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quinta-feira, 1 outubro 2026
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Hospital São Vicente oferece tratamento para os casos de leucemia e reforça compromisso no Fevereiro Laranja de conscientização à doença

A frase, “o sertanejo é antes de tudo um forte”, de autoria do escritor Euclides da Cunha em sua obra “Os Sertões” se aplica bem a realidade de duas irmãs de Cajazeiras-PB, no alto sertão paraibano, Kássia e Késsia, que juntas vivem a realidade da internação hospitalar, após a descoberta de uma leucemia que se manifestou de forma repentina em menos de uma semana na vida da técnica de enfermagem Késsia, e agora, está sob os cuidados de uma equipe multidisciplinar do Hospital São Vicente de Paulo (HSVP), 2ª referência em oncologia pelo SUS na capital.

O transcurso da vida nem sempre segue da forma esperada, e as surpresas acontecem muitas vezes para mostrar que haverá sempre uma jornada para ser superada, e está sendo assim na rotina da jovem Késsia, quis o destino, ao invés de continuar no cuidado aos doentes que lhes foram confiados, viver o outro lado da assistência na condição de enferma.

Ela relatou que tinha uma vida normal como mãe de família e trabalhadora da saúde. Não tinha nenhuma doença de base, à exceção de uma hipertensão arterial adquirida ainda na última gestação da terceira filha, mas alguns dias atrás, começou com fortes dores nos joelhos que vinham e iam embora na medida que tomava anti-inflamatórios. “Geralmente voltava à noite, de forma latejante, e esses sintomas aconteceram há quase três semanas, e daí a dor piorou como se estivesse subindo pelas pernas, coxa, virilha esquerda, foi quando decidi procurar ajuda para investigar”, lembrou.

Késsia começou a ser cuidada inicialmente em sua terra natal e passou pelos cuidados de três especialistas: a princípio um ortopedista para investigar as dores nos joelhos que diagnosticou uma artrose, depois um cirurgião vascular a fim de descartar uma possível trombose, mas afastada a suspeita, identificou um grande aumento dos gânglios nas virilhas, e por isso, foi recomendada a procurar um clínico que também se valeu de outros exames, pois desconfiava que as plaquetas estivessem baixas, e tinha a probabilidade de ser uma dengue ou chikungunya.

Entre idas e vindas aos médicos, sempre se queixava de fortes dores, ao ponto de sentir a vontade de arrancar os membros inferiores, tamanha era a dor. Sob os cuidados do clínico que decidiu pela internação para continuar com a investigação e se municiar de exames que pudessem respaldar o diagnóstico, os exames confirmaram a alteração das plaquetas, leucócitos e função hepática.

Para investigar melhor, o profissional que acompanhava o caso solicitou novos exames, dessa vez, uma ultrassonografia, tomografia, e uma série de outros exames de sangue, que novamente vieram com resultados nada favoráveis. “Foi quando o diretor clínico do hospital que estava internada, suspeitou de leucemia, mas ficou o impasse para a comprovação, pois só seria possível com a realização de uma punção da medula e lá não fazia”, relatou Késsia.

Segundo ainda a técnica de enfermagem, internada no hospital que trabalhava, ganhou a solidariedade dos colegas que perguntavam, davam opinião e tergiversavam sobre a possibilidade de ser uma doença autoimune, ou até mesmo, dengue hemorrágica, em razão da piora no quadro com apresentação de sangramento pela genitália, além do aparecimento de manchas roxas e pintas vermelhas por todo o corpo e olhos.

Diante do quadro, decidiram pela transferência da paciente e acionaram o sistema de regulação para a efetivação da internação num hospital de referência na capital, a fim de realizar a punção da medula e outros exames de sangue para confirmação da leucemia e o tipo.

Confirmada a leucemia, Késsia, desabafou que na espera do resultado do tipo, fica com um turbilhão de pensamentos e de cara, o medo do desconhecido. Não esconde a ansiedade e se questiona: “o que vou passar e o que ainda vou sentir? Vou me recuperar, me curar? Mas com certeza vem o pensamento da morte, pois a palavra câncer é muito forte”, lamentou entristecida.

Ela lembrou que para os dias nada fáceis, resta ficar rezando e confiando em Deus, e o sentimento que alivia é o de gratidão por estar sendo cuidada pelos outros. “Outros questionamentos chegam como o que se deve dar valor a vida e o que não se deve dar tanto valor assim. Tantas coisas que vai passando e a gente não percebe. Tudo muda. É como se você tivesse vivendo uma nova vida, mas os meus planos é de me recuperar e voltar a trabalhar para cuidar da vida do outro”, disse esperançosa.

