Revelado pelo Cricúma-SC em 2005 e contratado no mesmo ano pelo Santos, Saulo Squarsone Rodrigues dos Santos, ou simplesmente Saulo, chega para ser o novo goleiro do Belo.
Aos 32 anos, o arqueiro vem para se juntar a Edson, Remerson e João Manuel na disputa da vaga pela titularidade na meta do time da estrela vermelha.
A contratação vinha sendo especulada durante toda segunda-feira, e foi confirmada na manhã da terça (20), pela diretoria do clube.
Apesar de contar com a confiança da diretoria, Edson, que vinha sendo titular até se lesionar antes do Clássico Tradição do domingo passado, em que o Botafogo-PB venceu o Treze por 4 a 2, não vinha passando segurança em suas atuações, e o clube correu atrás de um jogador mais experiente para assumir o gol botafoguense.
Um fato marcante na carreira do arqueiro, não pelo lado positivo, é que Saulo era goleiro do Santos na goleada sofrida para o Corinthians por 7 a 1, no Brasileiro de 2005, ainda no início de sua carreira
O goleiro já teve passagem pelo futebol italiano, tendo defendido a Udinese. No Brasil, ainda passou por Ituano-SP, Guaratinguetá-SP, Bonsucesso-RJ, Santo André-SP, São Caetano-SP, Red Bull-SP e Figueirense-SC, seu último clube.
Na quarta-feira (21), o Belo recebe o Atlético-MG, pela segunda fase da Copa do Brasil, no Almeidão, às 21h45.
A deputada Daniella Ribeiro (PP) avaliou durante entrevista ao PBVale, a expectativa para o início dos trabalhos legislativos neste ano 2018. Ainda segundo a parlamentar, em relação a definição do nome das oposições, Ribeiro defendeu que o nome seja definido o mais rápido possível.
Rio de Janeiro não está entre as 30 cidades mais violentas do Brasil.
Rio de Janeiro não está entre as 30 cidades mais violentas do Brasil.
Diante da intervenção federal na segurança pública do estado do Rio de Janeiro anunciada por Michel Temer na sexta-feira (16), é bom lembrar que o território fluminense não tem cidade alguma entre as 30 mais violentas do Brasil, conforme ranking formulado pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública com dados de 2015 e divulgado em junho do ano passado.
O município de Altamira, no Pará, ocupa a primeira posição o ranking dos municípios mais violentos do Brasil, com taxa de 107 mortes para cada 100 mil habitantes, seguido por Lauro de Freitas (BA), com 97.7/100 mil, e por Nossa Senhora do Socorro, em Sergipe, com 96,4/100 mil.
Entre as capitais, o primeiro lugar é de Fortaleza, em 13º na lista, com taxa de 78,1/100 mil.
O desembargador Saulo Benevides, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), concedeu liminar favorável à Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA) suspendendo a cobrança de R$ 0,03 por cada documento fiscal eletrônico emitido pelos estabelecimentos comerciais paraibanos.
A decisão aconteceu na semana passada e atende a uma Ação Direta de Inconstitucionalidade – com pedido de medida cautelar – contra a Lei Estadual, que instituiu a cobrança da Taxa de Fiscalização e Utilização de Serviços Públicos, gerada pela autorização de emissão de Nota Fiscal Eletrônica dos contribuintes de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviço).
Saulo Benevides entende que há indícios de inconstitucionalidade da lei a partir do momento em que a cobrança da taxa, que é trimestral, gera arrecadação de impostos em favor do Estado. “A emissão de guia de recolhimento de tributos é de interesse exclusivo da Administração, sendo mero instrumento de arrecadação, não envolvendo a prestação de um serviço público ao contribuinte.”
Citando uma ação semelhante na cidade mineira de Ouro Preto, o desembargador alega em seu voto que para o ministro Dias Toffoli, “o tema reclama o reconhecimento da repercussão geral, tendo em vista a necessidade de o STF – Supremo Tribunal Federal reiterar aos entes da federação seu entendimento acerca da taxa. Segundo esse entendimento, a emissão de guia de recolhimento de tributos é de interesse exclusivo da Administração e constitui um instrumento usado na arrecadação.”
“Em suma, na decisão tomada por maioria no Plenário do STF, foi reconhecida a repercussão geral da matéria e reafirmada a jurisprudência da Corte no sentido da inconstitucionalidade da instituição de taxas por emissão ou remessa de carnês e guias de recolhimento de tributos.”
