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TCE aprova contas de 2013 e 2014 de ex-prefeito de Mataraca

O Tribunal de Contas da Paraíba, reunido nesta quarta-feira (1), emitiu parecer contrário à aprovação das contas de 2014 do ex-prefeito de Natuba, José Lins da Silva Filho, a quem impôs o débito de R$ 208.726,68 por despesas sem comprovação documental e saldo financeiro igualmente não comprovado.

Ele, que também respondeu por aplicações em Manutenção e Desenvolvimento de Ensino (MDE) abaixo do limite constitucional, ainda pode recorrer de decisão tomada conforme voto do conselheiro substituto Antonio Cláudio Silva Santos.

Tiveram suas contas aprovadas os ex-prefeitos de Algodão de Jandaíra (Humberto dos Santos, exercício de 2015), Santa Luzia (José Ademir Pereira de Morais, 2014), Mataraca (Olímpio de Alencar Araújo Bezerra, 2013 e 2014) e Igaracy (Deusaleide Jerônimo Leite, 2015). Houve, aprovação, ainda, às contas do exercício de 2016 oriundas da Câmara Municipal de Várzea e, em grau de recurso, da Câmara de Várzea.

Conduzida pelo presidente André Carlo Torres Pontes, a sessão plenária teve as participações dos conselheiros Arnóbio Viana, Fábio Nogueira, Fernando Catão. Nominando Diniz e Marcos Costa. Também, as dos conselheiros substitutos Antonio Gomes Vieira Filho e Antonio Cláudio Silva Santos. O Ministério Público esteve representado pela procuradora geral Sheyla Barreto Braga de Queiroz.

Ascom/TCE-PB

“A atitude que alguns vereadores tomaram acaba envergonhando o nosso município”, afirma Helhinho

Ex-vice prefeito de Cuité de Mamanguape - Helhinho Sousa
Ex-vice prefeito de Cuité de Mamanguape – Helhinho Sousa

O ex-vice prefeito de Cuité de Mamanguape, Helhinho Souza, fez duras críticas aos vereadores da Câmara de Cuité de Mamanguape, após aprovação das contas da ex-prefeita Isaurininha Meireles, por 6 votos à 2. O disparate aconteceu durante participação do líder cuiteense por telefone a Rádio Correio do Vale Fm.

“A atitude que alguns vereadores tomaram na última sexta-feira em Cuité de Mamanguape acaba envergonhando o município de Cuité de Mamanguape, envergonhando a Paraíba, envergonhando o nosso Brasil que já vem com pouca credibilidade à classe política”, avaliou.

Segundo Helhinho, para a casa reformular um parecer técnico do Tribunal de Contas, os vereadores teriam que elaborar um relatório provando que houve equívoco por parte do TCE-PB.

“Na medida que isso não aconteceu, significa dizer que essa decisão partiu com um único e exclusivo princípio. Legislar em causa própria, defender não as pessoas humildes, mas sim, defender a si próprio”, rematou.

“Dar entender que, o que resolver as contas de um determinado prefeito, é simplesmente um almoço, um jatar”, criticou.

Helhinho considerou ainda que o atual prefeito Jair da Farmácia saiu dessa votação fragilizado. No entanto, entendeu que mais fragilizado ainda saíram os vereadores que encaminharam um processo ‘por um desejo pessoal’, disse.

Escute entrevista completa:

Da redação

Assaltantes rendem funcionários, roubam agência dos Correios e fogem em Rio Tinto

Polícia da 2ª CIPM realiza buscas para prender criminosos

A agência dos Correios e Telégrafos da cidade de Rio Tinto, no Litoral Norte da Paraíba, foi assaltada na tarde desta quarta-feira (1º) por dois homens armados. A quantia levada pela dupla não foi informada.  

Segundo informações da Polícia Militar, os suspeitos teriam chegado ao estabelecimento se passando por clientes, rendido os funcionários dos caixas e as pessoas que estavam no local. Após o crime, fugiram de moto com destino ignorado.  

Até o fechamento desta publicação, os assaltantes não foram localizados. Guarnições da 2ª CIPM realiza buscas por toda região. 

