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Alunos ficam feridos após teto de sala de aula da UEPB cair, em Guarabira

Parte do reboco de uma sala do Campus III da UEPB caiu durante avaliação
Parte do reboco de uma sala do Campus III da UEPB caiu durante avaliação

Dois estudantes do curso de direito ficaram feridos, após parte do reboco do teto da sala de aula onde eles estavam caiu durante uma avaliação em grupo na cidade de Guarabira, no Agreste paraibano, na segunda-feira (20). Segundo o aluno Bruno Vinícius, que foi atingido na cabeça, o acidente aconteceu no Centro de Humanidades do Campus III da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).

Segundo o diretor do campus de Guarabira, Valdecir Ferreira Chagas, a sala onde aconteceu o acidente está interditada e os alunos estão tendo aulas em outro setor. Ainda de acordo com o diretor, um engenheiro da UEPB vai até o local nesta terça (21) ou quarta-feira (22) para fazer uma vistoria.

O estudante conta que o teto desabou por volta das 13h30. “Estávamos fazendo uma atividade avaliativa em grupo, eu e mais dois colegas. Quando a professora entregou as atividades e a gente começou a responder, o teto começou a desabar. O nosso grupo estava justamente no local que estava caindo e quando começou a correria na sala, o reboco desabou de vez. Minha colega foi atingida no braço e no ombro e boa parte do entulho caiu sobre minha cabeça”, explica Bruno Vinícius.

Do G1PB

Preso suspeito de chefiar quadrilhas de roubos e homicídios na PB e RN

Espingardas foram encontradas com o suspeito
Espingardas foram encontradas com o suspeito
Espingardas foram encontradas com o suspeito

Um homem apontado pela Polícia Civil como chefe de uma quadrilha que atua em assaltos, homicídios e tentativa de homicídios na Paraíba e no Rio Grande do Norte foi preso, na tarde dessa segunda-feira (20), na Zona Rural do município de Santa Cruz, no Sertão paraibano, a 460 km de João Pessoa. Além da prisão, a polícia apreendeu um carro e duas motos, todos roubados, diversas munições e seis espingardas.

De acordo com o delegado Seccional de Sousa, Sylvio Rabello, o suspeito é fugitivo da Justiça do Rio Grande do Norte, onde responde a processos por homicídios e tentativas de homicídios.

“Iniciamos uma operação na tarde dessa segunda e conseguimos localizar o suspeito em um sítio, onde encontramos o arsenal e os veículos roubados. Acreditamos que ele faz parte de uma quadrilha com atuação na divisa Paraíba-Rio Grande do Norte e que ele seja um dos cabeças do grupo. Além disso, temos informações de que ele aluga as armas para que outras pessoas possam promover crimes na região de Sousa”, contou o delegado.

Preso, o homem foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil em Sousa, onde prestou depoimento e foi transferido para o presídio local. Ainda segundo o delegado, os veículos apreendidos na operação estão no pátio da delegacia.

“Levamos todo o arsenal apreendido e os veículos para a delegacia. Agora, iremos tentar descobrir como , quando e onde os veículos foram roubados para tentar devolvê-los aos seus respectivos donos”, disse o delegado Sylvio Rabello.

Da Secom-PB

Luta contra discriminação racial deve continuar, diz ativista

“A luta não acabou e agora não é só pelos negros, é por mulheres, muçulmanos, mexicanos e qualquer outro grupo alvo de discriminação”. As palavras, em defesa da continuidade do movimento pelos direitos civis nos Estados Unidos, são de John Feagin, 87 anos, professor aposentado que participou do Boicote aos Ônibus no Alabama – protesto histórico no Sul do país que resultou na revogação das leis estaduais que segregavam brancos e negros no transporte público.

Para lembrar hoje (21) o Dia Internacional contra a Discriminação Racial, data instituída pelas Nações Unidas (ONU) em 1960, a Agência Brasil visitou a cidade de Montgomery, capital do Alabama e palco do boicote de dezembro de 1955 a 1956. Foi lá que o movimento negro norte-americano contra a desigualdade se consolidou.

