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quarta-feira, 4 novembro 2026
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Extinção de zonas eleitorais é tema de debate na ALPB

Assembleia Legislativa da Paraíba

A Resolução Nº 23.520, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que estabelece diretrizes para a extinção e remanejamento de zonas eleitorais localizadas no interior do país, foi pauta de uma audiência pública, realizada na manhã desta sexta-feira (4), na Assembleia Legislativa da Paraíba. No estado, onde o processo de rezoneamento está em fase de conclusão de estudo pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), a determinação pode resultar na extinção de cerca de 40 zonas eleitorais. Conforme a Resolução, os eleitores das zonas eleitorais que serão extintas deverão ser redistribuídos, preferencialmente sem alterações em seus locais de votação. As mudanças estão em pleno andamento e devem excluir, pelo menos, 72 zonas eleitorais, em 16 capitais, e mais de 800 no interior do país.

Para o deputado estadual Jeová Campos, autor da propositura da audiência pública junto com o deputado Raniery Paulino, essa resolução, além de representar um retrocesso para a democracia e Justiça Eleitoral do país e prejudicar o cidadão, ela é inconstitucional. “Ela invade a competência do Tribunal Regional Eleitoral a quem cabe, privativamente, a definição da criação e desmembramento das zonas eleitoras. Isto está garantido na Constituição Federal, em seu Artigo 121”, argumentou Jeová, que também, é advogado.

O mesmo entendimento do deputado tem a presidente da Associação dos Magistrados da Paraíba, a juíza Maria Aparecida Sarmento Gadelha, que também participou da audiência. “O TSE invadiu a competência dos Tribunais Regionais Eleitorais e estamos, em âmbito nacional, questionando essa Resolução que se for, efetivamente, colocada em prática vai representar perdas muito grandes para o eleitor, fragilizar a atuação da justiça eleitoral e prejudicar toda a sociedade”, afirmou a magistrada.

Embora tenha se levantado a inconstitucionalidade da medida, o representante do TRE-PB e integrante do grupo de estudos do rezoneamento na Paraíba, André Soares, que representou a presidente do tribunal, Maria das Graças, que está de licença médica, argumentou que em encontro recente dos presidentes dos TRE’s, o posicionamento do colegiado foi de que eles não vão questionar na Justiça a medida, que é uma decisão administrativa do TSE. “O entendimento do TRE-PB é de não se posicionar favorável à decisão, embora tenhamos que cumpri-la porque se trata de uma medida administrativa de um órgão hierarquicamente superior ao nosso”, disse ele, sendo questionado pelo deputado Jeová Campos. “Essa matéria é jurisdicional, não é meramente administrativa”, retrucou o parlamentar.

Em resposta ao deputado, Andre Soares disse que apenas uma medida judicial poderá reverter à determinação da resolução, mas que essa iniciativa não sairá dos TRE’s. “Estamos finalizando o estudo que deverá ser apresentado ao pleno do tribunal no próximo dia 14 e enviado para o TSE até o dia 18. O que posso garantir é que estamos fazendo o possível para reduzir ao máximo os impactos desta medida na Paraíba”, disse ele, reiterando que no local das zonas extintas, inicialmente, funcionarão postos de atendimento e que mesmo com a extinção das zonas, não haverá necessidade de realizar nova biometria.

O juiz Iano Miranda dos Anjos, da comarca de Pilões, fez uma retrospectiva histórica, sobre as implicações da adoção de um modelo de Estado mínimo, provocando uma reflexão sobre as recentes mudanças ocorridas no Brasil. “Esse modelo restringe a atuação da Justiça do Trabalho, mexe em direitos fundamentais do cidadão e agora quer fragilizar a Justiça Eleitoral. Isso significa a abertura de uma porta para dificultar o pleno exercício da cidadania. E a quem isso interessa?”, questionou o magistrado, lembrando que essa extinção vai comprometer o eficiente atendimento à sociedade.

