Motorista ficou no local para prestar socorro à vítima (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)
Motorista ficou no local para prestar socorro à vítima (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)
Uma mulher de 30 anos morreu após ser atropelada no bairro do Rangel, em João Pessoa, na noite de terça-feira (15). Aline do Nascimento Sousa atravessava a Avenida 2 de fevereiro quando foi atingida por um veículo. Ela fazia a travessia fora da faixa de pedestre e estava com o marido e a filha de 8 meses no momento do acidente. O motorista responsável pelo atropelamento permaneceu no local do acidente.
O marido de Aline contou que a família mora no Rangel e estava voltando para casa após visitar parentes. O motorista do carro fazia uma conversão para pegar a Avenida 2 de fevereiro em direção ao bairro do Cristo. Pelo fato via ser mão única, ele não olhou para o sentido contrário e não viu a família atravessando a rua.
“Foi um negócio de momento, não senti pancada no carro. Eu acredito que ela deve ter tropeçado e caído na hora que eu ia passando”, afirmou Onildo Fernandes. O motorista ficou no local para prestar socorro e disse, inclusive, que se pudesse teria socorrido Aline no próprio carro e levado para o hospital.
De acordo com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que socorreu Aline, ela deu entrada no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa em estado gravíssimo, com traumatismo completo na cabeça. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu por volta das 23h.
O Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran) da Polícia Militar informou que o condutor do carro envolvido no acidente prestou esclarecimentos sobre o ocorrido e não se negou a fazer o teste do bafômetro.
Nas proximidades do local do acidente que vitimou Aline existe uma faixa de pedestre, mas moradores dizem que é comum as pessoas atravessarem a avenida fora dela. As informações são do Jornal da Paraíba.
Segundo a PC, homem vivia em um quarto sem condições adequadas (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
Segundo a PC, homem vivia em um quarto sem condições adequadas (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
Um idoso de 69 anos foi indiciado por manter o irmão, de 40 anos, em cárcere privado na cidade de Sousa, no Sertão de Estado. De acordo com a Polícia Civil (PC), a vítima tem problemas mentais e ficou cerca de 30 dias trancado em uma casa, sem condições adequadas para viver. O caso foi divulgado na terça-feira (15).
O idoso, José Francisco da Silva, disse que teve que trancar o irmão devido a casos de violência recentes. “Eu fiz porque era obrigado. Ele acabou dois carros meus. Bateu e quebrou [os veículos]. Nesse tempo a cachaça dele era pesada. Ele já não morreu porque vivia nesse espaço”, disse.
A casa onde o homem era mantido em cárcere não tinha vaso sanitário e nem chuveiro. A entrada de ar e de luz se dava por um espaço na porta de entrada, semelhante a uma cadeia. Segundo a Polícia Civil, o idoso se apresentou na delegacia após saber das investigações.
“Ele foi qualificado e interrogado e vai responder por cárcere privado. A pena, caso condenado, pode variar de 4 a 10 anos”, informou o delegado Vicente Honório.
Em depoimento, o idoso ainda relatou que o irmão recebia cuidados no Centro de Atenção Psicossocial (Caps), mas que o local tinha parado o atendimento. A direção da unidade de saúde repassou que a vítima deixou de ser levada pelo acusado e que o atendimento segue normalmente. As informações são do Jornal da Paraíba.
O cardeal arcebispo de Aparecida, dom Raymundo Damasceno (esq.), entrega a imagem de Nossa Senhora de Aparecida para o Papa Francisco, que a beija durante a celebração da missa na Basílica de Aparecida (Foto: Adriano Lima/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo)
O cardeal arcebispo de Aparecida, dom Raymundo Damasceno (esq.), entrega a imagem de Nossa Senhora de Aparecida para o Papa Francisco, que a beija durante a celebração da missa na Basílica de Aparecida (Foto: Adriano Lima/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo)
O papa Francisco aceitou nesta quarta-feira (16), a renúncia do cardeal brasileiro Raymundo Damasceno e nomeou Orlando Brandes para o cargo de arcebispo de Aparecida, em São Paulo.
