Luan foi revelado durante a gestão da ex-prefeita Magna Gerbasi.
Luan foi revelado durante a gestão da ex-prefeita Magna Gerbasi.
A orla de João Pessoa recebeu na manhã deste domingo mais de 1.200 corredores de rua, que participaram da etapa paraibana do Circuito Qualidade Caixa 2017. A prova foi na capital da Paraíba, mas quem se sentiu em casa mesmo foi o pessoal de Pernambuco. Dos seis atletas que subiram ao pódio na principal categoria do evento (a prova dos 10km), cinco são pernambucanos. O jovem Luan Tobias de Rio Tinto, conquistou mais um pódio. Dessa vez, os 5 km. Tobias completou a prova em 16min30seg.
O Riotintense recebeu o troféu de primeiro lugar da sua categoria, das mãos da ex-prefeita da sua cidade, Magna Gerbasi. Quando prefeita de Rio Tinto, entre os anos de 2005 à 2012, Magna apoiou assiduamente os atletas do município. Foi justamente no seu mandato que Tobias passou a dar os primeiros passos nas disputas estaduais.
No Masculino, os três primeiros colocados são todos de Pernambuco. José Márcio Leão da Silva foi o grande campeão, com o tempo de 29min14seg. Em segundo, ficou Ubiratan José dos Santos, que completou a prova em 29min27 seg. E, completando o pódio, Jaciel Antônio Paulino cruzou a linha de chegada apenas um segundo depois de Ubiratan, e ficou em terceiro com o tempo 29min28seg.
Já no Feminino, o título ficou também com uma pernambucana: Fabiana Cristine da Silva terminou a prova após 35min18seg. Ela foi seguida pela baiana Marily dos Santos (36min02seg) e pela também pernambucana (mas que mora em São Paulo há 20 anos) Roselaine Sousa Ramos (37min50seg).
A prova dos 10km ainda foi disputada em outras três categorias: Geral, Andante (para atletas com deficiência, mas que não usam equipamentos), Cadeirante e Economiário. E o Circuito Caixa ainda teve o percurso de 5km, mas apenas nas categorias Geral, Andante e Economiário.
O Circuito Qualidade Caixa está em sua oitava edição e, desde a primeira, em 2010, João Pessoa faz parte do roteiro. Neste ano, a prova já passou por outras três capitais: Aracajú, Maceió e Recife.
Os Trophäen-dokumente, ou documentos-troféus, que registram em 28 mil dossiês as atividades da polícia secreta de Adolf Hitler, apreendidos por soldados soviéticos após a derrota da Alemanha nazista em 1945 e mantidos em sigilo até abril de 2015, reservam a Olga Benario Prestes a mais abrangente documentação sobre uma única vítima do fascismo. “A documentação revela que Olga se recusou peremptoriamente a fornecer qualquer informação sobre o movimento comunista à Gestapo”, afirma a professora e historiadora Anita Leocadia Prestes, filha de Olga, autora do recém-lançado Olga Benário Prestes – Uma comunista nos arquivos da Gestapo (Ed. Boitempo). “Se outros se tornaram traidores, eu jamais o serei”, sentencia Olga em uma carta escrita na prisão e que nunca foi entregue ao marido. Até agora, havia muitas lacunas na história da jovem militante alemã de origem judaica, mulher do líder comunista brasileiro Luiz Carlos Prestes, que foi entregue ao Terceiro Reich pelo governo de Getúlio Vargas, em 23 de setembro de 1936, grávida, e executada em uma câmara de gás em 1942. A obra revela detalhes da perseguição do regime nazista à mãe da autora, uma “comunista inteligente e perigosa”. O livro “é revelador da inaudita violência praticada pelas autoridades do III Reich contra milhões de homens, mulheres e crianças, a grande maioria sem nenhuma culpa formada”, resume a autora nesta entrevista ao Extra Classe.
