23.4 C
Mamanguape
quarta-feira, 4 novembro 2026
Bayeux
Início Site Página 2008

Mais de 3 mil mulheres paraibanas contraíram câncer em 2016

De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), pelo menos 3.120 mulheres paraibanas contraíram câncer em 2016, informou a médica ginecologista Mônica Liseux em palestra que proferiu no último sábado (10) no bairro de Mandacaru, em João Pessoa.

A palestra, sobre ‘Saúde da Mulher’, foi realizada pela manhã na sede da Fundação de Assistência e Proteção à Adolescência e à Infância (Fapai), durante ação de saúde patrocinada pela Cooperativa dos Médicos Anestesiologistas da Paraíba (Coopanest-PB).

A ginecologista lembrou que o câncer de mama lidera o número de casos na Paraíba e no Brasil, ocupando o primeiro lugar com 25,65% dos registros da doença. Em segundo lugar aparece o câncer de colo do útero com 10,55%, seguido do corpo do útero com 3,2% e em quarto lugar, o de ovário com 2,8%.

Durante a palestra, a médica ainda abordou o conceito de saúde, o cuidado com o corpo, a mente e o espírito, a importância da realização dos exames de rastreio do câncer, a exemplo do autoexame da mama e a forma correta da mulher fazer o procedimento, além de destacar a amamentação como meio de prevenir a doença.

Durante o evento, que aconteceu das 9h às 12h, foi exibido um vídeo sobre a saúde da mulher e disponibilizados serviços de verificação da pressão arterial e da glicemia (foto), além da distribuição de kits de higiene pessoal e um lanche coletivo para o público feminino que compareceu ao local.

A ação faz parte do projeto de responsabilidade social da Coopanest-PB e foi voltada especialmente para as mães dos alunos da Fapai, mas também foi aberta ao público feminino da comunidade que compareceu ao local. 

Por Joelma Medeiros, jornalista e assessora de imprensa

Segurança Pública firma parceria com sistema que identifica objetos roubados

A Secretaria da Segurança e da Defesa Social (Sesds) conta, a partir desta segunda-feira (12), com mais uma ferramenta que vai auxiliar as Polícias Civil e Militar da Paraíba no enfrentamento dos crimes patrimoniais. Por meio do endereço eletrônico www.mepertence.com, será possível realizar consultas on-line de bens móveis como celulares, relógios, bicicletas, quadrículos, ciclomotores, motos aquáticas, máquinas agrícolas e motores, cruzando dados de fabricantes, distribuidores, logistas, proprietários de bens móveis e forças de segurança de todo o país. O acesso foi garantido por meio de Termo de Cooperação Técnica assinado pela Sesds e o Me Pertence – Cadastro Nacional de Bens, no dia 19 de maio deste ano.

Segundo o secretário Cláudio Lima, os policiais paraibanos serão orientados para, entre outras fontes, consultar o banco de dados do sistema ‘Me Pertence’ sobre os bens apreendidos ou verificados durante abordagens, sempre que houver dúvida sobre a procedência de objetos recolhidos. “As consultas podem ser realizadas em poucos segundos, utilizando o sistema de radio comunicação do Centro Integrado de Operações Policiais (Ciop), possibilitando que bens cadastrados no sistema e que estejam nas mãos de terceiros, por via de crimes patrimoniais, sejam devolvidos aos seus proprietários”, explicou Renato de Mendonça Carvalho, diretor presidente do ‘Me Pertence’. O usuário poderá ser informado automaticamente pelo sistema, via email, sobre local e data de apreensão e poderá reaver o objeto nas unidades policiais.

“Assinamos o Termo de Cooperação Técnica na certeza de que esse pode ser mais um instrumento para otimizar o trabalho os órgãos operativos de Segurança Pública, e contribuir para que objetos que tenham sido roubados ou furtados sejam devolvidos aos seus proprietários, auxiliando na prática de efetivos resultados do trabalho de prevenção e repressão qualificada das Polícias da Paraíba”, frisou Cláudio Lima.

Da Secom-PB

Eduardo Costa responde a críticas de racismo: “Povo chato do cara…”

Eduardo Costa

Eduardo Costa decidiu desabafar sobre as acusações de racismo que sofreu depois de chamar um amigo de “crioulo”, “tiziu”, entre outros nomes. Neste sábado (10), o sertanejo publicou vídeos para se defender.