O defensor público Delano Lucas levantou a questão da principal justificativa do TSE em baixar a Resolução. “O argumento é redução de custos. O propósito é eminentemente financeiro. Qual será, de fato, o impacto desta medida? E o cidadão, como fica? É preciso barrar essa determinação que prejudica o cidadão e a sociedade como um todo”, disse ele. O presidente da Comissão de Direito Eleitoral da OAB-PB, Newton Vita, reiterou que a posição da Ordem é contrária à Resolução. “Ela é um atraso na prestação jurisdicional porque os processos ficarão mais lentos, porque dificultará a inscrição de novos eleitores, trará prejuízos aos eleitores que terão que fazer deslocamentos maiores para resolver questões junto à Justiça Eleitoral, comprometerá a fiscalização e com isso multiplicará a compra de votos, enfim, dificultará a vida do eleitor e prejudicará a sociedade”, destacou Vita.

O advogado João de Deus Quirino Filho, da seccional da OAB em Cajazeiras, levantou a questão constitucional material que onera os custos para o eleitor. “O cidadão é obrigado a votar, mas com a extinção das zonas eleitorais, ele precisará se deslocar numa distância maior, portanto, com maiores custos. A extinção de zonas eleitorais limita o exercício da cidadania”, disse ele. O prefeito de São José de Piranhas, cuja zona eleitoral está na lista de uma das extintas na Paraíba, Chico Mendes, também lamentou a Resolução do TSE. O prefeito de Uiraúna, Bosco Fernandes, também lamentou a determinação, lembrando que a zona eleitoral da cidade, outra que deve entrar na lista de extinção, existe há 63 anos e abrange uma área de 465 km². “Não há o menor sentido em extinguir os trabalhos da zona eleitoral de Uiraúna. Se isso acontecer, os eleitores terão que andar mais de 40 km para votar, isso sem falar de outros prejuízos”, disse ele.

Os deputados Janduhy Carneiro, Eliza Virginia, João Gonçalves, o ex-prefeito de Cajazeiras, Antônio Quirino, o deputado licenciado Lindolfo Pires, além de vereadores e representantes de diversos municípios também se posicionaram contra a Resolução. No fim da audiência, o deputado Jeová Campos solicitou da Mesa Diretora da ALPB que enviasse para todos os integrantes da bancada federal paraibana, que embora convidados não compareceram, a ata da audiência para cobrar deles um posicionamento sobre essa questão. Foi sugerido ainda que a OAB, através do Conselho Federal, solicitasse uma audiência com o ministro Celso de Melo, do Supremo Tribunal Federal (STF), para pedir a inconstitucionalidade da medida do TSE.

Voto de ruralistas a favor de Temer na Câmara custará 10 bilhões de reais

Na última terça-feira 1 o governo federal almoçou com ruralistas e publicou a medida provisória 793 – que reduz a alíquota do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) e dá descontos em dívidas de produtores rurais com a Previdência. No dia seguinte, os votos da bancada ruralista foram decisivos para a vitória de Michel Temer na votação que arquivou a denúncia de corrupção contra ele.

A MP foi negociada durante três meses com a bancada ruralista. As dívidas do setor agrícola, sem os descontos da MP, somavam 17,04 bilhões de reais. Com as reduções de multas e juros, esse estoque chegou a ser estimado em 10 bilhões de reais. Agora, o Fisco espera recuperar ao fim dos 15 anos do programa 8,7 bilhões de reais. 

Segundo números da Receita Federal, somente com o perdão de juros e multas a perda de arrecadação será de 7,6 bilhões de reais em 15 anos, prazo de parcelamento dos débitos. Já com a redução da alíquota do Funrural, o governo deixará de receber 4,36 bilhões de reais entre 2018 e 2020. A Receita não divulgou estimativa da perda de arrecadação com a redução de alíquota para os próximos 15 anos.

Voto rural

Levantamento realizado pelo De Olho nos Ruralistas mostra que metade dos votos que salvaram Temer saiu da Frente Parlamentar da Agropecuária (PPA): dos 263 votos pelo arquivamento da denúncia contra o presidente, 129 foram dados por deputados da FPA.

