O volante do Sport do Recife, Rithely, se envolveu em uma polêmica, nesse domingo (2), logo após o fim do jogo contra a equipe do Campinense, na Ilha do Retiro, em Recife, pelas quartas-de-final da Copa do Nordeste.
Durante entrevista concedida, ainda no gramado, o volante debochou do Campinense e disse esperar que não acontecesse um acidente na viagem da volta para a Paraíba por conta do choro dos paraibanos.
Após a repercussão negativa de suas declarações, o jogador do time pernambucano recuou e gravou um vídeo pedindo desculpas aos paraibanos. Segundo Rithely, tudo não teria passado de uma brincadeira. Ele disse que jamais desejaria que acontecesse um acidente com ninguém, pois viaja também nessas estradas.
O Sport garantiu a classificação para a próxima fase da competição após vencer a Raposa por 4 a 2 nos pênaltis.
A duas semanas da Páscoa, lojistas intensificaram a contratação de funcionários temporários para atender o aumento da demanda por ovos de chocolate.
De acordo com a Federação Nacional dos Sindicatos de Empresas de Recursos Humanos, o setor prevê a contratação de pelo menos 50 mil pessoas nessa época do ano.
Apesar do crescimento de empregos, a estimativa revela uma queda de 9% em comparação ao mesmo período de 2016, com pouca chance de efetivação.
A pesquisa ‘Trabalho Temporário e Terceirizado’ revela que apenas 18% das empresas têm intensão de contratar em definitivo.
“Em picos sazonais como a Páscoa, a indústria do chocolate precisa de mão de obra extra. E, sem tempo ou recursos para o treinamento dos temporários, prefere quem já tenha experiência”, observa Vander Morales, presidente da Federação.
A ideia da produção é apimentar a reta final do reality
O jogo da discórdia do “BBB 17” (Globo) que vai ao ar nesta segunda (3) trará quatro antigos participantes ao programa. Daniel, Rômulo, Roberta e Pedro serão recebidos por Tiago Leifert no estúdio e farão perguntas para os confinados que seguem na disputa pela prêmio.
A ideia é apimentar a reta final do reality, que deve terminar na segunda semana deste mês.
PAREDÃO DOS AMIGOS
Ilmar e Marcos se enfrentam no paredão que será definido nesta terça (4). O mato-grossense foi enviado à berlinda pela ex-amiga Emilly. O médico, por sua vez, recebeu três votos da casa.
Uma explosão assustou os usuários do metrô de São Petersburgo, na Rússia, nesta segunda-feira (3) e deixou pelos menos 50 vítimas, entre mortos e feridos, segundo a agência “Taass”.
Segundo a imprensa do país, a explosão aconteceu no interior de um dos vagões de um trem na linha azul do transporte da cidade na estação de Sennaya Ploshchad. Sete estações foram fechadas, informou o governo.
De acordo com fotos e vídeos feitos no local, a estação está completamente tomada pela fumaça, o vagão que sofreu a explosão está totalmente destruído e muitas pessoas aparecem feridas deitadas no chão sendo ajudadas por outras.
Policiais, bombeiros e ambulâncias já estão no espaço para cuidarem da situação.
“Preliminarmente, há uma fumaça muito forte. Especialistas em proteção contra a fumaça já foram chamados. A fonte da fumaça está sendo investigada”, disse à “Sputnik” uma profissional do Ministério de Emergências russo. Com informações da ANSA.
O ministro Félix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça, acatou solicitação da Procuradoria-Geral da República e prorrogou a prisão temporária dos cinco conselheiros do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) presos na Operação O Quinto do Ouro.
Com a decisão, o atual presidente da Corte, Aloysio Neves Guedes, o vice, Domingos Inácio Brazão, e os conselheiros José Gomes Graciosa, Marco Antonio Alencar e José Mauricio Nolasco permanecem detidos por pelo menos mais cinco dias. A informação foi divulgada nesse domingo pelo jornal “O Globo”.
Os conselheiros foram presos na quarta-feira passada, dia 29 de março, pela Polícia Federal, e deveriam ficar detidos até domingo, 2 de abril. O pedido de prorrogação foi do vice-procurador-geral da República, José Bonifácio de Andrada. Com a decisão do STJ, os conselheiros permanecem ao menos mais cinco dias presos. Após esse período, o MPF ainda pode solicitar prisão preventiva – sem prazo para soltura.
