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TRE adia julgamento de AIJE que pede cassação de RC e Lígia; placar está em 1 a 1

Sessão ocorreu na tarde desta segunda no TRE
Sessão ocorreu na tarde desta segunda no TRE
Sessão ocorreu na tarde desta segunda no TRE

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) decidiu nesta segunda-feira (17) adiar o julgamento da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) por abuso de poder econômico e político nas Eleições 2014 do governador Ricardo Coutinho (PSB) e da vice-governadora Lígia Feliciano (PDT). O TRE-PB determinou o adiamento após pedido de vistas da juíza Michele Jatobá, que terá 10 dias para analisar o processo e dar seu voto. Até o momento do pedido da magistrada, havia um empate em 1 a 1 na sessão. 

A Aije alega que a coligação do governador usou a Paraíba Previdência (PBPrev) realizando pagamento facilitado de benefícios que antes negava ou condicionava a uma normatização.

O julgamento começou com o relator do processo, o desembargador Romero Marcelo, lendo o parecer favorável a cassação dado pelo Ministério Público Eleitoral da Paraíba (MPE-PB).

Em seguida, o advogado Marcelo Weick, que fez parte da defesa do governador Ricardo Coutinho, alegou que ele não teve intenções eleitoreiras com a medida e que a quantidade de pessoas beneficiadas não poderia alterar o resultado das eleições.

Advogado da coligação ‘A Vontade do Povo’, Harrison Targino, afirmou que houve abuso de poder econômico e político do governador com a concessão dos benefícios, que terminaram por beneficiar Ricardo Coutinho no resultado da eleição. Ao fim da fala dos advogados, a presidente do TRE-PB, desembargadora Maria das Graças, concedeu pausa de cinco minutos.

Após pausa, a sessão foi retomada com a leitura de relatório do procurador regional eleitoral, Marcos Queiroga, que também pediu pela cassação do governador e da vice-governadora.

O procurador alegou que o relatório havia sido concluso pelo procurador anterior, mas que ele também identificou indícios de irregularidades praticados por Ricardo Coutinho e afirmou que a Procuradoria Geral do Estado pediu que a PBPrev suspendesse o pagamento dos benefícios por contas de irregularidades. Além disso, o procurador citou a celeridade dada pela PBPrev para a liberação dos benefícios.

“Em 36 meses (2011 a 2013) houve 68 pagamentos por empenho. Em 2014 foram 506 pagamentos por empenho em outubro e 760 em novembro. De novembro, quase todos referentes a procedimentos referidos em outubro. Com os fatos, não restam dúvidas da necessidade de cassação do governador e consequente perda de direitos políticos por oito anos”, afirmou o procurador.

Em seu voto, o relator Romero Marcelo disse que não há provas de pagamentos indevidos ou ilegais feitos através da Pbprev por Ricardo. “O conceito de abuso de poder é elástico e só o caso concreto para se averiguar”, ponderou o magistrado.

Em seguida, o juiz Márcio Maranhão votou favorável ao pedido do MPE pela inelegibilidade de Ricardo Coutinho por oito anos, além dá cassação do mandato. “O abuso de poder caracteriza-se quando demonstrado que o ato da administração aparentemente teve como objetivo beneficiar candidato”, disse.

O voto seguinte seria de Michele Jatobá. Com o pedido de vistas, os demais membros poderiam antecipar o voto, mas optaram por esperar o voto da magistrada.

A AIJE da Pbprev deve retornar à pauta de julgamento no TRE-PB no próximo dia 4 de maio.

Do Portal Correio 

Gervásio sai do páreo e PSB avalia nomes para disputar sucessão de Ricardo

Gervásio Filho
Gervásio Filho
Gervásio Filho

Com a desistência do presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, deputado estadual Gervásio Maia, em disputar a indicação do partido como pré-candidato ao governo do estado no ano que vem, o PSB começa a analisar os nomes que dispõe para tentar suceder Ricardo Coutinho no cargo.

