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Vereadora eleita faz sexo com amante dentro do Cartório Eleitoral, diz site

Caso aconteceu na cidade de Dom Pedro, no Maranhão
Caso aconteceu na cidade de Dom Pedro, no Maranhão

De acordo com o site luiscardoso.com.br, Fernanda Hortegal, uma vereadora da cidade de Dom Pedro, no Estado do Maranhão, teria traído o marido enquanto ele dava plantão em um hospital.

A vereadora teria filmado, com o smartphone, as supostas relações extra-conjugais. O marido traído teria encontrado as imagens e repercutido o caso. Os vídeos rapidamente se espalharam nas redes sociais.

Ainda de acordo com o site, um total de dez vídeos teriam sido encontrados no aparelho mas apenas dois divulgados. O site também informa que o ato teria ocorrido em um cartório eleitoral.

Tocador de vídeo

Créditos: luiscardoso.com.br

PB receberá mais de R$ 861 milhões em emendas para enfrentar a seca

Que a Paraíba enfrenta a pior seca dos últimos 50 anos já é sabido, mas o que as pessoas pedem, principalmente, as que sofrem diretamente com os efeitos da estiagem são soluções emergenciais para minimizar os problemas enfrentados por elas. E, para que isso aconteça, é preciso de investimentos na área de recurso hídricos nas regiões mais afetadas pelo efeito climático.

Diante disso, a bancada federal da Paraíba, composta por 12 deputados federais e três senadores, resolveu destinar R$ 861.363.555,00 em emendas para investimentos em obras e serviços hídricos para amenizar os efeitos da estiagem que assola o Estado. O montante representa 42,42% do total das emendas destinadas à Paraíba (2.030.693.621).

O maior valor destinado pela bancada para investimento de enfrentamento à seca foi de R$ 500 milhões, para implantação de obras de infraestrutura hídrica na Região Metropolitana do Vale do Piancó. Os recursos serão administrados pelo Governo do Estado.

O segundo maior foi de duas emendas no valor de R$ 100 milhões, cada, sendo uma para implantação de Obras de infraestrutura hídrica em Sousa e mais e outra para o mesmo serviço, mas não especifica no local, apenas informa que é para o Estado da Paraíba.

Para implantação de Obras de Infraestrutura Hídrica de integração do Rio São Francisco com a Bacia do Rio Piancó (Sistema Coremas/Mãe D’água) será destinado R$ 43,517 mil.

Também foi foram elencadas emendas no valor de R$ 500 mil para implantação, ampliação e melhoria de sistemas públicos de abastecimento de água em municípios com população até 50.000 Habitantes, inclusive em Regiões Metropolitanas (RM) ou Regiões Integradas de Desenvolvimento Econômico (RIDE).

Algumas emendas que serão administradas pelo Governo do Estado tiveram a destinação genérica como: implantação de obras de infraestrutura hídrica no Estado da Paraíba. Com isso, o Estado pode definir posteriormente a sua destinação ou o seu remanejado a depender da necessidade da localidade. As informações são do Correio da Paraíba.

Novo terremoto de 4,8 graus atinge centro da Itália

Tremor ocorreu a 10 km de profundidade e a 51,5 km a sudeste de Perugia (Foto: Reprodução/TV Globo)
Tremor ocorreu a 10 km de profundidade e a 51,5 km a sudeste de Perugia (Foto: Reprodução/TV Globo)
Tremor ocorreu a 10 km de profundidade e a 51,5 km a sudeste de Perugia (Foto: Reprodução/TV Globo)

Um novo terremoto de magnitude 4,8 atingiu a região central da Itália na madrugada desta quinta-feira (3), segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), na mesma região afetada por fortes tremores recentes.

O tremor ocorreu a 10 km de profundidade e seu epicentro foi a 51,5 km a sudeste de Perugia, na região de Umbria, e a 4 km de Pieve Torina, um vilarejo de 1.500 habitantes na província de Macerata.

Um sismo dessa magnitude é considerado moderado e capaz de causar danos consideráveis, e a pequena profundidade pode ampliar o tremor na superfície.

Não há informações de mortos ou feridos até o momento.

