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domingo, 25 outubro 2026
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Cagepa admite que pode haver redução de pessoal

O diretor-presidente da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), Hélio Cunha Lima, afirmou, nesta terça-feira (4), que o enxugamento de despesas na estatal vai continuar e que podem haver demissões caso seja constatada a necessidade futura na redução dos quadros de servidores.

O diretor-presidente da Cagepa foi o entrevistado do programa ‘Correio Debate’, da TV Correio, nesta terça, e disse ainda que a demissão não está pauta da atual gestão, mas a empresa tem que continuar enxugando despesas.

O diretor também confirmou que o cumprimento da data-base, para 90% dos servidores da Cagepa, que ganham até R$ 5 mil, está assegurado pelo governador, em um acordo com o sindicato da categoria.

Segundo levantamento do Raking Nacional de Saneamento Básico, João Pessoa, por exemplo, é a primeira capital do Nordeste em termos de menor desperdício de água, com um percentual de 37,54%. Hélio lembrou que Campina Grande tem um percentual de perda abaixo de 33% e que a Capital pode fazer o mesmo.

Assista abaixo à entrevista de Hélio Cunha Lima ao ‘Correio Debate’, da TV Correio:


Por Hermes de Luna

Atletas da PB se preparam para Estadual de Fisiculturismo

A menos de duas semanas para o Campeonato Paraibano de Fisiculturismo, atletas da categoria ‘estreantes’ treinam pesado para se preparar para a competição. As informações são do Portal Correio. 

“Eu estou pegando muito pesado em treinos muito intensos. A dieta, como sempre, vem ficando mais restrita”, contou o atleta Wellington Dore.

A competição vai acontecer no dia 16 de abril, no Teatro Ednaldo do Egypto, no bairro de Manaíra, na Zona Leste de João Pessoa.

Confira reportagem da TV Correio:

Resumão da rodada: o triunfo da Chape, a virada da Raposa e mais

Clube catarinense derrotou o Atlético Nacional, da Colômbia
Clube catarinense derrotou o Atlético Nacional, da Colômbia

A rodada desta terça-feira (5) foi marcada pela emoção. Pelo menos assim foi em Chapecó, mais precisamente na Arena Condá, palco do jogo de ida da Recopa Sul-Americana. A Chapecoense recebeu o Atlético Nacional, da Colômbia, e as equipes se enfrentaram em clima de festa e “irmandade”. O time da casa venceu por 2 a 1 e largou na frente na disputa do caneco. Os gols da Chape foram marcados por Reinaldo e Luiz Otávio. Macnelly Torres descontou para o visitante. As informações são do Notícias ao Minuto. 

Pela Copa Sul-Americana de 2017, o Cruzeiro recebeu em casa o Nacional do Paraguai e venceu o jogo de virada. Thiago Neves e Ramón Ábila marcaram para a raposa. O gol dos paraguaios foi marcado por Jonathan Santana.

Confira abaixo o resultado dos principais jogos da terça-feira:

Campeonato Espanhol

Athletic Bilbao 2 x 0 Espanyol

Betis 1 x 0 Villarreal

Atlético de Madrid 1 x 0 Real Sociedad

Campeonato Alemão

Borussia Dortmund 3 x 0 Hamburgo

Werder Bremen 3 x 0 Schalke 04

Hoffenheim 1 x 0 Bayern de Munique

Campeonato Inglês

Leicester 2 x 0 Sunderland

Manchester United 1 x 1 Everton

Copa da Itália

Roma 3 x 2 Lazio

Recopa Sul-Americana

Chapecoense 2 x 1 Atlético Nacional

Copa Sul-Americana

Cruzeiro 2 x 1 Nacional-PAR

Independiente 0 x 0 Alianza Lima

Escola do Servidor da PB inscreve para concurso; remuneração chega a R$ 3 mil

A Escola de Serviço Público do Estado da Paraíba (Espep) abriu edital para realização de um processo seletivo simplificado para contratação de 30 Professores, dois Supervisores Pedagógicos e cinco Tutores, com remunerações que chegam aos R$ 3 mil. Veja o edital.

As inscrições podem ser feitas até as 23h59 desta quarta-feira (5), através do site Portal da Cidadania. Os aprovados vão ser contratados por um período de um ano, com possibilidade de prorrogação do vínculo por mais seis meses.

