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Governo apresenta nova proposta para reforma da Previdência

Michel Temer © Adriano Machado/Reuters
Presidente Michel Temer © Foto: Adriano Machado/Reuters

Depois de uma série de idas e vindas, a versão final -ao menos até o Carnaval- da reforma da Previdência foi apresentada nesta quarta-feira (7).

O texto foi redigido pelo relator da PEC (proposta de emenda à Constituição), Arthur Maia (PPS-BA), mas apresentado pelo líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).

Como Maia já havia antecipado na terça-feira (6), o texto traz apenas uma alteração prática em relação à versão que havia sido divulgada no final do ano passado.

Para cumprir a promessa feita pelo governo, retirou-se oficialmente qualquer menção à aposentadoria de trabalhadores rurais, medida que já havia sido anunciada no fim de 2017.

Para conquistar alguns votos da bancada da bala, foi incluído o pagamento integral da pensão para viúvos e viúvas de policiais mortos em combate.

No entanto, como a aposentadoria de militares não está sendo tratada nesta PEC, a medida não inclui, por exemplo, os policiais militares.

A alteração contempla apenas, segundo o relator, policiais civis, federais, rodoviários federais e legislativos. Com isso, parte deles poderá, inclusive, furar o teto previdenciário de R$ 5.645,80.

“Achamos muito significativo, simbólico mesmo, fazer esta concessão às famílias dos policiais que venham a morrer em combate”, afirmou Arthur Maia.

O relator não soube informar o número de policiais mortos em serviço nem o impacto financeiro da nova regra, mas disse que o custo não é “significativo”.

MUDANÇAS DE FORA

O relator estava sendo pressionado também pelos servidores públicos, que queria uma regra de transição para se aposentar.

No entanto, os articuladores políticos do governo viram que a alteração não traria votos a mais a favor da reforma e a mudança ficou de fora.

“Pode haver modificações no plenário. Mas só devemos fazer modificações que tenham resultado em votos”, disse o relator da reforma, explicando que outras alterações podem ser feitas em plenário e ressaltando que uma reforma “muito profunda” não passaria na Câmara.

Pelo calendário estipulado pelo governo e pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a discussão da PEC começa no dia 19, logo após o Carnaval. A intenção é começar a votar no dia seguinte.

A ideia é tentar liquidar o assunto até o fim de fevereiro. Caso não haja votos suficientes para aprovar, Rodrigo Maia não quer nem levar o texto a plenário e pretende engavetá-lo.

“A partir de agora, o texto está colocado e passa a estar em discussão. O governo, de sua parte, vai cumprir o calendário que foi estipulado como forma de enfrentar este tema, até 28 de fevereiro”, afirmou o líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro.

Para aprovar a reforma da Previdência na Câmara, o governo precisa conseguir, no mínimo, 308 votos favoráveis em duas votações. Hoje, governistas reconhecem ter menos de 270.

Ribeiro disse não ter ideia de quantos votos as alterações trarão, mas afirmou acreditar que o cenário melhorará. Para isso, o novo texto está sendo encaminhado ao gabinete de cada deputado.

“Jogar a toalha seria um ato de covardia”, disse Arthur Maia.

No entanto, nos bastidores, o Palácio do Planalto e o comando da Câmara sabem que as chances de se aprovar a reforma são mínimas e ambos já preparam, inclusive, discursos para o eventual engavetamento nova Previdência. Com informações da Folhapress.

Faculdade mantém aulas mesmo após STF determinar paralisação

A Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA) emitiu uma nota oficial nesta quarta-feira (7), após o STF pedir a paralisação das atividades da instituição. Segundo a faculdade particular, as aulas serão mantidas porque a decisão do ministro foi monocrática, passível de recurso. De acordo com o Ministério Público Federal, autor do pedido, a universidade só deveria ter seu campo de atuação circunscrito ao Ceará, estado que está habilitada.

“Os departamentos jurídicos da UVA e da Unavida estão trabalhando para reverter a decisão do ministro. As atividades continuarão funcionando normalmente: aulas, atendimentos e outros procedimentos. A decisão do ministro também não atinge diplomas e certificados já concedidos e a conceder, bem como as situações já em curso”, diz a nota.