Terremotos de magnitude 4,9, 5,5 e 6,0 atingiram a área em 26 de outubro, seguido por outro, de 6,6, no domingo (30) — este, o maior tremor a atingir o país em 36 anos.

Em 24 de agosto, outro sismo, de magnitude 6,2, deixou 297 mortos na mesma região. O tremor de Áquila, que matou mais de 300 pessoas em 2009, teve 6,3 de magnitude.

Sismo de domingo
Quase 8 mil pessoas foram atendidas pela defesa civil italiana no último grande tremor. Não houve mortos, mas dezenas de pessoas ficaram feridas, segundo o chefe da Defesa Civil italiana, Fabrizio Curcio.

O tremor causou o colapso de mais construções e igrejas históricas em pequenas cidades e vilarejos atingidos pelos tremores dos dias anteriores.

Em Norcia, a Basílica de San Benedetto, construída no século XIV, ficou parcialmente destruída. Segundo a lenda, foi construída sobre o local de nascimento de São Bento, fundador da Ordem Beneditina, nascido em 480.

O premiê italiano, Matteo Renzi, prometeu reconstruir casas e igrejas destruídas pelo abalo.

Fãs de Justin Bieber acampam desde já para show no Rio apenas em março

Jovens dormem à frente do Sambódromo, onde será o show em 2017 (Foto: Reprodução/TV Globo)
Jovens dormem à frente do Sambódromo, onde será o show em 2017 (Foto: Reprodução/TV Globo)
Jovens dormem à frente do Sambódromo, onde será o show em 2017 (Foto: Reprodução/TV Globo)

O show de Justin Bieber no Sambódromo, Centro do Rio, só acontece em 29 de março. Mas desde a tarde da última quarta-feira (2) jovens acampam na porta de entrada para garantir um lugar na “fila do gargarejo”. Serão quase 5 meses de espera, como mostrou o Bom Dia Rio desta quinta (3).

Os jovens levaram barracas, cobertores e biscoitos. Eles se revezam para estudar e trabalhar. Um grupo dorme no local um dia, outro grupo no dia seguinte. “É um dia na fila, outro estudando para o Enem”, relata uma jovem.

Eles se conhecem de redes sociais e, no último show de Bieber no Rio, em 2013, também enfrentaram uma longa espera na barraca para escolher o melhor lugar: dois meses. “É o mesmo esquema, revezando, passando a noite. Eu venho mais para dormir”.

“A gente está aqui pelo nosso ídolo e o amor por ele e a gente fez essa loucura toda”.

Brasil registrou em 2015 mais de cinco estupros por hora, mostra anuário

Mais de cinco pessoas são estupradas por hora no Brasil, mostra o 10º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), divulgado nesta quinta-feira (3). O país registrou, em 2015, 45.460 casos de estupro, sendo 24% deles nas capitais e no Distrito Federal. Apesar de o número representar uma retração de 4.978 casos em relação ao ano anterior, com queda de 9,9%, o FBSP mostrou que não é possível afirmar que realmente houve redução do número de estupros no Brasil, já que a subnotificação desse tipo de crime é extremamente alta.

“O crime de estupro é aquele que apresenta a maior taxa de subnotificação no mundo, então é difícil avaliar se houve de fato uma redução da incidência desse crime no país”, disse a diretora executiva do Fórum, Samira Bueno.

O levantamento estima que devem ter ocorrido entre 129,9 mil e 454,6 mil estupros no Brasil em 2015. O número mínimo se baseia em estudos internacionais, como o National Crime Victimization Survey (NCVS), que apontam que apenas 35% das vítimas de estupro costumam prestar queixas.

O número máximo, de mais de 454 mil estupros, se apoia no estudo Estupro no Brasil: uma radiografia segundo os dados da Saúde, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que aponta que, no país, apenas 10% dos casos de estupro chegam ao conhecimento da polícia. “Pesquisas de vitimização produzidas no Brasil e no mundo indicam que os principais motivos apontados pelas vítimas para não reportar o crime às instituições policiais são o medo de sofrer represálias e a crença que a polícia não poderia fazer nada ou não se empenharia no caso”, afirma Samira.