Visivelmente irritado, o cantor afirmou que tem a liberdade de chamar os amigos por apelidos e ainda disse que o mundo está muito chato. Ele também contou que tem 30 profissionais negros em sua equipe.

“Sou da geração dos anos 90, quando todos colocávamos apelidos nas pessoas e ninguém tava preocupado se ia ser processado, se alguém ia aparecer falando que era racismo… A gente vive numa época em que tudo que você expressa ou fala, as pessoas levam ao pé da letra, sabe? Tudo é preconceito, racismo… vão caçar uns siris, se preocupar com coisas maiores, rezar, procurar Deus, é isso que tá faltando pras pessoas. Que povo chato do cara…”, afirmou.

Em seguida, Eduardo ainda fez uma comparação polêmica para fortalecer seu discurso: “Se você vai pra cama com uma mulher e essa mulher gosta de tomar uns tapas e você bate nela. Você está sendo agressor? Claro que não! É um jeito que vocês se entenderam, então tudo certo. A maldade não está na boca de quem fala, está no ouvido de quem ouve”.

Cabe lembrar que, depois da foto ser publicada, o artista recebeu vários comentários negativos. “Racismo polido“, escreveu um seguidor. “Xingar usando sua cor de pele pra te ofender, mesmo brincando, é um ato racista”, disse outro. “Um branco quer me dizer o que é racismo? Ah, vai estudar”, disparou um terceiro.

Do Notícias ao Minuto 

Brasil tem aumento do trabalho infantil, diz IBGE

Em todo o Brasil, a mão de obra de crianças e adolescentes ainda é explorada de forma indiscriminada. Seja nos semáforos, nos lixões, em feiras, restaurantes, no campo, em indústrias ou dentro de casa, os direitos à infância e à educação são negados para quase três milhões de crianças e adolescentes no país, de acordo com pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O mapeamento da situação do trabalho infantil mostra que o número de trabalhadores precoces corresponde a 5% da população que tem entre 5 e 17 anos no Brasil. A taxa de crianças economicamente ativas é 20% menor do que o registrado em anos anteriores, mas especialistas alertam que é possível que haja uma interrupção na tendência de queda.

Desde 2013, o país vem registrando aumento dos casos de trabalho infantil entre crianças de 5 a 9 anos. Em 2015, ano da última pesquisa do IBGE, quase 80 mil crianças nessa faixa etária estavam trabalhando e, nas próximas pesquisas, quando elas estiverem mais velhas, podem promover o aumento do número de adolescentes que trabalham. Cerca de 60% delas vivem na área rural das regiões Norte e Nordeste.

Representantes da rede de proteção à infância afirmam que o dado é preocupante e deve ser destacado nas campanhas realizadas para marcar o Dia Internacional contra o Trabalho Infantil, celebrado hoje (12) em todo o mundo. A data foi instituída há 15 anos pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) para promover ações em todo o mundo e mobilizar diferentes atores no combate ao trabalho infantil.

“É inaceitável que crianças de 5 a 9 anos estejam trabalhando. A expressiva maioria delas trabalha com as próprias famílias no cultivo de hortaliças, cultivo de milho, criação de aves e pecuária. São recortes que conhecidos e analisados obrigatoriamente devem subsidiar decisões políticas ou implementação de ações e programas que deem uma resposta a essa grave situação.”, disse Isa Oliveira, socióloga e secretária-executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (Fnpeti), um dos organizadores da campanha no Brasil.

Para o Fórum Nacional, outro ponto que deve ser lembrado durante a campanha é o não cumprimento pelo Brasil da meta firmada junto à Organização Internacional do Trabalho de eliminar todas as piores formas de trabalho infantil até 2016.

Entre as formas mais graves descritas na Convenção Internacional 182, da qual o Brasil é signatário, estão a escravidão, o tráfico de entorpecentes, o trabalho doméstico e o crime de exploração sexual, que, no caso dos dois últimos, vitimam principalmente meninas negras.