O desembargador determina ainda a notificação do Estado da Paraíba, através do seu governador, e a notificação da Assembleia Legislativa, na pessoa do seu presidente, para prestar informações, no prazo de 30 dias, bem como a citação do Procurador-Geral do Estado, com prazo de 40 dias, para também prestar informações sobre a lei e seus efeitos.
Para o presidente do Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação de João Pessoa (SEHA-JP), Graco Parente, a decisão do TJPB é histórica e trata-se de uma grande vitória em benefício do segmento que envolve todos os empresários da área comercial da Paraíba.
Para Graco Parente, o aumento do custo para os empresários já é muito grande e o setor não suporta mais nenhum acréscimo de impostos no caixa. “Muitos empresários estão fechando as portas por conta disso. O custo Brasil está muito elevado, muito alto e, acima de tudo, essa medida vai de encontro com o empreendedorismo. Temos que buscar mecanismos de fomentar e não de destruir os investimentos empresariais”, adverte Graco.
O filho da vereadora Selma Pereira da Silva e funcionário da Prefeitura de Serraria, no Brejo paraibano, Auricélio de Gois Pereira da Silva, está entre os beneficiários do Programa Bolsa Família. De acordo com dados do portal da Transparência, do governo federal, ele teria recebido a quantia de R$ 3.048 ao longo do ano passado. Auricélio é funcionário lotado na Secretaria de Educação do município, e recebe quase R$ 1,8 mil por mês. A informação está disponibilizada no portal Sagres, do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB).
Em contato com o Portal Correio, a vereadora Selma confirmou que o filho ocupa um cargo comissionado na prefeitura e é inscrito no programa Bolsa Família, mas garantiu que o cartão para sacar o benefício está com a ex-sogra dele para ajudar nas despesas com a criação de três filhos.
A parlamentar disse que à época da inscrição no Bolsa Família, Auricélio não tinha emprego. Segundo ela, há aproximadamente quatro anos o filho separou-se da esposa e durante uma audiência na promotoria de Justiça da cidade, teria ficado acertado que o cartão do programa seria entregue a avó materna dos filhos. “Ele é pai de três filhos, necessitava do programa, mas quando houve a separação ele procurou saber a quem entregaria o benefício e o promotor chamou a avó materna e entregou o cartão a ela”, disse.
Segundo Selma, como o cartão do Bolsa Família está em poder da ex-sogra, Auricélio nunca fez nenhum tipo de recadastramento para atualizar os dados no programa. Ela garantiu que vai procurar novamente a promotoria da cidade para resolver essa situação.
A vereadora disse desconhecer de onde teria partido a denúncia, mas garantiu que isso se deve “ciumeira de município pequeno”. Ela também vai pedir para que a prefeitura investigue o caso para descobrir se as informações teriam sido vazadas da Secretaria de Ação Social. “Se a informação partiu de dentro da secretaria, porque não avisaram?. Eu não sabia, sou inocente, eu morria e não sabia, mas agora vamos resolver”, arrematou.
Regras para ter acesso ao Bolsa Família
A população alvo do programa é constituída por famílias em situação de pobreza ou extrema pobreza. São consideradas extremamente pobres, as famílias cuja renda mensal seja de até R$ 85 por pessoa. Já as pobres, as que possuem renda entre R$ 85,01 e R$ 170 por pessoa. As famílias pobres podem participar do programa, desde que tenham em sua composição gestantes e crianças ou adolescentes com idade entre 0 e 17 anos.
Para se candidatar ao programa, é necessário que a família esteja inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, com seus dados atualizados há menos de 2 anos.
Foi protocolado no Senado, na manhã de hoje (20), o projeto de decreto legislativo (PDC 88/18), que trata da intervenção na segurança pública do Estado do Rio de Janeiro. A matéria foi aprovada por 340 votos favoráveis, 72 contrários e uma abstenção nesta madrugada pela Câmara dos Deputados. A sessão que vai analisar a proposta no Senado foi convocada para as 18h.