Considerando somente os boletins de ocorrência registrados, em 2015 ocorreu um estupro a cada 11 minutos e 33 segundos no Brasil, ou seja 5 pessoas por hora. O estado com o maior número de casos foi São Paulo, que responde por 20,4% dos estupros no país, com 9.265 casos. O número, no entanto, representa uma redução de 761 casos (7,6%) em relação ao ano anterior, quando foram registrados 10.026 casos. Roraima foi o estado com o menor número de estupros registrados, 180, o que representa 98 casos a menos do que no ano anterior – queda de 35,3%.

Roubos

A cada 1 minuto e 1 segundo, um veículo foi roubado ou furtado em 2015 no país, totalizando 509.978. Apesar do resultado, houve uma queda de 0,6% na comparação com 2014, sendo 3.045 veículos a menos. Somando os casos de 2014 e 2015, foram roubados ou furtados 1,023 milhão de veículos, segundo os dados do anuário.

O levantamento mostra ainda, segundo o FBSP, a necessidade de fortalecer a capacidade de investigação da polícia. “O roubo e o furto de veículos, muitas vezes, acabam por financiar organizações criminosas envolvidas com tráfico e outros delitos mais graves”, disse, em nota, o diretor-presidente do Fórum, Renato Sérgio de Lima. “O que torna fundamental o constante aperfeiçoamento da capacidade investigativa da polícia e o combate a esse tipo de crime”, destacou.

Por Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil

Gastos com segurança pública no Brasil são insuficientes, diz especialista

Os gastos com segurança pública no Brasil totalizaram R$ 76,2 bilhões em 2015, o que representa um aumento de 11,6% em relação ao ano anterior, segundo dados da 10° edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). No entanto, esse valor ainda não é suficiente e o país carece de políticas que tragam resultados satisfatórios no combate à violência, de acordo com a diretora executiva do fórum, Samira Bueno.

“Claro que o que temos hoje de recurso não é suficiente para dar conta de todas as necessidades que a área coloca. Temos um número imenso de crimes violentos, temos salários dos policiais, em média ainda muito baixos, principalmente os que estão na ponta, que são praças, escrivães, investigadores”, disse, em entrevista à Agência Brasil.

“Mas só aumentar essa receita não seria suficiente para resolver o problema da violência e da criminalidade no Brasil. Isso teria que vir acompanhado de um programa de governo, um plano que focalizasse também algumas metas pragmáticas e a articulação de esforços entre a União, os estados e municípios”, acrescentou Samira.

Os dados do anuário mostram que o estado de São Paulo foi o que mais gastou com segurança pública em 2015: R$ 11,3 bilhões, valor 8,4% maior do que o que foi gasto no ano anterior. Esse montante foi 24,6% maior do que os gastos do próprio governo federal com segurança pública, que foram de R$ 9 bilhões. Em 2014, o gasto da União foi de R$ 8,9 bilhões.

Depois do estado de São Paulo e do governo federal, Minas Gerais foi o terceiro ente federativo que mais teve despesas em segurança pública: destinou R$ 8,8 bilhões à pasta. O estado, no entanto, somou as despesas de R$ 4,3 bilhões com a subfunção “Previdência do Regime Estatutário” na função “Segurança Pública”, o que, segundo o FBSP, inflou os números, fazendo parecer que o estado teria gastado R$ 13 bilhões em 2015.

Já os gastos totais dos municípios com segurança pública totalizaram R$ 4,4 bilhões. Esse valor colocaria os municípios brasileiros, caso fossem considerados como um único ente federativo, em quinto lugar no ranking dos que mais gastaram com a pasta, atrás de São Paulo, do governo federal, de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, este último com destinação de R$ 8,7 bilhões.

Atuação dos municípios

Os dados do anuário mostram ainda o protagonismo que os municípios brasileiros vêm assumindo na área de segurança pública. Entre 1998 e 2015, houve crescimento de 394% nas despesas com a área por esses atores, considerando valores já corrigidos. O crescimento nos gastos se verifica em municípios de todos os portes populacionais, mas é mais acentuado naqueles em que a população varia entre 100.001 e 500 mil habitantes.

A diretora executiva do fórum afirmou que não há uma estrutura com papéis claros divididos entre os três entes da Federação – União, estados e municípios – em relação aos recursos da segurança pública. “Percebemos que é uma área completamente descoordenada no Brasil”, disse, citando as dificuldades de se estruturar planos na esfera federal, entre outros obstáculos, e o protagonismo assumido pelos municípios na destinação de recursos para a área.

