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Eduardo parabeniza vereadores diplomados e reafirma ‘união das oposições’ a partir de jeneiro

Prefeito Eduardo Brito com vereadores diplomados
Prefeito Eduardo Brito com vereadores diplomados
Prefeito Eduardo Brito com vereadores diplomados

O prefeito Eduardo Brito de Mamanguape, recebeu em sua residência na noite desta quinta-feira (24), os sete vereadores diplomados que farão a frente de oposição ao novo governo a partir de janeiro de 2017.

Na oportunidade, o prefeito parabenizou os parlamentares que foram diplomados pela juíza da 7ª Zona Eleitoral, Elza Bezerra da Silva Pedrosa, durante solenidade na quadra da Escola Instituto Moderno.

Durante um jantar oferecido pelo chefe do executivo, foi reafirmado o compromisso de união em torno das eleições para presidente da Câmara de Vereadores – Ruy Carneiro. O grupo deve ter como postulante ao cargo, para o primeiro biênio, o vereador Neto Belino (PTB), e para o segundo biênio, o novato João da Verdura (PP).

“É um grupo que tem demostrado união e coerência política. Parabenizamos os novos diplomados, eleitos pelo povo e agora, assegurados pela justiça como legítimos representantes da população mamanguapense”, afirmou Eduardo.

Durante o encontro foi debatido sobre a nova conjuntara política a partir de janeiro de 2017, e asseguraram o compromisso de fazer uma oposição com responsabilidade e atuante. O G7 também defendeu o nome do atual prefeito para uma futura disputa a uma vaga para a Assembleia Legislativa em 2018.

Estiveram presentes ao encontro os vereadores João da Estaca (PSD), irmão Nestor (PSDC), Maria da Saúde (PSDC), Guilherminho Fernandes (PSDB), Neto Belino (PTB), Lito de Pitanga (PMDB) e João da verdura (PP).

Da redação

 

Ricardo defende autonomia dos Estados durante reunião de governadores do Nordeste

Divulgação
Ricardo fala sobre autonomia e corte de gastos
Divulgação
Ricardo fala sobre autonomia e corte de gastos

O governador Ricardo Coutinho (PSB) participou de uma reunião com os demais governadores do Nordeste nesta sexta-feira (25), no Palácio do Campo das Princesas, em Recife (PE), na qual defendeu a autonomia dos estados para realizar os cortes necessários diante do cenário de crise econômica. Apesar de admitir colaborar com a União, para ele, a Lei da Repatriação não pode ser utilizada como instrumento de negociação porque é um direito dos Estados, os quais já estão adotando medidas para o enfrentamento da situação. As informações são do Portal Correio. 

“No nosso entender existe um choque entre o que foi conversado pelos governadores do Brasil com o presidente da República e o que está sendo encaminhado pelo Ministério da Fazenda. É preciso compreender que tem que existir uma limitação nas relações de uma federação, ou seja, os Estados têm autonomia”, alertou o governador.

Embora o Brasil seja um país que centraliza sua organização enquanto Estado Nacional, a prerrogativa das unidades federativas é de gestão própria. “Não vamos aceitar abrir mão disso para que uma instância federal possa dizer o que vamos cortar, a discussão não é essa. Os Estados do Nordeste já vêm fazendo corte de gastos, não se pode tratar o Brasil de uma mesma forma, padronizar as medidas”, observou.

Ricardo ainda enfatizou que os governadores do Nordeste já estão contribuindo com a redução dos gastos em seus estados e querem criar estabilidade para o país. “Queremos ajudar o país, mas os Estados também querem respeito à sua autonomia e no meio disso está um direito nosso, que é a liberação da partilha da multa da repatriação. Isso não pode ser contestado porque é um direito dos Estados. É isso, e outros pontos, que vamos aprofundar aqui e ver qual a forma que iremos conversar, posteriormente, com o presidente da República”, frisou.

Eleição dos Estados Unidos vai sofrer recontagem de votos

© Reuters
© Reuters
© Reuters

Nesta sexta-feira (25), Jill Stein, ex-candidata da Casa Branca pelo Partido Verde, anunciou a possível recontagem de votos da eleição presidencial dos Estados Unidos. Após ter arrecadado mais de 4,8 milhões de dólares, ela alegou que já tem os recursos necessários para pedir a recontagem de votos em estados-chave da eleição.

“Agora que terminámos de angariar fundos para a recontagem de votos em Wisconsin (onde vamos iniciar os procedimentos na sexta-feira) e na Pensilvânia (na segunda-feira), vamos concentrar-nos em obter os fundos necessários para a recontagem de votos no Michigan até quarta-feira”, informa um comunicado na página da candidata.

