32.6 C
Mamanguape
segunda-feira, 26 outubro 2026
Bayeux
Início Site Página 2052

Coreia do Norte pode criar míssil capaz de atingir EUA

John Kelly, secretário da Segurança Interna dos Estados Unidos, afirmou que a Coreia do Norte pode conseguir criar um míssil capaz de atingir o território dos Estados Unidos ainda durante a presidência de Donald Trump.

“Nomeadamente durante o mandato do atual presidente vai surgir uma situação quando eles [a Coreia do Norte] terão um míssil balístico intercontinental funcional capaz, sem dúvida, de atingir os EUA embora não todo o território do país”, declarou Kelly à “CNN”.

Segundo o secretário, neste momento, a Coreia do Norte não tem capacidades para realizar um ataque nuclear contra os Estados Unidos, mas acrescentou que tal possibilidade “se torna cada vez mais real”.

Um ataque nuclear a qualquer parte do país terá consequências catastróficas.”

Na noite desta sexta-feira (28), surgiu a informação sobre mais um lançamento de míssil realizado pela Coreia do Norte. Segundo a informação dos militares sul-coreanos, o míssil lançado explodiu vários segundos após o início do voo. Comentando o teste, Trump declarou que a Coreia do Norte desrespeitou “o conselho da China” (Sputnik Brasil).

Ministro escolhido por Temer deve julgar chapa Dilma-Temer

O ministro Admar Gonzaga tomou posse nesta sexta (28) no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Gonzaga ficará na vaga aberta por Henrique Neves, cujo mandato terminou no dia 16 deste mês. O novo ministro foi escolhido pelo presidente Michel Temer em uma lista tríplice enviada pelo STF (Supremo Tribunal Federal), na qual foi o mais votado. Com informações da Agência Brasil.

Com a posse, Gonzaga poderá participar da análise da ação em que o PSDB pede a cassação da chapa Dilma-Temer. O julgamento foi suspenso no dia 4 de março e deve ser retomado no mês que vem.

O TSE é formado por sete ministros: três oriundos do STF (Gilmar Mendes, Rosa Weber e Luiz Fux), dois do Superior Tribunal de Justiça (Herman Benjamin e Napoleão Nunes Maia Filho) e dois da advocacia (Admar Gonzaga e Luciana Lóssio).

Além da chegada de Admar, está prevista outra mudança nas cadeiras destinadas à advocacia no TSE. Na semana passada, Temer indicou o jurista Tarcísio Vieira de Carvalho para substituir a ministra Luciana Lóssio, cujo mandato termina no dia 5 de maio. A posse ainda não foi marcada. Com informações da Folhapress.

Conta de luz de maio terá bandeira tarifária vermelha

As contas de luz de maio terão bandeira tarifária vermelha patamar 1, o que representa um acréscimo de R$ 3 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Este é o segundo mês em que a bandeira vermelha é ativada neste ano.

A bandeira tarifária vermelha é acionada quando é preciso ligar usinas termelétricas mais caras, por causa da falta de chuvas. Como o sinal para o consumo é vermelho, os consumidores devem fazer uso eficiente de energia elétrica e combater os desperdícios.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o uso consciente. As cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração de eletricidade.

Recentemente, o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, disse que as contas de luz deverão continuar com a bandeira vermelha patamar 1 até o fim do período seco, que vai até novembro.

Como funcionam as bandeiras tarifárias

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 como forma de recompor os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, que é mais cara do que a de hidrelétricas. A cor da bandeira é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) e indica o custo da energia em função das condições de geração.

Quando chove menos, por exemplo, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia no país. Nesse caso, a bandeira fica amarela ou vermelha, de acordo com o custo de operação das termelétricas acionadas. Com informações da Agência Brasil.

Protesto em frente à casa de Temer em SP tem confronto entre manifestantes e PM

Tumulto entre manifestantes e policiais em frente a residência do presidente, em São Paulo. Imagem do BOL
Tumulto entre manifestantes e policiais em frente a residência do presidente, em São Paulo. Imagem do BOL
Tumulto entre manifestantes e policiais em frente a residência do presidente, em São Paulo. Imagem do BOL

O protesto em frente à casa do presidente Michel Temer, em São Paulo, é marcado por confronto entre manifestantes e a polícia. A residência fica na zona oeste da capital paulista.

