Os veículos de imprensa estrangeiros repercutiram a denúncia feita de corrupção passivado procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente Michel Temer nesta segunda-feira (26).
De acordo com o G1, a primeira mídia a dar a notícia foi a BBC. O site britânico afirmou que a expectativa é que esta seja a primeira de uma série de denúncias que virão nas próximas semanas contra o presidente.
Sob o título “Presidente do Brasil Michel Temer é acusado de suposta corrupção”, o ‘The Guardian’ destacou que a denúncia precisa ainda passar por uma maioria de dois terços no Congresso para seguir em direção a um julgamento.
Nos Estados Unidos, o “Washington Post” reforçou que é a primeira vez que um presidente brasileiro é denunciado por corrupção.
A reportagem do “Sydney Morning Herald”, da Austrália, afirmou “é a primeira do que é esperada para ser uma série de alegações de corrupção contra o líder profundamente impopular nas próximas semanas”.
Duas paraibanas ajudaram o país a manter a hegemonia
Assim com já era esperado, a equipe brasileira foi novamente campeã do Campeonato Sul-Americano de Atletismo, que foi encerrado no último domingo, em Assunção, no Paraguai. E duas paraibanas ajudaram o país a manter a hegemonia no continente. O grande destaque entre nossas atletas foi Andressa Oliveira Morais. A pessoense de 26 anos quebrou o recorde sul-americano, que já era seu, diga-se de passagem, na prova do lançamento de disco. Com 64,68 m, ela superou a marca anterior em 47 cm, levou o ouro na prova e ainda ratificou sua presença no Mundial de Atletismo, que será disputado no mês que vem, na Inglaterra.
“Estou muito feliz com o resultado. É consequência de um trabalho muito bem feito”, comemorou a atleta, que voltou a competir em alto nível após uma série de lesões que atrapalharam seu desempenho nos últimos anos.
Outra paraibana no ponto mais alto do pódio foi Jailma Sales de Lima, que integrou o time brasileiro no revezamento 4×400 m. Porém, a alegria da atleta natural de Taperoá não foi completa, já que não conseguiu ter um grande desempenho em sua prova individual nos 400 m.
“Gostaria de ter corrido melhor a prova individual, infelizmente isso não aconteceu. Se eu tivesse corrido o que corri semana passada no Troféu Brasil poderia ter ficado as três. Estou tentando fazer o índice para o Mundial na prova individual, mas o tempo que eu fiz no Sul-Americano foi bem acima”, lamentou Jailma, que ficou em quarto lugar.
José Luiz Datena soltou o verbo na última sexta-feira (23). O apresentador da Band fez um longo discurso na rádio Bandeirantes, durante o programa “90 minutos”, deixando claro que vem sendo alvo de ‘censura’. Ele acrescentou que tal situação vem fazendo-o passar mal.
Datena reclamou que não tem dormido à noite e deu várias indiretas insinuando que sua liberdade de expressão vem sendo podada pela Band.
“Passei mal de novo à noite e não é à toa. Você não pode falar o que quer falar. Não pode ter liberdade de expressão quando tem que ter liberdade de expressão. Você fica engasgado com algumas coisas neste país, eu fico mesmo. E dificilmente eu calo a minha boca. Você não acredite em imprensa livre, porque não tem imprensa livre. Tem imprensa livre até a página dois”, desabafou na rádio.
Em seguida, o apresentador do “Brasil Urgente” acrescentou: “Você vai até onde você pode falar, até onde deixam você falar. Aqui até que o limite vai bem lá na frente, mas não tem imprensa livre, não. Quando bate a água nos donos de empresa… Televisão, rádio, isso é tudo concessão, isso é do governo. Quando bate a água, você para por ali, não tem nenhum herói da resistência aqui, não. Pode ter um ou outro que é maluco, que arrisca perder o emprego porque passa do limite”, explicou.
O desabafo aconteceu no meio de um comentário que Datena fazia sobre ações da Prefeitura de São Paulo na cracolândia da região da Luz, no centro da cidade. A Band, no entanto, afirma que não vai comentar o incidente.