Outros 54 membros da frente agropecuária votaram pelo prosseguimento da denúncia contra Temer. Entre eles cinco deputados do PT, seis do PDT e seis do PSB, partidos que fazem oposição ao governo. A maior surpresa entre os rebeldes foi o voto do deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS), uma das vozes mais eloquentes da bancada ruralista. Outra exceção foi Mandetta (DEM-MS).

Quase todos os demais líderes da FPA, porém, votaram a favor de Temer. Entre eles o presidente da frente, Nilson Leitão (PSDB-MT), os deputados Alceu Moreira (PMDB-RS) e Marcos Montes (PSD-MG) e a deputada Tereza Cristina (PSB-MS). A maior parte do núcleo duro da frente fez parte da CPI da Funai e do Incra, que criminalizou indígenas, antropólogos, procuradores e defensores de direitos dos povos indígenas.

Doze entre as 19 abstenções também saíram da FPA. Entre eles Osmar Serraglio (PMDB-PR), ministro da Justiça durante parte do governo Temer e o principal articulador jurídico da bancada. Outros ruralistas atuantes que se abstiveram são Reinhold Stephanes (PSD-PR), que já foi ministro da Agricultura, e a deputada Shéridan (PSDB-RR). Ausências e abstenções beneficiaram Temer.

Nem todos os deputados ruralistas fazem parte da FPA. Ou não estão na lista disponibilizada pela frente. A maioria deles também votou pelo arquivamento da denúncia contra Temer. Entre eles estão Beto Mansur (PRB-SP), Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), Elcione Barbalho (PMDB-PA), Josué Bengtson (PTB-PA), Heráclito Fortes (PSB-PI) e Paulo Maluf (PP-SP).

Isto entre os deputados mais diretamente ligados a empresas agropecuárias ou detentores de grandes propriedades rurais. Outros parlamentares alinhados com Temer fazem parte de clãs familiares também ligados ao agronegócio, como Fábio Faria (PSD-RN) e Felipe Maia (DEM-RN). A lista dos que se alinham com os interesses ruralistas é ainda mais ampla.

Bondades

A MP 793 cria o Programa de Regularização Tributária Rural (PRR), que permite a renegociação dos débitos dos produtores rurais e de quem compra a produção (como frigoríficos, laticínios e cooperativas) junto à Receita Federal e à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), até 30 de abril.

Todos os produtores que aderirem terão que pagar 4% da dívida, em quatro parcelas, com pagamento entre setembro a dezembro de 2017. O saldo poderá ser parcelado em até 176 parcelas, com redução de 25% nas multas e encargos legais e de 100% nos juros. Se após o pagamento ainda sobrar algum resíduo, este poderá ser pago em mais 60 vezes.

A MP estabelece ainda que caso o produtor que aderir ao PRR deixe de produzir, ou não tenha receita bruta por período superior a um ano, o valor da prestação mensal será equivalente ao saldo do débito dividido pela quantidade de meses que faltarem para complementar 176 meses.

Quanto ao Funrural – fundo usado para auxiliar o custeio da aposentadoria dos trabalhadores rurais, que é subsidiada pela União – hoje os produtores rurais pagam 2,1% sobre a receita bruta de venda, sendo 2% para o INSS e 0,1% relativo a Riscos Ambientais do Trabalho (RAT).

A MP reduz a contribuição ao INSS para 1,2%. Com isso, a alíquota total dos produtores rurais, a partir de 2018, será de 1,3%, uma redução de 38% em relação à atual. A diferença entre as duas alíquotas (atual e a nova), que é de 0,8%, será usada pelo produtor que aderir ao PRR para pagar as prestações.

Da Carta Capital 

Prefeituras da PB recebem mais de R$ 8,6 milhões de repatriação

As prefeituras paraibanas irão receber R$ 8.633.611,87 referentes à arrecadação da repatriação de recursos não declarados de brasileiros no exterior. Os valores serão debitados a partir do próximo repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), no dia 10 de agosto.

O montante foi arrecadado pela Receita Federal do Brasil (RFB) através do processo de Regularização Cambial e Tributária (Rerct), a repatriação. João Pessoa e Campina Grande receberão a maior parcela, de R$ 261.435,17. A cidade de Santa Rita receberá R$ 141.626,90. Patos, no Sertão, será contemplada com R$ 125.893, 24.