Segundo informações do Sapo, o partido diz que este processo faz parte de um movimento eleitoral que pretende mostrar como as eleições nos EUA são pouco confiáveis.

Tite elogia Ceni e exalta coragem em assumir o São Paulo

© Reuters / Ricardo Moraes
© Reuters / Ricardo Moraes
© Reuters / Ricardo Moraes

O treinador da seleção brasileira, Tite, comentou ao anuncio de que Rogério Ceni é o novo comandante do São Paulo. Segundo o site do Globo Esporte, Tite elogiou a postura do ex-goleiro e admirou a coragem em assumir o clube.

“Muita coragem, muita coragem, muita coragem! De ser um atleta com toda a evidência, com todo o talento, com toda a idolatria que tem, passar para uma outra área que tu não vai emprestar tudo aquilo que teve como atleta para a de técnico. A cobrança vai existir pelo desempenho e pelo resultado”, disse ao conversar com a reportagem do programa “Bola da Vez”, da ESPN Brasil. 

Ele ainda aproveitou para dizer o motivo pelo qual acredita que Ceni terá sucesso nesta nova empreitada: “É um jogador muito claro. Em todas as entrevistas que ele dava pós-jogo, as observações táticas dele eram sempre muito lúcidas, muito corretas sobre o que acontecia no jogo. Ele já tinha essas observações como atleta. Segundo, ele não se sentou só nos louros de ser um ídolo, mas foi buscar intercâmbio, aprimoramento. Seguramente vai continuar pelo perfil que tem, essa busca de excelência”.

Federais da PB se posicionam contra anistia do Caixa 2

Câmara dos Deputados

Pelo menos quatro deputados federais da bancada paraibana já anteciparam seus votos e afirmam ser contra a anistia do Caixa 2. Ela estaria embutida num substitutivo defendido por um grupo de deputados, que seria colocado dentro do projeto que trata das dez medidas de combate à corrupção, modificando por completo o parecer do relator, deputado Oniz Lorenzetti (DEM).

Pedro Cunha Lima (PSDB), Benjamin Maranhão (SD), Efraim Filho (DEM) e Luiz Couto (PT) já posicionaram a favor da criminalização do Caixa 2, sem que a nova legislação possa retroagir para anistiar que usou dessa prática em campanhas passadas.

Por meio de sua assessoria, o deputado federal Benajmin Maranhão informou que se posicionará contrário a qualquer tentativa de anistiar a prática do caixa dois na votação do projeto de lei com medidas contra a corrupção (PL 4850/16). “Eu não só voto contrário a essa história de anistia a caixa dois de campanha, como sou totalmente contrário a forma que vem sendo conduzida a votação desse projeto das medidas contra a corrupção”, comentou.

O parlamentar destacou que os juristas não foram ouvidos, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAD) e nem as Associações de Magistrados. Segundo destacou, essa é uma matéria extremamente complexa que mexe em dezenas de legislações diferentes e todo processo vem sendo feito a toque de caixa.

“Noventa por cento dos deputados estão votando isso e não sabem nem o que estão votando. Tenho uma posição pessoal de ser contra a urgência. Creio que tem que ser feito algo para combater a corrupção e a impunidade, mas precisa ser feito com responsabilidade. Usar uma votação dessa para anistiar caixa dois seria um absurdo”, argumentou.

O parlamentar se ausentou da votação da última quinta-feira (24) por motivo de problemas de saúde na família. Lembrou que diferente do que vem sendo divulgado, não se votou anistia a caixa dois e sim um requerimento de urgência para incluir a matéria na Ordem do Dia, mas a votação não avançou e acabou ficando para a próxima semana.

Em suas redes sociais, o deputado Efraim Filho também se manifestou. “Antecipando minha posição na votação: sou favorável às 10 medidas e contra a anistia generalizada ao Caixa 2”, postou. 

Do Portal Correio 

Vivianny foi morta a golpes de chave de fenda

Reprodução/Arquivo pessoal
Vivianny Crisley
Reprodução/Arquivo pessoal
Vivianny Crisley

Os envolvidos na morte da vendedora Vivianny Crisley, 29 anos, foram apresentados oficialmente nesta sexta-feira (25), durante coletiva à imprensa na Central de Polícia Civil, em João Pessoa. Na ocasião, o delegado de Homicídios, Reinaldo Nóbrega, revelou que a jovem foi morta a golpes de chave de fenda porque pediu para voltar pra casa: “vamos calar a boca dessa nega”. Jobson Barbosa da Silva Júnior, Fagner das Chagas Silva e Alex Aurélio confessaram a autoria do assassinato.