Contrato entre UFPB e empresa de segurança acaba, mas serviço continua até 10 de novembro

Universidade Federal da Paraíba (UFPB), campus João Pessoa (Foto: Krystine Carneiro/G1)
Universidade Federal da Paraíba (UFPB), campus João Pessoa (Foto: Krystine Carneiro/G1)

O contrato entre a UFPB e a empresa Força Alerta, de segurança particular, acabou na segunda-feira (30), mas, de acordo com o dono da empresa, Shigeaky Maracajá Ramos, o serviço de segurança está mantido temporariamente em todos os campi até o dia 10 de novembro. De acordo com empresário, por se tratar de um serviço essencial, a empresa tem obrigação de manter a segurança nos campi da UFPB.

A instituição, por sua vez, informou por meio do setor de comunicação que um edital de licitação para contratar uma nova empresa foi iniciado em caráter emergencial. A previsão é de que uma definição sobre o novo contrato aconteça até a segunda-feira (6). A UFPB informou também que a comunidade acadêmica não deve temer pela falta de segurança, pois todas as medidas legais e cabíveis estão sendo tomadas.

O responsável pela empresa Força Alerta explicou que o problema teve início quando a instituição resolveu não estender o contrato vigente desde 2014 por mais 12 meses. Shigeaky Maracajá Ramos destacou que foi firmado um compromisso entre a empresa e a UFPB, mas que posteriormente, na hora de renovar o contrato, o acordo inicial não foi levado em consideração.

“Fizemos um planejamento financeiro para que o contrato fosse renovado por mais 12 meses, mas a UFPB, não sei por qual motivo, decidiu não proceder com essa renovação por mais um ano. Estava tudo dentro da legalidade, inclusive nosso contrato poderia ser renovado até 2019, temos todas as licenças em dia”, comentou.

De acordo com a comunicação da UFPB, houve pouca colaboração por parte da empresa, que tentou usar o término do contrato para pressionar a instituição a renovar a prestação de serviço por mais 12 meses. Conforme assessoria, a UFPB havia indicado uma renovação por mais sete meses, proposta rejeitada pelo dono da empresa.

Uma reunião foi realizada na UFPB entre o prefeito universitário interino, Francisco Pereira, e o dono da empresa de segurança na noite de segunda-feira (30). O G1 tentou entrar em contato com o prefeito interino da UFPB, mas as ligações não foram atendidas.

G1PB

Petrobras anuncia alta de 0,90% no preço da gasolina e 0,80% no diesel

Já é a quinta tabela do Confaz, só neste ano, com novos valores

A Petrobras anunciou um novo reajuste para os combustíveis, com aumento de 0,90% no preço da gasolina nas refinarias e alta de 0,80% no preço do diesel. Os novos valores valem a partir da quinta-feira, 2.

A nova política de revisão de preços foi divulgada pela petroleira no dia 30 de junho. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores.

Em vez de esperar um mês para ajustar seus preços, a Petrobras agora avalia todas as condições do mercado para se adaptar, o que pode acontecer diariamente.

Além da concorrência, na decisão de revisão de preços, pesam as informações sobre o câmbio e as cotações internacionais. Com informações do Estadão Conteúdo.

Sonia Abrão diz que Maisa é ‘arrogante’ e critica Larissa Manoela

© Reprodução/YouTube
© Reprodução/YouTube

Sônia Abrão, apresentadora do “A Tarde É Sua”, da RedeTV!, comentou sobre o que acha de alguns famosos em entrevista ao canal de Matheus Mazzafera no YouTube.

Ela falou sua opinião sobre estrelas como Xuxa e Anitta, mas pegou pesado com duas jovens que começaram cedo na profissão.

Sônia criticou o visual de Larissa Manoela, dizendo que ela pulou etapas da vida.

“A Larissa tem um visual de mulherão para uma menina de 16 anos. Esse visual de mulherão ela usava desde os 13. Não combina, é muito precoce. Ela tem um público infantojuvenil ainda. Então, fica tão estranho”, disse.

Sobre Maisa Silva, de 15 anos, a apresentadora declarou: “Acho que a Maisa ainda não cresceu. Ela continua malcriada igualzinha quando tinha 4, 5 anos de idade, e continua achando isso bonito. Foi criada sem atualização. Achou que fez sucesso daquele jeito e que o mundo continua igualzinho da maneira quando ela é criança. Acho ela pedante, arrogante, acho que ela se sente superior às pessoas.”

