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quinta-feira, 5 novembro 2026
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Luciano Huck é condenado a pagar R$ 40 mil de multa por crime ambiental

Em 2011, o apresentador Luciano Huck foi condenado por ter instalado um cerco de boias em frente a sua casa na Ilha das Palmeiras, em Angra dos Reis.

O apresentador Luciano Huck foi condenado a pagar uma multa de R$ 40 mil por danos morais, após ocupar uma área pública em torno de sua casa em uma praia de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. O Ministério Público Federal (MPF) em Angra dos Reis foi o responsável pela solicitação da execução da sentença nesta terça-feira (17).

O órgão havia pedido indenização por danos morais coletivos, relacionados à degradação ambiental na área, e a retirada de boias colocadas pelo apresentador na praia para impedir o acesso à sua casa na Ilha das Palmeiras

Ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região, Huck teria alegado que o cerco se destinava à maricultura. Apesar disso, a justificativa não foi aceita e a sentença transitou em julgado em 1º de agosto de 2017.

A assessoria de comunicação do apresentador ressaltou que a multa já foi paga e que a “a retirada das boias relacionadas à maricultura ocorreu no mês de outubro de 2010”.

MP vai apurar ausência de Baia da Traição na vistoria dos Transportes Escolares

O promotor do Ministério Público, José Raldeck Oliveira, informou que vai instaurar inquérito civil público para apurar por quais motivos a prefeitura de Baía da Traição não enviou a frota dos ônibus escolares para a vistoria realizada no último sábado (14), na 15ª Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran), em Mamanguape.

O calendário de vistoria foi divulgado na semana passada pela coordenação do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Criança e do Adolescente e da Educação (Caop) do Ministério Público do Estado da Paraíba (MPPB) e o Departamento Estadual de Trânsito da Paraíba (Detran-PB).

Deveria ser fiscalizados os veículos escolares de Mamanguape, Capim, Cuité de Mamanguape, Itapororoca, Mataraca, Jacaraú, Lagoa de Dentro, Pedro Régis, Curral de Cima, Rio Tinto, Baia da Traição e Marcação.

José Raldeck informou que da sua área, apenas os ônibus da prefeitura de Baía da Traição não compareceu.

“Foi feito a comunicação pela nossa assessoria jurídica e a secretaria de educação deu-se por ciência que a vistoria seria feita no último sábado. Quanto a Baía da Traição o secretário poderá ser responsabilizado, porque isso é uma obrigação. O transporte escolar é de grande responsabilidade”, declarou o promotor.

Em 2017, o MPPB e o Detran estão adotando um novo formato de vistorias do transporte escolar. Elas ocorrem de forma regionalizada em quatro finais de semanas, compreendendo quatro regiões do Estado (sertão, cariri, agreste e litoral), ocorrendo simultaneamente nos municípios de cada região naquela data definida. Já foram realizadas as vistorias nos municípios do sertão, agreste e cariri.

Da redação

 

 

CCJ aprova relatório pela inadmissibilidade de denúncia contra Temer

Brasília - Sessão da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara para discutir o parecer favorável à denúncia contra o presidente Michel Temer (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou na noite de hoje (18) por 39 votos favoráveis, 26 contrários e 1 abstenção o parecer do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) pela inadmissibilidade da segunda denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer, pelos crimes de obstrução de Justiça e organização criminosa. Os ministros Eliseu Padilha, da Casa Civil, e Moreira Franco, da Secretaria Geral da Presidência também são citados na denúncia pelo crime de organização criminosa.

O placar inferior ao registrado na apreciação da denúncia anterior já era esperado pelo governo. Após uma manobra do PSB, a líder do partido e aliada do Planalto, deputada Tereza Cristina (MS) foi substituída pelo oposicionista deputado Júlio Delgado (MG). Com isso, a base governista teve três votos a menos do que o registrado na votação do parecer do deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG). Naquela ocasião, 42 deputados foram favoráveis ao parecer que também recomendava a rejeição da denúncia.

