Pelo menos três editais de concursos públicos e processos seletivos publicados por diversos órgãos oferecem 264 vagas de emprego em cargos de todos os níveis de escolaridade na Paraíba.
Começou a contagem regressiva para os torcedores do Belo. No dia em que inicia a semana de pré-temporada do Botafogo-PB, o clube lançou, através das redes sociais, um teaser de como será o novo uniforme da equipe em 2018. As informações são do Portal Correio.
O vídeo mostra o uniforme número um, com as tradicionais listras finas na cor preta, porém, diferente dos modelos anteriores, dando destaque à cor branca, inclusive com uma campanha nas redes sociais, chamada ‘Preto no Branco’. Quem aparece vestindo o ‘manto alvinegro’ é o lateral-esquerdo Carlos Renato, um dos remanescentes do elenco de 2017.
A nova fornecedora do clube vai apresentar os uniformes oficialmente na próxima terça-feira (28), em um evento no Teatro de Arena do Espaço Cultural, no bairro de Tambauzinho, na Zona Leste de João Pessoa, com a presença dos torcedores, que também vão conferir o novo plantel botafoguense para o próximo ano.
Os Correios abriram na quinta-feira, 23, um novo programa de demissões voluntárias (PDV) para enxugar ainda mais sua folha de pagamento, após o plano de incentivo a desligamentos realizado no primeiro semestre ter terminado com adesões inferiores à meta da companhia. O prazo de adesões vai até 29 de dezembro, último dia útil do ano.
O objetivo, como antecipou o Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, em agosto – quando o PDV foi aprovado pela diretoria-executiva da estatal -, é fechar 5,46 mil vagas. Se confirmado, isso significará uma economia mensal de R$ 54,5 milhões com pagamento de salários. Só entre carteiros, os Correios pretendem tirar 2 mil profissionais das ruas.
Com o PDV realizado no primeiro semestre, quando os pedidos de demissão chegaram a 6,26 mil, os Correios já tinham conseguido enxugar em R$ 68,6 milhões os gastos mensais com o efetivo. Apesar do grande número de adesões, o total ficou aquém da meta da estatal, que, em grave crise financeira, pretendia cortar na ocasião 8,2 mil empregados e enxugar a folha em R$ 72,9 milhões por mês. Ao reeditar o programa, os Correios poderão ampliar para 10% o corte de um quadro que, antes dos PDVs, somava aproximadamente 117 mil empregados.
Para atingir um público maior, a empresa retirou a exigência de idade mínima de 55 anos dos últimos PDVs, permitindo agora a adesão a todos os empregados com pelo menos 15 anos de trabalho na companhia de serviços postais. É oferecido como incentivo aos pedidos de demissão uma indenização calculada de acordo com os proventos recebidos nos últimos cinco anos – incluindo não só salários, mas também gratificações e complementos salariais – e o tempo de serviço do funcionário. Um empregado com provento médio de R$ 6 mil e 35 anos de casa receberá, por exemplo, R$ 2,1 mil. O pagamento será feito em 93 parcelas mensais, limitadas a no máximo R$ 9,8 mil.
A ideia inicial da empresa era reabrir o PDV em setembro, mas o plano foi adiado em razão da greve deflagrada pela categoria em todo o País durante a campanha salarial. Ao confirmar em nota a abertura do que chama de novo ciclo do Plano de Desligamento Incentivado (PDI), os Correios atribuem a medida à necessidade de “acertar as contas”. Com informações do Estadão Conteudo.
O Vereador Uillames Correia (PSD), de Cuité de Mamanguape, lamentou a falta de apoio e incentivo ao esporte pela Prefeitura Municipal. As críticas do parlamentar foram feitas na tarde deste sábado (25), durante a final de Campeonato de futebol na comunidade de Inhauá.
Para Uillames, os 11 primeiros meses da gestão do prefeito Jair da farmácia, é um momento muito negativo, onde o gestor não conseguiu “engrenar nada”.
“Esqueceram de avisar ao atual prefeito que ele é prefeito de Cuité de Mamanguape, porque Cuité parou”, disparou.
