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Protesto em frente à casa de Temer em SP tem confronto entre manifestantes e PM

Tumulto entre manifestantes e policiais em frente a residência do presidente, em São Paulo. Imagem do BOL
Tumulto entre manifestantes e policiais em frente a residência do presidente, em São Paulo. Imagem do BOL
Tumulto entre manifestantes e policiais em frente a residência do presidente, em São Paulo. Imagem do BOL

O protesto em frente à casa do presidente Michel Temer, em São Paulo, é marcado por confronto entre manifestantes e a polícia. A residência fica na zona oeste da capital paulista.

O último protesto contra as reformas trabalhista e da Previdência realizado nesta sexta-feira (28) terminou em confronto entre manifestantes e a PM na frente da casa do presidente da República, Michel Temer (PMDB), no Alto de Pinheiros, Zona Oeste de São Paulo. A polícia utilizou bombas de efeito moral, balas de borracha e gás lacrimogênio para dispersar o ato, e os manifestantes atiraram pedras e rojões na direção da PM.

Imagens de televisão mostram a tropa de choque usando bombas de efeito moral, balas de borracha e gás lacrimogêneo para dispersar o grupo de manifestantes, alguns com os rostos cobertos, que reage atirando pedras e paus. 

Durante todo o dia, trabalhadores paralisaram as atividades em vários setores do país, especialmente do transporte público, em adesão à greve geral convocada pelas centrais sindicais contra as reformas trabalhista e da Previdência, propostas pelo governo de Temer. 

Na quinta-feira (27), o secretário estadual de Segurança Pública de São Paulo, Mágino Barbosa, disse que a Polícia Militar não iria permitir bloqueio de vias importantes ou protestos em frente à casa do presidente. “Não é a primeira vez que manifestação vai na direção da casa do presidente de da República. Nós vamos atuar exatamente como atuamos das outras vezes: nós vamos impedir, fazendo bloqueios na chegada à casa do presidente da República”, disse ao falar sobre o esquema montado para acompanhar os protestos de ontem. 

O presidente Michel Temer está em Brasília. Em nota, Temer manifestou-se sobre os protestos contra as reformas e afirmou que “houve a mais ampla garantia ao direito de expressão, mesmo nas menores aglomerações”. O presidente acrescentou que os debates sobre as reformas – alvo de críticas das centrais sindicais – continuarão a tramitar no Congresso Nacional.

Com G1 e Agência Brasil

Temer diz que manifestações “ocorreram livremente em todo país”

O presidente acrescentou que os debates sobre as reformas – alvo de críticas das centrais sindicais – continuarão a tramitar no Congresso Nacional.
O presidente acrescentou que os debates sobre as reformas – alvo de críticas das centrais sindicais – continuarão a tramitar no Congresso Nacional.
O presidente acrescentou que os debates sobre as reformas – alvo de críticas das centrais sindicais – continuarão a tramitar no Congresso Nacional.

O presidente Michel Temer manifestou-se, no início da noite de ontem, sobre os protestos contra as reformas trabalhista e da Previdência, ocorridos nesta sexta-feira (28), em várias cidades do país. Em nota, Temer afirmou que “houve a mais ampla garantia ao direito de expressão, mesmo nas menores aglomerações”. O presidente acrescentou que os debates sobre as reformas – alvo de críticas das centrais sindicais – continuarão a tramitar no Congresso Nacional.

“As manifestações políticas convocadas para esta sexta-feira ocorreram livremente em todo país. […] O governo federal reafirma seu compromisso com a democracia e com as instituições brasileiras. O trabalho em prol da modernização da legislação nacional continuará, com debate amplo e franco, realizado na arena adequada para essa discussão, que é o Congresso Nacional”, disse Temer.

O presidente considerou “lamentáveis” os atos de violência, como os ocorridos no Rio de Janeiro, onde manifestantes e policiais iniciaram um confronto no final da tarde. “Infelizmente, pequenos grupos bloquearam rodovias e avenidas para impedir o direito de ir e vir do cidadão, que acabou impossibilitado de chegar ao seu local de trabalho ou de transitar livremente.”

