Jogo terminou em tumulto por causa das reclamações do Treze / Foto: Reprodução / TV Cabo Branco
Internacional-PB e Treze se enfrentaram na noite desta quinta-feira (9), no estádio Almeidão, em João Pessoa, fechando a 12ª rodada do Campeonato Paraibano, que também foi movimentada por quatro partidas na noite dessa quarta (8). O Inter saiu na frente, mas o Galo conseguiu empatar e, com o resultado, retornar ao G-4 da competição. O empate empurrou o Inter para a sexta colocação. Confira a tabela de classificação do Paraibano 2017.
No primeiro tempo, o Galo jogou bem melhor que o rival, criou boas chances de gols e teve mais posse de bola. Aos 31 minutos, a equipe de Campina Grande chegou com perigo. Roger Gaúcho fez boa jogada e passou para Marcelinho Paraíba, que meteu para dentro do gol. O auxiliar, contudo, marcou impedimento, confirmado pelo árbitro, anulando o gol.
No segundo tempo, o Galo seguiu melhor, mas foi surpreendido por um gol do Inter logo aos cinco minutos. Thiago recebeu lançamento na área, matou no peito e marcou para o Colorado.
Em desvantagem o Treze passou a pressionar mais, chegando ao empate aos 24 minutos. Érico Júnior, que tinha acabado de entrar, recebeu toque de Roger Gaúcho e fez o gol.
Aos 36 minutos, Capial, do Inter, foi expulso. Mesmo com um a menos, o Colorado segurou a pressão do Galo e o empate foi mantido.
A decisão é tomada seis meses após escândalo de corrupção e tráfico de influência
O Tribunal Constitucional da Coreia do Sul aprovou nesta sexta-feira (10) a deposição da presidente Park Geun-hye. A decisão é tomada seis meses após escândalo de corrupção e tráfico de influência que a levou cair em desgraça.
A mandatária sofreu impeachment sob a acusação de subornar conglomerados como Samsung, Hyundai e LG, a doarem a fundações de sua melhor amiga, Choi Soon-sil, em troca de favores do governo.
Park Geun-hye é a primeira presidente a ser deposta em um impeachment desde a divisão da Península Coreana, em 1948. O único a passar por um processo similar foi Roh Moo-hyun, absolvido pelo Tribunal Constitucional.
Com a deposição, a agora ex-presidente deverá terminar seus 40 anos de carreira política, iniciada sob a ditadura de seu pai, Park Chung-hee. Ela tornou-se primeira-dama após sua mãe, Yuk Young-soo, ser assassinada em um atentado contra o então mandatário em 1974.
Cinco anos depois, ela perderia o pai, assassinado pelo próprio chefe de inteligência. Park Chung-hee é considerado o responsável pelas bases do desenvolvimento social e econômico sul-coreano.
Fernanda Gentil usou o seu perfil no Instagram para se declarar para a namorada, Priscila Montandon, nesta sexta-feira (10). “Vou aproveitar que está todo mundo dormindo para dizer que estou morrendo de saudades”, escreveu.
A jornalista assumiu estar com Priscila no ano passado. Na época, o assunto foi parar nos Trending Topics — ou seja, ficou entre os tópicos mais comentados. À revista Gol, em dezembro passado, Fernanda revelou o motivo de expor sua relação.
“Optei por falar publicamente do relacionamento porque pensei: não vou me esconder, não fiz nada de errado, só estou amando”, disse.
A jornalista, que assumiu o romance com Patrícia em setembro, ainda falou sobre o casamento anterior com o empresário Matheus Braga.
“Matheus é sensacional e eu não poderia ter escolhido pai melhor para o Gabriel. É preciso ter humildade para aceitar que um relacionamento acabou, e coragem para se separar”, comentou.