A seleção vai ser realizada por meio de avaliação da carta de intenção, dos títulos e da experiência profissional do candidato.

A previsão é de que o resultado preliminar do processo seja divulgado no dia 11 deste mês, no site da Espep, com o resultado final divulgado no dia 18 deste mês, no Diário Oficial do Estado e também no site da Espep.

Do Portal Correio 

Ricardo diz que Cagepa não será privatizada e não aceitará retaliações do governo Temer

Governador concedeu entrevista coletiva no Palácio da Redenção (foto: Bruno Lira)
Governador concedeu entrevista coletiva no Palácio da Redenção (Foto: Bruno Lira)

Por Alisson Correia e Hermes de Luna

O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), disse nesta terça-feira (4) que a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) não vai ser privatizada. Ele convocou a imprensa para uma entrevista coletiva, no Palácio da Redenção, em João Pessoa, após especulações de que a empresa poderia ser repassada para a iniciativa privada. Ele criticou prefeituras de João Pessoa e Campina, negou que a decisão de não privatizar vá interferir na relação com o governo federal, mas reconheceu que alguns serviços da Cagepa serão terceirizados.

Para justificar a decisão, ele chegou acompanhado da vice-governadora da Paraíba, Lígia Feliciano, do presidente da Assembleia Legislativa, Gervásio Maia, e do presidente da Cagepa, Hélio Cunha Lima.

Custos da Cagepa

O governador defendeu a estatal, explicando que ela valeria cerca de R$ 1 bilhão e que é o maior patrimônio do Estado. “É o maior patrimônio do Estado e chega a 191 cidades. Atende a mais de 2,6 milhões de pessoas”.

Ricardo explicou ainda que a companhia aumentou os serviços de esgotamento em 75% de 2010 a 2016, com alta no faturamento de 86% no mesmo período, e defendeu os aumentos nas contas de água como “responsabilidade tarifária”. Segundo ele, não houve reajuste na tarifa social.

Sobre custos para manter a Cagepa funcionando, o governador falou que houve redução no número de comissionados, que passou de 400 para 90, com investimentos que somam R$ 316 milhões já pagos, feitos nos últimos seis anos, e que “pela primeira vez, a Cagepa foi superavitária com saldo de R$ 20 milhões”.

“A Cagepa representa o estado. Não é um ou dois municípios, como pensam alguns desinformados. Ela representa uma estatal estratégica para o desenvolvimento do estado. O que está em jogo não é o passado, mas o futuro. Não é uma questão de ser estatizante ou privatizante, é uma questão social”, afirmou.

Acordo com servidores

Para a Ricardo, o Estado encontrou “maturidade” nas relações com o sindicato dos trabalhadores da Cagepa e conseguiu acordo com a categoria para que, em troca da não privatização, os servidores aceitassem retirar ações trabalhistas, congelar Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR), não ter reajuste este ano e redução no número de comissionados. Apesar disso, ele garantiu que vai haver negociação da data-base dos servidores. “A empresa tem que se manter no mercado com o único produto que ela oferece: a água”.

Estado x PMCG e PMJP

O governador fez críticas às prefeituras de João Pessoa e Campina Grande que cogitam a possibilidade de municipalizar os serviços de água e esgoto. “O Estado representa todo mundo. Não é prefeitura A ou B que representa não, fazendo joguinho político com emendas impositivas. Eles não querem municipalizar nada. Querem vender a empresa por três moedas, porque não têm patrimônio nenhum”, disse ele, alfinetando as gestões das duas cidades.

“O Estado vai bancar a obra de levar água da transposição a partir de Boqueirão para todos os municípios do Cariri. É a Cagepa que vai tocar essa obra. Seremos o estado que melhor distribuirá águas do São Francisco”, disse o governador, explicando como deverá ser distribuída a água do São Francisco no estado.

Estado x Michel Temer

A especulação sobre a privatização da Cagepa surgiu após orientação nacional do presidente Michel Temer (PMDB). Os Estados deveriam privatizar estatais para que recebessem ajuda do governo federal.

Na contramão dessa orientação, Ricardo explicou que um documento encaminhado ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) não colocava a Cagepa à venda, mas à disposição para uma consultoria que levantaria a viabilidade da empresa. “Nunca assumi nenhum compromisso com a venda da Cagepa. Cortamos tudo que poderia ser cortado. Não há porque o governo federal não liberar pedidos de empréstimos para o Estado. Quanto a ajuda do governo federal, estou esperando até hoje e estamos sobrevivendo”.