Com a exceção de Aloysio Nunes, que está em prisão domiciliar, os outros quatro conselheiros estão detidos no completo penitenciário de Bangu, na zona oeste do Rio de Janeiro.
A operação da PF teve origem na delação premiada do conselheiro Jonas Lopes, ex-presidente da Corte de Contas, e de seu filho à Procuradoria-Geral da República. Em dezembro do ano passado, Jonas Lopes foi levado para depor na Operação Descontrole, desdobramento da Lava Jato.
Os conselheiros do TCE são investigados por supostamente fazerem parte de um esquema de pagamentos de vantagens indevidas relacionadas a contratos com órgãos públicos. Os beneficiários seriam, além de membros do TCE, integrantes Assembleia Legislativa do Estado.
Marcado para começar na terça-feira, 4, o julgamento que pode cassar o mandato do presidente da República, Michel Temer (PMDB), tende a ser longo e vai colocar no centro do debate uma série de questões jurídicas que poderão mudar a jurisprudência da Corte Eleitoral. Será a primeira vez que os ministros vão se debruçar sobre mandato de um presidente da República em um julgamento.
Caso a maioria vote pela condenação da chapa presidencial eleita em 2014, o resultado poderá ser a convocação de eleições indiretas menos de uma ano após o impeachment de Dilma Rousseff.
O presidente do tribunal, ministro Gilmar Mendes, definiu um calendário de sessões extras ao longo da semana no intuito de esgotar a discussão do processo, mas o ministro Napoleão Nunes já sinalizou que deve pedir mais tempo de análise para se debruçar sobre o caso. O Planalto conta com um pedido de vista para paralisar o processo.
A avaliação de ministros ouvidos pela reportagem é de que o processo causa instabilidade e pode aprofundar a crise política. A estabilidade política é levada em conta, nos bastidores, pelos integrantes do tribunal. Mas a Corte Eleitoral pode paralisar o processo já no primeiro debate a ser levantado: o prazo para defesa.
A defesa de Dilma pediu mais tempo para apresentar as alegações finais – que são as considerações sobre todo o processo. O relator, ministro Herman Benjamin, concedeu dois dias desde que encerrou o processo para receber as manifestações, mas os advogados da ex-presidente alegam que o prazo legal é de cinco dias. Os dois dias foram criticados reservadamente por integrantes da Corte Eleitoral e até pela acusação, os advogados do PSDB, que consideraram o tempo concedido pelo relator incompatível com a complexidade do processo.
Caso o processo seja interrompido já nesta etapa, o julgamento pode ser retomado apenas na última semana de abril. Isso porque, além do calendário de feriados do mês, Gilmar Mendes tem uma série de viagens internacionais programadas, como a que fará para acompanhar as eleições na França.
Ainda na fase preliminar – ou seja, antes de discutir o mérito da ação -, os ministros precisam decidir se os depoimentos dos delatores da Odebrecht devem ou não ser considerados no processo. Os advogados de Dilma sustentam que as revelações da empreiteira extrapolam o objeto inicial da ação proposta pelo PSDB e que o direito à ampla defesa foi desrespeitado. A ação apura suposto abuso de poder político e econômico na campanha presidencial de 2014.
Conforme antecipou o jornal O Estado de S. Paulo na quarta-feira passada, o Ministério Público Eleitoral pediu ao TSE a cassação de Temer e a inelegibilidade de Dilma.
Teses
No mérito, os sete ministros da Corte devem discutir se há prova de que houve dinheiro ilícito na campanha – e, para isso, decidir se os depoimentos dos delatores da Odebrecht, que falaram em caixa 2 e compra de tempo de TV ao fazer repasses a partidos da coligação Dilma-Temer, valem como prova.
Se os ministros avaliarem que houve dinheiro ilícito na campanha, precisam decidir se tanto Dilma quanto Temer podem ser responsabilizados da mesma forma. Assim, devem decidir se o peemedebista deve ser punido com a cassação do mandato porque a chapa é una, como defende o Ministério Público, ou se a responsabilidade dele é diferente da de Dilma.
A situação de Temer e de Dilma, no entanto, pode ser definida pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Se a decisão do TSE for negativa para um dos dois, a previsão dos advogados é de levar o caso para que o Supremo bata o martelo. De acordo com ministros do TSE ouvidos em caráter reservado, a depender do recurso usado pelos advogados, o efeito da decisão da Corte Eleitoral fica suspenso até a decisão do STF.