André Luiz estava internado no Trauma desde a última segunda-feira (20).
André Luiz estava internado no Trauma desde a última segunda-feira (20).
Um homem identificado por André Luiz, 33 anos, morreu na madrugada deste domingo (26), após seis dias internado em estado grave no Hospital de Emergência e Trauma, de João Pessoa, na Capital.
De acordo com a Polícia Militar, a vítima deu entrada na unidade hospitalar na noite da última segunda-feira (20), ao ser esfaqueado na comunidade da Vila Regina, em Rio Tinto.
A Polícia Militar informou que o acusado, Ademir Alves Ferreira, confessou ser o autor da facada, e alegou que estava em sua casa quando a vítima adentrou pedindo dinheiro. Com a recusa, André Luiz teria tentado tomar usando força física, momento em que o acusado de posse de uma faca peixeira desferiu um golpe atingindo o mesmo na altura do abdômen, consta no relatório policial.
A Polícia deu voz de prisão a Ademir Ferreira, que é cadeirante e tem 90% da visão comprometida, conduzindo-o a Delegacia de Mamanguape, para ser apresentado à autoridade policial.
Nadir Fernandes governou Curral de Cima por dois mandatos.
Nadir Fernandes governou Curral de Cima por dois mandatos.
O procurador da República, Antônio Edílio Magalhães Teixeira, instaurou um inquérito civil para apurar possíveis irregularidades na gestão do ex-prefeito de Curral de Cima, Nadir Fernandes de Farias, por indícios de atos de improbidade administrativa.
De acordo com o Ministério Público Federal, o inquérito vai apurar a aplicação de recursos oriundos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação para a construção de uma quadra poliesportiva.
A obra foi orçada em mais de R$ 100 mil. Além disso, o procurador aponta a ausência de prestação de contas de um Termo de Ajustamento de Conduta.
A decisão foi publicada na edição eletrônica do Diário Oficial Extrajudicial do Ministério Público Federal da última sexta-feira (24).
Um mercadinho foi assaltado na Rua do Tambor, em Rio Tinto, no Litoral Norte paraibano, no final da manhã deste sábado (25). Toda a ação durou menos de três minutos. Ninguém foi feito refém, nem houve feridos.
Conforme a vítima, dois homens chegaram em uma motocicleta, um deles desceu e armado com um revólver anunciou o crime. Os bandidos conseguiram levar do estabelecimento R$ 800 (oitocentos reais).
Policiais da 2ª CIPM realizaram buscas, porém até o fechamento desta publicação, sem êxito.
Fora da reforma da Previdência apresentada pelo governo, Estados e municípios já têm contratadas despesas com aposentadoria de servidores e pagamento de pensionistas equivalentes a 85% do PIB –patamar elevado e que supera a dívida pública no mercado, de 73% do PIB.
O cálculo, do economista Paulo Tafner, especialista em Previdência, foi apresentado pelo presidente do Insper, Marcos Lisboa, a aliados de Michel Temer em jantar na quarta (22), no Alvorada.
A cifra é superior a R$ 5 trilhões e considera as despesas que Estados e municípios terão nos próximos 75 anos, segundo as regras atuais de acesso a aposentadoria e pensão. O número ilustra a dificuldade que os entes subnacionais terão para honrar esses compromissos.
O deficit orçamentário dos Estados, observa Lisboa, está sendo agravado pelo rápido envelhecimento dos servidores, levando a gastos crescentes dos regimes próprios. “O Rio tem servidores mais ‘velhos’, e por isso está sentindo os efeitos antes dos demais. Mas é só o primeiro da fila.”
O Rio deixou de pagar a aposentados por alguns meses neste ano, problema que ronda os servidores de Rio Grande do Sul, Minas e DF.
Para o economista, sem alterar a tendência de aumento de gastos com a Previdência, a crise se espalhará em 2018 e 2019 para mais Estados e outros servidores poderão ficar sem receber.
O governo decidiu retirar os funcionários estaduais da reforma temendo a reação adversa de governadores.