Em dois dias de debates, 61 deputados se manifestaram sobre o parecer elaborado por Andrada. Apenas 13 oradores se manifestaram favoráveis aos acusados. A maioria dos oradores argumentou que há elementos graves suficientes para encaminhar a denúncia para investigação. Já representantes da base aliada sustentaram que as provas são frágeis e que nem o presidente nem os ministros devem ser afastados por acusações feitas por delatores criminosos.

Ao encaminhar o voto favorável ao parecer de Andrada, um dos principais articuladores do governo, deputado Carlos Marun (PMDB-MS) foi veemente ao criticar a denúncia apresentada pelo ex-procurador geral da República Rodrigo Janot. “Estamos vivendo agora os capítulos finais, capítulos derradeiros de uma ópera bufa, de um teatro do absurdo, que teve no enredo a tentativa nefasta de um procurador-geral da República de depor um presidente da República pelo motivo não republicano de não aceitar que uma desafeta sua chegasse à posição que hoje exerce [o cargo de procuradora-geral], e falo da doutora Raquel Dogde”.

Ao encaminhar voto contra o parecer de Bonifácio de Andrada, o deputado Henrique Fontana (PT-RS) disse que “crimes graves estão colocando o país na beira do colapso”. “Meu sonho é que milhões de brasileiros leiam as 250 páginas dessa denúncia consistente, uma denúncia com provas, uma denúncia que descreve com minúcias uma série de atos criminosos cometidos contra o nosso país”, afirmou Fontana.

Votação

A votação em plenário deve ocorrer na semana que vem. No plenário, a denúncia só será autorizada a seguir para o Supremo Tribunal Federal (STF) se receber o apoio de pelo menos 342 deputados, o equivalente a dois terços do total de 513 parlamentares da Casa, conforme determina a Constituição Federal. Segundo o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), a denúncia será analisada no plenário da Casa na próxima semana.

Texto alterado às 20h07 para corrigir informação no segundo parágrafo. A base governista teve três votos a menos do que o registrado na votação da denúncia anterior na CCJ, e não dois, como havia sido informado.

Heloisa Cristaldo e Iolando Lourenço – Repórteres da Agência Brasil

Na volta ao Senado, Aécio se diz vítima de ‘ardilosa armação’

No primeiro dia após retomar o mandato parlamentar, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou nesta quarta-feira (18) em plenário que é vítima de uma “ardilosa armação”, acrescentando que provará a inocência dele.

Aécio havia sido afastado por determinação da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido da Procuradoria Geral da República.

Mas, nesta terça (17), o plenário do Senado derrubou o afastamento, por 44 votos a 26.

Ao chegar ao Senado, Aécio, então, se dirigiu ao plenário e fez um breve discurso.

“Será no exercício do meu mandato que irei me defender das acusações absurdas e falsas que tenho sido alvo. Vítima de uma ardilosa armação, uma criminosa armação.”

Ele se disse “vítima de ardilosa armação, uma criminosa armação” comandada por empresários, que “enriqueceram às custas do dinheiro público”, e “corroborada por homens de Estado”.

“Será no exercício do meu mandato que irei me defender das acusações absurdas e falsas que tenho sido alvo. Vítima de uma ardilosa armação, uma criminosa armação”, afirmou.

O senador se disse alvo de “vis ataques”, mas afirmou não ter rancor ou ódio.

“Fui alvo dos mais vis ataques nos últimos dias, mas não retorno a esta Casa com rancor e com ódio. Vim acompanhado da serenidade dos homens de bem e daqueles que conhecem a sua própria história. E a minha história é digna”, declarou.

Entenda o caso

Com base nas delações de executivos do grupo J&F, que controla a JBS, Aécio foi denunciado pela PGR pelos crimes de corrupção passiva e obstrução de Justiça.

Segundo a PGR, o tucano pediu e recebeu R$ 2 milhões da JBS como propina.

A procuradoria afirma também que Aécio atuou em conjunto com o presidente Michel Temer para impedir o andamento da Lava Jato.