Ela destacou que tanto a evolução da doença, como o cuidado foi muito rápido e que não faltou assistência, mas lamenta a dor que a família está passando, porém acredita na superação por ser de muita oração e fé. “A lição que fica é que a vida é passageira e nesse Fevereiro Laranja procurem se cuidar. Se sentirem uma dor na unha, vão atrás, e valorizem pequenos sinais. Façam check-up anual. Às vezes, sentia pequenos sintomas como dores nos ossos, principalmente no frio, ou até mesmo pinicões no corpo”, lembrou.

Késsia Pereira destacou que o atendimento no Hospital São Vicente está ótimo e vê que o hospital segue as linhas do cuidado. “A psicóloga veio me visitar e vi que outras pessoas tem se importado comigo, procuraram saber de mim. Já recebi doação de sangue, pois preciso muito, e todos esses gestos fortalecem muito a gente. Minha mãe tem orado por mim e meu esposo, que está cuidando das nossas filhas, todo dia envia mensagem”, disse.

Companhia fiel, a professora de ensino superior e irmã caçula, Kássia Pereira, deixou a família e emprego no sertão para cuidar da mana, pois sempre na família quando um precisa, o outro chega junto. “As coisas nos pegam de surpresa, mas é preciso reagir na hora, e ela sabe que não está sozinha e pode contar conosco”, desabafou.

E quanta lição Kássia tem ensinado, não só aos seus alunos de uma faculdade privada em Cajazeiras, que ficaram na espera da mestra, mas naqueles que convivem ao ouvirem as confortáveis e sinceras palavras de fé e de esperança. “Por mais que tentemos buscar força nas coisas lógicas, é difícil, elas se vão, mas de fato é importante buscar apoio de Deus. Como tivemos uma educação muito religiosa, e na perspectiva, de estarmos no ano da esperança, me agarro ao pensamento que a esperança não decepciona, então isso acalma, deixa a gente mais tranquila”, desabafou.

Ela lembrou que vive um dia de cada vez, e por isso tem o dia de hoje, o agora.  “Pensar quantos dias vou ficar aqui, não me ajuda. É muito difícil ter que dar força a ela, nesse momento, por ser um momento inicial da descoberta, do choque, do impacto da hora. Num diálogo com ela disse que viver vale a pena, então é pensar em viver e não que vai morrer daqui a um ano ou não sei até quanto tempo, mas pensar que a gente tem o agora para viver, e viver da melhor forma possível, da melhor forma que se conseguir, aproveitar até mesmo aquelas coisas banais, do dia-a-dia, que a gente deixa passar, como estar na companhia dos filhos, das pessoas que a gente gosta, de coisas que a gente gosta de fazer, de fato, viver e encontrar o sentido e a força pra viver e lutar pela vida”, destacou.

Ela lembrou que nesse Fevereiro Laranja, faz um alerta as pessoas para a necessidade de ficarem atentas aos sinais e ainda considerarem o uso de anti-inflamatórios e analgésicos para resolverem os sintomas que aparecem. “Em razão das ocupações da vida e do envolvimento com tanta coisa, a gente acaba esquecendo do principal que somos nós, da nossa vida. Não somente ter atenção, é fundamental, valorizar a nossa vida, buscar o nosso bem-estar e aquilo que realmente importa que é se cuidar”, advertiu.

CONSCIENTIZAÇÃO – Para a hematologista do HSVP, Carolina Rolo, o Fevereiro Laranja é um mês super-importante para a hematologia, pois conscientiza sobre as leucemias, educa a população e desmistifica sobre alguns subtipos da doença que normalmente assustam.

A médica destacou a necessidade da conscientização sobre os sintomas da leucemia aguda, o sinal quando procurar um serviço médico e também a importância como os profissionais da medicina podem conseguir ajudar um paciente com leucemia aguda. “E esse mês serve para nos alertar sobre a doação de sangue e de medula óssea”, lembrou.

Carolina Rolo explicou que a leucemia é um tipo de câncer das células do sangue, com a circulação de leucócitos tanto circulando, como pode estar infiltrando a medula óssea e que se divide em leucemias agudas e crônicas.

