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MPF pede a Moro condenação de Claudia Cruz por lavagem e evasão

A força-tarefa da Operação Lava Jato no Ministério Público Federal (MPF) pediu ao juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, que condene Claudia Cruz pelos crimes lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Os procuradores da República também manifestaram entendimento de que a mulher do ex-deputado Eduardo Cunha deve cumprir pena em regime fechado.

O documento enviado a Moro afirma que Claudia cometeu três vezes o crime de lavagem de dinheiro e cinco vezes o crime de evasão de divisas. Segundo a força-tarefa, ela utilizava dinheiro de origem sabidamente ilícita para comprar artigos de luxo e pagar despesas no exterior. Além disso, a esposa de Cunha teria mantido uma conta off-shore na Suíça, chamada Köpec, com recursos não declarados à Receita Federal.

Os procuradores também contestaram o padrão de consumo mantido pela família do ex-presidente da Câmara dos Deputados. “As despesas de cartão de crédito no exterior no montante superior a US$ 1 milhão no prazo de sete anos pagas por Claudia Cruz foram totalmente incompatíveis com a renda e o patrimônio declarado de Eduardo Cunha”.

Segundo o documento, a família de Cunha e Cláudia viajou nove vezes ao exterior entre 2013 e 2015, gerando uma despesa que ultrapassa US$ 525 mil.

Além da prisão, o MPF pede que seja fixado o valor de US$ 1.061.650 a ser pago por Claudia para reparar os danos materiais e morais causados pelas condutas da ré.

Respondem ao mesmo processo o ex-diretor da área Internacional da Petrobras Jorge Zelada, o empresário Idalécio Oliveira e o lobista João Henriques. A força-tarefa também pediu a condenação dos três, com pena inicial em regime fechado.

Daniel Isaia – Correspondente da Agência Brasil

Comissão especial adia para maio votação do relatório da reforma da Previdência

O deputado Arthur Maia lê seu relatório na comissão especial da Câmque analisa a proposta da reforma da Previdência Social Marcelo Camargo/Agência Brasil
O deputado  Arthur  Maia  lê   seu  relatório  na  comissão  especial  da  Câmque  analisa  a  proposta  da  reforma  da  Previdência  Social           Marcelo  Camargo/Agência  Brasil
O deputado Arthur Maia lê seu relatório na comissão especial da Câmque analisa
a proposta da reforma da Previdência Social. Marcelo Camargo/Agência Brasil

Com a leitura, ontem (19), pelo deputado Arthur Maia (PPS-BA), de parte do relatório sobre a proposta de reforma da Previdência na comissão especial da Câmara, os parlamentares definiram o calendário de tramitação da matéria. A previsão é que o parecer de Maia seja votado na comissão no dia 2 de maio.

O presidente da comissão, Carlos Marun (PMDB-MS), fez um acordo com a oposição para que não houvesse obstrução durante a leitura do parecer e se comprometeu a fazer sessões de debate na próxima semana. Segundo Marun, com a votação do relatório no colegiado no próximo dia 2, a previsão é que a leitura no plenário da Câmara ocorra no dia 8 de maio.

Perguntado por jornalistas se considera um retrocesso o adiamento da previsão inicial de ter o relatório votado na comissão na próxima semana, Carlos Marun, respondeu que não. “Não vejo nenhum retrocesso, na verdade, é uma otimização de tempo. Poderíamos estar aí perdendo muito tempo e energia para vencer a obstrução que a oposição certamente faria, todavia, tendo celebrado um acordo, fico feliz com esse resultado”, disse.

Arthur Maia iniciou a leitura do relatório por volta do meio-dia. Com quase uma hora de apresentação, a reunião foi suspensa para que os parlamentares participassem da ordem do dia no plenário da Câmara. A expectativa é que a leitura seja retomada ainda hoje na comissão especial.

No texto, o relator reduz a idade mínima para a aposentadoria das mulheres de 65 anos para 62 anos. Outra alteração proposta em relação ao texto inicial enviado pelo Executivo ao Congresso Nacional é reduzir de 60 anos para 55 anos a idade mínima de aposentadoria para policiais policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, policiais civis e os agentes penitenciários.