O delegado explicou que Vivianny tinha conhecido os três em uma casa de show no bairro dos Bancários, na Capital, e saído com o trio na madrugada do dia 21 de outubro. Eles saíram com destino a cidade de Bayeux, na Grande João Pessoa, mas como não havia um bar aberto para o grupo dar continuidade a festa, foram para a casa de Juninho, que fica perto da mata onde o corpo de vítima foi achado. A versão apresentada por Juninho e Bebé, que foram presos no Rio de Janeiro, era coerente, mas distorcia dos fatos apresentados por Alex. Nessa quinta (24), em um novo depoimento, Alex revelou qual teria sido sua participação na morte de Vivianny.

“Vivianny ficou dentro do carro com Bebé, enquanto Juninho e Alex desceram do carro. Nesse momento, Vivianny pedia para voltar para casa porque já estava tarde, tinha filha, mãe e todos estariam preocupados com ela. Alex e Juninho voltaram para o carro e desferiram vários golpes de chave de fenda nela para “calar a boca dessa nega”, na linguagem deles”. Eles não tinham a intenção de estuprar a mulher, explicou Reinaldo Nóbrega.

Ainda segundo Nóbrega, após matar Vivianny, o trio retirou gasolina de uma motocicleta e ateou fogo no corpo da jovem. Um pneu foi usado para acelerar o processo da queima do corpo. O delegado disse que o carro usado pelos suspeitos foi roubado no dia 6 de outubro.

Eles estão presos temporariamente, mas o delegado informou que vai pedir a prisão preventiva dos envolvidos, que deverão ser levados para um dos presídios de João Pessoa.

Créditos: Reprodução/ Aguinaldo Mota
Créditos: Reprodução/ Aguinaldo Mota

Entenda o caso

A jovem desapareceu no dia 21 de outubro, depois que saiu de uma casa de shows, no bairro dos Bancários, Zona Sul de João Pessoa. No dia 11 de novembro, o estoquista Alex Aurélio Tomas dos Santos, 22, foi apresentado pela Delegacia de Crimes contra a Pessoa (Homicídios) da Capital. Jobson Barbosa e Fagner das Chagas foram presos no dia 2 de novembro no ‘Morro do Acarí’, no Rio de Janeiro. O corpo que foi encontrado no dia 7 de novembro, na divisa entre os municípios de Bayeux e Santa Rita.

Por Hyldo Pereira

Sítio é interditado por usar agrotóxico em plantação de abacaxis

Divulgação/Crea-PB
Sìtio fica no município de Araçagi
Divulgação/Crea-PB
Sìtio fica no município de Araçagi

Um operação realizada pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Paraíba (Crea-PB), na terça-feira (22), mas divulgada nesta sexta-feira (25), flagrou o uso e descarte irregular de agrotóxicos em plantações de abacaxis em um sítio do município de Araçagi, no Agreste paraibano, a 90 km de João Pessoa. O local foi interditado.

Segundo o Crea-PB, o órgão recebeu uma denuncia anônima sobre o uso irregular dos agrotóxicos. Durante a fiscalização, foram constatada irregularidades, como descarte incorreto das embalagens de agrotóxicos, trabalhadores sem nenhum tipo de equipamento de proteção individual e ainda a falta do Receituário Agronômico.

O produto usado na plantação é proibido. De acordo com João Alberto, conselheiro do Crea-PB, o herbicida deixa a aparência do abacaxi mais bonita e aumenta seu tamanho, no entanto, é um veneno proibido para alimentos, autorizado apenas para utilização em pastagem.

Além disso, os agrotóxicos estavam armazenados de maneira incorreta, tendo suas embalagens reutilizadas, o que também é proibido. O local foi interditado.

A fiscalização também se dirigiu ao local indicado como ponto de venda, onde autuou o estabelecimento. 

Do Crea-PB

Com 12,9 milhões de analfabetos, Brasil não bate meta do PNE

© Pixabay
© Pixabay
© Pixabay

O Brasil não atingiu a meta do Plano Nacional de Educação (PNE), que, em 2004, estipulou que, até 2015, 93,5% da população acima de 15 anos deveria estar alfabetizada. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), que o IBGE divulgou nesta sexta-feira, 25, a taxa de analfabetismo estava em 2015 em 8%, ou seja, 1,5 ponto porcentual acima da meta.

