
Grêmio conquistou vaga na final após empate sem gols (Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA)

A final da Copa do Brasil está definida. Grêmio e Atlético-MG confirmaram a vantagem do primeiro jogo nessa quarta-feira (2) e avançaram para a grande decisão do torneio mata-mata. O Tricolor só empatou sem gols com o Cruzeiro, na Arena, em um jogo morno; enquanto o Galo ficou no 2 a 2 com o Internacional, no Independência, em uma partida muito mais movimentada.

O clima de decisão, no entanto, terá de esperar um pouco. A primeira final acontece só daqui a três semanas, na quarta-feira (23). O segundo jogo será em 30 deste mês. A decisão dos mandos ainda não foi anunciada pela CBF.

A inédita final reunirá cinco títulos da Copa do Brasil. Do lado do Grêmio foram quatro (1989, 1994, 1997 e 2001) e, pelo lado do Atlético-MG, apenas uma conquista (2014).

Atrás no placar geral (havia perdido o primeiro jogo por 2 a 1 ), o Inter ignorou a pressão da torcida no Independência e foi para cima do Atlético-MG. Depois de duas boas chances com Valdivia, coube ao jovem Aylon empurrar a bola para as redes aos 26 minutos do primeiro tempo. O gol acordou os donos da casa que marcaram aos 47 com Robinho, depois de excelente jogada de Lucas Pratto. O golpe colorado, no entanto, veio dois minutos depois com Anderson após falha clamorosa do experiente Victor.

Na Arena em Porto Alegre, o Grêmio passou todo o primeiro tempo com o regulamento embaixo do braço, sem dar chances para o Cruzeiro (já que havia vencido a partida de ida por 2 a 0). A medida que o tempo passava, o Cruzeiro parecia não ter forças para reagir a um placar tão elástico. Para piorar, os gaúchos estavam empenhados em marcar mais um na contagem geral. Pedro Rocha por pouco não anotou um golaço.

Se o jogo seguia morno no Rio Grande do Sul, as duas equipes brigavam por cada bola em Minas Gerais. Aos 15 minutos do segundo tempo, Lucas Pratto mais uma vez mostrou seu faro de artilheiro e tirou a possibilidade dos pênaltis. Nem assim, o Galo se acalmou, partindo ainda mais para cima do Colorado. As respostas vinham timidamente, como se faltasse perna para a equipe que não vive seu melhor momento.

O Cruzeiro ainda tentou um pouco mais, mas não conseguiu levar grandes perigos ao gol de Marcelo Grohe. Diferentemente do companheiro de posição Victor. O goleiro teve de se redimir da falha e segurar o resultado (e os ânimos dos jogadores) nos minutos finais — tanto que o árbitro Jaílson Macedo Freitas por pouco não perdeu de vez o controle da partida. Paulão foi expulso no banco de reservas, já nos acréscimos.

A cinco rodadas do fim, os vitoriosos ainda se dividirão com o Campeonato Brasileiro. Os perdedores Inter e Cruzeiro, terão de apostar suas últimas fichas na competição de pontos corridos. Os dois inclusive precisam se livrar de vez da zona de rebaixamento. O Internacional tem um confronto complicado contra o Palmeiras, no Allianz Parque; enquanto o Atlético-MG pega o Coritiba, no Couto Pereira. Também no domingo (6), o Cruzeiro mede forças com o Fluminense, no Mineirão; já o Grêmio enfrenta o Sport, na segunda-feira, na Arena.

via R7

Horários de provas do Enem seguem horário local na Paraíba; confira

Os horários de aplicação das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) vão seguir o horário local na Paraíba, neste fim de semana. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), no estado, tanto no sábado (5) quanto no domingo (6), os portões vão abrir às 11h (horário local) e fechar às 12h (horário local). O início das provas está marcado para as 12h30 (horário local).

Ainda de acordo com o Inep, os participantes sabatistas devem comparecer aos locais das provas no mesmo horário dos demais e aguardarem o início das provas. Os candidatos podem verificar o local de prova no site do Inep, informando CPF e senha.

Provas adiadas para mais de 2 mil
Mais de 2 mil inscritos para o Enem 2016 não vão poder fazer a avaliação no próximo fim de semana na Paraíba, conforme informou o Inep, devido à ocupação de locais de provas no estado. Ao todo, 2.468 candidatos só vão fazer as provas nos dias 3 e 4 de dezembro.