No centro histórico da cidade sulista, a Igreja Batista da Avenida Dextel e o Museu Rosa Parks abrigam detalhes da história da luta pelos direitos civis do país. Fomos à igreja batista, construída em 1877, local de congregação da comunidade negra na época.

O então jovem pastor batista Martin Luther King Jr, assumiu a liderança da igreja em 1954. No ano seguinte, em dezembro de 1955, a comunidade negra se reuniu comandada por ele e decidiu iniciar a boicote aos ônibus do transporte coletivo de Montgomery, após a prisão da costureira Rosa Parks.

“Todo mundo já estava bem cansado das leis separatistas. Era humilhante demais, e a prisão da Rosa Parks, quando ela se recusou a ceder o lugar no ônibus para o homem branco, nos impulsionou”, contou John Feagin.

Ele tinha 23 anos na época e lembra que Martin Luther King já defendia a marcha pacífica na luta pelos direitos civis. “Votamos uma resolução aqui na igreja e dividimos as tarefas.”

Memória

Rosa Parks foi presa no dia primeiro de dezembro e solta após pagamento de fiança. Feagin diz que ele fez parte da equipe de divulgação, junto a outros colegas da Universidade do Alabama. “Nós começamos a rodar [imprimir] os panfletos e naquele mesmo dia todos os bairros da população negra tinham recebido o aviso para não usar o transporte público.”

Mulheres e homens negros passaram a usar meios de transporte alternativos, como carona e caminhadas em marchas que atingiram também outras cidades na região, como Selma.

O protesto durou 382 dias até que, no dia 20 de dezembro 1956, quando a Suprema Corte determinou a inconstitucionalidade das leis segregacionistas nos ônibus coletivos do Alabama. “Todos nós marchamos, mas nós – que éramos os mais jovens e tínhamos um papel de comunicação de massa – mandávamos folhetos e ajudávamos a manter o espírito de todos mobilizados, na conversa do dia a dia, assim como o pastor dava seus sermões inspiradores aos domingos”, detalha. E ressalta que o processo foi muito difícil, com muita resistência e hostilidade.

Luta contínua

John Feagin conversou com a Agência Brasil em frente a um mural no interior da igreja que ele mesmo ajudou a pintar. Além dele, outros 17 participantes do boicote ainda estão vivos e frequentam a cidade. “Sabemos que acumulamos a história da luta pela igualdade neste país, mas também sabemos que não acabou”, diz. “Como dizia o pastor Martin temos que nos manter em movimento, lutando por todos”, acrescenta.

Em frente à igreja, um grupo de norte-americanos brancos vindos de Chicago cumprimenta Feagin, enquanto ele aguarda a abertura da igreja. “A secretária da igreja contou que o senhor esteve no boicote. Que orgulho conhecê-lo”, diz um dos integrantes do grupo.

Na entrevista, o professor aposentado conta que é otimista quando avalia a trajetória da luta pelos direitos civis e igualdade racial. “Se hoje somos um país unificado e se hoje temos leis que nos protegem isso se deve a essa luta”, avalia. “Com o avanço da lei, o racismo ganhou nuances mais veladas.”

Educação

No Museu e Biblioteca Rosa Parks, instituição mantida pela Universidade Troy (uma faculdade privada), os visitantes têm acesso a um acervo importante de documentação da época do protesto e à história de sua biografia. “Nosso foco é a educação. Por isso, oferecemos cursos e pequenas palestras para estudante do ensino fundamental até o ensino médio”, conta a diretora do Museu, Felicia Bell.

Além de cursos, e do tour guiado multimídia, os visitantes têm acesso a exposições de arte relacionadas ao tema da igualdade racial.