Foto: Infográfico mostra evolução do projeto da transposição
Créditos: Correio Online
Foto: Infográfico mostra evolução do projeto da transposição Créditos: Correio Online
Há quase 150 anos mais um período de seca arrasadora trouxe à tona um plano ousado que ia além da tecnologia existente na época. Foi na década de 70 do século XIX que pela primeira vez o Brasil falou a palavra transposição. O debate para que as águas do ‘Velho Chico’ passasse a abastecer as regiões atingidas pela estiagem, segundo o historiador José Octávio de Arruda Melo, em entrevista ao Correio Online, foi iniciado no período do Império com Dom Pedro II.
As ideias, conforme o historiador, eram ambiciosas e envolviam uma articulação da ferrovia (os transportes ferroviários estavam chegando no país) com a transposição das águas do Rio São Francisco. O assunto, contudo, foi sendo esquecido porque não havia tecnologia suficiente para tal proeza.
Dos anos 1909 e 1910 a possibilidade de levar as águas do São Francisco para estados que sofriam com a seca voltou a ser cogitada. Foi no governo de Nilo Peçanha, que assumiu o governo com a morte do presidente Afonso Pena. A criação da Inspetoria de Obras Contra a Seca (embrião do atual Departamento Nacional de Obras Contra as Secas – Dnocs) fez nascer esse desejo novamente, agora com Miguel Arrojado Ribeiro Lisboa, presidente do órgão.
No final da década de 10 no século XX (anos de 1919-1922), um paraibano assume a presidência do Brasil. Relatos no livro de José Américo, “A Paraíba e seus problemas”, mostram que houve um debate sobre essa transposição. A maior parte fala do ‘Rompe Norte” que, segundo José Octávio, focaliza a questão da transposição e seria um projeto grandioso, uma articulação do São Francisco com o Tocantins.
E mais uma vez a ideia foi interrompida e o tema só voltou a ser abordado no governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961). De acordo com José Otávio de Arruda Melo, sempre que havia seca se reacendia as discussões sobre o combate a esse problema e a transposição era tida como a salvação para isso.
Vem o governo de João Figueiredo (1979-1985) a intenção de ser presidente do Brasil fez Mário Andreazza, ministro de obras públicas, falar sobre o assunto para poder conquistar votos da região castigada pela estiagem, só que mais uma vez a obra sequer chegou a ir para o papel.
Para o historiador José Octávio de Melo, foi somente no governo de Fernando Henrique Cardoso (1994-2002), que finalmente a tão falada transposição começou a ser colocada no papel. Em 17 de julho de 1998, o então presidente da República visitou a cidade de Monteiro e, na época, fez um discurso à população dizendo que seria feito um estudo sobre a possibilidade da transposição.
Vieram os governos petistas de Luís Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff (2003-2016). Lula, em sua gestão, acelerou para que fosse iniciada a execução das obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco. Na gestão de Dilma, as obras continuaram a ser executadas e estavam previstas para terminar em 2014, mas não foi concluída.
E agora, somente 147 anos depois da primeira ideia, a transposição chega à Paraíba, no governo de Michel Temer. Ele concluiu o Eixo Leste, que deságua em Monteiro, para seguir a outros 70 municípios pelos leitos de rios.
Por Redação, com Aline Martins e Nice Almeida, do Correio Online
Em discurso na tribuna do Senado Federal nessa quinta-feira (9), o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) agradeceu ao ex-presidente Lula e lembrou a luta do seu pai, o ex-governador Ronaldo Cunha Lima (in memoriam) em favor da Transposição do Rio São Francisco.
Cássio disse que não há como deixar de reconhecer o agradecimento ao ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva. Segundo ele, o petista teve coragem, firmeza e capacidade política de fazer mais do que uma obra de engenharia civil. O tucano lembrou também considerou indispensável a participação do então vice-presidente José Alencar (in memoriam) para que a obra saísse do papel.