O último protesto contra as reformas trabalhista e da Previdência realizado nesta sexta-feira (28) terminou em confronto entre manifestantes e a PM na frente da casa do presidente da República, Michel Temer (PMDB), no Alto de Pinheiros, Zona Oeste de São Paulo. A polícia utilizou bombas de efeito moral, balas de borracha e gás lacrimogênio para dispersar o ato, e os manifestantes atiraram pedras e rojões na direção da PM.

Imagens de televisão mostram a tropa de choque usando bombas de efeito moral, balas de borracha e gás lacrimogêneo para dispersar o grupo de manifestantes, alguns com os rostos cobertos, que reage atirando pedras e paus. 

Durante todo o dia, trabalhadores paralisaram as atividades em vários setores do país, especialmente do transporte público, em adesão à greve geral convocada pelas centrais sindicais contra as reformas trabalhista e da Previdência, propostas pelo governo de Temer. 

Na quinta-feira (27), o secretário estadual de Segurança Pública de São Paulo, Mágino Barbosa, disse que a Polícia Militar não iria permitir bloqueio de vias importantes ou protestos em frente à casa do presidente. “Não é a primeira vez que manifestação vai na direção da casa do presidente de da República. Nós vamos atuar exatamente como atuamos das outras vezes: nós vamos impedir, fazendo bloqueios na chegada à casa do presidente da República”, disse ao falar sobre o esquema montado para acompanhar os protestos de ontem. 

O presidente Michel Temer está em Brasília. Em nota, Temer manifestou-se sobre os protestos contra as reformas e afirmou que “houve a mais ampla garantia ao direito de expressão, mesmo nas menores aglomerações”. O presidente acrescentou que os debates sobre as reformas – alvo de críticas das centrais sindicais – continuarão a tramitar no Congresso Nacional.

Com G1 e Agência Brasil

Temer diz que manifestações “ocorreram livremente em todo país”

O presidente acrescentou que os debates sobre as reformas – alvo de críticas das centrais sindicais – continuarão a tramitar no Congresso Nacional.
O presidente acrescentou que os debates sobre as reformas – alvo de críticas das centrais sindicais – continuarão a tramitar no Congresso Nacional.
O presidente acrescentou que os debates sobre as reformas – alvo de críticas das centrais sindicais – continuarão a tramitar no Congresso Nacional.

O presidente Michel Temer manifestou-se, no início da noite de ontem, sobre os protestos contra as reformas trabalhista e da Previdência, ocorridos nesta sexta-feira (28), em várias cidades do país. Em nota, Temer afirmou que “houve a mais ampla garantia ao direito de expressão, mesmo nas menores aglomerações”. O presidente acrescentou que os debates sobre as reformas – alvo de críticas das centrais sindicais – continuarão a tramitar no Congresso Nacional.

“As manifestações políticas convocadas para esta sexta-feira ocorreram livremente em todo país. […] O governo federal reafirma seu compromisso com a democracia e com as instituições brasileiras. O trabalho em prol da modernização da legislação nacional continuará, com debate amplo e franco, realizado na arena adequada para essa discussão, que é o Congresso Nacional”, disse Temer.

O presidente considerou “lamentáveis” os atos de violência, como os ocorridos no Rio de Janeiro, onde manifestantes e policiais iniciaram um confronto no final da tarde. “Infelizmente, pequenos grupos bloquearam rodovias e avenidas para impedir o direito de ir e vir do cidadão, que acabou impossibilitado de chegar ao seu local de trabalho ou de transitar livremente.”

Temer encerrou a declaração afirmando que os trabalhadores lutam intensamente, “de forma ordeira e obstinada”, para superar a “maior recessão econômica que o país já enfrentou em sua história”.

“A esse esforço se somam todas as ações do governo, que acredita na força da unidade de nosso país para vencer a crise que herdamos e trazer o Brasil de volta aos trilhos do desenvolvimento social e do crescimento econômico”, finalizou.

A greve geral, convocada pelas centrais sindicais, mobilizou trabalhadores de diversas categorias em todo o país. Na opinião dos manifestantes, as reformas enfraquecem as relações de trabalho e obrigam o trabalhador a “pagar a conta” do déficit da Previdência Social e das dívidas de grandes empresas com a Previdência, que podem chegar a R$ 430 bilhões. As duas maiores entidades sindicais do país – Central Única dos Trabalhadores (CUT) e Força Sindical – avaliam como exitosas as manifestações e paralisações ocorridas durante o dia de hoje.