Os recursos da repatriação já estavam sendo transferidos aos municípios desde o mês de abril, junto o FPM, em que se destina 25% para Educação e 15% para Saúde.

Apesar de parecer muito, esses valores estão bem abaixo do estimado pela Lei Orçamentária Anual (LOA) do Governo Federal, que era de R$ 2,970 bilhões, mas só foi arrecado R$ 363.406.754,45 para ser distribuídos por todos os municípios brasileiros.

Do Blog do Gordinho

Fies recebe 224 mil inscrições; três vezes mais do que oferta

O programa de financiamento estudantil Fies recebeu 224,244 mil inscrições para o segundo semestre de 2017, quantidade que equivale ao triplo do total de 75 mil vagas que estão sendo ofertadas em instituições de ensino superior privadas para o período. As informações são do Ministério da Educação.

A quantidade de inscritos nos processos de programas governamentais para o ensino superior – que além do Fies incluem o ProUni e o Sisu, por exemplo – é tradicionalmente superior à quantidade de vagas ofertadas.

Segundo o MEC, as regiões Norte, Nordeste e Centro Oeste concentram mais da metade das inscrições: 52,99% do total. Os cursos na área de Saúde concentram mais inscrições e representam 45,55% do total.

Para se inscrever, o estudante precisa ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) com média das notas igual ou superior a 450 pontos e nota na redação superior a zero. O candidato também precisa ter renda familiar mensal bruta per capita de até três salários mínimos. Com informações do Estadão.

Brasil se reunirá com Peru e Bolívia para tratar de segurança

O governo brasileiro se reunirá com representantes da Bolívia e do Peru nas próximas semanas para estabelecer acordos bilaterais de inteligência e defesa para combater organizações criminosas que atuam nas fronteiras com esses dois países. As informações foram apresentadas na manhã de hoje (4) pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann, a deputados federais da bancada do Rio de Janeiro, entre eles, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia.

O encontro com as autoridades peruanas deve ocorrer no dia 11, em Tabatinga (AM), e nos dias 16 e 17 será a vez da reunião com representantes do governo boliviano, em La Paz. Ao longo do ano, reuniões do mesmo tipo foram realizadas com países do Cone Sul e com a Colômbia.

“Temos uma ação conjunta desenvolvida com o Ministério das Relações Exteriores com esses países, criando acordos operacionais em termos de inteligência, defesa e forças policiais para o combate a esses crimes transnacionais”, disse o ministro.

Jungmann e representantes das Forças Armadas apresentaram aos parlamentares ações que vêm sendo realizadas nas fronteiras para combater crimes como o tráfico de drogas, de armas e de pessoas. O ministro explicou que as ações estão relacionadas ao combate à criminalidade em centros como o Rio de Janeiro, que é o destino de armas e drogas que atravessam ilegalmente a fronteira.

“O nosso objetivo é reduzir a capacidade operacional e golpear o crime. Para isso, tem que desmantelar os arsenais, chegar ao comando [das quadrilhas] e sufocar, retirar a capacidade financeira, o dinheiro. É isso que muda”, reforçou o ministro em entrevista coletiva a jornalistas após a apresentação.

Os militares apresentaram o projeto-piloto do Sistema Integrado de Monitoramento das Fronteiras (Sisfron), que está em desenvolvimento para aumentar a capacidade de vigilância e tomada de decisões na região da fronteira. O projeto está sendo desenvolvido pelo Exército como piloto na fronteira com o Paraguai, mas o objetivo é expandi-lo em 2019.

Também foram apresentados resultados da Operação Ágata, que une as três forças e outros órgãos no monitoramento da faixa de fronteira de todo o território nacional. Em 2017, 11 mil agentes participaram da operação, que apreendeu cerca de R$ 27 milhões em produtos ilícitos.

A Operação Ostium, por sua vez, estabeleceu rotas de entrada e saída de tráfego aéreo nas fronteiras do país desde março, reduzindo em 75% o número de voos desconhecidos. Nesse período, 153 interceptações foram realizadas. Com informações da Agência Brasil.