Atualmente o museu recebe uma exposição fotográfica e biográfica de mulheres que fazem parte da luta contra a discriminação nos dias de hoje. “Aqui queremos continuar o legado de Rosa Parks, empoderando e conscientizando as pessoas do que elas podem alcançar”, comenta a diretora.

Uma excursão de alunos universitários do Estado de Wisconsin, quase 1,2 mil quilômetros do Alabama visitava o museu e a cidade. “Viemos em uma caravana. Acreditamos que é extremamente importante visitar nossa história e ver como os movimentos se moveram ao longo dos anos. Precisamos levar o que vimos aqui e multiplicar nas escolas”, contou Karen Dominguez, uma jovem coordenadora da Universidade de Wisconsin que participava da excursão. Com informações da Agência Brasil. 

Internacional-PB perde goleiro destaque do Paraibano e treinador

Goleiro Adson deixou o clube
Goleiro Adson deixou o clube
Goleiro Adson deixou o clube

O goleiro Adson e o técnico Laerte Santos não fazem mais parte da equipe do Internacional-PB. A diretoria do Colorado, no entanto, agiu rápido e contratou o treinador Elinaldo Gomes, ex-Auto Esporte e Santa Cruz-PB, que já dirigiu a equipe no último domingo (19), na derrota por 2 a 1 para o CSP. Acesse o Voz da Torcida.

Laerte Santos comandou o Inter-PB em apenas quatro jogos e acumulou três empates e uma derrota. Na última sexta-feira (17), porém, entregou o cargo à diretoria do clube, alegando problemas particulares.

O substituto de Laerte é o treinador Elinaldo Gomes, que volta ao futebol paraibano após oito anos sem comandar uma equipe do estado. Suas últimas experiências foram no Auto Esporte, em 2007, e o Santa Cruz-PB, em 2008.

Elinaldo assumiu a equipe no sábado e teve apenas 30 minutos de treino com a equipe, antes de enfrentar o CSP, no domingo (19), no CT Ivan Tomaz. O resultado da partida, porém, não foi positivo para o Colorado, que segue na sétima colocação, mas viu a vantagem sobre o Tigre diminuir de cinco pontos para apenas dois.

Sem goleiro

O Internacional-PB ainda teve o desfalque do goleiro Adson, na derrota por 2 a 1 para o CSP. O arqueiro vinha se destacando no Paraibano e rescindiu o contrato, por isso já não faz mais parte do elenco colorado. A informação foi confirmada pelo treinador Elinaldo Gomes, que espera conhecer melhor o elenco durante a semana e contratar alguns reforços.

O próximo compromisso da equipe de Elinaldo é no próximo domingo (26), diante do Campinense, no Estádio Amigão, em Campina Grande.

Por Redação, com informações do Voz da Torcida

Em JP, ex-ministra do STJ pede fim do foro privilegiado

Eliana Calmon
Eliana Calmon

A ex-ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Eliana Calmon, defendeu, nesta terça-feira (21), em João Pessoa o fim do foro privilegiado. Na sua opinião, esse instituto “serve para não funcionar”, o que protege os políticos.

No entendimento da ex-ministra, pela primeira vez na história o Poder Judiciário está se posicionando contra a corrupção no país. “Sempre foi convivente com ela”, disparou.

A ex-ministra do STJ está em João Pessoa onde participa de um evento no auditório do Sindicato da Indústria da Construção Civil de João Pessoa (Sinduscon). Ela ministrará o painel ‘Ética e Compliance para uma Gestão Eficaz’, promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção. Eliana Calmon defendeu mudanças no sistema político e nos partidos que, na sua visão, estão “apodrecidos”.

Do Portal Correio

Consumidor deve ficar atento ao aspecto da carne, dizem especialistas

O cuidado com a temperatura na conservação de alimentos frescos e perecíveis como a carne é a principal dica de especialistas para os consumidores após a deflagração da Operação Carne Fraca, pela Polícia Federal, na última sexta-feira (17). Doutor em Tecnologia de Alimentos, o professor da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp,(Universidade de Campinas), Sérgio Pflanzer, afirma que os conservantes utilizados pelas indústrias da carne, mencionados nos relatórios da Polícia Federal, são autorizados pelas autoridades sanitárias brasileiras e não são capazes de modificar a essência dos produtos.

