24.5 C
Mamanguape
terça-feira, 3 novembro 2026
Bayeux
Início Site Página 1932

Operação antidrogas de Duterte deixa 32 mortos em 24 horas

© Romeo Ranoco/Reuters
© Romeo Ranoco/Reuters

A polícia da província filipina de Bulacão anunciou nesta quarta-feira (16) que matou 32 supostos traficantes de drogas em um intervalo de 24 horas. A “guerra contra as drogas” declarada pelo presidente Rodrigo Duterte há cerca de um ano já deixou 3.451 mortos pela polícia, segundo dados oficiais.

Segundo informações oficiais noticiadas pela Efe, outras 107 pessoas foram detidas em uma operação antidrogas realizada entre segunda e terça-feira (14 e 15) na província que tem 3,3 milhões de habitantes.

Ainda de acordo com as autoridades, foram apreendidos 367 sacos com cloridrato de metanfetamina, 765 gramas de maconha, 2 granadas, 34 armas de fogo de diversos calibres e 114 balas nas últimas 49 operações policiais realizadas nas Filipinas.

A polícia local justificou as mortes dizendo que os suspeitos eram “notórios delinquentes que preferem lutar até a morte antes de ser preso” e os agentes “não tiveram outra maneira de pará-los”. A corporação ainda considerou que a operação foi um sucesso na “luta implacável contra as drogas e armas ilegais” na província.

Estima-se que cerca de 7 mil pessoas, somando vítimas feitas pela polícia a outras mortes favorecidos pelo clima de impunidade, já tenham sido assassinadas nas Filipinas desde que Duterte iniciou a sua controversa campanha contra o narcotráfico.

STF julga ações que afetam demarcações e conservação ambiental

Em duas sessões plenárias que ocuparão manhã e tarde, o STF (Supremo Tribunal Federal) julga nesta quarta-feira (16) seis processos que poderão afetar diretamente a forma pela qual terras são demarcadas e identificadas para indígenas e quilombolas. A decisão também vai alterar o sistema legal de proteção de unidades de conservação no país.

O “pacote agrário” é alvo de mobilizações de organizações não governamentais, que veem risco de retrocessos. Descendentes de escravos negros e de indígenas deverão fazer uma vigília na Praça dos Três Poderes. Grupos de manifestantes passaram a ocupar a região na noite desta terça-feira (15).

A ação mais antiga tramita há 30 anos no tribunal. A mais recente, há cinco anos. Pela manhã, os ministros vão julgar duas ações que poderão afetar os indígenas -havia uma terceira prevista, mas seu julgamento foi adiado a pedido das partes.

Na ACO (Ação Civil Originária) 362, aberta em 1986, o Estado de Mato Grosso pleiteia da União e da Funai (Fundação Nacional do Índio) indenização por desapropriação de terras que, segundo o governo estadual, foram indevidamente incluídas nos limites do Parque Nacional do Xingu.

O autor da ação alega que os índios não habitavam a região quando ocorreu a demarcação. A Funai afirma que eram terras “imemorialmente indígenas” e a União afirmou que o governo estadual não conseguiu comprovar o domínio sobre as terras.

Num segundo momento, deverá ser julgada a ACO 366, também movida pelo Estado de Mato Grosso contra a União e a Funai. A ação questiona a inclusão de terras que seriam de seu domínio em terras indígenas ocupadas pelos índios nambiquaras e parecis. O governo mato-grossense diz que os órgãos federais se “apoderaram” de terras “sob o falso argumento de serem do domínio imemorial dos nativos”.

Ambas as ações são relatadas pelo ministro Marco Aurélio Mello. Segundo texto divulgado pelo STF, os dois julgamentos se propõem a “saber se as terras compreendidas” nas áreas indígenas “são tradicionalmente ocupadas por povos indígenas”.