Temer encerrou a declaração afirmando que os trabalhadores lutam intensamente, “de forma ordeira e obstinada”, para superar a “maior recessão econômica que o país já enfrentou em sua história”.

“A esse esforço se somam todas as ações do governo, que acredita na força da unidade de nosso país para vencer a crise que herdamos e trazer o Brasil de volta aos trilhos do desenvolvimento social e do crescimento econômico”, finalizou.

A greve geral, convocada pelas centrais sindicais, mobilizou trabalhadores de diversas categorias em todo o país. Na opinião dos manifestantes, as reformas enfraquecem as relações de trabalho e obrigam o trabalhador a “pagar a conta” do déficit da Previdência Social e das dívidas de grandes empresas com a Previdência, que podem chegar a R$ 430 bilhões. As duas maiores entidades sindicais do país – Central Única dos Trabalhadores (CUT) e Força Sindical – avaliam como exitosas as manifestações e paralisações ocorridas durante o dia de hoje.

Mais cedo, o ministro da Justiça, Osmar Serraglio, declarou que as manifestações foram menores do que o esperado pelo governo. “Eu avalio com otimismo. Nós tínhamos a expectativa de uma manifestação muito expressiva, e isso não aconteceu”, disse.

Mensagem no Dia do Trabalho

Temer gravou hoje uma mensagem que será divulgada na próxima segunda-feira (1º), Dia do Trabalho. A mensagem será divulgada apenas pela internet. Na mensagem, o presidente vai defender as reformas trabalhista e previdenciária, que o governo considera fundamentais para a geração de empregos e o crescimento econômico.

Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil

Centrais sindicais consideram greve geral exitosa

Em alguns casos, houve bloqueio de vias e rodovias e confronto entre policiais e manifestantes.
Em alguns casos, houve bloqueio de vias e rodovias e confronto entre policiais e manifestantes.
Em alguns casos, houve bloqueio de vias e rodovias e confronto entre policiais e manifestantes.

As duas maiores entidades sindicais do país – Central Única dos Trabalhadores (CUT) e Força Sindical – avaliam como exitosas as manifestações e paralisações de várias categorias de trabalhadores em todo o país em protesto contra as reformas trabalhista e da Previdência Social.

Em várias cidades do país, trabalhadores pararam atendendo à convocação de greve geral feita pelas centrais. Em alguns casos, houve bloqueio de vias e rodovias e confronto entre policiais e manifestantes.

Na avaliação do presidente da CUT, Vagner Freitas, a paralisação de hoje deve ser “a maior greve já realizada no país”. Freitas destacou a adesão aos protestos em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte, Fortaleza, Curitiba e Brasília.

Para o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), os trabalhadores decidiriam se mobilizar porque há “propostas viáveis para que o país retome o seu crescimento econômico sem a perda de quaisquer direitos trabalhistas, previdenciários e sociais”. Em comunicado divulgado no fim da tarde, a Força estima que 40 milhões de trabalhadores pararam nesta sexta-feira.

Paulinho da Força, no entanto, reconheceu que a não adesão de categorias como aeronautas (pilotos e comissários) e aeroviários (trabalhadores dos aeroportos) reduziu o impacto da paralisação. Em São Paulo, tanto no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, quanto no terminal de Congonhas, na zona sul da capital, a operação durante o dia foi normal.

Mobilidade em São Paulo

Por causa da paralisação de serviços de transporte, várias empresas recorreram à contratação de táxis ou uso de frota própria para buscar seus empregados em casa. A prefeitura de São Paulo liberou o rodízio de carros. No começo da manhã, a cidade registrou congestionamento acima do normal, de cerca de 85 quilômetros, na região do centro expandido, área entre as marginais Tietê e Pinheiros e a região central.

Os trens do Metrô e da CPTM ainda operam de forma parcial. Por volta das 15h30, havia interdições na Avenida Paulista e também na Rua Libero Badaró, região central.

Metalúrgicos

O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos, José Pereira dos Santos, disse que a paralisação foi ampla. “As maiores empresas nem abriram. Em outras, os trabalhadores saíam na medida em que o sindicato chegava. A paralisação no transporte também ajudou a esvaziar as fábricas. Como o transporte fez greve, então, essas ausências também decorrem da greve geral.”