A interlocutores, o ministro Herman Benjamin admite que é papel do TSE discutir durante o julgamento a solução no caso do efeito máximo da ação: a cassação do mandato do presidente. A indicação que Herman tem dado, segundo a avaliação de ministros da Corte, é de que há elementos para cassar a chapa formada por Dilma e Temer. Como a petista sofreu processo de impeachment, a cassação atingiria apenas o peemedebista.
O parecer final do relator da reforma política na Câmara, o deputado Vicente Cândido (PT-SP), detalhou que haverá uma proposta para extinguir vices em toda as instâncias de governo. Caso seja aprovada, não haverá mais cargos como vice-presidentes, vice-governadores e vice-prefeitos. O documento deverá ser apresentado nesta terça-feira (4) à comissão especial que discute o tema.
Além do fim dos títulos políticos, o documento, conforme relatou o G1, também prevê a criação de um fundo para financiar campanhas eleitorais abastecido em 70% com recursos públicos. Os 30% restantes, acrescentou a reportagem, viriam de doações de pessoas físicas.
Cândido também prevê na proposta uma mudança no sistema de votação das eleições legislativas. O modelo diz que as vagas destinadas a determinada legenda são preenchidas pelos candidatos na ordem em que aparecem na lista que o eleitor vota em uma relação de nomes previamente escolhidos pelos partidos.
Para garantir recursos destinados a aposentadoria dos servidores públicos, prefeitos dos 223 municípios devem procurar medidas alternativas e investir em fundos específicos de capitalização, uma “poupança” para custear a previdência. Quem afirma é o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE), Fernando Catão, que alerta aos gestores da possibilidade de um colapso no sistema previdenciário do País, em menos de 10 anos. O déficit previdenciário no País é de mais de R$ 100 bilhões e na Paraíba é de R$ 10 bilhões.
De acordo com Catão, na Paraíba, enquanto as receitas dos municípios crescem em um patamar, as despesas previdenciárias crescem em outra ainda maior. “É como se a despesa do município subisse pela escada e a despesa previdenciária pelo elevador”, comentou.
Segundo ele, essa distância vai aumentando cada vez mais, porque na questão atuarial que rege o sistema, se tem um ótimo momento quando há um contingente maior de pessoas trabalhando para formar um fundo para assegurar a pensão dos mais velhos, o que não está ocorrendo atualmente no País.
“Nós estamos em uma curva descendente. Cada vez mais estamos com menos pessoas trabalhando, para assegurar a aposentadoria de mais pessoas idosas. Isso é que leva desequilíbrio ao sistema como um todo. E o setor público também sofre com isso e precisa se resguardar e buscar alternativas para poupar recursos para financiar o sistema previdenciário”, comentou.
Nos últimos quatro anos os gastos com a Previdência aumentaram 48,53% nos municípios paraibanos que possuem regimes próprios de previdência.
Conforme levantamento do TCE, em 2013 esses municípios gastaram R$ 351,1 milhões e em 2016, R$ 521,5 milhões.
O índice de aumento no repasse para manutenção da Previdência representa mais do que dobro das despesas totais dos municípios, que em 2013, desembolsaram R$ 7,3 bilhões para se manterem, e no ano passado, R$ 8,8 bilhões, o que resultou em uma evolução de 21,38%.
Fiscalização mais moderna
Fernando Catão disse que TCE está modificando todo o seu sistema de fiscalização aprimorar o acompanhamento dos gastos dos municípios com os regimes previdenciários, buscando que ele seja feito em tempo real. Ele revelou que uma das principais verificações é com a formação da poupança, dos chamados fundos de capitalização, que vai assegurar a aposentadoria dos servidores.
“É preciso ficar bem claro que os recursos desse fundo não pertencem à prefeitura, não pertencem ao Estado, ao Município ou a União. Eles pertencem aos servidores. Tanto é que o benefício previdenciário é tido como um patrimônio físico, que é transferido para os dependentes”, explicou.
De acordo com o conselheiro, é uma prática criminosa o gestor público utilizar dos recursos da previdência para outros fins. “Esse recurso não pode ser utilizado para outro fim, a não ser para o pagamento dos benefícios previdenciários. Por isso, a orientação que damos é que este recurso tem que ser contabilizado de forma identificada. O Registro tem que ser unitário. Há necessidade da contabilidade ser feita de forma individualizada”, comentou.
