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WhatsApp deixa de funcionar em celulares com sistemas operacionais antigos

Um dos aplicativos mais populares do mundo, o WhatsApp deixou de funcionar em aparelhos que funcionam com sistemas operacionais Android 2.1, Android 2.2, iPhone 3 GS/iOS e Windows Phone 7. Veja abaixo outros sistemas que não são mais compatíveis com o WhatsApp.

O aplicativo também não irá funcionar mais em BlackBerry, BlackBerry 10, Nokia S40 e Nokia Symbian S60, a partir do dia 30 de junho deste ano.

As exclusões de sistemas operacionais mais antigos acontece, segundo o próprio WhatsApp, porque o aplicativo não pode funcionar totalmente em sistemas que não suportem as funções necessárias atuais. Com informações do Portal Correio. 

A Globo e a Lava Jato mataram em Campinas, diz PH

© Reprodução
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O apresentador Paulo Henrique Amorim, do ”Domingo Espetacular”, na Rede Record, publicou nesta segunda-feira (2), um vídeo nas redes sociais onde comenta que a Globo e a Lava Jato são responsáveis pela chacina que ocorreu no interior de São Paulo. O crime ocorreu na virada do ano novo e fez doze vítimas.

Antes de começar a ler a carta que o assassino Sidnei Araújo escreveu, o jornalista disse: “A Globo e a Lava Jato são os terroristas de Campinas”. No vídeo Paulo Henrique fala sobre o “sistema feminista” e também aproveita para falar do ministro Lewandowski.

Durante seu discurso, em tom de crítica, o jornalista disparou: “Essa carta contém algum dos elementos centrais do discurso do ódio, da lógica do ódio. Essa lógica é a lógica da Globo e dos heróis da Lava Jato. A lógica que a Globo e a Lava Jato instalaram no Brasil. É o discurso dos múltiplos ódios, o ódio à política, o ódio à Dilma, o ódio às mulheres, o ódio à Lei Maria da Penha, o ódio ao Lewandowski (ministro do STF), que não julga de acordo com o ódio”  disse Paulo Henrique.

E ainda finalizou amenizando o ato de Sidney Araújo: “Esse homem de Campinas não era um louco. Era um produto de sua época, porque a Globo e a Lava Jato odeiam o Brasil. A Globo e a Lava Jato são os nossos terroristas do fim do ano”.

Chapecoense acerta contratação de quinto reforço, vindo do Sport

© Pascal Rossignol/Sport
© Pascal Rossignol/Sport
© Pascal Rossignol/Sport

A Chapecoense entrou em acordo com o Sport para a contratação do atacante Túlio de Melo, de 31 anos. O jogador fez 26 jogos na temporada passada, marcou sete gols e conviveu com diversas lesões.

Segundo o Globoesporte.com, ele tinha vínculo até o final do ano com os pernambucanos, que com a liberação economizam cerca de R$ 2 milhões em salários.

Túlio jogou na Chapecoense em 2015, antes de se transferir ao Sport, fazendo naquele ano 17 jogos e seis gols.

Disputa por cocaína do Peru pode causar “banho de sangue” na PB

Matéria divulgada no Jornal O Globo, nesta terça-feira (03), afirma que a disputa pela cocaína do Peru pode resultar em novo banho de sangue em presídios do Brasil, sobretudo em Santa Catarina, Paraíba e Pernambuco.

Segundo a matéria, a rebelião no Complexo Penitenciário Anísio Jobim, em Manaus, foi uma batalha pelo controle do tráfico de cocaína na região, especialmente a produzida no Peru, considerada hoje mais pura e, por isso mesmo, mais rentável no mercado internacional, conforme disse ao GLOBO uma autoridade federal que acompanha o assunto.

Segundo esta autoridade, a guerra pelo controle do narcotráfico é intensa e, se não for contida, outros banhos de sangue podem se repetir em outros presídios, desta vez na Paraíba.

Confira a matéria na integra abaixo: 

A rebelião no Complexo Penitenciário Anísio Jobim, em Manaus, foi uma batalha pelo controle do tráfico de cocaína na região, especialmente a produzida no Peru, considerada hoje mais pura e, por isso mesmo, mais rentável no mercado internacional, conforme disse ao GLOBO uma autoridade federal que acompanha o assunto. Segundo esta autoridade, a guerra pelo controle do narcotráfico é intensa e, se não for contida, outros banhos de sangue podem se repetir em outros presídios, sobretudo em Santa Catarina, Paraíba e Pernambuco.