Bancários

O Sindicato dos Bancários de São Paulo estima que 62 mil empregados de instituições financeiras da capital paulista, Osasco e região tenham aderido à greve, com o fechamento de 530 agências e 15 centros administrativos. Na avaliação da presidente da entidade, Juvandia Moreira, a greve não foi um ato isolado. “O Brasil precisa de desenvolvimento econômico para gerar emprego e não a sua precarização.”

Agência Brasil

“Vagabundo” não é quem faz greve. É quem se nega a estudar História

Direitos que você tem hoje, como aposentadoria, férias, 13o salário, limite de jornada de trabalho, descanso aos finais de semana, piso de remuneração, proibição do trabalho infantil, licença maternidade não foram concessões vindas do céu. Mas custaram o suor e o sangue de muita gente através de diálogos e debates, demandas e reivindicações, paralisações e greves, não só no Brasil, mas em todo o mundo.

É função de empregadores e políticos fazerem parecer que foram eles que, generosamente, ofereceram direitos. E função da História contada pelos vencedores registrar isso como fato inquestionável, retirando do povo, a massa muitas vezes amorfa e sem rosto, o registro dessas vitórias.

Desde que as Reformas da Previdência e Trabalhista foram apresentadas, o governo federal teve que ceder em alguns pontos devido à pressão social. Foram poucos, sem dúvida. Mas isso beneficiou desde o trabalhador assalariado que vê a vida passar do sofá da sala, chamando de ”comunistas” todos que reclamam das reformas, até aqueles que resolvem ir à luta. Sim, ironicamente muita gente se beneficia do resultado obtido por aqueles que costumava xingar.

Não é de hoje que, na tentativa de menosprezar uma reivindicação de trabalhadores, nega-se a eles exatamente essa identificação. Afirma-se que quem entra em greve não é trabalhador porque, naquele momento, não está trabalhando. Aplicando essa lógica absurda a outros exemplos, quem viajar para fora do Brasil deixaria de ser brasileiro.

Ou seja, nessa lógica, o trabalhador só merece ser tratado como produtivo à sociedade se estiver sempre trabalhando. Caso exerça seu direito, previsto na Constituição, de parar para protestar, torna-se o oposto – que, numa concepção distorcida significa preguiça e indolência.

É paradigmático, portanto, que o prefeito de São Paulo, João Doria, tenha chamado grevistas de ”vagabundos” na manhã desta sexta (28). Ele, que defende as Reformas da Previdência e Trabalhista, tem criticado duramente o movimento. Afirmou que, “neste confronto, só a população que trabalha, que é honesta, é quem perde”.

Ele tem todo o direito a ter sua opinião e a expressa-la quando quiser. Mas também temos a liberdade de lembrar que, durante muito tempo, a polícia exigiu a carteira de trabalho para definir se alguém era ”uma pessoa de bem” por aqui.

A caracterização como ”vagabundos” daqueles que resolvem cruzar os braços e protestar por direitos não é nova e nem foi inventada por políticos brasileiros.

Quem visita a cidade de Chicago, nos Estados Unidos, encontra uma frase gravada em um monumento: ”Chegará o dia em que o nosso silêncio será mais poderoso do que as vozes que vocês estrangularam hoje”. Ele foi erguido em memória de uma greve que começou no dia Primeiro de Maio de 1886, exigindo a redução da jornada de trabalho para oito horas por dia, tocada por trabalhadores que foram chamados de vagabundos. Resultado: a polícia abriu fogo contra a multidão, mas a data foi escolhida para ser um dia de luta em todo o mundo por condições melhores de vida. Menos nos Estados Unidos, em que o Labor Day é na primeira segunda de setembro.

Só o trabalho gera riqueza. E o silêncio de trabalhadores, que se reconhecem como tais, percebem a injustiça que, muitas vezes, recai sobre eles e resolvem cruzar os braços, não apenas aumentou salários ou criou aposentadorias, mas já ajudou a derrubar regimes, a democratizar países, a mudar o rumo da história.

