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quarta-feira, 4 novembro 2026
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Filho mata o pai a pauladas na zona rural de Alagoa Grande

Um filho matou o próprio pai a pauladas na manhã deste sábado (1º), na zona rural do município de Alagoa Grande, no Brejo paraibano. De acordo com as informações da Polícia Militar, o crime teria acontecido após uma discussão entre os dois na casa onde residiam.

Aidna segundo a PM, o homicídio foi registrado no sítio Grotão e só foi descoberto após denúncias anônimas. Quando os policiais chegaram ao local, a vítima já estava morta e o filho foi preso em flagrante, sendo encaminhado, em seguida, para a delegacia de Guarabira para prestar depoimento.

Testemunhas informaram que ele teria problemas mentais, mas a polícia aguarda documentos que comprovem o distúrbio. O corpo da vítima foi encaminhado para o Núcleo de Medicina e Odontologia Legal de Guarabira.

Do G1PB

Governo Federal estuda fim do abono salarial

Se a votação da reforma da Previdência naufragar no Congresso Nacional, a equipe econômica já trabalha com uma alternativa para cortar despesas e garantir o cumprimento do teto de gastos e a volta de superávits primários nas contas públicas. A ideia é acabar com o pagamento do abono salarial.

O benefício, que é pago anualmente aos trabalhadores inscritos no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e que têm rendimento médio mensal de até dois salários mínimos, custará R$ 17 bilhões neste ano. Tradicionalmente, era pago de julho a outubro para todos os 22 milhões de trabalhadores que têm direito. Desde 2015, porém, o governo da ex-presidente Dilma Rousseff dividiu o pagamento em duas etapas, como forma de diluir o custo.

O benefício também passou a ser pago proporcionalmente ao tempo de serviço, de maneira semelhante ao 13º salário – ou seja, atualmente varia de R$ 78 a R$ 937. O custo político do fim do abono salarial, porém, seria bem alto, uma vez que seus beneficiários são a camada mais pobre da população.

Embora o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, considere ainda viável a aprovação das novas regras para aposentadorias e pensões no segundo semestre, depois da votação da reforma trabalhista, sua equipe tem em mãos uma série de medidas que poderão ser adotadas no caso de a proposta de reforma previdenciária ser desidratada ou mesmo não for aprovada.

Segundo apurou o Estadão/Broadcast, a Fazenda monitora as negociações da reforma diante do quadro político instável. Mas o ministério não vai ficar parado se a reforma não avançar, informou um membro da equipe econômica, destacando que há alternativas para garantir uma trajetória sustentável da dívida pública.

O fim do abono chegou a ser discutido há um ano, durante a elaboração da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do teto de gastos. Na última hora, a proposta foi retirada, assim como outras medidas mais duras, como o financiamento, pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) – responsável pelo pagamento do seguro-desemprego e do abono salarial -, de despesas de Previdência dos trabalhadores da iniciativa privada e dos servidores públicos, além de benefícios assistenciais previstos na Constituição.

Com as contas fechando no vermelho todos os anos, o FAT precisa da injeção de recursos do Tesouro para bancar o seguro-desemprego e o abono. Para este ano, estão previstos R$ 18 bilhões. A União, porém, já avisou o conselho deliberativo do FAT que não terá como bancar os rombos do fundo nos próximos anos e pediu medidas para diminuir as despesas.

Para a equipe econômica, o abono salarial, criado há 46 anos, não se justifica mais. O argumento é que o benefício foi criado na década de 1970, quando não havia política de valorização do salário mínimo com ganhos reais e nem rede de proteção social.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

Hospital de Trauma abre vagas para contratação de médicos

O Hospital Estadual de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa, gerenciado pela gestão pactuada entre a Secretaria de Estado da Saúde e a Cruz Vermelha Brasileira – Filial do Rio Grande do Sul, está selecionando médicos na área da Cirurgia Geral, Urologista e Ortopedista para trabalhar no complexo hospitalar, em regime de plantão.

