Detido novamente assediando mulheres em ônibus de São Paulo, na manhã deste sábado (2), Diego Ferreira Novais, de 27 anos, foi enquadrado no crime de estupro.
A informação é do Delegado de Plantão, Rogério de Camargo Nader,
Diego foi levado, por volta das 8h da manhã, para o 78º distrito de polícia de São Paulo, que fica no bairro dos Jardins.
Ainda de acordo com o delegado, ele não chegou a ejacular na vítima, mas esfregou o órgão sexual, que estava fora da calça, no pescoço da mulher, que tentou se afastar por três vezes e era forçada por ele a manter-se sentada.
Diego havia sido detido na última terça-feira (29), por ejacular no pescoço de uma passageira também dentro de um ônibus na capital paulista.
Durante toda essa semana, o caso ganhou notoriedade e gerou revolta nas redes sociais porque o assediador foi liberado pela justiça paulista menos de 24h depois do ocorrido.
Apesar de Diego ter, ao menos, 17 passagens pela polícia por suspeita de estupro e assédio sexual, o juiz que julgou o caso da terça-feira (29) considerou que o ato não configurava estupro e sim importunação ofensiva ao pudor, que é uma infração de menor potencial ofensivo, e por isso ele estava em liberdade.
Diego vai responder por estupro, mas ainda não se sabe se o judiciário irá manter ou não o entendimento do crime.
Um ex-policial militar foi morto a tiros, na manhã deste sábado (2), em Guarabira, no Brejo da Paraíba, a 98 km de João Pessoa. O crime aconteceu na feira da cidade, na frente de muitos moradores que frequentam o comércio no dia de sábado.
O ex-cabo da polícia cumpria uma sentença judicial em regime semiaberto. Ele ficava livre durante o dia e se apresentava no 4º Batalhão da Polícia Militar, à noite, onde dormia. Não foi informado o motivo do cumprimento desta medida.
O suspeito de ter matado o policial foi preso e confessou o crime. Ele ainda revelou que matou a vítima porque o cabo teria batido nele em outra ocasião. A polícia investiga essa versão e a possibilidade do crime ter sido encomendado. Com informações do Portal Correio.
Vigilante já tentou evitar outros assaltos, dizem testemunhas
O Hospital de Emergência e Trauma confirmou na tarde deste sábado (2) a morte do segurança Fábio Alves de Lima, de 38 anos, que foi baleado ao tentar impedir um assalto em frente a uma escola no Bairro dos Estados, em João Pessoa, nessa sexta-feira (1º). O óbito foi confirmado pela equipe médica por volta das 15h e o corpo foi transferido para o Instituto de Polícia Científica (IPC).
Pela manhã, os médicos chegaram a iniciar o protocolo para detecção de morte encefálica, mas o segurança teve uma piora no início da tarde e não resistiu. Fábio Alves foi baleado no início da manhã dessa sexta, quando tentou impedir que um homem assaltasse a mãe de uma aluna, que chegava para deixar a filha na escola em que o segurança trabalhava, na Capital.
Assista vídeo:
Ao ver o assalto e o desespero, tanto da mãe quanto da criança, Fábio correu por trás do assaltante e tentou imobilizá-lo, mas não conseguiu. Em meio à luta corporal, o homem, que tinha um revólver na mão, apontou a arma para traz e atirou, acertando a cabeça do segurança, que caiu desacordado.
Após atirar, o bandido correu e pulou na garupa de uma moto, pilotada por outro homem, que dava voltas no local, aguardando a conclusão do roubo. Fábio foi socorrido para o Hospital de Trauma e passou por uma cirurgia de urgência, mas, desde então, o quadro clínico era considerado grave.
Enquanto o segurança esteve hospitalizado, houve uma grande mobilização feita pelas redes sociais e dezenas de pessoas foram até o Hemocentro da Paraíba para doar sangue, na tentativa de salvar a vida de Fábio.
Investigação
O atentado contra o segurança provocou uma grande mobilização da polícia, ao longo da sexta-feira. À noite, a Polícia Militar conseguiu encontrar a moto utilizada no assalto e chegou a perseguir o que poderiam ser os dois suspeitos, mas não conseguiu prendê-los. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital. Denúncias sobre a possível localização de suspeitos podem ser passadas para a polícia, de forma anônima, através dos telefones 190 e 197.
Prefeita Eunice acompanhou plenárias e ouviu demandas.