A Fifa divulgou nesta terça-feira (27) o “Relatório Garcia”, uma série de documentos sobre os processos de licitação para as sedes da Copa do Mundo de 2018 e 2022. A decisão da entidade de publicar o documento aconteceu depois de o jornal alemão “Bild” vazar parte do conteúdo.
Entre as acusações, o documento da Fifa afirma que o Qatar pagou US$ 7 milhões ao então presidente da AFA (Associação Argentina de Futebol), Julio Grondona, e ao então presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Ricardo Teixeira, com o objetivo de influenciar na decisão das duas entidades na escolha da sede da Copa do Mundo de 2022.
O pagamento da propina teria acontecido na organização do amistoso entre Argentina e Brasil, em novembro de 2010, em Doha, no Qatar. De acordo com o relatório, a partida teria acontecido para ajudar o Qatar a ser sede da Copa da Ásia de 2011 e rebater a alegação de desinteresse do país asiático em relação ao futebol, um dos argumentos contrários à escolha do Qatar como sede da Copa do Mundo.
Ex-presidente da CBF e atualmente em prisão domiciliar nos Estados Unidos, José Maria Marin não foi citado no relatório da Fifa. O mesmo acontece com o atual mandatário da entidade máxima do futebol brasileiro, Marco Polo del Nero. Com informações da Folhapress.
O secretário de Estado da Articulação Municipal, Buba Germano, afirmou que o governador Ricardo Coutinho não abrirá mão do protagonismo nas eleições de 2018.
“O governador sempre foi muito claro: ele não abre de ser protagonista do processo sucessório”, revelou Buba.
Em entrevista ao jornalista Heron Cid, no programa Frente a Frente, da TV Arapuan, Buba ressaltou que em momento oportuno o candidato do governador será escolhido.
Ele aposta no fim da aliança das oposições, firmada nas eleições do ano passado. “O conflito de interesses é claro. Temos um senador afirmando que PSDB precisa ter candidato, apostando em Romero Rodrigues, temos o de João Pessoa (Luciano Cartaxo), que também tem legitimidade para pleitear”, avaliou.
Sobre o futuro político do governador, Buba preferiu não opinar. “Se trata de uma questão de foro íntimo”, justificou.
O socialista ressaltou que a sucessão do governador ocorrerá por meio de debate com a população, com base no modelo de governo e projeto desenvolvido por Coutinho.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou, na noite desta segunda-feira (26), os horários dos jogos de Campinense e Sousa na segunda fase da Série D do Campeonato Brasileiro.
Os times paraibanos jogam neste domingo (2), com o Campinense recebendo a Juazeirense-BA, às 17h, no estádio Amigão, em Campina Grande, e o Sousa enfrentando o Fluminense de Feira de Santana-BA, às 16h, no estádio Marizão, em Sousa.
Também foram confirmadas as datas e horários dos jogos de volta, com o Campinense indo à Bahia, no dia 8, às 18h30, e o Sousa indo até Feira de Santana, no dia 9, jogando às 16h.
O piloto do avião interceptado no início da tarde deste domingo (25), pela Força Aérea Brasileira (FAB), no município de Jussara (GO), disse que decolou da Fazenda Itamarati Norte, no município de Campo Novo do Parecis (MT), segundo nota da Aeronáutica divulgada hoje (26). A fazenda é de propriedade do grupo Amaggi, da família do ministro da Agricultura, Blairo Maggi.
De acordo com a Aeronáutica, o local exato da decolagem será investigado.
“O Centro de Comunicação Social da Aeronáutica esclarece que as informações sobre o local de decolagem da aeronave, matrícula PT-IIJ, interceptada no domingo (25/06), foram fornecidas pelo próprio piloto durante a aplicação das medidas de policiamento do espaço aéreo. A confirmação do local exato da decolagem fará parte da investigação conduzida pela autoridade policial”, diz comunicado da FAB.
Em nota, o grupo Amaggi disse que o “local exato da decolagem da aeronave interceptada ainda será objeto da devida investigação, uma vez que a procedência divulgada até então foi apenas declarada pelo piloto durante abordagem do policiamento áereo”. A empresa nega qualquer ligação com a aeronave e não emitiu autorização para pouso ou decolagem em uma das duas pistas.