“A nossa proposta nesse 12 de junho é questionar o governo sobre o não cumprimento da meta e que essa avaliação do não cumprimento nos dê subsídios para uma tomada de decisão no sentido de reafirmar o compromisso pela prevenção e eliminação do trabalho infantil. O Brasil tem esse compromisso. A proibição do trabalho infantil está na legislação brasileira, em particular na Constituição Federal, disse declarou Isa Oliveira.

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a meta de erradicação das piores formas foi reagendada para 2020 e a de todas as formas de trabalho infantil para 2025, em acordo firmado com a comunidade internacional na OIT, no âmbito dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. O ministério ressalta ainda que realizou, de 2006 a 2015, quase 47 mil ações de fiscalização que resultaram na retirada de 63.846 crianças e adolescentes do trabalho e na redução apontada pelo IBGE em 2015.

Legislação

A legislação internacional define o trabalho infantil como aquele em que as crianças ou adolescentes são obrigadas a efetuar qualquer tipo de atividade econômica, regular, remunerada ou não, que afete seu bem-estar e o desenvolvimento físico, psíquico, moral e social.

Segundo a Constituição Federal, é proibido para menores de 16 anos a execução de qualquer trabalho, salvo na condição de aprendiz, a partir dos 14 anos. No caso das atividades de aprendizagem, o trabalho não pode ser noturno, perigoso ou insalubre, mesmo para os maiores de 16 e menores de 18 anos. As atividades de aprendizagem também não devem prejudicar a frequência nem o rendimento escolar do adolescente.

A proibição é reforçada na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que restringe a possibilidade de trabalho a menores de 16 anos apenas a casos autorizados pela Justiça e estabelece os critérios para a contratação de aprendizes. O direito à profissionalização e proteção no trabalho para os aprendizes também está disposto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA )

Riscos

As crianças que trabalham de forma irregular têm o mundo de aprendizado, sonhos, brincadeiras e proteção substituído por uma rotina de responsabilidade, exposição a perigos e risco de traumas.

Segundo a OIT, em todo o mundo cerca de 168 milhões de crianças são obrigadas a trabalhar, sendo que 85 milhões delas estão envolvidas em trabalhos considerados perigosos.

No Brasil, de acordo com o Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde, desde 2007 quase 40 mil crianças e adolescentes sofreram algum tipo de acidente enquanto trabalhavam. Mais de 50% das ocorrências foram graves, o que inclui amputação de mãos e braços e até mortes.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o trabalho infantil também é uma das formas de violência contra a infância e adolescência. Seguindo a classificação internacional de violações, o Ministério da Saúde obriga, desde 2011, a fazer a notificação de casos suspeitos ou confirmados desse tipo de violência no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) pelos profissionais de saúde.

As notificações de 2009 a 2011 apontaram que mais de 800 crianças foram identificadas no Sistema Único de Saúde (SUS) como vítimas de algum tipo de violência relacionada ao trabalho infantil. O número corresponde a 2,8% do total de atendimentos de violência do período. Como nem todos os casos chegam ao conhecimento do sistema de saúde, o índice de abuso contra as crianças trabalhadoras pode ser muito maior.

Desafio da prevenção

O Código Penal brasileiro ainda não tipifica a exploração de mão de obra infantil como crime. Algumas formas de trabalho infantil têm sanção prevista à parte, como a prostituição, considerada crime hediondo e inafiançável, com pena de 4 a 10 anos de prisão em regime fechado. Outras formas de exploração, como o trabalho doméstico, ainda carecem de regulamentação.

Um projeto de lei que criminaliza qualquer tipo de trabalho infantil – exceto os de natureza artística que tiver consentimento judicial – aguarda aprovação da Câmara dos Deputados. O projeto já foi aprovado pelo Senado no fim do ano passado.

Mas, o Fórum Nacional alerta que a maioria das propostas referentes ao assunto que tramitam no Congresso sugere mudanças consideradas como retrocesso pelas entidades civis e pelo Ministério Público do Trabalho, como a redução da idade mínima para permissão de trabalho regular para os 14 anos. A redução da idade, inclusive para o trabalho doméstico, é recomendada por seis Propostas de Emenda à Constituição que tramitam na Câmara.

Mesmo com o rigor conceitual e jurídico que envolve o tema, o país enfrenta dificuldades para colocar em prática medidas efetivas de combate. Segundo avaliação da Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil, o país executou até 2015 apenas metade do total de 133 ações previstas no plano nacional.