O número é equivalente a 1,11% dos 221.945 inscritos na Paraíba. Os participantes vão ser avisados por SMS sobre o adiamento. Entretanto, não foi informado quando os novos locais de prova serão divulgados. 

Na Paraíba, estão ocupados quatro locais de prova, em três municípios. Em Areia, estão ocupados prédios do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Em Bananeiras, não vai haver prova em prédios do Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias e Agroecologia da UFPB. Em Cabedelo, está ocupado o prédio principal do Instituto Federal da Paraíba (IFPB).

As ocupações em diversos estados são motivadas pela rejeição à medida provisória que trata da reforma do ensino médio e também contra a PEC do teto de gastos públicos.

Cronograma mantido
A divulgação das notas do Enem 2016 estava prevista e foi mantida para 19 de janeiro. Segundo o Inep, não houve alteração nessa data e, por isso, não vai haver interferência no cronograma das instituições que usam o Enem como processo seletivo. A nova aplicação será em tempo hábil para a utilização dos resultados no SISU, Fies e Prouni, de acordo com o Inep. Do ponto de vista da prova, os novos itens serão equivalentes, de modo a garantir a isonomia do Enem.

Segundo o Inep, a mudança dos locais de prova na véspera da aplicação coloca em risco a segurança do Enem. O exame exige um plano logístico de distribuição do material, com rotas pré-definidas, escoltas policiais e efetivo policial destacado para a operação. A alteração desses locais implica em reprocessar todo o material para readequação da nova logística. O local requer, ainda, estrutura mínima para receber a aplicação, ter acessibilidade para deficientes físicos (banheiros adaptados, mobiliário adequado para cadeirantes, surdos, cegos e à faixa etária), além de salas extras e estudo de plano de risco.

Abaixo, veja a lista com todas as escolas ocupadas que tiveram o Enem adiado na Paraíba:

– Areia
UFPB – Centro de Ciências Agrárias – Campus Areia II – Prédios: A, B, C e D

– Bananeiras
UFPB – Agroecologia – Prédios e 2
UFPB – Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias – Prédios: 1, 2, 3 e 4

– Cabedelo
IFPB – Campus Cabedelo – Prédio: Principal

 

Da Redação, com G1/PB

Farra das Passagens: MPF denuncia 7 ex-deputados federais da Paraíba

Passagens aéreas foram utilizadas pelos ex-parlamentares para fins distintos do que estabelecia a norma (Foto: Herbert Araújo)
Passagens aéreas foram utilizadas pelos ex-parlamentares para fins distintos do que estabelecia a norma (Foto: Herbert Araújo)
Passagens aéreas foram utilizadas pelos ex-parlamentares para fins distintos do que estabelecia a norma (Foto: Herbert Araújo)

A Procuradoria da República na 1ª Região, sediada em Brasília, denunciou 443 ex-deputados federais por uso indevido de dinheiro público. O crime atribuído a eles é de peculato, cuja pena varia de dois a 12 anos de prisão em caso de condenação. O caso ficou conhecido, em 2009, como a farra das passagens, e foi denunciado pelo portal Congresso em Foco.

Entre os ex-parlamentares denunciados, estão sete paraibanos. São eles, Armando Abilio Vieira
Enivaldo Ribeiro, José Domiciano Cabral, José Wilson Santiago, Marcondes Iran Benevides Gadelha, Walter Correia de Brito Neto e Wilson Leite Braga. Os ex-deputados negam o uso indevidamente dos recursos.

Também estão na lista representantes dos principais partidos políticos do país e figuras de expressão nacional, como o atual secretário do Programa de Parcerias de Investimentos do governo Michel Temer, Moreira Franco, o prefeito reeleito de Salvador, ACM Neto (DEM), o ex-ministro Ciro Gomes, pré-candidato do PDT à Presidência da República. Os ex-deputados Antonio Palocci (PT) e Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presos em razão das investigações da Operação Lava Jato, também são alvos da Procuradoria.