Desde o início das investigações, Aécio tem negado as acusações da PGR.

Presidência do PSDB

Desde maio deste ano, quando foi afastado do mandato pela primeira vez, Aécio Neves está licenciado da presidência do PSDB. O partido tem sido comandado pelo também senador Tasso Jereissati (CE).

“Eu acho [que Aécio deve renunciar] porque eu acho que ele não tem condições, dentro das circunstâncias que está, de ficar como presidente do partido. Nós precisamos ter uma solução definitiva, não provisória.” – Tasso Jereissati (PSDB-CE)

Mais cedo, nesta quarta, Tasso defendeu que Aécio renuncie à presidência, porque, na avaliação do presidente interino, não tem mais “condições” de retomar o comando do PSDB.

G1

Lêdo Salvino assume prefeitura de Alhandra após afastamento de Renato Mendes

“O povo não pagará o preço pelo que está acontecendo. Cumprirei todos os compromissos. Respeitando o carinho e a consideração do povo comigo”, ressaltou. (Foto: Reprodução)
“O povo não pagará o preço pelo que está acontecendo. Cumprirei todos os compromissos. Respeitando o carinho e a consideração do povo comigo”, ressaltou. (Foto: Reprodução)

O vice-prefeito Lêdo Salvino (PTB) tomou posse da Prefeitura de Alhandra em cerimônia na Câmara Municipal após o prefeito Renato Mendes (DEM) ser afastado por decisão judicial nesta quarta-feira (18).

Em seu discurso durante a posse, Lêdo Salvino pediu união da classe política pelo bem do povo de Alhandra. Ele solicitou o apoio do Poder Legislativo e dos funcionários da prefeitura para seguir com obras e serviços no município.

“O povo não pagará o preço pelo que está acontecendo. Cumprirei todos os compromissos. Respeitando o carinho e a consideração do povo comigo”, ressaltou.

“O tempo que passar na prefeitura, estarei trabalhando de dia e de noite para manter o bom funcionamento da prefeitura. Vamos juntos, dando as mãos para continuar nosso trabalho. Peço que a população se tranquilize. Nós vamos manter a administração funcionando normalmente”, finalizou Lêdo.

ClickPB

Aguinaldo Ribeiro sai em defesa de Temer e critica judiciário brasileiro

O líder do Governo na Câmara dos Deputados, Aguinaldo Ribeiro (PP), saiu em defesa do presidente Michel Temer (PMDB) ao encaminhar um voto favorável ao relatório do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), que deu um parecer pelo não prosseguimento da denúncia contra o peemedebista.

“Lamentavelmente, primeiro se condena e depois vai se investigar para saber se é verdade ou não. Nós temos convicção de que essa denúncia é mais uma narrativa política. Tenho a convicção de defender não só Temer ou o Governo, mas defendo a salva guarda da nação”, ponderou.

Aguinaldo criticou o que chama de inversão de valores, onde segundo ele, políticos querem fazer justiça e os que fazem justiça queiram fazer política.

Wallison Bezerra – MaisPB

CCJ reinicia hoje discussão sobre parecer que trata de denúncia contra Temer

Comissão de Constituição e Justiça da Câmara retoma hoje discussão sobre o parecer do deputado Bonifácio de Andrada sobre a denúncia contra o presidente Michel Temer e os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, e da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco Antonio Cruz/Agência Brasil
Comissão de Constituição e Justiça da Câmara retoma hoje discussão sobre o parecer do deputado Bonifácio de Andrada sobre a denúncia contra o presidente Michel Temer e os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, e da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco Antonio Cruz/Agência Brasil

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara retoma hoje (18) – a partir das 10h – a discussão sobre o parecer do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) sobre a denúncia contra o presidente Michel Temer e os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, e da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco.

Segundo o presidente da CCJ, deputado Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), o colegiado colocará o parecer em votação logo após a conclusão das discussões sobre a peça. A lista de deputados inscritos tem ainda nove nomes, mas outros parlamentares poderão se inscrever. O relator da denúncia recomendou a inadmissibilidade da peça apresentada pela Procuradoria-Geral da República – PGR.