Os interessados devem enviar um currículo para o e-mail: rh@hospitaldetrauma.pb.gov.br, até o dia 10 de julho, com os títulos referentes à especialidade desejada. Para mais informações os candidatos podem ligar no setor de Recursos Humanos da unidade, por meio do telefone 3216-5740/5773.

Os candidatos devem comprovar que possuem curso de Medicina, ter especialização na área que pretende se candidatar e comprovar experiência na área, além de executar tarefas compatíveis com as exigências para o exercício da função.

Perfil: O Hospital Estadual de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena atende casos de urgência e emergência, contudo, muitos procuram a instituição para atendimentos clínicos, não levando em consideração o tipo de assistência prestada pela unidade de saúde, voltado para situações de média e alta complexidade, a exemplo de vítimas de trauma (acidentes e desastres), violência, queimadura, Acidente Vascular Cerebral (AVC) e hemorragias digestivas.

Receita Estadual normaliza sinal de emissão de notas fiscais eletrônicas

A Secretaria de Estado da Receita (SER) voltou a comunicar aos contribuintes paraibanos que já restabeleceu a normalidade do sinal de emissão de documentos eletrônicos desde o meio-dia deste sábado, 1º de julho. 

Antes desse horário de meio-dia, a Receita Estadual orientou para que os estabelecimentos comerciais realizassem a emissão da NFC-e pela via do modelo de contingência Off-Line.

Na segunda-feira (3), a Receita Estadual vai explicar os problemas decorrentes deste final de semana.

Chaves e sua turma serão homenageados por escola de samba em 2018

© Divulgação
© Divulgação

O seriado Chaves ganhará uma bela homenagem em 2018. O programa criado e estrelado por Roberto Bolaños será homenageado pela Unidos de Vila Maria, escola de samba do grupo especial de São Paulo, que o escolheu como tema para seu desfile no próximo ano.

Segundo o site oficial do SBT, além do programa, toda a cultura mexicana será representada na avenida. A agremiação contou com o aval da Televisa e do Grupo Chespirito, que detém os direitos sobre os personagens.

Rodada tem Palmeiras, Grêmio e Santos hoje em campo

O sábado de futebol é composto por dois jogos da Série A do Brasileirão e outros cinco pela Série B.

Confira:

CAMPEONATO BRASILEIRO

Palmeiras x Grêmio – 16:00

Atlético-GO x Santos – 19:00

CAMPEONATO BRASILEIRO SÉRIE B

Internacional x Boa Esporte – 16:30

Paraná x Ceará – 16:30

Oeste x Santa Cruz – 16:30

ABC x Guarani – 19:00

América-MG x Brasil de Pelotas – 19:00

Uruguai começa hoje venda de maconha em farmácia

“Estou esperando que nos informem quais são as farmácias que não vão vender marijuana, porque serão estas as que irei frequentar. Não quero me misturar com delinquentes”, dizia, em tom inconformado, Giordana Soares, 68, na manhã do último sábado (24), no bairro de Pocitos, em Montevidéu.A secretária aposentada não é uma voz solitária.

Segundo pesquisa recente, mais de 60% dos uruguaios são contra a venda de cigarros de maconha nas farmácias do país. Ainda assim, esta, que é a última etapa da chamada Lei da Maconha para que ela seja implementada por completo, entra em vigor neste sábado, 1º de julho.

Aprovada pelo Congresso em 2013, impulsionada pela Presidência de José “Pepe” Mujica (2010-15), a lei já tem seus demais pontos em vigor.

Além de descriminalizar a posse, a lei permitiu o cultivo para consumo pessoal (cada usuário pode ter até seis plantas em casa) e criou os clubes de cultivo coletivos, onde até 45 membros se associam para plantar e se beneficiar da colheita, com direito ao consumo de até 40 gramas mensais per capita.

Ambas as atividades são reguladas e fiscalizadas pelo Estado. Hoje já existem cerca de 7.000 cultivadores individuais ativos no país.