Extra Classe – No livro Olga Benário Prestes – Uma comunista nos arquivos da Gestapo, a senhora reconstitui a trajetória política e a vida da revolucionária comunista alemã desde a juventude em Munique, a vida e a militância no Brasil, até sua execução no campo de concentração de Ravensbrück. Qual a importância dos arquivos secretos da Gestapo (os “documentos-troféus” liberados para consulta pública em 2015) na construção dessa narrativa? Anita Leocadia Prestes – O livro se baseia nos documentos disponibilizados recentemente do arquivo da Gestapo, os quais fornecem muitas informações até agora desconhecidas do público e da minha família. Trata-se da documentação da polícia secreta do III Reich (a Gestapo), que foi apreendida pelo Exército Soviético por ocasião da tomada de Berlim, em maio de 1945, e levada para a União Soviética. Em abril de 2015, essa documentação foi disponibilizada na internet – um acervo precioso para a pesquisa histórica e, em particular, para o melhor conhecimento das entranhas do regime nazista.
EC – Dos 2,5 milhões de folhas que integram os 28 mil dossiês, há 2 mil páginas sobre Olga. Quando começou esse monitoramento e por que era tão grande o interesse da Gestapo pelas atividades dela? Anita – Os documentos do arquivo da Gestapo referentes a Olga abrangem o período 1936 a 1942: da sua extradição do Brasil para a Alemanha até seu assassinato numa câmara de gás. Nesses documentos afirma-se que Olga era uma “comunista perigosa”, cuja atuação no Partido Comunista Alemão e na Internacional Comunista (Comintern) deveria ser por ela relatada à Gestapo, além de ser mulher do líder comunista Luiz Carlos Prestes. A documentação revela que Olga se recusou peremptoriamente a fornecer qualquer informação sobre o movimento comunista à Gestapo.
EC – A publicação dos “documentos-troféus” permitiram a atualização do livro-reportagem Olga (1994), de Fernando Moraes? Anita – Fernando Moraes fez uma pesquisa abrangente da vida de Olga e escreveu uma obra séria e comprometida com a evidência dos fatos, o que era reconhecido por Prestes, meu pai. Mas, no início dos anos 1980, quando ele escreveu o livro Olga, a documentação do arquivo da Gestapo não estava disponível, o que me permitiu agora complementar sua obra.
EC – Por que Getúlio Vargas optou por deportá-la se já havia capturado Prestes? Anita – Meu pai dizia que a extradição da minha mãe foi a forma que Vargas encontrou de torturá-lo, pois a tortura física de Luiz Carlos Prestes, à qual foram submetidos outros prisioneiros da época, teria uma repercussão muito negativa para o governo brasileiro. Prestes gozava de prestígio mundial como o “Cavaleiro da Esperança”.
EC – A deportação foi um ato desumano e uma ilegalidade, não? Anita – Olga foi extraditada no sétimo mês de gravidez de um filho brasileiro, o que lhe dava direito a permanecer no Brasil pela legislação então vigente no país.
EC – Ao reconstruir a trajetória de Olga, a senhora fala de sua própria história. Que sentimentos o livro evoca? Para a senhora, quem é Olga Benário? Anita – Minha mãe foi sempre a grande inspiração da minha vida. Acima de tudo ela foi uma comunista convicta e abnegada, disposta a dar a própria vida pela causa da revolução, que abraçara desde muito jovem. Embora eu não tenha nenhuma lembrança dela, pois fomos separadas quando eu estava com 14 meses de idade, fui educada pela minha avó paterna Leocadia Prestes e minha tia Lygia, conhecendo e admirando a vida da minha mãe. Da mesma forma, meu pai sempre me orientou no sentido de conhecer e seguir seu exemplo.