A PGR (Procuradoria Geral da República), por meio da 6ª Câmara, que atua no tema das Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais, é contrária às duas iniciativas do Estado de Mato Grosso e teme que os julgamentos possam ser usados por ministros do STF para referendar a tese do “marco temporal”, apoiada pelo presidente Michel Temer e pela bancada ruralista.

Segundo essa tese, os indígenas só podem reivindicar terras desde que nelas estivessem na data da promulgação da Constituição, em outubro de 1988. Essa interpretação jurídica é apoiada pela atual gestão da AGU (Advocacia Geral da União), pois traria “segurança jurídica” ao tema. Em 2012, durante o governo Dilma Rousseff, a tese também foi apoiada pela AGU, mas logo depois suspensa, devido à repercussão negativa.

Em nota técnica divulgada na terça-feira (15), a PGR afirmou: “Embora a Constituição de 1988 tenha sido a mais avançada e garantista no reconhecimento dos direitos originários dos índios sobre suas terras, desde 1934 a proteção dessas áreas é albergada em sede constitucional, e mesmo antes disso a legislação infraconstitucional já tratava do tema. Desse modo, quaisquer atos de esbulho e titulação relativos essas terras são, pelo menos desde 1934, nulos e extintos”.

Em texto publicado na Folha de S.Paulo no domingo (13), a antropóloga Manuela Carneiro da Cunha, professora aposentada da Universidade de Chicago e da USP, e José Afonso da Silva, professor aposentado da Faculdade de Direito das USP, escreveram que o “marco” é “inconstitucional”.

A DPU (Defensoria Pública da União) afirmou, em nota pública divulgada também na terça (15), que o reconhecimento da tese do “marco temporal” pelo STF seria uma negação histórica “dos processos quase sempre violentos e clandestinos, mas com ampla participação de agentes do Estado” que provaram os povos indígenas de seus territórios, “em benefício de interesses privados de poucos indivíduos e famílias”.

QUILOMBOLAS

A partir das 14h, prevê-se o início do julgamento de quatro ADIs (Ações Diretas de Inconstitucionalidade) sobre comunidades quilombolas. Em 2004, o extinto PFL, hoje DEM, ajuizou a ação 3239, para tentar anular um decreto do ex-presidente Lula que regulamentou a titulação das terras ocupadas por quilombolas.

O partido argumenta que o decreto “invade esfera reservada à lei” e gera aumento de despesa. Além disso, questiona o critério de autoatribuição para identificar os remanescentes dos quilombos e para caracterizar as terras a serem reconhecidas a essas comunidades.

A PGR também é contrária ao pleito do DEM e pede a improcedência da ação.Na primeira análise do processo, o então ministro relator, Cezar Peluso, hoje aposentado, acolheu a iniciativa do DEM. Logo em seguida, porém, a ministra Rosa Weber divergiu, votando pela improcedência da ação. O julgamento deverá ser retomado a partir do voto do ministro Dias Toffoli.

Contra a tese levantada pelo DEM, a Conaq (Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas) e ONGs parceiras lançaram uma campanha virtual, “O Brasil é quilombola! Nenhum quilombo a menos!”, que contava na tarde desta terça-feira com cerca de 70 mil assinaturas.

Em nota, a organização não governamental ISA (Instituto Socioambiental) afirma que quilombolas e seus apoiadores temem que pressões do governo Temer e dos ruralistas influenciem o STF.

“Nesses dois casos, procedimentos de demarcação em andamento e futuros podem ser prejudicados. É menos provável, mas não impossível que terras já tituladas, cuja demarcação foi concluída, sejam atingidas”, argumenta o instituto.

FLORESTAS

Na sequência da pauta do STF, outras duas ADIs têm impacto sobre as Unidades de Conservação, denominação dada por uma lei de 2000 para áreas protegidas por conta de suas “características naturais relevantes”.

A ADI 3646, hoje relatada pelo ministro Dias Toffoli, foi movida em 2005 pelo governador de Santa Catarina contra um artigo da lei que instituiu o Sistema Natural de Conservação da Natureza e contra os decretos presidenciais que criaram três reservas: o Parque Nacional das Araucárias, o Parque Nacional da Serra do Itajaí e a Estação Ecológica Mata Preta, todos do período 2004-2005.

