Na manhã desta terça-feira (25), um dos concursados aprovados no Concurso Público de Curral de Cima, Felipe Gomes, utilizou suas redes sociais para fazer um apelo público ao prefeito Adjamir Souza. No desabafo, Felipe denunciou casos de perseguição sofridos por diversos concursados, que, segundo ele, estão sem receber seus salários, mesmo após terem garantido suas vagas por meio de aprovação no certame.
De acordo com a publicação de Felipe, o município estaria sob um verdadeiro regime autoritário, no qual as decisões do atual gestor não consideram os interesses da população como um todo, mas sim atendem apenas a interesses pessoais e de apoiadores políticos.
Decreto polêmico e resistência à nomeação de concursados
Felipe relembrou que, logo no início de sua gestão, o prefeito Adjamir Souza criou um decreto de 15 dias, fechando as portas da prefeitura e impedindo que os concursados assumissem seus cargos. Ainda segundo Felipe, desde o começo houve uma forte resistência por parte do gestor em aceitar os aprovados do concurso, chegando a tentar cancelar o certame. Na época, o prefeito teria usado de má fé contra a instituição responsável pela organização do concurso, alegando irregularidades que, de acordo com Felipe, já haviam sido corrigidas pela gestão anterior.
Além disso, Felipe destacou que o prefeito não respeitou a Lei de Criação dos Cargos, que foi votada, aprovada e sancionada pela gestão anterior, garantindo legalmente a existência dos postos de trabalho conquistados pelos aprovados no concurso público.
Perseguição e tentativa de desistência forçada
Felipe também denunciou que, desde então, os concursados vêm sendo humilhados e perseguidos de várias formas, numa clara tentativa de forçá-los a desistir de suas vagas. A estratégia, segundo ele, é abrir espaço para que a atual gestão beneficie aliados políticos com cargos comissionados e contratações temporárias.
Muitos dos aprovados tiveram que recorrer à Justiça para garantir o direito de assumir os cargos e receber os salários. A situação gerou um verdadeiro embate jurídico entre concursados e a gestão municipal.
Portarias sem efeito e irregularidades administrativas
Outro ponto destacado por Felipe foi a emissão de mais de 50 portarias para nomear os concursados. No entanto, em resposta, a gestão municipal teria emitido novas portarias, anulando as anteriores. O problema é que nenhuma dessas portarias foi devidamente publicada no site oficial da prefeitura, o que, de acordo com a legislação vigente, torna os documentos sem efeito legal, já que apenas passam a ter validade após a publicação oficial.
A denúncia pública de Felipe Gomes expõe um cenário de instabilidade e insegurança para os aprovados do concurso de Curral de Cima, que, mesmo após conquistarem suas vagas de forma legítima, enfrentam um verdadeiro calvário para exercer seus direitos e receber seus salários. O apelo ao prefeito Adjamir Souza é para que respeite a legalidade do concurso e garanta o direito constitucional dos concursados, pondo fim às perseguições e irregularidades denunciadas.


Da redação, com informações do ExpressoPB







Com uma agenda agitada, o prefeito de Mamanguape, Joaquim Fernandes, anunciou nesta quarta-feira (26) o pagamento antecipado dos salários de todos os servidores municipais. A medida tem como objetivo permitir que os funcionários aproveitem o Carnaval com mais tranquilidade e, ao mesmo tempo, contribuir para a movimentação da economia local. 
Durante entrevista ao programa Correio Debate, em João Pessoa, nesta terça-feira (25), o prefeito de Mamanguape, Joaquim Fernandes, ressaltou a importância das parcerias políticas para o desenvolvimento do município. Em sua fala, ele enfatizou o trabalho conjunto com a deputada estadual Danielle do Vale e o deputado federal Hugo Motta, além do apoio da ex-prefeita Eunice Pessoa.


A Procuradoria-Geral de Justiça decretou três dias de luto oficial no Ministério Público da Paraíba pelo falecimento do procurador de Justiça aposentado, Valberto Cosme de Lira. O membro do MPPB serviu à instituição por mais de 40 anos. A notícia de sua morte, aos 76 anos, deixou muita gente triste e pesarosa, entre integrantes da instituição, amigos, jornalistas (por meio dos quais sempre manteve um diálogo com a sociedade), operadores do Direito, autoridades do Estado, entre outros. O MPPB solidariza-se com seus familiares.