Acusações

As acusações contra os ex-parlamentares estão distribuídas em 52 denúncias assinadas pelo procurador Elton Ghersel. Caberá ao relator, o desembargador Olindo Menezes, preparar um voto recebendo ou rejeitando o pedido do Ministério Público. O voto dele será levado para julgamento na 2ª Seção do TRF 1. Caso a denúncia seja aceita, os ex-deputados viram réus e passam a responder a ações penais. Nessa etapa, eles serão chamados a dar explicações e se defender das acusações. Só, então, os políticos poderão ser julgados.

Turismo

O Ministério Público identificou que as passagens aéreas foram utilizadas pelos ex-parlamentares denunciados para fins distintos do que estabelecia o ato normativo que criou o benefício: basicamente, para que os congressistas se deslocassem entre suas bases eleitorais e Brasília.

Para fazer as denúncias, a Procuradoria recebeu apoio da Polícia Federal. Foram examinados 160 mil bilhetes aéreos pagos pela Câmara aos deputados entre 2007 e 2009 às companhias Gol e TAM. Os gastos com esses bilhetes chegaram a R$ 70 milhões em valores da época. Só com viagens internacionais, foram 1.588 trechos, que saíram ao custo de R$ 3,1 milhões. Outros R$ 64 milhões bancaram 112 mil voos nacionais. A principal dificuldade dos investigadores, além do número elevado de passagens a examinar, foi saber quais trajetos estavam relacionadas ao exercício da atividade parlamentar e quais tinham propósitos particulares.