São estados onde ainda existem disputas de força entre as facções. Sem um grupo hegemônico, a tendência das quadrilhas, baseadas dentro dos presídios, é partir para confronto aberto com o risco de matança em larga escala. Este teria sido um dos motivos de recente rebelião em Roraima, que resultou na morte de 11 presos. São Paulo e Rio de Janeiro, embora tenham uma numerosa população carcerária, estariam passando ao largo do problema porque são áreas controladas por antigas facções.

Nas últimas 48 horas, 60 detentos foram mortos em unidades prisionais de Manaus. Cinquenta e seis foram mortos durante a guerra entre facções no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) iniciada no domingo, e encerrada na manhã de segunda-feira. Outros quatro presidiários foram mortos no final da tarde na Unidade Prisional do Puraquequara (UPP), também na capital.

Além da rebelião foram registradas 184 fugas no sistema prisional. No Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), 72 presos fugiram, e no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), 112. Até às 17h de segunda-feira, 40 presos foram recapturados.

— A rebelião no Amazonas é mais um capítulo pela disputa do mercado da cocaína. Uma facção local está resistindo à entrada na região da facção que controla os presídios paulistas — disse uma autoridade federal, sob a condição do anonimato.

A Polícia Federal também já identificou há algum tempo o recrudescimento da disputa pelo controle das rotas da cocaína, com ameça aos estados de fronteira.

— Esta situação pode se repetir em outros presídios da Região Norte — alerta um delegado.

O risco é considerado tão evidente que, num almoço com senadores do PSDB, em 17 de outubro passado, o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, falou sobre a iminência de uma guerra de facções em presídios da Região Norte, tendo como pano de fundo a disputa pelo controle do tráfico de cocaína. Segundo o ministro, a venda da maconha responde por 80% do volume do comércio de drogas, mas os lucros mais expressivos teriam como origem o tráfico de cocaína. Viria daí o risco dos choques mais violentos entre as quadrilhas.

Autoridades federais apontam também a possibilidade de rebeliões sangrentas em Santa Catarina, onde dois grupos rivais brigam pelos lucros de drogas vindas do Paraguai. Em Pernambuco e na Paraíba, os confrontos seriam em âmbito estadual. A facção que controlaria presídios pernambucanos teria forte rivalidade com uma quadrilha baseada em presídios paraibanos. Os grupos já teriam tido confrontos e, com o passar do tempo, as disputas estariam cada vez mais acirradas.

Os maiores massacres em presídios do Brasil

Carandiru: Em outubro de 1992, 111 presos foram mortos após a Polícia Militar entrar na Casa de Detenção de São Paulo, conhecida como Carandiru, para conter uma rebelião. Setenta e quatro policiais chegaram a ser considerados culpados pela morte de 77 das vítimas (os outros 34 teriam sido mortos por outro detentos), mas o julgamento foi anulado em 2016.

Do MaisPB, com O Globo

Casos de chikungunya devem voltar a subir neste ano

Os casos de dengue e Zika no Brasil devem se manter estáveis neste ano em relação ao ano passado, enquanto as infecções por chikungunya devem aumentar ainda mais. Este é o cenário previsto por especialistas do Ministério da Saúde para 2017.

Dados da pasta revelam que, em 2016, foram registrados 1,4 milhão de casos de dengue contra 1,6 milhão no ano anterior, além de 211 mil casos prováveis de infecção por Zika (não há comparativo com o ano anterior porque os dados só começaram a ser coletados em outubro de 2015).

Em relação à febre chikungunya, os registros apontam para 263 mil casos em 2016 contra 36 mil no ano anterior – um aumento de cerca de 620%.

“O mosquito pica alguém, recebe o vírus e passa para outra pessoa. Como cresceu o número de pessoas que têm [o vírus], entendemos que haverá uma ampliação [dos casos]”, explicou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

A doença

A febre chikungunya é uma doença infecciosa febril que pode ser transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus. O termo significa “aqueles que se dobram” em swahili, um dos idiomas da Tanzânia, e refere-se à aparência curvada de pacientes que foram atendidos na primeira epidemia documentada no Leste da África entre 1952 e 1953.

O Ministério da Saúde definiu que devem ser considerados casos suspeitos todos os pacientes que apresentarem febre de início súbito maior de 38,5ºC, dor articular ou artrite intensa com início agudo e que tenham histórico recente de viagem às áreas nas quais o vírus circula de forma contínua.

Os sintomas podem ter início entre dois e dez dias após a picada, sendo que o prazo pode chegar a 12 dias. O vírus pode afetar pessoas de qualquer idade ou sexo, mas os sinais e sintomas tendem a ser mais intensos em crianças e idosos. Além disso, pessoas com doenças crônicas têm mais chance de desenvolver formas graves da doença.