Em sua fala, o senador destacou a importância da obra para o estado, que não possui um único rio perene sequer. “Foi a maior emoção da minha vida pública. Já fui prefeito, governador, deputado federal, superintendente da Sudene, sou hoje senador, mas nunca tive uma alegria tão intensa, tão genuína, tão forte como a que tive ontem com a chegada das águas do São Francisco ao nosso estado”, confidenciou.
O senador cumprimentou os responsáveis pela obra de transposição, que, segundo ele, realizaram o que já era proposto pelo imperador D. Pedro II. Ele lembrou que ainda no governo do então presidente Itamar Franco (in memoriam), o debate sobre a transposição ganhou força e começou a dar os primeiros passos através da participação de dois paraibanos no Ministério da Integração.
Cássio também ressaltou a luta do ex-senador Marcondes Gadelha, que na década de 60, 70, já defendia a realização da obra.
Ronaldo Cunha Lima cobrou a obra
No dia 1º de dezembro de 1998, o então senador Ronaldo Cunha Lima pediu que as águas do rio São Francisco fossem transpostas para o interior do Nordeste. Ele afirmou que fazia seu pronunciamento em solidariedade ao “Grito das Águas”, movimento suprapartidário que aconteceu em Campina Grande.
Na época, ele disse que, na Paraíba, 70% dos açudes estavam secos. Lembrou que desde 1996 se anunciava uma grande seca para o Nordeste e que há 100 anos a transposição do São Francisco foi prometida. O senador recordou ter pedido a transposição ao então presidente Fernando Henrique Cardoso, com a certeza de que ele atenderia à solicitação. Da mesma forma, pediu à bancada paraibana no Congresso o apoio a uma emenda orçamentária em favor da transposição.
Ronaldo afirmou que continuaria pedindo pelos nordestinos “que, em sua crença, já pediram o São Francisco até a São José”. “Não importa que, em vez da asa branca, seja um tucano que anuncia o advento desse novo tempo”, disse.
Antes, no dia 8 de janeiro de 1998, Ronaldo Cunha Lima tinha defendido a urgente execução do projeto de transposição das águas do rio São Francisco, argumentando que, além de tecnicamente viável e economicamente rentável, com custo estimado em apenas R$ 800 milhões, a obra resolverá definitivamente o problema da sede no Nordeste.
“Se não solucionar o problema da seca, pelo menos a metade da população do semi-árido vai ter água para beber”, afirmou. Conforme o então senador, milhões de reais tinham sido gastos com ações quase sempre transitórias e o que foi despendido pelo governo durante a última seca seria suficiente para viabilizar a transposição de águas.
“Nesse caso, é mais barato construir”, ponderou. Ronaldo Cunha Lima considerava imprescindível a obra que, além de reduzir as perdas de água por evaporação nos açudes, aumentaria a segurança hídrica regional, garantindo o abastecimento perene às atividades econômicas”.
Por Alexandre Freire, com Jornal Correio da Paraíba
“O povo da Paraíba espera que, desta vez, suas expectativas de um futuro com o mínimo de viabilidade econômica não sejam novamente frustradas. O povo da Paraíba espera, também, que as populações dos Estados atendidos pela transposição tenham, no mínimo, o direito de obter água para beber, condição básica para a sobrevivência”. Esta declaração do empresário Roberto Cavalcanti foi proferida no dia 6 de agosto de 2006, no Senado Federal, quando ele representava a Paraíba no Congresso Nacional.
Na época, Roberto Cavalcanti subiu à tribuna para repercutir uma decisão do ministro Sepúlveda Pertence, do Supremo Tribunal Federal (STF), que acatou reclamação do Ibama, suspendendo o trâmite de um mandado de segurança impetrado por uma ONG (Organização Não Governamental) contrária à transposição “e que havia sido julgado, no mérito, por um juiz do Distrito Federal”.
“A decisão do ministro Sepúlveda Pertence permitirá a celeridade no julgamento de todas as outras ações relacionadas ao tema, permitindo que não mais se postergue o início das obras, anseio das populações dos Estados por elas beneficiadas”, disse Roberto Cavalcanti em seu discurso favorável à transposição do rio São Francisco.
