25.1 C
Mamanguape
segunda-feira, 26 outubro 2026
Bayeux
Início Site Página 2046

Correios e Telégrafos anunciam concurso público com vagas em todo o país

Concurso do Banco do Brasil tem salário de até R$ 3,8 mil

Os Correios vão realizar concurso público para o preenchimento de vagas na área de Segurança e Medicina do Trabalho. O certame prevê distribuição de novos servidores em todos os estados do país, com exceção do Mato Grosso. As informações são do Portal Correio.

O Instituto Americano de Desenvolvimento (Iades) vai elaborar as provas. O edital ainda não foi divulgado, mas as inscrições estão previstas para começar ainda neste mês de maio, pela internet, conforme a assessoria de imprensa dos Correios.

As vagas são para os seguintes cargos: auxiliar de enfermagem do trabalho, técnico de segurança do trabalho, enfermeiro do trabalho, engenheiro de segurança do trabalho e médico do trabalho.

O concurso tem como objetivo repor o quadro de profissionais técnico-especializados dos Correios, em cumprimento às exigências de norma regulamentadora do Ministério do Trabalho. Esta norma estabelece, dentre outros critérios, a exigência legal mínima de um quantitativo de cargos para compor o Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT) da empresa.

Os candidatos aprovados em todas as fases da seleção serão chamados a assinar contrato individual de trabalho com os Correios, de acordo com a classificação obtida, a localidade selecionada e as necessidades da empresa. O contrato de trabalho será regido pelos preceitos da Consolidação da Leis do Trabalho (CLT), inclusive no que diz respeito ao período de experiência e à rescisão, sujeitando-se às normas do Regulamento Interno de Pessoal e do Plano de Carreiras, Cargos e Salários dos Correios.

Ministério Público dá parecer favorável à cassação de Ricardo Coutinho

Governador Ricardo Coutinho (PSB)
Governador Ricardo Coutinho (PSB)
Governador Ricardo Coutinho (PSB)

O vice-Procurador-Geral Eleitoral, Nicolao Dino, deu parecer favorável à cassação do governador Ricardo Coutinho (PSB) e a sua inelegibilidade por abuso de poder político cometido nas eleições de 2014. Na Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) que trata sobre a concessão de benefícios fiscais durante ano eleitoral, Dino ainda sugeriu a cassação da vice-governadora, Lígia Feliciano (PDT), mas retirando a sua inelegibilidade por falta de elementos nos autos que indicassem participação no “ilícito ou anuência direta a ele”.

Para o procurador eleitoral, foi flagrante o uso da máquina pública do Estado da Paraíba em benefício da candidatura do governador Ricardo Coutinho e da vice Lígia Feliciano, o que impõe o reconhecimento de abuso de poder político e influência direta no resultado da eleição.

“É importante a implementação de políticas públicas dessa natureza, que estimulam a arrecadação fiscal e permitem a regularização do contribuinte perante o fisco. Entretanto, o lançamento dessas medidas deve pautar-se, exclusivamente, no interesse público, jamais como meio de obtenção de voto, influenciando na liberdade de voto do eleitor, essencial para a higidez do processo democrático”, destacou o procurador no parecer.

O processo impetrado no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) pela Coligação “A Vontade do Povo” que tinha como candidato a governador o atual senador Cássio Cunha Lima (PSDB), agora tramita no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O recurso impetrado junto ao TSE foi feito após a Corte regional ter julgado a denúncia improcedente alegando que as condutas narradas não caracterizavam conduta vedada.

De acordo com o advogado Harrison Targino, a denúncia se baseia em três fatos: a renúncia de créditos tributários referentes ao IPVA, renúncia de créditos tributários referentes ao ICMS e a renúncia de créditos tributários referentes ao Programa Gol de Placa.

As defesas do Governador Ricardo Coutinho e da Vice-Governadora Lígia Feliciano reiteram que todas as ações administrativas realizadas no ano de 2014 se deram em pleno respeito à legislação eleitoral, com observância da impessoalidade e do interesse público, sem qualquer desvirtuamento. A gestão fiscal séria e responsável empreendida também em 2014 fez parte de uma política pública continuada, não graciosa, vigente há décadas na Paraíba, que, no caso do IPVA, teve por objetivo regularizar a circulação de veículos e garantir recursos financeiros por intermédio do aumento da receita tributária.

Logo, inobstante a opinião da Procuradoria Eleitoral, as defesas ratificam a convicção de que os Ministros do TSE irão negar provimento ao recurso do PSDB, confirmando, na integralidade, a decisão de improcedência proferida pelo TRE da Paraíba.