“As agudas são as mais famosas e mais graves, a instalação é muito rápida e ocorre uma parada na diferenciação de nossas células. A gente não vai mais conseguir formar células da medula maduras, e aos poucos, essas células que se chamam blastos vão infiltrar a medula óssea e essa infiltração é que vai gerar as principais complicações que vai ser anemia, plaqueta baixa e a diminuição da nossa defesa que são os neutrófilos, e isso tudo vai acarretar vários sintomas como fraqueza, facilidade para sangramento, como os sangramentos gengivais ou nasais espontâneos”, explicou a hematologista do HSVP.

Ela ainda lembrou que esses sintomas podem aparecer do nada, como também podem ser sangramentos graves, inclusive do sistema nervoso central, evoluindo com manifestações neurológicas. Além disso, o paciente pode ter perda de peso, febre, e suores noturnos, relacionados com a doença.

“Quando é de instalação rápida e tem o aparecimento dos blastos, a gente chama de leucemia aguda que pode se dividir em dois subtipos que é a Leucemia Mielóide Aguda (LMA) e a Leucemia Linfoblástica Aguda (LLA), a última citada, mais comum na infância e ambas carecem de tratamentos agressivos que precisam exterminar essas células, mas com potencial curativo. Principalmente na infância, as chances de curar uma leucemia são muito altas”, disse a hematologista.

Ela também explicou que as leucemias crônicas, o mecanismo da doença é diferente, pois vai ter células maduras circulando, é muito comum ter os leucócitos muito altos, e ser um achado num exame. “Então é bem diferente da aguda que a gente descobre já com muitos sintomas”, informou.

“As crônicas, a gente descobre num achado de exame laboratorial quando o paciente faz um hemograma e percebemos um aumento de leucócitos ou linfócitos altos, neutrófilos subiram e iniciou essa investigação, mas ela pode gerar sintomas, principalmente, quando os leucócitos estão muito altos. Quando a linfocítica aguda está infiltrando a fábrica do sangue, pode causar anemia, plaqueta baixa e gerar sintomas parecidos com a da leucemia aguda, sendo que esses sintomas vão aparecer de forma arrastada e nos dá mais paciência para a investigação,” acrescentou Carolina.

Ela informou que as leucemias agudas normalmente quando diagnosticadas, se procura tratar para curar, não quer que a doença volte. A cura depende de vários fatores como a idade, o subtipo, a avaliação molecular e a performance do paciente. A cura nesses casos chega em torno de 50% dos pacientes.

Quanto às crônicas, ela lembrou que na maioria das vezes e normalmente, não se fala em cura, mas em controle, pois por exemplo, 1/3 dos pacientes com leucemias linfocíticas vão viver assintomáticos e que nunca vai precisar tratar. Já as mielóides crônicas, a identificação em 2000 foi uma revolução na onco-hematologia onde se descobriu um tratamento que antes para se conseguir controlar a doença de forma eficaz, quase todos os pacientes precisavam de transplantes alogênicos.

Ela lembrou que hoje esse tipo de transplante é exceção, pois existe uma terapia alvo administrada via oral que consegue controlar a doença e o paciente viver uma vida normal. “Alguns respondem muito bem, e depois de anos, conseguimos suspender a medicação e eles continuarem com a doença controlada, chamada de cura funcional,” explicou.

Na grande maioria das vezes, as suspeitas de leucemias agudas e crônicas são encaminhadas aos hospitais de referência como o Hospital São Vicente, que para a confirmação vai realizar uma série de exames como a coleta da medula óssea, imunofenotipagem e biologia molecular.

Após a confirmação do tipo, seja LMA ou LLA, o tratamento na grande maioria das vezes se inicia com a internação para a administração de um protocolo com vários tipos de quimioterapia, que após a remissão, o doente é encaminhado para a 2ª fase, dependendo do tipo, encaminhado para o transplante de medula alogênico em Natal ou Recife. “Quanto mais doadores cadastrados, mais aumenta a chance de conseguir um compatível”, informou Carolina.

Ela lembrou que o tratamento das leucemias crônicas é ambulatorial com a administração de drogas orais. “Chamamos a atenção da doação de sangue (principalmente plaquetas) e de medula óssea para salvarmos vida”, apelou a hematologista.

ESTRUTURA – O Hospital São Vicente conta com 10 leitos para internação da hematologia e quatro especialistas que atuam nas enfermarias e ambulatórios. A unidade hospitalar realiza por mês uma média de sete internações de pacientes com leucemia e cerca de 56 quimioterapias para o tratamento, dependendo do tipo da doença.