EC – O que a correspondência entre seus pais revela? Anita – São cartas inéditas, que a censura da Gestapo não permitiu que fossem entregues aos seus destinatários. A correspondência entre meus pais é reveladora do grande amor que os unia e da coragem com que enfrentavam a terrível situação a que estavam submetidos: Olga na prisão e nos campos de concentração nazistas e Prestes preso e incomunicável no Brasil durante nove anos.
“Acima de tudo ela foi uma comunista convicta e abnegada, disposta a dar a própria vida pela causa da revolução, que abraçara desde muito jovem”
“Acima de tudo ela foi uma comunista convicta e abnegada, disposta a dar a própria vida pela causa da revolução, que abraçara desde muito jovem”
EC – A senhora afirmou que se considera “filha da solidariedade internacional”. Por quê? Anita – Minha libertação pela Gestapo e entrega à minha avó paterna Leocadia só foi possível graças à campanha internacional por ela encabeçada e que comoveu profundamente a opinião pública mundial da época. A documentação da Gestapo é reveladora da pressão exercida sobre as autoridades do III Reich pela solidariedade internacional levada adiante por essa campanha.
EC – Qual a importância do filme Olga, de Jayme Monjardim (2004), que opta pela narrativa de novela, para a popularização da história de Olga e Prestes? Anita – Conforme foi dito à época pelo próprio diretor do filme, seu objetivo foi narrar a história de amor entre os dois personagens principais. Embora este possa ser considerado um ponto débil da obra, o filme emocionou e continua emocionando um público numeroso e contribuiu para divulgar a história dos meus pais e denunciar o crime cometido por Getúlio Vargas com a extradição ilegal da minha mãe para morrer numa câmara de gás da Alemanha nazista.
EC – Em que medida seu livro desconstrói uma eventual narrativa heroica ou mitológica sobre Olga? Anita – Meu livro, baseado em rica documentação, produzida pela própria Gestapo, é revelador da evidência dos fatos acontecidos com Olga. É revelador da inaudita violência praticada pelas autoridades do III Reich contra milhões de homens, mulheres e crianças, a grande maioria sem nenhuma culpa formada.
EC – No livro Luiz Carlos Prestes – Um Comunista Brasileiro (Boitempo, 2015), a senhora aborda as preocupações intelectuais de seu pai. Quem foi e qual a importância de Prestes no contexto histórico do país? Anita – Luiz Carlos Prestes foi um revolucionário que dedicou a vida à luta por justiça social e liberdade para o povo brasileiro, um comunista convicto de o socialismo ser o único caminho para a humanidade sair da pré-história, conforme postulou Karl Marx, e chegar ao comunismo – um regime efetivamente igualitário em que cada um irá contribuir de acordo com sua capacidade, recebendo segundo suas necessidades. O compromisso de Prestes foi sempre com o socialismo revolucionário. Sua vida política ficou marcada pelo repúdio constante às tendências reformistas, ou seja, à possibilidade, que considerava ilusória, de se alcançar o socialismo apenas por meio de reformas, sem a tomada do poder. Considerado pelos liberais um político inflexível e inábil, provocou o ódio das classes dominantes e dos intelectuais a seu serviço, uma vez que jamais abdicou dos ideais aos quais dedicou sua vida. Sua ruptura em 1930 com os donos do poder foi um gesto inaceitável para as classes dominantes no Brasil, que nunca perdoariam sua opção pelos trabalhadores e, de maneira geral, pelo explorados. Eis a razão por que recorreram sempre ora às calúnias contra o líder comunista, ora ao silêncio ou à falsificação de sua trajetória como forma de apagar o legado do Cavaleiro da Esperança da memória das novas gerações de brasileiros.