O decreto terá impacto na tramitação de propostas de emenda à Constituição (PECs), que, segundo já adiantou o presidente do Senado, Eunício Oliveira, vão ficar paralisadas enquanto durar a intervenção federal. “Enquanto perdurar a intervenção no estado do Rio de Janeiro, eu, Eunício Oliveira, presidente do Senado e do Congresso Nacional, não darei tramitação a nenhuma medida de mudança na Constituição, caso contrário eu estaria descumprindo a Constituição brasileira, que eu jurei cumprir. Não tramitará nenhuma mudança à Constituição do país”, afirmou o presidente do Senado.
Ainda segundo Eunício, que também preside os trabalhos do Congresso Nacional, são cerca de 190 as PECs que tramitam atualmente no Senado ou na Câmara.
Prefeito de Rio Tinto acompanhou lançamento do "Mais Trabalho 2".
Prefeito de Rio Tinto acompanhou lançamento do “Mais Trabalho 2”.
O prefeito de Rio Tinto, Fernando Naia, confirmou a conquista de R$ 1 milhão de reais junto ao Governo do Estado para a construção de uma escola, para a zona rural do município. A unidade escolar deverá contar com seis salas de aulas, mais laboratórios de informática e matemática.
O prefeito trouxe ‘a boa nova’ para Rio Tinto após participar com o governador Ricardo Coutinho, do lançamento do programa de investimentos, “Mais Trabalho 2”, no palácio do governo, na Capital.
O Mais Trabalho 2 representa um investimento de aproximadamente R$ 210 milhões em mais de 90 obras que vão proporcionar melhorias na qualidade de vida da população paraibana.
Na oportunidade, o governador também fez um balanço das ações do Mais Trabalho 1, lançado no ano passado.
Depois de mais de 6 horas de discussão, a Câmara dos Deputados confirmou, na madrugada desta terça-feira (20), a intervenção federal na segurança pública do estado do Rio de Janeiro. O decreto assinado pelo presidente Michel Temer teve 340 votos favoráveis, 72 votos contrários e 1 abstenção. O texto segue agora para o Senado Federal na forma do Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 886/18.
A relatora da proposta, deputada Laura Carneiro (PMDB-RJ), incluiu duas sugestões ao Poder Executivo em seu parecer. Ela pediu que o governo federal apresente recursos federais em caráter continuado, a serem usados na segurança pública e nas áreas de assistência social.
A deputada também sugere que o Poder Executivo regulamente o poder de polícia das Forças Armadas e estabeleça diálogos com o Ministério Público e com o Judiciário para o controle externo da operação. Os dois pedidos foram feitos na forma de indicação, que são opinativos e não vinculam a atuação do Executivo federal, já que não é possível apresentar emendas ao decreto de intervenção.
A questão do financiamento foi ressaltada por Laura Carneiro. Ela afirmou que o governo do estado do Rio de Janeiro não tem recursos para custear a intervenção. “Durante dez meses, seriam necessários cerca de R$ 250 milhões adicionais para custeio e investimento das ações de intervenção, recursos de que o estado do Rio de Janeiro não dispõe”, esclareceu a deputada.
Interventor
O decreto assinado pelo presidente Michel Temer estabelece intervenção federal até o dia 31 de dezembro de 2018 com o objetivo de acabar com o grave comprometimento da ordem pública do estado do Rio de Janeiro. Para comandar a operação, foi designado como interventor o general Walter Souza Braga Netto.
O interventor será subordinado ao presidente da República e não estará sujeito às normas estaduais que conflitarem com as medidas necessárias à execução da intervenção, podendo requisitar os recursos financeiros, tecnológicos, estruturais e humanos do estado necessários ao objetivo.
O general comandará todas as polícias do estado (civil, militar e Corpo de Bombeiros) e poderá requisitar ainda os bens, serviços e servidores dos órgãos estaduais, como a Secretaria de Segurança e a Secretaria de Administração Penitenciária para emprego nas ações determinadas pelo interventor.
As demais atribuições do estado continuam sob o poder do governador Luiz Fernando Pezão. Segundo o decreto, a intervenção tem o objetivo de acabar com o “grave comprometimento da ordem pública no estado”.
Crime organizado
A relatora destacou que, apesar de o Rio de Janeiro não ser a unidade federativa com maiores índices de violência, é a cidade com maior número de tiroteios – que impedem a circulação da população. Laura Carneiro ressaltou que a existência de zonas com a ausência do Estado também é fator determinante para o apoio à intervenção.
