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domingo, 20 setembro 2026
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Murilo inicia ano legislativo desejando êxito aos novos presidentes na condução da Câmara Federal e do Senado

Neste início dos trabalhos legislativos do Congresso Nacional, com a direção da nova Mesa, o deputado federal Murilo Galdino (Republicanos-PB) desejou uma condução exitosa aos presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) e do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP). A Sessão Solene realizada nesta segunda-feira (3) marca a abertura oficial do ano legislativo com as mensagens dos representantes dos Três Poderes.

De acordo com Murilo, este ano, a abertura teve importância redobrada. “Neste momento reafirmarmos nosso compromisso com o desenvolvimento do país e a construção de um futuro melhor para todos. E ainda mais significativo com as novas presidências da Câmara e do Senado, com o início do trabalho de presidentes que comungam do mesmo propósito e a quem desejamos boa sorte e uma excelente e exitosa condução. Que 2025 seja um ano de muito trabalho, diálogo e avanços para a nossa nação”, disse.

Antes da sessão solene, Murilo participou de uma Santa Missa em Ação de Graças pela reabertura dos trabalhos, conduzida pelo Padre Fabrício que é paraibano, e sem seguida, recebeu prefeitos e lideranças políticas. “Nosso gabinete é conhecido por estar sempre de portas abertas não só para representantes políticos, mas de todos setores e de quem tiver interesse em dialogar com o nosso mandato. Iniciamos os atendimentos em Brasília, marcando o começo de 2025 com muita dedicação e compromisso. Que este ano seja de grande progresso para todos”.

Hugo Motta diz que decisão sobre pautar anistia ao 8 de janeiro será tomada após reuniões com líderes da Câmara

Hugo Motta (Republicanos-PB) concedeu entrevista à veículos da Paraíba um dia após ser eleito presidente da Câmara dos Deputados — Foto: Fernanda Duarte

O deputado federal Hugo Motta (Republicanos-PB), novo presidente da Câmara dos Deputados, disse que a pauta da anistia para os envolvidos no 8 de janeiro deve ser tema de reuniões com lideranças políticas nos próximos dias. A declaração foi dada em uma entrevista coletiva concedida para veículos de imprensa da Paraíba neste domingo (2). Hugo Motta foi eleito presidente da Câmara com apoio do PT, PL e outros 16 partidos, no sábado (1º).

“Esse tema é o que mais divide a Casa hoje. Temos um PL que defende a votação da anistia para os presos do 8 de janeiro, enquanto o PT defende que o assunto não seja votado. A pauta é decidida pelo presidente, com participação dos líderes. Com certeza, esse será um tema levado para essas reuniões nos próximos dias, e vamos conduzir com a maior imparcialidade possível”, afirmou Hugo Motta.

Segundo o presidente, o assunto deve ser tratado com cautela, para que não haja excessos para nenhum dos lados. Motta também lembrou que o ex-presidente da Casa, Artur Lira (PP-AL), criou uma comissão especial para debater o tema.

G1

Em posse de Hugo Motta com prefeitos aliados, deputada Danielle destaca: “Sua trajetória é inspiradora”

A deputada estadual Danielle do Vale acompanhou a eleição da mesa diretora da Câmara Federal neste sábado (1º),  ao lado dos prefeitos aliados, Joaquim Fernandes (Mamanguape), e Camaf Douglas (Lagoa de Dentro), além do ex-prefeito de Capim, Tiago Lisboa, que esteve representando a prefeita Carlyanne Borba.

“É com imensa alegria que parabenizo meu amigo, deputado @hugomottapb, pela merecida vitória na eleição para a presidência da Câmara dos Deputados. Sua trajetória é inspiradora: aos 21 anos, tornou-se o deputado federal mais jovem do país, e agora, aos 35, assume a presidência da Câmara, reafirmando seu compromisso com o desenvolvimento do Brasil”, destacou a parlamentar.

“Hugo sempre demonstrou uma capacidade única de diálogo e liderança, características que o destacam no cenário político nacional. Sua dedicação incansável às causas do nosso país é admirável e serve de exemplo para todos nós”, completou Danielle do Vale.

PBVale

Adriano Galdino acompanha posse de Hugo Motta e fala sobre o retorno dos trabalhos na ALPB

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino, esteve presente na posse do deputado federal Hugo Motta (Republicanos), neste sábado (1º), em nova função na Câmara dos Deputados, agora, presidindo o poder legislativo do País.

