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Lady Gaga publica mensagem em português e cita Simone e Simaria

Artista fez postagem com referências a dupla brasileira
Artista fez postagem com referências a dupla brasileira
Artista fez postagem com referências a dupla brasileira

Lady Gaga começou esse sábado (4) disposta a arrebentar o coração dos fãs brasileiros. Ela fez uma postagem em português no Facebook com referências à dupla Simone e Simaria. A cantora, que é a principal atração do show do intervalo do Super Bowl americano neste domingo (5), avisou no post que neste fim de semana o foco é nela.

“Chora não coleguinha! A espera acabou e você vai ficar loka com a maior performance deste fim de semana! #SemanaGaga. Para aquecer, escute Joanne!”, disse Gaga.

No post, a pop star fez pelo menos duas referências à Simone e Simaria, o “chora não colequinha”, bordão da dupla, e “loka”, hit mais recente das musas sertanejas ao lado de Anitta. A reação dos fãs foi imediata! No Twitter, o assunto figurou como um dos mais comentados do dia. O post ajudou a aumentar as especulações de que, depois do Super Bowl, Gaga vai anunciar a turnê nova dela, incluindo show no Rock in Rio.

Por Redação, com R7

Deputados definem posição na Assembleia Legislativa

Assembleia Legislativa da Paraíba
Assembleia Legislativa da Paraíba
Assembleia Legislativa da Paraíba

De volta às atividades na Assembleia, os deputados começam a definir posicionamentos entre as bancadas. Os parlamentares também estão discutindo a ocupação de postos nas comissões permanentes da Casa. Divididos entre situação e oposição, os quatro parlamentares do PMDB devem se reunir na próxima semana para discutir a atuação em relação ao Executivo, já que a legenda está dividida dentro e fora do Legislativo quanto ao apoio ao governador Ricardo Coutinho (PSB).

Com o socialista Gervásio Maia no comando do Poder Legislativo, quem está de volta para exercer o mandato é o peemedebista Ricardo Marcelo. Após deixar a presidência da Casa em 2015, o deputado solicitou licenças e ficou afastado por bastante tempo durante os dois anos em que Adriano Galdino (PSB) presidiu.

Segundo apurou o Correio Online, Marcelo, de volta aos trabalhos, confirmou que vai permanecer na oposição. O deputado, porém, tem conversado com os colegas de partido que apoiam o governador e já deu sinais de que pode ser tolerante às ações do Executivo Estadual.

Ele afirmou que não vai agir com rigidez durante as votações de matérias encaminhadas por Coutinho. “Não farei uma oposição sistemática e possessiva, mas sim uma oposição que venha a somar para o estado. Não sou nem nunca fui sistemático. sou a favor da Paraíba e continuo naquilo a que me propus. Faço parte de um partido oposicionista, mas vamos ver como vamos ficar daqui para frente”, explicou Ricardo Marcelo.

O parlamentar acredita que a nova gestão da Assembleia será ‘exitosa’ e adiantou que os deputados do PMDB devem se reunir para traçar estratégias de atuação. Enquanto Nabor Wanderley e Jullys Roberto integram a situação, Raniery Paulino e o próprio Ricardo Marcelo estão no grupo de oposição. “Eu acho que o partido está divido, mas teremos a oportunidade de haver entendimento. Estamos vivendo um desencontro que com certeza vai levar a uma reunião para trazer a racionalidade de cada um no seu mandato e com o partido. Irei contribuir para que isso ocorra”, comentou Marcelo.

Raniery Paulino acredita que não haverá desentendimento na legenda. “Somos quatro integrantes, mas há um sentimento muito maior, o partidário que fala mais alto. Compreendemos uns aos outros. Não faço parte da bancada do governo, mas voto matérias de interesse paraibano. Há proposituras que beneficiamos. Eu mesmo votei favorável a todos os empréstimos do governo. Isso me dá crédito para cobrar e fiscalizar”, disse o deputado.