Mahatma Gandhi pediu para que trabalhadores cruzassem os braços e entrassem em greve, não por melhores salários, mas pela independência da Índia junto ao Reino Unido. Martin Luther King fez o mesmo pelo direitos civis de mulheres e homens negros diante do racismo institucionalizado nos EUA. É dele a frase: ”a greve, no fundo, é a linguagem dos que não são ouvidos”.

Nelson Mandela foi chamado de vagabundo por querer que a África do Sul parasse contra o apartheid. A paralisação das operárias russas contra a fome e contra a participação do país na Primeira Guerra precipitou os acontecimentos que desencadearam a queda do regime imperial em 1917. Esse povo não protestou apenas em finais de semana e feriados, ou seja, em seu ”tempo livre”.

Quero comparar essas figuras citadas com nossos líderes nacionais? Nunca, seria um crime histórico. O que discute-se aqui é até que ponto somos capazes de furar a programação que nos foi incutida, de criminalizar quem cruza os braços. Você pode discordar da greve. Mas não julgue alguém que concorda sem subsídios para tanto.

Manifestações que questionam a desigualdade e a injustiça social, mais do que a política em si, tendem a ser reprimidas pela força pública. São vistas como subversivas. As ”ordeiras”, que não mexem com a estrutura econômica e social do país, não. Têm direito até a catracas de metrô liberadas.

Tudo isso acaba por criar uma ”nova língua”. Paulo Mathias, prefeito regional de Pinheiros, município de São Paulo, gravou um vídeo mostrando que trabalhadores iriam dormir nas dependências do prédio para trabalharem nesta sexta de greve geral. Nele, diante de trabalhadores visivelmente constrangidos, afirmou: ”Sou a favor do direito à greve, mas não em dia de trabalho.” Foi parabenizado pelo chefe.

O que ele disse é equivalente a pedir X-burguer sem queijo ou um cachorro-quente sem salsicha.

Temos diversas formas de silêncio. O poder não está no silêncio das bocas fechadas que aceitam as coisas como elas são porque acreditam que nada pode mudar e que ficam felizes se ganharam uma TV do sindicato pelego no feriado.

Mas dos braços parados que se negam a produzir riqueza sem que um diálogo aberto e franco com os empregadores seja estabelecido. Trabalhadores são fortes. Pena que se esquecem disso.

Por Leonardo Sakamoto

Baleia Azul: duas famílias já prestaram queixa; em Pombal, garota tentou suicídio

Depois de dois casos graves, denunciados à Polícia Civil, um deles com duas tentativas de suicídio, o secretário Cláudio Lima admitiu que a polícia já tem informações importantes sobre o suposto jogo, mas a orientação é de não falar sobre o assunto, para evitar pânico na sociedade. Ele disse ainda que, a qualquer momento, pode haver prisão de algum envolvido.

Na última quarta-feira, a Polícia Civil da cidade de Pombal, a 371 quilômetros da Capital, foi procurada por uma família, um dia depois que uma adolescente de 15 tentou se matar pela segunda vez. Segundo o delegado Alarico da Rocha, a primeira tentativa de suicídio da adolescente aconteceu na semana passada. “Ela tentou se enforcar no cemitério da cidade, mas a mãe já estava desconfiada do comportamento, seguiu a filha e evitou o ato. Esta semana, ela ingeriu remédios que a mãe utiliza no tratamento de um câncer, mas a situação foi vista pela irmã, que a levou ao hospital”, contou.

Durante a investigação, a polícia também descobriu que outros adolescentes da cidade estão envolvidos com o jogo. disse o delegado. Alarico Rocha também informou que, para atrair a adolescente, o responsável pelas mensagens usou o nome Baleia Rosa, para dar a entender que era a página de missões do bem. Depois revelou que era a Baleia Azul. O caso segue sendo investigado pela delegacia de Pombal.

Há cerca de duas semanas, a Delegacia de Homicídios da Capital recebeu um denunciante, que apresentou a filha com mutilações no braço e registrou a queixa contra o suposto jogo. O delegado regional Marcos Paulo disse que as informações estão sendo analisadas. “Solicitamos uma análise de todo o material utilizado pela adolescente, primeiro para verificarmos se a origem desse jogo que ela estava é verdadeiro ou se é invenção de algum outro adolescente. É preciso cuidado antes de levar adiante uma investigação, para não corrermos o risco de está investigando o nada”, disse. Até ontem, o delegado não tinha uma conclusão sobre o caso.