Gervásio Filho garante que sua meta é disputar um mandato de deputado federal e não revela os motivos da desistência pelo governo. O presidente estadual do PSB, Edvaldo Rosas, disse, nesta segunda-feira (17), que a legenda pretende ter apenas um candidato a deputado federal. 

Quanto à disputa pelo governo do estado, o líder do governo na ALPB, deputado estadual Hervázio Bezerra (PSB), citou os nomes do secretário de Recursos Hídricos do Estado, João Azevedo; da deputada estadual Estela Bezerra (PSB); e da vice-governadora Lígia Feliciano (PDT) como opções.

Hervázio assegura que Gervásio Filho saiu da disputa da indicação como pré-candidato por uma questão de “foro íntimo”. Para o líder do governo, o grande sonho de Gervásio é mesmo chegar à Câmara Federal. “Ele disse apenas isso”, observou.

Gervásio se filiou ao PSB em março do ano passado, em solenidade na sede da Associação Paraibana de Imprensa (API), com a presença do governador Ricardo Coutinho, como uma grande opção para disputar a sucessão em 2018.  

Em João Pessoa, o prefeito Luciano Cartaxo (PSD) preferiu não comentar a decisão do presidente da Assembleia Legislativa em não disputar a indicação como pré-candidato ao governo. “Meu foco é o trabalho e a gestão. Não temos eleição neste ano. E 2017 é um ano de trabalho. A política a gente tem acompanhado de forma mais distante”, garantiu.

Da Redação, com Portal Correio 

BBB17: Emilly chega à delegacia para prestar depoimento sobre agressão

(Foto: Bruno Albernaz)
(Foto: Bruno Albernaz)

A participante do Big Brother Brasil 17 Emilly Araújo, de 20 anos, chegou às 10h07 desta segunda-feira (17) na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher de Jacarepaguá (Deam-Jacarepaguá), na Zona Oeste do Rio. Ela foi prestar esclarecimentos no inquérito que apura se o cirurgião Marcos Harter a agrediu.

“Queremos esclarecer todos os fatos que vimos pela TV e, para que isso aconteça, o depoimento dela é fundamental. Em uma investigação, é importante ouvirmos todos os lados envolvidos”, explicou a diretora da Divisão de Atendimento à Mulher da Polícia Civil, delegada Márcia Noeli.

Na quarta-feira (12), o ex-BBB Marcos Harter foi à Deam-Jacarepaguá para prestar depoimento. Ele chegou ao local acompanhado da irmã.

Na terça (11), Harter usou a sua conta no Twitter para falar sobre a acusação de agressão a Emilly Araújo dentro da casa do programa. O médico disse estar surpreso com o que está acontecendo e alegou que nunca teve a intenção de machucar a estudante, com quem vinha mantendo uma relação amorosa.

Durante coletiva concedida na tarde de quarta-feira, a delegada falou sobre a duração da pena a qual Harter, caso condenado, pode pegar. “Caso seja comprovado que foi mesmo um caso de violência doméstica, a pena pode chegar a até três anos”, disse.

Harter foi eliminado do Big Brother Brasil 17 na segunda-feira (10). A decisão foi baseada nas regras do reality show, que proíbem agressão física, e nas investigações da Polícia Civil do Rio, que abriu inquérito para apurar se houve lesão corporal quando o médico de 37 anos discutiu com a estudante, de 20, dentro da casa.

O apresentador Tiago Leifert disse que, com a abertura do inquérito, o programa falou com Emilly, pela segunda vez, no confessionário. Em uma primeira conversa, ela não havia denunciado nenhuma agressão física.

“Com base nesse inquérito, tivemos uma nova conversa com a Emily, inclusive com exame médico. Desde o primeiro momento, desde que tudo aconteceu, a Globo agiu firmemente, incansavelmente, a gente envolveu advogados, especialistas, psicólogos. Conversamos muito para tomar uma decisão correta, justa. Na conversa de hoje, ficaram comprovados indícios de agressões físicas. No BBB, agressão gera expulsão, e a decisão foi tomada: o Marcos está eliminado do BBB 17”, explicou.

