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PB retifica edital do CFO 2018 e altera período de inscrições

A Polícia Militar da Paraíba fez uma retificação no edital do Curso de Formação de Oficiais (CFO) 2018 e alterou o período de inscrições. O aditivo foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) deste sábado (1º).

Com a mudança, o período de inscrições para os exames complementares passa a ser das 10h de 11 de julho até as 10h de 28 de agosto. As inscrições permanecem sendo feitas exclusivamente pela internet, no site da Polícia Militar.

Um aviso, publicado também no DOE, alerta que, o pagamento das guias da taxa de inscrição geradas no mês de julho deve ser feito até o dia 31 de julho. Para as guias geradas no mês de agosto, o pagamento deve ser feito até 31 de agosto.

Também teve alteração o período para solicitação de isenção da taxa de inscrição. O prazo agora é de 11 a 21 de julho. A relação com o resultado das solicitações deve ser divulgada em 31 de julho.

Edital tem 30 vagas

O edital do CFO 2018 da Polícia Militar da Paraíba foi publicado em 13 de maio. São oferecidas 30 vagas, sendo 25 para candidatos do sexo masculino e cinco para candidatas do sexo feminino.

De acordo com o edital, para a inscrição no concurso, o candidato deve estar obrigatoriamente inscrito para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem 2017) e efetuar pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$ 50. Esse valor será utilizado para custear as despesas com a preparação, organização e realização dos Exames Complementares de responsabilidade da PMPB, com exceção dos laboratoriais, que deverão ser custeados pelos candidatos.

Como fase intelectual do concurso serão utilizadas as notas do Enem 2017. Portanto, o candidato deve estar inscrito e realizar a prova normalmente.

Já os exames complementares, que compreendem as demais etapas do concurso, vão conter exames Psicológicos, de Saúde e de Aptidão Física – realizados apenas com os candidatos habilitados no exame intelectual.

O ingresso no Curso de Formação de Oficiais se dá na graduação de praça especial, como cadete. Ao término do curso, com aproveitamento, o concluinte é declarado aspirante a oficial PM. Após estágio probatório, de no mínimo seis meses, o aspirante é promovido ao posto de 2º tenente, ingressando no Quadro de Oficiais Combatentes da PMPB.

Do G1PB

Defesa de Cunha afirma que ex-deputado vai fazer delação, diz coluna

A defesa do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) informou à Procuradoria-Geral da República que o peemedebista está disposto a fechar acordo de delação premiada.

A informação é da coluna Radar On-Line, do site da revista Veja, deste sábado (1º).

Oa advogados do ex-presidente da Câmara tiveram reunião com procuradores, e afirmam que iniciaram trabalho para colher informações que possam interessar ao Ministério Público.

Filho mata o pai a pauladas na zona rural de Alagoa Grande

Um filho matou o próprio pai a pauladas na manhã deste sábado (1º), na zona rural do município de Alagoa Grande, no Brejo paraibano. De acordo com as informações da Polícia Militar, o crime teria acontecido após uma discussão entre os dois na casa onde residiam.

Aidna segundo a PM, o homicídio foi registrado no sítio Grotão e só foi descoberto após denúncias anônimas. Quando os policiais chegaram ao local, a vítima já estava morta e o filho foi preso em flagrante, sendo encaminhado, em seguida, para a delegacia de Guarabira para prestar depoimento.

Testemunhas informaram que ele teria problemas mentais, mas a polícia aguarda documentos que comprovem o distúrbio. O corpo da vítima foi encaminhado para o Núcleo de Medicina e Odontologia Legal de Guarabira.

Do G1PB

Governo Federal estuda fim do abono salarial

Se a votação da reforma da Previdência naufragar no Congresso Nacional, a equipe econômica já trabalha com uma alternativa para cortar despesas e garantir o cumprimento do teto de gastos e a volta de superávits primários nas contas públicas. A ideia é acabar com o pagamento do abono salarial.

O benefício, que é pago anualmente aos trabalhadores inscritos no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e que têm rendimento médio mensal de até dois salários mínimos, custará R$ 17 bilhões neste ano. Tradicionalmente, era pago de julho a outubro para todos os 22 milhões de trabalhadores que têm direito. Desde 2015, porém, o governo da ex-presidente Dilma Rousseff dividiu o pagamento em duas etapas, como forma de diluir o custo.