Por Redação, com Alexandre Kito do Correio Online

CGU reúne prefeitos nesta segunda-feira na Paraíba

Superintendente regional da CGU na PB, Gabriel Wright
Superintendente regional da CGU na PB, Gabriel Wright
Superintendente regional da CGU na PB, Gabriel Wright

A Controladoria Geral da União (CGU) vai reunir, na segunda-feira (6), em João Pessoa, prefeitos paraibanos para orientá-los sobre a correta aplicação dos recursos públicos, no Encontro Município Transparente.

O evento, conforme indicou o Correio Online, que será realizado das 14h às 17h, no auditório do Ministério Público do Estado da Paraíba, no Centro da Capital, ocorrerá simultaneamente em várias capitais brasileiras – exceto no Espírito Santo e em Sergipe, que sediarão, respectivamente, nas cidades de São Mateus e de São Cristóvão – como forma de promover uma capacitação sobre as medidas de aperfeiçoamento da gestão, de prevenção, de combate à corrupção e de incentivo às práticas de transparência pública.

De acordo com o superintendente regional da CGU na Paraíba, Gabriel Aragão Wright, durante o evento ocorrerá o lançamento do Painel Municípios, um site que consolida dados produzidos e coletados pelo Ministério da Transparência, nos últimos cinco anos, sobre os 5.561 municípios brasileiros. O objetivo da página é apoiar a gestão dos prefeitos, além de estimular nos cidadãos o exercício do controle social.

A ferramenta permitirá a consulta sobre relatórios de auditoria e fiscalização; valor de transferências de recursos federais; convênios já celebrados com a União; denúncias e reclamações; operações especiais; e relação de empresas declaradas inidôneas.

Além disso, também haverá a apresentação do resultado da 3ª edição da Escala Brasil Transparente, que é indicador criado para avaliar o grau de cumprimento de dispositivos da Lei de Acesso à Informação pelas unidades da Federação.

Por Redação, com Correio Online

Cresce no país número de municípios que dependem mais do Bolsa Família

A queda nas transferências federais tem deixado os municípios cada vez mais dependentes do Bolsa Família. De 2008 para cá, a proporção de recursos do programa social em relação ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM) – principal fonte de renda das prefeituras – subiu de 25% para 40%, segundo levantamento feito pelo Estadão Dados.

Em várias cidades, no entanto, esse porcentual supera os 100%, como é o caso de Icó (CE) e Riachão das Neves (BA). Em oito anos, o número de municípios nessa situação – onde a renda do Bolsa Família passou a bater o FPM – subiu de 7 para 187. O repasse do Bolsa Família – criado em 2003 no governo Lula – é feito diretamente para a população, enquanto o FPM vai para a conta das prefeituras para custear despesas e fazer investimentos em serviços públicos e infraestrutura local.

Entre 2008 e novembro de 2016, a renda do Bolsa Família cresceu 140% (de R$ 10 bilhões para R$ 26 bilhões) enquanto o FPM subiu 53% (de R$ 42 bilhões para R$ 64 bilhões), segundo o levantamento do Estadão Dados. “Esse quadro é pernicioso para a gestão”, afirma o presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski.

Segundo ele, apesar de o programa social ser bem-vindo para a população carente, o dinheiro pouco se reverte em impostos para as prefeituras. Isso porque os beneficiários gastam o dinheiro em estabelecimentos pequenos e informais, diz ele. “Nesse cenário, os municípios perdem dos dois lados: com a queda real dos repasses do FPM e com a baixa arrecadação.”

Serviços públicos

O resultado dessa equação recai sobre a qualidade dos serviços públicos, que no interior do Brasil já é bastante combalida. Um exemplo disso está estampado na última pesquisa feita pela CNM, com 4.708 cidades. A maioria afirma que as áreas mais atingidas pela crise fiscal do País são educação e saúde.

No dia a dia, falta dinheiro para pagar professores, para a manutenção de ônibus escolares e para contratar médicos. Ainda segundo a pesquisa, quase metade dos municípios brasileiros sofrem com a falta de medicamentos em postos e hospitais.

“Os motivos da crise dos municípios são os mesmos que vemos nos Estados. O que varia é a intensidade”, afirma o economista Raul Velloso, especialista em contas públicas.