Do Correio Online

Corpo de homem é encontrado em canavial de Mamanguape

Vítima continua sem identificação
Vítima continua sem identificação
Vítima continua sem identificação

A Polícia Militar da 2ª CIA registrou na manhã da última terça-feira (2) um encontro de cadáver nas proximidades de um canavial da Usina Monte Alegre, em Mamanguape, no Litoral Norte da Paraíba. A vítima continua sem identificação.

Conforme a polícia, o homem, apresentando ter entre 30 e 40 anos, estava sem camisa, usando uma calça rasgada e de botas. Equipes das Polícias – Civil e Científica – foram acionadas para iniciar as investigações e perícia.

“Não há registro de desaparecidos na DP, possivelmente, acreditamos que a vítima não seja da região. Aparentemente, devido o estado de decomposição, não foi possível perceber sinais de violência, é preciso aguardar os resultados da perícia”, informou um policial.

O corpo foi encaminhado a Gerência Executiva de Medicina e Odontologia Geral de João Pessoa (Gemol) para os procedimentos de praxe.

Confira aqui a entrevista do delegado Thiago Cavalcante, do Núcleo de Homicídios da 7ª Seccional, responsável na apuração do caso.

Da Redação, PBVale 

Whatsapp está funcionando? Aplicativo passa por instabilidade

Usuários do WhatsApp perceberam uma queda de conexão do mensageiro na tarde desta quarta-feira (3).

O serviço parece ter sido interrompido por volta as 17h, mas foi rapidamente resolvido. No entanto, parece que o problema voltou por volta das 17h40. 

A falha afetou a conexão tanto na rede de dados móveis, quanto wi-fi. De acordo com o UOL, o erro não parece ter sido geral, visto que alguns usuários conseguiam acessar o serviço e outros não. 

Dejan Petkovic é o novo gerente de futebol do Vitória

Dejan Petkovic © Reuters
Dejan Petkovic © Reuters
Dejan Petkovic © Reuters

O Vitória anunciou a contratação do sérvio Dejan Petkovic para assumir o cargo de gerente de futebol do clube. O ex-jogador, que defendeu o time baiano entre os anos de 1997 e 1999, vai cuidar somente do time profissional do rubro-negro de Salvador. As informações são do Notícias ao Minuto. 

A chegada de Pet faz parte da nova estrutura de gestão do Vitória. “É com grande honra que anunciamos Dejan Petković como o novo Gerente de Futebol Profissional do Esporte Clube Vitória. Pet já está em Salvador e será apresentado oficialmente pelo Diretor de Futebol, Sinval Vieira, e o presidente Ivã de Almeida na sala de imprensa do complexo Manoel Barradas.

O modelo, nunca antes adotado pelo clube, faz parte do projeto do Departamento de Futebol para esta nova fase da temporada 2017. O gringo está de volta à Toca”, disse o clube em nota.

Petkovic será apresentado nesta quarta-feira (3).

Avião cai e explode em avenida movimentada nos EUA; vídeo

Uma aeronave de pequeno porte perdeu o controle e caiu em meio ao movimentado trânsito em uma avenida na cidade de Mukilteo, nos Estados Unidos. O acidente acontece nesta terça-feira (2) e segundo as autoridades ninguém se feriu com gravidade, apesar de vários veículos terem sido danificados.

Antes da queda, o avião colidiu com fios elétricos e logo após entrou em chamas. O vídeo publicado por um morador local mostra imagens impressionantes da explosão e da queda. 

Ainda segundo as autoridades, o avião caiu logo após ter decolado do Aeroporto de Seattle. 

Do Notícias ao Minuto 

70% defendem fim do foro privilegiado, diz pesquisa

Pode-se dividir a população nos mais variados grupos, por renda, gênero, escolaridade ou região, e a conclusão será a mesma: a maioria dos brasileiros é a favor do fim do foro privilegiado.

Segundo o Datafolha, 70% dos eleitores querem acabar com a prerrogativa que políticos com mandato e juízes têm de serem julgados em órgãos superiores. Outros 24% defendem a manutenção desse instituto e 6% não sabem qual é a melhor saída.

Os homens são mais críticos que as mulheres (75% deles e 66% delas). Quanto maior o grau de escolaridade, maior a oposição: 82% dos que têm nível superior, 74% dos que terminaram o ensino médio e 57% dos que pararam no fundamental são contra.

Discutido desde o mensalão, pelo volume de casos que impôs ao Supremo Tribunal Federal, o foro especial voltou ao debate com a Lava Jato, que já levou a mais de cem inquéritos. Hoje, deputados, senadores e ministros são julgados pelo Supremo, governadores, pelo Superior Tribunal de Justiça e prefeitos, pelos Tribunais de Justiça.