O então senador fez um breve histórico dos entraves que estavam sendo postos para que as obras da transposição não fossem iniciadas. Com a conclusão dos Estudos de Impacto Ambiental e a concessão de licença prévia para o projeto de integração do Rio São Francisco com o semiárido setentrional expedida em 2005, segundo Roberto Cavalcanti, “as atitudes de correntes políticas contrárias ao projeto tornaram-se extremas”.
Ele lembrou terem sido ajuizadas ações solicitando a suspensão do projeto, particularmente nos estados da Bahia e Sergipe. Ele acrescentou que juízes de primeira instância na Bahia e em Sergipe passaram a conceder liminares seguidamente acatando os argumentos das ações impetradas contra a obra que salvaria o Nordeste setentrional (Pernambuco, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte) da tragédia da falta de água para consumo humano e animal. Ele lembrou, inclusive, que os efeitos da licença prévia emitida pelo Ibama, atestando a viabilidade do projeto, “foram suspensos por uma dessas liminares”.
“Uma outra liminar, também concedida por um juiz da primeira instância da Bahia, suspendeu a outorga de direito de uso emitida para o projeto pela Agência Nacional de Água, responsável pela concessão de outorga para os rios federais, como é o caso do São Francisco”, acrescentou o representante paraibano, na época.
Segundo Roberto Cavalcanti, ao julgar a reclamação de número 3.047, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a existência de conflito federativo sobre o projeto de integração do Rio São Francisco com as bacias hidrográficas do Nordeste setentrional, chamando para si a responsabilidade de julgar toda e qualquer ação relacionada ao tema.
“Esta decisão anterior do STF já foi muito importante, porque ela tinha a intenção de fazer com que todos os questionamentos eventuais sobre esse projeto fossem concentrados em um determinado tribunal para evitar essa procrastinação e essa proliferação de ações impeditivas para que o projeto acontecesse”, observou Roberto Cavalcanti, acrescentando que “foi exatamente por ter consciência dessa decisão do STF que o Ibama protocolou reclamação junto àquela Corte contra a sentença proferida por um juiz do Distrito Federal”.
No mérito, o magistrado acatava parcialmente o mandado de segurança de uma ONG do Estado de Minas, segundo Roberto Cavalcanti. Ele ainda lembrou que o Ibama, ao recorrer ao STF, contestou a competência do juiz federal para conceder o mandado de segurança, argumentando que só o Supremo poderia pronunciar-se sobre o assunto.
O presidente da República, Michel Temer (PMDB), publicou vídeo nas redes sociais para celebrar a inauguração da primeira etapa da obra da Transposição do Rio São Francisco, que será realizada nesta sexta-feira (10). Em sua fala, Temer confirmou presença na Paraíba.
O presidente destacou a importância da transposição e lembrou que a obra é fruto da ação de vários governos. Ele também disse que durante o seu governo a obra teve um incremento de recursos, o que possibilitou a inauguração da primeira etapa agora. “Sabemos a falta que a água faz para o Nordeste, por isso incentivamos a obra”, disse.
Michel Temer também prometeu a conclusão do eixo norte do projeto até o mês de janeiro do próximo ano.
Ex-médico foi condenado a 181 anos de prisão por estuprar 37 pacientes
Condenado a 181 anos de prisão por estuprar 37 pacientes, o ex-medico Roger Abdelmassih será submetido a uma perícia médica na manhã desta sexta-feira (10).
Segundo informações do G1, o resultado da avaliação deve amparar a decisão sobre o pedido dele para obter indulto humanitário. O detento possui problemas cardíacos desde 1984, mas precisa provar à Justiça que atende às condições para receber o benefício.
De acordo com a publicação, o exame custa R$ 10 mil, foi pago pelo réu e não tem prazo para o laudo ser concluído.