Agência Brasil

Câmara aprova urgência e reforma trabalhista pode ser votada até maio

Brasília - Plenário da Câmara discute e vota novo requerimento de urgência para reforma trabalhista (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Após ser derrotado na terça-feira (18), a base governista venceu ontem (19) a oposição e conseguiu 287 votos favoráveis à aprovação do regime de urgência para a votação do Projeto de Lei 6.787/16, que trata da reforma trabalhista. Os contrários à urgência do projeto somaram 144 votos. Com a aprovação do regime de urgência, não será possível pedir vista ou apresentar emendas à matéria na comissão especial que analisa o substitutivo do deputado Rogério Marinho (PSDB-RN).

O relatório apresentado na comissão mantém a prevalência dos acordos coletivos em relação à lei, conforme previsto no texto original, e acrescenta outras modificações, como regras para o teletrabalho e o trabalho intermitente. O texto poderá ser votado diretamente no plenário já na próxima semana ou no início de maio.

A sessão destinada à votação foi marcada por forte embate entre oposição e governo. Deputados da oposição criticaram a inclusão do requerimento de urgência na ordem do dia, classificando-a de manobra regimental, pois a matéria já havia sido rejeitada na noite de terça-feira.

A confusão teve início após o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ter encerrado a sessão que votava os destaques ao projeto de recuperação fiscal dos estados superendividados, cujo texto base havia sido aprovado na noite anterior, e chamado nova sessão exclusivamente para votar o requerimento.

O líder da minoria, José Guimarães (PT-CE), acusou o governo de querer votar a matéria a “toque de caixa”. “Não se mexe tanto com a vida dos trabalhadores e se faz as coisas desse jeito. Não é aconselhável votar isso hoje, porque esse clima de tensão que se está estabelecendo aqui dentro impede que o Parlamento consiga dialogar”, disse.

O líder do governo, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), justificou a nova tentativa de votação do requerimento com o argumento da necessidade de deliberar logo a matéria. “Quem quiser que ganhe o debate no argumento. Nós hoje estamos cumprindo de forma democrática aquilo que prevê o regimento dessa casa, respeitando a todos e votando uma matéria que é importante sim para o país”, disse.

Maia continuou com o processo de votação do requerimento que abre a possibilidade de que o projeto seja votado na próxima semana. Houve bate boca e deputados da oposição chegaram a subir na mesa diretora para protestar.

“O que está acontecendo aqui é muito sério. Essa matéria já foi votada no dia de ontem e não foi aprovada. O regimento é claro, essa matéria não poderia voltar a estar na pauta no dia de hoje. Não podemos voltar ao tempo do Eduardo Cunha”, disse o líder do PSOL, Glauber Braga (RJ), referindo-se ao ex-presidente da Casa, que ficou marcado por repetir votações de cujo resultado discordava.

Proposta de acordo

A oposição defendia a retirada do requerimento da pauta e propunha um acordo para se votar o projeto que altera vários artigos da legislação trabalhista no dia 8 de maio, após debate e votação na comissão especial que analisa a matéria.

Maia disse que não iria interromper a votação e que, após reunião, a oposição não quis fechar um acordo para que o projeto fosse votado em uma data intermediária, até o dia 3 de maio. “O PT não quis votar essa matéria no dia 3 de maio, então não teve acordo por esse motivo. Se a base tiver voto, a base ganha. Se não tiver, perde”, disse Maia.

O líder do PT, Carlos Zaratini (SP), confirmou o encontro, mas questionou a data com o argumento de que era necessário discutir melhor a matéria na comissão. “Era uma solução de acordo adiarmos essa votação para a semana do dia 8 de maio, já que na semana que vem poderia ser discutido na comissão especial, afunilando o debate para fazermos a votação no dia 8. Essa foi a nossa proposta”, rebateu.

Recuperação fiscal dos estados

Antes da votação do requerimento, após mais de cinco horas de debates, os deputados haviam deliberado dois dos 16 destaques ao projeto de recuperação fiscal dos estados superendividados. Foram rejeitados dois destaques, um do PCdoB e outro do PSOL, que pretendiam retirar as contrapartidas dos estados para aderir ao plano de recuperação.

Com a decisão de votar o requerimento, Maia adiou para a próxima semana a conclusão da votação dos destaques ao projeto.