A Fazenda Itamarati tem 11 pistas, conforme o grupo, autorizadas para pousos eventuais, usadas para operação de aviões agrícolas, e que não demandam vigilância permanente. De acordo com o grupo, a região de Campo Novo do Parecis “tem sido vulnerável à ação de grupos do tráfico internacional de drogas, dada a dua proximidade com a fronteira do Estado de Mato Grosso com a Bolívia”. Em abril deste ano, a empresa informou ter cooperado com a Polícia Federal quando uma aeronave clandestina tentou pousar com cerca de 400 quilos de drogas em uma das pistas auxiliares.
O bimotor foi interceptado por um avião A-29 Super Tucano da FAB, como parte da Operação Ostium para coibir ilícitos transfronteiriços, na qual atuam em conjunto Polícia Federal e órgãos de segurança pública. De acordo com nota divulgada neste domingo pela Aeronáutica, o avião tinha como destino a cidade de Santo Antonio Leverger (MT). Ninguém foi preso até o momento.
A Polícia Militar (PM) de Goiás informou que o avião interceptado levava 653,1 quilos de cocaína. A informação inicial era de cerca de 500 quilos de cocaína. Segundo a corporação, foi a maior apreensão da droga no estado. O volume foi avaliado em R$ 13 milhões e, após o refino, poderia quintuplicar a quantidade inicial.
Avião interceptado pela FAB em Goiás tinha mais de 600 quilos de cocaína, informou PM. Foto: Agência Brasil
A PM também não informou quem é o dono do avião e a origem da droga.
O piloto da FAB comandou a mudança de rota e o pouso obrigatório no aeródromo de Aragarças (GO). Inicialmente, a aeronave interceptada seguiu as instruções da defesa aérea, mas ao invés de pousar no aeródromo indicado, arremeteu. O piloto da FAB novamente ordenou a mudança de rota e solicitou o pouso, porém o avião não respondeu, sendo classificado como hostil.
O A-29 da FAB executou um tiro de aviso para forçar o piloto a cumprir as determinações e voltou a comandar o pouso obrigatório. O bimotor novamente não respondeu e pousou na zona rural do município de Jussara, interior de Goiás.
Um helicóptero da Polícia Militar de Goiás foi acionado e fez buscas no local. O avião interceptado será removido para o quartel da Polícia Militar de Goiás em Jussara. Ninguém foi preso. A droga apreendida irá para a Polícia Federal em Goiânia, que vai conduzir as investigações.
Desde o início do ano, a polícia goiana apreendeu 13,5 toneladas de entorpecentes. Com informações do Terra.
O ex-ministro Antonio Palocci foi sentenciado a 12 anos, dois meses e 20 dias de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em um dos processos a que responde no âmbito da Operação Lava Jato. A condenação, em primeira instância, publicada ontem (26) pelo juiz federal Sérgio Moro, determina ainda o pagamento de uma multa de cerca de R$ 808 mil.
Moro avaliou como procedente a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) de que Palocci teria recebido propina para atuar em benefício da construtora Odebrecht no contrato de construção das sondas entre Sete Brasil e o Estaleiro Enseada do Paraguaçu. Segundo o juiz, em sequência ao crime de corrupção, foram cometidos dezenove atos de lavagem de dinheiro, na dissimulação e transferência do valor das propinas, especialmente ao Partido dos Trabalhadores (PT).
“Os valores serviram, no caso, para remunerar, sem registro, serviços prestados em campanhas eleitorais, o que representa fraude equivalente em prestações de contas eleitorais. A contaminação com recursos do crime do processo político democrático é o elemento mais reprovável do esquema criminoso da Petrobras”, disse o juiz, na sentença.
Moro também considerou “elevada” a culpabilidade de Palocci, uma vez que os crimes foram cometidos quando ocupava o cargo de ministro-chefe da Casa Civil. “A responsabilidade de um ministro de Estado é enorme e, por conseguinte, também a sua culpabilidade quando pratica crimes.”
O juiz também determina que Antônio Palocci cumpra a pena em regime inicial fechado. A progressão de regime foi condicionada à devolução de cerca de R$ 10,2 milhões que o ex-ministro recebeu em forma de propina, segundo a sentença.