Pela atual legislação, o réu pode receber o indulto humanitário, com aval da Justiça, se tiver doença grave e permanente, que exija cuidados contínuos e não possam ser prestados no presídio.
O Palácio do Planalto está preocupado com possíveis protestos contra o presidente Michel Temer, durante a inauguração do Eixo Leste do projeto da Transposição do Rio São Francisco, nesta sexta-feira (10), na região Nordeste.
De acordo com o Palácio do Planalto, a solenidade, que estava marcada para o sábado (11), foi antecipada por causa da aceleração da vazão da água.
A agenda de Temer na Paraíba começa em Campina Grande, onde deve assinar uma Ordem de Serviço liberando recursos para melhorias na BR-230 e visitará o Complexo Habitacional Multimodal – Aluízio Campos.
Na sequência, o presidente irá visitar cidade de Sertânia, no interior de Pernambuco e segue para Monteiro, na microrregião do Cariri paraibano. Os horários das visitas ainda não foram divulgados pelo Palácio do Planalto.
Antes da viagem, no entanto, a equipe do governo se mobilizou, durante toda essa quinta-feira (9), para montar um esquema de segurança que proteja Michel Temer de protestos.
Segundo informações da coluna Painel, da Folha de S. Paulo, a equipe chegou a acionar o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), para que ele ajudasse a mapear a possibilidade de haver manifestações nos locais.
Amigo da bancada ruralista no Congresso e tendo o agronegócio como principal financiador de suas campanhas, além de ter sido relator da PEC 215, uma proposta de emenda à Constituição que altera o sistema de demarcação de terras indígenas, o novo ministro da Justiça, Osmar Serraglio, afirmou que “terra não enche barriga”, ao comentar os conflitos agrários no Brasil, especificamente a questão dos índios.
“O que acho é que vamos lá ver onde estão os indígenas, vamos dar boas condições de vida para eles, vamos parar com essa discussão sobre terras. Terra enche a barriga de alguém?”, disse o ministro de Temer, que assumiu a cadeira no último dia 7.
Ele também criticou a atuação de ONGs ligadas à causa. “Ouço muito essas ONGs levando dinheiro, inclusive dinheiro oficial na saúde. A saúde do indígena. Eu vejo, você vê, os indígenas são tratados quase como uns animais”.
Depois, defendeu a CPI da Funai, em andamento na Câmara e que é formada em sua maioria por ruralistas, como uma forma de esclarecer os desmandos no setor.
Ele ainda disse que não escolherá nenhum lado na batalha entre ruralistas e índios, e fala em pacificar a crise no campo usando a Constituição. As informações são da Folha de S. Paulo.
O ex-presidente da Funai e sócio-fundador do Instituto Socioambiental (ISA), Marcio Santilli, rebateu as declarações. “Os índios não estão preocupados em encher a barriga, estão preocupados em ter suas terras demarcadas e respeitadas”, afirmou.
Em novembro do ano passado, em uma decisão incomum, a Casa Civil da Presidência da República mandou devolver à Funai 13 processos de demarcação de terras indígenas, que se referem a 1,5 milhão de hectares em 11 Estados, que aguardavam homologação presidencial.
A deputada estadual Danielle do Vale reuniu apoiadores em Mamanguape durante o “Arrastão do Vale com Lula”, mobilização em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O ato reforçou a atuação da parlamentar na coordenação da campanha petista na região do Vale do Mamanguape.
Levantamento da Vox Brasil aponta Lula à frente de Flávio Bolsonaro nos votos válidos e na pesquisa estimulada, mas os candidatos seguem tecnicamente empatados dentro da margem de erro.
A deputada Cida Ramos divulgou a programação do “Lulaço João Pessoa”, mobilização em apoio a Lula que acontece neste sábado (24), na capital paraibana. O evento terá carreata, caminhada pela Avenida Epitácio Pessoa e ato cultural no Busto de Tamandaré, na véspera do segundo turno.