Mais cedo, o ministro da Justiça, Osmar Serraglio, declarou que as manifestações foram menores do que o esperado pelo governo. “Eu avalio com otimismo. Nós tínhamos a expectativa de uma manifestação muito expressiva, e isso não aconteceu”, disse.

Mensagem no Dia do Trabalho

Temer gravou hoje uma mensagem que será divulgada na próxima segunda-feira (1º), Dia do Trabalho. A mensagem será divulgada apenas pela internet. Na mensagem, o presidente vai defender as reformas trabalhista e previdenciária, que o governo considera fundamentais para a geração de empregos e o crescimento econômico.

Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil

Centrais sindicais consideram greve geral exitosa

Em alguns casos, houve bloqueio de vias e rodovias e confronto entre policiais e manifestantes.
Em alguns casos, houve bloqueio de vias e rodovias e confronto entre policiais e manifestantes.
Em alguns casos, houve bloqueio de vias e rodovias e confronto entre policiais e manifestantes.

As duas maiores entidades sindicais do país – Central Única dos Trabalhadores (CUT) e Força Sindical – avaliam como exitosas as manifestações e paralisações de várias categorias de trabalhadores em todo o país em protesto contra as reformas trabalhista e da Previdência Social.

Em várias cidades do país, trabalhadores pararam atendendo à convocação de greve geral feita pelas centrais. Em alguns casos, houve bloqueio de vias e rodovias e confronto entre policiais e manifestantes.

Na avaliação do presidente da CUT, Vagner Freitas, a paralisação de hoje deve ser “a maior greve já realizada no país”. Freitas destacou a adesão aos protestos em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte, Fortaleza, Curitiba e Brasília.

Para o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), os trabalhadores decidiriam se mobilizar porque há “propostas viáveis para que o país retome o seu crescimento econômico sem a perda de quaisquer direitos trabalhistas, previdenciários e sociais”. Em comunicado divulgado no fim da tarde, a Força estima que 40 milhões de trabalhadores pararam nesta sexta-feira.

Paulinho da Força, no entanto, reconheceu que a não adesão de categorias como aeronautas (pilotos e comissários) e aeroviários (trabalhadores dos aeroportos) reduziu o impacto da paralisação. Em São Paulo, tanto no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, quanto no terminal de Congonhas, na zona sul da capital, a operação durante o dia foi normal.

Mobilidade em São Paulo

Por causa da paralisação de serviços de transporte, várias empresas recorreram à contratação de táxis ou uso de frota própria para buscar seus empregados em casa. A prefeitura de São Paulo liberou o rodízio de carros. No começo da manhã, a cidade registrou congestionamento acima do normal, de cerca de 85 quilômetros, na região do centro expandido, área entre as marginais Tietê e Pinheiros e a região central.

Os trens do Metrô e da CPTM ainda operam de forma parcial. Por volta das 15h30, havia interdições na Avenida Paulista e também na Rua Libero Badaró, região central.

Metalúrgicos

O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos, José Pereira dos Santos, disse que a paralisação foi ampla. “As maiores empresas nem abriram. Em outras, os trabalhadores saíam na medida em que o sindicato chegava. A paralisação no transporte também ajudou a esvaziar as fábricas. Como o transporte fez greve, então, essas ausências também decorrem da greve geral.”

Bancários

O Sindicato dos Bancários de São Paulo estima que 62 mil empregados de instituições financeiras da capital paulista, Osasco e região tenham aderido à greve, com o fechamento de 530 agências e 15 centros administrativos. Na avaliação da presidente da entidade, Juvandia Moreira, a greve não foi um ato isolado. “O Brasil precisa de desenvolvimento econômico para gerar emprego e não a sua precarização.”

Agência Brasil

“Vagabundo” não é quem faz greve. É quem se nega a estudar História

Direitos que você tem hoje, como aposentadoria, férias, 13o salário, limite de jornada de trabalho, descanso aos finais de semana, piso de remuneração, proibição do trabalho infantil, licença maternidade não foram concessões vindas do céu. Mas custaram o suor e o sangue de muita gente através de diálogos e debates, demandas e reivindicações, paralisações e greves, não só no Brasil, mas em todo o mundo.