Brandes, que até então era arcebispo de Londrina, tem 70 anos e cuidará de um dos santuários marianos mais frequentados da América Latina. Damasceno renuncia por motivo de idade, conforme o Direito Canônico: “Roga-se ao bispo diocesano, que tiver completado 75 de idade, que apresente a renúncia do ofício ao Sumo Pontífice, o qual providenciará depois de examinadas todas as circunstâncias”, diz o Direito Canônico.
No próximo dia 15 de fevereiro de 2017, Dom Damasceno completa 80 anos. Já Orlando Brandes nasceu em Urubici, em Santa Catarina.
Ordenado padre em 1974, estudou Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, onde também se especializou em Teologia Moral, na Academia Alfonsiana. Nomeado por São João Paulo II bispo de Joinville (SC), em 1994, foi transferido pelo papa Bento XVI para Londrina, em 2006, e tornou-se seu quarto arcebispo.
O presidente eleito dos EUA, Donald Trump, tem dificuldades para montar a equipe com quem vai trabalhar a partir de janeiro (Foto: Shawn Thew / EPA / Lusa)
O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, está tentando montar a equipe que vai ajudá-lo a governar o país a partir de 20 de janeiro de 2017. Mas a escolha se transformou em um processo caótico. Na terça-feira (15), havia uma grande expectativa de que o ex-congressista Mike Rogers fosse anunciado para um cargo de comando do setor de inteligência do governo. Mas, de repente, o nome do ex-parlamentar foi vetado, gerando um mal-estar na equipe.
O incômodo ocorreu porque Mike Rogers é admirado pela equipe por ter sido um dos maiores articuladores da campanha vitoriosa de Trump e muitos entendem que ele deveria continuar.
Segundo integrantes do Partido Republicano, legenda que elegeu o novo presidente dos Estados Unidos, o veto teria sido dado por Jared Kushner, o marido de Ivanka Trump, uma das filhas do novo presidente.
Preocupado com a repercussão do caso, Trump tentou desmentir que a montagem da equipe esteja passando por um processo tumultuado. Em um post publicando nas redes sociais, Donald Trump disse que, ao contrário, o processo de escolha da equipe está sendo bem organizado.
Transição complicada
Mas, em apenas uma semana, desde que foi eleito presidente, Trump já mudou o comando da equipe de transição. Antes, o comando estava nas mãos do governador de Nova Jérsey, Chris Christie, que vinha sendo um dos mais próximos colaboradores do presidente eleito durante toda a campanha. Agora, Donald Trump nomeou o vice-presidente eleito Mike Pence para comandar a transição. Muitos atribuem a mudança à infuência do genro de Donald Trump, Jared Kushner.
Três filhos de Donald Trump – Ivanka, Donald Jr e Eric – fazem parte, juntamente com Jared Kushner, da equipe que está montando o gabinete do futuro governo. Só que os filhos de Trump e o genro também vão comandar os negócios da família, durante os quatro anos em que Donald Trump vai permanecer no governo.
O que muitos políticos – dentro e fora do governo – estão indagando é se há conflito de interesse entre as funções exercidas simultaneamente pelos filhos de Trump e por Jared Kushner no setor privado e no novo governo.
Por José Romildo – Correspondente da Agência Brasil
O secretário de Governo de Campos dos Goytacazes e ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, foi preso por volta das 10h30 desta quarta-feira (16), no Flamengo, Zona Sul do Rio, por agentes da Polícia Federal. Ele é um dos investigados na Operação Chequinho, que apura o uso do programa social Cheque Cidadão para compra de votos na cidade em 2016.
O ex-governador foi preso preventivamente, o que significa que não há prazo para libertação. A PF cumpre ainda oito mandados de prisão temporária (com prazo de cinco dias), outros oito de busca e apreensão e um de condução coercitiva – quando a pessoa é levada a depor e depois liberada. Os mandados foram expedidos pelo juiz Glaucenir Silva de Oliveira, da 100º Zona Eleitoral de Campos.
Segundo a PF, o ex-governador do Rio de Janeiro foi preso em seu apartamento na Senador Vergueiro, de onde teria saído sem algemas, e levado para a sede da PF na Zona Portuária. Depois, Garotinho deve ser levado para Campos.
Garotinho ao votar em Campos. Ele foi preso nesta quarta-feira (Foto: Leonardo Berenger / Agência Berenger)
Defesa do ex-governador No dia 9 de novembro, um pedido de habeas corpus de Garotinho havia sido negado pelo juiz Glaucenir.