EC – Sua convivência com ele foi interrompida diversas vezes por conta das perseguições e exílios de ambos. Como foram essas separações? Anita – O maior período de afastamento do meu pai – após tê-lo conhecido aos 9 anos de idade, quando ele saiu da prisão em 1945 – deu-se durante minha adolescência, de 1948 a 1957, quando ele teve que viver na clandestinidade devido à perseguição policial então desencadeada contra os dirigentes comunistas. A partir de 1958 até seu falecimento em 1990, sempre mantivemos contato seja na legalidade, na clandestinidade ou no exílio. Tornei-me sua colaboradora na atividade política que desenvolvia à frente do Partido Comunista Brasileiro e, após termos rompido com a direção desse partido, continuei a assessorá-lo até seu falecimento. Como muitos outros brasileiros, sempre fomos perseguidos pelas forças de direita, reacionárias e anticomunistas em nosso país, principalmente nos períodos ditatoriais, o que nos obrigou a passar anos na clandestinidade ou no exílio.
EC – Como vê o contexto do Brasil pós-golpe de 2016? Anita – Vivemos um momento extremamente penoso para nosso povo, resultado, em grande medida, do golpe parlamentar jurídico perpetrado há um ano, quando assumiu a presidência do Brasil Michel Temer, um usurpador, que não foi eleito pelos brasileiros. O objetivo do golpe está cada vez mais evidente: liquidar as conquistas dos trabalhadores alcançadas através de muita luta durante décadas, entregar a Petrobras ao grande capital internacionalizado, privatizar os setores da economia nacional que ainda não o foram.
EC – A senhora está escrevendo um livro sobre suas próprias memórias. Pode falar sobre esse projeto? Anita – Dada a insistência de muitos companheiros e amigos, estou tentando produzir um livro com as minhas memórias, o que, em certa medida, se justifica pelo fato de durante a minha já longa trajetória de vida ter enfrentado as vicissitudes das perseguições movidas contra meu pai e nossa família, assim como ter eu mesma participado ativamente da vida de Prestes e do movimento comunista. Atravessei momentos históricos conturbados no Brasil e fui forçada a passar longos períodos no exílio. Fui processada e condenada pelos tribunais militares da ditadura brasileira instalada em 1964, tive os direitos políticos cassados, fui anistiada e acompanhei meu pai nos embates internos do PCB, partido do qual cheguei a ser dirigente e do qual me afastei junto com Prestes. Minha memória guarda o registro de múltiplos acontecimentos inéditos e fatos pouco conhecidos ou falsificados pelos meios de comunicação a serviço dos interesses dos donos do poder. Imagino que a escrita de minhas memórias poderá constituir um complemento válido à biografia política de Luiz Carlos Prestes, que publiquei sob o título Luiz Carlos Prestes – um comunista brasileiro. Por enquanto, não sei quanto tempo vai levar a elaboração desse trabalho.
Um menino de oito anos morreu após se enforcar acidentalmente em uma rede de descanso durante uma brincadeira com dois irmãos na tarde deste sábado (16) em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná.
Segundo o Corpo de Bombeiros, o garoto estava em casa com mais dois irmãos e acabou enroscando a cabeça em uma das cordas da rede durante a brincadeira. Ao perceber que ele estava desacordado, os irmãos chamaram os pais.
O Corpo de Bombeiros conseguiu reanimar a criança e ela foi encaminhada em estado grave para o Hospital Universitário da cidade, mas morreu na madrugada deste domingo (17).
O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico-Legal (IML) de Ponta Grossa, e o velório será realizado a partir das 13h30 deste domingo na Capela Santa Paula. O sepultamento está marcado para as 10h de segunda (18), no Cemitério Parque Campos Gerais.
Buba foi o segundo entrevistado do Upitanga Debate
Buba foi o segundo entrevistado do Upitanga Debate
A segunda edição do Upitanga Debatedeste domingo (17) entrevistou o Secretário Estadual de Articulação dos Municípios – Buba Germano (PSB). O deputado licenciado fez um balanço da sua atuação à frente da pasta e respondeu perguntas e temas polêmicos sobre seu reduto eleitoral e as eleições para Governador da Paraíba e para Presidente da República.
Para Buba, o movimento de protesto contra o Hospital Geral de Mamanguape tem ‘cunho político’.