No parecer, o MPF também tinha pedido a anulação de todos os diplomas, certificados e demais títulos atribuídos pela universidade aos seus alunos, desde o início da parceria UVA/Unavida, mas o ministro não acatou.

Entenda o caso

O Supremo Tribunal Federal publicou, nessa terça-feira (6), uma decisão que pedia suspensão das atividades da UVA, na Paraíba, que funciona nas cidades de João Pessoa, Campina Grande, Monteiro, Pedras de Fogo, Umbuzeiro, Patos e Mamanguape. O parecer foi assinado pelo ministro Luiz Fux, que acatou o pedido do Ministério Público Federal.

Na resolução, divulgada no diário eletrônico dessa terça (6), a UVA deveria se abster de ministrar cursos superiores, sob qualquer denominação, isoladamente ou em parceria com outras instituições, no Estado da Paraíba, até que haja autorização legítima formal para tanto.

Para o MPF, a universidade só deveria ter seu campo de atuação circunscrito ao Ceará, estado que está habilitada.

Por Isis Vilarim, do Portal Correio

TJPB garante isenção de ICMS para aquisição de veículo a pessoa com deficiência

O Tribunal de Justiça da Paraíba suspendeu o ato da Secretaria da Receita do Estado da Paraíba que indeferiu a concessão de isenção de ICMS para aquisição de veículo automotor. Mesmo tendo apresentado provas técnicas que comprovavam sua deficiência física, a autora da ação teve seu direito negado, sob justificativa de ‘inconsistência nos laudos’. Ao deferir o pedido de liminar, o juiz convocado Aluízio Bezerra Filho argumentou que a aprovação de isenção do IPI pela Receita Federal do Brasil já é suficiente para reconhecer a condição de deficiência, conforme Decreto nº 33.616, de 14 de dezembro de 2012.

O magistrado deferiu a liminar no Mandado de Segurança (MS) nº 0803605-34.2017.815.0000 para autorizar a obtenção do ICMS pela impetrante, sob pena de multa diária no valor de mil reais até o limite de R$ 10 mil. Também determinou que a Secretaria seja notificada para prestar informações, no prazo de 10 dias. A decisão ocorreu nessa terça-feira (6).

No MS, a impetrante relatou que é portadora de deficiência física e, por esta razão, em junho de 2016, se submeteu à junta médica do Departamento Estadual de Trânsito (Detran – PB), a fim de obter a isenção do ICMS, em conformidade com o Decreto nº 33.616, recebendo parecer de que está definitivamente inapta para dirigir veículos convencionais, em razão de ser ‘portadora de Discopatia Cervico-lombar associada à Protusão, que evolui com limitação funcional para os membros superiores’, conforme laudos anexados ao processo.

A impetrante alegou, ainda, que a conclusão foi referendada pela junta médica do Sistema Único de Saúde (SUS), através de perícia, cujo laudo foi apresentado à Receita Federal do Brasil, que já havia concedido autorização para a compra do veículo com a isenção do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Ao deferir a liminar, o relator afirmou que estão presentes os requisitos para autorização da medida: A ‘fumaça do bom direito’ – vislumbrada, a partir da documentação levantada na peça inicial, com provas pré-constituídas (laudos técnicos) – e o ‘perigo da demora’ – pois, se não suspenso o ato da Secretaria de Estado, será grave para a impetrante, que não tem condições de dirigir veículos convencionais, tendo em vista a limitação motora dos membros superiores.

Quanto à justificativa de ‘inconsistência nos laudos’, apresentada pelo subgerente da Secretaria da Receita do Estado, o juiz Aluízio Bezerra explicou que, diante da documentação apresentada pela junta médica, não é admissível que um despacho executivo venha a restringir a aplicação da norma. Expôs, ainda, que, a comprovação da deficiência, exigida para a concessão de isenção do ICMS, pode ser substituída por cópia autenticada do laudo apresentado à Secretaria da Receita Federal do Brasil para a concessão de isenção do IPI.

Por Gabriela Parente, do TJPB

Salário mínimo ideal deveria ser R$ 3.752,65, diz Dieese

Uma estimativa do Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos) divulgada nesta quarta-feira (7) revela que o salário mínimo ideal deveria ter sido R$ 3.752,65 em janeiro.