Governador divulga carta aberta

Depois da coletiva, o governador da Paraíba divulgou uma carta aberta, na qual detalha por que não pretende privatizar a Cagepa. Veja abaixo, na íntegra.

CARTA ABERTA AOS CIDADÃOS DA PARAÍBA
A CAGEPA é patrimônio inalienável do povo paraibano!

Caras cidadãs e caros cidadãos de nosso Estado,

Em nosso país, os nordestinos certamente são aqueles que – a duras penas – melhor conhecem a importância do acesso à água. Durante séculos o binômio seca-miséria foi a constrangedora impressão digital de nossa identidade, perversamente manipulada por pequenos grupos oligárquicos comprometidos exclusivamente com interesses particulares e familiares. Quis a história que um paraibano destacasse a relevância socioeconômica do problema e oferecesse um caminho inteligente e generoso para sua superação. Em 1959, Celso Furtado propõe “uma economia adaptada ao semiárido”, reservando ao Estado o papel estratégico de garantidor das condições necessárias ao desenvolvimento regional.

Conforme consagrado na legislação brasileira e em tratados e organismos internacionais, o acesso à água e ao saneamento ambiental não apenas constitui um direito social cuja garantia compete ao Estado, mas é também um indicador do desenvolvimento humano e fator estratégico para a produção e socialização de riquezas nas nações.

Em nosso Estado, em 2016, a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba, criada em 1966, foi superavitária em R$ 20 milhões. A importância dessa marca não está, friamente, nos valores da arrecadação obtida. A CAGEPA não visa ao lucro; embora tenha a obrigação de ser equilibrada financeiramente. Sua função é a de prestar serviços públicos acessíveis e de qualidade quanto ao abastecimento de água e ao tratamento sanitário para toda a população. A relevância de seu superávit está no fato de que – mesmo num quadro de gravíssima estiagem, com 45 municípios em absoluto colapso hídrico e muitos outros em regime de racionamento – ele revela a sustentabilidade e a eficácia da Empresa, desde que o Governo promova as garantias e as adaptações gerenciais necessárias.

Nos últimos seis anos, o Estado – que tem 75% de seu território na região semiárida – aportou R$ 308 milhões em investimentos para obras e projetos da CAGEPA, além de outros investimentos na própria Secretaria de Recursos Hídricos, o que viabilizou a instalação e a operação de mais 1.127 quilômetros de adutoras e uma melhoria significativa no tratamento das águas distribuídas. Tal política permitiu que a Empresa aumentasse em 75% as ligações de redes de esgoto em nosso Estado; atendesse plenamente 219 localidades (195 sedes de municípios e 24 distritos); garantisse que cerca de 70% da população atendida por ela pagasse, pelos serviços prestados, apenas a Tarifa Mínima, e cerca de 100 mil pessoas fossem beneficiadas pela Tarifa Social (congelada em todo o nosso mandato); e que, no ranking de Saneamento Básico das 100 maiores cidades brasileiras, a CAGEPA posicionasse João Pessoa em 1° lugar entre as capitais nordestinas e em 9º lugar entre as capitais do Brasil, e Campina Grande como a 18ª cidade no Brasil e a segunda melhor cidade do Nordeste.

A CAGEPA é, hoje, por tudo, o maior e mais importante patrimônio público do povo da Paraíba!

Como demonstra a história recente, dadas, sobretudo, as desigualdades socioeconômicas e regionais já crônicas em nosso país, as políticas irrefletidas de privatização de serviços básicos tendem a oferecer falso e momentâneo alívio financeiro aos entes públicos e a promover efeitos colaterais pelos quais o próprio Estado é responsabilizado. Assim, não é raro ocorrer em seguida a privatizações restrições de acesso a bens de interesse social, além de uma desequilibrada busca pelo lucro, o que penaliza a população como um todo.