Após mais de 10 horas de discussão, 47 deputados se posicionaram sobre a denúncia nesta terça-feira (17). Após a conclusão dos debates, o relator da denúncia ainda terá mais 20 minutos para se manifestar sobre o parecer. Os advogados dos três denunciados também terão o mesmo tempo para se pronunciar.

A expectativa do presidente da comissão é colocar o parecer de Andrada em votação na tarde desta quarta-feira. Dessa forma, o relatório já poderá ser analisado pelo plenário da Câmara na próxima semana.

Votação será nominal

Temer é acusado de tentativa de obstrução de justiça e liderança de uma organização criminosa. A acusação só poderá ser investigada pelo Supremo Tribunal Federal se autorizada pela Câmara dos Deputados.

A votação do parecer de Andrada será nominal. Para que o documento seja aprovado, são necessários os votos de no mínimo 34 deputados, metade mais um dos membros da CCJ.

A análise no plenário da Câmara também será nominal e, para que seja autorizada a instauração do processo de investigação, são necessários os votos de pelo menos 342 deputados, ou seja, dois terços da Casa.

Heloísa Cristaldo – Repórter da Agência Brasil

Veja como votou cada senador na sessão que derrubou afastamento de Aécio

O Senado derrubou nesta terça-feira (17), por 44 votos a 26, a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que havia determinado o afastamento de Aécio Neves (PSDB-MG) do mandato. Com isso, Aécio poderá retomar as atividades parlamentares. Para retomar o mandato, o tucano precisava de, pelo menos, 41 votos.

  • Os líderes de PMDB, PSDB, PP, PR, PRB, PROS e PTC orientaram os senadores das respectivas bancadas a votar “não”, ou seja, contra o afastamento e a favor de Aécio.
  • PT, PSB, Pode, PDT, PSC e Rede orientaram voto a favor da decisão da Turma do Supremo.
  • DEM e PSD liberaram os senadores a votar como quisessem.

COMO VOTOU CADA SENADOR

PRÓ-AÉCIOCONTRA AÉCIO
Airton Sandoval (PMDB-SP)Acir Gurgacz (PDT-RO)
Antonio Anastasia (PSDB-MG)Alvaro Dias (Pode-PR)
Ataídes Oliveira (PSDB-TO)Ana Amélia (PP-RS)
Benedito de Lira (PP-AL)Ângela Portela (PDT-RR)
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)Antônio Carlos Valadares (PSB-SE)
Cidinho Santos (PR-MT)Fátima Bezerra (PT-RN)
Ciro Nogueira (PP-PI)Humberto Costa (PT-PE)
Dalírio Beber (PSDB-SC)João Capiberibe (PSB-AP)
Dário Berger (PMDB-SC)José Medeiros (Pode-MT)
Davi Alcolumbre (DEM-AP)José Pimentel (PT-CE)
Edison Lobão (PMDB-MA)Kátia Abreu (PMDB-TO)
Eduardo Amorim (PSDB-SE)Lasier Martins (PSD-RS)
Eduardo Braga (PMDB-AM)Lídice da Mata (PSB-BA)
Eduardo Lopes (PRB-RJ)Lindbergh Farias (PT-RJ)
Elmano Férrer (PMDB-PI)Lúcia Vânia (PSB-GO)
Fernando Coelho (PMDB-PE)Magno Malta (PR-ES)
Fernando Collor (PTC-AL)Otto Alencar (PSD-BA)
Flexa Ribeiro (PSDB-PA)Paulo Paim (PT-RS)
Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN)Paulo Rocha (PT-PA)
Hélio José (PROS-DF)Randolfe Rodrigues (Rede-AP)
Ivo Cassol (PMDB-RO)Regina Sousa (PT-PI)
Jader Barbalho (PMDB-PA)Reguffe (Sem partido-DF)
João Alberto Souza (PMDB-MA)Roberto Requião (PMDB-PR)
José Agripino Maia (DEM-RN)Romário (Pode-RJ)
José Maranhão (PMDB-PB)Ronaldo Caiado (DEM-GO)
José Serra (PSDB-SP)Walter Pinheiro (Sem partido-BA)
Maria do Carmo Alves (DEM-SE) 
Marta Suplicy (PMDB-SP) 
Omar Aziz (PSD-AM) 
Paulo Bauer (PSDB-SC) 
Pedro Chaves (PSC-MS) 
Raimundo Lira (PMDB-PB) 
Renan Calheiros (PMDB-AL) 
Roberto Rocha (PSDB-MA) 
Romero Jucá (PMDB-RR) 
Simone Tebet (PMDB-MS) 
Tasso Jereissati (PSDB-CE) 
Telmário Mota (PTB-RR) 
Valdir Raupp (PMDB-RO) 
Vicentinho Alves (PR-TO) 
Waldemir Moka (PMDB-MS) 
Wellington Fagundes (PR-MT) 
Wilder Morais (PP-GO) 
Zezé Perrella (PMDB-MG) 