MEC e Inep recomendam respeito aos direitos humanos na redação do Enem

Apesar de o Inep ainda não ter sido notificado da decisão judicial que determinou a suspensão da regra do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que determina que quem desrespeitar os direitos humanos na prova de redação pode receber nota zero, a recomendação é que os candidatos sigam as regras do edital. O ministro da Educação, Mendonça Filho, disse hoje (1), que a decisão judicial será respeitada, mas orientou os candidatos a respeitarem os direitos humanos na redação.

“A questão dos direitos humanos é básico e fundamental, até porque estamos falando em educação, e não poderíamos ter uma linha de ação distante dessa realidade. Mas ao mesmo tempo temos que cumprir a decisão judicial, que leva a possibilidade de ter zero na prova. Como cautela, eu diria que o melhor é se submeter ao exame e fazer a redação respeitando os critérios de direitos humanos”, recomendou o ministro.

A prova de redação do Enem será aplicada a mais de 6,7 milhões de candidatos neste domingo (5).

O ministro disse que o Inep vai recorrer da decisão até a última instância. Segundo ele, o respeito aos direitos humanos é um pressuposto constitucional elementar que não conflita com a liberdade de expressão.

Mendonça Filho garantiu que as linhas de pensamento ideológicos e políticos dos candidatos serão respeitados durante a correção da prova. “Ao mesmo tempo, jamais um ente como o MEC ou o Inep, em uma avaliação, pode aceitar teses que defendam por exemplo o holocausto, apartheid, a segregação racial, a discriminação do ponto de vista religioso, de raça”, disse.

A presidente do Inep, Maria Ines Fini, também recomendou que os direitos humanos sejam levados em conta na hora de escrever a redação. “Como cidadã e educadora, eu recomendo que os jovens  reproduzam o respeito aos direitos humanos não só na prova, mas também na sua vida”, ressaltou.

Mesmo se a decisão da Justiça for mantida, o respeito aos direitos humanos deve ser considerado pelos candidatos que farão a prova. Isso porque uma das cinco competências avaliadas na correção da redação do Enem prevê a elaboração de uma proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos. Esse item não foi modificado pela decisão judicial.

Cada competência cobrada na redação recebe nota que varia de 0 a 200 pontos. A decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região anula apenas o item do edital que prevê a anulação da prova de alunos que dissertarem contra os direitos humanos. Nos anos anteriores, provas foram anuladas por causa dessa exigência. Com informações da Agência Brasil.

Menina-bomba se explode e mata outras 6 crianças

© REUTERS/Afolabi Sotunde
© REUTERS/Afolabi Sotunde

Uma menina menor de idade, se explodiu num ataque suicida cometido em Zamga, no norte de Camarões, próximo a fronteira com a Nigéria, no final a noite desta terça-feira (31). Pelo menos seis crianças morreram, informou a Agência Efe.

A ataque aconteceu na região camaronesa de Mayo Tsanaga e acabou com a vida de seis crianças que estavam brincando na rua, enquanto outras duas ficaram gravemente feridas, explicaram as fontes.

As suspeitas indicam que a menina suicida, que também morreu na explosão, estava vinculada às ações do grupo terrorista nigeriano Boko Haram. Essa mesma milícia utilizou crianças e mulheres suicidas em várias ocasiões para realizar atentados.

Casos

De acordo com o que apurou a Agência Efe, nos últimos meses, o Camarões vem sofrendo com uma escalada da violência, após um período mais tranquilo entre o fim de 2016 e o início de 2017, e pelo menos 158 civis morreram desde abril, segundo números de Anistia Internacional.

Diante do aumento dos ataques, o Batalhão de Intervenção Rápida de Camarões realiza uma operação de segurança na fronteira com a Nigéria, onde está construindo fundações de quatro metros de profundidade ao longo de 100 quilômetros para conter a entrada dos jihadistas no país.