O Secretário de Estado também foi questionando sobre seu posicionamento político em relação a possível candidatura de Lula a presidência da República, de quem é crítico ferrenho.
O parlamentar também foi perguntado sobre sua base de apoio em Rio Tinto. E teceu duras críticas a gestão do prefeito Olivânio de Picuí.
O sucesso não garante que Pabllo fique livre do preconceito
Pabllo Vittar teve a longa peruca loira coroada nas duas primeiras noites da edição 2017 do Rock in Rio. Primeiro, o cetro foi passado pela multidão espremida em frente à Arena Itaú, na sexta-feira (15), que aclamou a drag queen com gritos de “maravilhosa”. Na noite deste sábado (16), no maior palco do festival, o Mundo, a cantora de “K.O.” foi pura majestade durante participação no show de Fergie, primeira apresentação solo da norte-americana no país, após saída da Black Eyed Peas.
Os dois momentos foram recebidos pela artista maranhense, de 22 anos, com incredulidade. “Sempre fico muito impressionada com a proporção que as coisas tomaram, mas sempre muito feliz de poder estar levando minha música para tantas pessoas”, contou a drag queen em entrevista, concedida por e-mail, ao Notícias Ao Minuto.
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Não deveria. Os números relacionados à carreira artística de Phabullo Rodrigues da Silva são dignos da realeza do pop: tem mais de 4,1 milhões de seguidores no Instagram e um toque de Midas. O mais recente vídeo, lançado em parceria com Mateus Carrilho, da banda Uó, é “Corpo Sensual”, que alcançou 20 milhões de visualizações em 10 dias.
Antes disso, brilhou ao lado de Anitta e Major Lazer, em “Sua Cara”, visto ao redor do mundo e reproduzido por colegas da “realeza” de “Ru Paul’s Drag Race”. Foi o reality show, aliás, que fez com que o jovem de 18 anos, que já tinha as próprias preferências sexuais bem definidas, resolvesse investir em perucas, saltos, vestidos e maquiagem. O sucesso não garante que Pabllo fique livre do preconceito – antes de enviar o e-mail com as respostas desta entrevista, a página da artista noYouTube foi atacada. Na conversa, seguir, a drag mais famosa do Brasil fala sobre haters, sucesso, hobbies, defeitos e música. Confira.
Em 2011, você avisou: ‘Um dia, vou calar a boca de todos que duvidaram de mim’. Como foi aquele momento?
Acho que a maioria das pessoas que buscam uma carreira artística acaba ouvindo muito que “isso não é profissão”, “você não tem talento” e etc. Então, acho que aqui é importante deixar um recado para todo mundo: deem suporte para suas crianças, acreditem nelas!
Como a realização daquela “profecia” tem sido até agora?
Nossa, minha vida mudou demais. Tive oportunidade de participar de experiências maravilhosas, estou vivendo um sonho. Mas não pensem que é só glamour, na verdade é muito muito muito trabalho!
Ser reconhecida significa não sofrer preconceito ou sofrer menos?
Os haters sempre existem. Mas eu tento prestar a atenção sempre nos comentários de carinho e amor, que são os importantes.
Diplo produziu sua faixa “Então Vai” e “Sua Cara”, na qual participa com Major Laser e Anitta. Como foi a aproximação de vocês dois?
A minha primeira música foi uma versão de uma música dele e ele amou, depois disso tudo rolou supernatural…
A drag Ru Paul Charles foi determinante para o pontapé da sua carreira de drag. Quem teve a mesma importância na área da música?
Lá no comecinho de tudo, acho que foi a Beyoncé.
Você aceitaria um convite para o reality “Ru Paul’s Drag Race”?
Tenho que confessar uma coisa, eu sou péssima em costura e trabalhos manuais, então, não seria uma boa participante (hahaha)! Além disso estou aprendendo inglês agora, não conseguiria participar! Mas meu sonho é conhecer a Ru Paul.