O valor é 3,93 vezes o salário mínimo em vigor no último mês. A estimativa leva em conta os custos com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e Previdência Social.

Dado Dolabella pode ficar até dois meses preso se não pagar pensão

© Divulgação
© Divulgação

Dado Dolabella, 37, pode ficar até dois meses na cadeia se não pagar a pensão alimentícia ao filho, fruto do relacionamento com Fabiana Vasconcelos Neves.

O artista foi preso nesta segunda (5) por policiais civis na região de Moema, zona sul de São Paulo, quando deixava o apartamento de um amigo. Ele foi levado ao 5º DP (Aclimação). Na madrugada de terça (6), Dolabella foi levado ao IML (Instituto Médico Legal) e transferido ao 33º DP (Pirituba), onde permanece preso.

Segundo a polícia, o ator não pode pagar fiança para ser liberado e ficará detido por dois meses caso não pague R$ 196 mil de pensão atrasada. Dolabella também pode fazer um acordo na justiça com a mãe da criança para ser liberado.

O ator justificou a falta de pagamento dizendo que o valor da pensão está errado e de acordo com um salário que ele não recebe mais. “Os advogados vão recorrer. Eu queria dar muito mais para o meu filho. Que pai não quer?”, disse em entrevista ao telejornal “Hora 1” (Globo).

Esta não é a primeira vez que o artista é preso pela mesma dívida com a mãe da criança. Em agosto de 2017, ele foi preso no Rio de Janeiro por não pagar mais de R$ 190 mil em pensão atrasada, mas foi liberado no dia seguinte.

Dolabella é pai de três filhos, fruto dos seus relacionamentos com a produtora Juliana Wolfer, a publicitária Viviane Sarahyba e Fabiana Vasconcelos Neves, que agora cobra o pagamento das pensões atrasadas. Com informações da Folhapress.

São Paulo confirma acerto com Valdívia até o fim do ano

A contratação era uma solicitação do treinador Dorival Júnior
A contratação era uma solicitação do treinador Dorival Júnior

O São Paulo anunciou nesta quarta-feira (7), via Twitter, o sexto reforço para a temporada. Emprestado pelo Internacional, Valdívia assinou com o clube tricolor até o fim desta temporada.

O meia-atacante estava no Atlético-MG, clube com o qual tinha vínculo até maio, mas não era regularmente utilizado e foi liberado para negociar com os paulistas. Por isso, a operação não teve custo para o São Paulo, que vai ter de desembolsar R$ 250 mil de salário para o jogador.

A contratação era uma solicitação do treinador Dorival Júnior, que enxergava a necessidade de o elenco contar com mais um atleta de velocidade que atue pelas beiradas do campo. Após a vitória sobre o Botafogo, no último sábado (3), o técnico já elogiou o reforço.

O jogador, de 23 anos, sofreu uma lesão quando defendia a seleção olímpica e estava no auge da carreira, pelo Internacional, em 2015. Por isso, precisou ser submetido a uma cirurgia no joelho esquerdo.

Depois, teve dificuldade para engatar uma sequência boa de jogos. Pelo Atlético-MG, em 2017, ele disputou 31 jogos e marcou dois gols, sendo criticado pelo público e até mesmo não relacionado para alguns confrontos neste início de temporada.

Aprovado nos exames médicos realizados no último sábado, ele deve integrar o elenco nesta semana e estar apto para estrear após o Carnaval. Além de Valdívia, o São Paulo contratou para esta temporada o goleiro Jean, o zagueiro Anderson Martins, o meia Nenê, e os atacantes Diego Souza e Tréllez. Com informações da Folhapress.

Contra direito internacional, Irã executa 3 menores de idade

Os três infratores foram condenados por assassinato e executados em desacordo com tratados internacionais de proteção aos direitos humanos assinados pelo país.

Amirhossein Pourjafar foi executado no dia 4 de janeiro em uma prisão na região metropolitana da cidade de Karaj, acusado de estuprar e assassinar uma garota de 3 anos.

As outras duas execuções foram levadas a cabo no dia 30 de janeiro: a de Mahboubeh Mofidi, condenada por assassinar o marido (com o qual tinha sido obrigada a se casar quando tinha 13 anos) e a de Ali Kazemi, que teria matado um rival em uma briga de rua.