Da Agência Brasil

Dia do índio: Governo entrega melhorias para a população indígena em Baía da Traição

Vice-governadora Lígia Feliciano esteve representando o governador Ricardo Coutinho
Vice-governadora Lígia Feliciano esteve representando o governador Ricardo Coutinho
Vice-governadora Lígia Feliciano esteve representando o governador Ricardo Coutinho

A vice-governadora Lígia Feliciano participou das comemorações ao Dia do Índio, celebrado nesta quarta-feira (19), na Aldeia São Francisco, município de Baía da Traição. Na ocasião, o Governo do Estado fez entregas de benefícios nas áreas de agricultura, pesca e educação para a população indígena.

Na aldeia, Lígia Feliciano acompanhou a apresentação cultural indígena e destacou: “Aqui nós podemos ver a preservação do nosso povo, os verdadeiros donos da terra, que hoje são respeitados e valorizados, através da Constituição e através do nosso Estado, que mantém políticas públicas para a melhoria dos povos indígenas. Eu sou testemunha da luta dos índios através do cacique Sandro, em busca de justiça e progresso para a vida da população indígena”.

Em meio as comemorações, os índios Potiguaras receberam alevinos (filhotes de peixes) e sementes de milho e de feijão. Na área de educação, o Governo do Estado anunciou a continuidade do curso pré-vestibular para indígena, o PB-Vest na Escola Estadual Pedro Potí, dentro da Aldeia São Francisco. Serão atendidos mais 362 estudantes indígenas matriculados no 3º ano do Ensino Médio, além da entrega de oito bibliotecas móveis, cada uma com 75 títulos, num total de 300 obras, beneficiando escolas das Aldeias Tramataia, Três Rios, Brejinho, Val, Jacaré de César do município de Marcação; e das Aldeias Akajutibiró, São Francisco, do município de Baía da Traição.

Para 10 escolas indígenas foram distribuídos Jogos Pedagógicos para todas as turmas das séries iniciais nas Aldeias Monte Mór, Jaraguá, localizadas em Rio Tinto; das Aldeias Tramataia, Três Rios, Brejinho, Val, Jacaré de César, localizadas em Marcação; e das Aldeias Akajutibiró e São Francisco, localizadas na Baía da Traição. O kit possui tapetes alfabéticos, jogos de raciocínio lógico, brincadeirinhas musicais.

Também foram entregues três laboratórios de Ciências com conjunto de equipamentos de química, física e biologia nas escolas das Aldeias Akajutibiró, São Francisco, do município de Baía da Traição e Brejinho, do município de Marcação, e 200 bicicletas para os estudantes indígenas.

A secretária da Mulher e da Diversidade Humana, Gilberta Soares, destacou as ações do Governo que trazem benefícios aos índios. “Hoje é um dia especial em que paramos para homenagear os donos da terra e primeiros habitantes do Brasil. Através do nosso trabalho, juntamente com a ajuda dos caciques e de todos os índios, podemos desenvolver várias políticas públicas voltadas para o bem-estar e desenvolvimento dos índios”, ressaltou.

“Antes de mais nada, precisamos preservar a nossa cultura. A parceria com o Governo do Estado, nos permite trazer mais desenvolvimento para os indígenas, sempre preservando a nossa cultura e tradições”, disse o cacique Sandro Barbosa.

Com assessoria

Explosivos e cocaína são apreendidos pela PRF em Mamanguape

Explosivos e cocaína são apreendidos pela PRF de Mamanguape. Foto: assessoria
Explosivos e cocaína são apreendidos pela PRF de Mamanguape. Foto: assessoria
Explosivos e cocaína são apreendidos pela PRF de Mamanguape. Foto: assessoria

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu um quilo e meio de explosivos, além de um quilo de cocaína, na noite de ontem, durante fiscalização de rotina, na BR 101, em Mamanguape, Zona da mata Norte da Paraíba.

Os agentes da PRF abordaram um taxi Chevrolet Meriva com dois ocupantes para que fosse feita uma fiscalização rotineira. Quando deram início à inspeção ao veículo encontraram no seu porta-malas artefatos explosivos dos tipos espoletas e cordel detonante. A dupla disse que pegou o carregamento na cidade de Natal (RN) e entregaria a uma pessoa em um posto de combustível localizado próximo ao local da fiscalização. Declararam ainda que receberiam R$ 1 mil pelo serviço. A comercialização e transporte de explosivos é controlado pelo Exército Brasileiro. O transporte sem autorização é considerado crime.