Emilly foi a campeã da décima sétima edição do programa, que chegou ao fim na quinta-feira (13). Ela disputou a final ao lado das participantes Ieda e Vivian e ganhou R$ 1,5 milhão.

G1

Cássio foi único a insistir por propina da Odebrecht, diz delator

O ex-diretor Superintendente da Bahia do grupo Odebrecht, Alexandre Barradas, afirmou, em acordo de delação premiada, que o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) foi o “único que relutou em relação ao caixa dois”. Cunha Lima é acusado de receber R$ 800 mil não declarados para a sua candidatura ao governo da Paraíba, em 2014.

“Ele (Cássio Cunha Lima) foi o único desses todos que disse: ‘poxa, mas não tem como fazer?’. Eu disse: ‘olha, nós não temos outra opção’. Ele relutou, mas não teria opção”, conta Barradas. Um dos investigadores presentes no depoimento, então, rebateu: “Ele tinha opção, poderia ter recusado”.

Segundo Barradas, a doação ao então candidato a governador tinha objetivo de receber como contrapartida de realizar obra de saneamento na Paraíba, que não contava com o apoio do governador à época, Ricardo Coutinho.

Ao decidir fazer oposição a Coutinho, já em 2014, Cunha Lima sinalizou a Barradas que contava com a “ajuda” da Odebrecht. “Seria inverdade dizer que ele me pediu dinheiro, mas mostrou a sua necessidade de ter ajuda e ajuda financeira”, declarou o delator.

Barradas contou que conversou “rapidamente” com Cássio em seu gabinete, no Senado, entre março e abril de 2014, para informar que a empresa estava disposta a fazer a doação, mas que só poderia ser realizada via caixa dois. “Eu me lembro que o senador ficou um pouco inseguro”, disse Barradas aos procuradores.

Os dois teriam se encontrado outras três ou quatro vezes, geralmente no Senado, porém a entrega da quantia, parcelada em duas vezes de R$ 400 mil, teria sido feita a um funcionário do senador chamado Luís, em um hotel de Brasília. Barradas informou ainda que o senador ganhou dois apelidos, “trovador” e “prosador”, pois o pai do parlamentar Ronaldo Cunha Lima, era um “grande poeta”.

Outro lado

Em nota, o tucano disse que recebeu uma doação da Braskem na campanha de 2014. “Essa doação foi devidamente declarada na minha prestação de contas. O meu patrimônio é absolutamente compatível com a minha renda e eu nunca usei de quaisquer dos meus mandatos para enriquecer ilicitamente. Quando prefeito de Campina Grande e governador da Paraíba, jamais tive uma obra pública executada pela Odebrecht. Tem que investigar, sim! Investigar até o fim! E investigar imediatamente!”, declarou.

Estadão

No feriadão: PRF contabiliza 27 feridos e três mortos em rodovias da Paraíba

Todas as vítimas fatais estiveram envolvidas em acidentes com motocicletas (Foto: Walla Santos)
Todas as vítimas fatais estiveram envolvidas em acidentes com motocicletas (Foto: Walla Santos)
Todas as vítimas fatais estiveram envolvidas em acidentes com motocicletas (Foto: Walla Santos)

Após a conclusão da Operação Semana Santa, a Polícia rodoviária Federal (PRF) contabilizou 26 acidentes em rodovias paraibanas que resultaram em 27 feridos e três mortos. A Operação da PRF começou na última quinta-feira (13) e foi encerrada neste domingo (16).

Todas as vítimas fatais estiveram envolvidas em acidentes com motocicletas. Duas ocorrências aconteceram no interior do Estado, sendo que um deles foi um atropelamento de animal e o outro uma colisão na traseira de um caminhão por não guardar distância de segurança.

O terceiro acidente com vítima fatal ocorreu na Região Metropolitana de João Pessoa. O condutor, um homem de 29 anos de idade, perdeu o controle da moto e caiu juntamente com o passageiro. Ambos foram atropelados, após a queda, por outra motocicleta que seguia atrás com três ocupantes. O condutor da primeira morreu.