Verdades e mentiras. O secretário Cláudio Lima disse que ainda não é momento para designação de delegado especial, mas confirmou que o Centro Integrado de Operações Policiais (Ciop) recebeu muitas informações, mas estão sendo filtradas para alimentar as investigações.

“Há algumas coisa que procedem, mas há também muita mentira. Quando uma coisa fica muito falada assim, dá margem pra muita boataria e até oportunismo. Alguns moleques podem quere se aproveitar dessa onda, seja por brincadeira ou por sadismo mesmo, para se passarem por responsáveis do jogo e atingir outros adolescentes. Por isso é preciso ter muito cuidado com o que se fala. Mas estamos trabalhando em silêncio e assim vamos continuar”, disse.

Por outro lado, o secretário reforçou a responsabilidade dos pais nesse processo. “Os pais devem ser os primeiros investigadores, porque eles estão junto dos filhos, estão no local onde a situação pode começar. A polícia está distante e, quando é acionada, já há algum dano causado pela situação”, alertou.

Do Correio Online

EUA anunciam envio de mais 1,5 mil soldados para Afeganistão

Talibãs anunciaram início de 'ofensiva de primavera'
Talibãs anunciaram início de 'ofensiva de primavera'
Talibãs anunciaram início de ‘ofensiva de primavera’

O governo dos Estados Unidos anunciou que enviará mais 1,5 mil soldados para o Afeganistão, informou o escritório de relações públicas do Exército norte-americano nesta sexta-feira (28).

A declaração diz que os militares da Primeira Brigada do contingente vão operar em zona de batalha. Atualmente há 8,5 mil soldados na região para “aconselhar, treinar e ajudar nas missões, incluindo anti-terrorismo e apoio aéreo” para as forças de segurança locais. Na última quinta-feira (27), dois soldados norte-americanos morreram no leste do Afeganistão, quando perseguiam extremistas filiados ao grupo jihadista Estado Islâmico (EI).

Nesta manhã, os Talibãs anunciaram o início de sua “ofensiva de primavera”, que neste ano terá o nome de “Operação Mansuri”, em homenagem ao seu antigo líder, o mulá Akthar Mansur, e que estará centra contra as forças estrangeiras.

“Os principais alvos da Operação serão as força estrangeiras, suas infraestruturas militares e de informação, e a eliminação de seus mercenários locais”, revelou o grupo em um comunicado.

Além disso, o grupo ainda convocou seus partidários a realizar ataques suícidas, ataques complexos e operações “de dentro”. Ao todo, cerca de 12 mil soldados das forças ocidentais estão mobilizados no Afeganistão sob o mandato da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), que lançou a “Operação Resolute Support” após a retirada de grande parte das forças estrangeiras, no fim de 2014, para formar e apoiar as forças afegãs.

Da ANSA

Fiel do Corinthians faz campanha de doação de sangue em JP

Doação é feita no Hemocentro de João Pessoa
Doação é feita no Hemocentro de João Pessoa
Doação é feita no Hemocentro da Capital

A torcida Fiel do Corinthians de João Pessoa vai promover neste sábado (29) mais uma edição da campanha ‘Sangue Corinthiano’, a partir das 9h, no Hemocentro de João Pessoa. A campanha tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da doação de sangue.

A campanha, que é nacional, vem conseguindo coletar mais de 2,5 mil bolsas de sangue a cada edição. Na Capital, os torcedores que vão doar devem ir ao Hemocentro, que fica na Avenida Dom Pedro II, número 1.119, no bairro da Torre.

Para participar da campanha, os torcedores devem levar um documento oficial com foto, com o RG, Carteira de Trabalho, Passaporte ou Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Para ser um doador de sangue, é necessário estar em boas condições de saúde, ter entre 16 e 69 anos e pesar no mínimo 50 quilos. Além disso, é preciso ter dormido pelo menos oito horas nas últimas 24h antes da doação; estar bem alimentado, evitando uma alimentação gordurosa pelo menos quatro horas antes da doação; não ter ingerido bebida alcoólica na véspera ou no dia da doação; não estar usando nenhum medicamento; e evitar fumar nas 2h que antecedem a doação.