O advogado Fernando Augusto Fernandes, que defende Garotinho, afirmou nesta quarta que o decreto de prisão “vem na sequência de uma série de prisões ilegais decretadas por aquele juízo e suspensas por decisões liminares do Superior Tribunal Eleitoral”. Por meio de nota, a defesa diz ainda que a comarca é alvo de denúncia de abusos de maus tratos a pessoas presas ilegalmente (veja a nota na íntegra ao final da reportagem).
Segundo o advogado, o ex-governador deu uma declaração quando os policiais chegaram na sua casa. “Engraçado, eu que ajudo os pobres estou sendo preso por conta de Cheque Cidadão, que ajudo direcionado a população carente. Aqueles que roubam de verdade na Lava Jato, a grande maioria está solta ainda aqui no Rio de Janeiro.”
Anthony Garotinho foi governador do estado do Rio de 1998 a 2002, quando concorreu à presidência, sendo derrotado pelo ex-presidente Lula. Sua mulher, Rosinha Garotinho, foi eleita governadora do estado, e ele foi secretário de Segurança de seu governo. Neste período, uma série de denúncias de crimes eleitorais e comuns recaíram sobre o casal.
Operação Chequinho A Operação Chequinho investiga um esquema de compra de votos em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. Segundo o Ministério Público Estadual, em troca dos votos, a prefeitura oferecia inscrições fraudulentas no programa Cheque Cidadão, que dá R$ 200 por mês a cada beneficiário. A iniciativa é semelhante ao Bolsa Família e foi criada para atender a população de baixa renda.
A operação começou em setembro deste ano, quando o MPE e a PF viram um “crescimento desordenado” do Cheque Cidadão. Em apenas dois meses, o número de inscritos passou de 12 mil para 30 mil. Desde então, a operação prendeu vereadores, eleitores e outros envolvidos no caso. Todos já foram soltos.
Presos Em setembro, a PF prendeu a secretária municipal de Desenvolvimento Humano e Social e a coordenadora do Programa Cheque Cidadão em Campos dos Goytacazes. Segundo investigadores, também foram presos eleitores que tinham ligação com um vereador – ele foi detido em 29 de agosto suspeito de aliciamento de eleitores para a compra de votos.
No dia 19 de outubro, dois vereadores foram presos temporariamente em Campos: Miguel Ribeiro Machado, o Miguelito, de 51 anos, Ozéias Martins, de 47. Machado ficou no Presídio Carlos Tinoco da Fonseca até o dia 26 de outubro, quando foi liberado. O vereador Ozéias Martins foi liberado no dia 29 de outubro.
No dia 26 de outubro, o vereador Kellenson “Kellinho” Ayres Figueiredo de Souza (PR), de 55 anos, foi preso em uma nova fase da operação de combate a crimes eleitorais. Na ocasião, também foram presos chefes de postos de saúde na cidade. Kellinho conseguiu uma liminar do Tribunal Superior Eleitoral e foi solto do Presídio Carlos Tinoco da Fonseca no dia 4 de novembro.
Além disso, Gisele Kock, coordenadora do Cheque Cidadão na cidade, também está entre as que tiveram a prisão preventiva cumprida no dia 26 de outubro. Ela deixou presídio feminino Nilza da Silva Santos no início da tarde de 3 de novembro após conseguir habeas corpus.
No dia 29, a Polícia Federal prendeu Thiago Virgílio (PTC), vereador de Campos. O parlamentar foi preso em casa e levado para a sede da PF em Campos. Segundo a Polícia Federal, ele é suspeito de envolvimento com o esquema de compra de votos nas eleições 2016 e vinha sendo investigado na Operação Chequinho.
Thiago foi solto do Presídio Carlos Tinoco da Fonseca no dia 3 de outubro, após o término da prisão preventiva. O parlamentar havia sido afastado pela Justiça Eleitoral das atividades na Câmara e ficou proibido de acessar e frequentar as dependências da Casa e da Prefeitura, e de manter contato com os beneficiários do Cheque Cidadão e com testemunhas do processo.
No dia 31 de outubro, a vereadora eleita Linda Mara (PTC) e a ex-secretária municipal de Desenvolvimento Humano e Social, Ana Alice Ribeiro Lopes Alvarenga, foram presas pela Polícia Federal em um hotel de Copacana, Zona Sul do Rio.