Condenações
Mais 14 pessoas que respondem à mesma ação do ex-ministro também tiveram sentença proferida no despacho de Moro, entre elas, Branislav Kontic, assistente de Palocci, e o executivo da Odebrecht Rogério Santos de Araújo, absolvidos por falta de provas suficientes de que tenham participado dos atos criminosos.
O ex-presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht, também foi condenado por um crime de corrupção e 19 de lavagem de dinheiro. Como o executivo celebrou acordo de delação premiada, a pena inicial, que seria similar à de Palocci, foi substituída por 10 anos de prisão, com progressões de regime programadas a cada dois anos e meio.
Eduardo Musa e Renato Duque, que atuavam na Petrobras, foram condenados por corrupção passiva. O executivo da Sete Brasil João Ferraz e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto foram condenados pelo mesmo crime.
Por 19 atos de lavagem de dinheiro, Moro condenou cinco ex-executivos da Odebrecht: Hilberto Mascarenhas Filho, Fernando Migliaccio da Silva, Luiz Eduardo Soares, Olívio Rodrigues Júnior e Marcelo Rodrigues. Pelo mesmo crime, também foram condenados os marqueteiros João Santana e Mônica Moura.
Brasília - A Polícia Federal (PF) prendeu, na manhã de hoje (29), pelo menos 20 pessoas, durante a Operação Monte Carlo, que desmontou uma quadrilha que explorava máquinas caça-níqueis e pagava propina para agentes públicos de segurança. Entre os presos está o chefe do grupo, Carlinhos Cachoeira, empresário de Goiânia. os Agentes chegam à sede da PF com material apreendido e pessoas detidas na Operação Monte Carlo
O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou o relatório final sobre as investigações das delações da JBS, enviado no início da noite à Corte pela Polícia Federal (PF). No documento, a PF diz que o presidente Michel Temer e o ex-ministro Geddel Vieira Lima cometeram crime de embaraço às investigações. A acusação é baseada no áudio da conversa gravada pelo empresário Joesley Batista, um dos donos da empresa, com o presidente, em março, no Palácio do Jaburu. A assessoria do Palácio do Planalto informou que não irá se manifestar sobre o relatório.
“Cumpre-nos, à luz do exposto, respeitando o espectro cognitivo próprio desta sede indiciária, concluir pela prática, em tese, das condutas típicas abaixo especificadas: Michel Miguel Elias Temer Lulia, por embaraçar investigação de infração penal praticada por organização criminosa, na medida em que incentivou a manutenção de pagamentos ilegítimos a Eduardo Cunha, pelo empresário Joesley Batista, ao tempo em que deixou de comunicar autoridades competentes de suposta corrupção de membros da Magistratura Federal e do Ministério Público Federal que Ihe fora narrada pela mesmo empresário”, diz trecho do relatório.
Perícia
A PF também concluiu que não houve edições ou fraude no áudio da conversa gravada pelo empresário Joesley Batista com Temer. O relatório chegou ao Supremo e foi rremetido à Procuradoria-Geral da República (PGR), órgão que será responsável por eventual denúncia ao Supremo contra o presidente e Geddel. A perícia na gravação foi solicitada pela defesa de Temer, no mês passado. Os advogados questionam no STF a legalidade da gravação e afirmam que há muitas contradições no depoimento de Joesley Batista.
No mesmo documento, a PF acusa o ex-ministro Geddel Vieira Lima “por ter manifestado interesse junto a executivos do Grupo J&F na manutenção de pagamentos a Lúcio Bolonha Funaro, como forma dissuasória de eventual colaboração com a Justiça, monitorando junto a familiares de Funaro o seu ânimo para tal iniciativa”, diz o relatório.
Na semana passada, o ministro Edson Fachin, relator da investigação sobre o presidente, abriu prazo para a PGR se manifestar sobre o inquérito para investigar o presidente. Com a decisão, a procuradoria tem até amanhã (27) para decidir sobre eventual denúncia contra o presidente e outros citados nas investigações, entre eles, o ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR).
Presidente é investigado em caso de pagamento de propina da JBS.