Mais 10 prefeituras paraibanas têm valores do FPM sequestrados para precatórios

Decisão é do desembargador Joás de Brito
Decisão é do desembargador Joás de Brito

Mais 10 prefeituras paraibanas tiveram valores do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) sequestrados por determinação do presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Joás de Brito Pereira Filho, para o pagamento de parcelas em atraso de precatórios. Despachos serão publicados no Diário da Justiça eletrônico (DJe) desta quarta-feira (1º). Com o número, já são 34 as prefeituras que sofreram restrições, em outubro, por descumprirem acordo para a quitação de precatórios.

O desembargador Joás de Brito apreciou os processos administrativos referentes aos municípios de Prata, cujo valor sequestrado soma R$ 49.567,92, de Remígio, que registra a maior quantia (R$ 98.284,51), Passagem (R$ 17.943,14), Fagundes (R$ 15.456,67), Bananeiras (R$ 52.694,53), Cuité (R$ 79.392,78), Serra da Raiz (R$ 30.399,31), Santa Cruz (R$ 22.164,18), São José de Piranhas (R$ 55.932,06) e Junco do Seridó (R$ 35.320,71).

Com os R$ 457.155,81 bloqueados nesta quarta etapa, o montante das 34 prefeituras chega a R$ 2,153 milhões. Na maioria dos casos, em virtude dos altos valores, o desembargador-presidente determinou que fosse oficiado à Secretaria do Tesouro Nacional para que efetue o desconto do FPM em até 10 vezes, de modo a “não inviabilizar a Administração Pública na prestação dos serviços básicos para a população”.

Em harmonia com parecer do Ministério Público, a medida adotada pelo TJPB atende à Resolução nº 115/2010 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que dá atribuições aos Tribunais de Justiça para gerir os precatórios, c/c artigo 104, incisos I e III, do ADCT. Estes estabelecem que, se os recursos para o pagamento de precatórios não forem tempestivamente liberados, no todo ou em parte, caberá ao presidente do Tribunal de Justiça local determinar o sequestro, até o limite do valor não liberado, das contas do ente federado inadimplente; e à União, reter os recursos referentes aos repasses ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal e ao Fundo de Participação dos Municípios e os depositar na conta especial.

Por Gilberto Lopes

Projeto que regulamenta Uber é aprovado no Senado com modificações

O Senado aprovou na noite de ontem (31) o projeto que regulamenta o uso dos aplicativos de transporte no país como Uber, Cabify e 99. Os senadores aprovaram o texto que veio da Câmara com duas principais alterações: retiraram a exigência da chamada placa vermelha e a obrigatoriedade de que os motoristas sejam proprietários dos veículos que utilizarem para a comercialização do serviço.

Como foi alterada, a proposta precisa agora ser apreciada novamente pelos deputados. Na votação, os parlamentares aprovaram duas emendas acolhidas pelo relator, senador Eduardo Lopes (PRB-RJ), e rejeitaram outras sugestões de alteração do texto, como a que limitava a 5% o valor cobrado pelas empresas aos motoristas de aplicativos. O texto-base do projeto foi aprovado por 46 votos favoráveis, 10 contrários e uma abstenção. As demais votações foram feitas de forma simbólica, o que gerou confusões e discordâncias em plenário sobre o procedimento conduzido pelo presidente Eunício Oliveira (PMDB-CE).

Tensão

Durante a discussão do projeto, protestos na Esplanada dos Ministérios ao longo da tarde reuniram 3 mil pessoas, entre taxistas e motoristas de aplicativos. Duas confusões foram registradas pelas forças de segurança, que chegaram a reter o trânsito por alguns minutos. Em uma delas, os taxistas que se dirigiam em direção aos motoristas de aplicativos foram contidos com spray de pimenta pela Polícia Militar, que prendeu um motorista por desacato.

Dentro do Congresso, o clima também ficou tenso. Em um dos corredores do Senado, o diretor de comunicação da empresa Uber, Fabio Sabba, foi agredido com um tapa no rosto enquanto concedia entrevista a um jornalista. Por meio de nota, a Uber repudiou o episódio e informou que o funcionário passa bem e registrou boletim de ocorrência na delegacia do Senado. “A Uber considera inaceitável o uso de violência. Acreditamos que qualquer conflito deve ser administrado pelo debate de ideias entre todas as partes”, afirmou.

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