“No governo federal, você percebe, quando analisa em termos de série histórica, desde a década de 90 até agora, que a programação é completamente desfuncional, então cada gestão investe em algo diferente, que não se traduz necessariamente em resultados. Não se tem avaliação de como esse dinheiro da União acaba sendo gasto, tem-se uma descontinuidade de políticas, uma redução dos fundos que teriam como objetivo repassar recursos para estados e municípios, como o Fundo Nacional de Segurança Pública e o Fundo Penitenciário Nacional”, observa Samira.

Na contramão desse cenário, a diretora do FBSP avalia que “os municípios não estão mais dependendo necessariamente de recursos da União para os gastos com políticas de segurança. Mais do que nunca, eles percebem que precisam gastar e investir nessa área porque o crime é um fenômeno territorial e exige necessariamente ações locais”.

O problema, segundo ela, é que esses gastos ocorrem de forma completamente descoordenada. “No momento em que você não tem o mínimo de coordenação, cada município vai tentar uma estratégia diferente, de acordo com as prioridades políticas de determinados partidos que estão no governo ou mesmo de acordo com o perfil do executivo”, acrescentou.

Esfera federal

O Ministério da Justiça gastou R$ 11,3 bilhões em 2015, 9,6% a menos do que no ano anterior. O levantamento do FBSP ressalta que, apesar de o valor ser expressivo, a maior parte do montante diz respeito ao custo da máquina pública. Os gastos com a Polícia Federal representaram R$ 5,6 bilhões em 2015, ou seja, 50% de todo o orçamento do Ministério da Justiça. A Polícia Rodoviária Federal gastou R$ 3,5 bilhões, 31% do orçamento, de acordo com dados do Fórum.

Por outro lado, os fundos que destinam recursos para a segurança pública com capacidade de impulsionar ações na ponta, como o Fundo Nacional de Segurança Pública (R$ 0,4 bilhão), o Fundo Penitenciário – Funpen (R$ 0,3 bilhão) e o Fundo Nacional Antidrogas (R$ 0,1 bilhão) tiveram um montante bastante baixo na comparação com o orçamento total.

“O total de despesas do Fundo Nacional de Segurança Pública correspondeu a apenas 3% do orçamento do ministério, o Funpen a 2% e o Fundo Nacional Antidrogas a apenas 1%”, informa o FBSP. Na variação ao longo do tempo, o Funpen encolheu 49,2% entre 2006 e 2015. O Fundo Nacional de Segurança Pública teve queda de 47,9% desde a sua criação em 2002.

Apesar do alto valor de recursos empregados por estados como São Paulo, Minas Gerais e o Rio de Janeiro, Samira lembra que a capacidade de investimento em políticas fica a cargo do governo federal, já que a receita estadual para a segurança pública é usada majoritariamente para dar conta das folhas de pagamento.

Segundo ela, com a redução dos recursos desses fundos e a perspectiva de limitação dos gastos com a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241, o cenário é preocupante. “Em um momento de contenção de recursos, em que você já tem duas áreas com mínimos definidos constitucionalmente – educação e saúde -, você acaba tendo que cortar dos outros setores e certamente a segurança pública é um dos que terão recursos cortados”, disse.

“Se olharmos o que tem de recurso destinado, por exemplo, para estados e municípios por meio dos fundos, me parece que esse recurso tende a desaparecer, tende a ser nulo nos próximos anos, porque ele já é muito menor do que era há dez anos. Boa parte desses recursos [para investimento em planejamento e políticas] provém da União. No momento em que temos a perspectiva da PEC que vai limitar os gastos do setor público, a tendência é uma restrição ainda maior do orçamento da segurança”, acrescentou a diretora executiva do Fórum.

Por Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil

Energisa promove concurso de redação para estudantes na PB; veja como fazer

Concurso do Banco do Brasil tem salário de até R$ 3,8 mil

Dentro da programação do Natal na Usina, a Energisa promove a 3ª edição do Concurso de Redação. As inscrições podem ser feitas até 30 de novembro. Podem participar estudantes do 6º ao 9º do ensino fundamental, da rede pública e privada do Estado da Paraíba. As redações inscritas passam pela avaliação de uma comissão especializada e as cinco melhores são premiadas com R$ 2 mil, sendo R$ 1 mil para o aluno autor e R$ 1 mil para o professor orientador. Ao todo, são mais de R$ 10 mil em prêmios.