A venda da maconha em farmácias, porém, foi a parte mais difícil de por em vigor.

Houve resistência dos estabelecimentos, que exigiram reforço do aparato de segurança para evitar roubos e eventuais ataques de quadrilhas de narcotraficantes.

A pedido da Associação das Farmácias do Uruguai, foram instalados botões antipânico conectados diretamente às delegacias mais próximas, para que a polícia seja acionada assim que surgir o risco de uma tentativa de roubo do estoque das lojas.

Pela norma que entra em vigor neste sábado (1), cada usuário registrado terá direito a comprar, no máximo, 10 gramas por semana, a US$ 1,30 (R$ 4,30) o grama. É preciso ser uruguaio ou residente legal no país e preencher um formulário nos Correios.

As farmácias não guardarão dados pessoais dos usuários, que serão reconhecidos apenas por suas digitais. O banco de dados de quem é usuário será mantido sob sigilo no Ministério da Saúde.

Até agora, 3.500 usuários individuais já se registraram. O Uruguai tem 3,4 milhões de habitantes.

MACONHA ESTATAL

Outra dificuldade, já superada, foi a entrega de concessões a empresas para o cultivo da “maconha estatal” no interior do país. Antes, mais de 90% do produto consumido no Uruguai vinha do Paraguai e de outros países produtores. Com a lei, passa a existir a maconha uruguaia, cultivada pelo governo.

A última barreira foi a resistência do presidente atual. Apesar de pertencer à mesma aliança política de Mujica, a Frente Ampla, Tabaré Vázquez, que é médico oncologista, se opôs à lei.

Durante a campanha eleitoral, porém, prometeu que ela seria posta em vigor, uma vez que havia sido aprovada pelo Parlamento e que seu perfil político sempre havia sido o de um legalista.Vázquez, porém, tomou precauções extras.

A maconha vendida nas farmácias será embalada em pacotes com informações sobre os malefícios à saúde, como ocorre com os cigarros comuns, e haverá ampla campanha publicitária para desestimular o consumo. Com informações da Folhapress.

Todos os estados e o DF têm protestos contra reformas do governo Temer

Manifestantes em concentração em frente ao Masp na Av. Paulista, em São Paulo (Foto: Do G1)
Manifestantes em concentração em frente ao Masp na Av. Paulista, em São Paulo (Foto: Do G1)

Nesta sexta-feira (30), cidades de todos os estados e do Distrito Federal tiveram protestos contra as reformas trabalhista e da Previdência, propostas pelo governo de Michel Temer.

Os atos foram organizados por centrais sindicais e movimentos sociais e ocorreram em, pelo menos, 133 cidades brasileiras, segundo o levantamento feito pelo G1. Na estimativa dos organizadores, os protestos reuniram aproximadamente 193,4 mil pessoas pelo país. Nos dados da PM, foram 8.760.

DISTRITO FEDERAL

O DF amanheceu com estações do metrô fechadas. Os ônibus de todas as empresas também permaneceram nas garagens, apesar da determinação da Justiça para manter 50% do serviço.

Militares fazem cordão de revista na Esplanada (Foto: Beatriz Pataro/G1)

Na BR-020, próximo ao Setor Mestre D’Armas, em Planaltina, manifestantes colocaram fogo em pneus por volta das 6h30. Nas rodovias do DF, as faixas exclusivas foram liberadas mesmo em horário de pico. Bancários, professores e servidores da Universidade de Brasília aderiram à paralisação.

O trânsito na Esplanada dos Ministérios foi bloqueado. As vias N1 e S1 foram fechadas pela Polícia Militar na altura da Rodoviária do Plano Piloto. Um cordão de revista da PM foi montado para monitorar bolsas e mochilas.

Militares da Força Nacional fizeram a segurança dos prédios dos ministérios.

RIO DE JANEIRO

No fim da tarde, manifestantes começaram a se concentrar em frente à Candelária, no Centro do Rio, de onde partiram em passeata. O protesto seguia pacífico até o grupo começar a dispersar, por volta das 20h.