Veja a lista dos 443

1. Abelardo Luiz Lupion Mello
2. Acélio Casagrande
3. Agnelo Santos Queiroz Filho
4. Airton Bernardo Roveda
5. Albano do Prado Pimentel Franco
6. Albérico de Franca Ferreira Filho
7. Alceni Ângelo Guerra
8. Alceste Madeira de Almeida
9. Alceu de Deus Collares
10. Alexandre Aguiar Cardoso
11. Alexandre José dos Santos
12. Alexandre Silveira de Oliveira
13. Aline Lemos Correa de Oliveira Andrade
14. Almerinda Filgueiras de Carvalho
15. Almir Morais Sá
16. Almir Oliveira Moura
17. Ana Isabel Mesquita de Oliveira
18. Ana Maria Quintans Guerra de Oliveira
19. André Luiz Costa De Souza
20. André Luiz Vargas Ilário
21. André Zacharow
22. Andreia Almeida Zito dos Santos
23. Ângela Regina Heinzen Amin Helou
24. Ângelo Carlos Vanhoni
25. Anivaldo Juvenil Vale
26. Anselmo de Jesus Abreu
27. Antônia Magalhães da Cruz
28. Antônio Carlos Biffi
29. Antônio Carlos Pannunzio
30. Antônio Carlos Peixoto de Magalhães Neto
31. Antônio Carlos Silva Biscaia
32. Antônio Charles Lucena de Oliveira Mello
33. Antônio da Conceição Costa Ferreira
34. Antônio Elbano Cambraia
35. Antônio Eudes Xavier
36. Antônio Eustáquio Andrade Ferreira
37. Antônio Ferreira da Cruz Filho
38. Antônio José Castelo Branco Medeiros
39. Antônio Marcelo Teixeira Sousa
40. Antônio Palocci Filho
41. Antônio Roberto Soares
42. Aparecida Maria Borges Bezerra
43. Aracely de Paula
44. Armando Abilio Vieira
45. Arnaldo Franca Vianna
46. Ary Kara José
47. Asdrubal Mendes Bentes
48. Astrobaldo Fragoso Casara
49. Athos Avelino Pereira
50. Augusto Cesar Cavalcante Farias
51. Ayrton Alvarenga Xerez
52. Benedito de Carvalho Sá
53. Bernardino Barreto de Oliveira
54. Bernardo Ramos Ariston
55. Bruno Campelo Rodrigues de Souza
56. Camilo Cola
57. Cândido Elpidio de Souza Vaccarezza
58. Carlito Merss
59. Carlos Alberto Cavalcante de Souza
60. Carlos Alberto de Sousa Rosado
61. Carlos Alberto Leréia da Silva
62. Carlos Alberto Moreira de Mendonça Canuto
63. Carlos Augusto Abicalil
64. Carlos Augusto Alves Santana
65. Carlos Daudt Brizola
66. Carlos Eduardo Torres Gomes
67. Carlos Eduardo Vieira da Cunha
68. Carlos Fernando Coruja Agustini
69. Carlos Frederico Theodoro Nader
70. Carlos Marques Dunga
71. Carlos Orleans Brandão Júnior
72. Carlos Roberto Massa Junior
73. Carlos William de Souza
74. Celcita Rosa Pinheiro da Silva
75. Cezar Augusto Carollo Silvestri
76. Cezar Augusto Schirmer
77. Ciro Ferreira Gomes
78. Ciro Francisco Pedrosa
79. Clair da Flora Martins
80. Cláudio Antônio Vignatti
81. Cláudio Castanheira Diaz
82. Cláudio Magrão de Camargo Cre
83. Cleuber Brandão Carneiro
84. Clóvis Antônio Chaves Fecury
85. Clóvis de Jesus Savalla Correa Carvalho
86. Colbert Martins da Silva Filho
87. Cristiano Matheus da Silva e Sousa
88. Custódio Antônio de Mattos
89. Darci Martins Coelho
90. Denise Frossard Loschi
91. Devanir Ribeiro
92. Dilto Vitorassi
93. Djalma Vando Berger
94. Domingos Francisco Dutra Filho
95. Edgar Moury Fernandes Sobrinho
96. Edigar Evangelista dos Anjos
97. Edilberto Afonso de Moraes Junior
98. Edmar Batista Moreira
99. Edmílson José Valentim dos Santos
100. Edna Bezerra Sampaio Fernandes
101. Edson Aparecido dos Santos
102. Edson Ezequiel de Matos
103. Edson Gonçalves Duarte
104. Edson Santos de Souza
105. Eduardo Alves de Moura
106. Eduardo Cosentino da Cunha
107. Eduardo Francisco Sciarra
108. Eduardo Seabra da Costa
109. Edvaldo Baião Albino
110. Eliene José de Lima
111. Elimar Maximo Damasceno
112. Elismar Fernandes Prado
113. Emanuel Fernandes
114. Ênio César Cesilio
115. Enio Egon Bergmann Bacci
116. Enivaldo Ribeiro
117. Érico da Silva Ribeiro
118. Ernandes Santos Amorim
119. Etivaldo Vadão Gomes
120. Eugênio Rabelo
121. Evandro Costa Milhomen
122. Fábio Loureiro Souto
123. Fábio Rodrigues de Oliveira
124. Fátima Lúcia Pelaes
125. Félix de Almeida Mendonça
126. Fernando Antônio Folgado Gonçalves
127. Fernando Barrancos Chucre
128. Fernando Dantas Ferro
129. Fernando Lopes de Almeida
130. Fernando Melo da Costa
131. Fernando Paulo Nagle Gabeira
132. Fernando Ricardo Galbiati Estima
133. Fernando Stephan Marroni
134. Filipe de Almeida Pereira
135. Flávio Bezerra da Silva
136. Florisvaldo Fier
137. Francineto Luz de Aguiar
138. Francisco Almeida Lima
139. Francisco Antônio Sardelli
140. Francisco Ariosto Holanda
141. Francisco de Assis Rodrigues
142. Francisco Ednaldo Praciano
143. Francisco Eduardo Aniceto Rossi
144. Francisco Garcia Rodrigues
145. Francisco Gomes de Abreu
146. Francisco Gonçalves Filho