Os candidatos devem escolher como tema da redação um dos vultos paraibanos homenageados no projeto “Primeira Leitura”, fruto de uma parceria entre a Energisa e a Editora Patmos, lançados entre dezembro de 2015 e setembro de 2016. Os títulos são: Napoleão Laureano, Jackson do Pandeiro, Anayde Beiriz, Vidal de Negreiros, Horário de Almeida e Celso Furtado, todas em quadrinhos. O autor da redação e a escola vencedores ganham também a coleção completa do “Primeira Leitura”.

No ano passado, o concurso recebeu mais de 110 redações e sete foram premiadas. Aline Costa Medeiros, na época estudante do 9º ano do ensino fundamental, uma das ganhadoras, foi incentivada a participar por sua professora de português. “Ela disse que eu escrevia bem e isso me animou. Também recebi incentivo dos meus pais”, conta Aline.

A estudante escreveu sobre Ariano Suassuna e justifica a escolha por ele ser uma personalidade muito importante para o Nordeste. “Gostei tanto da história de Ariano que, em apenas um dia, li o livro e escrevi a redação”, lembra Aline.

Também aluno do 9º ano do ensino fundamental em 2015, Kevin Matheus Gonçalves, foi outro ganhador incentivado pela professora. “Ela me disse que eu era bom em redação e começou a procurar concursos para inscrever quem tivesse interesse. Foi quando encontrou o da Energisa. Eu acreditava no meu potencial, mas não esperava ter minha redação escolhida em meio a tantas. Foi bom para ver que todo o estímulo foi válido”, conta o estudante.

O tema da redação de Kevin foi Epitácio Pessoa. “Aqui, em João Pessoa, se fala muito nele. Como não conhecia sua história, senti a necessidade de aprender um pouco sobre esse personagem histórico do nosso Estado”, diz. Os dois estudantes gostam muito de ler e recebem incentivos dentro de casa. Kevin disse que sempre ganha livro dos pais e Aline mantém a média de ler pelo menos um livro por mês, e ainda empresta para a irmã mais velha. “Tenho o costume de sempre escrever uma crítica sobre os livros que leio. Isso me ajuda a aperfeiçoar a minha redação”, explica.

Os dois dão algumas dicas para os estudantes que estão pensando em inscrever sua redação na edição de 2016: “preste atenção nos mínimos detalhes do livro que escolher, pois isso vai enriquecer sua redação e fará com que o texto não fique superficial”, aconselha Aline.

Já Kevin incentiva: “não deixem de participar, pois é escrevendo que aprimoramos nossos conhecimentos de texto. Além disso, é gratificante porque a gente acaba conhecendo mais sobre importantes personalidades paraibanas”, aponta.

A ficha de inscrição e a redação devem ser enviadas para o para o e-mail comunicacaopb@energisa.com.br até 30 de novembro de 2016. A cerimônia de premiação acontece no dia 5 de janeiro de 2017.

As fichas de inscrição e os editais dos dois concursos podem ser baixados no site da Usina Cultural Energisa e no site da Energisa.

FPF quer Campeonato Paraibano com apenas oito equipes

Amadeu Rodrigues (Foto: Arquivo/Jornal Correio da Paraíba)
Amadeu Rodrigues (Foto: Arquivo/Jornal Correio da Paraíba)
Amadeu Rodrigues (Foto: Arquivo/Jornal Correio da Paraíba)

A Federação Paraibana de Futebol (FPF) pretende diminuir o número de clubes que disputam o Campeonato Estadual, passando dos atuais dez para apenas oito times participantes. A proposta é para a edição 2019 do torneio, porém já em 2018, a ideia é que fiquem nove clubes, para no ano seguinte a mudança se concretizar totalmente.