A Prefeitura de Mamanguape fechou, esta semana, as plenárias do Orçamento Participativo Municipal, com a realização de um ciclo chegando a cinco regiões do município. A área central da cidade com a plenária no Núcleo das Voluntárias, Conjunto Nossa Senhora da Penha, Areal e outras regiões na Associação dos Mecânicos, toda região de Ibiribeira, Pindobal no CEP, Vale do Camaratuba e Pitanga da Estada.
As plenárias realizadas para ouvir a população, contou com as presenças da prefeita Eunice Pessoa, da vice-governadora Lígia Feliciano, do deputado federal Damião Feliciano, do deputado estadual Ricardo Barbosa, da vice-prefeita Baby Helenita, representantes do Governo do Estado, vereadores da base de sustentação, secretários do município e auxiliares da gestão.
Um compromisso de campanha da prefeita Eunice, o Orçamento Participativo tem modelo de sucesso no Governo Ricardo Coutinho. Para gestora, o modelo da gestão socialista passa para população uma ferramenta de grande importância com direito de participar, opinando e sabendo como os recursos públicos estão sendo aplicados.
“Tivemos a oportunidade de ouvir o povo, dando o direto de decidir como e onde os recursos públicos serão aplicados obedecendo a suas necessidades e prioridades”, disse a Prefeita.
População elegeu prioridades durante reuniões
População elegeu prioridades durante reuniões
População elegeu prioridades durante reuniões
População elegeu prioridades durante reuniões
Entre as principais demandas da população, que estarão incorporadas ao Plano Plurianual e à Lei Orçamentária Anual 2018, infraestrutura ficou como prioridade nos eixos orçamentários, seguido de indústria de comércio, educação e saúde. Já entre obras e ações, os pedidos foram para geração de emprego e renda, construção de calçamento e pavimentação asfáltica, construção de unidades de saúde, construção de escolas e creches, recuperação de estradas e rodagens, construção de praças e segurança alimentar.
O ex-prefeito de Sumé (PB), Francisco Duarte da Silva Neto, um assessor parlamentar da Câmara dos Deputados e três servidores públicos da prefeitura de Sumé foram denunciados pelo Ministério Público Federal em Monteiro (MPF-PB) por crimes de concussão, quando se exigi vantagem indevida em razão da função.
A denúncia foi recebida pela Justiça Federal que também deferiu pedidos liminares de sequestro de ativos financeiros dos réus, levantamento do sigilo do processo, pagamento de fiança, além de suspensão do exercício de função pública do servidor da Câmara dos Deputados.
De acordo com o MPF-PB, já foram bloqueados R$ 164.300,33. Como não foram encontrados nas contas dos réus valores suficientes para atingir o limite de R$ 706.371,75 e garantir o ressarcimento do dano causado ao erário, o MPF requereu novo sequestro de bens para complementar os valores bloqueados.
Na decisão sobre os réus, a Justiça fixou fiança de 40 salários mínimos para o prefeito e o assessor parlamentar. Já os servidores tiveram fiança fixada em 15 salários mínimos.
Além do pagamento da fiança, a Justiça ainda determinou que os réus compareçam mensalmente em juízo para informar e justificar as suas atividades. Caso não compareçam a qualquer ato do processo, a fiança será quebrada e os réus poderão ter a prisão preventiva decretada.
Descoberta do crime
Conforme o MPF-PB, o crime foi descoberto em 2016, a partir de denúncia de um empresário dono de uma empresa de construção, durante a ‘Operação Couvert’, desenvolvida em conjunto pelo MPF e Polícia Federal, onde apurou-se que o então prefeito de Sumé exigiu o pagamento de 10% de propina de uma empresa de construção, vencedora de licitação na Prefeitura de Sumé para executar obra de esgotamento sanitário na cidade, orçada em R$ 3,4 milhões e financiada com recursos federais da Fundação Nacional de Saúde (Funasa).
Também, segundo o MPF-PB, mesmo sem a entrega da propina, a empresa iniciou as obras em 18 de abril de 2016. No entanto, a partir desse momento, o prefeito, agindo em conjunto com os três servidores municipais, passou a dificultar a execução das obras para coagir o empresário a pagar a vantagem indevida.
