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quarta-feira, 4 novembro 2026
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Morre, em JP, Sérgio Gonzaga, sobrinho do ‘Rei do Baião’

Sérgio Gonzaga ao lado da mãe, Chiquinha Gonzaga, morta em 2011
Sérgio Gonzaga ao lado da mãe, Chiquinha Gonzaga, morta em 2011

Morreu, na noite dessa segunda-feira (4), na capital paraibana, Sérgio Gonzaga, sobrinho do Rei do Baião, Luiz Gonzaga. Ele tinha 63 anos e morreu em casa, vítima de um infarto. Sérgio Gonzaga deixa esposa e três filhos.

Sérgio Gonzaga era diretor da Divisão de Música da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope) desde 2013. Em nota, a fundação lamentou a morte do artista, que era filho de Francisca Januária dos Santos, conhecida como Chiquinha Gonzaga, irmã de Luiz Gonzaga, morta em março de 2011.

Nascido no Rio de Janeiro (RJ), em março de 1954, Sérgio Gonzaga morou nos Estados Unidos por 25 anos. De volta ao Brasil, ele morou no Recife e mudou-se para João Pessoa. A data e o horário do velório e do sepultamento ainda não foram definidos pela família.

Flamengo mira atacante de clube espanhol para substituir Guerrero

© Getty Images
© Getty Images

Com o futuro de Paolo Guerrero indefinido, uma vez que o peruano está suspenso do futebol e pode ser punido pela FIFA após testar positivo para a substância benzoilecgonina, principal metabólito da cocaína, o Flamengo já trabalha para contratar um substituto. E o nome que interessa ao clube rubro-negro é Jonathan Calleri, atacante argentino de 24 anos que está no Las Palmas, equipe da primeira divisão do Campeonato Espanhol.

O jogador, segundo o Globoesporte.com, tem passagens pelo Deportivo Maldonado, também da Espanha, pelo West Ham, da Inglaterra, e também pelo São Paulo.

As negociações podem avançar em breve. O Flamengo está à espera do resultado do julgamento de Guerrero junto a FIFA, que deve sair no fim de semana.

EUA avisa que mudará embaixada para Jerusalém

Às vésperas do provável anúncio da mudança da embaixada dos Estados Unidos em Israel de Tel Aviv para Jerusalém, o presidente Donald Trump telefonou, nesta terça-feira (5), para o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e para o líder da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas.

Segundo a agência “Wafa”, Trump já avisou Abbas que mudará a sede da representação diplomática em solo israelense, decisão que pode aumentar a tensão no Oriente Médio. O líder palestino teria alertado o presidente dos EUA de que a medida representa um “perigo para o processo de paz e para a segurança e a estabilidade da região”.

Na visão da ANP, não pode existir um Estado palestino sem Jerusalém Oriental como capital. Já o governo de Israel sequer reconhece a existência desse termo e diz que só há “uma Jerusalém”.

A iminente decisão de Trump é criticada de forma quase unânime pela comunidade internacional, inclusive pela União Europeia e pela Liga Árabe, cujo secretário-geral, Ahmed Aboul Gheit, convidou Washington a evitar qualquer iniciativa “capaz de mudar o status jurídico e político de Jerusalém”.

“Estamos reunidos não para provocar sentimentos hostis, mas para alertar sobre a periculosidade deste momento”, disse Gheit, após uma cúpula extraordinária da entidade no Cairo, capital do Egito. Já o Ministério das Relações Exteriores da Arábia Saudita exprimiu “séria e profunda preocupação” com uma iniciativa que pode “irritar os sentimentos dos muçulmanos no mundo”.

Por sua vez, a alta representante da União Europeia para Política Externa, Federica Mogherini, reafirmou que a retomada do processo de paz entre Israel e Palestina passa pela “solução dos dois Estado”. “Qualquer ação que possa minar esses esforços deve ser absolutamente evitada”, ressaltou a italiana, após um encontro com o secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, em Bruxelas.

O anúncio sobre a mudança da embaixada de Tel Aviv para Jerusalém estava previsto para esta quarta-feira (6), mas a Casa Branca disse que a decisão deve ser comunicada “nos próximos dias”. “Não é uma questão de ‘se’, mas de ‘quando'”, declarou o vice-porta-voz de Trump, Hogan Gidley, confirmando a intenção do presidente.