Nesse momento, começou uma confusão, houve correria e um homem ficou ferido na cabeça. Bombas e fogos podiam ser ouvidos e houve relato de uso de gás de pimenta.

Por volta das 20h30 um grupo ateou fogo em lixo no meio da A Avenida Presidente Vargas, que precisou ser fechada da altura da Cidade Nova à Avenida Rio Branco. Os Bombeiros foram acionados e combatiam as chamas por volta das 20h40.

Nem a organização do ato nem a PM deram estimativa de participantes.

Protestos em vias importantes dificultavam a circulação no Rio de Janeiro pela manhã. A cidade entrou em estágio de atenção por causa dos protestos e do trânsito acima do previsto.

Manifestantes fecharam a Linha Vermelha, a saída para a Avenida Brasil da Ponte Rio-Niterói, a própria Avenida Brasil e o acesso ao aeroporto do Galeão. Houve uma manifestação no saguão do aeroporto Santos Dumont.

A associação de Docentes da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) realiza um ato na Rua Pinheiro Machado, Zona Sul do Rio, em frente ao Palácio Guanabara, sede do governo estadual.

Metrô, trem, VLT, BRT e ônibus funcionavam normalmente pela manhã. Segundo as operadoras, eles foram reforçados para absorver o aumento da demanda devido aos bloqueios em grandes vias. A Prefeitura recomenda que a população utilize o transporte público para circular.

SÃO PAULO

Manifestantes contra as reformas da previdência e trabalhista protestaram na Avenida Paulista na tarde desta sexta-feira contra as reformas trabalhista e da Previdência do governo Temer. O ato começou por volta das 16h30 em frente ao Masp.

Na Paulista, um grupo ateou fogo em um pato inflável perto da sede da Fiesp. O animal amarelo foi símbolo de campanha da federação nos protestos pelo impeachment de Dilma Rousseff.

Pato amarelo é queimado em ato contra as reformas na Paulista (Foto: Kevin David/A7 Press/Estadão Conteúdo)

O ato seguiu pela Rua da Consolação, onde se dividiu em dois: a maioria ficou na Praça Roosevelt e o restante seguiu até o Viaduto do Chá, em frente à sede da Prefeitura de São Paulo, onde houve um princípio de tumulto.

Uma das organizadoras do protesto, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) estima que 40 mil pessoas participaram. A PM não divulgou número de participantes.

No fim da tarde, a PM informou que deteve um grupo de pessoas com facas e usando coletes balísticos na Rua da Consolação. A assessoria de imprensa da PM não soube precisar o número exato de detidos. Eles foram levados ao 4º Distrito Policial, na Consolação.

Pela manhã, o transporte público funcionava normalmente na Grande São Paulo, mas manifestantes interditaram vias e rodovias da região desde cedo – Anchieta e Régis Bittencourt foram afetadas.

Acessos aos aeroportos de Congonhas, na Zona Sul, e de Cumbica, em Guarulhos, foram bloqueados, e manifestantes chegaram a entrar no saguão de Congonhas. No Centro da capital paulista, houve bloqueio na Avenida São João e a Polícia Militar jogou bombas de gás contra os manifestantes.

Com G1

Protestos fecham fecham ruas, rodovia e Terminal de Integração na Capital

Protesto percorreu principais ruas do Centro de João Pessoa nesta sexta-feira (30) (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Manifestantes contra presidente Michel Temer e reformas ocuparam ruas de João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Protestos contra o presidente Michel Temer fecharam ruas, rodovias e o Terminal de Integração nas primeiras horas desta sexta-feira (30) em João Pessoa. Após liberar o terminal de ônibus do Varadouro, os manifestantes ocuparam o entorno do Parque da Lagoa, no Centro, e interditaram o trânsito no local. A rodovia BR-101, no trecho no km 123 em Caaporã, no sentido João Pessoa para o Recife, Pernambuco, também foi interdidata às 8h, segundo Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Segundo organização do protesto, cerca de 300 pessoas participam da manifestação no Parque da Lagoa, no Centro de João Pessoa. A Polícia Militar não divulgou estimativa. O ato durou até cerca de 12h30, quando os manifestantes começaram a dispersar.