A pressão pelo fim do instituto, visto por parte da população como um instrumento para políticos escaparem da Justiça, forçou a mudança no tom entre a classe política.

O senador Renan Calheiros (PMDB-AL), por exemplo, disse em novembro que não tinha pressa para votar a questão, que ele considerou “muito complicada”. Na semana passada, após aprovação a jato em primeiro turno de uma emenda que restringe o foro, Renan se mostrou satisfeito.

“Essa questão está sendo cobrada verdadeiramente pela sociedade, então aproveitamos a oportunidade para acabar com o foro especial para todos os Poderes.”

Era um recado ao STF, que incluiu na pauta de maio o julgamento de um parecer que reduz drasticamente o volume de casos que competem ao tribunal. A emenda do Congresso acaba com foro inclusive para juízes, e a do Supremo não faz distinção e afeta sobretudo congressistas.

O argumento a favor do foro, exposto aos entrevistados do Datafolha bem como o contrário, é que o instituto preserva autoridades da influência de caciques regionais, que podem manipular juízes.

No Sudeste, 74%, e no Sul, 75% querem o seu fim. No Norte, são 61%, no Nordeste e no Centro-Oeste, 64%.

Os eleitores simpáticos ao presidente Michel Temer e a seu partido, o PMDB, estão menos empenhados em ver o fim da prerrogativa: 56% e 62%, respectivamente. Por comparação, 74% dos que desaprovam a gestão e 79% dos simpatizantes do PSOL querem acabar com o foro.

O instituto esteve presente em todas as Constituições brasileiras. A de 1988 o expandiu a todos os congressistas, na tentativa de protegê-los de ímpetos autoritários.

Para o professor Oscar Vilhena Vieira, da Fundação Getúlio Vargas, é preciso compensar a eventual extinção do foro com mecanismo que poupe políticos de ações arbitrárias e “frívolas”. Com informações da Folhapress.

CCJ aprova projeto que legaliza casamento homossexual

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (3), em turno suplementar, substitutivo de Roberto Requião (PMDB-PR) ao projeto que permite o reconhecimento legal da união estável entre pessoas do mesmo sexo (PLS 612/2011). A matéria, terminativa na comissão, poderia seguir para a Câmara dos Deputados, se não houvesse recurso para análise em Plenário.

Entretanto, o senador Magno Malta (PR-ES) anunciou a apresentação desse recurso. Segundo ele, o Plenário do Senado acabará com “essa aberração”. Malta esclareceu que nada tem contra os homossexuais e que mantém respeito aos que fazem essa opção. Os senadores Eduardo Amorim (PSDB-SE), Eduardo Lopes (PRB-RJ) e Wilder Morais (PP-GO) também anunciaram votos contrários ao projeto. As informações são da Agência Senado.

O projeto que legaliza a união estável homoafetiva é da senadora Marta Suplicy (PMDB-SP), que saudou a decisão da CCJ nesta manhã. O substitutivo havia sido aprovado em primeiro turno no último dia 8 de março.  Atualmente, o Código Civil reconhece como entidade familiar “a união estável entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família”. Com o projeto de Marta, a lei será alterada para estabelecer como família “a união estável entre duas pessoas”, mantendo o restante do texto do artigo.

O texto determina ainda que a união estável “poderá converter-se em casamento, mediante requerimento formulado dos companheiros ao oficial do Registro Civil, no qual declarem que não têm impedimentos para casar e indiquem o regime de bens que passam a adotar, dispensada a celebração”.

A conversão em casamento da união estável entre pessoas do mesmo sexo já é autorizada por juízes. No entanto, há casos de recusa, fundamentada na inexistência de previsão legal expressa. O projeto de lei tem como objetivo eliminar as dificuldades nesses casos, mas não permite o chamado “casamento direto”, em que o casal passa por um processo de habilitação, mas não precisa comprovar união estável.

No relatório que acompanha o substitutivo, Requião lembrou decisão de 2011 do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconhece o direito à formalização da união entre casais homossexuais. Ele observou, no entanto, que é responsabilidade do Legislativo adequar a lei em vigor ao entendimento consagrado pelo STF.

Contrário

O senador Magno Malta (PR-ES), contrário à proposição, apresentou emenda ao texto, rejeitada pelo relator por ser considerada equivalente a um substitutivo ou “voto em separado”, o que é vedado na análise em turno suplementar, ou seja, seria antirregimental. Com a emenda que apresentou, Malta pretendia manter o instituto do casamento, no Código Civil, apenas como ato entre um homem e uma mulher.