Drogas foram apreendidas durante fiscalização de rotina, na BR 101
Drogas foram apreendidas durante fiscalização de rotina, na BR 101

Explosão de caixas eletrônicos – Espoletas, cordéis detonantes e dinamite são materiais muito visados por criminosos que praticam uma modalidade conhecida como “explosão de caixas eletrônicos”.

A mesma equipe de policiais rodoviários federais que flagrou o transporte de explosivos abordou, dez minutos depois, um ônibus da empresa Nordeste, que fazia a linha entre Natal e Campina Grande, para realizar uma fiscalização ao veículo, motorista e passageiros. E foi com um dos passageiros que os agentes encontraram um quilo de cocaína. A droga estava escondida debaixo do assento do mesmo. O jovem de 21 anos disse aos policiais que comprou a cocaína em Natal e que tinha o objetivo de vendê-la em João Pessoa.

As duas ocorrências foram encaminhadas para a Delegacia da Polícia Civil de Mamanguape.

Assessoria

Gasto excessivo com aquisição de combustível leva TCE a reprovar contas de ex-prefeita

O Tribunal de Contas do Estado da Paraíba, reunido nesta quarta-feira (19), emitiu parecer contrário à aprovação das contas de 2014 da ex-prefeita de Santana de Mangueira, Tânia Mangueira Nitão Inácio, a quem impôs débito superior a R$ 14,5 mil em decorrência de despesas excessivas com combustível.

O TCE também decidiu pela apuração, em processo apartado, de gastos públicos sem comprovação documental ordenados pela mesma gestora, a título de ajuda financeira a pessoas carentes. Mas ela, que ainda respondeu pelo recolhimento incompleto de contribuições previdenciárias, ainda pode recorrer da decisão tomada conforme voto do conselheiro Arnóbio Viana, relator do processo.

Em grau de recurso, o Tribunal manteve a reprovação às contas de 2011 do ex-prefeito de Marizópolis, José Vieira da Silva, reduzindo, porém, de R$ 1.212.243,17 para R$ 1.194.710,63 o débito a este inicialmente imposto em razão de despesas sem comprovação documental. Foi relator do processo o conselheiro substituto Oscar Mamede Santiago Melo.

Tiveram suas contas aprovadas o ex-prefeito e Tenório (Evilázio de Araújo Souto, 2013) e, também, as Câmaras de Vereadores dos municípios de Santo André e Pedra Lavrada, ambas atinentes ao exercício de 2015.

O TCE aprovou, com ressalvas, as contas de 2013 do Departamento de Estradas de Rodagem, como propôs o relator do processo, conselheiro substituto Antonio Cláudio Silva Santos. O conselheiro Arnóbio Viana, que acompanhou o voto do relator, renovou recomendação feita, anteriormente, para que o DER promova a retomada das faixas de domínio público situadas às margens das rodovias estaduais e sobre as quais avançam as cercas de proprietários de terras, apesar de já devidamente indenizados.

A Companhia Docas da Paraíba teve as contas de 2015 aprovadas, na mesma sessão plenária, conforme proposta do relator Oscar Mamede. Conduzida pelo presidente André Carlo Torres Pontes, a sessão plenária teve as participações dos conselheiros Arnóbio Viana e Marcos Costa. Também, dos conselheiros substitutos Antonio Gomes Vieira Filho, Antonio Cláudio Silva Santos, Oscar Mamede e Renato Sérgio Santiago Melo. O Ministério Público esteve representado pela procuradora geral Sheyla Barreto Braga de Queiroz.

Ascom/TCE-PB

TCE-PB bloqueia contas bancárias de seis Prefeituras e três Câmaras Municipais

O não envio de prestações de contas, relativas ao exercício de 2016, levou o Tribunal de Contas do Estado da Paraíba a determinar, na manhã desta quarta-feira (19), o bloqueio  das contas bancárias das prefeituras de Lastro, Mari, Natuba, Santa Helena e Sousa. Já a Prefeitura de catingueira teve suas contas bloqueadas por não apresentar o balancete do mês de fevereiro de 2017.

O bloqueio foi comunicado na abertura da sessão plenária pelo conselheiro presidente André Carlo Torres e também se aplica, pelo mesmo motivo, às câmaras municipais de Diamante, Mari e Pilões. O prazo para entrega da documentação se expirou em 31 de março. 