Ausentes

Nove senadores não compareceram à sessão e dois não votaram – Eunício Oliveira (PMDB-CE), na condição de presidente, e Aécio Neves (PSDB-MG), afastado.

Os nove que não compareceram são os seguintes:

  • Armando Monteiro (PTB-PE): viagem oficial aos Emirados Árabes
  • Cristóvão Buarque (PPS-DF): viagem oficial aos Emirados Árabes
  • Gladson Camelli (PP-AC): viagem oficial à Rússia
  • Gleisi Hoffmann (PT-PR): viagem oficial à Rússia
  • Jorge Viana (PT-AC): viagem oficial à Rússia
  • Ricardo Ferraço (PSDB-ES): viagem oficial aos Emirados Árabes
  • Rose de Freitas (PMDB-ES): disse que não encontrou passagem aérea disponível do Espírito Santo para Brasília nesta terça-feira
  • Sérgio Petecão (PSD-AC): viagem oficial à Rússia
  • Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM): viagem oficial à Rússia

Em nota, Eunice considera decisão da justiça injusta e afirma que vai recorrer ao TRE

A prefeita de Mamanguape, Maria Eunice Pessoa (PSB), em nota divulgada por sua Assessoria Jurídica, classifica de injusta a decisão da juíza da 7ª Zona Eleitoral que cassou o seu mandato e o da vice-prefeita Baby Helenita, afirmando que irá recorrer da sentença junto ao Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba.

No fim da nota, a gestora mamanguapense expressa confiança na Justiça Eleitoral: “Registro, por fim, confiança na Justiça Eleitoral, com a convicção de que o mandato, legitimamente conquistado nas urnas, será respeitado”.

Confira nota:

Com assessoria

Promotora de justiça fala da AIJE que cassou prefeita e vice de Mamanguape

A prefeita da cidade de Mamanguape, Eunice Pessoa (PSB), e a vice-prefeita Baby Helenita (PRTB), tiveram os mandatos cassados, nesta terça-feira (17), por suposta prática de captação ilícita de sufrágio e abuso de poder econômico durante as eleições de 2016. Com a decisão, a chapa vitoriosa no ano passado também tiveram decretada a inelegibilidade pelo prazo de oito anos e aplicação de multa no valor de mais de R$ 53 mil. 

Os efeitos da sentença também atingiram a promotora Ismânia do Nascimento Pessoa Nóbrega, filha da prefeita e uma das coordenadoras da campanha, que foi grava supostamente comandando uma reunião, onde teria negociado apoio em troca de cargos numa futura gestão. 

A promotora Juliana Salmito, autora de uma das ações, falou sobre as denúncias:

A decisão foi proferida pela juíza Juliana Duarte Maroja, da 7ª Zona Eleitoral, em Mamanguape.

A prefeita de Mamanguape informou que está em Brasília nesta terça-feira, mas que os advogados tomaram ciência da decisão e vão recorrer.

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