Segundo ele, no entanto, ao contrário dos governos estaduais, as prefeituras têm pouca margem para reduzir gastos. “O grosso das despesas é de pessoal.” Nos últimos anos, de acordo com dados de mercado, o número de funcionários públicos vinculados às prefeituras mais que dobrou.

Outro problema, diz Velloso, é a baixa capacidade de recolhimento de tributos municipais, como Imposto sobre Serviços e Imposto Predial e Territorial Urbano. “Em tempos de crise, que a prefeitura mais precisa de dinheiro, ela é pressionada pela população para cortar esses impostos.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

Treinador pede demissão após dois jogos comandando o Paraíba

Paulo Sales
Paulo Sales
Paulo Sales

Mal esteve comandando o Paraíba de Cajazeiras e o técnico Paulo Sales deixou o clube. Dessa vez, não por demissão, mas por uma proposta melhor do Juazeirense-BA. ‘Acesse o Voz da Torcida’.

Veja a tabela de classificação do Campeonato Paraibano

Paulo Sales comandou o Paraíba por apenas dois jogos, quando perdeu para o Treze por 2×1 e na vitória por 1×0 contra o CSP.

Pego de surpresa, o presidente do clube, Tico Miudezas, efetivou o preparador físico Alexandre Duarte como novo treinador do Paraíba.

Por Redação, com informações do Voz da Torcida

Cartazes contra Francisco são espalhados pelas ruas de Roma

Para diretor de revista católica, cartazes são 'uma medalha' pelo empenho do papa 'contra os muros e o racismo'
Cartazes são ‘uma medalha’ pelo empenho do papa ‘contra os muros e o racismo’

Dezenas de cartazes com críticas ao papa Francisco foram colocados em suportes de publicidade espalhados por Roma. Eles não estavam assinados nem traziam qualquer tipo de identificação dos seus autores. Abaixo de uma imagem do papa com uma cara séria, o texto dizia: “Francisco interditou congregações, afastou sacerdotes, decapitou a Ordem de Malta e os franciscanos da Imaculada, ignorou cardeais… Mas onde está a sua misericórdia?”.

Horas depois, os cartazes foram parcialmente tapados por outros com o logotipo institucional da Câmara de Roma e com o texto: “publicidade ilegal”. O diretor da “Civiltà Cattolica”, a revista da Companhia de Jesus, Antonio Spadaro, comentou no Twitter que os cartazes são “uma medalha” pelo empenho do papa “contra os muros e o racismo”.

“Um sinal de que está a trabalhar bem e que está incomodando muito”, acrescentou Spadaro, jesuíta como o papa Francisco e consultor nos Conselhos Pontifícios de Cultura e Comunicação Social.

Os cartazes apareceram no mesmo dia em que o papa cimentou a sua autoridade sobre a Ordem de Malta, nomeando um importante arcebispo do Vaticano, Angelo Becciu, como seu representante especial junto da antiga ordem aristocrática.

Francisco deu ao seu enviado “todos os poderes necessários” para ajudar a estabelecer as bases de uma nova constituição para a Ordem, conduzir a renovação espiritual dos seus cavaleiros e preparar a eleição de um novo grão-mestre, esperado dentro de três meses. A intervenção do papa gerou críticas dos conservadores.

Leia também: Para conter onda de protestos, Romênia vai revogar decreto polêmico

Paraíba fica fora do Plano Nacional de Segurança do Ministério da Justiça

As cidades de Natal (RN), Aracaju (SE) e Porto Alegre (RS) foram as capitais escolhidas para início da implantação do Plano Nacional de Segurança, do Ministério da Justiça e Cidadania. A Paraíba ficou de fora, mesmo fechando 2016 com 33,1 homicídios por 100 mil habitantes.

A partir do dia 15 de fevereiro, uma série de ações integradas entre o governo federal e o governo do Rio Grande do Norte começarão a acontecer no combate à criminalidade em Natal.

O foco será na redução de homicídios dolosos, feminicídio e violência contra a mulher, além da modernização do sistema penitenciário e combate à criminalidade organizada transnacional.