É função de empregadores e políticos fazerem parecer que foram eles que, generosamente, ofereceram direitos. E função da História contada pelos vencedores registrar isso como fato inquestionável, retirando do povo, a massa muitas vezes amorfa e sem rosto, o registro dessas vitórias.

Desde que as Reformas da Previdência e Trabalhista foram apresentadas, o governo federal teve que ceder em alguns pontos devido à pressão social. Foram poucos, sem dúvida. Mas isso beneficiou desde o trabalhador assalariado que vê a vida passar do sofá da sala, chamando de ”comunistas” todos que reclamam das reformas, até aqueles que resolvem ir à luta. Sim, ironicamente muita gente se beneficia do resultado obtido por aqueles que costumava xingar.

Não é de hoje que, na tentativa de menosprezar uma reivindicação de trabalhadores, nega-se a eles exatamente essa identificação. Afirma-se que quem entra em greve não é trabalhador porque, naquele momento, não está trabalhando. Aplicando essa lógica absurda a outros exemplos, quem viajar para fora do Brasil deixaria de ser brasileiro.

Ou seja, nessa lógica, o trabalhador só merece ser tratado como produtivo à sociedade se estiver sempre trabalhando. Caso exerça seu direito, previsto na Constituição, de parar para protestar, torna-se o oposto – que, numa concepção distorcida significa preguiça e indolência.

É paradigmático, portanto, que o prefeito de São Paulo, João Doria, tenha chamado grevistas de ”vagabundos” na manhã desta sexta (28). Ele, que defende as Reformas da Previdência e Trabalhista, tem criticado duramente o movimento. Afirmou que, “neste confronto, só a população que trabalha, que é honesta, é quem perde”.

Ele tem todo o direito a ter sua opinião e a expressa-la quando quiser. Mas também temos a liberdade de lembrar que, durante muito tempo, a polícia exigiu a carteira de trabalho para definir se alguém era ”uma pessoa de bem” por aqui.

A caracterização como ”vagabundos” daqueles que resolvem cruzar os braços e protestar por direitos não é nova e nem foi inventada por políticos brasileiros.

Quem visita a cidade de Chicago, nos Estados Unidos, encontra uma frase gravada em um monumento: ”Chegará o dia em que o nosso silêncio será mais poderoso do que as vozes que vocês estrangularam hoje”. Ele foi erguido em memória de uma greve que começou no dia Primeiro de Maio de 1886, exigindo a redução da jornada de trabalho para oito horas por dia, tocada por trabalhadores que foram chamados de vagabundos. Resultado: a polícia abriu fogo contra a multidão, mas a data foi escolhida para ser um dia de luta em todo o mundo por condições melhores de vida. Menos nos Estados Unidos, em que o Labor Day é na primeira segunda de setembro.

Só o trabalho gera riqueza. E o silêncio de trabalhadores, que se reconhecem como tais, percebem a injustiça que, muitas vezes, recai sobre eles e resolvem cruzar os braços, não apenas aumentou salários ou criou aposentadorias, mas já ajudou a derrubar regimes, a democratizar países, a mudar o rumo da história.

Mahatma Gandhi pediu para que trabalhadores cruzassem os braços e entrassem em greve, não por melhores salários, mas pela independência da Índia junto ao Reino Unido. Martin Luther King fez o mesmo pelo direitos civis de mulheres e homens negros diante do racismo institucionalizado nos EUA. É dele a frase: ”a greve, no fundo, é a linguagem dos que não são ouvidos”.

Nelson Mandela foi chamado de vagabundo por querer que a África do Sul parasse contra o apartheid. A paralisação das operárias russas contra a fome e contra a participação do país na Primeira Guerra precipitou os acontecimentos que desencadearam a queda do regime imperial em 1917. Esse povo não protestou apenas em finais de semana e feriados, ou seja, em seu ”tempo livre”.

Quero comparar essas figuras citadas com nossos líderes nacionais? Nunca, seria um crime histórico. O que discute-se aqui é até que ponto somos capazes de furar a programação que nos foi incutida, de criminalizar quem cruza os braços. Você pode discordar da greve. Mas não julgue alguém que concorda sem subsídios para tanto.