As prefeituras de Mogeiro e  Diamante, por haverem remetido seus balancetes de fevereiro/2017, tiveram suas contas desbloqueadas; como aconteceu, igualmente, com a prefeitura de Santa Helena, por enviar sua prestação de contas de 2016.

Ascom/TCE-PB

STF manda para a Polícia Federal inquérito contra Cássio Cunha Lima

Senador paraibano será investigado na operação Lavajato
Senador paraibano será investigado na operação Lavajato
Senador paraibano será investigado na operação Lavajato

O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), mandou para a Polícia Federal o inquérito contra o senador Cássio Cunha Lima (PSDB).

O parlamentar paraibano foi alvo de delação premiada de ex-executivos da construtora Norberto Odebrecht, que atribuíram a ele o recebimento de R$ 800 mil via “caixa 2” nas eleições de 2014. Naquele ano, o hoje vice-presidente do Senado disputou o governo do Estado contra Ricardo Coutinho (PSDB), que conseguiu a reeleição.

Cássio foi citado na delação premiada pelos ex-executivos da Odebrecht Alexandre José Lopes Barradas e Fernando Luiz Ayres da Cunha Santos Reis. Barradas chegou a dizer, em depoimento, que o parlamentar paraibano relutou em aceitar o dinheiro via “caixa 2”, mas acabou recebendo ao ser informado de que esta seria a única forma de ter acesso à contribuição.

A versão repassada por Fernando Reis foi no sentido oposto, com a alegação de que o tucano já teria procurado o financiamento por meio de “caixa 2”. O codinome atribuído ao senador, segundo os delatores, era “Prosador”.

Wscom

Assembleia Legislativa aprova reserva de vagas para mulheres vítimas de violência doméstica

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou por unanimidade, nesta terça-feira (18), o Projeto de Lei que destina a reserva de vagas de emprego para mulheres vítimas de violência doméstica em empresas prestadoras de serviços contratadas pelo Poder Público Estadual. Durante a Sessão, os parlamentares ainda apreciaram 11 matérias.

De acordo com o Projeto de Lei 183/2015, do deputado Nabor Wanderley, fica garantida a reserva de 10% das vagas de trabalho para as mulheres que já sofreram algum tipo de violência doméstica e familiar em empresas contratadas como prestadoras de serviços para o Poder Público do Estado. Ainda segundo o texto da matéria, já nas licitações, os contratos devem conter cláusulas que contemplem a reserva das vagas.

Nabor Wanderley justifica ainda que “o projeto de lei busca assegurar a criação de oportunidades de emprego para as vítimas desse tipo de violência lhe permitindo independência financeira, imprescindível à superação do trauma”.

Os parlamentares também aprovaram, por unanimidade, o Projeto de Lei 923/2016, de autoria da deputada Estela Bezerra, que estabelece a realização de atividades escolares e culturais de combate ao tabagismo na rede estadual de ensino. “No nosso entendimento, a rede de educação pública pode ser uma grande aliada para o acesso a essas informações pra permitir escolhas mais seguras. Não é a construção de uma sociedade coercitiva, proibitiva, mas de uma sociedade que tenha um nível de consciência e de informação que possa fazer escolha mais saudáveis”, destacou Estela Bezerra.

Assessoria

Na Semana Santa: Prefeitura de Marcação entregou peixes a população

Prefeita Lili entregou peixes a população
Prefeita Lili entregou peixes a população

A Prefeitura de Marcação através da Secretaria de Ação Social, realizou por ocasião da semana santa a entrega de peixes para toda a população. Ação visa auxiliar na segurança alimentar de pessoas de baixa renda, população indígena e inseridos no programa bolsa família.

Em virtude da semana santa, a gestão da prefeita Lili Oliveira não mediram esforços para fazer nesse primeiro ano a entrega do produto alimentício para o público alvo se estendendo para toda a população do centro e de todas as 15 Aldeias mais a Aldeia Silva que geograficamente pertence a Baía da Traição.

 “Estamos com pouco mais de 100 dias de gestão e uma ação desse porte exige muita dedicação e esforço para que possa alcançar êxito no objetivo. Nossa maior satisfação diante de tanto esforço para fazer mais, é ver que todos estão sendo alcançados, principalmente o público alvo que é a população mais carente que está sendo assistida através de ações como esta”, afirmou a prefeita Lili Oliveira que fez questão de participar da entrega dos peixes.

Com assessoria

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