Houve um aumento no número de feridos em relação a 2016, no entanto também houve um equilíbrio no registro de vítimas fatais. Levando em consideração o aumento da população e frota de veículos em números absolutos, o fato é visto como uma retração no índice de letalidade em números relativos, de acordo com o que considera a PRF.

Perigo em duas rodas – Os veículos do tipo duas rodas se destacaram negativamente neste feriado. Dos 26 acidentes registrados nesta operação, 11 deles tinham motocicletas ou ciclomotores envolvidos. Em dois deles houve o envolvimento de quatro motos, todos eles com vítimas. Os três mais graves deixou um saldo de oito vítimas; destas, três mortas e cinco feridas.

De acordo com a PRF, foi dada ênfase a quatro alvos considerados os que mais afetam a segurança no trânsito rodoviário: excesso de velocidade, veículos duas rodas, ultrapassagens irregulares e embriaguez. As informações são do ClickPB.

Juiz dos EUA condena Odebrecht a pagar US$ 2,6 bi em caso de corrupção

A justiça norte-americana condenou nesta segunda-feira (17) a Odebrecht a pagar US$ 2,6 bilhões (cerca de R$ 8 bilhões) em multas em um caso criminal de corrupção para autoridades brasileiras, norte-americanas e suíças, segundo a Reuters.

Em audiência na corte federal do Brooklyn, em Nova York, o juiz distrital Raymond Dearie determinou que cerca de US$ 93 milhões (R$288,7 milhões) serão destinados aos EUA, US$ 2,39 bilhões (R$7,42 bilhões) ao Brasil e US$ 116 milhões (R$ 360,1 milhões) à Suíça.

O jornal espanhol “El País” afirma que essa é a pena mais alta da história dos Estados Unidos para um caso estrangeiro de suborno.

A Odebrecht, juntamente com a petroquímica afiliada Braskem SA, declarou-se culpada de acusações de suborno nos Estados Unidos em dezembro. As autoridades americanas acusaram a Odebrecht de pagar cerca de US $ 788 milhões em subornos para obter contratos lucrativos a funcionários de 12 países, principalmente na América Latina.

A determinação judicial acontece no momento em que a Odebrecht tenta negociar acordos com outros países, como Argentina, Chile, Colômbia, Equador, México, Peru, República Dominicana, Venezuela, Panamá e Portugal.

Pela regra da leniência, que é a negociação que beneficia a pessoa jurídica, o acordo com cada país deve ser assinado separadamente para que tenha efeito jurídico.

Os acordos com os Estados Unidos foram assinados porque parte do dinheiro da propina paga pela Odebrecht foi destinada a bancos norte-americanos e a projetos da empreiteira no país. Há, ainda, a suspeita do governo americano de que cidadãos ou empresas daquele país tenham cometido crimes em acordos com a Odebrecht.

No caso da Suíça, grande parte das propinas pagas no esquema de corrupção foram transferidas e movimentadas em bancos no país europeu.

William Burck, advogado da Odebrecht nos Estados Unidos, recusou-se a comentar a decisão após a audiência. Procurada pela agência, o escritório da empresa em São Paulo ainda não se pronunciou.

As acusações contra a Odebrecht são resultados de uma investigação de quase três anos no Brasil sobre corrupção na estatal Petrobras, que levou a dúzias de detenções e agitação política brasileira.

Acordos de leniência

O Ministério Público brasileiro informou que as empresas brasileiras Odebrecht e Braskem assinaram acordos de leniência com a Suíça e com os Estados Unidos para suspender ações judiciais contra as duas empresas nos dois países. As empresas se comprometeram a pagar cerca de R$ 6,9 bilhões aos três países.

Esses acordos, ainda segundo o MP, permitem a preservação das empresas e a continuidade de suas atividades, inclusive para gerar valores necessários à reparação dos ilícitos.