O benefício também passou a ser pago proporcionalmente ao tempo de serviço, de maneira semelhante ao 13º salário – ou seja, atualmente varia de R$ 78 a R$ 937. O custo político do fim do abono salarial, porém, seria bem alto, uma vez que seus beneficiários são a camada mais pobre da população.

Embora o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, considere ainda viável a aprovação das novas regras para aposentadorias e pensões no segundo semestre, depois da votação da reforma trabalhista, sua equipe tem em mãos uma série de medidas que poderão ser adotadas no caso de a proposta de reforma previdenciária ser desidratada ou mesmo não for aprovada.

Segundo apurou o Estadão/Broadcast, a Fazenda monitora as negociações da reforma diante do quadro político instável. Mas o ministério não vai ficar parado se a reforma não avançar, informou um membro da equipe econômica, destacando que há alternativas para garantir uma trajetória sustentável da dívida pública.

O fim do abono chegou a ser discutido há um ano, durante a elaboração da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do teto de gastos. Na última hora, a proposta foi retirada, assim como outras medidas mais duras, como o financiamento, pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) – responsável pelo pagamento do seguro-desemprego e do abono salarial -, de despesas de Previdência dos trabalhadores da iniciativa privada e dos servidores públicos, além de benefícios assistenciais previstos na Constituição.

Com as contas fechando no vermelho todos os anos, o FAT precisa da injeção de recursos do Tesouro para bancar o seguro-desemprego e o abono. Para este ano, estão previstos R$ 18 bilhões. A União, porém, já avisou o conselho deliberativo do FAT que não terá como bancar os rombos do fundo nos próximos anos e pediu medidas para diminuir as despesas.

Para a equipe econômica, o abono salarial, criado há 46 anos, não se justifica mais. O argumento é que o benefício foi criado na década de 1970, quando não havia política de valorização do salário mínimo com ganhos reais e nem rede de proteção social.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

Hospital de Trauma abre vagas para contratação de médicos

O Hospital Estadual de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa, gerenciado pela gestão pactuada entre a Secretaria de Estado da Saúde e a Cruz Vermelha Brasileira – Filial do Rio Grande do Sul, está selecionando médicos na área da Cirurgia Geral, Urologista e Ortopedista para trabalhar no complexo hospitalar, em regime de plantão.

Os interessados devem enviar um currículo para o e-mail: rh@hospitaldetrauma.pb.gov.br, até o dia 10 de julho, com os títulos referentes à especialidade desejada. Para mais informações os candidatos podem ligar no setor de Recursos Humanos da unidade, por meio do telefone 3216-5740/5773.

Os candidatos devem comprovar que possuem curso de Medicina, ter especialização na área que pretende se candidatar e comprovar experiência na área, além de executar tarefas compatíveis com as exigências para o exercício da função.

Perfil: O Hospital Estadual de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena atende casos de urgência e emergência, contudo, muitos procuram a instituição para atendimentos clínicos, não levando em consideração o tipo de assistência prestada pela unidade de saúde, voltado para situações de média e alta complexidade, a exemplo de vítimas de trauma (acidentes e desastres), violência, queimadura, Acidente Vascular Cerebral (AVC) e hemorragias digestivas.

Receita Estadual normaliza sinal de emissão de notas fiscais eletrônicas

A Secretaria de Estado da Receita (SER) voltou a comunicar aos contribuintes paraibanos que já restabeleceu a normalidade do sinal de emissão de documentos eletrônicos desde o meio-dia deste sábado, 1º de julho. 

Antes desse horário de meio-dia, a Receita Estadual orientou para que os estabelecimentos comerciais realizassem a emissão da NFC-e pela via do modelo de contingência Off-Line.

Na segunda-feira (3), a Receita Estadual vai explicar os problemas decorrentes deste final de semana.

Chaves e sua turma serão homenageados por escola de samba em 2018

© Divulgação
© Divulgação

O seriado Chaves ganhará uma bela homenagem em 2018. O programa criado e estrelado por Roberto Bolaños será homenageado pela Unidos de Vila Maria, escola de samba do grupo especial de São Paulo, que o escolheu como tema para seu desfile no próximo ano.

Segundo o site oficial do SBT, além do programa, toda a cultura mexicana será representada na avenida. A agremiação contou com o aval da Televisa e do Grupo Chespirito, que detém os direitos sobre os personagens.

Rodada tem Palmeiras, Grêmio e Santos hoje em campo

O sábado de futebol é composto por dois jogos da Série A do Brasileirão e outros cinco pela Série B.