“Ao contrário do que acontece em outros estados, nos quais grande parte dos crimes violentos é pulverizada, no Rio de Janeiro estabeleceu-se zonas de controle bem delimitadas, onde o Estado não entra e que chegam a dar lugar a disputas territoriais entre quadrilhas rivais”, disse a deputada.
Laura Carneiro também chamou a atenção para os tiroteios que ocorrem à luz do dia no Rio de Janeiro. “Chegamos à triste marca de 450 tiroteios em 50 dias. Existe algum outro estado do Brasil que possuiu aplicativos de celular para saber onde há tiroteio? ”, questionou.
Emendas à Constituição
Como determina a Constituição Federal, o Congresso não poderá emendar o texto constitucional durante o período da intervenção. Com isso, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, já confirmou que não será possível votar a PEC da Reforma da Previdência ou qualquer outra PEC durante a vigência da intervenção.
Quanto à tramitação, embora o presidente do Senado, Eunício Oliveira, tenha suspendido naquela Casa qualquer andamento de propostas de emenda à Constituição, Maia ficou de dar uma resposta em breve a questões de ordem formuladas nesse sentido.
Governador fez pronunciamento no lançamento do Programa Mais Trabalho 2.
O governador Ricardo Coutinho lançou, nesta segunda-feira (19), no Palácio da Redenção, o Programa Mais Trabalho 2, composto por uma série de obras que serão executadas pelo Governo do Estado nas áreas de educação, recursos hídricos, infraestrutura, saúde e outras. Entre as obras citadas estão: a adutora de Piancó, o esgotamento de Juazeirinho, a reforma do Hospital de Itaporanga, 29 escolas, novos acessos em João Pessoa e Campina Grande e a aquisição de helicóptero para a segurança.
O Mais Trabalho 2 representa um investimento de aproximadamente R$ 210 milhões em mais de 90 obras que vão proporcionar melhorias na qualidade de vida da população paraibana. Na oportunidade, o governador também fez um balanço das ações do Mais Trabalho 1, lançado no ano passado. Participaram da solenidade a vice-governadora Lígia Feliciano, o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Gervásio Maia, deputados estaduais, prefeitos, vereadores e auxiliares do Governo.
De acordo com o governador Ricardo Coutinho, esta ação representa a continuidade do Mais Trabalho 1 e significa que os recursos estão sendo investidos de forma correta, distribuídos em diversas áreas e regiões. “São diversas obras que contemplam várias cidades. Em Campina Grande, por exemplo, na área de mobilidade urbana, vamos fazer o grande eixo das nações, ou seja, você vai vir de Lagoa Seca e vai poder sair na BR-230 sem passar pelo Centro. Em João Pessoa, faremos um novo acesso Mangabeira por dentro/Valentina, também o acesso Geisel/Colinas e outros”, falou.
Durante o pronunciamento, o chefe do Executivo estadual destacou ainda a importância de obras hídricas nas quais serão investidos mais de R$ 71 milhões em ações como as adutoras de Emas, Piancó, Monte Horebe, Carrapateira, Mata Limpa, em Areia, e do Distrito Santa Lúcia e Tainha, em Araçagi. Além disso, também haverá a ampliação das redes de distribuição de água em cerca de 180 cidades paraibanas.
O Mais Trabalho 2 ainda prevê a pavimentação de acessos em Soledade, Juru, Pilar, Sertãozinho, João Pessoa, Itapororoca, Campina Grande, Rio Tinto e outras cidades. Também vai executar recapeamento asfáltico em municípios como São José de Piranhas, Lucena, Cuité, Taperoá e Cabedelo.
Para a área da segurança, o Programa vai proporcionar a reforma do Corpo de Bombeiros de Itabaiana, a instalação de 145 câmeras de monitoramento em Campina Grande e a aquisição de um helicóptero para auxiliar o trabalho das forças de segurança pública. As ações representam mais de R$ 18 milhões de investimento.
No setor da educação, o governador anunciou 29 novas escolas, duas reformas e a construção de um ginásio que vão fortalecer as redes de ensino. Ele garantiu que vai repassar recursos para as prefeituras, dentro de uma parceria que vem dando certo e ressaltou que todos os recursos para as obras e ações do Mais Trabalho 2 já estão garantidos. “Para a educação serão destinados mais de R$ 35 milhões”, frisou.