A Sociedade de Estudantes contra a Pobreza, uma organização não-governamental que trabalha para proteger os direitos dos menores iranianos, tentou impedir a execução de Kazemi. A Sociedade alegou que as autoridades prometeram suspender a execução e a Anistia Internacional informou que as autoridades da prisão disseram à família de Kazemi que ele estava vivo e que a execução não seria realizada. A informação se provou falsa dias depois.

“O Irã parece tentar eliminar qualquer impressão positiva obtida de reformas modestas”, disse Sarah Leah Whitson, diretora do HRW no Oriente Médio, em um comunicado.

Desde a eleição do presidente reformista, Hassan Rouhani em 2013, o Irã decretou algumas reformas sociais, incluindo uma emenda de código penal de 2013 que proíbe a execução de menores infratores por crimes menores, como tráfico de drogas.

Para crimes mais graves, a reforma deixa a pena de morte ao critério do juiz, embora proíbe a sentença de morte a um jovem que não compreenda a natureza e as consequências do crime. Isso não impediu que pelo menos 25 pessoas tenham sido executadas entre 2014 e 2017 como resultado de crimes cometidos como menores.

Tratados ignorados

Apenas quatro países do mundo executaram infratores menores nos últimos quatro anos: Irã, Paquistão, Arábia Saudita e Iêmen. Gaza também realizou execuções, embora não entre na conta por ser um território palestino autônomo.

Todos os quatro países são signatários da Convenção sobre os Direitos da Criança (CRC), um tratado de 1990 que proíbe a pena capital para menores. Todos os membros da ONU, salvo nos EUA, ratificaram o CRC.

O Irã, o Paquistão e o Iêmen também são partes no Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos (ICCPR), um tratado de 1976 ratificado por 169 países que garante numerosos direitos humanos, incluindo o uso da pena de morte para jovens e mulheres grávidas. Os iranianos ocuparam o 2º lugar na lista dos que mais utilizaram a pena de morte no ano passado, somando 525 execuções. A China lidera o ranking, com 1551 pessoas executadas em 2017. Com informações do Sputnik News. 

Polícias prendem 15 pessoas na Operação Pororoca no Vale do Mamanguape

Central de Polícia Civil de João Pessoa
Central de Polícia Civil, em João Pessoa

As Polícias Civil e Militar da Paraíba prenderam, na manhã desta quarta-feira (7), 15 pessoas suspeitas de integrarem organizações criminosas envolvidas com o tráfico de drogas na região do Vale do Mamanguape. Foram apreendidos ainda aproximadamente 25 quilos de drogas e armas.

A Operação Pororoca contou com 110 policiais, entre civis e militares, e ocorreu nas cidades de Mamanguape, Itapororoca e Rio Tinto. De acordo com o delegado da 7ª Seccional, com sede em Mamanguape, Walter Brandão, as prisões foram realizadas após seis meses de investigação. “Fizemos um mapeamento de como grupos criminosos agiam na Região do Vale do Mamanguape e começamos a realizar prisões em flagrante durante o ano passado. E hoje, com a Operação, desarticulamos dois grupos que agiam em toda a região coordenando o tráfico de drogas, realizando homicídios e ainda assaltos”, disse a autoridade policial.

Ao todo, ao longo da investigação, já foram presas 26 pessoas e ainda 22 mandados de prisão cumpridos. Os presos foram levados para a Central de Polícia Civil de João Pessoa, onde foram autuados e em seguida ficarão à disposição da Justiça.

Assista reportagem: 

Polícia Rodoviária inicia sexta-feira Operação Carnaval em todo o país

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) inicia nesta sexta-feira (9) o a Operação Carnaval 2018, com o objetivo de proporcionar mais segurança aos usuários das rodovias federais, coibir a prática de infrações graves e reduzir os acidentes neste período. A operação vai até a Quarta-Feira de Cinzas (14).

A ação é mais uma etapa da Operação RodoVida, que começou no dia 22 de dezembro e se encerra no domingo seguinte ao carnaval, dia 18.