O que Phabullo carrega de Pabllo mesmo quando não está montada?
O foco nos objetivos.
Qual o ritual para se transformar em Pabllo?
Gosto muito de estar sozinha com uma música no fone de ouvido ou com as minhas amigas drags.
A etiqueta LGBTSQ reza que uma drag deve ser chamada pelo vocativo feminino, mas houve uma polêmica na “Playboy”. Na época, você disse que explicaria para quem não entendesse. Quer fazer isso agora?
A arte drag é uma forma de enaltecer a figura feminina, então, sempre se refira a uma drag no feminino.
Você se autodefine como ‘fluido de gênero’. Há muitas drags, hoje, que se montam sem enchimento, sem peruca… É o mercado ou são as pessoas que estão mais livres?
Eu acredito na liberdade das pessoas para serem o que quiserem ser. Essa é a grande beleza da vida.
O que você faz quando não está trabalhando? Qual são seus hobbies? O que está lendo e assistindo, por exemplo?
Olha, um momento sem trabalhar nos últimos tempos é praticamente impossível. Hoje eu durmo (rs!) e assisto a mangás.
Você está vivendo um sonho, não está? Esse momento congela, assusta ou abre a porta para um sonho novo? O que os fãs podem esperar agora de Pabllo?
Acho que ele faz as três coisas ao mesmo tempo! Ainda não tenho grandes planos além de estar sempre no palco e perto dos meus fãs.
Encapuzados invadiram uma residência na madrugada deste domingo (17), em Cuitegi, agrediram os moradores e tocaram fogo nos móveis da casa.
De acordo com o Centro Integrado de Operações Policiais (CIOP) os criminosos chegaram ao local armados com pecados de madeira e agrediram fisicamente os habitantes do imóvel. Uma delas foi ferida com um golpe de faca na mão.
A Polícia Militar foi acionada e fez os primeiros procedimentos para socorrer as vítimas. O Corpo de Bombeiros também foi solicitado para conter as chamas.
Viaturas da PM fizeram diligências no sentido de localizar os suspeitos mas até o fechamento dessa matéria ninguém havia sido preso.
Número de transplantes cresceu na Paraíba em 2017, segundo dados da Central de Transplantes da Paraíba (Foto: Júnior Aguiar/Arquivo Pessoal)
Número de transplantes cresceu na Paraíba em 2017, segundo dados da CTPB (Foto: Júnior Aguiar)
“Hoje eu vivo radiante, muito feliz, saio de casa, faço coisas que não fazia”, diz a dona de casa Andrea Solto, que recebeu um transplante de rim em 2015, após mais de dois anos na fila de espera. Conforme os dados do Centro de Transplantes da Paraíba, no período de 1º de janeiro a 15 de setembro deste ano, cerca de 139 pessoas foram transplantadas, um aumento de 18% no número de cirurgias, comparado ao mesmo período do ano passado, que registrou 117 casos.
Para a dona de casa Andrea Solto a espera foi de pouco mais de dois anos e a luz no fim do túnel veio do marido dela, que estava cumpria pena no Presídio Regional do Serrotão, em Campina Grande.
Com a ajuda de advogados, a mulher conseguiu autorização para que o companheiro fizesse exames e, depois de resultados positivos, conseguisse a liberação da penitenciária para doar um dos rins à esposa. Depois da recuperação da cirurgia, o doador voltou para o presídio.
Após o procedimento, Andrea passou alguns meses de recuperação e foi experimentando aos poucos a sensação de fazer coisas do cotidiano que não fazia há tempos. “Eu não tenho o que reclamar, consigo fazer todas as tarefas de casa normalmente, ir ao banheiro sem sentir dores, visitar o meu marido no presídio, entre várias outras coisas” explicou Andrea Solto.