Em entrevista ao PBVale neste sábado (1º), Galdino destacou a importância da atuação de Hugo Motta e ressaltou o impacto positivo que sua nova posição pode trazer para o estado. “Hugo é um parlamentar experiente, que já demonstrou grande capacidade de articulação. Sua presença em uma função de liderança fortalece a Paraíba e abre portas para novos avanços,” afirmou.

Além disso, Adriano Galdino comentou sobre a retomada dos trabalhos na ALPB, prevista para os próximos dias. Ele adiantou que o Legislativo estadual dará prioridade a pautas que impulsionem o desenvolvimento da Paraíba e reforçou o compromisso com o diálogo entre os poderes.

PBVale

Davi Alcolumbre é o novo presidente do Senado

O senador Davi Alcolumbre (União-AP) foi escolhido na tarde deste sábado (1º) como novo presidente da Casa até fevereiro de 2027. Davi foi eleito durante votação em primeiro turno, com um total de 73 votos, para um mandato de dois anos. A escolha foi feita por meio de cédulas de papel, em votação secreta, com a chamada dos parlamentares a partir da ordem de criação dos estados. Davi sucede Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que presidiu o Senado nos últimos quatro anos.

Todos os 81 parlamentares que integram o Senado registraram presença no Plenário e votaram. A reunião preparatória para a eleição da nova Presidência foi aberta às 10h36 pelo até então presidente, Rodrigo Pacheco, e o resultado oficial foi anunciado às 15h19.

Na disputa, Davi derrotou outros dois candidatos: o senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) e senador Eduardo Girão (Novo-CE), que obtiveram quatro votos cada um. O senador Marcos do Val (Podemos-ES) e a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), antes inscritos como candidatos, retiraram as candidaturas durante a reunião preparatória, em seus discursos de apresentação das propostas.

Três senadores titulares afastados para exercer cargos de ministro de Estado retornaram temporariamente para participar da votação: Camilo Santana (Educação), Carlos Fávaro (Agricultura) e Wellington Dias (Desenvolvimento Social). Os postos dos três ministros têm sido ocupados, respectivamente, pelas senadoras suplentes Augusta Brito (PT-CE), Margareth Buzetti (PSD-MT) e Jussara Lima (PSD-PI).

Método de escolha

Antes dos discursos dos candidatos, o senador Girão apresentou uma questão de ordem em defesa do voto aberto. Ele ponderou que a Constituição não prevê voto secreto para a escolha e o Regimento Interno da Casa não poderia contrariar a Lei Maior.

Pacheco rejeitou a questão formulada ao destacar que o Regimento Interno determina que a eleição da Mesa seja feita de forma secreta. Na argumentação, ele lembrou que o Supremo Tribunal Federal (STF) já havia reconhecido a possibilidade de legislação infraconstitucional estabelecer casos de votação secreta.

Posicionamentos

Os pronunciamentos dos senadores em defesa de suas candidaturas começaram, em ordem alfabética, com o senador Astronauta Marcos Pontes. Eleito por São Paulo, o senador afirmou que é preciso ter coragem e compromisso à frente da Presidência.

— Lutarei para restabelecer o equilíbrio entre os Poderes. Minha candidatura pretende devolver a grandeza ao Senado, com o fortalecimento da autonomia do Legislativo, defesa das prerrogativas parlamentares e aumento da participação da bancada feminina — pontuou.

Por sua vez, o senador Davi Alcolumbre se apresentou como um defensor “intransigente” do diálogo, da construção coletiva e de soluções compartilhadas. Ele ressaltou que o Brasil ainda enfrenta ecos de intransigência e intolerância e que, por isso, é necessário reconstruir pontes e lembrar que adversários são parceiros no debate democrático.

— Pretendo conduzir o Senado com altivez, sabedoria e calma, mas também firmeza e independência. O relacionamento entre os Poderes, embora regido pela Constituição, tem sido testado por tensões e desentendimentos. Não há futuro sem diálogo, respeito e democracia forte — reforçou.

O senador Eduardo Girão, único representante do Novo na Casa, falou sobre a necessidade de entregar a verdade para as pessoas. Ele disse que a imagem pública do Senado é péssima e que é preciso mudar esse cenário.