Ministério do Esporte anuncia novo edital do Bolsa Atleta

O Ministério do Esporte anunciou o lançamento do novo edital do Programa Bolsa Atleta. Segundo o ministro Leonardo Picciani, a chamada pública será publicada no Diário Oficial da União da próxima segunda-feira (7), e as inscrições poderão ser feitas já no dia seguinte, exclusivamente pelo site do ministério, até o dia 22.

De acordo com informações do ministério, o pleito terá como base os resultados esportivos do ano passado nas modalidades que compõem o programa dos Jogos Olímpicos e dos Jogos Paralímpicos. Já os atletas contemplados na categoria de bolsa estudantil são selecionados nos Jogos Escolares e nos Jogos Universitários Brasileiros.

As informações foram dadas durante bate-papo online entre o ministro e atletas a passagem de um ano dos Jogos Olímpicos Rio 2016. A conversa foi transmitida via Facebook do Ministério do Esporte e contou com a participação dos atletas Ângelo Moreira, da luta olímpica, e Luiza Nunes, do nado sincronizado, além do coordenador-geral de Esportes da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), o ex-nadador Ricardo Prado. Eles responderam a perguntas de internaturas enviadas pelo Facebook.

O edital prevê a concessão de bolsas nas categorias Atleta de Base (R$ 370), Estudantil (R$ 370), Nacional (R$ 925), Internacional (R$ 1.850), e Olímpica/Paralímpica (R$ 3.100). O atleta contemplado receberá o equivalente a 12 parcelas do valor definido na categoria.

“Podem concorrer atletas que tenham obtido bons resultados em competições nacionais e internacionais de suas modalidades e que estejam vinculados a uma entidade de prática desportiva. Esportistas da categoria estudantil devem estar regularmente matriculados em instituição de ensino, pública ou privada”, informa o ninistério.

Apoio direto ao atleta

Considerado o maior programa de patrocínio esportivo individual e direto do mundo, o Bolsa Atleta tem, segundo o Ministério do Esporte, contribuído para a formação de atletas que representam o país em competições de nível nacional e internacional.

Dados do ministério indicam que, desde que o programa foi criado, em 2005, 20,7 mil atletas brasileiros foram patrocinados em um investimento que ultrapassa a marca de R$ 890 milhões, distribuídos em aproximadamente 51 mil bolsas.

No exercício de 2016, 6.217 atletas de modalidades olímpicas e paralímpicas foram contemplados e outros 1.080 de modalidades não olímpicas e não paralímpicas, com alta de 648,4% quando comparado ao primeiro ano do programa, com 975 patrocinados.

As informações publicadas no site lembram ainda que, em 2013, foi criada a categoria Pódio, a mais alta do programa, que conta com bolsas que variam de R$ 5 mil a R$ 15 mil. “São apoiados os atletas que estão entre os 20 primeiros do rankingmundial de sua modalidade ou prova específica. No ciclo Rio 2016, foram contemplados 322 atletas. O investimento até setembro do ano passado ultrapassou R$ 74,1 milhões”.

Situação atual

Atualmente, 239 atletas estão sendo patrocinados e se preparando para os Jogos de Tóquio 2020, com investimento anual de R$ 31,5 milhões. Do total de atletas participantes do programa, 72 obtiveram medalhas nos Jogos Rio 2016 e 80 atletas são patrocinados pela primeira vez nesta categoria.

Entre os estreantes, estão atletas como Pedro Henrique da Silva, da canoagem slalom. Na última edição dos Jogos, ele ficou em sexto lugar, o que representou a primeira vez do Brasil  em uma final da categoria. Com informações  do Ministério do Esporte. 

Petrobras reajusta preço do gás de cozinha em 6,9%

A Petrobras reajustou em 6,9%, em média, os preços do gás liquefeito de petróleo para uso residencial, envasado pelas distribuidoras em botijões de até 13 quilos (GLP P-13). O reajuste do gás de cozinha entra em vigor à 0h deste sábado (5) e, de acordo com a estatal, acompanha a política de preços divulgada no dia 7 de junho deste ano. O ajuste anunciado foi aplicado sobre os preços praticados sem incidência de tributos.