Fila de espera para o transplante
O número de pessoas que ainda aguarda na fila de transplantes de órgãos é grande. Atualmente, segundo a Secretaria de Estado da Saúde, pelo menos 684 pessoas estão esperando para receber um novo órgão, sendo 348 para transplante de córnea, 333 transplantes de rim e três à espera de um fígado.
Há casos, porém, em que o paciente nem mesmo integra a fila de espera e consegue um transplante com um parente de primeiro ou segundo grau. O policial militar Thales Emanuel, 32 anos, descobriu ter um problema renal em 2012 e teve como doadora a própria mãe.
“Eu descobri a doença num exame para uma seleção na Força Nacional e, daí por diante fizemos uma reunião com a minha família , fizemos exames e minha mãe deu compatível”, explicou Thales.
O policial lembra que quando foi diagnosticado com a necessidade de um transplante sofreu um impacto bastante negativo, que só foi superado totalmente depois que descobriu que a mãe poderia salvá-lo.
“É muito angustiante saber que você pode sofrer alguma crise, a qualquer momento e precisar de diálise, eu ficava angustiado. Quando soube que minha mãe poderia doar o órgão fiquei muito aliviado, emocionado. Hoje tenho uma vida normal, faço tudo o que fazia antes”, concluiu.
Hospitais aptos a transplantes na Paraíba
Apenas três hospitais fazem cirurgias de transplante de órgãos na Paraíba: o Hospital Antônio Targino, em Campina Grande, e os hospitais da Unimed e Nossa Senhora das Neves (Hnsn), em João Pessoa. Para ser submetido a um transplante, o paciente deve estar inscrito na lista única de transplante do Sistema Nacional de Transplante (SNT) e vinculado a um serviço transplantador.
Além do trâmite burocrático, o paciente passa por várias avaliações multiprofissionais para receber o transplante. Em geral, essa avaliação dura em torno de três meses até que a cirurgia seja realizada.
A rodada deste domingo (17) está de tirar o fôlego, amigos. Teremos grandes jogos no Brasil, na Europa e na Argentina. Pela 24ª rodada do Brasileirão, o ainda líder Corinthians tentará reencontrar o caminho das vitórias diante do Vasco da Gama, no Itaquerão. Outro destaque da competição nacional é o confronto entre Flamengo e Sport Recife, marcado para acontecer na Ilha do Urubu. As equipes não vivem um bom momento e o triunfo é o único resultado que interessa para os dois os times.
No continente europeu, o destaque da rodada é o clássico “Paris Saint-Germain x Lyon”. O time parisiense, que conta com o trio Neymar, Cavani e Mbappé, é o grande favorito para o confronto. Além desse jogão pelo Campeonato Francês, teremos grandes partidas também em outros campeonatos, como o Italiano e o Espanhol. E voltando para a América do Sul, os fãs de futebol podem ainda acompanhar os jogos de Boca Juniors e River Platepelo Argentino.
Um terremoto de magnitude 4,6 foi registrado no final da noite de sexta-feira, na província amazônica de Morona-Santiago, no leste do Equador, mas até o momento não há informações sobre vítimas ou danos materiais. Informação da EFE.
O Instituto Geofísico (IG) da Escola Politécnica Nacional informou que o tremor ocorreu às 23h21 (hora local) e que se localizou ao norte da província.
O terremoto foi localizado a 1,63 graus de latitude sul e 78,10 graus de longitude oeste, cerca de 181 quilômetros de profundidade, segundo o relatório do IG.
O endividamento no cheque especial leva muitas pessoas à chamada “bola de neve” financeira. Para sair dessa situação, é preciso rever os hábitos e comportamentos, segundo o presidente da DSOP Educação Financeira e da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), Reinaldo Domingos. As informações são do Portal Correio.
“O endividamento no cheque especial demonstra a fragilidade da educação financeira da população, que gasta mais do que pode, sem planejamento, e acaba não conseguindo honrar com seus compromissos financeiros. O mais preocupante é que muitas pessoas já contam com o valor do limite como parte de sua renda”, avalia Reinaldo Domingos.