Os especialistas explicam que ainda se impõe no país uma tradição cultural que coloca a infância em condição de vulnerabilidade. “Predominam ainda valores culturais que defendem para as crianças pobres o trabalho precoce como uma solução. Quando os dados das estatísticas informam o contrário, quer dizer, trabalho infantil não foi, não é e não será a solução porque ele reproduz a pobreza, a exclusão social e a exclusão escolar”, alerta Isa Oliveira.

A baixa eficácia da política de educação no Brasil e os desafios para geração de renda das famílias mais pobres também são apontados entre as causas para o abandono dos estudos e os altos índices de trabalho infantil.

“A política de educação garante o acesso através da matrícula, mas a permanência e a conclusão na idade certa, no tempo certo, não vêm acontecendo há um tempo. Por outro lado, a política de assistência social – que tem por missão atender famílias em situação de vulnerabilidade e pobreza – também não tem sido eficaz para dar apoio às famílias, para que elas tenham uma renda que seja suficiente para o sustento de seus filhos e não recorram ao trabalho das crianças para complementar a renda”, afirmou a socióloga.

Educação

Uma das estratégias da mobilização internacional deste ano é ressaltar o papel da educação como uma das ferramentas mais eficazes de combate ao trabalho infantil. As ações também enfocarão o combate à pobreza e chamarão a atenção para a situação das crianças refugiadas que são forçadas a trabalhar.

A mobilização brasileira contará com a presença do Nobel da Paz, o indiano Kailash Satyarthi, que lidera a iniciativa global “100 milhões por 100 milhões”. O objetivo da campanha é mobilizar 100 milhões de pessoas na luta pelos direitos de 100 milhões de crianças que vivem em situação de trabalho infantil no mundo.

Ao longo da semana, a campanha promoverá debates no Congresso Nacional, o lançamento de exposição sobre o tema no Ministério Público do Trabalho e apelo nas redes sociais. Entre as ações do governo federal, estão previstas operações de combate ao trabalho infantil pelos fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego, além de palestras e audiências públicas nos estados. Com informações da Agência Brasil.

CBF pensa em como emplacar seleção na TV aberta

Incluído na Lei Pelé em 2000, o artigo 84-A obriga a exibição em TV aberta de todos os jogos da seleção brasileira disputados em competições oficiais. O objetivo da medida de 17 anos era evitar que uma emissora comprasse os direitos e transmitisse as partidas apenas em canais fechados, obrigando o consumidor a adquirir um pacote para assisti-lo.

Agora, diante do impasse que vem tendo com a Rede Globo, a CBF se articula para negociar os direitos de amistosos e jogos oficiais para o próximo ciclo de Copa do Mundo. Na última partida da seleção, contra a Argentina, a confederação comprou espaço na TV Brasil e entrou em acordo com a Cultura, que quintuplicou audiência.

Para 2018, segundo o Blog do Ohata, a expectativa é conseguir bons negócios na TV aberta mesmo que a aposta de transmitir os jogos pelas mídias sociais siga fazendo sucesso.

Do Notícias ao Minuto 

Prefeituras e empresas brigam por ‘novo’ ISS

A alteração na cobrança do Imposto Sobre Serviços (ISS) sobre cartões, leasing e planos de saúde abriu uma disputa entre as prefeituras, que têm no tributo sua principal fonte de receitas, e as empresas dos setores atingidos. A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) diz que a mudança vai distribuir a todas as cidades brasileiras R$ 6 bilhões que antes ficavam concentrados em menos de 50 municípios. Já as companhias argumentam que a medida aumentará o custo operacional e colocará em risco a prestação de serviços em pequenas localidades.

O embate cresceu com a decisão do Congresso de derrubar, no fim de maio, o veto presidencial a essa mudança. Agora, esses setores terão de recolher o ISS no local de prestação do serviço, e não mais na sede da companhia. Em vez de pagarem tributos a um ou poucos municípios, terão de recolher os valores a milhares de prefeituras.

A votação que selou a mudança teve o aval do Palácio do Planalto, que com isso fez um aceno aos prefeitos em momento de intensa crise política. Semanas antes, o governo do presidente Michel Temer também lançou um parcelamento de dívidas previdenciárias para Estados e municípios.