A prefeitura expediu notificações por descumprimento contratual, aplicou pena de advertência, sem fundamento em qualquer laudo ou vistoria e, por fim, elaborou termo de rescisão contratual, tudo para legitimar a pressão exercida sobre o empresário para receber a vantagem indevida. Após a conclusão das diligências sigilosas, o MPF em Monteiro expediu recomendação para que o contrato fosse restabelecido pela Prefeitura de Sumé, que acolheu a orientação e retomou o contrato com a empresa.
Vigilante já tentou evitar outros assaltos, dizem testemunhas
Vigilante já tentou evitar outros assaltos, dizem testemunhas
Um vídeo do sistema de segurança da escola onde o segurança foi baleado nesta sexta-feira (1º) registrou a ação dos bandidos. O segurança de uma escola particular foi atingido por tiros na cabeça ao tentar evitar um assalto, no Bairro dos Estados, em João Pessoa. Assista abaixo. Até as 11h10, a vítima passava por cirurgia e estava em situação grave.
Conforme as imagens, duas mães chegam com crianças em dois carros. A dupla de moto dobra na esquina e aborda uma delas. A mãe é rendida por um deles e tenta proteger a criança enquanto entrega os pertences ao criminoso.
O segurança aparece logo depois e avança sobre o bandido para tentar contê-lo. O vídeo não tem áudio, mas é possível perceber quando o disparo é efetuado porque todos os que aparecem nas imagens se abaixam assustados.
O segurança foi socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado para o Hospital de Emergência e Trauma. De acordo com o hospital, a vítima passava por cirurgia, às 11h10, e estava em situação grave.
A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, por maioria de votos, que o motorista embriagado que se envolver em um acidente com morte pode ser excluído da cobertura da apólice de seguro do veículo. A Corte também decidiu que o cabe ao segurado o ônus de comprovar que eventual dano não foi causado pelo seu estado de embriaguez. A decisão foi divulgada hoje (1º).
A relatora do caso, ministra Nancy Albrighi, em seu voto, disse que os seguros de responsabiliade civil estipulam o dever, por parte da seguradora, de garantir o pagamento a terceiros por danos causados pelo segurado. Essa determinação segue o Artigo 787 do Código Civil, mas, segundo a ministra, o dispositivo deve ser interpretado em conjunto com o Artigo 768, do mesmo Código, que diz que o segurado perderá o direito à cobertura se agravar intencionalmente o risco objeto do contrato.
“Ainda que não haja intenção de agravar o risco por parte do segurado, há prática intencional de ato que leva despercebidamente ao mesmo resultado, uma vez que a conduta torna a realização do risco previsível. Comportar-se de maneira a agravar o risco, principalmente, quando o próprio contrato dispõe que tal comportamento importa na exclusão da cobertura, é violação manifesta ao princípio da boa-fé”, disse a ministra. O voto da ministra foi seguido pela maioria da turma.
Caso no Espírito Santo
A Terceira Turma do STJ confirmou um acórdão do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), que considerou legal a exclusão da cobertura do seguro de um motorista que, embriagado, ultrapassou um sinal vermelho em Vila Velha (ES), invadiu a contramão e atingiu um motociclista, que faleceu no hospital.
Em primeira instância, o juiz considerou que o motorista não foi responsável pelo acidente e julgou improcedente a ação de indenização movida pela família. No TJES, o réu foi condenado a pagar uma multa de R$ 80 mil em danos morais e o tribunal deu continuidade à apelação da seguradora para excluir de sua obrigação os gastos, em virtude do agravamento de risco causado pela embriaguez.
Os pais da vítima buscaram a condenação solidária da seguradora ao pagamento da indenização, utilizando do argumento de que o fato de o motorista estar embriagado não excluiria a cobertura, pois o segurador garante o pagamento de perdas e danos devidos pelo segurado a terceiros.
O MPF diz não ter encontrado evidências de que Lula e André Esteves cometeram o crime de obstrução de Justiça.
O MPF diz não ter encontrado evidências de que Lula e André Esteves cometeram o crime de obstrução de Justiça.
Ministério Público Federal (MPF) pediu nesta sexta-feira (1º) a absolvição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do banqueiro André Esteves numa ação na qual eles foram acusados de tentar comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró.
O órgão entregou à Justiça Federal em Brasília as alegações finais na ação penal, na qual apresenta as conclusões com base nas provas e depoimentos realizados. O MPF diz não ter encontrado evidências de que Lula e André Esteves cometeram o crime de obstrução de Justiça.