A taxa de analfabetismo segue em tendência de queda no País, no entanto os avanços são lentos. O porcentual de analfabetos entre as pessoas com mais de 15 anos era de 11,5% em 2004 e passou a 8,3% em 2014.

Para 2015, a diminuição no contingente de analfabetos foi de 800 mil pessoas.

O PNE foi lançado em 2004 para estipular diretrizes e estratégias para a política educacional no País na década 2004-2014.

Abertura da pesquisa

A pior taxa de analfabetismo está no Nordeste, com 16,2% da população; a mais baixa é verificada no Sudeste, 4,3%. Em todo o País, a redução dos índices esbarra na dificuldade de alfabetizar adultos acima de 40 anos, especialmente os idosos.

Entre as pessoas com mais de 40 anos, 30,8% não sabem ler nem escrever (em

2014, eram 32,3%). São brasileiros que não se alfabetizaram quando crianças e não foram atingidos por políticas públicas de ensino voltadas a adultos.

Já o número de anos de estudo está em 7,8 no Brasil, mais uma vez, com diferenças regionais: a média é de 8,5 anos no Sudeste e de 6,7 no Nordeste. Com informações do Estadão Conteúdo.

Desigualdade cai no Brasil, todas as classes ficaram mais pobres

A desigualdade de renda voltou a recuar no ano passado, mesmo com a economia brasileira mergulhada em uma das piores recessões da história, informou nesta sexta (25) o IBGE.

Poderia ser uma boa notícia, dado que o resultado confirma uma tendência verificada desde a última década, de redução da disparidade de renda. Mas desta vez o feito ocorre por fatores negativos.

A redução da desigualdade em 2015 ocorreu em um contexto em que todas as classes sociais ficaram mais pobres.

O rendimento mensal médio, já descontada a inflação, recuou 5,4%, de R$ 1.845 para R$ 1.746. São considerados no cálculo os valores recebidos por trabalhadores e empregadores, mas também os rendimentos de aposentados e de pessoas que vivem de rendas financeiras e de aluguéis.

É a primeira queda na renda em 11 anos.

A metade mais rica dos brasileiros sofreu uma queda maior dos rendimentos quando comparada com os da metade mais pobre.

Na avaliação do IBGE, isso pode ser resultado da deterioração do mercado de trabalho, que abalou o emprego formal (com carteira assinada) e o industrial -a elite dos trabalhadores.

Com isso, o índice que mede a desigualdade entre ricos e pobres, o Índice de Gini, cedeu de 0,497 para 0,491 em 2015.

No Centro-Oeste e no Sudeste, as quedas foram as mais expressivas. No primeiro, de 0,507 para 0,498 e no segundo, de 0,485 para 0,477.

A avaliação corrente dos especialistas em distribuição de renda é a de que a desigualdade no país cai sistematicamente desde 2001. O aumento da renda da base da pirâmide, em velocidade superior à do topo, foi o principal motivo.

Os dados de 2015 mostram que, desta vez, a base perdeu menos.

“A queda da desigualdade é boa quando melhora a renda para todos. Aqui [em 2015], caiu para todos. Está igualando todo mundo no pior. Não melhorou a situação das pessoas”, afirma Maria Lúcia Vieira, gerente da pesquisa do IBGE.

QUEM PERDEU MAIS

Quando se divide a população em décimos de renda, porém, percebe-se que os 10% mais pobres tiveram a maior perda, o que pode ser um indício de que a pobreza se intensificou.

Nesta camada da população, o rendimento médio mensal em 2015 foi de R$ 202, segundo o IBGE, bem inferior ao salário mínimo nacional -que no ano passado era R$ 788.

Já os que ganham o salário mínimo se beneficiaram pelo reajuste de 8,8% do piso salarial em 2015. Foi nesta classe da distribuição onde a renda teve a menor queda em 2015: -1%.

Os 10% mais ricos por sua vez tiveram uma perda de 6,6% em seus rendimentos. O rendimento médio mensal nessa camada da população era de R$ 7.047 em 2015. A queda foi mais acentuada no 1% mais rico, cujo rendimento era de R$ 20.048, que perdeu 6,9%.

A queda dos rendimentos verificada pela Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE, foi mais intensa do que o recuo do PIB, que encolheu 3,8% no ano passado.

Os 10% mais pobres se apropriaram de 1,2% dos rendimentos, repetindo a cifra do ano anterior.

Os 10% mais ricos ficaram com 40,4% dos rendimentos, ligeiro recuo ante 2014, quando abocanharam R$ 40,9% do total.