Como paliativo, incluiu na proposta a obrigação para Estados e municípios fazerem suas próprias mudanças em seis meses. Senão, seus regimes de Previdência passarão a seguir as regras federais. Isso, porém, não é o bastante para ajudar os Estados, na avaliação dos economistas.
Tafner diz que a estratégia é arriscada e limita a ação dos governadores. E pode suscitar dúvidas jurídicas e ações judiciais de descontentes.
Para ele, o governo deveria considerar incluir na proposta a possibilidade de governadores cobrarem uma contribuição extra temporária para bancar deficit previdenciários. Mesmo com deficit de R$ 12 bilhões na Previdência, o Rio teve dificuldades em aprovar um reajuste de 11% para 14% na contribuição de servidores. O percentual necessário para bancar as aposentadorias e pensões, porém, alcançava 20%.
“Fundos de pensão já preveem esse tipo de solução. Petros e Funcef, neste momento, estão cobrando de seus beneficiários. Não é justo que todos paguem pelo deficit de um regime que atende a poucos”. Com informações da Folhapress.
A Autarquia de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado da Paraíba (Procon-PB) autuou 18 dos 27 estabelecimentos visitados nessa sexta-feira (24), durante a Operação de Fiscalização Black Friday, na grande João Pessoa. Dois deles receberam autuação por maquiagem de preços dos eletrodomésticos geladeira e fogão.
A superintendente do Procon-PB, Késsia Liliana, explicou que os estabelecimentos autuados e os notificados têm até 10 dias para apresentar defesa. Caso o consumidor deseje ainda fazer denúncia contra algum estabelecimento pode se dirigir, a partir desta segunda-feira (27), à sede do Procon-PB, no Parque Solon de Lucena – Lagoa, das 8h às 16h30 para as providências cabíveis.
A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, disse ao jornal O Estado de S. Paulo que a revisão do foro privilegiado para parlamentares favorece a Lava Jato e defendeu as três outras medidas consideradas fundamentais pela força-tarefa para o êxito da operação: delação premiada, prisões preventivas e execução de pena após condenação em segunda instância. Nenhuma delas é unanimidade no STF. Alertou contra excessos.
“Em nome do combate à corrupção não se pode atropelar a Constituição nem a lei.” Alvo de ataques pelo desempate no julgamento que delegou ao Legislativo autorizar ou não a suspensão de mandatos, Cármen admitiu que seu voto foi “extremamente conturbado” e fez uma autocrítica: “Não consegui dar clareza ao princípio de que não se pode romper a separação de Poderes”. E ironizou os deputados do Rio que tentaram soltar três colegas: “Confundiram para confundir”.
Estado: A votação sobre o foro privilegiado foi, de certa forma, um reencontro do Supremo com a opinião pública?
Cármem Lúcia: Pode ter sido um reencontro, mas por coincidência, porque ele não foi pautado por isso. Já vinha desde maio, teve um pedido de vista, foi liberado agora no final de setembro e imediatamente coloquei na pauta porque é importante.
Estado: O decano Celso de Mello antecipou voto para ratificar a maioria expressiva, quebrando o Fla-Flu do STF. Foi um recado para a sociedade?
Cármem Lúcia: Quanto mais os ministros estiverem afinados num tema, mais a jurisprudência tende a permanecer e fortalecer o STF. Isso passa segurança. Com 6 a 5, uma mudança de ministro pode gerar nova jurisprudência.
Estado: A revisão do foro vai resolver todos os males da Justiça brasileira?
Cármem Lúcia: Não, um juiz de primeiro grau não resolve tudo, mas muda a forma e pode ser mais rápido na prestação da jurisdição. Numa República, todo mundo tem de ser julgado pelo juiz natural. Você não pode, já no artigo primeiro da Constituição, ter estabelecido a República, que tem na igualdade o seu fundamento, e depois desigualar.
Estado: A revisão do foro não pode gerar uma enxurrada de questionamentos?
Cármem Lúcia: Todos os casos que vêm a juízo têm alguma dúvida e toda nova lei gera perplexidade na interpretação, na forma de aplicação. Se vierem dúvidas, e não acho que serão tantas assim, serão resolvidas e, dentro de pouco tempo, isso vai chegar a um consenso.