O sistema de defesa israelense já se prepara para uma possível reação “violenta” dos palestinos, principalmente em Jerusalém. A polícia e o comando central do Exército tiveram diversas reuniões nos últimos dias, em meio às ameaças do grupo fundamentalista Hamas de iniciar uma “Terceira Intifada”, palavra árabe que significa “revolta”.

Jerusalém Oriental é considerada pela comunidade internacional como uma “ocupação” desde sua anexação por Israel, em 1967. Desde então, os EUA adotam uma posição neutra sobre o status da cidade, sem reconhecê-la como capital israelense. Com informações da Ansa. 

Quase mil emendas propõem mudanças na reforma trabalhista

Boa parte das 967 emendas apresentadas à medida provisória (MP 808/17) que modifica a reforma trabalhista (Lei 13.467/17) tem o chamado trabalho intermitente como alvo. Deputados da oposição buscam revogar a novidade ou garantir mais direitos ao trabalhador nestes casos.

O trabalho intermitente é aquele que pode ser realizado durante alguns dias e até horas dentro de um mês, sendo remunerado proporcionalmente. A MP busca garantir o parcelamento das férias em três vezes, auxílio doença, salário maternidade e parte das verbas rescisórias ao trabalhador de jornada intermitente, embora proíba o acesso ao seguro-desemprego.

A medida também determina que tanto o trabalho intermitente quanto a jornada parcial terão contribuição previdenciária proporcional do empregador. Ou seja, para garantir o benefício de um salário mínimo ou mais, o trabalhador terá que cobrir a diferença.

O deputado João Daniel (PT-SE) apresentou emenda para que o empregador garanta uma remuneração mensal equivalente ao piso da categoria em questão ou o salário mínimo, independentemente do contrato. Ele afirma, porém, que as forças políticas são mais fortes para deixar tudo como está ou até flexibilizar mais a legislação.

“Não nos resta outra maneira que não seja contestar, fazer emendas e ir às ruas; enfrentar dentro do Plenário e apoiar as ruas contra a implantação desta reforma. Nós também temos muita fé e muita esperança que a Justiça trabalhista não a reconheça”, disse o deputado.

Menos encargos

Empresário, o deputado Alfredo Kaefer (PSL-PR) pretende adicionar pontos novos à reforma como o que estabelece que não incidam encargos trabalhistas sobre os prêmios de mérito e a participação nos lucros pagos ao trabalhador. Ele ainda quer mudar entendimento da Justiça do Trabalho sobre quais cargos seriam de confiança dentro de uma empresa. Isso porque quem tem cargo de confiança não tem controle de horário, ou seja, não é necessariamente beneficiado com pagamento de horas extras.

“Então nossa emenda visa, por exemplo, afastar a insegurança jurídica dos cargos de confiança. Há mais cargos de confiança além de diretores e presidentes. Você pode indicar vários gerentes com cargos de confiança e a legislação deixou obscura essa situação”, afirmou Kaefer.

A MP 808 foi negociada com o Congresso para ser editada depois que a reforma trabalhista entrasse em vigor, o que aconteceu no dia 11 de novembro. A ideia era evitar que mudanças feitas no Senado levassem a uma nova votação na Câmara. Foram alterados 17 pontos. Um deles é o que determina que as gestantes serão afastadas de atividade insalubre e exercerão o trabalho em local seguro. O trabalho em locais insalubres somente será permitido quando a gestante, voluntariamente, apresentar atestado médico, autorizando a atividade. A nova MP será analisada por comissão especial de deputados e senadores.

Agência Câmara 

Por Previdência, governo promete mais R$ 3 bilhões a prefeitos em 2018

O governo do presidente Michel Temer decidiu liberar mais R$ 3 bilhões a municípios em 2018 caso a reforma da Previdência seja aprovada.

A estratégia é pressionar os prefeitos a influenciarem deputados na Câmara para que eles votem em favor das mudanças nas regras de aposentadoria.

Durante reunião nesta segunda-feira (4), no Palácio do Planalto, integrantes da Casa Civil e dos ministérios da Fazenda e do Planejamento fecharam o projeto que inclui R$ 3 bilhões extras na previsão do Orçamento do próximo ano.

O governo estipulou que metade desse montante deverá ser aplicado na saúde e o restante, em projetos apresentados pelos prefeitos para a melhoria dos municípios.

O discurso oficial é o de que a aprovação da nova Previdência vai trazer benefícios para as contas públicas e tornará mais robusta a arrecadação do governo, o que permitirá mais investimentos por parte da União.

Por isso, afirmam assessores de Temer, é possível se comprometer com a liberação de mais dinheiro mesmo com a meta fiscal de 2018 fixada em um deficit de R$ 159 bilhões.