Apesar de sugerir recomendações aos consumidores sobre o aspecto dos alimentos, a Proteste – Associação de Consumidores – adotou uma posição mais rigorosa: orienta os cidadãos a não comprarem produtos das empresas envolvidas nas irregularidades. A operação da Polícia Federal bloqueou R$ 1 bilhão de empresas suspeitas de subornar fiscais para que carnes vencidas fossem reembaladas e liberadas para comercialização.

Algumas das maiores empresas do ramo alimentício do país estão na mira das investigações, entre as quais a JBS, dona do Big Frango e Seara, e a BRF, detentora das marcas Sadia e Perdigão.

“Foi falado em alguns momentos que a indústria maquiava a carne para comercializar. Essa é uma interpretação errada, no meu entendimento. Com as substâncias aprovadas, isso não é possível. Você não consegue utilizar [aditivos] para mascarar uma carne deteriorada. Visualmente, quando você adiciona algum produto, a carne fica pior do que estava antes”, explicou o professor Sérgio Pflanzer, mencionando conservantes como nitrito, fosfato e os ácidos sórbico e ascórbico [vitamina C]. “Nenhuma dessas substâncias aprovadas consegue mascarar uma carne fresca deteriorada”, afirma.

Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), segundo o especialista, aprova a utilização dos produtos, a maioria com um limite máximo permitido. “Se eu usar em excesso, o produto vai ficar caro, porque os ingredientes são caros, e vão desenvolver características indesejáveis ao produto. Se eu colocar demais, por exemplo, o ácido ascórbico, que foi falado muito nos últimos dias, a percepção sensorial vai ficar comprometida. O consumidor estará seguro, ela não causa mal, mas ninguém vai conseguir consumir o produto, então a indústria não vai fazer isso”, argumenta.

Já a temperatura, de acordo com Sérgio, precisa de um “controle rigoroso”, tanto na aquisição por frigoríficos como no armazenamento em supermercados e açougues. O professor alerta, contudo, para a importância dos fiscais agropecuários ao analisar as características de refrigeração e de validade da carne.

“Cabe à fiscalização liberar ou não. Não é porque chegou um carregamento que deveria estar armazenado a 7ºC e estava a 8ºC [que obrigatoriamente deve ser descartado]. Existem outros dados que indicam que a carne não pode ser comercializada, como a cor e o aroma”, avalia. No caso de alguma carne vencida, Sérgio explica que o congelamento inibe o crescimento de bactérias, o que pode manter a segurança do alimento.

“Ela deveria também ser descartada, mas se for utilizada, não vai oferecer risco. Na maioria dos casos, eles não são autorizados. Mas dependendo da condição, o fiscal pode liberar. Cabe a ele avaliar lote a lote, peça por peça, se podem ser utilizados”, sugeriu.

Não recomendado

Segundo Sonia Amaro, advogada e representante da Proteste, o posicionamento da entidade é que os consumidores deixem de comprar carnes que têm como origem os frigoríficos alvo da operação. Ela explica que a orientação tem como objetivo evitar malefícios à saúde dos consumidores, que, como leigos no assunto, não têm condições de garantir a qualidade dos produtos.

“Com tudo que foi divulgado nessa operação, o nosso posicionamento, diante da gravidade do assunto, é dizer para o consumidor: não compre produtos dessas empresas. O consumidor, que é a parte vulnerável, não pode ter a certeza de que a carne não vai fazer mal à sua saúde. Como ele vai se proteger? Não tem como. Por isso, a Proteste adotou essa postura”, disse Sonia.