Estado: Para políticos, é melhor um julgamento por 11 ministros, ao vivo, ou por um juiz que ele conhece, sem holofotes?
Cármem Lúcia: O importante é a garantia da igualdade, para o político e para quem não é político. Não se deve presumir que o juiz fica vulnerável à pressão ou à presença ali e o Ministério Público tem que ficar alerta, questionar, recorrer.
Estado: A revisão do foro privilegiado favorece ou prejudica a Lava Jato?
Cármem Lúcia: Favorece, porque faz com que aquilo que é relativo à Lava Jato seja julgado de maneira mais rápida e separa o que diz respeito a mandato, o que não diz, o que é anterior, o que não é. Portanto nós teremos maior celeridade. Os processos da Lava Jato precisam ser julgados. A sociedade espera uma resposta, quer para condenar, quer para dizer que determinadas pessoas sejam absolvidas. É preciso que se julguem os crimes de corrupção, que ninguém suporta mais.
Estado: Diante da exaustão com a corrupção, os fins justificam os meios?
Cármem Lúcia: A corrupção precisa ser combatida e a lei, cumprida. Em nome do combate à corrupção não se pode atropelar a Constituição nem a lei.
Estado: Não é importante concluir logo o julgamento do foro? Precisava de vista?
Cármem Lúcia: É importante concluir. O ministro Dias Toffoli tem direito à vista, mas tenho certeza de que vai dar a celeridade necessária para que isso volte imediatamente.
Estado: Com processos migrando para a primeira instância, é hora de tirar das turmas e devolver as matérias penais contra parlamentares para o plenário?
Cármem Lúcia: O plenário tem um número enorme de processos aguardando, com grande importância para o País. No julgamento da ação penal 470 (mensalão) foram praticamente quatro meses, com tudo paralisado. Então, é preciso que a gente realmente só leve ao plenário aquilo que seja conflitante nas turmas. Tudo o mais não precisa.
Estado: O julgamento sobre a execução de pena após condenação em segundo grau está entre suas prioridades?
Cármem Lúcia: Sou a favor da execução após decisão de segunda instância e tudo o que é importante para o País é prioritário, mas já há decisões consolidadas sobre isso e colocar de novo em pauta pode não ter urgência. Talvez por isso o ministro (Marco Aurélio Mello) não tenha ainda liberado.
Estado: Sem a prisão em segunda instância, continua a protelação eterna?
Cármem Lúcia: Esse é um problema. Não dá para manter um sistema feito para que se possa protelar para sempre a finalização e o Judiciário não dar uma resposta a isso. Diante de evidências de que a pessoa se vale do direito para litigar indefinidamente, o Poder Judiciário deve usar os instrumentos de que dispõe para dar uma resposta.
Estado: E as prisões preventivas?
Cármem Lúcia: Prisão preventiva é sempre fundamentada, não vejo abuso nenhum.
Estado: A delação premiada é tida como fundamental para a Lava Jato, mas há quem, até no STF, defenda a revisão.
Cármem Lúcia: A colaboração premiada é um instituto que veio pra ficar e é da maior significação. Não se consegue investigar e apurar dados de uma organização sem alguém lá de dentro.
Estado: O excesso de benesses da delação da JBS foram um ponto fora da curva?
Cármem Lúcia: Talvez tenha sido, mas lei nova precisa ser interpretada e não combatida. E o próprio ex-procurador geral (Rodrigo Janot) pediu a revisão.
Estado: Mas depois de um estrago enorme que atingiu o presidente da República.
Cármem Lúcia: É uma lição. Eu não sou do MP, mas, diante de fatos graves que agridem a sociedade inteira, imagino que a tendência seja buscar a apuração a qualquer custo. Nesse caso, o custo foi alto mesmo. Mas é preciso que todos sejam investigado diante de determinados relatos.
Estado: Janot lançou uma névoa de suspeitas sobre ministros do STF …
Cármem Lúcia: Mandei ofício para a PGR e para a Polícia Federal e espero que deem uma solução imediatamente. Não pode pairar nenhuma gota de dúvida sobre a correição, a licitude dos atos de ministros do STF ou de qualquer juiz. Até o fim de dezembro, quero uma solução.