A mais recente ameaça à garantia do controle público sobre esses serviços essenciais está oculta, maliciosamente, no discurso que propõe a sua “municipalização”. São inquestionáveis as razões que inviabilizam operacional e juridicamente a gestão desses serviços pelos municípios de nosso Estado. Desde o transporte das águas por grandes sistemas adutores integrados e a perspectiva da necessária economia de escala até a regulação legal das divisas político-administrativas, são vários os fatores que demonstram a competência da administração governamental do Estado para garantir a gestão integrada desses recursos e o pleno acesso da população aos seus benefícios.

Portanto, propor a “municipalização” da gestão desses serviços é, na prática, ceder o bem público ao controle de interesses não-públicos. É um atentado contra o direito que o povo da Paraíba tem de ter acesso amplo ao abastecimento de água e ao tratamento sanitário. Procuram ludibriar o povo, escondendo o real interesse dos que estão por trás da proposta de “municipalização”.

O momento histórico por que passa nosso país requer a defesa das instituições e do patrimônio públicos e exige o seu aperfeiçoamento republicano, para que sirvam à sociedade com mais equidade, eficácia e transparência. A preservação e o aprimoramento da CAGEPA exigem, também e necessariamente, portanto, o compromisso e a participação ativa de todos os que nela trabalham, renunciando a excessos em favor de uma Empresa que, além de estatal, precisa ser cada vez mais PÚBLICA.

Assim, por tudo, o Governo do Estado anuncia sua intenção de NÃO PRIVATIZAR a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba; mas, sim, de consolidá-la como Empresa Pública.

A Paraíba que disse Nego à República Velha vem, mais uma vez, proclamar um Nego à alienação do maior patrimônio que o povo da Paraíba dispõe, a Cagepa.

Ao mesmo tempo, convoca fraternalmente o povo e a sociedade da Paraíba para, lado a lado, defendermos, juntos, a garantia do direito de todos ao amplo acesso público ao abastecimento de água e ao esgotamento sanitário.

Ricardo Coutinho
Governador

TSE adia julgamento da chapa Dilma-Temer; sessão deve ficar para fim de abril

TSE decide dar mais prazo para a defesa e julgamento é adiado
TSE decide dar mais prazo para a defesa e julgamento é adiado
TSE decide dar mais prazo para a defesa e julgamento é adiado

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) suspendeu o julgamento do processo de cassação da chapa Dilma Roussef-Michel Temer após o plenário decidir nesta terça (4) conceder mais cinco dias de prazo para manifestação das defesas.

O relator Herman Benjamin recuou da posição dos últimos dias e durante a sessão aceitou em dar prazo, além de concordar em ouvir novas testemunhas. Com isso, a data de retomada do julgamento fica incerta.

A decisão do relator surpreendeu porque havia a expectativa de um embate, já que ele havia fixado em 48 horas o tempo para que as alegações finais das defesas fossem apresentadas -prazo esgotado na semana passada.

Os sete ministros votaram favoráveis à solicitação feita pelo advogado Flávio Caetano, que representa a ex-presidente, de aumentar o tempo de defesa.Ele apresentou uma questão de ordem logo no primeiro minuto da sessão, antes da leitura do relatório final de Benjamin.

Com a decisão também de ouvir novas testemunhas, o processo volta à fase de instrução, podendo atrasar mais.Haverá depoimentos do ex-ministro Guido Mantega, do marqueteiro da campanha de 2014, João Santana, de sua esposa, Mônica Moura, e de André Santana, apontado como um emissário de João Santana.

Apenas depois dessas oitivas o relator abrirá o prazo para alegações da defesa. As datas dos depoimentos ainda não foram anunciadas. Após esta etapa, Herman Benjamin terá de fazer um novo relatório, espécie de resumo do processo.

O documento tem de ser lido no julgamento, para então começar a fase de votação, quando o relator anuncia sua posição sobre o mérito. É certo, no entanto, que o ministro Henrique Neves não participará do julgamento – ele deixa o tribunal no próximo dia 16. No seu lugar entrará Admar Gonzaga, nomeado pelo presidente Temer na semana passada.

Dentro do governo, é dado como certo o pedido de vista (mais tempo para análise) por algum ministro após a leitura do voto do relator, que deve ser a favor da cassação da chapa.

Sem uma perspectiva positiva de votos no plenário neste momento, o tempo conta a favor do Planalto. Primeiro, porque dois novos ministros assumem mandato no TSE até maio, além do fato de o julgamento começar em meio ao cronograma de votação de reformas importantes no Congresso, como a da Previdência.