Uma terceira mulher, que é radialista de Campos, também foi presa. Linda Mara foi liberada após cumprir cinco dias de prisão temporária no Presídio Feminino Nilza da Silva Santos. Ana Alice deixou o presídio após conseguir habeas corpus no dia 3 de outubro. As três estavam foragidas por suspeita de envolvimento na Operação Chequinho.
Nota da defesa
O criminalista Fernando Augusto Fernandes, responsável pela defesa de Anthony Garotinho, afirma que o decreto de prisão ocorrido em razão de decisão da 100ª Vara Eleitoral de Campos vem na sequência de uma série de prisões ilegais decretadas por aquele juízo e suspensas por decisões liminares do Superior Tribunal Eleitoral.
“A prisão a qual está submetido o ex-governador é abusiva e ilegal e decorre de sua constante denúncia de abusos de maus tratos a pessoas presas ilegalmente naquela comarca. Estas denúncias de abuso foram dirigidas à Corregedoria da Polícia Federal e ao juiz, que nenhuma providência tomou. Pessoas presas mudaram vários depoimentos após ameaças do delegado. No entanto, o TSE já deferiu quatro liminares por prisões ilegais. A Justiça certamente não permitirá que este ato de exceção se mantenha contra Garotinho.”
A Receita Federal deposita nesta quarta-feira (16), os valores referentes ao novo lote de restituição do Imposto de Renda 2016 (IRPF) e lotes residuais de anos anteriores. Este lote vai pagar R$ 22.437.087,40 a contribuintes da Paraíba, segundo informou a Receita Federal.
As consultas ao lote podem ser feitas no site da Receita, bem como pelo telefone 146 (opção 3) ou por aplicativo para dispositivos móveis (smartphones e tablets).
Os valores serão creditados nas contas de 18.111 contribuintes da Paraíba. Dos contribuintes incluídos neste lote, 17.818 são referentes a declarações apresentadas em 2016, e a soma das restituições deste ano chega a R$ 21,9 milhões. Entre os contribuintes que vão receber a restituição neste lote ainda estão 176 que vão receber valores referentes à declaração apresentada em 2015, 58 contribuintes de 2014, 34 de 2013 e outros 25 de anos anteriores.
O valor da restituição fica disponível para resgate no banco indicado pelo contribuinte durante um ano.
Caso o valor não seja creditado, é possível entrar em contato através de qualquer agência do Banco do Brasil ou através da Central de Atendimento por meio dos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).
Para fazer a consulta, o contribuinte pode acessar o site da Receita ou ligar para o Receitafone 146. Pela internet, é possível verificar se há inconsistência e fazer os ajustes através da entrega da declaração retificadora.
Desembargador João Alves é eleito presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba (Foto: Francisco França/ Jornal da Paraíba)
João Alves (centro), Leandro e José Aurélio
Com dez votos, o desembargador João Alves da Silva foi eleito presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba para o biênio 2017/2018, em eleição disputada na manhã desta quarta-feira (16), no Pleno do TJPB. Os cargos de vice-presidente e corregedor geral de Justiça serão ocupados, respectivamente, pelos desembargadores Leandro dos Santos (que obteve 12 votos) e José Aurélio da Cruz (10 votos). A sessão foi conduzida pelo presidente da Corte, desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, com votação secreta.
O novo presidente do TJ da Paraíba é natural de Pernambuco, ingressou na magistratura em 1985, foi juiz nas comarcas de Pocinhos, Conceição, São João do Cariri, Mamanguape, Campina Grande e João Pessoa. Ele também exerceu a função de juiz-corregedor durante oito anos.
Sete desembargadores concorreram à Presidência do TJ. O segundo mais votado foi o desembargador Joás de Brito Pereira Filho, com oito votos. Houve ainda o registro de um voto nulo. Após o resultado da votação, o desembargador João Alves agradeceu pelos votos recebidos e pela confiança depositada.
“Tudo farei para honrar a missão a mim confiada de conduzir o destino do Poder Judiciário do Estado. São 706 mil feitos na Paraíba, mais de cem mil conclusos e cerca de 13 mil prontos para sentença. Conto com o apoio dos desembargadores, juízes e servidores, para que possamos dar uma resposta positiva à sociedade e ao usuário dos serviços da Justiça”, afirmou.