Estado: O STF e a senhora sofreram desgaste com a decisão das medidas cautelares para parlamentares. Doeu?
Cármem Lúcia: Claro que não é bom. É ruim não tanto o desgaste, mas não ter ficado claro o resultado. Não consegui dar clareza ao princípio de que não se pode romper a separação de poderes e que cabe ao Legislativo manter ou não a decisão judicial de suspender o mandato, como acontece desde sempre em caso de prisão.
Estado: Para a opinião pública, o STF abriu mão de seu poder para o Legislativo e saiu enfraquecido.
Cármem Lúcia: O STF pode ter saído até mal compreendido e enfraquecido, para usar sua expressão, a partir dessa má compreensão, mas sai fortalecido no sentido de que nós mantivemos a compreensão majoritária de que a Constituição estabelece os três Poderes como base de uma República democrática. A opinião pública queria que a decisão do STF valesse independentemente das consequências para o outro poder, mas o STF fez o que tinha de fazer, como determina a Constituição, que enaltece o mandato para garantir a soberania do voto popular.
Estado: Presidentes do STF têm de agir politicamente, além de juridicamente?
Cármem Lúcia: Têm a obrigação de pensar no que é bom para o Brasil.
Estado: Ou seja, evitar crises?
Cármem Lúcia: Evitar crises, não. Resolver crises. Mas não pode deixar de raciocinar tecnicamente. O voto que eu apresentei rapidamente, de forma extremamente conturbada, às 22 horas, não tem nada de político, nem poderia ter, até porque o raciocínio político de partidos eu nem tenho.
Estado: A Alerj usou o STF para soltar deputados. A decisão das medidas cautelares abriu uma Caixa de Pandora?
Cármem Lúcia: Não. Nós discutimos o que não era prisão e lá havia prisão. Uma coisa não tem nada a ver com a outra.
Estado: Misturaram as coisas?
Cármem Lúcia: Ou por inadvertência ou por alguma razão que eu não sei explicar, confundiram para confundir mesmo. Confundiram com vontade.
Estado: O STF pagou o pato?
Cármem Lúcia: Não aceita pagar o pato, não. Exige que se respeite a decisão dele nos termos que foi dada. Nós discutimos que medidas cautelares diversas da prisão são aplicáveis a todos. Nada a ver com a prisão, portanto.
Estado: O julgamento do STF valeu apenas para parlamentares federais?
Cármem Lúcia: Sim. Está na ementa.
Estado: E os conflitos no STF?
Cármem Lúcia: São compreensões de mundo diferentes e não há que se falar em que o diferente seja adversário ou inimigo, porque senão nós não conseguimos construir consensos.
Estado: Há tendência de desqualificar as pessoas do ponto de vista moral?
Cármem Lúcia: Isso é muito preocupante, porque não se convive harmonicamente numa sociedade em que todo o diferente seja imoral, ímprobo. Nos espaços virtuais, se destrói uma vida em cinco minutos. É preciso resistir a isso, porque o diferente é que nos abre para as mudanças e transformações.
O Hospital Napoleão Laureano lançou a 6ª Corrida Contra o Câncer, marcada para 28 de fevereiro de 2027. O evento beneficente celebra os 65 anos da instituição e arrecadará recursos para o tratamento de pacientes do SUS.
A Receita Federal apreendeu drogas, cigarros eletrônicos, medicamentos e produtos contrabandeados durante a Operação Fronteira em João Pessoa e outros estados do Nordeste. A ação busca combater crimes de importação irregular e circulação de mercadorias ilegais.
A Prefeitura de João Pessoa divulgou a programação do Natal e do Verão 2027, com eventos entre novembro e janeiro. O calendário reúne a entrega da iluminação natalina, apresentações culturais, espetáculos, concertos, Réveillon no Busto de Tamandaré e shows de artistas como Elba Ramalho, Flávio José, Dorgival Dantas, Santanna e Mastruz com Leite, além de atividades gratuitas em praças, parques e espaços históricos da Capital.