147. Francisco Marcelo Ortiz Filho
148. Francisco Octavio Beckert
149. Francisco Sérgio Turra
150. Frankembergen Galvão Da Costa
151. Gastão Dias Vieira
152. Geraldo Magela Pereira
153. Geraldo Roberto Siqueira de Souza
154. Geraldo Simões de Oliveira
155. Geraldo Tenuta Filho
156. Geraldo Thadeu Pedreira Dos Santos
157. Germano Mostardeiro Bonow
158. Gerson dos Santos Peres
159. Gervásio José da Silva
160. Gilmar Alves Machado
161. Giovanni Correa Queiroz
162. Guilherme Campos Junior
163. Guilherme Menezes de Andrade
164. Gustavo Bonato Fruet
165. Heleno Augusto de Lima
166. Henrique Afonso Soares Lima
167. Henrique Eduardo Lyra Alves
168. Herculano Anghinetti
169. Homero Barbosa Neto
170. Homero Silva Barreto
171. Humberto Guimarães Souto
172. Ibrahim Abi-Ackel
173. Ilderlei Souza Rodrigues Cordeiro
174. Ildeu Alves de Araujo
175. Iliobaldo Vivas da Silva
176. Inocêncio Gomes de Oliveira
177. Irapuan Teixeira
178. Irineu Mario Colombo
179. Iriny Nicolau Corres Lopes
180. Iris de Araújo Rezende Machado
181. Iris Xavier Simões
182. Isaías Silvestre
183. Itamar Serpa Fernandes
184. Ivan Cesar Ranzolin
185. Ivo José da Silva
186. Jaildo Vieira Reis
187. Jair de Oliveira
188. Jairo Alfredo Oliveira Carneiro
189. Jairo Ataíde Vieira
190. Janete Rocha Pietá
191. Jeronimo de Oliveira Reis
192. Jilmar Augustinho Tatto
193. João Alberto Pizzolatti Junior
194. João Alfredo Telles Melo
195. João Almeida dos Santos
196. João Antônio Rodrigues Bronzeado
197. João Batista Matos
198. João Batista Ramos da Silva
199. João Bittar Junior
200. João da Silva Maia
201. João Eduardo Dado Leite de Carvalho
202. João Felipe de Souza Leão
203. João Fontes de Faria Fernandes
204. João José Pereira de Lyra
205. João Lúcio Magalhães Bifano
206. João Oliveira de Sousa
207. João Paulo Cunha
208. João Paulo Gomes da Silva
209. João Tota Soares de Figueiredo
210. Joaquim Beltrão Siqueira
211. Joaquim de Lira Maia
212. Joaquim Francisco de Freitas Cavalcanti
213. Joel de Hollanda Cordeiro
214. Jofran Frejat
215. Jorge Alberto Teles Prado
216. Jorge de Faria Maluly
217. Jorge dos Reis Pinheiro
218. Jorge José Gomes
219. Jorge Khoury Hedaye
220. Jorge Ricardo Bittar
221. José Abelardo Guimarães Camarinha
222. José Aldo Rebelo Figueiredo
223. José Carlos Machado
224. José Carlos Vieira
225. José Cesar de Medeiros
226. José da Cruz Marinho
227. José de Araújo Mendonça Sobrinho
228. José de Ribamar Costa Alves
229. José Divino Oliveira de Souza
230. José Domiciano Cabral
231. José dos Santos Freire Júnior
232. José Edmar de Castro Cordeiro
233. José Eduardo Martins Cardozo
234. José Eleonildo Soares
235. José Fernando Aparecido de Oliveira
236. José Francisco Cerqueira Tenório
237. José Fuscaldi Cesilio
238. José Genoíno Neto
239. José Gerardo Oliveira de Arruda Filho
240. José Heleno da Silva
241. José Iran Barbosa Filho
242. José Lima da Silva
243. José Linhares Ponte
244. José Lupércio Ramos de Oliveira
245. José Maurício Rabelo
246. José Nazareno Cardeal Fonteles
247. José Paulo Toffano
248. José Rafael Guerra Pinto Coelho
249. José Renato Casagrande
250. José Roberto Santiago Gomes
251. José Santana de Vasconcellos Moreira
252. José Severiano Chaves
253. José Thomaz da Silva Nono Netto
254. José Wilson Santiago
255. Joseph Wallace Faria Bandeira
256. Josias Quintal de Oliveira
257. Jovino Cândido da Silva
258. Julião Amin Castro
259. Júlio Francisco Semeghini Neto
260. Jurandil dos Santos Juarez
261. Jurandy Loureiro Barroso
262. Jusmari Terezinha de Souza Oliveira
263. Juvenil Alves Ferreira Filho
264. Lael Vieira Varella
265. Laurez da Rocha Moreira
266. Lavoisier Maia Sobrinho
267. Leandro José Mendes Sampaio Fernandes
268. Leandro Vilela Velloso
269. Leodegar da Cunha Tiscoski
270. Leonardo José de Mattos
271. Leonardo Moura Vilela
272. Leonardo Rosário de Alcântara
273. Luciana de Almeida Costa
274. Luciana Krebs Genro
275. Luciano de Souza Castro
276. Luciano Ferreira de Sousa
277. Luciano Pizzatto
278. Luiz Alberto Silva dos Santos
279. Luiz Antônio Vasconcellos Carreira
280. Luiz Carlos Bassuma
281. Luiz Carlos Setim
282. Luiz Carlos Sigmaringa Seixas
283. Luiz Eduardo Rodrigues Greenhalgh
284. Luiz Fernando de Fabinho de Araújo Lima
285. Luiz José Bittencourt
286. Luiz Paulo Vellozo Lucas
287. Luiz Piauhylino de Mello Monteiro
288. Luiz Roberto de Albuquerque
289. Manoel Ferreira
290. Manoel Salviano Sobrinho
291. Manuela Pinto Vieira D’Avila
292. Marcello Lignani Siqueira
293. Marcelo Augusto da Eira Correa
294. Marcelo Beltrão de Almeida