— Nosso grande problema foi não ter enfrentado a luta pelo reequilíbrio entre os Poderes. A insegurança jurídica e caos institucional que vivemos é porque o Senado não fez o dever de casa. É preciso coragem, sobriedade e coerência para exercer essa função. Temos que sair da terceira divisão e ir para a elite das instituições brasileiras — declarou.

Penúltimo a discursar, o senador Marcos do Val foi o primeiro a retirar a candidatura à Presidência. Ele se queixou de sofrer censura e se disse perseguido por parte do ministro do STF Alexandre de Moraes.

— Hoje vivemos a maior perseguição política da história, com conivência da Mesa do Senado. Fui submetido a medidas ilegais e inconstitucionais que ferem direitos garantidos pela Constituição. Divergências são parte da democracia, mas não podem ser resolvidas na base do autoritarismo e perseguição política — sentenciou.

A senadora Soraya Thronicke foi a última candidata a falar no Plenário. Única representante mulher entre os candidatos, ela se retirou da disputa com o argumento de que é preciso “coragem de avançar, mas também de retroceder no momento certo, com responsabilidade”.

— Peço ao senador Davi Alcolumbre que honre o compromisso firmado entre nós de abraçar as pautas da bancada feminina. Confio no poder de liderança e capacidade de aglutinar a todos nós. Espero que se empenhe e faça um esforço para tornar tudo isso realidade — concluiu.

Novo presidente

Davi Alcolumbre assumiu a Presidência imediatamente após ser eleito. Esta é a segunda vez que ele ocupa o cargo. Davi comandou a Casa pela primeira vez entre 2019 e 2021. Nascido em 19 de junho de 1977, em Macapá (AP), David Samuel Alcolumbre Tobelem iniciou a trajetória política como vereador da capital amapaense, eleito pelo PDT em 2001.

O novo presidente do Senado tornou-se deputado federal no ano seguinte. De lá, em 2005, filiou-se ao então Partido da Frente Liberal (depois chamado Democratas e, hoje, União Brasil). Em 2006, conquistou novo mandato na Câmara dos Deputados.

Em 2009, licenciou-se para assumir o cargo de secretário municipal de Obras e Serviços Públicos de Macapá, durante a gestão do prefeito Roberto Góes. Retornou à Câmara em março de 2010, ano em que concorreu ao cargo mais uma vez e foi reeleito.

Em 2014, sagrou-se senador. Em 2015, comandou a Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) e, em 2018, licenciou-se para concorrer ao governo do Amapá, sem sucesso. No retorno ao Senado, em 2019, foi escolhido presidente da Casa pela primeira vez, o mais jovem a ocupar o cargo.

Naquele mesmo ano, como presidente da República em exercício, assinou a transferência definitiva das terras da União ao Amapá, uma reivindicação do estado de mais de 30 anos. Ele foi reeleito para o Senado em 2022 e nos últimos quatro anos comandou a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Agência Senado

Hugo Motta é o novo presidente da Câmara dos Deputados

Hugo Motta (C) em seu primeiro discurso após eleito presidente da Câmara. Fonte: Agência Câmara de Notícias

O deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) foi eleito presidente da Câmara dos Deputados para o biênio 2025-2026. O parlamentar foi eleito neste sábado (1º) em primeiro turno, com 444 votos. Ele concorreu com os deputados Marcel Van Hattem (Novo-RS), que obteve 31 votos, e Pastor Henrique Vieira (Psol-RJ), que teve 22 votos. Outros 2 votos foram em branco.

Motta foi apoiado por um bloco formado por 17 partidos e 494 deputados. Integram o bloco PL, PT, PCdoB, PV, União, PP, Republicanos, PSD, MDB, PDT, PSDB, Cidadania, PSB, Podemos, Avante, Solidariedade e PRD.

Como ele obteve a maioria absoluta (metade mais um) de votos dos presentes, não houve um segundo turno.

Em seu primeiro discurso após ser eleito para o cargo, Motta fez uma defesa da democracia. Ele repetiu o gesto de Ulysses Guimarães na promulgação da Constituição de levantar o texto sob aplausos do Plenário, e reafirmou “ter nojo da ditadura”.

Segundo Motta, o povo brasileiro não quer discórdia, quer emprego; não quer luta pelo poder, mas que os poderes lutem por ele. O novo presidente afirmou que não há ninguém acima da democracia. “Tenho certeza que o passado é um caminho sem volta, termina na destruição da política, no colapso da democracia, e não podemos correr o risco de experimentar”, afirmou.