O presidente da Assembleia Legislativa, Gervásio Maia, destacou que por todas as regiões da Paraíba existem obras do Governo do Estado trazendo melhorias para o povo. “Tenho caminhado muito pela Paraíba e vejo que o povo paraibano está reconhecendo todo o trabalho feito por este Governo. São muitas obras e ações em todas as áreas. E hoje é uma satisfação poder participar do lançamento do Mais Trabalho 2 que vai trazer ainda mais crescimento para a Paraíba”, afirmou.
“Hoje o povo tem orgulho de ser paraibano e ver um Estado que se desenvolve em todas as regiões. A Paraíba dá exemplo ao lançar este programa e Remígio também vai ser beneficiado com uma escola. Fico muito grato por tudo”, comentou o prefeito de Remígio, Melchior Batista, conhecido como Chió.
Prefeitos e deputados acompanharam o lançamento do Mais Trabalho 2.
O prefeito Geraldo Moura, de Soledade, esteve presente no evento e afirmou que esta ação do Governo do Estado é muito importante para promover o desenvolvimento das regiões. “Estamos sendo contemplados com pavimentação e isso vai incrementar o crescimento de Soledade, bem como vai se reverter em mais qualidade de vida para os cidadãos”, comentou.
Balanço Mais Trabalho 1 – Durante a solenidade, também foi apresentado um retrospecto do Programa Mais Trabalho, lançado no ano passado com investimento de R$ 572 milhões em uma série de obras. “Já temos a maior parte das intervenções concluídas ou em fase de conclusão. Fazemos um esforço muito grande para que o Estado passe pelo período de crise bem, gerando empregos e produtos que possam ser usufruídos pela população”, disse Ricardo Coutinho.
Segundo o secretário de Infraestrutura, Recursos Hídricos, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia, João Azevêdo, entre as obras do Mais Trabalho 1 que já foram concluídas estão o Binário de Solânea, a pavimentação do Distrito Mecânico de João Pessoa e a Barragem de São Vicente do Seridó. Já a Estrada Catolé de Boa Vista/Boa Vista está em fase de conclusão, bem como a segunda etapa do Parque Linear Parahyba e a urbanização da orla do Conde.
Em relação à TransParaíba – Sistema Adutor do Curimataú, o secretário João Azevêdo afirmou que a obra “está sendo executada em um ritmo forte de trabalho e que vai resolver a questão do abastecimento de água em 19 cidades do Curimataú, melhorando a vida da população desta região”.
Giselle Evangelista, que foi encontrada morta no apartamento no namorado, em Goiânia, Goiás
Giselle Evangelista, que foi encontrada morta no apartamento no namorado, em Goiânia, Goiás
Preso suspeito de matar a namorada asfixiada em Goiânia, o comerciante José Carlos de Oliveira Júnior, de 37 anos, disse nesta segunda-feira (19) que cometeu o crime durante uma briga por ciúmes. Ele afirmou que recebeu um vídeo pornográfico em um grupo de mensagens em celular, o que teria incomodado a servidora pública Giselle Evangelista. O homem foi autuado por feminicídio. A pena, de acordo com o Código Penal, varia entre 12 e 30 anos de prisão.
“Tudo gerava briga, ciúmes. Eu não perdi a cabeça naquele dia, já tinha perdido há muito tempo”, declarou durante entrevista à imprensa na Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios.
O comerciante também disse que o relacionamento era conturbado e que se arrepende do crime. “A gente estava chegando a um acordo de terminar. Ela era a mulher que eu amava, a quem eu me dedicava. Eu trocaria de lugar com ela, se eu pudesse”, completou.
O corpo de Giselle foi localizado na tarde de sexta-feira (16), em um prédio na Vila Alpes, em Goiânia, onde mora José Carlos. Familiares da vítima contaram à polícia que não conseguiram contato com o casal. Por isso, foram até o prédio em busca de informações e a acharam morta. Horas antes da vítima ser encontrada, câmeras de segurança do condomínio flagraram o casal passando pelo saguão.
Os dois namoravam há dois anos. Segundo a polícia, em 2017, José Carlos chegou a trair a companheira, mas os dois mantiveram o relacionamento. Porém, os dois tinham constantes discussões.
“No dia do fato, eles brigaram no apartamento. Ela ia sair da casa dele, mas, na discussão, a vítima cuspiu na cara dele. Então ele deu um empurrão, a derrubou no chão e a esganou com as mãos”, disse o delegado Dannilo Proto.