Presidente da ASPLAN diz que 1% de crédito complementar não vai resolver problema da não liberação dos recursos do plano safra

“O Governo anunciou um Plano Safra de R$ 400,59 bilhões e agora determina, através de Medida Provisória, que vai disponibilizar a título de crédito suplementar R$ 4 bilhões, ou seja, apenas 1% do valor inicialmente divulgado. Esse valor é irrisório frente às necessidades que tem o setor produtivo nacional e não vai resolver o problema de crédito e incentivo à agricultura do Brasil, que tem prazo para plantar e também para colher”, afirmou o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais.

Para José Inácio, além de o volume ser insignificante, outra questão se põe na ordem do dia: “Quais serão os critérios de acesso a esse montante?”, questiona ele que também critica a inércia do governo, que diante da não votação do orçamento pelo Congresso Nacional no final do ano passado, não se adiantou com outras alternativas. “A gente sabe que o Banco do Nordeste tem recursos do FNE e que estes independem do orçamento ser votado. Então, por que o governo não sinaliza uma solução utilizando esses recursos?”, pondera ele.

Para o dirigente canavieiro, a flexibilização do Banco do Nordeste com a destinação de crédito para cooperativas já foi um avanço que poderia ser estendido ao setor produtivo também. “Se o produtor de cana não pode ter acesso ao crédito, por alguma restrição, porque o governo não flexibiliza o acesso de outras formas? Melhor do que destinar 1% do Plano que não resolverá o problema da imensa maioria dos produtores”, reitera José Inácio.

Para ele, há saídas, basta o governo querer. “O governo tem que tentar viabilizar o acesso ao crédito junto ao Banco do Nordeste, porque a gente sabe que, na atual conjuntura, o governo não tem como liberar recursos por causa da não votação do orçamento. Se o presidente insistir em apenas disponibilizar esse crédito complementar irrisório, não vai atender o setor produtivo e isso gerará impactos negativos imensuráveis na economia e na produção agrícola nacional chegando, inevitavelmente, à mesa do cidadão brasileiro”, finaliza José Inácio.

Prefeita de Bayeux se licencia e vice assume interinamente

A prefeita de Bayeux, Tacyana Leitão, entrou em licença de dez dias por motivos pessoais. O vice-prefeito, Luciano do Impacto Som, assumiu a gestão interinamente nesta quarta-feira (26). A transição seguiu os procedimentos legais e foi comunicada à equipe de governo e à Câmara Municipal. Durante o período, a administração municipal seguirá suas atividades sob a condução do vice-prefeito. A informação é do jornalista Maurílio Júnior.

Concursados denunciam perseguição e falta de pagamento em Curral de Cima e fazem apelo ao prefeito Adjamir Souza

Na manhã desta terça-feira (25), um dos concursados aprovados no Concurso Público de Curral de Cima, Felipe Gomes, utilizou suas redes sociais para fazer um apelo público ao prefeito Adjamir Souza. No desabafo, Felipe denunciou casos de perseguição sofridos por diversos concursados, que, segundo ele, estão sem receber seus salários, mesmo após terem garantido suas vagas por meio de aprovação no certame.

De acordo com a publicação de Felipe, o município estaria sob um verdadeiro regime autoritário, no qual as decisões do atual gestor não consideram os interesses da população como um todo, mas sim atendem apenas a interesses pessoais e de apoiadores políticos.

Decreto polêmico e resistência à nomeação de concursados

Felipe relembrou que, logo no início de sua gestão, o prefeito Adjamir Souza criou um decreto de 15 dias, fechando as portas da prefeitura e impedindo que os concursados assumissem seus cargos. Ainda segundo Felipe, desde o começo houve uma forte resistência por parte do gestor em aceitar os aprovados do concurso, chegando a tentar cancelar o certame. Na época, o prefeito teria usado de má fé contra a instituição responsável pela organização do concurso, alegando irregularidades que, de acordo com Felipe, já haviam sido corrigidas pela gestão anterior.

Além disso, Felipe destacou que o prefeito não respeitou a Lei de Criação dos Cargos, que foi votada, aprovada e sancionada pela gestão anterior, garantindo legalmente a existência dos postos de trabalho conquistados pelos aprovados no concurso público.