“Infelizmente não há como falar sobre um prazo para o julgamento, após essas decisões de hoje [terça]”, disse Gustavo Guedes, advogado do presidente Temer.

“Não podemos transformar esse processo num universo sem fim. Não podemos ouvir Adão e Eva para que se intime a serpente. Temos que evitar a procrastinação”, disse Benjamin, na sessão desta terça.

O relator, aliás, foi acusado pelo presidente do TSE, Gilmar Mendes, de “violar a jurisprudência” do tribunal ao ter fixado em 48 horas o prazo da defesa.A primeira discussão do plenário se deu em cima de qual rito deveria ser adotado para os processos em análise.

Ao todo, são quatro ações que tramitam conjuntamente: duas de investigação, uma representação e uma de impugnação de mandato. Essa última, por lei, prevê um prazo de cinco dias após a fase de instrução para que as partes apresentem suas alegações finais, que são um resumo da defesa.

Benjamin, porém, havia alegado anteriormente que o rito que estava sendo seguido era a da ação de investigação e, por isso, não poderia ter prazo de cinco dias, mas de 48 horas. Sabendo que perderia, mudou de opinião.

Luiz Fux, que faz parte do tribunal, pontuou em uma das suas falas que Benjamin “humildemente se curvou” à questão de ordem apresentada.

PRAZO DE DEFESA

As defesas de Dilma Rousseff e Michel Temer terão mais cinco dias para apresentar suas alegações finais. Houve discussão, no entanto, sobre o tempo que deveria ser dado.Como as partes já haviam tido 48 horas, o relator do processo defendeu que houvesse apenas mais três dias e não cinco.Benjamin, porém, perdeu o debate.

Foi acompanhado por Rosa Weber e Luiz Fux. O presidente Gilmar Mendes, e os ministros Luciana Lóssio, Henrique Neves e Napoleão Nunes votaram juntos, definindo o placar a favor do prazo completo de mais cinco dias.

Durante essa discussão sobre prazos, houve um momento mais tenso, entre Luciana Lóssio e Benjamin. “Quantas páginas tem o processo, ministro?”, questionou Luciana, referindo-se ao pouco tempo que foi dado à defesa.

“Tem muitas, e estão todas disponíveis inclusive à vossa excelência”, respondeu Benjamin, elevando o tom de voz. Com informações da Folhapress.

Rombo pode deixar contribuinte sem aposentadoria na Paraíba

Uma vida inteira dedicada ao trabalho, contribuição previdenciária e, por fim, planos para aposentadoria: viver de brisa, sol e mar, viajar pelo mundo ou, simplesmente, ficar em casa vendo TV com a família já que o sustento da casa estaria garantido. Nada disso! Alguns contribuintes paraibanos podem ver seus sonhos se transformarem em pesadelo. Isso porque, algumas prefeituras que possuem regime próprio de presidência não terão como arcar com as aposentadorias dos seus assegurados, porque os gestores “passaram a mão” nas contribuições e deixaram um verdadeiro rombo no caixa dos Institutos de Previdência municipal, segundo o Correio Online.

“Os contribuintes podem ficar sem se aposentar por conta disso. Porque as prefeituras têm que fazer um fundo de caixa para assegurar o pagamento dos salários dos aposentados e pensionistas, mas o patrimônio não está sendo resguardado porque e alguns prefeitos estão sacando esse dinheiro”, explicou o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Fernando Catão.

De acordo com reportagem publicada no jornal Correio da Paraíba, do último domingo (02), o rombo na previdência dos municípios da Paraíba chega aos R$ 10 bilhões. Segundo Carão, vários municípios estão nessa situação. “Tem muitos casos de apropriação indébita desses valores. Esse fundo pertence ao servidor e não pode ser sacado por nenhum gestor”, comentou o Conselheiro.

Fernando Catão informou que existem regras duras para proteger os recursos dos fundos previdenciários, mas, mesmo assim, os gestores conseguem sacar o dinheiro deixando um verdadeiro rombo nos cofres dos Institutos de Previdência.

“Essa conduta terá reflexo na análise das contas dos gestores, pois isso é um ato de apropriação indébita e gera a reprovação de contas do gestor que assim proceder”, alertou Fernando Catão.

Fundos previdenciários não se sustentam

Para Fernando Catão, os Fundos Previdência não têm como se sustentarem mais. Segundo ele, o país, os estados e os municípios não suportam mais esse tipo de regime previdenciário.