Segundo a ação, os decretos devem ser anulados porque a criação dessas reservas dependeria da aprovação de uma lei.

A PGR pede ao STF que vote pela improcedência desse pedido.Outra ADI, a de número 4717, segue essa mesma linha e é relatada pela presidente do tribunal, Cármen Lúcia.

Ela foi ajuizada em 2012 pelo então procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pedindo a inconstitucionalidade da medida provisória 558/2012, depois convertida em lei, assinada pela então presidente Dilma Rousseff.

A MP levou à redução de oito unidades de conservação na região da Amazônia Legal para permitir a construção de usinas hidrelétricas, como Jirau, Santo Antônio, São Luiz do Tapajós e Jatobá, nos Estados de Rondônia e Pará.

Em nota coletiva divulgada na terça (15), as organizações Instituto Socioambiental, Imazon, WWF, Rede Nacional Pró-Unidades de Conservação, The Nature Conservacy, SOS Mata Atlântica, Greenpeace, Amigos da Terra e Ipam Amazônia defenderam a inconstitucionalidade dessa medida provisória e a constitucionalidade da lei das Unidades de Conservação.

Segundo as ONGs, a decisão do Supremo pode anular “praticamente todas as Unidades de Conservação do país”. “Além disso, resultaria na paralisação completa da criação dessas áreas protegidas”, afirmam.

Com contrato pendente na Globo, Evaristo perde dinheiro de anúncios

© Reprodução / TV Globo
© Reprodução / TV Globo

Com a situação contratual na Globo ainda por resolver, Evaristo Costa está perdendo dinheiro. Ou melhor, deixando de ganhar. Isso porque o jornalista é queridinho público e vem sendo sondado para fazer publicidade em suas redes sociais, mas tem de recusar até que o fim do contrato com a emissora seja definitivamente rescindido.

Segundo informações do jornalista Ricardo Feltrim, do UOL, pelo menos duas empresas, uma escola de inglês e uma agência de viagens, já demonstraram interesse em exibir suas marcas nos perfis do jornalista é chamado. Pudera, ‘Eva’, como ele é chamado, possui mais de 5 milhões de seguidores no Instagram e mais 1,1 milhão no Twitter.

Por conta da delicadeza do processo do fim de contrato, que termina oficialmente em outubro, Evaristo já contratou uma advogado para cuidar do caso.

Enquanto isso, o jornalista deve seguir recusando propostas de publicidade para não ferir nenhuma cláusula do acordo com a emissora da família Marinho.

TCE aprova contas da gestão de João Paulo na Câmara de Capim

Essa é a segunda conta aprovada da gestão do vereador João Paulo.
Essa é a segunda conta aprovada da gestão do vereador João Paulo.

O Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) aprovou na manhã desta quarta-feira (16), as contas referentes ao exercício do ano de 2016 do então presidente da Câmara de Vereadores de Capim, João Paulo.

Essa é a segunda conta aprovada no mandato do vereador enquanto esteve a frente do comando do Poder Legislativo, na casa Bento Renovato. Sendo a primeira referente ao ano de 2015.

Também houve aprovação às contas de 2016 das Câmaras de Riachão do Bacamarte, Junco do Seridó e Caturité. Foram aprovadas, ainda, as contas de 2014 da Defensoria Pública do Estado, nos termos do voto do conselheiro Fábio Nogueira, relator do processo.

ADIAMENTO – O processo referente à Auditoria Operacional na infraestrutura escolar das redes de Ensino Fundamental ministrado pelo Estado e pelos Municípios paraibanos teve o julgamento adiado para a próxima quarta-feira a pedido do relator Arnóbio Viana.