Este assunto ainda não colocado oficialmente em discussão, mas nos bastidores, o presidente Amadeu Rodrigues já começou a ouvir opiniões de dirigentes, árbitros, jornalistas e também de possíveis investidores, que estão interessados no Campeonato Paraibano. Segundo ele, esta mudança tem sido adotada por grande parte das federações de futebol do Brasil e para o dirigente, já está na hora da Paraíba também reformular a sua competição mais importante.

“Levantei essa proposta no último encontro que tive com os clubes da Paraíba, mas achei que o momento foi inoportuno, até porque não era uma discussão oficial. O meu intuito, na verdade, era ouvir a opinião dos dirigentes, porém o foco neste momento deve ser exclusivamente para a competição de 2017. Irei conversar com os presidentes em outro momento, como também quero escutar a opinião de outros segmentos que atuam diretamente no desenvolvimento do futebol paraibano”, disse Amadeu.

O dirigente garantiu que a medida, além de ser uma tendência que está sendo seguida por outros estados, visa também à diminuição de custos para a realização do certame. “Com menos clubes, conseguiremos fazer a competição em menos datas”, afirmou Amadeu, acrescentando que “o campeonato tem que ser mais organizado e rentável. Esta tem sido a solução encontrada”, frisou.

Pelo que foi apurado pelo Correio, os campeonatos da Segunda Divisão de 2017 e 2018 classificarão apenas um time por ano. Com isso, a Primeira Divisão continuaria rebaixando dois clubes por temporada. “Mas, tudo isto é proposta! Vamos debater muito ainda e depois refletiremos se é o melhor para o futebol paraibano. Se os clubes entenderem que sim e que este é o melhor caminho para o esporte no nosso estado, assim faremos, pois queremos o melhor para o nosso futebol”, finalizou Amadeu.

Da Redação, com Correio Online

Grêmio e Atlético-MG confirmam favoritismo e avançam à final da Copa do Brasil

Grêmio conquistou vaga na final após empate sem gols (Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA)
Grêmio conquistou vaga na final após empate sem gols (Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA)
Grêmio conquistou vaga na final após empate sem gols (Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA)

A final da Copa do Brasil está definida. Grêmio e Atlético-MG confirmaram a vantagem do primeiro jogo nessa quarta-feira (2) e avançaram para a grande decisão do torneio mata-mata. O Tricolor só empatou sem gols com o Cruzeiro, na Arena, em um jogo morno; enquanto o Galo ficou no 2 a 2 com o Internacional, no Independência, em uma partida muito mais movimentada.

O clima de decisão, no entanto, terá de esperar um pouco. A primeira final acontece só daqui a três semanas, na quarta-feira (23). O segundo jogo será em 30 deste mês. A decisão dos mandos ainda não foi anunciada pela CBF.

A inédita final reunirá cinco títulos da Copa do Brasil. Do lado do Grêmio foram quatro (1989, 1994, 1997 e 2001) e, pelo lado do Atlético-MG, apenas uma conquista (2014).

Atrás no placar geral (havia perdido o primeiro jogo por 2 a 1 ), o Inter ignorou a pressão da torcida no Independência e foi para cima do Atlético-MG. Depois de duas boas chances com Valdivia, coube ao jovem Aylon empurrar a bola para as redes aos 26 minutos do primeiro tempo. O gol acordou os donos da casa que marcaram aos 47 com Robinho, depois de excelente jogada de Lucas Pratto. O golpe colorado, no entanto, veio dois minutos depois com Anderson após falha clamorosa do experiente Victor.

Na Arena em Porto Alegre, o Grêmio passou todo o primeiro tempo com o regulamento embaixo do braço, sem dar chances para o Cruzeiro (já que havia vencido a partida de ida por 2 a 0). A medida que o tempo passava, o Cruzeiro parecia não ter forças para reagir a um placar tão elástico. Para piorar, os gaúchos estavam empenhados em marcar mais um na contagem geral. Pedro Rocha por pouco não anotou um golaço.

Se o jogo seguia morno no Rio Grande do Sul, as duas equipes brigavam por cada bola em Minas Gerais. Aos 15 minutos do segundo tempo, Lucas Pratto mais uma vez mostrou seu faro de artilheiro e tirou a possibilidade dos pênaltis. Nem assim, o Galo se acalmou, partindo ainda mais para cima do Colorado. As respostas vinham timidamente, como se faltasse perna para a equipe que não vive seu melhor momento.