Cuidados

Apesar da contraindicação, Sonia e o professor de Qualidade de Carne dão dicas gerais para o consumidor ficar atento na hora de ir ao supermercado. Para as peças vendidas em bandejas de isopor e embaladas com plástico, a atenção à cor e ao aroma são as principais orientações. Em geral, alertam os especialistas, o prazo de conservação aceitável desse tipo de alimentos em refrigeradores é de no máximo três dias.

“Como entidades de proteção ao consumidor, nós sempre recomendamos que seja observada minimamente a higiene do local. Checar se os funcionários que estão em contato com alimento usam luvas e toucas. Em segundo lugar, o aspecto do produto, verificar se a embalagem não está violada, e o cheiro do alimento”, aconselha Sonia Amaro.

A representante do Proteste sugere também que os consumidores analisem se não há água escorrendo dos refrigeradores, porque isso pode ser um sinal de que foram desligados à noite. A preferência por carnes que possuem embalagens originais também é recomendada, pois nelas é possível saber a origem do produto e se ele possui selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF).

“Essa é a maior garantia de que a carne foi inspecionada. Vamos imaginar que, quase na totalidade, o sistema funciona muito bem, salvo algumas exceções que a Polícia Federal mostrou que existem falhas de fiscalização. São pontuais, mas existem. Então, a gente parte do princípio de que o serviço de inspeção federal é o melhor. Depois, a gente tem o estadual, o municipal, que sou honesto em dizer que nem sempre funciona da mesma maneira”, finaliza o professor.

Por Redação, com Agência Brasil

Gás de cozinha deve aumentar até R$ 4 por botijão na Paraíba

O preço do gás liquefeito de petróleo para uso residencial vendido em botijões de até 13 kg (GLP P-13), o gás de cozinha, vai aumentar, em média, R$ 4 por botijão a partir da zero hora desta terça-feira (21) na Paraíba. O reajuste, de 9,8%, foi autorizado pela Petrobras e vai ser repassado integralmente aos consumidores.

Segundo o presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás de Cozinha da Paraíba, Antônio Marcos, os revendedores não podem repassar o reajuste menor ao consumidor porque o produto já vai ser repassado a eles pelas distribuidoras com novos preços.

“A Petrobras autorizou o reajuste e as distribuidoras já vão nos repassar os produtos com aumento de 9,8%. Por isso, também teremos que repassar esse percentual para os consumidores. Como o preço atual varia entre R$ 48 e R$ 52, prevemos que o aumento seja de até R$ 4”, afirmou Marcos Antônio.

O último reajuste realizado pela Petrobras ocorreu em 1º de setembro de 2015. A correção atual não se aplica ao GLP destinado a uso industrial.

Por Halan Azevedo

Bandidos invadem casa e levam mais R$ 70 mil em Mamanguape

Homens armados invadiram uma casa na manhã desta segunda-feira (20) no bairro Alto do Cemitério, em Mamanguape, no Litoral Norte paraibano. Segundo a polícia, os bandidos renderam uma mulher e roubaram R$ 70 mil em espécie, além de R$ 30 mil em cheques e celulares.

“Eram quatro pessoas, um ficou no carro, os outros três na porta da minha casa. Eles perguntaram pelo meu esposo e pelo meu sogro, quando eu disse que ambos não estavam, invadiram a minha residência”, disse a vítima.

Antes de deixar o local do crime, os assaltantes trancaram a mulher e duas crianças em um dos cômodos da casa.

Equipes da Polícia Militar da 2ª CIA realizaram diligências por toda região, porém até o momento os suspeitos não foram presos.

Policiais da 7ª Delegacia Seccional investigam o caso.

Da Redação, PBVale 

“Eu vi idosas de 70 e 80 anos de forma espontânea”, afirma prefeito sobre visita de Lula em Monteiro

O prefeito de Rio Tinto, Fernando Naia, esteve presente durante as visitas dos ex-presidentes Lula e Dilma no último domingo (19), as obras concluídas da transposição do rio São Francisco, na cidade de Monteiro, no cariri paraibano. Naia afirmou na manhã desta terça-feira na Correio do Vale, que o povo não se deixa mais enganar por políticos tradicionais mentirosos e aristocratas.