Confira:

CAMPEONATO BRASILEIRO

Palmeiras x Grêmio – 16:00

Atlético-GO x Santos – 19:00

CAMPEONATO BRASILEIRO SÉRIE B

Internacional x Boa Esporte – 16:30

Paraná x Ceará – 16:30

Oeste x Santa Cruz – 16:30

ABC x Guarani – 19:00

América-MG x Brasil de Pelotas – 19:00

Uruguai começa hoje venda de maconha em farmácia

“Estou esperando que nos informem quais são as farmácias que não vão vender marijuana, porque serão estas as que irei frequentar. Não quero me misturar com delinquentes”, dizia, em tom inconformado, Giordana Soares, 68, na manhã do último sábado (24), no bairro de Pocitos, em Montevidéu.A secretária aposentada não é uma voz solitária.

Segundo pesquisa recente, mais de 60% dos uruguaios são contra a venda de cigarros de maconha nas farmácias do país. Ainda assim, esta, que é a última etapa da chamada Lei da Maconha para que ela seja implementada por completo, entra em vigor neste sábado, 1º de julho.

Aprovada pelo Congresso em 2013, impulsionada pela Presidência de José “Pepe” Mujica (2010-15), a lei já tem seus demais pontos em vigor.

Além de descriminalizar a posse, a lei permitiu o cultivo para consumo pessoal (cada usuário pode ter até seis plantas em casa) e criou os clubes de cultivo coletivos, onde até 45 membros se associam para plantar e se beneficiar da colheita, com direito ao consumo de até 40 gramas mensais per capita.

Ambas as atividades são reguladas e fiscalizadas pelo Estado. Hoje já existem cerca de 7.000 cultivadores individuais ativos no país.

A venda da maconha em farmácias, porém, foi a parte mais difícil de por em vigor.

Houve resistência dos estabelecimentos, que exigiram reforço do aparato de segurança para evitar roubos e eventuais ataques de quadrilhas de narcotraficantes.

A pedido da Associação das Farmácias do Uruguai, foram instalados botões antipânico conectados diretamente às delegacias mais próximas, para que a polícia seja acionada assim que surgir o risco de uma tentativa de roubo do estoque das lojas.

Pela norma que entra em vigor neste sábado (1), cada usuário registrado terá direito a comprar, no máximo, 10 gramas por semana, a US$ 1,30 (R$ 4,30) o grama. É preciso ser uruguaio ou residente legal no país e preencher um formulário nos Correios.

As farmácias não guardarão dados pessoais dos usuários, que serão reconhecidos apenas por suas digitais. O banco de dados de quem é usuário será mantido sob sigilo no Ministério da Saúde.

Até agora, 3.500 usuários individuais já se registraram. O Uruguai tem 3,4 milhões de habitantes.

MACONHA ESTATAL

Outra dificuldade, já superada, foi a entrega de concessões a empresas para o cultivo da “maconha estatal” no interior do país. Antes, mais de 90% do produto consumido no Uruguai vinha do Paraguai e de outros países produtores. Com a lei, passa a existir a maconha uruguaia, cultivada pelo governo.

A última barreira foi a resistência do presidente atual. Apesar de pertencer à mesma aliança política de Mujica, a Frente Ampla, Tabaré Vázquez, que é médico oncologista, se opôs à lei.

Durante a campanha eleitoral, porém, prometeu que ela seria posta em vigor, uma vez que havia sido aprovada pelo Parlamento e que seu perfil político sempre havia sido o de um legalista.Vázquez, porém, tomou precauções extras.

A maconha vendida nas farmácias será embalada em pacotes com informações sobre os malefícios à saúde, como ocorre com os cigarros comuns, e haverá ampla campanha publicitária para desestimular o consumo. Com informações da Folhapress.

Todos os estados e o DF têm protestos contra reformas do governo Temer

Manifestantes em concentração em frente ao Masp na Av. Paulista, em São Paulo (Foto: Do G1)
Manifestantes em concentração em frente ao Masp na Av. Paulista, em São Paulo (Foto: Do G1)

Nesta sexta-feira (30), cidades de todos os estados e do Distrito Federal tiveram protestos contra as reformas trabalhista e da Previdência, propostas pelo governo de Michel Temer.

Os atos foram organizados por centrais sindicais e movimentos sociais e ocorreram em, pelo menos, 133 cidades brasileiras, segundo o levantamento feito pelo G1. Na estimativa dos organizadores, os protestos reuniram aproximadamente 193,4 mil pessoas pelo país. Nos dados da PM, foram 8.760.