“Estaremos sempre com a democracia, pela democracia, com a democracia. E seus inimigos encontraram no Legislativo uma barreira como sempre encontraram na história”, discursou Motta.

Transparência nos gastos
Hugo Motta afirmou que a aprovação das emendas impositivas foi um encontro do Parlamento com a origem do projeto constitucional. O presidente buscou reafirmar a independência do Legislativo.

“A crise exigia uma nova postura, o fim das relações incestuosas entre Executivo e Legislativo, e afirmação e independência como resposta para ambos Poderes para que os Poderes pudessem atravessar a maior crise. Qual foi o guia? A Constituição”, declarou.

O presidente defendeu mais transparência no gasto público. Ele sugeriu uma plataforma digital integrada entre Legislativo, Executivo e Judiciário para acompanhar em tempo real as despesas de todos os Poderes. “Transparência total a todos”, afirmou.

Hugo Motta também afirmou que é preciso garantir a estabilidade econômica e que não há nada pior que a inflação. Para Motta, a estabilidade é resultado de medidas de responsabilidade fiscal. “Não há democracia com caos social, e não há estabilidade social com caos econômico”, disse.

Presidente mais novo
Com 35 anos, Hugo Motta é o deputado mais jovem a se eleger presidente da Câmara pós-redemocratização.

Motta começou cedo na política e exerce atualmente o quarto mandato como deputado federal. Na última eleição, em 2022, foi o mais votado na Paraíba, com 158.171 votos.

Na primeira vez que tomou posse na Câmara, em 2011, Hugo Motta fora eleito o deputado mais jovem, aos 21 anos, idade mínima para assumir o cargo, segundo a Constituição.

Atualmente aos 35 anos, Hugo Motta também está na idade mínima para ocupar o cargo de presidente da República, já que o presidente da Câmara é o segundo na linha sucessória, depois apenas do vice-presidente, Geraldo Alckmin.

No primeiro mandato, Hugo Motta ainda era estudante de medicina. Por causa da eleição para a Câmara, teve de se transferir da Faculdade de Medicina Nova Esperança, em João Pessoa, para Universidade Católica de Brasília, onde concluiu o curso em 2013.

Agência Câmara de Notícias

Rômulo Dantas destaca Saúde como principal bandeira

Eleito pela primeira vez para a Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), com 4.119 votos, Rômulo Dantas (Mobiliza) destaca a área da Saúde como principal bandeira de seu mandato. O parlamentar antecipou que vai buscar viabilizar um Hospital da Mulher no bairro de Mangabeira.

Nascido no sertão da Paraíba, na cidade de Pombal, Rômulo Dantas é pai de dois filhos e graduado em Gestão Pública. Já foi assessor parlamentar, presidente municipal de partido em João Pessoa e secretário adjunto da Secretaria de Trabalho, Produção e Renda (Setrab) na Capital. “O que devem aguardar do nosso mandato é a construção de um mandato participativo, com leis que possam beneficiar os pessoenses”, ressaltou.

Morador do bairro de Mangabeira, o parlamentar destacou que conquistou o reconhecimento da comunidade por meio de sua luta pela região. “Eu participava de movimentos sociais, grêmio estudantil, e a população, a vizinhança, nos procurava para que pudéssemos agilizar alguma demanda deles, fosse na saúde, infraestrutura, educação, e a gente dava o nosso suporte. Eu era um vereador sem mandato. A população me dava algumas responsabilidades e eu estava sempre disposto a ajudá-la como fosse possível. É dessa forma que a gente faz política e a população reconheceu esse trabalho”, salientou.

Conheça o vereador

Ao longo do mês de janeiro, a Diretoria de Comunicação da CMJP vai produzir conteúdos que apresentam o perfil dos parlamentares eleitos para compor a 19ª Legislatura (2025-2028). O material será divulgado no portal da Casa Napoleão Laureano e nas redes sociais.

Câmara e Senado elegem seus presidentes neste sábado; Hugo Motta e Alcolumbre são os favoritos

Acontece neste sábado (1º) a eleição das mesas diretoras da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Os parlamentares votarão para eleger os sucessores dos presidentes Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco(PSD-MG), e demais cargos diretivos das duas Casas Legislativas.