Catão disse, que os municípios que não tiveram condição de criar seus institutos próprios de previdência, podem buscar a criação de um fundo específico para depositar estes recursos que servirão para garantir as aposentadorias dos servidores efetivos. Além disso, que os gestores cuidem em pagar os encargos sociais devidamente, inclusive do pessoal contrato por tempo determinado.
“A contratação por tempo determinado também gera passivo previdenciário. O Tribunal combate esse tipo de contratação de forma excessiva. É uma ilusão dos gestores acharem que vão fazer contratação por tempo determinado e não vão pagar os encargos. Eles têm que pagar. A época de pagar os encargos previdenciárias sobre as folhas de pagamento no serviço público chegou”, comentou
O conselheiro do TCE destacou que a contratação de pessoal tem uma série de despesas obrigatórias, que não se resume apenas ao salário. “Não é só contratar. É como na empresa privada, que tem que ter mais recursos para os encargos sociais, mesmo que seja temporário, qualquer empregado tem um custo previdenciário, que deve ser repassado para os respectivos institutos de previdência”, disse.
Por Redação, com Adriana Rodrigues, do Correio Online
Um homem, de 51 anos, foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) transportando 17 quilos de cocaína no quilômetro 51 da BR-101, em Mamanguape, no fim da tarde desse domingo (2).
O suspeito estava em uma caminhonete modelo Chevrolet Montana com placas de São Paulo quando foi parado pelos agentes da PRF. Durante a fiscalização ele demonstrou inquietação acima do normal. Após checar os documentos dele e do veículo, os policiais iniciaram uma busca por possíveis ilícitos e encontraram 17 tabletes de cloridrato de cocaína escondidos em um compartimento esterno da Montana e sob os forros das portas.
O suspeito informou que é vendedor de pamonha em São Paulo e havia pego a droga no Rio Grande do Norte. Ele receberia R$ 5 mil para entregá-la em São Paulo.
O flagrante foi feito na Delegacia da Polícia Civil de Mamanguape. Caso condenado, o suspeito pegará uma pena que varia de cinco a 15 anos de reclusão.
A Apneia Obstrutiva do Sono (AOS) é uma doença frequente e está associada àmorbimortalidade cardiovascular, apesar de que a relação causal ainda necessita ser melhor estabelecida, visto que há também associação de AOS com outros fatores de risco cardiovascular.
A apneia do sono é um distúrbio do sono em que a pessoa para de respirar, por alguns segundos, diversas vezes durante a noite. Pessoas com apneia do sono podem não saber que têm o problema.
Estudos epidemiológicos sugerem a associação de AOS e doença arterial coronária (entupimento nas artérias do coração por placas de gordura),visto que a baixa oxigenação noturna intermitente, consequente aos episódios de apneia, leva a uma hiperatividadedo sistema nervoso simpático (liberação de adrenalina), com resultante aumento do estresse na parede do coração, levando a dano no miocárdio (musculo do coração).
Sintomas da apneia do sono são:
Sonolência excessiva e falta de disposição durante o dia;
Ronco alto;
Acordar com a boca sêca;
Acordar à noite com falta de ar;
Dor de cabeça pela manhã;
Insônia;
Irritação, nervosismo e impaciência durante o dia, etc.
A deputada Cida Ramos divulgou a programação do “Lulaço João Pessoa”, mobilização em apoio a Lula que acontece neste sábado (24), na capital paraibana. O evento terá carreata, caminhada pela Avenida Epitácio Pessoa e ato cultural no Busto de Tamandaré, na véspera do segundo turno.
Uma multidão participou do Bloquinho 22, realizado nesta sexta-feira (23), na Avenida Epitácio Pessoa, em João Pessoa, em apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. O ato reuniu apoiadores vestidos de verde e amarelo, com a presença do candidato a vice-presidente Alfredo Gaspar e lideranças políticas da direita paraibana. O evento marcou a reta final da campanha antes do segundo turno.
O presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) realizam neste sábado (24) os últimos atos de campanha antes do segundo turno das eleições presidenciais. As mobilizações estão concentradas em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, três dos maiores colégios eleitorais do país. Lula fará caminhadas no Rio e em São Paulo, enquanto Flávio participa de uma mobilização em Belo Horizonte organizada por aliados do PL.