Já o cargo de vice-presidente foi disputado por seis desembargadores, dos quais o desembargador João Benedito foi o segundo mais votado: seis votos. Também foi registrado um voto nulo.
A eleição mais concorrida foi para a Corregedoria. Por apenas um voto de diferença, o desembargador José Aurélio venceu o nome do desembargador Carlos Martins Beltrão Filho, que obteve nove votos. Concorreram, ao todo, cinco desembargadores.
DEMAIS CARGOS – Na ocasião, também foram escolhidos os nomes dos desembargadores a ocuparem outros cargos diretivos do Poder Judiciário.
Para conduzir a Escola Superior da Magistratura (Esma) no biênio que se segue, foi eleito, por unanimidade, o presidente do TJPB, desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque.
Já a Ouvidoria Geral de Justiça da Paraíba ficará a cargo da desembargadora Maria de Fátima Morais Bezerra Cavalcanti, escolhida, também de forma unânime, assim como a ouvidora substituta, Maria das Graças Morais Guedes.
Os demais membros (efetivos e suplentes) do Conselho da Magistratura – além do presidente, vice e corregedor – também foram escolhidos. Integrarão o órgão os desembargadores Frederico Coutinho, José Ricardo Porto e Graça Guedes. Como suplentes, os desembargadores Romero Marcelo, Fátima Bezerra e Oswaldo Trigueiro do Valle Filho.
Por unanimidade, o desembargador Oswaldo Trigueiro foi indicado, também, para membro substituto, categoria desembargador, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) da Paraíba.
Gabriel Jesus marcou primeiro gol do jogo (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)
Gabriel Jesus marcou primeiro gol do jogo (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)
Com uma vitória por 2 a 0 sobre o Peru na madrugada desta quarta-feira (16), a Seleção Brasileira de futebol encerrou o ano de 2016 com 100% de aproveitamento na era Tite e ficou muito perto de uma vaga na Copa do Mundo de 2018, na Rússia.
Depois de um primeiro tempo equilibrado, o Brasil se soltou na etapa complementar e levou perigo à defesa peruana. Os dois gols foram marcados por Gabriel Jesus, aos 13 minutos, e Renato Augusto, aos 33.
Com o resultado, a Seleção Brasileira chegou a 27 pontos nas Eliminatórias da Copa e abriu quatro de vantagem sobre o vice-líder Uruguai e oito para a Argentina, quinta colocada. Para o técnico Tite, o Brasil está matematicamente classificado para o Mundial de 2018.
Desde que Tite assumiu o comando da seleção, foram seis jogos e seis vitórias, com 17 gols marcados e apenas um sofrido. A próxima partida da seleção será no dia 23 de março de 2017, fora de casa, contra o Uruguai.
Entre as 20 cidades que mais demitiram, 10 são capitais. (Foto: Reprodução/EPTV)
Um total de 306 vagas de emprego estão abertas no Sistema Nacional de Emprego de João Pessoa (Sine-JP). De acordo com o órgão, os cargos com mais vagas disponíveis são o de operador de telemarketing o e vendedor porta a porta, cada um com 100. Confira a lista completa aqui.
Para estar apto para concorrer a uma vaga de operador de telemarketing, o candidato deve ter conhecimento de informática básica, habilidade em digitação e residir em João Pessoa. Já para se candidatar a vendedor porta a porta não há exigência. Para essa função, as entrevistas vão acontecer na sexta-feira (18), segunda (21) e terça-feira (22).
O Sine-JP está localizado na Avenida Cardoso Vieira, 85, bairro do Varadouro, e atende das 8h às 14h, de segunda à sexta-feira. O interessado deve apresentar RG, CPF e Carteira de Trabalho. Para concorrer às oportunidades em que o empregador exige apenas o currículo, o interessado deve enviá-lo para o endereço sinejp.imo@joaopessoa.pb.gov.br.
O Tribunal de Contas do Estado da Paraíba promove nesta quinta-feira (17), a partir das 8h30, o ‘Encontro de Transição de Governo e Gestão Municipal, destinado a orientar prefeitos e vice-prefeitos eleitos em 2 de outubro passado acerca de temas como ‘Controle e Transparência das Contas Públicas’, ‘ Responsabilidade na Gestão Geral e Fiscal’, ‘Transição e Principais obrigações junto ao TCE’ e ‘Gestão Previdenciária’.