DISTRITO FEDERAL

O DF amanheceu com estações do metrô fechadas. Os ônibus de todas as empresas também permaneceram nas garagens, apesar da determinação da Justiça para manter 50% do serviço.

Militares fazem cordão de revista na Esplanada (Foto: Beatriz Pataro/G1)

Na BR-020, próximo ao Setor Mestre D’Armas, em Planaltina, manifestantes colocaram fogo em pneus por volta das 6h30. Nas rodovias do DF, as faixas exclusivas foram liberadas mesmo em horário de pico. Bancários, professores e servidores da Universidade de Brasília aderiram à paralisação.

O trânsito na Esplanada dos Ministérios foi bloqueado. As vias N1 e S1 foram fechadas pela Polícia Militar na altura da Rodoviária do Plano Piloto. Um cordão de revista da PM foi montado para monitorar bolsas e mochilas.

Militares da Força Nacional fizeram a segurança dos prédios dos ministérios.

RIO DE JANEIRO

No fim da tarde, manifestantes começaram a se concentrar em frente à Candelária, no Centro do Rio, de onde partiram em passeata. O protesto seguia pacífico até o grupo começar a dispersar, por volta das 20h.

Nesse momento, começou uma confusão, houve correria e um homem ficou ferido na cabeça. Bombas e fogos podiam ser ouvidos e houve relato de uso de gás de pimenta.

Por volta das 20h30 um grupo ateou fogo em lixo no meio da A Avenida Presidente Vargas, que precisou ser fechada da altura da Cidade Nova à Avenida Rio Branco. Os Bombeiros foram acionados e combatiam as chamas por volta das 20h40.

Nem a organização do ato nem a PM deram estimativa de participantes.

Protestos em vias importantes dificultavam a circulação no Rio de Janeiro pela manhã. A cidade entrou em estágio de atenção por causa dos protestos e do trânsito acima do previsto.

Manifestantes fecharam a Linha Vermelha, a saída para a Avenida Brasil da Ponte Rio-Niterói, a própria Avenida Brasil e o acesso ao aeroporto do Galeão. Houve uma manifestação no saguão do aeroporto Santos Dumont.

A associação de Docentes da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) realiza um ato na Rua Pinheiro Machado, Zona Sul do Rio, em frente ao Palácio Guanabara, sede do governo estadual.

Metrô, trem, VLT, BRT e ônibus funcionavam normalmente pela manhã. Segundo as operadoras, eles foram reforçados para absorver o aumento da demanda devido aos bloqueios em grandes vias. A Prefeitura recomenda que a população utilize o transporte público para circular.

SÃO PAULO

Manifestantes contra as reformas da previdência e trabalhista protestaram na Avenida Paulista na tarde desta sexta-feira contra as reformas trabalhista e da Previdência do governo Temer. O ato começou por volta das 16h30 em frente ao Masp.

Na Paulista, um grupo ateou fogo em um pato inflável perto da sede da Fiesp. O animal amarelo foi símbolo de campanha da federação nos protestos pelo impeachment de Dilma Rousseff.

Pato amarelo é queimado em ato contra as reformas na Paulista (Foto: Kevin David/A7 Press/Estadão Conteúdo)

O ato seguiu pela Rua da Consolação, onde se dividiu em dois: a maioria ficou na Praça Roosevelt e o restante seguiu até o Viaduto do Chá, em frente à sede da Prefeitura de São Paulo, onde houve um princípio de tumulto.

Uma das organizadoras do protesto, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) estima que 40 mil pessoas participaram. A PM não divulgou número de participantes.

No fim da tarde, a PM informou que deteve um grupo de pessoas com facas e usando coletes balísticos na Rua da Consolação. A assessoria de imprensa da PM não soube precisar o número exato de detidos. Eles foram levados ao 4º Distrito Policial, na Consolação.

Pela manhã, o transporte público funcionava normalmente na Grande São Paulo, mas manifestantes interditaram vias e rodovias da região desde cedo – Anchieta e Régis Bittencourt foram afetadas.

Acessos aos aeroportos de Congonhas, na Zona Sul, e de Cumbica, em Guarulhos, foram bloqueados, e manifestantes chegaram a entrar no saguão de Congonhas. No Centro da capital paulista, houve bloqueio na Avenida São João e a Polícia Militar jogou bombas de gás contra os manifestantes.

Com G1

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