“O povo não está disposto mais a ser enganado, o povo da Paraíba está dizendo há vários anos que não aguenta mais ser ludibriado, iludido por políticos tradicionais, que insistem em enganar o povo, que insistem na tese de uma mentira ser dita mil vezes para virar verdade”, avaliou o socialista.

Para o rio-tintense, o povo deu uma resposta aos aristocratas que estiveram inaugurando a obra sem citar os devidos merecimentos a Lula e Dilma. “Estiveram lá mentindo, excluindo Lula e Dilma, padre Djaci brasileiro, Ciro Gomes, os verdadeiros personagens que levaram a água do São Francisco para todo o Nordeste, e principalmente a Paraíba.   

Para Naia, se existisse uma identidade de registro, o nome do pai era Lula, a mãe seria Dilma, e a testemunha que assinaria a emissão dessa identidade seria o povo brasileiro, o povo nordestino, e não políticos tradicionais que querem tirar proveitos.

 “Nós vimos idosas de 70 e 80 anos, de forma espontânea, eu filmei isso quando estávamos engarrafados na entrada da cidade por cinco quilômetros. Não tinha mais como entrar na cidade e o povo deixando os carros as margens da BR, dentro do mato e seguindo a pé. Esse é um momento histórico”, afirmou.

“Na época da Sudene, um senador disse que o projeto do rio São Francisco era inviável, de forma descarada, dizia que não tinha sentido investir naquele projeto, esse senador tem nome e sobrenome, sorriso largo e só faz política de costa para o povo, mas estava lá na inauguração do golpe”, disparou.

Naia esteve no último domingo no palco da comitiva que fez a inauguração simbólica da transposição. Na oportunidade, dialogou e fez selfie com personagens da política nacional, a exemplo do senador pelo Rio de Janeiro, Lindberg Farias, deputada federal Benedita da Silva, senadora do Amazonas, Vanessa Grazziotin, e de lideranças estaduais, como o secretário de articulação Buba Germano e o governador Ricardo Coutinho.

Escute entrevista do prefeito Naia: 

“Hino da transposição” e ligação de Temer para cantor Flávio José são destaques em mídia nacional

Cantor Flávio José
Cantor Flávio José

A música ‘Deixe o Rio Desaguar’, de Aracílio Araújo e interpretada pelo cantor paraibano Flávio José é destaque nesta segunda-feira (20) em matéria da Folha de S. Paulo. Jornalistas da Folha enviados especialmente a Monteiro para cobrir a chegada das águas do Rio São Francisco à cidade, através das obras da transposição, fizeram uma reportagem com o cantor ressaltando a música que virou o “hino da transposição”.

Veja o vídeo com o cantor Flávio José e a matéria completa

Em vídeo, Flávio José conta da surpresa ao receber uma ligação do presidente Michel Temer o parabenizando pela interpretação da música. “Eu estava em Campina Grande, tinha acabado de chegar de São Paulo. Jassa disse: ‘Tem um amigo meu aqui de São Paulo que quer falar com você’, e passou o telefone. ‘Oi, Flávio, aqui é o Michel Temer. Estou ligando para parabenizar pela música, muito bonita, chegou na hora certa’”, contou o cantor.

‘Deixe o Rio Desaguar’ traz versos como “O São Francisco com sua transposição/ No meu Nordeste o progresso vai chegar/ Se é que o Brasil agora está na mão certa/ Na contramão o meu sertão não vai ficar” e “Priorize esse projeto, seu doutor/ E deixe o rio desaguar”.

Flávio José destacou que, apesar da música se encaixe para atual momento, na verdade a canção foi composta há mais de 20 anos e gravada por Flávio, há 17 anos –no álbum “Seu Olhar Não Mente”, de 2000.

Do PBVale, via Blog do Gordinho 

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