De acordo com o presidente do TCE-PB, conselheiro Arthur Cunha Lima, o evento promovido por meio da Escola de Contas Otacílio Silveira tem caráter pedagógico. O objetivo principal, conforme frisou, é levar aos gestores as principais orientações sobre normas e obrigações da gestão pública. O encontro, que acontecerá no Centro Cultural Ariano Suassuna, pertencente ao TCE, terá a coordenação geral do conselheiro Marcos Antonio da Costa, dirigente da Ecosil.
Palestras – A primeira palestra será apresentada pelo vice-presidente do TCE-PB, conselheiro André Carlo Torres Pontes sobre ‘Controle e Transparência das Contas Públicas’. Logo em seguida, a procuradora geral Sheyla Barreto Braga de Queiroz expõe as ‘Visões do Ministério Público de Contas Acerca das Contas de Gestão de Prefeitos’.
A ‘Transição e Governo e Principais obrigações decorrentes de Atos Normativos do TCE’, será exposta pela auditora de contas públicas, Fabiana Lusia. Ela também apresentará o ‘Manual e Resoluções sobre Transição’.
A ‘Apresentação dos Sistemas do TCE-PB’ terá exposição do chefe de assessoria técnica, Ed Wilson Fernandes de Santana. Será às 10h.
Após um intervalo, às 11h, será feita pela auditora de contas pública, Zaíra Chagas Guerra, a palestra ‘ Responsabilidade na gestão Geral e na Gestão Fiscal- Receita e Despesa Pública.
‘Gestão de Pessoal’, será o tema da palestra da auditora de contas públicas, Luizi Moreira Gonçalves Pereira, a partir das 12h. A auditora Sara Rufino, falará em seguida sobre ‘Gestão Previdenciária’.
A adoção de providências com vista à transmissão do cargo aos novos prefeitos, que serão empossados em janeiro de 2017, é estabelecida pela Resolução Normativa TC Nº 03/2016. A resolução define que compete ao TCE-PB, no exercício do controle prévio, a emissão de orientação a cerca da transição entre as gestões de atuais prefeitos e a dos eleitos, “visando assegurar suficientes garantias à elaboração de uma demonstração contábil confiável e dentro dos parâmetros legais, necessárias a regular transição”.
Manual – Os prefeitos receberão durante o encontro um manual sobre orientações aos gestores, transição de Governo, providências iniciais ao tomar posse e principais obrigações junto ao TCE.
Cadastro dos eleitos – Durante o evento, os prefeitos eleitos farão o preenchimento de um pré-cadastro para que possam a partir de janeiro ter acesso ao Portal do Gestor Público do Tribunal de Contas.
O Portal do Gestor é um site que proporciona um meio de interação entre os jurisdicionados e o Tribunal, relativo ao envio de processos e documentos. Por meio desse portal, os gestores remetem ao TCE processos de prestação de contas, balancetes, relatórios de gestão fiscal, entre outros.
As inscrições, feitas de modo gratuito e online pela internet, permanecem abertas por meio do portal.tce.pb.gov.br e informações complementares podem ser obtidas pelos telefones 3208-3435 ou 3208-3383. Para inscrição acesse aqui.
A eleição da Mesa Diretora da Câmara de Serra Branca foi suspensa após o vereador Leka Brito retirar seu nome da chapa da situação e anunciar uma nova composição com a oposição. O presidente da Casa encerrou a sessão alegando impedimento para realizar a votação naquele momento.
A deputada federal eleita Pollyanna Werton comemorou aprovações recentes do Congresso Nacional, como o fim da escala 6x1 e mudanças no MEI. Para a parlamentar, as medidas representam avanços para trabalhadores, famílias e empreendedores.
A disputa pela Mesa Diretora da Câmara Municipal de Bayeux ganhou novos desdobramentos após a presidente da Casa, vereadora Jayslane Moura (Jays de Nita), assinar duas chapas diferentes para a eleição do biênio 2027-2028. O episódio provocou repercussão no meio político e gerou críticas à atuação da parlamentar.