Como uma das principais ações do Plano, está a montagem do Núcleo de Inteligência, que unirá as áreas de inteligência das polícias Federal, Rodoviária Federal, Militar e Civil e as áreas de inteligência penitenciária federal e estadual.

Um mapa atualizado em tempo real marcará as áreas de incidência de crimes e outras informações, possibilitando a realização de operações específicas no combate à criminalidade.

De acordo com o levantamento da Secretaria de Segurança da Paraíba, durante 12 meses de 2016 foram contabilizados 1.322 casos de crimes violentos letais intencionais – CVLI (homicídios dolosos ou qualquer outro crime doloso que resulte em morte), enquanto que em 2015 foram registradas 1.502 ocorrências do tipo.

Por Redação, com Portal Brasil

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Diário Oficial trás nomeação de Gerlane Pereira para 14ª Gerencia Regional de Ensino

Nova Gerente da 14ª Regional de Ensino, Gerlane Pereira
Nova Gerente da 14ª Regional de Ensino, Gerlane Pereira

O Diário Oficial do Governo do Estado da Paraíba trouxe neste sábado (4), a nomeação da psicopedagoga, Gerlane Pereira, para ocupar o cargo de provimento em comissão de Gerente Regional de Educação da Secretaria da Educação, no Município de Mamanguape, Símbolo CGF-2, no Ato governamental 0530.

No mesmo Diário, consta a exoneração do professor Gerailton Santos, do comando da 14ª Gerencia de Ensino. Gerailton assumiu o cargo de Secretário de Educação, da Prefeitura de Mamanguape.

Diário Oficial deste sábado (4)
Diário Oficial deste sábado (4)

Gerlane deixa a direção da Escola Técnica João da Matta Cavalcante de Albuquerque para ocupar a 14ª Gerência de Ensino, correspondendo pelas 31 instituições de ensino do Estado, inseridas nos 12 municípios do Vale do Mamanguape.

A nova gerente é formada em pedagogia, com pós-graduação em psicopedagogia. E atualmente, faz mestrado em Ciências da Educação.

Da Redação, PBVale 

Correios estuda fechar agências próprias em grandes centros urbanos

Com quatro anos seguidos de prejuízo, os Correios estudam fechar agências próprias em grandes centros urbanos de todos os Estados brasileiros. A fusão de agências faz parte de um plano de economia que está sendo implementado pela direção para tentar reverter a crise que a Empresa Brasileira dos Correios e Telégrafos (ECT) enfrenta, mais de dez anos após ser o palco inaugural do escândalo do mensalão.

O número ainda não está fechado, mas a estatal – que registrou em 2016 prejuízo em torno de R$ 2 bilhões, patamar semelhante ao de 2015 – vai fundir agências consideradas “superpostas”, ou seja, muito próximas. Um exemplo: na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, num raio de 10 km, existem 20 agências próprias da empresa, uma a menos de um km da outra.

“O processo está sendo feito em consonância com o Ministério das Comunicações, porque sabemos as reverberações que a medida vai trazer”, disse o presidente dos Correios, Guilherme Campos, ao Estado. Segundo ele, a estatal trabalha contra o tempo para colocar em prática o processo de “otimização e racionalização” dos serviços.

Atualmente, os Correios contam com 6.511 agências próprias. Responsável pela condução do estudo de fusão das agências, o vice-presidente da rede de agência e varejo, Cristiano Morbach, adianta que o “número vai cair bastante”.

A estratégia da empresa será ampliar a rede de agências franqueadas, pouco mais de mil hoje. Campos ainda planeja criar a figura de microempreendedor postal, uma pequena empresa que assumiria os serviços postais em localidades menores.

Com o fechamento de agências próprias, os Correios economizam nos custos de manutenção ou aluguel dos imóveis e no enxugamento do quadro de funcionários. As agências franqueadas são selecionadas por meio de uma oferta pública e remuneradas com um porcentual das receitas dos serviços. Atualmente, oferecem quase todos os serviços postais das agências próprias, mas não atuam como correspondentes bancários. Há negociações para que os franqueados possam também oferecer serviços financeiros por meio do Banco Postal.