“No Brasil vai acontecer o mesmo que ocorreu na Grécia e em Portugal, nos estados e municípios o mesmo que aconteceu no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul, além do que aconteceu no Fundo de Pensão dos Correios. E quem vai sofrer as conseqüências é o contribuinte, porque vai chegar uma época que não se terá recursos para pagar aos contribuintes”, afirmou Fernando Catão.

RJ e RS

Os estados do Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul estão atravessando por uma séria crise econômica e política que atingiu diretamente o pagamento dos salários dos servidores, principalmente, dos aposentados e pensionistas.

Por Redação,com Mislene Santos (Correio Online)

Anvisa registra novo medicamento para tratamento da diabetes tipo 2

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) registrou um novo produto biológico para o tratamento de diabetes mellitus tipo 2, o medicamento Xultophy.

O medicamento, inédito no Brasil, é um composto formado entre a insulina degludeca e a liraglutida e é indicado para o tratamento de adultos com diabetes mellitus tipo 2.

Segundo a Anvisa, o medicamento o medicamento, quando combinado com hipoglicemiantes orais, auxilia no controle glicêmico do paciente.

Da Anvisa 

Menina fica em estado grave após prender cabelo em ralo de piscina e se afogar

Menina ficou presa em ralo de piscina
Menina ficou presa em ralo de piscina
Menina ficou presa em ralo de piscina

Um menina de 12 anos ficou em estado grave após ficar com o cabelo preso no ralo de uma piscina e acabar se afogando, na Zona Rural de Lagoa Seca, no Agreste da Paraíba, a 129 km de João Pessoa, nesse sábado (1º). Ela foi resgatada por familiares após ficar mais de 15 minutos submersa. As informações são do Portal Correio. 

O avô da criança percebeu que ela estava presa, mergulhou na piscina e a soltou da sucção do ralo cortando o cabelo dela com uma faca. Após os primeiros socorros ainda no local do acidente, a garota foi socorrida para uma Unidade de Pronto Atendimento e, em seguida, transferida para a Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica do Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, em Campina Grande, onde seguia internada em coma induzido até o fechamento desta matéria. Na noite desta segunda-feira (3), a assessoria de imprensa da instituição de saúde confirmou que o quadro clínico da menina é grave, mas estável.

“O que preocupa realmente são as lesões neurológicas pelo tempo que ela passou debaixo d’água. Quando o avô veio notar, ela já estava completamente em parada cardiorrespiratória, foi reanimada e aqui a gente prosseguiu com o tratamento, dando toda a assistência que ela precisa”, disse a pediatra Noadja Andrade Cardoso.

O Corpo de Bombeiros orienta para os cuidados nesses casos e diz que na instalação de piscinas o sistema de ralo deve ser do tipo anti-sucção e que também seja feita aquisição de equipamentos que desliguem a motobomba em situações em que o sistema seja obstruído.

Confira reportagem da TV Correio:


Saiba como usar a mesma conta de WhatsApp em 2 celulares

Por segurança, o WhatsApp não permite que os usuários usem o aplicativo em mais de um smartphone ao mesmo tempo. No entanto, há um truque para burlar isto. E sem riscos.

Segundo o Olhar Digital, a experiência não é exatamente a mesma nos dois celulares, pois o do segundo equipamento não se ajusta perfeitamente à tela, mas pode ajudar em um momento de emergência. Confira o procedimento:

1. Abra o Google Chrome no smartphone sem WhatsApp. Toque nos três pontinhos no canto superior da tela para abrir o menu de configurações e selecione a opção “Versão para desktop”;

2. Acesse o site: web.whatsapp.com. A página vai gerar um código QR, que será utilizado a seguir. Use os dois dedos para ampliar o código, até que ele ocupe quase toda a tela;

3. Abra o WhatsApp no celular em que ele está instalado e procure pela opção “WhatsApp Web” no menu configurações. Toque no ícone de adição (+) no canto superior da tela;

4. O aplicativo abre automaticamente o modo de câmera e leitor de código QR. Coloque-o em posição de ler o código do outro celular e aguarde a confirmação.

Pronto! O WhatsApp Web já está configurado no smartphone que não tem o app e continua disponível no que ele está instalado.

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