A CNM comemorou a decisão, que, segundo ela, acaba com “desvios” e “subterfúgios” usados por alguns municípios para atraírem empresas desses setores, gerando uma concentração entre poucas sedes. “As empresas estavam tendo benefícios que não poderiam ter”, diz o presidente da entidade, Paulo Ziulkoski.

Entre essas vantagens, diz, está a redução artificial das alíquotas por meio de descontos na base de cálculo do tributo. A lei prevê que a cobrança do ISS deve ser de 2% a 5%, mas algumas prefeituras recolhiam, na prática, menos de 0,5%, uma vez que descontavam da base de cálculo pagamentos de outros tributos, como PIS/Cofins. “Agora, quem cobrar menos ficará sujeito a improbidade. Seguramente vai aumentar a arrecadação”, diz Ziulkoski, apostando no fim da “guerra fiscal” entre municípios.

As empresas dizem que vão cumprir a lei, mas não perdem a oportunidade de criticar a medida. O principal impacto mencionado é a necessidade de passarem a ter milhares de inscrições municipais para recolher o ISS às prefeituras. “Isso é quase um pesadelo operacional”, diz o diretor executivo da Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito e Serviços (Abecs), Ricardo Vieira.

Outro ponto citado pelas companhias é que os benefícios às prefeituras não serão tão grandes se comparados às complicações trazidas pela alteração. A Abecs estima que o setor pague aproximadamente R$ 600 milhões ao ano, considerando a alíquota máxima de 5%. “Isso significa que mais de 3,8 mil municípios não terão renda superior a R$ 2 mil por ano (com ISS sobre cartões). E essa é uma estimativa conservadora”, afirma Vieira. A CNM estima arrecadação anual de R$ 2,87 bilhões com ISS sobre cartões de crédito e débito. Com informações do Estadão Conteúdo. 

Mais de 1 ano depois, PF devolve iPads dos netos do ex-presidente Lula

Atendendo a uma solicitação do juiz Sérgio Moro, a Polícia Federal devolveu os iPads dos netos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva apreendidos em 4 de março de 2016, na operação Alethea. O petista já havia reclamado ao magistrado em depoimento prestado em maio deste ano.

“Aliás, eu queria aproveitar, já que o senhor falou dessa coerção, determine que a Polícia Federal devolva os iPads dos meus netos. É uma vergonha, iPad de neto de 5 anos está desde março do ano passado”, reclamou Lula.

Moro justificou que “não tem este Juízo notícia de tal apreensão, mas se ocorreu deve ser tributado ao desconhecimento pelos agentes policiais do conteúdo dos aparelhos eletrônicos”. “De todo modo, poderia a Defesa de Luiz Inácio Lula da Silva ter requerido diretamente à autoridade policial a sua devolução, já autorizada pelo trecho acima destacado”, completou.

O juiz afirmou ainda que determinou “a devolução de documentos e de equipamentos de informática se, após seu exame, constatar que não interessam à investigação”.

O despacho para a devolução dos equipamentos foi assinado em 19 de maio, segundo o G1. Nove dias após o pedido de Lula. Os advogados do ex-presidente buscaram os tablets no último dia 26.

Resultado do ProUni já está disponível na internet

O resultado da edição do segundo semestre do Programa Universidade para Todos (ProUni) já está disponível na internet. O prazo para se candidatar a uma bolsa do programa terminou na sexta-feira (9) e, até as 12 h daquele dia, o sistema registrou mais de 370 mil estudantes inscritos e mais de 720 mil inscrições. O estudante pode selecionar até duas opções de curso, entre as 27.237 disponíveis. Consulte aqui.

Neste processo seletivo, o ProUni oferta 147.492 bolsas em 1.076 instituições privadas de educação superior em todo o país. O número de bolsas oferecidas é 17% maior do que na segunda edição do programa do ano passado. Do total de bolsas, 67.603 são integrais e 79.889, parciais.

O estudante tem até o dia 19 de junho para procurar a instituição de ensino para a qual foi pré-selecionado a fim de comprovar as informações prestadas na inscrição. A perda do prazo ou a não comprovação das informações implicará, automaticamente, a reprovação do candidato.