Em nota (leia a íntegra ao final desta reportagem), a defesa de Lula avaliou a decisão como “justa”, por refletir a “prova da inocência” do ex-presidente. “Lula jamais praticou qualquer ato com o objetivo de impedir ou modular a delação premiada do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró”, acrescentou.
À GloboNews, o advogado de André Esteves, Antonio Carlos de Almeida Castro, divulgou a seguinte nota: “O Ministério Público, em um parecer técnico e bem fundamentado, pede a absolvição do André Esteves no processo onde ele foi acusado de obstrução de justiça, aquele em que ele foi preso. A Justiça esta sendo feita.”
O processo para investigar Lula e André Esteves foi aberto com base na delação do senador cassado Delcídio do Amaral.
Em 2015, Delcídio foi preso pela Polícia Federal – à época, ele era filiado ao PT e exercia a função de líder do governo Dilma Rousseff no Senado. Ele foi acusado pela Procuradoria Geral da República de oferecer R$ 50 mil mensais a Cerveró para que o ex-diretor da Petrobras não fechasse acordo de delação.
Segundo o MPF:
“Delcídio estava agindo apenas em interesse próprio. E Cerveró estava sonegando informações no que se refere a Delcídio, e não sobre Lula, a quem inclusive imputava fatos falsos, no intuito de proteger Delcídio.”
O MPF também pede para a Justiça inocentar André Esteves por verificar em depoimentos que, após Delcídio lhe pedir para pagar Cerveró, o banqueiro não aceitou contribuir.
Delação de Delcídio
Diante das conclusões às quais chegou na ação penal, o Ministério Público pediu à Justiça que Delcídio perca os benefícios da delação premiada e seja condenado. A avaliação do MPF é que o silêncio de Cerveró interessava somente ao ex-senador.
O MPF alega, também, que os benefícios devem ser retirados por Delcídio ter “mentido sobre fatos que levaram à abertura de ação penal contra sete pessoas”.
Além da condenação de Delcídio, o MPF quer punição para o ex-advogado dele Edson Ribeiro; para o empresário José Carlos Bumlai; e para o filho dele Maurício Bumlai.
O órgão também quer condenar Diogo Ferreira, ex-chefe de gabinete de Delcídio, mas sem punição, já que colaborou com provas.
Propina de R$ 4 milhões
Responsável pelo caso, o procurador Ivan Marx explicou que Delcídio queria impedir Nestor Cerveró de contar na delação premiada uma propina de R$ 4 milhões que teria recebido da construtora UTC para abastecer a campanha dele a governador do Mato Grosso do Sul, em 2006.
Para isso, junto com Edson Ribeiro, Delcídio fez que com Cerveró dissesse falsamente a investigadores que a propina seria destinada para a campanha presidencial de Lula.
Repasse de R$ 250 mil
O MPF também entende que Delcídio do Amaral mentiu ao dizer que repassou R$ 250 mil a Cerveró a pedido de Lula.
Com a entrega das alegações finais pelo MPF, o processo entra na fase final. Faltam, agora, as manifestações de cada um dos acusados para o julgamento, a cargo do juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília.
Versões
Saiba abaixo o que os citados afirmaram:
A assessoria de Delcídio do Amaral enviou a seguinte nota: “Delcídio está tranquilo em relação a isso porque sabe que fez vários depoimentos que corroboram com informações que ele sempre deu e tem certeza absoluta que a colaboração dele sempre foi e sempre será efetiva. Tanto é que tem sido corroborada por outros colaboradores.”
O advogado de Diogo Ferreira, Délio Lins e Silva, declarou: “Diogo sempre colaborou com as investigações e a contribuição dele foi efetiva, como o próprio MP reconheceu nas alegações finais. Ele vai tentar o perdão judicial.”
Alessi Brandão, advogada de Nestor Cerveró, declarou: “As alegações finais do MP federal corroboram com o que foi dito e com as provas entregues por Nestor Cerveró em seu acordo de colaboração premiada.”
A advogada Daniela Megiolaro, que defende José Carlos Bumlai, divulgou a seguinte nota: “A defesa recebeu com surpresa e estranhamento a notícia do pedido de condenação de José Carlos Bumlai, pois as provas produzidas durante o processo demonstraram sua absoluta inocência. Além disso, o próprio Ministério Público reconhece que o ex-senador Delcídio do Amaral é um mentiroso contumaz, tanto assim que opinou pela não aplicação dos benefícios da delação premiada a ele.”