Por Redação, com Agência Brasil

Top 10 das músicas mais tocadas nas rádios em 2016 só tem sertanejo

© Reprodução / Facebook / Zé Neto e Cristiano (Allysson Moreno)
© Reprodução / Facebook / Zé Neto e Cristiano (Allysson Moreno)
© Reprodução / Facebook / Zé Neto e Cristiano (Allysson Moreno)

Só há um gênero na lista das 10 músicas mais tocadas nas rádios brasileiras em 2016: o sertanejo. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (2) pela consultoria Crowley, conforme informou a coluna Lauro Jardim, do jornal O Globo.

A música que ocupa o topo da lista é “Seu Polícia”, da dupla Zé Neto e Cristiano. A canção foi executada 70.615 vezes. O segundo lugar ficou com “Infiel”, da cantora Marília Mendonça: foram 67.924 execuções.

Confira a lista:

1 – Seu Polícia (Ao vivo) – Zé Neto & Cristiano (70.615)

2 – Infiel (Ao vivo) – Marília Mendonça (67.924)

3 – Pronto Falei – Eduardo Costa (65.509)

4 – Romântico Anônimo – Marcos e Bellutti (65.241)

5 – Medo Bobo – Maiara e Maraísa (63.379)

6 – Vai Me Perdoando – Victor e Leo (62.633)

7 – Sosseguei – Jorge e Mateus (56.683)

8 – 50 reais (Ao vivo) – Naiara Azevedo part. Maiara e Maraísa (55.922)

9 – Esqueci Você (Ao vivo) – Henrique e Diego (55.436)

10 – Que pena que acabou (Ao vivo) – Gusttavo Lima (55.350)

Lava Jato faz acordos de colaboração com 37 países

© Reuters
© Reuters
© Reuters

Em quase três anos de investigações, o Ministério Público Federal já acumula 159 pedidos de cooperação com autoridades estrangeiras para instruir ações penais relacionadas à Operação Lava Jato. A lista, de 37 países, inclui desde Estados Unidos e Suíça, que no mês passado divulgaram publicamente suas investigações, como Itália, Dinamarca, Suécia e Noruega, que têm obras e negócios sob suspeita e já solicitaram provas ao Brasil.

Até novembro, 17 países haviam pedido documentos para órgãos de investigação brasileiros, em 26 acordos de colaboração. Por outro lado, foram 32 países que receberam pedidos dos procuradores brasileiros – alguns deles estão nas duas listas. A maior parte das solicitações tem como objetivo a obtenção de documentos.

São pedidos enviados a países como Cingapura, onde estão alguns dos estaleiros contratados pela Petrobrás, e Gibraltar, onde está um importante porto de reparos navais. Ou Liechtenstein, Ilhas Cayman e Uruguai, países usados para abertura de contas secretas e movimentações de dinheiro para lavagem.

“Os pedidos de cooperação internacional permitiram seguir as pegadas do dinheiro ao redor do mundo e foram uma das principais características do novo modelo de investigação inaugurado pela Lava Jato”, afirmou o procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa de Curitiba. Além da capital paranaense, os pedidos de colaboração partiram de investigadores em Brasília e no Rio.

Os acordos jurídicos – feitos com base em tratados e convenções internacionais – servem para autoridades de um país requisitarem a outros países oitivas de pessoas (testemunhas ou investigadas), para produzir e compartilhar provas documentais, para quebrar sigilos bancário, telefônico e de e-mails, para bloqueios de bens ou valores e para prisões e extradições.

Na China, por exemplo, país que tradicionalmente não mantinha acordos com o Brasil, a Lava Jato buscou dados sobre as contas usadas pelo doleiro Alberto Youssef para lavar dinheiro, em especial, da Odebrecht, via outro doleiro preso durante as investigações, Leonardo Meireles.

“A mancha de países com cooperação com o Brasil, nos grandes casos, sempre se centrou no Uruguai, ou no Caribe, Estados Unidos e Suíça. E hoje se vê, sobretudo na Lava Jato, que essa mancha no mapa transitou rumo aos países da Ásia, em operações que tiveram repercussão no caso”, afirmou o secretário de Cooperação Internacional da Procuradoria-Geral da República, Vladimir Aras.

Há ainda os países que abriram investigações, mas não buscaram colaboração com o Brasil. E os que ainda devem ser citados oficialmente nas delações de executivos e ex-executivos da Odebrecht, como México e El Salvador, que poderão buscar cooperação para procedimentos internos.