O objetivo é que a promessa motive os prefeitos a pressionarem seus deputados a aprovar a medida, considerada impopular às vésperas de um ano eleitoral.

Temer já havia anunciado a liberação de R$ 2 bilhões em forma de Auxílio Financeiro aos Municípios para o pagamento da folha dos servidores, repassado via FPM (Fundo de Participação dos Municípios).

No entanto, a dificuldade do governo em conseguir pelo menos 308 votos para aprovar a reforma na Câmara fez com que a equipe do presidente decidisse adotar uma nova contrapartida.

OFENSIVA

Nesta semana, o Planalto iniciou mais uma ofensiva sobre a base aliada, prefeitos e governadores para tentar reunir pelo menos 308 votos pela reforma -hoje o governo não tem o apoio necessário para fazer avançar a medida.

Em jantar na casa do presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), neste domingo (3), ministros e líderes do governo apresentaram argumentos para tentar vencer a resistência dos parlamentares e reorganizar a base na contagem dos votos.

O ministro Dyogo Oliveira (Planejamento), por exemplo, disse no jantar que o PIB pode cair 2,8% em dois anos se a reforma não for aprovada.

Ainda de acordo com o ministro, caso a nova Previdência tenha o aval do Congresso, a taxa de desemprego do país estará entre 8% ou 9% em junho e julho do ano que vem -hoje o índice é de cerca de 12%.

“É isso que temos que vender”, disse Dyogo, segundo relatos de participantes do jantar.Auxiliares de Temer vão analisar se o clima na base para a votação da reforma melhorou em uma nova reunião, marcada para esta quarta-feira (6). Só então decidirão se vão ou não pautar a matéria ainda este ano, como desejava o Planalto. Com informações da Folhapress.

Quase 60% dos brasileiros são favoráveis ao aborto em caso de estupro

Mulheres protestam contra PEC 181 que pode criminalizar o aborto, na Avenida Paulista Rovena Rosa/Agência Brasil
Mulheres protestam contra PEC 181 que pode criminalizar o aborto, na Avenida Paulista Rovena Rosa/Agência Brasil

Uma pesquisa lançada nesta segunda-feira (4) aponta em quais casos o brasileiro é favorável ao aborto, ao ser confrontado com diferentes situações concretas vivenciadas pelas mulheres. Entre os entrevistados, 81% dos participantes da consulta afirmaram que concordavam com a interrupção em, ao menos, um dessas situações: em caso de uma gravidez não planejada; falta de condições para criar; no caso de meninas com até 14 anos; se o feto for diagnosticado com alguma doença grave ou incurável; se a mulher correr risco de vida ou caso ela tenha ficado grávida após ser vítima de um estupro.

Tendo em vista cada uma das situações, o maior índice de apoio à interrupção se dá quando a gravidez resulta de um estupro: 59% dos entrevistados se dizem “totalmente a favor”. Se a mulher correr risco de morte na gestação e/ou no parto, o índice passa para 48%. O número chega a 41% quando o feto for diagnosticado com alguma doença grave e incurável, como quando a mulher contrai zika durante a gestação, comprometendo o desenvolvimento neurológico do bebê.

Os percentuais de apoio diminuem nas situações em que se trata de meninas com até 14 anos grávidas (27%); se a família não tiver condições de criar (19%) e em caso de uma gravidez não planejada (11%). O maior índice de rejeição à interrupção é exatamente neste último caso: 66% se dizem “totalmente contra” o aborto quando a gravidez não é planejada.

Intitulada “Percepções sobre o aborto no Brasil”, a pesquisa foi realizada pelo Instituto Locomotiva e pela Agência Instituto Patrícia Galvão, em 12 regiões metropolitanas do Brasil, entre os dias 27 de outubro e 6 de novembro. Foram ouvidas 1.600 pessoas, entre homens e mulheres com 16 anos ou mais. O estudo indica que, quando as situações não são explicitadas, a maior parte das pessoas se diz contra o aborto. Questionados sobre “o quanto é a favor ou contra que as mulheres possam decidir por interromper a gravidez”, 62% dos participantes se disseram contrários; 26%, a favor; 10%, nem contra, nem a favor; e 2% não sabiam ou não responderam.