O advogado Damián Vilutis, que defende Maurício Bumlai, afirmou: “A defesa ainda vai apresentar as alegações finais e demonstrará a inocência de Maurício Bumlai em relação aos fatos objetos do processo.”
O G1 buscava contato com os demais citados até a última atualização desta reportagem.
Íntegra
Leia abaixo a íntegra da nota da defesa do ex-presidente Lula:
O pedido de absolvição formulado hoje, 01/09, pelo Ministério Público Federal do Distrito Federal nos autos da Ação Penal nº 0042543-76.2016.401.3400 é justo e reflete a prova da inocência do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi coletada especialmente nos depoimentos de 31 testemunhas. Lula jamais praticou qualquer ato com o objetivo de impedir ou modular a delação premiada do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, ao contrário do que constou da denúncia.
A iniciativa do membro do Ministério Público Federal também confirma o que sempre afirmou a defesa do ex-presidente Lula: a delação premiada do ex-senador Delcídio do Amaral na parte que incrimina Lula é uma farsa. O próprio Ministério Público Federal, na peça que pede a absolvição de Lula, faz referência à “grotesca versão de DELCÍDIO”, e afirma que, na verdade, “DELCÍDIO estava preocupado apenas com ele mesmo”.
Ao pedir a absolvição de Lula, o procurador da República responsável pela ação penal mostra que os membros do MPF devem atuar em busca da verdade dos fatos e não com fins de perseguição política, como lamentavelmente ocorre no âmbito da Força Tarefa da Lava Jato de Curitiba em relação ao ex-presidente Lula.
Diante do pedido de absolvição do titular da ação penal, o único desfecho possível da ação será o reconhecimento da inocência de Lula.
Marco Nascimento
Teixeira Martins & Advogados
* Colaborou Isabella Formiga, da GloboNews, em Brasília
Ministro interino do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Esteves Colnago, e o secretário de Orçamento Federal, George Soares, detalham a proposta orçamentária para 2018 Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Ministro interino do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Esteves Colnago, e o secretário de Orçamento Federal, George Soares, detalham a proposta orçamentária para 2018 Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O atraso na conclusão da votação pelo Congresso Nacional das novas metas fiscais para 2017 e 2018 fez com que a proposta do Orçamento Geral da União para o ano que vem tivesse um corte extra de R$ 18,5 bilhões nas despesas não obrigatórias. Segundo números detalhados há pouco pelo Ministério do Planejamento, o texto enviado hoje (31) ao Congresso Nacional terá receitas líquidas estimadas em R$ 1,199 trilhão e despesas totais de R$ 1,328 trilhão.
Pelo texto entregue hoje ao Congresso Nacional, as despesas discricionárias (não obrigatórias) cairão de R$ 106,2 bilhões em 2017 para R$ 65 bilhões em 2018. Essas despesas são compostas principalmente por investimentos (obras e compras de equipamentos) e gastos como manutenção de prédios e aluguéis. Assim que as novas metas forem aprovadas pelos parlamentares, a verba os gastos discricionários passarão para R$ 83,5 bilhões em 2018.
Os valores levam em conta as metas de déficit primário originalmente previstas na Lei de Diretrizes Orçamentárias para o próximo ano: resultado negativo de R$ 129 bilhões para o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) e de R$ 113,9 bilhões para a União, os estados, os municípios e as estatais.
Para alcançar os cortes desejados, a dotação para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foi praticamente zerada, passando de R$ 19,69 bilhões em 2017 para R$ 1,972 bilhão em 2018. As demais despesas de investimento e de custeio (manutenção da máquina pública) cairão de R$ 202,965 bilhões para R$ 198,248 bilhões.
Como são corrigidas pela inflação, as emendas parlamentares impositivas individuais subirão de R$ 6,111 bilhões para R$ 8,775 bilhões. As emendas impositivas de bancada subirão de R$ 3,073 bilhões para R$ 4,387 bilhões.
Para completar a diferença de R$ 30 bilhões entre a meta atual e a proposta pela equipe econômica, incluindo as emendas impositivas, o projeto levou em conta a liberação de R$ 10 bilhões do Orçamento de 2017. Essa liberação ainda não foi aprovada pelo Congresso e, segundo o Ministério do Planejamento, criaria espaço fiscal para o próximo ano.