Segundo a PRF, o carnaval é uma das épocas mais críticas do ano, porque aumenta o fluxo de veículos nas estadas, bem como o número de casos de desrespeito às normas de trânsito e o uso abusivo de álcool pelos motoristas. Durante a operação, a PRF intensificará as ações para reprimir casos de embriaguez ao volante, ultrapassagens perigosas, excesso de velocidade. Os agentes da PRF verificarão também a falta de equipamentos de segurança, como cadeirinhas para crianças. Serão usados radares portáteis, etilômetros (bafômetros), viaturas operacionais, motocicletas e helicópteros.

A fiscalização será reforçada em pontos considerados críticos. Segundo a PRF, um levantamento estatístico relativo a acidentes graves durante o carnaval mostra que os estados da Bahia, de Minas Gerais e de Santa Catarina responderam por 29,64% do total de casos desse tipo ocorridos no período nos últimos cinco anos e têm os trechos mais violentos para esta época. A estratégia da PRF é oferecer reforço concentrado no policiamento preventivo em locais e horários de maior incidência de acidentes graves e de criminalidade e diminuir o fluxo dos veículos de carga.

A corporação lembra que os motoristas devem levar em consideração recomendações básicas, como checar as condições dos pneus, do estepe e dos faróis do veículo antes de pegar a estrada. A viagem só deve ser iniciada  quando o condutor estiver descansado e este tem de respeitar a sinalização e dirigir com cuidado e paciência para chegar ao destino com tranquilidade para aproveitar o feriadão.

Carnaval 2017

No carnaval do ano passado, a Polícia Rodoviária Federal registrou 1.696 acidentes de trânsito nas rodovias federais, dos quais 323 foram considerados graves. Houve 140 mortes. Foram fiscalizadas 222.801 pessoas em 205.137 veículos. Os 98.920 testes por etilômetro resultaram em 2.019 pessoas multadas e 214 presas. A PRF flagrou 108.267 motoristas trafegando acima da velocidade máxima, fez quase 12 mil registros de ultrapassagens indevidas e constatou que quase 6 mil viajavam sem o cinto de segurança. Oitocentas pessoas foram presas por diversos crimes, e a PRF tirou de circulação 1,5 tonelada de maconha e quase 50 quilos de cocaína.

Com informações da Polícia Rodoviária Federal

Marcação: projeto “Eu Amo Vida” mobiliza população para ações sociais

Voluntários do projeto Eu Amo Vida.
Voluntários do projeto Eu Amo Vida.

O Projeto “Eu Amo Vida” representado por um grupo de amigos do Vale do Mamanguape, avaliou como positivo a participação da população dos municípios de Baía da Traição e Marcação, na mobilização para coleta de sangue, e a arrecadação pacotes de fraldas e alimentos para instituição de caridade de João Pessoa.

O projeto tem se expandido e alcançado outros lugares no mapa da Paraíba. E neste ano, foi à vez do evento ser sediado na cidade de Marcação, em parceria com a cidade de Baía da Traição.

Eduarda é uma das coordenadoras do Projeto Eu Amo Vida.

Segundo uma das voluntárias, a estudante Eduarda de Marcação, só no último sábado (3), foram 84 pacotes de fraldas, e mais 73 cestas básicas adquiridas junto à população. Uma equipe de profissionais do Hemocentro da Capital se deslocou até o município de Marcação, onde realizou a coleta de sangue na Escola Raimunda Soares.  

“O Eu Amo Vida é um projeto criado por dois jovens após a perda de uma amiga para o câncer. A história deste tem sido baseada em campanhas anuais que desejam levar pessoas a fazer o bem. Através das arrecadações e doações de donativos, o nosso ideal é demonstrar amor à vida prestando assistência às necessidades que existem na vida do outro”, informou Eduarda.

Ouça entrevista completa com uma das coordenadoras do projeto, Eduarda: 

O projeto conta hoje com cerca de 50 voluntários, que um dia se tornará uma ‘Organização sem Fins Lucrativos’.

“Os voluntários se reuniram para fazer as últimas arrecadações e também uma manifestação pública de amor à vida. O Eu Amo Vida é custeado exclusivamente através das vendas das camisas e todos os serviços são voluntários, sendo a generosidade o que move a ação do bem que cresce à luz do amor”, explicou.

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