Manifestações que questionam a desigualdade e a injustiça social, mais do que a política em si, tendem a ser reprimidas pela força pública. São vistas como subversivas. As ”ordeiras”, que não mexem com a estrutura econômica e social do país, não. Têm direito até a catracas de metrô liberadas.

Tudo isso acaba por criar uma ”nova língua”. Paulo Mathias, prefeito regional de Pinheiros, município de São Paulo, gravou um vídeo mostrando que trabalhadores iriam dormir nas dependências do prédio para trabalharem nesta sexta de greve geral. Nele, diante de trabalhadores visivelmente constrangidos, afirmou: ”Sou a favor do direito à greve, mas não em dia de trabalho.” Foi parabenizado pelo chefe.

O que ele disse é equivalente a pedir X-burguer sem queijo ou um cachorro-quente sem salsicha.

Temos diversas formas de silêncio. O poder não está no silêncio das bocas fechadas que aceitam as coisas como elas são porque acreditam que nada pode mudar e que ficam felizes se ganharam uma TV do sindicato pelego no feriado.

Mas dos braços parados que se negam a produzir riqueza sem que um diálogo aberto e franco com os empregadores seja estabelecido. Trabalhadores são fortes. Pena que se esquecem disso.

Por Leonardo Sakamoto

Baleia Azul: duas famílias já prestaram queixa; em Pombal, garota tentou suicídio

Depois de dois casos graves, denunciados à Polícia Civil, um deles com duas tentativas de suicídio, o secretário Cláudio Lima admitiu que a polícia já tem informações importantes sobre o suposto jogo, mas a orientação é de não falar sobre o assunto, para evitar pânico na sociedade. Ele disse ainda que, a qualquer momento, pode haver prisão de algum envolvido.

Na última quarta-feira, a Polícia Civil da cidade de Pombal, a 371 quilômetros da Capital, foi procurada por uma família, um dia depois que uma adolescente de 15 tentou se matar pela segunda vez. Segundo o delegado Alarico da Rocha, a primeira tentativa de suicídio da adolescente aconteceu na semana passada. “Ela tentou se enforcar no cemitério da cidade, mas a mãe já estava desconfiada do comportamento, seguiu a filha e evitou o ato. Esta semana, ela ingeriu remédios que a mãe utiliza no tratamento de um câncer, mas a situação foi vista pela irmã, que a levou ao hospital”, contou.

Durante a investigação, a polícia também descobriu que outros adolescentes da cidade estão envolvidos com o jogo. disse o delegado. Alarico Rocha também informou que, para atrair a adolescente, o responsável pelas mensagens usou o nome Baleia Rosa, para dar a entender que era a página de missões do bem. Depois revelou que era a Baleia Azul. O caso segue sendo investigado pela delegacia de Pombal.

Há cerca de duas semanas, a Delegacia de Homicídios da Capital recebeu um denunciante, que apresentou a filha com mutilações no braço e registrou a queixa contra o suposto jogo. O delegado regional Marcos Paulo disse que as informações estão sendo analisadas. “Solicitamos uma análise de todo o material utilizado pela adolescente, primeiro para verificarmos se a origem desse jogo que ela estava é verdadeiro ou se é invenção de algum outro adolescente. É preciso cuidado antes de levar adiante uma investigação, para não corrermos o risco de está investigando o nada”, disse. Até ontem, o delegado não tinha uma conclusão sobre o caso.

Verdades e mentiras. O secretário Cláudio Lima disse que ainda não é momento para designação de delegado especial, mas confirmou que o Centro Integrado de Operações Policiais (Ciop) recebeu muitas informações, mas estão sendo filtradas para alimentar as investigações.

“Há algumas coisa que procedem, mas há também muita mentira. Quando uma coisa fica muito falada assim, dá margem pra muita boataria e até oportunismo. Alguns moleques podem quere se aproveitar dessa onda, seja por brincadeira ou por sadismo mesmo, para se passarem por responsáveis do jogo e atingir outros adolescentes. Por isso é preciso ter muito cuidado com o que se fala. Mas estamos trabalhando em silêncio e assim vamos continuar”, disse.

Por outro lado, o secretário reforçou a responsabilidade dos pais nesse processo. “Os pais devem ser os primeiros investigadores, porque eles estão junto dos filhos, estão no local onde a situação pode começar. A polícia está distante e, quando é acionada, já há algum dano causado pela situação”, alertou.