Confira sete passos para sair do cheque especial de forma definitiva:
1- Saiba o quanto você deve
Parece básico, mas muitas pessoas não sabem o tamanho de sua dívida, especialmente se além do cheque especial deve também no cartão de crédito, financiamentos, empréstimos, etc.
É apenas conhecendo a situação como um todo que poderá agir de forma assertiva.
2- Saiba o quanto você gasta
Faça um diagnóstico financeiro por 30 dias se tiver renda fixa ou por 90 dias se tiver renda variável, anotando todos os gastos, incluindo os menores, como gorjetas, cafezinhos e doces.
Somente assim saberá de que forma vem gastando seu dinheiro e o que pode reduzir ou cortar para sair do cheque especial.
3- Negocie a(s) dívida(s)
Se não está conseguindo pagar, após o diagnóstico financeiro você poderá tentar renegociar a dívida sabendo o quanto pode dispor por mês. Afinal de nada adianta fazer o acordo e não conseguir pagar as parcelas.
4- Procure juros menores
Se preciso, é válido buscar outra forma de crédito, com juros menores sabendo que trocar uma dívida pela outra nem sempre é a melhor alternativa. É claro que o crédito consignado, por exemplo, oferece juros mais baixos que o cheque especial, já que o pagamento é retido diretamente do salário.
Justamente por isso é preciso cautela, já que para quem já está com dificuldade em administrar as finanças, ter sua renda habitual reduzida pode desencadear novos endividamentos e problemas ainda maiores, virando uma bola de neve.
5- Não conte mais com o cheque especial
Para sair dessa situação de forma definitiva, tenha consciência de que o cheque especial não faz parte da sua renda. Cancele o serviço mantenha-se em seu verdadeiro padrão de vida.
Muitos acreditam que o cheque especial é uma segurança, mas, por fim, se paga juros altíssimos. Caso perca o controle financeiro, recorra imediatamente ao diagnóstico financeiro para combater a causa do problema.
6- Corte gastos e use rendas extras
Com base no diagnóstico financeiro, corte gastos desnecessários ou supérfluos. Antes de fazer qualquer compra, pergunte-se: “eu realmente preciso?”, “tenho dinheiro para pagar à vista?”, “conseguirei pagar a parcela daqui há três ou seis meses?’.
Ao receber rendas extras, como 13º salário, férias e comissões, planeje o uso consciente dando preferência para quitar dívidas conseguindo descontos.
7- Tenha sonhos e uma reserva financeira
Qual é a sua motivação para sair do cheque especial?
Resgate seus sonhos, aquilo que realmente deseja conquistar. Estabeleça pelo menos três (um de curto, outro de médio e outro de longo prazo), orce os custos e veja o quanto precisa poupar mensalmente para realizar cada um deles. Assim estará priorizando aquilo que tem verdadeiro significado em sua vida.
Crie também uma reserva financeira para situações emergenciais, como perda de emprego, problemas de saúde, dentre outras situações que necessitem de uma quantia que não era prevista. Assim não precisará recorrer novamente ao cheque especial.
Adriano Galdino afirmou que pretende disputar a presidência da ALPB no segundo biênio e cobrou o cumprimento do acordo firmado para a composição da Mesa Diretora. O Republicanos indicou Wilson Filho para o primeiro biênio.
A Receita Federal apreendeu drogas, cigarros eletrônicos, medicamentos e produtos contrabandeados durante a Operação Fronteira em João Pessoa e outros estados do Nordeste. A ação busca combater crimes de importação irregular e circulação de mercadorias ilegais.
A Polícia Federal prendeu um homem suspeito de criar uma identidade falsa para abrir contas, obter cartões de crédito e receber benefício social em Princesa Isabel. A Operação Alter Ego 3 cumpriu mandados na Paraíba e em São Paulo.