O protesto foi convocado por nove centrais sindicais, Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado da Paraíba (Fetag) e Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). O manifestantes pedem a saída do presidente Michel Temer e o fim das reformas trabalhista e da Previdência. Às 12h, a PRF informou que a BR-101 foi liberada.

Durante a caminhada pelas ruas do Centro de João Pessoa houve um registro de um princípio de tumulto entre dois manifestantes. Segundo a Polícia Militar, um policial pediu que uma manifestante retirasse um pano que impedia sua identificação e um homem que também participava do ato discutiu com a jovem. A polícia interveio e mediou a discussão.

Terminal de Integração

De acordo com a Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob), a decisão de fechar a Integração foi tomada pela administração do local para evitar que manifestantes protestassem dentro do terminal. A Integração do Varadouro ficou fechada entre 5h30 e 6h30, ainda de acordo com a Semob.

Os ônibus que seguiam para o terminal desembarcaram os passageiros em ruas próximas. Os veículos que não precisaram parar no Terminal de Integração desviaram pela rua Cardoso Vieira em direção as paradas localizadas no Paço Municipal.

Caminhada

Protesto percorreu principais ruas do Centro de João Pessoa nesta sexta-feira (30) (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Após seguir para o Parque da Lagoa, os manifestantes interditaram o trânsito por volta das 7h e ocuparam a entrada de um supermercado para evitar a abertura do estabelecimento. Ainda na manhã desta sexta-feira, por volta das 8h20, a avenida dos Tabajaras, no Centro de João Pessoa, foi interditada após manifestantes atearem fogo em pneus. Às 10h, apenas o trânsito no entorno da Lagoa e a Visconde de Pelotas estavam interditadas.

No Trevo de Mangabeira, viaduto que liga os bairros dos Bancários e Mangabeira, na Zona Sul da capital paraibana, manifestantes também atearam fogo em pneus. Segundo a Semob, às 8h55, os manifestantes deixaram o Trevo de Mangabeira e liberaram o trânsito.

Campina Grande

Em Campina Grande, manifestantes interromperam a saída dos ônibus da garagem da maior empresa de transporte coletivo da cidade. O Terminal de Integração, contudo, estava funcionando normalmente até as 7h desta sexta-feira.

Patos

Manifestantes ocuparam as ruas da cidade de Patos, no Sertão paraibano, na manhã desta sexta-feira. Com faixas e cartazes, os integrantes ocuparam as ruas do Centro. Os serviços da cidade não pararam, ainda de acordo com os manifestantes. A organização do ato e a Polícia Militar não informaram estimativa de participantes.

Transporte Público

Os ônibus de transporte público e os trens que atendem a Região Metropolitana de João Pessoa funcionam normalmente na manhã desta sexta-feira. O Terminal de Integração da capital paraibana funciona normalmente, mesmo após ter ficado fechado por cerca de uma hora.

As linhas de ônibus que passam pelo Parque da Lagoa, intertidato pelos manifestantes, seguem pela avenida Vasco da Gama e depois pela avenida João Machado. Outras linhas estão desviando pela avenida Tabajaras e Eurípedes Tavares, no sentido Parque Zoobotânico Arruda Câmara, a Bica.

Comércio

Após caminhada, manifestantes se reuniram em frente a um shopping no Parque da Lagoa (Foto: Rafael Freire/Ascom Sindlimp)

Decisões judiciais asseguraram a abertura dos estabelecimentos comerciais de João Pessoa e de Campina Grande, de acordo com a Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) das duas cidades. As entidades ressaltam a importância de abrir os estabelecimento diante do cenário de crise. “O nosso posicionamento não é contra a luta dos trabalhadores. Temos a certeza que é de extrema importância a união da classe em busca dos seus direitos”, acrescenta em nota.