Para rejeitar a emenda, Requião reafirmou que a interpretação do STF relativa ao dispositivo constitucional sobre o casamento atribui aos pares homossexuais o direito ao casamento civil. Sustentou que esse é o princípio a ser admitido em lei, ainda que o colega senador resista à ideia, com base em “princípios morais que não admitem o casamento homoafetivo”.

MPT investiga caso de funcionário obrigado a inalar urina de colegas

O caso de um funcionário que foi obrigado a inalar odores de uma toalha urinada pelos colegas em uma empresa na Paraíba está entre os 577 casos de assédio no trabalho denunciados no estado desde janeiro de 2014. O funcionário foi exposto à situação por não ter cumprido uma meta. As informações são do Ministério Público do Trabalho na Paraíba (MPT-PB), que atualmente tem 230 procedimentos de investigação de assédio no trabalho abertos.

Segundo o órgão, 56 novos casos foram registrados só este ano, incluindo casos tanto de assédio moral quanto sexual.

Para o procurador do Trabalho Eduardo Varandas, as demandas tendem a aumentar. “Caminhamos para uma desproteção progressiva do trabalhador”, justifica, explicando ainda que muitas vezes, para assegurar o emprego, trabalhadores se submetem a práticas abusivas e vexatórias.

O procurador diz que assédio moral é um atentado à dignidade do trabalhador, já que “violenta a sua paz no trabalho e causa danos psíquicos”. “Não podemos permitir que o ser humano se torne objeto de uma crise econômica que, cada vez mais, oprime o trabalhador. E o contexto atual depõe em favor disso, já que o cenário é de flexibilização das leis trabalhistas”, ressaltou Varandas.

Entre as situações que podem ser enquadradas como assédio estão exigir metas de difícil alcance ou inalcançáveis, tratamento inadequado com os empregados como o uso de palavras de baixo calão ou depreciativas. Determinar tarefas vexatórias, como mandar uma mulher limpar o banheiro masculino, com homens dentro, também pode ser considerado assédio. Além disso, o exercício abusivo do poder hierárquico, restringindo a possibilidade do funcionário ir ao banheiro, uma única vez, por 10 minutos, por exemplo, também é considerado assédio.

Do G1PB

Saúde faz recadastramento obrigatório de farmácias no programa Farmácia Popular

Começou nesta terça-feira (2) o prazo para que todas as farmácias no Programa Farmácia Popular do Brasil – Aqui Tem Farmácia Popular façam o recadastramento obrigatório para se manter no programa. Na Paraíba, 553 farmácias instaladas em 154 municípios fazem parte do programa.

Em nota, o ministério informou que o recadastramento segue até 31 de julho deste ano. O recadastramento pode ser feito por responsáveis legais pela farmácia ou usuários autorizados, que devem acessar o Sistema Farmácia Popular para realização do procedimento.

“Essa informação é muito importante, pois, em função de notícias sobre o fim do Farmácia Popular, estava ocorrendo uma série de questionamentos relacionadas às drogarias participantes do programa Aqui Tem Farmácia Popular. Esse posicionamento do Ministério da Saúde mostra a continuidade desse braço do programa. Mas, é importante que as lojas se apressem a realizar o recadastramento, o prazo é de dois meses”, afirmou o presidente da Federação Brasileira das Redes Associativistas de Farmácias (Febrafar), Edison Tamascia.

Em caso de dúvidas sobre o processo de recadastramento, os interessados devem ligar para os números 3004-1104 ou 0800-726 0104.

Do Portal Correio 

Últimas Notícias

BlogsOPINIÃO
Objetividade e clareza

WhatsappEnvie
Mande sua sugestão de pauta ou denúncia: (83) 9 8140-8425

Mais Lidas

Flávio Bolsonaro afirma que PF determinou entrega de passaportes e restrição para deixar o...

Flávio Bolsonaro afirmou que foi intimado pela Polícia Federal a entregar passaportes e está proibido de deixar o Brasil. O senador atribuiu a medida a uma decisão de Alexandre de Moraes e disse que irá organizar a oposição ao governo Lula.

Camaf Douglas comemora vitória de Lula e destaca crescimento da votação do presidente em...

O prefeito Camaf Douglas comemorou o crescimento da votação de Lula em Lagoa de Dentro no segundo turno das eleições. O presidente passou de 3.814 para 4.276 votos no município, aumentando sua participação de 67,95% para 74,26% dos votos válidos.

“Essa vitória é de vocês”, diz Lucas durante comemoração à vitória de Lula na...

O governador reeleito Lucas Ribeiro participou de uma comemoração pela vitória de Lula na Avenida Epitácio Pessoa, em João Pessoa, e afirmou que o resultado das urnas pertence aos eleitores. Durante o ato, defendeu democracia, políticas sociais e diálogo entre brasileiros.