O cenário vem se consolidando para uma eleição de Hugo Motta (Republicanos-PB) para a presidência da Câmara e de Davi Alcolumbre (União-AP) para o comando do Senado. Ambos angariaram um amplo leque de apoios durante o período de negociações.

Entre os deputados, Motta terá como concorrentes os candidatos do Psol, Henrique Vieira (RJ), e do partido Novo, Marcel van Hattem (RS). Na lista de apoios ao nome do candidato do Republicanos estão 17 legendas, incluindo o PL do ex-presidente Jair Bolsonaro e o PT do presidente Lula. A lista traz ainda PP, Podemos, PCdoB, PV, PDT, PSB, PSDB, Cidadania, Rede, PRD, Solidariedade, PSD e União Brasil.

Já o nome de Alcolumbre é apoiado por 70 dos 81 senadores. Para ser eleito, o candidato precisa de 41 votos. O senador, que foi presidente da Casa entre 2019 e 2021 e da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no biênio 2023-2024, terá como concorrentes o ex-ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes (PL-SP) e Eduardo Girão (Novo-CE), além de dois candidatos do Podemos: Soraya Thronicke (MS) e Marcos do Val (ES).

O pleito elegerá também os sucessores dos demais componentes das mesas diretoras da Câmara e do Senado, que incluem os cargos de 1º vice-presidente e 2º vice-presidente, além dos 1º, 2º, 3º e 4º secretários e quatro suplentes.

A mesa é um órgão interno responsável pela organização dos trabalhos administrativos e burocráticos de cada instituição. A eleição para os seus integrantes se dá de forma separada à do presidente, ou seja, eles concorrem em chapas específicas, embora o processo se dê na mesma data. Os membros eleitos deverão exercer o mandato pelo biênio 2025-2027.

A sessão para a eleição da presidência do Senado está marcada para acontecer às 10h do sábado. Os demais cargos em disputa terão a votação a partir das 11h. Na Casa, a votação acontece em cédulas de papel e é secreta.

A eleição para a Mesa Diretora da Câmara está marcada para acontecer às 16h. A votação se inicia quando houver 257 deputados presentes, número que corresponde à maioria absoluta da Casa. O voto é realizado por meio de urna eletrônica e também é secreto.

Apoio do PT às candidaturas de Hugo Motta e Davi Alcolumbre representa “calmaria e previsibilidade” com o parlamento, afirma Gleisi Hoffmann

Foto: Alvaro Costa/PBVale

A presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) e deputada federal pelo Paraná, Gleisi Hoffmann, comentou o posicionamento do partido em apoiar as candidaturas de Hugo Motta (Republicanos) para a Câmara Federal e Davi Alcolumbre (União Brasil) para o Senado.

Em entrevista ao Portal PBVale e à rádio Pop 89,3 FM, nesta sexta-feira (31), Gleisi destacou que a decisão fortalece a estabilidade política no Congresso Nacional. “Fizemos uma boa postura das relações na política aqui e eu acho que isso traz muita calmaria no parlamento e uma previsibilidade”, afirmou.

O apoio do PT a Hugo Motta e Davi Alcolumbre reflete a estratégia do partido de consolidar alianças no Legislativo, garantindo maior governabilidade para a gestão federal. Motta, que tem forte influência na Paraíba, e Alcolumbre, ex-presidente do Senado, são peças-chave para articulações políticas em Brasília.

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PBVale

Eleições no Congresso: Senador Efraim vai recepcionar imprensa paraibana em Brasília

O senador Efraim Filho vai receber os profissionais de imprensa da Paraíba na manhã do próximo sábado (1º), com um café da manhã em seu gabinete, no Senado Federal.

No convite, enviado pela assessoria o senador destaca: “Vamos conversar de perto e compartilhar um pouco da visão sobre o que vem por aí no Senado. Conto com você”.

Eleições na Câmara e no Senado

Neste sábado (1º), deputados e senadores elegerão os novos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, que comandarão os trabalhos legislativos entre 2025 e 2027. As votações serão secretas, seguindo as regras da Constituição e dos regimentos internos de cada Casa.

No Senado, a sessão está marcada para as 10h, enquanto na Câmara ocorrerá às 16h. Os favoritos na disputa são Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) e Hugo Motta (Republicanos-PB), que contam com amplos apoios políticos.

PBVale

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