Embora a ordem judicial assegurasse o funcionamento dos estabelecimentos comerciais, os manifestantes que passaram pelo Centro de João Pessoa obrigaram os comerciantes a fecharem as portas e liberaram os comerciários para integrar o protesto. Por medo de represálias, a maior parte dos estabelecimentos comerciais do Centro da capital fecharam as portas na manhã desta sexta-feira.

Bancos

O presidente do Sindicato dos Bancários da Paraíba, Marcelo Alves, informou na quinta-feira (29) que as agências bancárias não abrem nesta sexta-feira porque a categoria aderiu à paralisação. Os atendimentos bancários voltam normalmente na segunda-feira (3).

Escolas

As escolas particulares da Paraíba e do públicas da rede estadual não têm aula nesta sexta-feira porque a categoria aderiu à paralisação, de acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimento de Ensino Privado da Paraíba (Sinteenp) e o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação do Estado da Paraíba (Sintep).

Os professores das escolas públicas da rede municipal de João Pessoa também aderiram à “Greve Geral” e os estudantes também não têm aula nesta sexta, segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Município de João Pessoa.

Com G1PB

Liminar suspende despejo em comunidade de Rio Tinto

Reunião na Secretaria Estadual do Desenvolvimento Humano

Uma liminar concedida pela justiça estadual, nesta quinta-feira (29), suspendeu uma ação de despejo, que seria realizada hoje contra famílias de posseiros da comunidade Oiteiro, em Rio Tinto. A liminar foi conseguida, através de pedido feito pelo procurador da República na Paraíba, José Godoy, invocando a dignidade humana. A notícia foi dada durante reunião realizada na Secretaria Estadual do Desenvolvimento Humano, pelo próprio procurador.

A ação de despejo foi movida pelos herdeiros da falida fábrica de tecidos Rio Tinto. Segundo o deputado estadual Frei Anastácio a liminar impediu que fosse feita uma grande injustiça. “As oito famílias que moram na área vêm de muitas gerações. Elas estão nas terras há pelo menos 150 anos. Se fossem despejadas, não teriam para onde ir, e muitas pessoas são idosas acima de 70 anos. Quero parabenizar o esforço do procurador,José Godoy e da secretária Cida Ramos, da secretaria de Desenvolvimento Humano do Estado. Sem a participação deles, o despejo teria sido realizado”, disse Frei Anastácio.

O parlamentar lembrou ainda que a resistência e a união dos trabalhadores, juntamente com a Comissão Pastoral da Terra (CPT), o mandato dele e o de Luiz Couto, contribuíram muito para evitar o despejo. Estavam presentes na reunião, Comissão Pastoral da Terra, mandatos dos deputados Frei Anastácio e Luiz Couto, CEHAP, Secretaria do Desenvolvimento Humano, Ministério Público Federal, além do coordenador do gerenciamento de crise, coronel Roberto.

Na ocasião, Frei Anastácio sugeriu e ficou acatado que qualquer ação de despejo no Estado seja antes comunicada à Secretária Cida Ramos, para que o assunto seja discutido. “Isso é muito importante para que, juntamente com a secretária, o Ministério Público Federal, os trabalhadores e os representantes dos movimentos sociais, possamos encontrar saídas para o conflito, sem violência, sem prejuízo, nem constrangimento para as famílias alvo das ações de despejo”, disse o deputado.

O procurador José Godoy anunciou que agora está buscando uma saída jurídica para que as famílias permaneçam na área, que vem sendo habitada por várias gerações de seus ancestrais. Uma das prováveis soluções será a comprovação de que as famílias fazem parte de comunidades tradicionais. Segundo a CPT, existe um estudo antropológico em andamento sendo feito pelo Ministério Público e as informações preliminares podem trazer muitas novidades para esse caso.

Com assessoria

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