Conduzida pelo presidente André Carlo Torres Pontes, a sessão teve as participações dos conselheiros Arnóbio Viana, Nominando Diniz, Fernando Catão, Fábio Nogueira e Marcos Costa. Também, dos conselheiros substitutos Antonio Gomes Vieira Filho, Antonio Cláudio Silva Santos, Oscar Mamede e Renato Sérgio Santiago Melo. O Ministério Público esteve representado pela procuradora geral Sheyla Barreto Braga de Queiroz.

Da redação

Assessora especial de Marcela Temer ganha imóvel custeado com dinheiro público

Beto Barata/PR
Marcela Temer / Foto: Beto Barata

Uma assessora especial de Marcela Temer, mulher do presidente Michel Temer, foi beneficiada com a concessão de um apartamento funcional por estar lotada no gabinete presidencial e cuidar de questões particulares da primeira-dama, em estrutura 100% custeada com dinheiro público. As informações são da jornalista Andréia Sadi, da Globonews, em seu blog no portal G1.

Cíntia Borba, de acordo com informações do Planalto, cuida da “rouparia” do Palácio do Jaburu e atua como “supervisora” da residência oficial do presidente da República, responsável também por “lavanderia, faxina e arrumação” dos palácios do Jaburu e da Alvorada – esta, a residência oficial de fato, embora Temer tenha optado pelas acomodações do palácio reservado ao vice-Presidência da República. A concessão dos benefícios foi formalizada no ano passado.

Procurada pelo Congresso em Foco, a assessoria do Palácio do Planalto detalhou as regras para concessão do benefício e afirmou que a assessora preencheu todos os critérios para ter direito ao uso do imóvel. A assessoria ponderou ainda que, “diante da disponibilidade do imóvel e obedecendo a lista de solicitação”, a funcionária foi contemplada com o apartamento funcional.

Um dos problemas, no entanto, é que existe uma fila de servidores que esperam por um imóvel do gênero. Cíntia, por ser assessora de Marcela, teria passado na frente de outros nomes que aguardam a concessão do benefício, desagradado aos servidores postulantes, conforme informações da reportagem.

O site também informou que uma outra assessora, chamada Denise Silva dos Reis Leal, também lotada no gabinete de Temer, também solicitou o benefício. Denise atua como nutricionista de Marcela e é responsável pelos cardápios das refeições nos palácios presidenciais. No caso de Denise, apesar de o pleito ter sido aprovado, o presidente foi consultado formalmente e, na ocasião, vetou a concessão verbalmente.

Leia íntegra da nota enviada pelo Planalto ao Congresso em Foco:

“A Secretaria de Administração da Presidência da República administra 76 imóveis residenciais funcionais que são destinados aos Ministros e titulares de órgãos da Presidência da República e seus respectivos servidores.

No âmbito da Presidência da República, os critérios para cessão de uso de imóveis funcionais obedecerá a necessidade de serviço e atenderá, preferencialmente, a seguinte ordem:

1. Ministro de Estado;

2. ocupantes de cargos de Natureza Especial; e

3. ocupantes de cargo em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores (DAS), níveis 6, 5 ou 4.

No caso de solicitação de ocupantes de cargo de mesmo nível, são critérios de desempate aos servidores que: tiver protocolado a solicitação há mais tempo; tiver maior tempo de serviço no cargo atual; possuir maior número de dependentes em sua companhia; e tiver maior idade.

Os requisitos para solicitar a cessão de uso de imóvel funcional são:

1. ocupar cargo comissionado nos níveis acima;

2. não for proprietário, promitente comprador, cessionário ou promitente cessionário de imóvel residencial em Brasília, incluída a hipótese de lote edificado sem averbação da construção;

3. não tiver recolhido aos cofres públicos quantias devidas, a qualquer título, em decorrência de utilização anterior de imóvel residencial funcional pertencente à Administração Federal, direta ou indireta; e/ou

4. possuir benefício de mesma natureza, ou seja, já ocupar imóvel residencial funcional, mediante outorga de permissão de uso, ou por meio de ressarcimento, nos termos do Decreto no 1.840/1996.