Contradições

O estudo revela que, entre aqueles que se disseram contrários ao aborto de uma forma geral, 75% são favoráveis a que a mulher possa interromper a gravidez em ao menos uma das situações listadas. A aparente contradição é, na opinião da diretora-executiva da Agência Patrícia Galvão, Jacira Melo, uma consequência da forma como o tema é tratado no Brasil. “Quando você coloca o aborto em determinadas situações muito reais e concretas, você vê que as respostas caminham para o lado da racionalidade, da realidade. A população demonstra mais flexibilidade, um olhar mais atencioso para o problema, que é um problema de saúde pública”, afirma.

A pesquisa aponta ainda uma relação entre a opinião sobre o aborto e a escolaridade do entrevistado. O número de pessoas favoráveis à interrupção da gravidez acompanha o crescimento do nível de escolaridade. Entre as que têm o ensino superior completo, 35% disseram ser favoráveis ao aborto. Já o grupo de pessoas que têm até o ensino fundamental completo é o que registra maior índice de rejeição à interrupção da gravidez: 67%.

Pessoas conhecidas

Um dado inédito trazido pela pesquisa aponta que 45% dos entrevistados conhecem uma mulher que realizou um aborto ou interrompeu a gravidez. Em números absolutos, o percentual corresponde a 72 milhões de brasileiros com mais de 16 anos. Do total, 25% afirmaram que a conhecida que interrompeu uma gravidez é uma pessoa próxima e 16% afirmaram não ser “uma mulher não tão próxima”.

Quando analisado o gênero dos entrevistados, a pesquisa conclui que mais mulheres do que homens afirmam conhecer alguém que já realizou um aborto. São 52% no caso das mulheres e 34% no dos homens. “Nós estamos falando exatamente dessa questão: ao pé do ouvido, as pessoas estão falando do tema do aborto, sobretudo as mulheres”, alerta Jacira. Para a diretora da Agência Patrícia Galvão, “se esse tema fosse mais debatido, menos interdito na sociedade, nós teríamos outra posição”.

Criminalização

A pesquisa também investigou a percepção das pessoas sobre a criminalização da prática do aborto. Questionados se “uma mulher que interrompe a gravidez intencionalmente deveria ir para a cadeia”, 50% concordam e 38% discordam. Porém, quando se trata de alguém próximo como uma amiga que tenha feito aborto, 47% das pessoas não fariam nada e somente 7% chamariam a polícia.

A abordagem policial da questão não é considerada a mais apropriada, na opinião da maior parte dos brasileiros. Cerca de 8 em cada 10 entrevistados afirmam que a discussão sobre aborto no Brasil é uma questão de saúde pública ou de direitos, enquanto apenas 1 em cada 10 acreditam que seria um “assunto de polícia”.

PEC 181

Atualmente em discussão na Câmara dos Deputados, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 181/2015, que tratava inicialmente da ampliação da licença-maternidade para mães com bebês prematuros, inclui dispositivos que podem abrir a possibilidade de proibir todas as formas de aborto no país, inclusive nos casos considerados legais atualmente, como o aborto. Inicialmente, o texto tratava somente da ampliação da licença-maternidade para mães com bebês prematuros

No Brasil, o aborto é legalmente permitido em três casos: quando não há meio de salvar a vida da mãe, quando a gravidez resulta de estupro e quando o feto é anencéfalo. De acordo com a Pesquisa Nacional do Aborto 2016, feita por pesquisadoras da Universidade de Brasília (UnB), apenas em 2015, 500 mil mulheres realizaram um aborto ilegal. O número pode ser maior, já que muitas pessoas praticam o aborto sozinhas e não comunicam o fato.

Helena Martins – Repórter da Agência Brasil

Sistema Arapuan se pronuncia sobre saída de Wellington Farias

 Jornalista Wellington Farias
Jornalista Wellington Farias

O Sistema Arapuan de Comunicação emitiu nota em que confirma o desligamento do jornalista Wellington Farias de seus quadros funcionais. Wellington fazia parte do casting da empresa e era comentarista do programa Rádio Verdade, ancorado pelos jornalistas Fabiano Gomes e Heron Cid, na Arapuan FM.

Leia a nota:

O Sistema Arapuan de Comunicação vem a público informar o desligamento do jornalista Wellington Farias, ao mesmo tempo em que agradece sua contribuição ao longo do período em que integrou os quadros funcionais desta empresa.

Paraiba.com.br

Petrobras reajusta preço do gás de cozinha em 8,9%

Reajuste entre em vigor nesta terça-feira.
Reajuste entre em vigor nesta terça-feira.