Internacionalização

O caso Banestado, que registrou evasão de mais de R$ 20 bilhões em divisas, na década de 1990, é até hoje o caso com maior volume de acordos jurídicos internacionais do Brasil: 180, quase todos com os Estados Unidos.

“A previsão é de que a Lava Jato ultrapasse esse número de acordos”, afirmou Aras.

Em 2017, novas apurações, dentro e fora do Brasil, em negócios do setor de óleo e gás e obras de outros setores, como os de transportes e energia, devem envolver mais empresas, em especial multinacionais, para o foco da Lava Jato, avaliam os procuradores.

Outro aspecto abordado pelos investigadores é de que a atenção internacional no caso brasileiro e o maior volume de investigações pelo mundo devem ajudar autoridades locais a enfrentar o que eles chamam de “contraofensiva” de políticos para frear a operação.

Como exemplo, eles citam as tentativas de aprovar mudanças na Lei de Abuso de Autoridade no Senado e as alterações feitas pela Câmara no pacote de 10 Medidas contra a Corrupção – projeto de iniciativa popular encabeçado pelo Ministério Público Federal. Com informações do Estadão Conteúdo.

Cartões corporativos do governo têm 50% dos gastos sob sigilo

© Reuters / Ueslei Marcelino

A União terminou o ano com cerca de metade dos gastos com cartões corporativos da União classificados como sigilosos. Desatualizado, o Portal da Transparência só tem informação sobre as despesas até outubro do ano passado. Até aquele mês, dos R$ 46,9 milhões em contas pagas com os cartões, cerca de 23,6 milhões eram secretos. As informações são da Coluna do Estadão desta terça-feira (3).

Já em 2015, a União registrou R$ 28 milhões em gastos sigilosos do total de R$ 56,2 milhões em despesas. De acordo com o jornal, quase todos as despesas secretas são de órgãos subordinados à Presidência da República e ao Ministério da Justiça.

Até outubro do ano passado, a Polícia Federal teve R$ 11,5 milhões em gastos ocultos, contra R$ 13,5 milhões de 2015. Já a Abin teve R$ 6,6 milhões em 2016, em comparação a R$ 8 milhões do ano anterior.

Na Presidência, a Secretaria de Administração fez R$ 4,3 milhões em gastos secretos. Já a Vice-presidência outros R$ 616 mil. Os dados se referem a cinco meses de gestão de Michel Temer, sendo o restante gastos feitos pela equipe da ex-presidente Dilma Rousseff. 

Empossado prefeito, Amazan prega fim do radicalismo político

Divulgação
Amazam
Divulgação
Amazan

Conhecido do grande público pela desenvoltura em cima dos palcos, o sanfoneiro paraibano Amazan terá um novo desafio a partir de agora. No último domingo (1º), o músico, que também atua como proprietário de uma fábrica de sanfonas em Campina Grande, foi empossado como novo prefeito da cidade de Jardim do Seridó, no Rio Grande do Norte.

No pleito de 2014, Amazan disputou uma cadeira na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, mas não foi eleito. Ele obteve 22.243 votos e ficou na suplência.

Até então, o paraibano ocupava a vice-presidência da Empresa Potiguar de Promoção Turística (Emprotur), cargo para o qual foi nomeado em 2015.

O sanfoneiro paraibano Amazan, tomou posse, no último domingo (1º), como novo prefeito da cidade de Jardim do Seridó, no Rio Grande do Norte.

Em solenidade bastante prestigiada, Amazan agradeceu a confiança do eleitorado e pregou a união de todos em favor do município. Ele pediu o fim do radicalismo político e prometeu uma gestão voltada para o desenvolvimento da cidade.

Na oportunidade, o gestor deu posse ao novo secretariado da Prefeitura.

Do MaisPB

Tremor de magnitude 4,6 atinge Maranhão e Piauí

Os moradores do Maranhão sentiram um tremor de 4,6 graus na escala Richter, na manhã desta terça-feira (3). O epicentro do terremoto foi registrado no município de Belágua, às 9h45, mas os tremores também foram sentidos na capital, São Luís, e em outros municípios.

Segundo testemunhas, a sede do Tribunal de Contas do Maranhão e o 7º Juizado Especial Cível, em São Luís, chegaram a ser evacuados.

O abalo foi confirmado pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP).

Segundo informações da revista Veja, nas redes sociais, moradores de Teresina, no Piauí, também relataram ter sentido tremores. Lá, prédios também foram evacuados.

Mais cedo, ainda nesta terça-feira (3), o Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP) registrou abalos sísmicos no Chile e na Índia.

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