A gestão dos imóveis funcionais é realizada por dois servidores e seus controles internos, concessão e administração são feitos por meio dos sistemas SPIUnet (Sistema de Gerenciamento dos Imóveis de Uso Especial), SIAFI, planilhas para controle de taxas condominiais, normas internas e leis que regem a gestão dos imóveis funcionais.

Portanto, a servidora Cíntia Borba Nogueira, DAS 102.4,  cumpriu todos os requisitos necessários e solicitou imóvel funcional no dia 27 de setembro de 2016. Diante da disponibilidade do imóvel e obedecendo a lista de solicitação, foi contemplada com o benefício”.

Sindicato convoca assembleia para debater terço de férias em atraso da Prefeitura de Rio Tinto

Estão pendentes os terços de férias dos anos 2014, 2015 e 2016.
Estão pendentes os terços de férias dos anos 2014, 2015 e 2016.

O Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Rio Tinto está convocando uma assembleia extraordinária para debater sobre os três terços de férias que estão em atraso, dos funcionários da Prefeitura de Rio Tinto.

De acordo com edital de convocação, destinado a associados da entidade, a reunião deve acontecer nesta quinta-feira (17), as 16h, na sede do Sindicato, localizada na Rua Formosa, no centro de Rio Tinto.

Atualmente, constam pendentes os terços de férias dos servidores públicos referentes aos anos de 2014, 2015 e 2016.

Da redação

TCE reprova contas e impõe débito superior a R$ 3,4 milhões a ex-prefeito de Curral de Cima

O Tribunal de Contas da Paraíba, reunido nesta quarta-feira (16), emitiu parecer contrário à aprovação das contas de 2015 do ex-prefeito de Curral de Cima, Nadir Fernandes de Farias, a quem impôs o débito de R$ 3.407.742,30.

Ele respondeu, entre outras irregularidades, pelo desvio de bens e recursos públicos, consumo excessivo de combustíveis, disponibilidades financeiras não comprovadas e saídas de recursos municipais também sem comprovação documental. A decisão, da qual ainda cabe recurso, deu-se conforme entendimento do relator do processo, conselheiro Fernando Catão.

Tiveram as contas de 2014 aprovadas pelo TCE os ex-prefeitos de Picuí (Acácio Araújo Dantas), Mãe d’Água (Margarida Maria Fragoso Soares), São José do Sabugi (Iracema Nélis de Araújo Dantas) e Pocinhos (Cláudio Chaves Costa, este último ainda no cargo de prefeito municipal).

Também houve aprovação às contas de 2016 das Câmaras de Vereadores de Capim, Riachão do Bacamarte, Junco do Seridó e Caturité. Foram aprovadas, ainda, as contas de 2014 da Defensoria Pública do Estado, nos termos do voto do conselheiro Fábio Nogueira, relator do processo.

O Tribunal rejeitou os embargos de declaração com os quais o então prefeito de Alhandra Renato Mendes Leite pretendia modificar as decisões que antes redundaram na desaprovação das contas de 2010 e 2011 por ele apresentadas. As decisões desta quarta-feira deram-se conforme os pareceres do Ministério Público de Contas e os votos do relator de ambos os processos, conselheiro Marcos Costa.

ADIAMENTO – O processo referente à Auditoria Operacional na infraestrutura escolar das redes de Ensino Fundamental ministrado pelo Estado e pelos Municípios paraibanos teve o julgamento adiado para a próxima quarta-feira a pedido do relator Arnóbio Viana.

Conduzida pelo presidente André Carlo Torres Pontes, a sessão teve as participações dos conselheiros Arnóbio Viana, Nominando Diniz, Fernando Catão, Fábio Nogueira e Marcos Costa. Também, dos conselheiros substitutos Antonio Gomes Vieira Filho, Antonio Cláudio Silva Santos, Oscar Mamede e Renato Sérgio Santiago Melo. O Ministério Público esteve representado pela procuradora geral Sheyla Barreto Braga de Queiroz.