Do Portal Correio

Para prefeito de São Paulo, João Doria, grevistas são ‘vagabundos’ e ‘preguiçosos’

Prefeito de São Paulo João Dória
Prefeito de São Paulo João Dória
Prefeito de São Paulo João Dória

O prefeito João Doria chamou de “vagabundos” os grevistas que tentaram bloquear o seu acesso ao local de trabalho na manhã desta sexta-feira (28) em entrevista a rádio Jovem Pan. Hoje, a greve geral contra as reformas trabalhista e previdenciária propostas pelo governo do presidente Michel Temer (PMDB), mobilizou manifestações e bloqueios em diferentes pontos da cidade.

“Estou desde 6h30 da manhã trabalhando e volto a dizer a esses grevistas que quiseram inclusive, Marco Antonio Villa, bloquear o meu acesso, acordem mais cedo, vagabundos. Porque o prefeito acorda cedo e trabalha muito. Da próxima vez, acordem mais cedo se quiserem fazer alguma tentativa de bloquear o acesso do prefeito ao seu ambiente de trabalho. Recado dado”, disse Doria.

Com Veja

IBGE: total de desempregados cresce e atinge 14,2 milhões

Número de desempregados no Brasil passou de 13 milhões para 14,2 milhõesMarcelo Camargo/Agência Brasil
Número de desempregados no Brasil passou de 13 milhões para 14,2 milhõesMarcelo Camargo/Agência Brasil
Número de desempregados no Brasil passou de 13 milhões para 14,2 milhões. Marcelo Camargo/Agência Brasil

A taxa de desocupação no país continua em alta e o país tem agora 14,2 milhões de desempregados no trimestre encerrado em março, número 14,9% superior ao trimestre imediatamente anterior (outubro, novembro e dezembro de 2016) – o equivalente a 1,8 milhão de pessoas a mais desocupadas.

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgada hoje, no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com os resultados do primeiro trimestre. No trimestre encerrado em fevereiro, o Brasil tinha 13 milhões de desempregados.

Segundo o IBGE, a taxa de desocupação fechou março  em 13,7% com alta de 1,7 ponto percentual frente ao trimestre outubro/dezembro de 2016, quando o desemprego estava em 12%. Em relação aos 10,9% da taxa de desemprego do trimestre móvel de igual período do ano passado, a alta foi de 2,8 pontos percentuais. Essa foi a maior taxa de desocupação da série histórica, iniciada no primeiro trimestre de em 2012.

Em relação ao primeiro trimestre móvel do ano passado, a alta da taxa de desocupação chegou a 27,8%, o que significa que mais 3,1 milhões de pessoas estão procurando.

População ocupada recua

A população ocupada do país no trimestre móvel encerrado em março ficou em 88,9 milhões de pessoas, recuando tanto em relação ao trimestre imediatamente anterior (outubro, novembro e dezembro) quanto ao primeiro trimestre móvel do ano passado.

Os números da Pnad Contínua divulgados hoje pelo IBGE indicam ainda que, em relação ao último trimestre de 2016, a queda foi de 1,5%, ou menos 1,3 milhão de pessoas ocupadas, enquanto em relação aos três primeiros meses de 2016 a retração chegou a 1,9%, ou menos 1,7 milhão de pessoas.

Ao fechar o trimestre encerrado em março com uma população ocupada de 88,9 milhões de pessoas, os dados do desemprego registram também outro recorde negativo desde o início da série histórica em 2012. Este é o menor contingente de pessoas ocupadas desde o primeiro trimestre daquele ano, quando a população ocupada era de 88,4 milhões de pessoas.

Este nível de ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) chegou a recuar 53,1% no trimestre de janeiro a março deste ano, com queda de 0,9 ponto percentual, quando comparado ao nível do trimestre imediatamente anterior, de 54%. Em relação ao nível do mesmo trimestre de 2016, quando o nível de ocupação era de 54,7%, houve retração de 1,7 ponto percentual.