TRABALHO EM QUEDA

Os dados da Pnad foram coletados em setembro de 2015, quando a atual recessão havia completado um ano e meio. Segundo o Comitê de Datação de Ciclos da FGV, a recessão começou no segundo trimestre de 2014.

O mercado de trabalho no ano passado já mostrava sinais de piora, que se intensificou neste ano.

Em 2015, os desempregados superaram a marca de 10 milhões de pessoas, uma alta de 38%. A taxa de desemprego escalou de 6,9% para 9,6%.

O número de pessoas ocupadas encolheu 3,8 milhões, para 94,820 milhões. Foi a primeira queda no pessoal ocupado desde 2004, segundo o IBGE.

O setor industrial foi a atividade que verificou a queda mais intensa do número de ocupados, de 8% ante o número de trabalhadores empregados em 2014. Foram eliminadas mais de 1 milhão de vagas no setor. Destas, mais da metade (523 mil) foram perdidas na Região Sudeste.

SUDESTE

Esse enxugamento de empregos na indústria ajuda a sustentar a hipótese sobre por que a região registrou uma queda mais expressiva na desigualdade do que o resto do país.

Os pesquisadores do IBGE argumentam que os empregos industriais estão associados aos trabalhadores com melhores salários e elevado grau de formalização. E eles foram os mais abalados.

O emprego formal recuou com força, o número de trabalhadores com carteira assinada caiu 5,3%.

Até os trabalhadores domésticos -normalmente um refúgio de emprego para mulheres com menor qualificação- encolheram (-2,5%). Empregadores também caíram (-4,8%).

Só aumentaram os trabalhadores por conta própria (+3%), atividade que virou alternativa para muitos que saíram do emprego tradicional, e os servidores públicos estatutários e militares (+2,23%).

RENDIMENTOS

Com a deterioração no mercado de trabalho, o rendimento das pessoas ocupadas recuou 5%, de R$ 1.950 para R$ 1.853, já descontada a inflação.

Na distribuição regional do país, o rendimento dos ocupados caiu 5,4% no Sudeste, 7,2% no Norte, 5,6% no Nordeste, 3,3% no Sul e 3,5% no Centro-Oeste.

Quando se focaliza a desigualdade apenas entre os ocupados -grupo que encolheu nesta recessão –, ela também mostra declínio em 2015. O Índice de Gini recuou de 0,490 em 2014 para 0,485 em 2015, mantendo a sequência de queda verificada desde a década passada.

A desigualdade entre trabalhadores empregados caiu mais na região Sudeste, de 0,478 para 0,471.

O rendimento caiu com mais intensidade entre os trabalhadores sem carteira (-5,7%), domésticas com carteira (-3,1%) e trabalhadores com carteira assinada (-2,4%). Com informações da Folhapress.

Costa Rica confirma mortes e desaparecidos após furacão Otto

© Reuters / Juan Carlos Ulate
© Reuters / Juan Carlos Ulate
© Reuters / Juan Carlos Ulate

O furacão Otto deixou mortos e desaparecidos em sua passagem pelo norte e o oeste da Costa Rica na quinta-feira, segundo confirmou o presidente do país, Luis Guillermo Solís. A autoridade não divulgou, porém, números concretos de vítimas.

As autoridades ainda não puderam confirmar todos os relatos de pessoas falecidas ou desaparecidas, por isso Solís preferiu aguardar, disse o presidente em entrevista coletiva na Comissão Nacional de Emergências, na noite de quinta-feira. “Todas as instituições trabalham na coleta de informação que receberam nas últimas horas”, afirmou Solís. Segundo ele, há equipes de resgate e vizinhos que ajudam na assistência às vítimas. “As fortes chuvas, junto com a escuridão da noite e os bloqueios de rodovias, dificultam as tarefas de resgate.”

O furacão Otto atingiu sobretudo a província de Guanacaste, no oeste do país, disse o presidente. Nessa região foram registradas inundações, quedas de árvores e alagamento de rios que arrasaram várias casas.

Na madrugada da sexta-feira, Otto avançava para o Oceano Pacífico, após causar estragos na Costa Rica e na Nicarágua, onde chegou como furacão de categoria 2. Ele já foi rebaixado a tormenta tropical.

Otto tocou terra na costa da Nicarágua no Caribe na quinta-feira, mas perdeu força à medida que cruzava o sul do país. A Nicarágua decretou emergência nacional não só pelo furacão, mas também por um terremoto de 7 graus, que por ora não teve danos registrados. O sismo teve epicentro no Pacífico, diante da costa de El Salvador. Com informações do Estadão Conteúdo.

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