Perseguição e tentativa de desistência forçada

Felipe também denunciou que, desde então, os concursados vêm sendo humilhados e perseguidos de várias formas, numa clara tentativa de forçá-los a desistir de suas vagas. A estratégia, segundo ele, é abrir espaço para que a atual gestão beneficie aliados políticos com cargos comissionados e contratações temporárias.

Muitos dos aprovados tiveram que recorrer à Justiça para garantir o direito de assumir os cargos e receber os salários. A situação gerou um verdadeiro embate jurídico entre concursados e a gestão municipal.

Portarias sem efeito e irregularidades administrativas

Outro ponto destacado por Felipe foi a emissão de mais de 50 portarias para nomear os concursados. No entanto, em resposta, a gestão municipal teria emitido novas portarias, anulando as anteriores. O problema é que nenhuma dessas portarias foi devidamente publicada no site oficial da prefeitura, o que, de acordo com a legislação vigente, torna os documentos sem efeito legal, já que apenas passam a ter validade após a publicação oficial.

A denúncia pública de Felipe Gomes expõe um cenário de instabilidade e insegurança para os aprovados do concurso de Curral de Cima, que, mesmo após conquistarem suas vagas de forma legítima, enfrentam um verdadeiro calvário para exercer seus direitos e receber seus salários. O apelo ao prefeito Adjamir Souza é para que respeite a legalidade do concurso e garanta o direito constitucional dos concursados, pondo fim às perseguições e irregularidades denunciadas.

Da redação, com informações do ExpressoPB

Governo da Paraíba estabelece ponto facultativo no carnaval

O governo da Paraíba estabeleceu ponto facultativo para os servidores estaduais durante o Carnaval 2025. O carnaval será comemorado no próximo dia 04 de março, no entanto, não se trata de um feriado nacional.

A medida estabelece ainda ponto facultativo nas repartições públicas, exceto nos serviços essenciais, nos dias 3 e 4 de março, e no dia 5, quarta-feira de cinzas, até às 12h.

PEDRAS DE FOGO: Polícia Civil apreende adolescente investigado por homicídios e roubo de motos; “mais de 20”

Um adolescente de 17 anos de idade foi apreendido pela Polícia Civil da Paraíba nessa terça-feira, 25 de fevereiro, durante diligências realizadas pelo Núcleo de Homicídios da 6ª Delegacia Seccional. O mandado de busca e apreensão do menor foi cumprido no município de Pedras de Fogo e faz parte das ações da Operação Divisa, deflagrada pelas forças de segurança da Paraíba e de Pernambuco.

De acordo com as investigações, o adolescente é autor de atos infracionais semelhantes a crimes de homicídios e roubos de motocicletas na região. Mais de 20 veículos já teriam sido roubados pelo investigado, conforme apontam os levantamentos dos investigadores.

O rapaz apreendido foi encaminhado para audiência de apresentação e posteriormente levado para uma unidade de acolhimento. A Polícia Civil continua investigando outras pessoas que também agiram com o adolescente.

Tartaruga Marinha é encontrada morta na Praia de Cabo Branco, em João Pessoa

Uma tartaruga marinha foi encontrada morta na manhã desta quarta-feira (26) na praia de Cabo Branco, em João Pessoa. Segundo informações da Associação Guajiru, responsável pelo Projeto Tartarugas Urbanas, o animal tinha 103 cm de comprimento e 98 cm de largura, mas não foi pesada devido ao estado de decomposição em que se encontrava. A causa da morte não pôde ser determinada, pois não foi realizado estudo sobre o caso.

A Associação Guajiru orienta a população a não tocar nos animais encalhados sob nenhuma hipótese. Em situações como essa, é importante entrar em contato com a associação pelo telefone (83) 99608-5226 para que seja feita uma tentativa de resgate.

A sede da Guajiru está localizada na Rua Vitorino Cardoso, 266, Poço – Cabedelo – Paraíba. O atendimento ocorre de sexta a domingo, das 9h às 12h e das 14h às 17h. Com T5.

Prefeito Joaquim antecipa salários dos servidores e aprova reajuste e abono salarial para agentes de saúde

Com uma agenda agitada, o prefeito de Mamanguape, Joaquim Fernandes, anunciou nesta quarta-feira (26) o pagamento antecipado dos salários de todos os servidores municipais. A medida tem como objetivo permitir que os funcionários aproveitem o Carnaval com mais tranquilidade e, ao mesmo tempo, contribuir para a movimentação da economia local.