G1

Acidentes em estradas têm queda de 16% durante a Semana Santa

Operação Semana Santa contribuiu para reduzir acidentes em estradas. Queda é de 16% Agência Brasil
Operação Semana Santa contribuiu para reduzir acidentes em estradas. Queda é de 16% Agência Brasil
Operação Semana Santa contribuiu para reduzir acidentes em estradas. Queda é de 16% Agência Brasil

Nos quatro dias da Operação Semana Santa, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 1.091 acidentes nas rodovias federais do país, com uma redução de 16% em relação a 2016, quando 1.304 acidentes foram anotados. O órgão divulgou hoje (17) os números preliminares da operação, que realizada entre quinta-feira (13) e domingo (16).

Segundo a PRF, 82 pessoas morreram e 1.107 ficaram feridas. O resultado representa uma redução de 1% no número de mortos e no 13% de feridos; na Operação Semana Santa de 2016, houve 83 mortos e 1.267 feridos.

“Apesar da redução no número de ocorrências, mais de 40% das mortes ocorreram no último dia da operação, justamente no momento de retorno das famílias aos seus lares”, informou a Polícia Rodoviária Federal, em nota.

Durante o prolongado fim de semana, policiais reforçaram a fiscalização nos trechos com mais índice de acidentes e, mesmo com o esforço, eles contabilizaram 60 mil flagrantes de excesso de velocidade. Outros 5,8 mil motoristas foram autuados por ultrapassar em locais proibidos. No total, houve 47,7 mil infrações de trânsito.

“O reforço no efetivo ocorreu em todo o Brasil e também focou na educação para o trânsito. As ações educativas, com o objetivo de sensibilizar motoristas e passageiros de seus papéis na construção de um trânsito mais seguro, alcançaram 42,2 mil pessoas”, informou.

Bahia

No estado da Bahia, PRF registrou nove mortes em acidentes nas rodovias federais do estado. No total, foram registrados 67 acidentes, dos quais 17 considerados graves, que resultaram nas nove mortes. As principais causas desses acidentes foram condutas consideradas de risco pela PRF como uso de álcool ao volante, ultrapassagens indevidas e excesso de velocidade.

A combinação de álcool e direção foi um dos alvos da PRF na Bahia, que submeteu quase 5 mil motoristas ao teste do bafômetro e registrou resultado positivo em 92 abordagens. Esse tipo de infração é considerada gravíssima e a multa é de R$ 2.934,70. Segundo a PRF-BA, do total de flagrados, nove foram encaminhados para uma delegacia por crime de embriaguez no trânsito.

As manobras irregulares que colocam vidas em risco aumentaram mais de 70%, na comparação com o mesmo período do ano passado. Os radares instalados ao longo das rodovias flagraram mais de 3 mil veículos circulando acima da velocidade, um aumento de 30% em relação ao feriado de 2016.

A imprudência dos motoristas nas rodovias federais gerou autuações feitas pelos agentes, que flagraram mais de mil motoristas, e 280 veículos pela falta de uso do cinto de segurança.

Agência Brasil

Motorista de Rio Tinto morre ao bater carro em traseira de caminhão na BR 101

Apesar do cinto de segurança e airbag acionado, motorista veio a óbito
Apesar do cinto de segurança e airbag acionado, motorista veio a óbito
Apesar do cinto de segurança e airbag acionado, motorista veio a óbito

Um motorista que prestava serviço para a Secretaria de Saúde da cidade de Rio Tinto morreu, na manhã desta segunda-feira (17), após capotar o veículo que conduzia em um trecho da BR-101, na Grande João Pessoa. A vítima era conhecida como Anderson Silva e residia na aldeia de Jaraguá.

Testemunhas acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas quando a equipe chegou ao local a vítima já estava em óbito. O homem usava cinto de segurança no momento do acidente e o airbag do veículo funcionou, mas o impacto das capotagens foi muito forte. O veículo ficou completamente destruído.