Rede pública

O ProUni é voltado a alunos da rede pública ou bolsistas integrais da rede particular. Para participar, é preciso ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2016, ter obtido o mínimo de 450 pontos na média das notas e não ter zerado a redação. Também estão incluídas as pessoas com deficiência e professores da educação básica em escolas públicas que compõem o quadro de pessoal permanente da instituição.

O processo seletivo será constituído de duas chamadas sucessivas, sendo que a primeira ocorre hoje e a segunda está prevista para 26 de junho. Na segunda chamada, a comprovação das informações deverá ser feita de 26 a 30 de junho.

Para participar da lista de espera, o estudante deverá manifestar seu interesse na página do programa, entre 7 e 10 de julho. A lista estará disponível no sistema, para consulta pelas instituições de educação superior, no dia 13 de julho. Nesse caso, o candidato deverá comparecer à instituição e entregar a documentação no período de 17 a 18 de julho. Com informações da Agência Brasil.

Atleta de Rio Tinto, Luan Tobias é 1º lugar na corrida da Apcef 2017

Luan levou o 1º lugar com o tempo de 16 minutos e 40 segundos.
Luan levou o 1º lugar com o tempo de 16 minutos e 40 segundos.

João Pessoa realizou neste domingo a Corrida da Apcef 2017. O percurso foi de 5km, com a largada às 7h da manhã, no Busto de Tamandaré, na orla da Capital. O 1º lugar da prova ficou com o jovem Luan Tobias, da cidade de Rio Tinto.

Houve premiação em troféu para os três primeiros colocados no masculino como no feminino. Sendo dividido entre atletas em geral e competidores que fazem parte do quadro de sócio do clube.

Luan levou o 1º lugar com o tempo de 16 minutos e 40 segundos.

Segundo os organizadores, a competição bateu recorde e contou com cerca de 500 participantes. A VIII Corrida da Apcef PB foi realizada com um percurso de 5 mil metros. As categorias Geral, Associados e Comunidade reuniu participantes com idades de 60, 50, 40, 30 e 20 anos. O primeiro colocado na geral foi Luan Tobias. E a primeira colocada entre os Associados foi Erivanete Santos.

Associados da Apcef

Feminino

Livia Jorge de Souza
Valeria Soares Woicieokoski
Patricia Cristiane Costa da Silva
Karlena Pessoa Moura
Larissa Almeida Santana Medeiros
Livia Kelma Barbosa Dias
Jeanne Cibelle Compos do Nascimento

Ana Cristina Trocoli

Mais de 50 anos

Erivanete dos Santos Tarquino
Rosa Marisa M das Neves
Fernanda Maria Galvão Regis Gouveia
Maria das Graças Fernandes
Angela Maria de Sarmento Queiroga
Katia Maria Diniz Pedrosa Soares
Edinea Fonseca Vieira
Natelsa de Andrade Caciano
Analaura Santana de Almeida

Masculino

Assosciados Apcef PB 

Jose Araken Dantas Ferreira
Arthur de Araujo Ferreira
Ady de Melo Cavalcanti
Juarez Antonio Woicieokoski
Alan Rangel de Lacerda
Ides Ferreira dos Santos
Jose Claudio Duarte
Adilson Alves Ramos
Alberto Ramalho Lins
Everaldo Luiz de França
João Matias dos Santos Filho
Rafael Assis Maximo de Lima
Ananias Silva Lira
Cleyton de Souza Lima
Alexandre Spada
Nielson Nobrega de Almeida
Paulo Fernando Barbosa Mateus
Breno Felipe de Oliveira
Luiz Evaristo Fontes Sarmento
Lira Britto Filho
Augusto Pessoa de Belmont Fonseca
Thulio Phelipe Andrade do Nascimento
Everaldo José de Albuquerque
John Lennon Vinagre Medeiros de Araujo
Alysson Daivys Alves Freire
Ramon Emanuel Golçalves de Menezes
Icaro de Sousa Ferreira
Carlos Alberto Santos Marques
Arlindo Moreira da Silva Junior
Hery Diniz Ramos Duarte
José Valdeci de Oliveira Junior
Joao Ricardo Batista de Carvalho
Hilkias Sousa Fernandes
Ides Ferreira dos Santos
Jose Correia Filho
Wilson Paulo Magalhães
Rosário de Fátima Farias Estevam
Ricardo Almeida Gomes
Jorge Gurgel de Souza
Jose Eduardo Castro de Almeida
Roberto de Almeida Neves
Marcel Carlos Ebrahim