295. Marcelo de Araújo Melo
296. Marcelo de Oliveira Guimarães Filho
297. Marcelo Zaturansky Nogueira Itagiba
298. Márcio Alessandro Flexa de Oliveira
299. Márcio Henrique Junqueira Pereira
300. Márcio João de Andrade Fortes
301. Márcio Luiz Franca Gomes
302. Márcio Reinaldo Dias Moreira
303. Marco Aurelio Ubiali
304. Marcondes Iran Benevides Gadelha
305. Marcos Antônio Medrado
306. Marcos Antônio Ramos da Hora
307. Marcos Roberto Abramo
308. Maria Aparecida Diogo Braga
309. Maria Dalva de Souza Figueiredo
310. Maria do Carmo Lara Perpetuo
311. Maria José Conceição Maninha
312. Maria Lucenira Ferreira Oliveira Pimentel
313. Maria Lúcia Cardoso
314. Maria Perpétua de Almeida
315. Mariângela de Araújo Gama Duarte
316. Marina Terra Maggessi de Souza
317. Mario Assad Junior
318. Mario de Oliveira
319. Matteo Rota Chiarelli
320. Maurício Gonçalves Trindade
321. Maurício Rands Coelho Barros
322. Mauro Nazif Rasul
323. Miguel de Souza
324. Mílton João Soares Barbosa
325. Moisés Nogueira Avelino
326. Murilo Zauith
327. Narcio Rodrigues da Silveira
328. Natan Donadon
329. Neilton Mulim da Costa
330. Nelson Goetten de Lima
331. Nelson Luiz Proenca Fernandes
332. Nelson Roberto Bornier de Oliveira
333. Nélson Tadeu Filippelli
334. Neri Geller
335. Neucimar Ferreira Fraga
336. Neudo Ribeiro Campos
337. Nice Lobão
338. Nicias Lopes Ribeiro
339. Nilmar Gavino Ruiz
340. Nilson Moura Leite Mourão
341. Nilton Gomes Oliveira
342. Odacir Zonta
343. Odilio Balbinotti
344. Olavo Calheiros Filho
345. Orlando Desconsi
346. Orlando Fantazzini Neto
347. Osmanio Pereira de Oliveira
348. Osmar Ribeiro de Almeida Junior
349. Osório Adriano Filho
350. Osvaldo de Souza Reis
351. Paulo Afonso Evangelista Vieira
352. Paulo César Baltazar da Nóbrega
353. Paulo César da Guia Almeida
354. Paulo César de Oliveira Lima
355. Paulo Henrique Ellery Lustosa da Costa
356. Paulo José Gouvêa
357. Paulo Piau Nogueira
358. Paulo Roberto Barreto Bornhausen
359. Paulo Roberto Manoel Pereira
360. Paulo Rubem Santiago Ferreira
361. Pedro Henry Neto
362. Pedro Irujo Yaniz
363. Pedro Novais Lima
364. Pedro Pedrossian Filho
365. Pedro Ribeiro Filho
366. Pedro Wilson Guimarães
367. Raimundo Sabino Castelo Branco Maues
368. Raquel Figueiredo Alessandri Teixeira
369. Raul Jean Louis Henry Junior
370. Raymundo Veloso Silva
371. Rebecca Martins Garcia
372. Regis Fernandes de Oliveira
373. Reinaldo Gripp Lopes
374. Reinaldo Nogueira Lopes Cruz
375. Reinaldo Pereira Pinto
376. Reinaldo Santos e Silva
377. Reinhold Stephanes
378. Remi Abreu Trinta
379. Renato Cozzolino Sobrinho
380. Renato Fauvel Amary
381. Renildo Vasconcelos Calheiros
382. Ricardo José Ribeiro Berzoini
383. Ricardo Nagib Izar
384. Ricardo Quirino dos Santos
385. Ricarte de Freitas Júnior
386. Rita de Cássia Paste Camata
387. Robério Cássio Ribeiro Nunes
388. Roberto Lúcio Rocha Brant
389. Roberto Magalhães Melo
390. Robson Lemos Rodovalho
391. Rodolfo Pereira
392. Rodrigo Santos da Rocha Loures
393. Rogério Martins Lisboa
394. Roland Lavigne do Nascimento
395. Romel Anizio Jorge
396. Ronaldo Cezar Coelho
397. Ronaldo de Brito Leite
398. Ronaldo Dimas Pereira Nogueira
399. Rubeneuton Oliveira Lima
400. Rubens Moreira Mendes Filho
401. Salatiel Sousa Carvalho
402. Salvador Zimbaldi Filho
403. Sandra Maria da Escossia Rosado
404. Sandro Antônio Scodro
405. Sandro Matos Pereira
406. Saturnino Masson
407. Sebastião Ferreira da Rocha
408. Sebastião Torres Madeira
409. Selma Maria Schons
410. Sérgio Antônio Nechar
411. Sérgio Barradas Carneiro
412. Sétimo Wanquim
413. Severiano Alves de Souza
414. Silas Brasileiro
415. Sílvio Lopes Teixeira
416. Sílvio Roberto Cavalcanti Peccioli
417. Simplício Mario de Oliveira
418. Solange Amaral
419. Solange Pereira de Almeida
420. Sueli Rangel Silva Vidigal
421. Suely Santana da Silva
422. Talmir Rodrigues
423. Tarcísio João Zimmermann
424. Telma Sandra Augusto De Souza
425. Thelma Pimentel Figueiredo de Oliveira
426. Uldorico Alves Pinto
427. Urzeni da Rocha Freitas Filho
428. Valdemar Costa Neto
429. Vanderlei Assis de Souza
430. Vandeval Lima Dos Santos
431. Victor Pires Franco Neto
432. Vilson Luiz Covatti
433. Virgílio Guimarães de Paula
434. Vitor Penido de Barros
435. Walter Correia de Brito Neto
436. Walter Shindi Iihoshi
437. Wandenkolk Pasteur Gonçalves
438. Wellington Moreira Franco
439. William Boss Woo
440. Wilson João Cignachi
441. Wilson Leite Braga
442. Zelinda Novaes e Silva Jarske
443. Zenaldo Rodrigues Coutinho Junior 