Ascom/TCE-PB

STJ mantém condenação de Bolsonaro por danos morais a deputada

© Wilson Dias/Agência Brasil
© Wilson Dias/Agência Brasil

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) teve a condenação por danos morais à deputada Maria do Rosário (PT-RS) mantida pela Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), nesta terça-feira (15).

O Tribunal já havia determinado que ele pagasse indenização de R$ 10 mil e se retratasse publicamente, em jornais, na sua página do Facebook e no Youtube.

Desde a condenação, o parlamentar vem recorrendo na Justiça.

Em 2014, Bolsonaro afirmou que a deputada não fazia o seu “tipo” e que era “muito feia”, por isso não merecia ser estuprada. Bolsonaro também é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por essa declaração.

Do Notícias ao Minuto

Governo reduz previsão de salário mínimo em 2018 para R$ 969

A revisão das projeções econômicas para 2018 levaram o governo a reduzir o salário mínimo para o próximo ano. O valor de R$ 979 que consta na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) passará para R$ 969 durante a elaboração do Orçamento.

A redução ocorreu por causa da diminuição da projeção de inflação, que caiu de 4,5% para 4,2% pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Por lei, até 2019, o salário mínimo é definido com base no crescimento da economia de dois anos antes mais a inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), índice próximo ao IPCA. Como o PIB recuou 3,6% em 2016, a variação negativa não se refletirá no salário mínimo de 2018.

De acordo com o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, o valor do salário mínimo pode mudar até o início do próximo ano. Segundo ele, o Orçamento trabalha apenas com estimativas. “O salário mínimo só será conhecido em janeiro. Até lá, várias coisas podem mudar”, declarou.

Por Redação, com Agência Brasil

Suspeito de matar namorada em festa de aniversário é solto pela Justiça

Jovem é suspeito de matar a namorada
Jovem é suspeito de matar a namorada

A juíza Francilucy Rejane concedeu, nesta terça-feira (15), alvará de soltura a Yuri Ramos Coutinho Nóbrega, de 20 anos, namorado e suspeito de assassinar a jovem Luanna Alverga, também de 20 anos. O crime ocorreu no dia 23 de julho, no bairro do Roger, na Zona Norte de João Pessoa.

A informação sobre a concessão do alvará foi confirmada ao Portal Correio pelo 2º Tribunal do Júri da Capital. Com a decisão, Yuri Ramos vai ficar em casa e cumprir medidas estabelecidas pela juíza.

O crime aconteceu durante uma festa na casa do suspeito quando os namorados estavam conversando em um quarto e Luana Alverga foi morta com um tiro de espingarda.

Por Halan Azevedo

Últimas Notícias

BlogsOPINIÃO
Objetividade e clareza

WhatsappEnvie
Mande sua sugestão de pauta ou denúncia: (83) 9 8140-8425

Mais Lidas

Hospital Napoleão Laureano lança 6ª Corrida Contra o Câncer HNL

O Hospital Napoleão Laureano lançou a 6ª Corrida Contra o Câncer, marcada para 28 de fevereiro de 2027. O evento beneficente celebra os 65 anos da instituição e arrecadará recursos para o tratamento de pacientes do SUS.

Paraíba tem 2ª maior evolução do IDH no Nordeste e entra entre os destaques...

A Paraíba alcançou a segunda maior evolução do IDH no Nordeste e a nona maior do Brasil no período pós-pandemia, segundo estudo divulgado pelo PNUD. O estado registrou crescimento de 0,057 no indicador, que avalia renda, educação e expectativa de vida.

Carlão admite deixar o PL e cobra valorização de lideranças conservadoras na Paraíba

O vereador Carlão pelo Bem admitiu que pode deixar o PL por insatisfação com a falta de valorização de lideranças conservadoras. Ele afirmou que avalia alternativas como Republicanos e PP, mas ainda não tomou uma decisão.