Carteira assinada

O aumento crescente das taxas de desemprego no país vem refletindo no número de pessoas com carteira de trabalho assinada, que fechou o trimestre móvel encerrado em março também com o menor contingente já observado na série histórica.

Segundo os dados da pesquisa, o número de empregados com carteira de trabalho assinada fechou março em 33,4 milhões de pessoas, recuando em ambos os períodos de comparação: frente ao trimestre outubro/dezembro de 2016, o recuo foi de 1,8%, ou menos 599 mil pessoas com carteira assinada. Já em relação ao trimestre janeiro/ março do ano passado, a queda foi de 3,5%, ou menos 1,2 milhão de pessoas.

Rendimento

Apesar do número recorde de pessoas desocupadas no país, o rendimento médio real habitual do trabalhador brasileiro manteve-se estável no trimestre encerrado em março: R$ 2.110. No trimestre anterior o rendimento era de R$ 2.064 e, no primeiro trimestre do ano passado, de R$ 2.059.

Agência Brasil

João Pessoa tem paralisação de ônibus, trens e principais avenidas fechadas; BR-101 está liberada

Trecho bloqueado nos Bancários, em João Pessoa.
Trecho bloqueado nos Bancários, em João Pessoa.

Os ônibus de transporte público de João Pessoa e os trens que fazem o transporte na Região Metropolitana na capital paraibana estão parados no início da manhã desta sexta-feira (28) devido a paralisação dos motoristas e funcionários da Companhia Brasileira de Trens Urbanos de João Pessoa (CBTU). A paralisação desta sexta-feira foi convocada contra as mudanças nas regras da terceirização e as reformas trabalhistas e da Previdência.

Confira os bloqueios

Além dos serviços de transportes parados, manifestantes fecharam pelo menos seis avenidas de João Pessoa ao longo da manhã desta sexta-feira:

Trechos interditados até as 10h45

  • Parque da Lagoa, antes do Hiper Bompreço

Trechos liberados às 10h45

  • Av. Pedro II, no sentido para o Centro
  • Via Expressa Padre Zé, nos dois sentidos
  • Av. Cruz das Armas, na entrada do sentido Centro
  • Av. Tancredo Neves, no Bairro dos Ipês, nos dois sentidos

Trechos sem bloqueio

  • Viaduto do Cristo;
  • Avenida Epitacio Pessoa;
  • Avenida Beira Rio

Na saída para o Rio Grande do Norte e para o interior da Paraíba, no entrocamento das BRs 101 e 230, manifestantes também fecharam uma das faixas. As interdições tiveram início por volta das 5h, quando os manifestantes fecharam as vias ateando fogo em pneus. A PRF informou que o trecho na altura da cidade de Bayeux já foi liberado.

A Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob) informou que a Avenida Epitácio Pessoa, o Viaduto do Cristo, Avenida Hilton Souto Maior, em Mangabeira e Avenida Beira-rio, não estão interditados e podem ser alternativas para os motoristas.

No Centro de João Pessoa, manifestantes fizeram protesto em frente a lojas que abriram na manhã desta sexta. De acordo com testemunho de comerciantes, os manifestantes intimidaram e cobraram que os comerciantes que estavam trabalhando fechassem suas lojas. O diretor de marketing do Lagoa Shopping, Ricardo Oliveira, relatou que os manifestantes coagiram os comerciantes.

“O shopping estava programado para seguir as atividades normais nesta sexta-feira, mas todo comércio foi coagido pelos manifestantes por volta das 8h e resolvemos não abrir por questões de segurança”, comentou.

Serviços paralisados

Protestos fecharam pelo menos cinco corredores. (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Protestos fecharam pelo menos cinco corredores. (Foto: Walter Paparazzo/G1)

As agências bancárias em toda Paraíba estão fechadas nesta sexta-feira (28) porque os bancários aderiram à paralisação. Os Sindicato do Professores das escolas privadas de João Pessoa também aunciaram adesão à paralisação desta sexta. As escolas públicas também não vão ter aulas.

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) determinou ponto facultativo, para que os servidores que escolherem participar da paralisação não tenham o ponto cortado. 

Da redação

Com informações do G1PB

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