Geral masculino

Luan Tobias Santos da Silva
Cicero Antonio Ferreira do Nascimento
Jonifferson Mendes da Costa
Luis Licas – Aspa – Korrida Maluka João Pessoa
Evandro Silva
Ismael de Senna Silva
Flavio José da Silva
Edilson de Brito Silva
Glauber Oliveira Santos
Francisco Jose da Silva dos Santos
Marcus André Alves Tavares Magalhães
Severino da Silva Santos
Jose Luciano Alves Matias
Jocimar Pedro da Silva
Vicente Gregorio de Lima
Matheus da Silva
Josenildo Santos da Silva

Geral Feminino

Cristiane Alves Xavier
Renilde Lopes Dias Nunes
Flavia Dias
Inês Vilar Siqueira Dantas
Maria do Carmo Santos
Renata Peloia
Ana Patricia
Ericka Rejane Correia de Albuquerque
Jaciane Farias da Costa
Maria do Socorro Lourenço dos Santos
Adriana Dagmar Gomes e Sousa Miguel
Gisele Alves Barros Souza
Claucidia de Sousa Tobias
Wladia Holanda de Lima
Renata Carrilho Torres de Andrade
Vanessa Gorgeto
Isabelle de Albuquerque
Patrícia de Holanda Cunha Barreto
Clemilda Maria da Silva Limeira
Ana Marta de Queiroz Quirino
Alcinira Farias
Katia Santana
Kelle Melo

Da redação

 

PRF apreende um quilo de cocaína com passageira de ônibus em Mamanguape

Suspeita foi conduzida para a Delegacia de Polícia Civil de Mamanguape

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu na noite desta quinta-feira (8) um quilo de cocaína, encontrada na mochila de uma passageira de um ônibus da empresa Progresso que fazia a linha entre Natal (RN) e Santa Rita, cidade da Região Metropolitana de João Pessoa. A abordagem aconteceu na BR 101 Norte, em Mamanguape, Zona da Mata Norte do estado.

Os agentes da PRF pararam o ônibus em uma fiscalização de rotina, no quilômetro 38 da rodovia federal. Durante a revista os policiais encontraram um tablete da droga dentro da mochila de uma das passageiras, que tem 26 anos de idade e é natural de Patos, cidade localizada no Sertão paraibano. A suspeita disse aos PRFs que pegou a droga na rodoviária de Natal e entregaria a mochila a uma pessoa na rodoviária de João Pessoa. Pelo serviço, ela falou que receberia R$ 650 reais. Esta não foi a primeira vez que a mulher traficou. Ela declarou que já havia levado cocaína de Natal para o Recife (PE) e que recebeu R$ 400 reais pelo serviço.

O flagrante foi registrado na Polícia Civil em Mamanguape. Caso seja condenada pelo crime de tráfico de drogas ela poderá pagar uma pena de reclusão que varia entre cinco e quinze anos. A mesma não tem antecedentes criminais.

Últimas Notícias

BlogsOPINIÃO
Objetividade e clareza

WhatsappEnvie
Mande sua sugestão de pauta ou denúncia: (83) 9 8140-8425

Mais Lidas

Hospital Napoleão Laureano lança 6ª Corrida Contra o Câncer HNL

O Hospital Napoleão Laureano lançou a 6ª Corrida Contra o Câncer, marcada para 28 de fevereiro de 2027. O evento beneficente celebra os 65 anos da instituição e arrecadará recursos para o tratamento de pacientes do SUS.

Paraíba tem 2ª maior evolução do IDH no Nordeste e entra entre os destaques...

A Paraíba alcançou a segunda maior evolução do IDH no Nordeste e a nona maior do Brasil no período pós-pandemia, segundo estudo divulgado pelo PNUD. O estado registrou crescimento de 0,057 no indicador, que avalia renda, educação e expectativa de vida.

Carlão admite deixar o PL e cobra valorização de lideranças conservadoras na Paraíba

O vereador Carlão pelo Bem admitiu que pode deixar o PL por insatisfação com a falta de valorização de lideranças conservadoras. Ele afirmou que avalia alternativas como Republicanos e PP, mas ainda não tomou uma decisão.