Revisão
O governo está propondo a alteração da meta fiscal de 2017 e de 2018 para déficit primário de R$ 159 bilhões para o Governo Central e de R$ 143,9 bilhões para a União, os estados, os municípios e as estatais. Por causa da demora na recuperação da arrecadação e do comprometimento de alguns serviços públicos, o governo propôs a revisão das metas de déficit primário para este e o próximo ano.
Na próxima terça-feira (5), o plenário do Congresso votará as emendas ao projeto que altera a meta fiscal do próximo ano. O texto-base foi aprovado hoje de madrugada, mas os destaques não conseguiram ser votados a tempo do envio da proposta de Orçamento ao Congresso.
O secretário-executivo do Ministério do Planejamento, Esteves Colnago, negou que a equipe econômica tenha superestimado as receitas para elaborar a proposta atual de Orçamento. “Não existe superestimativa de receita. A receita que está aqui é baseada em metodologia. As despesas é que têm contenção muito grande. O ajuste está sendo feito nas despesas. Nem tem como termos inflado a receita, porque a participação delas no PIB [Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas no país] cairá entre 2017 e 2018”, explicou.
Em relação aos parâmetros para a economia, a proposta de Orçamento não teve alterações. O texto prevê crescimento de 2% do PIB e inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 4,2% para o próximo ano.
Líder das eliminatórias sul-americanas da Copa do Mundo e já classificado para o Mundial da Rússia, em 2018, mas com uma atuação fraca no primeiro tempo, que levou a torcida a vaiar o time no intervalo, o Brasil melhorou na segunda etapa e derrotou o Equador por 2×0, na Arena Grêmio, em Porto Alegre, nesta quinta-feira (31). Os gols foram de Paulinho (23 minutos) e Philippe Coutinho (30 minutos).
Com o resultado, a equipe brasileira ampliou para 11 pontos a vantagem sobre a vice-líder Colômbia, que empatou com a Venezuela por 0x0, agora com 36 contra 25, respectivamente. Assim, o Brasil não pode ser mais alcançado pelos adversários e garantiu o primeiro lugar, faltando três rodadas para acabar a fase das eliminatórias.
O Equador é o 7º colocado, com 20 pontos, fora da zona de classificação para o mundial, que reserva quatro vagas diretas para a América do Sul e mais uma para repescagem. A vitória brasileira ocorreu um dia antes de completar um ano a estreia de Tite no comando da seleção brasileira, contra o mesmo adversário: no dia 1º de setembro do ano passado, o Brasil derrotou o Equador por 3×0, com o mesmo time que começou a partida em Porto Alegre.
O Brasil volta a jogar pelas eliminatórias na próxima terça-feira (5), contra a Colômbia, em Barranquilla, às 17h30 (horário de Brasília). Depois disso, terá apenas mais duas partidas para encerrar sua campanha vitoriosa nas eliminatórias: no dia 10 de outubro, contra o Chile, em São Paulo, no Allianz Parque, campo do Palmeiras, e em data e local a confirmar, na Bolívia, contra a seleção boliviana.
Pelas eliminatórias asiáticas, o Japão derrotou a Austrália, em Saitama, por 2×0 e tornou-se o quarto país a garantir classificação para a Copa da Rússia: além do país-sede, já estão garantidos também Brasil e Irã. O Japão participará pela sexta vez consecutiva da Copa do Mundo, desde 1998. Os japoneses têm 20 pontos ganhos no grupo B das eliminatórias asiáticas e não pode ser alcançado por qualquer adversário.
O Hospital Napoleão Laureano lançou a 6ª Corrida Contra o Câncer, marcada para 28 de fevereiro de 2027. O evento beneficente celebra os 65 anos da instituição e arrecadará recursos para o tratamento de pacientes do SUS.
A Receita Federal apreendeu drogas, cigarros eletrônicos, medicamentos e produtos contrabandeados durante a Operação Fronteira em João Pessoa e outros estados do Nordeste. A ação busca combater crimes de importação irregular e circulação de mercadorias ilegais.
A Prefeitura de João Pessoa divulgou a programação do Natal e do Verão 2027, com eventos entre novembro e janeiro. O calendário reúne a entrega da iluminação natalina, apresentações culturais, espetáculos, concertos, Réveillon no Busto de Tamandaré e shows de artistas como Elba Ramalho, Flávio José, Dorgival Dantas, Santanna e Mastruz com Leite, além de atividades gratuitas em praças, parques e espaços históricos da Capital.