A Petrobras reajustou em 8,9%, em média, o preço do gás liquefeito de petróleo (GLP) para uso residencial, engarrafado pelas distribuidoras em botijões de até 13 quilos (kg). O reajuste do gás de cozinha entra em vigor à 0h desta terça-feira (5).

O aumento se deve principalmente à alta das cotações do produto nos mercados internacionais, que acompanha a alta do Brent, (petróleo cru), que indica a origem do óleo e o mercado onde ele é negociado, segundo a Petrobras.

O percentual anunciado de reajuste leva em contra preços praticados sem incidência de tributos. Se for integralmente repassado ao consumidor, a Petrobras estima que o preço do botijão de gás de cozinha de 13 kg deve subir, em média, 4%, ou cerca de R$ 2,53 por botijão, isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos.

Em nota, o Sindicato das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) afirma que o reajuste anunciado pela Petrobras ainda deixa o preço dos botijões de cozinha de 13kg cerca de 1,3% abaixo do preço de paridade internacional.

Confraternização Hulk terá Wesley Safadão, Xandi Avião, Gabriel Diniz e Gustavo Lima

O jogador paraibano Hulk, do Shanghai SIPG, está de férias na Paraíba e deve passar uns dias curtindo a sua terra.

Neste domingo (3), o campinense postou uma imagem em um carrão de luxo no Instagram e ao mesmo tempo acrescentou a  postagem uma a letra da música ‘Perserverança’ de Xande de Pilares como mensagens para seus amigos e conterrâneos.

“Só Deus sabe o quanto sofri pra chegar onde estou

Me lembro que comi o pão que o inimigo amassou

Vaguei por aí sem destino, nessa longa estrada

Bati muitas vezes e as portas estavam fechadas

 Era dia e noite

E eu entrava pela madrugada

Correndo atrás dos meus sonhos

Jamais me entregava

 Subi o morro muitas vezes

Me perdi pelas vielas

Meu cavaco e meu samba

Eram as armas que eu tinha nas mãos

Fui à luta, eu venci,

Hoje o samba é o meu ganha pão

 O meu sacrifício valeu pra vencer

É preciso lutar

Quem fala só de derrota

A vitória não alcançará

 Nunca deixei de ajudar um amigo

Além de quem sempre fechou comigo

Faço o que posso, só peço pra me entender

 Que a vida não é mais como era antes

São compromissos a quase a todo instante

Mas meu povo jamais eu vou esquecer (pode crer)

 Que a fama não subiu à minha cabeça

Quem pensa assim, melhor que me esqueça

O olho grande, vai ser ruim de me pegar (me pegar)

Meu Deus ele é forte nele eu tenho fé

Eu nunca vou remar contra a maré

Quem planta o bem, o bem sempre colherá!

No próximo dia 20, o atleta promove uma feijoada  para os amigos no Lovina, em João Pessoa.

Para animar a festa foram convidados Wesley Safadão, Xandi Avião, Gabriel Diniz e Gustavo Lima.

Mais PB

Zilu Camargo curte dia na piscina após boato de traição e fim do noivado

O domingo (3) foi de tranquilidade para Zilu Camargo. No Instagram, a ex-mulher do cantor Zezé Di Camargo apareceu só de biquíni na piscina

“Passei o dia renovando minhas energias em contato com o sol e admirando essa linda paisagem!!! Agora sim estou pronta para dar inicio a essa semana super especial”, escreveu ela na legenda.

Instagram Zilu Camargo

Nos comentários, os fãs se impressionaram com a boa forma da empresária de 57 anos. “Maravilhosa! Olha esse corpo! Incrível”, elogiou uma. “Tá com tudo, hein, Zilu? Dando banho nas novinhas”, disse outro. “E tem homem que tem coragem de largar tudo isso. O povo é mesmo louco”, alfinetou mais uma.

Recentemente, Zilu e seu noivo, Marco Antonio Teles, deixaram seus seguidores em dúvida ao aparecerem sem suas alianças  em fotos nas redes sociais. Ela postou uma imagem exibindo seu look para um evento sem o anel, assim como o empresário, que publicou um clique depois de malhar.

Não demorou muito para surgirem diversos comentários questionando os dois. “Cadê a aliança?”, perguntaram alguns seguidores. “Terminaram?”, quis saber outro. “Mal começou, já acabou”, supôs mais um.

Porém, Marco fez um post se declarando para a amada horas depois de surgirem boatos sobre um suposto rompimento do noivado. “Com meu amor”, escreveu ele, que acrescentou ainda a hashtag “blindado por Deus”, numa clara referência ao falatório.

UOL

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