O Cruzeiro ainda tentou um pouco mais, mas não conseguiu levar grandes perigos ao gol de Marcelo Grohe. Diferentemente do companheiro de posição Victor. O goleiro teve de se redimir da falha e segurar o resultado (e os ânimos dos jogadores) nos minutos finais — tanto que o árbitro Jaílson Macedo Freitas por pouco não perdeu de vez o controle da partida. Paulão foi expulso no banco de reservas, já nos acréscimos.

A cinco rodadas do fim, os vitoriosos ainda se dividirão com o Campeonato Brasileiro. Os perdedores Inter e Cruzeiro, terão de apostar suas últimas fichas na competição de pontos corridos. Os dois inclusive precisam se livrar de vez da zona de rebaixamento. O Internacional tem um confronto complicado contra o Palmeiras, no Allianz Parque; enquanto o Atlético-MG pega o Coritiba, no Couto Pereira. Também no domingo (6), o Cruzeiro mede forças com o Fluminense, no Mineirão; já o Grêmio enfrenta o Sport, na segunda-feira, na Arena.

via R7

Horários de provas do Enem seguem horário local na Paraíba; confira

Os horários de aplicação das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) vão seguir o horário local na Paraíba, neste fim de semana. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), no estado, tanto no sábado (5) quanto no domingo (6), os portões vão abrir às 11h (horário local) e fechar às 12h (horário local). O início das provas está marcado para as 12h30 (horário local).

Ainda de acordo com o Inep, os participantes sabatistas devem comparecer aos locais das provas no mesmo horário dos demais e aguardarem o início das provas. Os candidatos podem verificar o local de prova no site do Inep, informando CPF e senha.

Provas adiadas para mais de 2 mil
Mais de 2 mil inscritos para o Enem 2016 não vão poder fazer a avaliação no próximo fim de semana na Paraíba, conforme informou o Inep, devido à ocupação de locais de provas no estado. Ao todo, 2.468 candidatos só vão fazer as provas nos dias 3 e 4 de dezembro.

O número é equivalente a 1,11% dos 221.945 inscritos na Paraíba. Os participantes vão ser avisados por SMS sobre o adiamento. Entretanto, não foi informado quando os novos locais de prova serão divulgados. 

Na Paraíba, estão ocupados quatro locais de prova, em três municípios. Em Areia, estão ocupados prédios do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Em Bananeiras, não vai haver prova em prédios do Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias e Agroecologia da UFPB. Em Cabedelo, está ocupado o prédio principal do Instituto Federal da Paraíba (IFPB).

As ocupações em diversos estados são motivadas pela rejeição à medida provisória que trata da reforma do ensino médio e também contra a PEC do teto de gastos públicos.

Cronograma mantido
A divulgação das notas do Enem 2016 estava prevista e foi mantida para 19 de janeiro. Segundo o Inep, não houve alteração nessa data e, por isso, não vai haver interferência no cronograma das instituições que usam o Enem como processo seletivo. A nova aplicação será em tempo hábil para a utilização dos resultados no SISU, Fies e Prouni, de acordo com o Inep. Do ponto de vista da prova, os novos itens serão equivalentes, de modo a garantir a isonomia do Enem.

Segundo o Inep, a mudança dos locais de prova na véspera da aplicação coloca em risco a segurança do Enem. O exame exige um plano logístico de distribuição do material, com rotas pré-definidas, escoltas policiais e efetivo policial destacado para a operação. A alteração desses locais implica em reprocessar todo o material para readequação da nova logística. O local requer, ainda, estrutura mínima para receber a aplicação, ter acessibilidade para deficientes físicos (banheiros adaptados, mobiliário adequado para cadeirantes, surdos, cegos e à faixa etária), além de salas extras e estudo de plano de risco.

Abaixo, veja a lista com todas as escolas ocupadas que tiveram o Enem adiado na Paraíba:

– Areia
UFPB – Centro de Ciências Agrárias – Campus Areia II – Prédios: A, B, C e D

– Bananeiras
UFPB – Agroecologia – Prédios e 2
UFPB – Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias – Prédios: 1, 2, 3 e 4

– Cabedelo
IFPB – Campus Cabedelo – Prédio: Principal

 

Da Redação, com G1/PB

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