O acidente teria acontecido após o carro colidir com a traseira de um caminhão. O motorista do veículo de carga parou metros após o local da capotagem. Ele alega que apenas sentiu a pancada do carro na traseira do caminhão. Parte do capô do veículo da vítima ficou presa ao caminhão.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi acionada e deve apurar todas as circunstâncias do acidente, as informações são do Portal Correio. 

Deputado reafirma posição contra texto da Reforma da Previdência

O deputado federal. Rômulo Gouveia (PSD), reafirmou seu posicionamento contrário ao texto da Reforma da Previdência que está em tramitação na Câmara Federal. O parlamentar adianta que vai votar contra a perda de direitos já adquiridos pelos trabalhadores.

Rômulo disse já ter comunicado o seu posicionamento ao líder do governo e ao líder de sua bancada na Casa e lembrou de sua participação de atos contra a proposta. Segundo ele, essa postura reflete apelos feitos por entidades de classe e de parlamentos municipais. “Quero reafirmar meu voto contrário à Reforma da Previdência, principalmente nos textos que têm atingido direitos dos trabalhadores”, disse.

O parlamentar destacou, no entanto, a necessidade de se promover uma reforma, mas ressaltou que as mudanças não podem trazer perdas como as que estão sendo propostas para o homem do campo, por exemplo. “Não será sacrificando direitos adquiridos como a idade do homem do campo que teremos uma boa reforma”, afirmou.

Paraíba registra alta nas vendas do varejo, diz IBGE

Depois de atingir uma alta de 4,3% nas vendas do mês de janeiro deste ano, o varejo paraibano manteve a alta e cresceu mais 0,2% no mês de fevereiro. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com a marca, além de manter o crescimento pelo segundo mês consecutivo, a Paraíba contratirou a média nacional, onde houve uma queda de 0,2%. O setor de serviços também teve alta no mês de fevereiro.

No comparativo de fevereiro deste ano com fevereiro de 2016, as vendas registraram uma leve queda de 0,8% no Estado, enquanto o país teve uma forte queda de 3,2%. No cenário do Nordeste, em 2017, apenas dois dos nove Estados na Região acumulam alta no primeiro bimestre: Paraíba e Alagoas (5,2%). Já Sergipe (-9,5%) e Piauí (-9,3%) têm as quedas mais fortes.

Já o setor do varejo ampliado da Paraíba, que inclui veículos, motos, partes e peças e material de construção, voltou a registrar alta em fevereiro sobre o mesmo mês do ano anterior com alta de 0,4%, enquanto o país apresentou um novo tombo com queda atingindo 4,2%. No país, 20 das 27 unidades tiveram indicador negativo.

Serviços

Assim como no comércio varejista, o setor de serviços da Paraíba registrou crescimento na comparação do mês de fevereiro com janeiro deste ano. Segundo os dados da pesquisa alta de 1,5% sobre o mês anterior. A média da Paraíba foi maior que o indicador no país, que foi de 0,7%.

A pesquisa apontou que a Paraíba apresentou o quinto maior crescimento do país. Apenas onze das 27 unidades da federação registraram resultado positivo no volume de vendas de fevereiro sobre janeiro no setor de serviços. As maiores taxas de crescimento entre janeiro e fevereiro foram observadas em Rondônia (9,1%), Mato Grosso (8,5%), Acre (2,5%), Mato Grosso e a Paraíba (1,5%). Já as maiores quedas ocorreram no Ceará (9,8%), Espírito Santo (5,3%) e Pernambuco (5,2%).

Segundo a pesquisa do IBGE, o segmento de serviços prestados às famílias se destacou em fevereiro (0,6%) na comparação com janeiro. Os transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio tiveram crescimento de 0,5% e serviços profissionais, administrativos e complementares de 0,2%. Ainda na Paraíba, as quedas ficaram com os segmentos de serviços de informação e comunicação (1,5%) e outros serviços (0,5%). O IBGE destacou que o agregado especial das atividades turísticas anotou crescimento de 0,2% na comparação com janeiro.

Do G1PB

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