A companhia destacou que a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados e que as revisões feitas nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. 

A Petrobras calculou que, se os repasses feitos especialmente por distribuidoras e revendedores forem levados, integralmente, aos preços ao consumidor, o preço do botijão de GLP P-13 pode ser reajustado, em média, em 2,2% ou cerca de R$ 1,29. O valor vai depender da manutenção das margens de distribuição e de revenda e das alíquotas de tributos.

A estatal ressaltou que o último reajuste ocorreu em 5 de julho deste ano e que a alteração atual não se aplica ao GLP destinado a uso industrial ou comercial.

Por Redação, com Agência Brasil

Polícia prende duas pessoas suspeitas de tráfico de drogas em Rio Tinto

Suspeitos responderão pelo crime de tráfico de drogas

A Polícia Civil da Paraíba, por meio de um trabalho investigativo realizado pelo Grupo Tático Especial (GTE) da 7ª Delegacia Seccional, que tem sede em Mamanguape, prendeu duas pessoas em flagrante e apreendeu aproximadamente três quilos de maconha, na manhã desta sexta-feira (4).

De acordo com o delegado Marcos Paulo Sales, a prisão ocorreu após os policiais receberem a informação de que uma mulher estaria transportando a droga de Sapé para Mamanguape. “Conseguimos interceptar Rosicleide Bernardino da Silva, de 35 anos, no distrito de Salema, em Rio Tinto, e ela disse que estava levando os entorpecentes para outras duas pessoas. Realizamos a diligência e prendemos Rafael João Santos da Silva, de 20 anos. Outro envolvido conseguiu fugir”, disse a autoridade policial.

Os dois foram encaminhados para a sede da Delegacia de Mamanguape, onde prestaram depoimento e ficarão aguardando as decisões da Justiça, após a audiência de custódia. Eles responderão pelo crime de tráfico de drogas.

Mais prisões – E, na tarde da quinta-feira (3), policiais civis da 7ª Delegacia Seccional, prenderam em flagrante Vilma Macedo da Silva e apreenderam uma adolescente. Elas estavam em um veículo que fazia transporte alternativo e portavam cocaína em pó, crack e maconha. Em depoimento, as duas afirmaram que as drogas seriam distribuída para um  ponto de comércio ilegal de entorpecentes na cidade de Itapororoca.

Polícia prende suspeito com arma de fogo no Litoral Norte

Policiais militares da Força Tática da 2ª Companhia Independente prenderam um homem e aprenderam uma arma de fogo na noite dessa quinta-feira (3). A prisão ocorreu no distrito de Salema, município de Rio Tinto, no litoral norte do estado.

Durante uma abordagem a veículo, os policiais encontraram um revólver calibre 38 e cinco munições. O suspeito, que estava no carro, confirmou ser proprietário da arma. O suspeito, a arma e as munições foram conduzidos para Delegacia em Mamanguape.

Facebook vai intensificar combate a notícias falsas

O Facebook está investindo para combater a circulação de notícias falsas na rede social. Em um comunicado desta quinta-feira (3), a empresa informou que deve enviar mais artigos potencialmente falsos para a checagem de fatos e mostrar as descobertas abaixo da publicação original.

A rede social explicou que começará a usar algoritmos para detectar notícias falsas em potencial e enviá-las aos verificadores de informação, potencialmente mostrando os resultados da checagem abaixo do artigo original.

O Facebook disse ainda, em um comunicado enviado separadamente em alemão, que um teste da ferramenta de checagem de fatos estava sendo lançado nos Estados Unidos, na França, na Holanda e na Alemanha.

“Além de ver quais histórias são contestadas pelos verificadores de fatos terceirizados, as pessoas querem mais contexto para tomar decisões informadas sobre o que leem e compartilham”, disse em Sara Su, gerente de produto do feed de notícias do Facebook, um blog.

A distribuição de notícias falsas tem sido uma das principais críticas sobre o Facebook. O G1 recorda que, em 2016, o resultado das eleições presidenciais norte-americanas pode ter sido influenciado por conteúdos falsos que circulavam na web.

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