Para o representante dos trabalhadores no conselho de administração dos Correios, Marcos César Alves Silva, a parceria da estatal com empresas privadas na rede franqueada, a princípio, não é ruim, mas é preciso que o processo seja feito com cautela. “É preciso cuidado, planejamento e responsabilidade nessa hora”, alerta. “Alternativas de atendimento precisam ser bem testadas antes de serem amplamente utilizadas, pois um modelo teórico pode não funcionar bem na prática. A população não pode ficar mal atendida e menos ainda desassistida.”

Os outros dois pontos do plano de economia tocado por Campos são o plano de demissão voluntária (PDV) oferecido aos funcionários e a revisão da política de universalização dos serviços postais, que obriga a estatal a estar presente em todos os municípios. Segundo o presidente dos Correios, o PDV já tem adesão de 2 mil pessoas nesses primeiros 15 dias – a estatal espera a adesão de 8,2 mil empregados e prevê economia anual entre R$ 700 milhões e R$ 1 bilhão. O prazo termina no dia 17. O fechamento das agências está em consonância, segundo Campos, com o enxugamento do número de funcionários.

Para o representante dos trabalhadores, em vez dessas medidas, os Correios deveriam investir em inovação e novos negócios. Ele critica acabar com o princípio da universalização. “Em muitos municípios, os Correios são a única representação do governo federal. Manter esse ponto em funcionamento é importante para a comunidade”, afirmou.

De acordo com Campos, o prejuízo de R$ 2 bilhões de 2016 foi impactado pelo rombo de R$ 1,8 bilhão da Postal Saúde, plano de assistência médica dos funcionários. “Ou reformulamos o plano ou ele acaba com a empresa”, disse. Hoje, os funcionários não pagam mensalidade para ter direito ao Postal Saúde. Em média, são descontados na folha 7% dos gastos individuais com assistência médica, hospitalar ou odontológica.

Da Agência Estado 

Microempresas crescem e registram 89% das novas inscrições na PB

Cerca de 89% do total das novas empresas inscritas na Paraíba em 2016 são de micro e pequenos negócios, fechando o ano com 97.055 novos estabelecimentos, os quais representaram um faturamento de até R$ 3,6 milhões. De acordo com o Núcleo de Manutenção Cadastral da Secretaria de Estado da Receita (SER), o estado teve um crescimento de mais de 4% no número de inscrições de empresas, encerrando 2016 com 108.566 empresas ativas,  diante de 104.360 estabelecimentos no ano anterior – ou seja, 4.206 novas inscrições.

As empresas do regime normal encerraram o ano com 8.311 estabelecimentos, sendo 7,66% das novas inscrições. O restante das inscrições ficaram com outros estabelecimentos e com a substituição tributária, com participação de 2,95%.

Entre as atividades econômicas de maior representatividade na Receita Estadual que tiveram maiores expansões em número de inscrições, nos doze meses de 2016 sobre o ano anterior, foram os setores de serviços, com crescimento de 8,42% e do atacado, com 4,17%.

Enquanto isso, o comércio, que tem a maior participação de inscrições na Receita Estadual, 68,28%, teve crescimento de 3,38%. A indústria tem a segunda representação do total de inscrições do Estado, com 13,78% do total de inscrições, totalizando 14.963 estabelecimentos. Já a agropecuária tem o menor número de estabelecimentos, sendo 2.026, e a menor participação.

Na distribuição dos estabelecimentos nos cinco núcleos da Receita Estadual, a 1ª região, que tem como sede João Pessoa, fechou 2016 com de 46.727 empresas ativas, o que representa 43,58% do número de contribuintes de ICMS do Estado.

Em segundo lugar ficou a 3ª região, que tem sede em Campina Grande, com 26.565 estabelecimentos com inscrição estadual, representando 24,77% do total. A 2ª região, que tem sede em Guarabira, concentra o terceiro maior volume de inscrições ativas no Estado, com 12.055, com participação de 11,24%. Enquanto Sousa, do 5º núcleo, teve 11.836, e Patos, do 4º núcleo, teve 10.002, e representam 11,04% e de 9,32% do total, respectivamente.

Do G1PB

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