via Jornal da Paraíba, com Congresso em Foco

Paraíba tem a menor taxa de estupros do Nordeste

Violence victim

Segundo o 10º Anuário Brasileiro da Segurança Pública, divulgado nesta quinta-feira (3), pelo Fórum Brasileiro da Segurança Pública (FBSP), em 2015 a Paraíba apresentou a segunda menor taxa de estupros do país e a menor do Nordeste. Com 7,3 casos para cada grupo de 100 mil habitantes, o Estado foi superado no ranking nacional por Espírito Santo, que ficou com 5,2 estupros para cada 100 mil pessoas.

Entre os estados nordestinos, a taxa mais próxima da Paraíba é a do vizinho Rio Grande do Norte (9,3). Na sequência, em ordem crescente, vêm Maranhão (13,8), Alagoas (15,4), Bahia (16), Piauí (16,8), Ceará (17,7), Sergipe (19,7) e Pernambuco (20,2). O campeão nacional de estupros é Acre, com seus incríveis 65,2 estupros por cada grupo de 100 mil habitantes. Mato Grosso do Sul vem logo a seguir, com 53,9, e Mato Grosso, com 45,3.

De acordo com o Fórum, entre 2014 e 2015 o número de estupros notificados no Brasil caiu 10%. Ano passado, quando da publicação do 9º Anuário Brasileiro da Segurança Pública, viu-se que apenas 35% dos estupros são notificados, ou seja, constam de boletins de ocorrência registrados junto à Polícia. Significa, então, que em 65% dos casos, mais de dois terços do total, as vítimas não comparecem a uma delegacia policial para prestar queixa da violência sofrida.