Segundo o prefeito, essa iniciativa reforça o compromisso da gestão com os trabalhadores e também beneficia comerciantes, ambulantes e prestadores de serviço da cidade.

“Essa antecipação permite que nossos servidores curtam o Carnaval com mais segurança financeira e ainda ajuda a movimentar o comércio local, garantindo que o dinheiro circule dentro do município e beneficie a nossa economia”, destacou Joaquim. “Bom Carnaval, meu povo!” acrescentou o gestor.

Além do pagamento antecipado, o prefeito também aprovou o reajuste salarial e o pagamento do abono dos agentes comunitários de saúde da cidade. A iniciativa visa reconhecer o trabalho desses profissionais e proporcionar mais estabilidade financeira para a categoria.

“Nosso objetivo é reconhecer o esforço dos profissionais de saúde e garantir que tenham melhores condições de trabalho e remuneração. Eles são peças fundamentais para o funcionamento do sistema de saúde, e é nosso dever garantir que sejam valorizados e reconhecidos”, afirmou Joaquim.

Câmara de João Pessoa atualiza serviço que disponibiliza canal direto para falar com os 29 vereadores

Com objetivo de facilitar o acesso aos 29 vereadores da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), o ‘Fala Povo’ volta ser disponibilizado pela Casa Legislativa. A ferramenta foi atualizada com a inserção dos novos parlamentares, eleitos no pleito de 2024.

A plataforma, disponibilizada no site da Câmara (joaopessoa.pb.leg.br), é um canal direto para falar com os parlamentares. Através dessa ferramenta qualquer cidadão pode mandar mensagem para os vereadores da capital.

O acesso é rápido e fácil e pode ser feito a qualquer hora e em todo dispositivo, a exemplo de computador, tablet ou smartphone. Através de um banner localizado na parte superior do portal de notícias da Câmara, o cidadão seleciona o vereador para o qual deseja mandar uma mensagem, preenche os dados pessoais e, em seguida, envia a sugestão, reclamação ou mesmo uma ideia.

“Essa ferramenta foi pensada justamente para diminuir a distância entre a população e o vereador. Por ela, a pessoa poderá falar diretamente com o seu representante, para registrar uma queixa, sugerir leis, debates, tudo o que contribua para melhorar a vida na cidade. Essas demandas poderão virar projeto de lei, requerimento ou fiscalização. O cidadão é quem diz para onde o Legislativo deve ir e isso é muito importante”, afirmou o presidente da CMJP, vereador Dinho (Avante).

Clique aqui e mande mensagem para o seu vereador.

Durante entrevista ao Correio Debate, Joaquim destaca importância das parceiras com Danielle do Vale e Hugo Motta: “política é feita de construção e parcerias”

Durante entrevista ao programa Correio Debate, em João Pessoa, nesta terça-feira (25), o prefeito de Mamanguape, Joaquim Fernandes, ressaltou a importância das parcerias políticas para o desenvolvimento do município. Em sua fala, ele enfatizou o trabalho conjunto com a deputada estadual Danielle do Vale e o deputado federal Hugo Motta, além do apoio da ex-prefeita Eunice Pessoa.

“A política é feita de construção e parcerias. A deputada Danielle do Vale tem uma contribuição muito importante na cidade de Mamanguape, inclusive garantiu emendas que, em breve, estarão chegando para que possamos realizar melhorias”, afirmou Joaquim.

Ele citou como exemplo a pavimentação da Rua do Meio, no bairro Bela Vista, um antigo pedido da população. “Uma rua que tem quase dois quilômetros. Eu disse à deputada: me ajude a calçar essa rua”, destacou o gestor.

Outro ponto ressaltado por Joaquim Fernandes foi a implantação do campus do Instituto Federal da Paraíba (IFPB) em Mamanguape, um projeto que ganhou força graças à articulação política. “O Governo Federal lançou 100 novos campi no ano passado, mas apenas 20 avançaram. Mamanguape foi um deles, graças à vontade política da então prefeita Eunice e do deputado Hugo Motta”, afirmou o prefeito.

A declaração de Joaquim demonstra a importância da relação estratégica entre o prefeito e a deputada Danielle para impulsionar investimentos e melhorias em Mamanguape. O gestor segue articulando novas conquistas para Mamanguape, contando com o suporte de Danielle na Assembleia Legislativa e de Hugo Motta na Câmara dos Deputados.

 

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