Do Correio Online

EUA anunciam envio de mais 1,5 mil soldados para Afeganistão

Talibãs anunciaram início de 'ofensiva de primavera'
Talibãs anunciaram início de 'ofensiva de primavera'
Talibãs anunciaram início de ‘ofensiva de primavera’

O governo dos Estados Unidos anunciou que enviará mais 1,5 mil soldados para o Afeganistão, informou o escritório de relações públicas do Exército norte-americano nesta sexta-feira (28).

A declaração diz que os militares da Primeira Brigada do contingente vão operar em zona de batalha. Atualmente há 8,5 mil soldados na região para “aconselhar, treinar e ajudar nas missões, incluindo anti-terrorismo e apoio aéreo” para as forças de segurança locais. Na última quinta-feira (27), dois soldados norte-americanos morreram no leste do Afeganistão, quando perseguiam extremistas filiados ao grupo jihadista Estado Islâmico (EI).

Nesta manhã, os Talibãs anunciaram o início de sua “ofensiva de primavera”, que neste ano terá o nome de “Operação Mansuri”, em homenagem ao seu antigo líder, o mulá Akthar Mansur, e que estará centra contra as forças estrangeiras.

“Os principais alvos da Operação serão as força estrangeiras, suas infraestruturas militares e de informação, e a eliminação de seus mercenários locais”, revelou o grupo em um comunicado.

Além disso, o grupo ainda convocou seus partidários a realizar ataques suícidas, ataques complexos e operações “de dentro”. Ao todo, cerca de 12 mil soldados das forças ocidentais estão mobilizados no Afeganistão sob o mandato da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), que lançou a “Operação Resolute Support” após a retirada de grande parte das forças estrangeiras, no fim de 2014, para formar e apoiar as forças afegãs.

Da ANSA

Fiel do Corinthians faz campanha de doação de sangue em JP

Doação é feita no Hemocentro de João Pessoa
Doação é feita no Hemocentro de João Pessoa
Doação é feita no Hemocentro da Capital

A torcida Fiel do Corinthians de João Pessoa vai promover neste sábado (29) mais uma edição da campanha ‘Sangue Corinthiano’, a partir das 9h, no Hemocentro de João Pessoa. A campanha tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da doação de sangue.

A campanha, que é nacional, vem conseguindo coletar mais de 2,5 mil bolsas de sangue a cada edição. Na Capital, os torcedores que vão doar devem ir ao Hemocentro, que fica na Avenida Dom Pedro II, número 1.119, no bairro da Torre.

Para participar da campanha, os torcedores devem levar um documento oficial com foto, com o RG, Carteira de Trabalho, Passaporte ou Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Para ser um doador de sangue, é necessário estar em boas condições de saúde, ter entre 16 e 69 anos e pesar no mínimo 50 quilos. Além disso, é preciso ter dormido pelo menos oito horas nas últimas 24h antes da doação; estar bem alimentado, evitando uma alimentação gordurosa pelo menos quatro horas antes da doação; não ter ingerido bebida alcoólica na véspera ou no dia da doação; não estar usando nenhum medicamento; e evitar fumar nas 2h que antecedem a doação.

Do Portal Correio

Últimas Notícias

BlogsOPINIÃO
Objetividade e clareza

WhatsappEnvie
Mande sua sugestão de pauta ou denúncia: (83) 9 8140-8425

Mais Lidas

“Essa vitória é de vocês”, diz Lucas durante comemoração à vitória de Lula na...

O governador reeleito Lucas Ribeiro participou de uma comemoração pela vitória de Lula na Avenida Epitácio Pessoa, em João Pessoa, e afirmou que o resultado das urnas pertence aos eleitores. Durante o ato, defendeu democracia, políticas sociais e diálogo entre brasileiros.

Lula é reeleito presidente da República e garante quarto mandato

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito presidente da República ao vencer Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições. Com a vitória, o petista exercerá seu quarto mandato e permanecerá no Palácio do Planalto entre 2027 e 2030.

Flávio Bolsonaro vota no Rio de Janeiro no segundo turno das eleições presidenciais

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) votou na manhã deste domingo (25), no Rio de Janeiro, durante o segundo turno das eleições. Ele compareceu à seção eleitoral em Vila Isabel acompanhado da esposa, Fernanda, e do governador eleito Douglas Ruas (PL).