Porque isso acontece é do conhecimento ou fácil de entender pela maioria. A vítima não faz B.O. por vários motivos, mas entre os maiores está o sentimento de culpa (um em cada três brasileiros acredita que estupro é culpa da mulher, conforme revela o estudo da FBSP). Em segundo lugar, mas não menos importante, vem o medo de ser julgada e maltratada tanto pelas próprias autoridades policiais como por marido, noivo ou namorado, além de outros familiares e amigos e até dos profissionais de saúde que eventualmente prestem alguma assistência à mulher estuprada.

Em julho deste ano, o Centro da Mulher 8 de Março, uma das principais organizações feministas da Paraíba, divulgou que entre 2010 e 2016 foram registrados 621 estupros em todo o Estado. Mas os números podem ser muito maiores, reconheceu à época a entidade, confirmando que a maioria das mulheres estupradas não procura a Polícia para denunciar o crime de que foi vítima.

via Blog Rubens Nóbrega 

Três crianças brasileiras são mortas pelo pai em Porto Rico, diz polícia

Erick Ramírez com as crianças (Foto: Reprodução/Facebook)
Erick Ramírez com as crianças  (Foto: Reprodução/Facebook)
Erick Ramírez com as crianças (Foto: Reprodução/Facebook)

Duas meninas e um menino, com idades entre 5 e 9 anos, foram encontrados mortos na quarta-feira (2) na cidade de Ponce, em Porto Rico. A polícia local afirma que elas foram mortas pelo próprio pai, que se enforcou. Conforme a família, as crianças são brasileiras, como a mãe, e nasceram no Sul de Santa Catarina.

De acordo com a polícia local, o crime ocorreu em uma casa na localidade de Jacaranda de Ponce. Há indícios de que as crianças foram asfixiadas ou estranguladas e que o pai, identificado como o norte-americano Erick Ramírez, de 50 anos, se matou em seguida.

Segundo uma tia das crianças, o homem havia sido denunciado pela mãe das crianças por violência contra a mulher. De acordo com a Polícia de Porto Rico, a mãe havia deixado as crianças aos cuidados da avó paterna enquanto fazia uma viagem. Ela não impedia o relacionamento do pai com Erick Gabriel, de 9 anos, Elin, de 7, e Emanuele, de 5.

‘Era um pai carinhoso’
Ao G1, uma tia das crianças, Marli Martins da Rocha, contou que a família é de Forquilhinha, no Sul de Santa Catarina, e que antes de se mudarem para Porto Rico, há três anos, eles viviam no município de Morro da Fumaça. “Era um pai muito carinhoso, muito prestativo, só com ela era um pouco violento”, disse a tia.

“Ela [mãe das crianças] me ligou muito abalada avisando que o marido foi encontrado atrás de casa, tinha se enforcado. Eu perguntei pelas crianças e ela me disse que elas estavam bem, estavam dormindo na cama. Horas depois ela me ligou e contou que, na verdade, ele ‘levou’ as crianças junto com ele”, disse Marli.

Conforme a familiar, a mãe das crianças havia viajado para os Estados Unidos para fazer um curso. “Regressaria hoje à tarde. Por isso a avó paterna estava cuidando das crianças”.

Crianças estavam nas camas
Segundo afirmou o superintendente da polícia local, José Luís Caldero, em vídeo divulgado pela Polícia de Porto Rico, os corpos foram encontrados em um dos quartos da residência. “Não sabemos o que pode ter acontecido. O menino e as duas meninas estavam em suas caminhas. O que aparenta é que as crianças foram estranguladas”, afirmou.

“Ultimamente temos visto cenas difíceis, mas quando vemos cenas com crianças…ninguém está preparado para isso”, declarou.

A família informou que tentou contato com a autoridade brasileira que abrange Porto Rico nesta quarta, mas que não conseguiu por causa do feriado de finados. A tia informou que está embarcando para Porto Rico para ajudar nos processos. “Nós queremos trazer o corpo das crianças para o Brasil”, disse Marli.

O Consulado Geral do Brasil em Miami, que atende Porto Rico, informou que está em contato com a família para prestar assistência.

Do G1 SC

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