Presidente é investigado em caso de pagamento de propina da JBS.
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou hoje (26) o presidente Michel Temer ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo crime de corrupção passiva. A acusação está baseada nas investigações iniciadas a partir do acordo de delação premiada da JBS. O áudio da conversa gravada pelo empresário Joesley Batista, um dos donos da empresa, com o presidente, em março, no Palácio do Jaburu, também é uma das provas usadas no processo. Procurado pela reportagem, o Palácio do Planalto ainda não se manifestou sobre a denúncia.
O ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) também foi denunciado pelo procurador pelo mesmo crime. Loures foi preso no dia 3 de junho por determinação do ministro Edson Fachin. Em abril, Loures foi flagrado recebendo uma mala contendo R$ 500 mil, que teria sido enviada pelo empresário Joesley Batista, dono da JBS.
Para o procurador, Temer usou Rocha Loures para receber vantagens indevidas. “Entre os meses de março a abril de 2017, com vontade livre e consciente, o Presidente da República Michel Miguel Temer Lulia, valendo-se de sua condição de chefe do Poder Executivo e liderança política nacional, recebeu para si, em unidade de desígnios e por intermédio de Rodrigo Santos da Rocha Loures, vantagem indevida de R$ 500.000 ofertada por Joesley Batista, presidente da sociedade empresária J&F Investimentos S.A., cujo pagamento foi realizado pelo executivo da J&F Ricardo Saud”, diz a denúncia apresentada por Janot.
Câmara precisa autorizar
Mesmo com a chegada da denúncia, o STF não poderá analisar a questão antes de uma decisão prévia da Câmara dos Deputados. De acordo com a Constituição, a denúncia apresentada contra Temer somente poderá ser analisada após a aceitação de 342 deputados, o equivalente a dois terços do número de deputados da Câmara.
A denúncia foi enviada ao gabinete do ministro Edson Fachin, relator da investigação envolvendo o presidente. O ministro poderá conceder prazo de 15 dias para manifestação da defesa antes de enviá-la para a Câmara. A formalidade de envio deverá ser cumprida pela presidente do STF, Cármen Lúcia.
Se a acusação for admitida pelos parlamentares, o processo voltará ao Supremo para ser julgado. No caso de recebimento da denúncia na Corte, o presidente se tornará réu e será afastado do cargo por 180 dias. Se for rejeitada pelos deputados, a denúncia da PGR será arquivada e não poderá ser analisada pelo Supremo.
A regra está no Artigo 86 da Constituição Federal. “Admitida a acusação contra o presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade”.
Durante a investigação, a defesa de Temer questionou a legalidade das gravações e os benefícios concedidos ao empresário Joesley Batista pela PGR na assinatura do acordo de delação premiada. Os advogados de Loures afirmam que a prisão é ilegal e que o ex-deputado não fará delação premiada.
“Nada nos destruirá”
Em discurso no Palácio do Planalto, na manhã de hoje (26), o presidente Michel Temer disse que a agenda de reformas proposta pelo governo é a “mais ambiciosa” dos últimos tempos. “Não há plano B. Há que seguir adiante. Portanto nada nos destruirá. Nem a mim nem a nossos ministros”, disse.
O Hospital Napoleão Laureano lançou a 6ª Corrida Contra o Câncer, marcada para 28 de fevereiro de 2027. O evento beneficente celebra os 65 anos da instituição e arrecadará recursos para o tratamento de pacientes do SUS.
A Prefeitura de João Pessoa divulgou a programação do Natal e do Verão 2027, com eventos entre novembro e janeiro. O calendário reúne a entrega da iluminação natalina, apresentações culturais, espetáculos, concertos, Réveillon no Busto de Tamandaré e shows de artistas como Elba Ramalho, Flávio José, Dorgival Dantas, Santanna e Mastruz com Leite, além de atividades gratuitas em praças, parques e espaços históricos da Capital.
A Paraíba alcançou a segunda maior evolução do IDH no Nordeste e a nona maior do Brasil no período pós-pandemia, segundo estudo divulgado pelo PNUD. O estado registrou crescimento de 0,057 no indicador, que avalia renda, educação e expectativa de vida.