Em depoimento, o homem contou que, durante o crime, pensou em desistir. “Enquanto ele a asfixiava, pensou em desistir, mas lembrou da Lei da Maria da Penha, que protege as mulheres, e decidiu continuar. Depois, disse que ainda tentou fazer procedimentos para reanimar a vítima, colocando um ventilador próximo e fazendo massagem cardíaca”, disse o delegado.
José Carlos foi preso em Pirenópolis. Segundo a polícia, o objetivo dele era chegar até Minaçu, onde tem parentes. Porém, como o carro dele quebrou na estrada, ficou nas imediações.
O comerciante José Carlos de Oliveira Júnior, que confessou ter matado a namorada em Goiânia após briga por ciúme (Foto: Vitor Santana/G1)
O advogado do comerciante, Wesley Pereira das Dores, informou que o seu cliente está fazendo tratamentos psicológicos. “Ele está tomando remédio controlado, então estamos esperando laudos dos psiquiatras dele para acabar de nos inteirarmos do caso e ver quais as medidas vamos tomar”, esclareceu.
Família indignada
Filho da vítima, o estudante Hian Evangelista Gonçalves Ferreira, de 19 anos, contou que a mãe e o namorado estavam juntos há mais de um ano, mas sempre discutiam, o que acabou fazendo com que o jovem saísse de casa.
“Eu morava com a minha mãe, mas depois de certo tempo [dele ficando lá na casa por causa de um reforma no apartamento dele] eu não sentia liberdade e fui morar com a minha avó em outro lugar. De julho ao começo desse ano ele ficou morando sozinho com a minha mãe no apartamento. Eu não gostava dele, não aguentava as brigas deles”, afirmou.
Hian, que vai começar a faculdade nesta segunda-feira, disse ainda que quer entender o que aconteceu na noite em que a mãe foi morta. O filho destaca que, apesar das brigas, não imaginava que nada do tipo pudesse acontecer.
“Estou me sentindo vazio. Vai ser um dia após o outro. Quero olhar na cara dele, no olho dele, e perguntar o que aconteceu naquela noite. Não importa o que ele vai dizer, eu vou perguntar”, afirmou em entrevista à TV Anhanguera.
Mãe da vítima, a funcionária pública, Maria Lucia Evangelista, de 59 anos, disse que estava muito abalada, sem notícias da filha, e conseguiu entrar com uma corretora, que é moradora do prédio.
“Eu estava com as pernas bambas, meu peito estava doendo. A moradora já apontou onde era e vimos que a porta estava aberta. Entrando, olhei e falei: ‘Olha a bolsa da minha filha aqui’. Ela disse: ‘Oi, tem gente aqui? Estou vendo um pé ali’. Eu pensei, será que a minha filha está machucada aí dentro? Ou ele? Nisso ela falou assim: ‘Não. Vamos embora’”, relatou.
Maria Lúcia desceu e chamou a polícia. Depois que os policiais chegaram, a irmã, a prima e o filho de Giselle entraram na casa e viram o corpo.
A mãe contou ainda que desconfiava do caráter do namorado da filha desde o início do relacionamento. Segundo ela, o homem só se comportava de forma agradável na frente de Giselle, mas quando ela não estava presente, era grosso, frio e de difícil convivência.
“Cheguei a falar para ela: ‘ele não é da minha confiança, ele não te merece’. Eu vi quem era ele. Ele era muito estranho, não sei se foi intuição de mãe, mas ele nunca foi bem visto, mas nunca pensei que chegaria a esse extremo”, disse em entrevista à TV Anhanguera.
Adriano Galdino afirmou que pretende disputar a presidência da ALPB no segundo biênio e cobrou o cumprimento do acordo firmado para a composição da Mesa Diretora. O Republicanos indicou Wilson Filho para o primeiro biênio.
A Receita Federal apreendeu drogas, cigarros eletrônicos, medicamentos e produtos contrabandeados durante a Operação Fronteira em João Pessoa e outros estados do Nordeste. A ação busca combater crimes de importação irregular e circulação de mercadorias ilegais.
A Polícia Federal prendeu um homem suspeito de criar uma identidade falsa para abrir contas, obter cartões de crédito e receber benefício social em Princesa Isabel. A Operação Alter Ego 3 cumpriu mandados na Paraíba e em São Paulo.