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No WhatsApp, caminhoneiros dizem que greve está longe do fim

Protestos de caminhoneiros seguem pelo sétimo dia consecutivo neste domingo. Nilton Cardin / Estadão Conteúdo / 27.05.2018
Protestos seguem pelo sétimo dia consecutivo. Nilton Cardin / Estadão Conteúdo

A liberação de alguns trechos de estradas, como em São Paulo, está longe de significar o fim da greve. Nos grupos de WhatsApp dos caminhoneiros, a ordem é manter a paralisação, pelo menos, até terça-feira (29). Por ora, a maioria concordou em liberar as estradas e continuarem estacionadas em pontos estratégicos.

Mas, nas últimas postagens, lideranças dos caminhoneiros começam a organizar novas paralisações a partir de amanhã, às 8 horas. Num vídeo que está circulando nos grupos de WhatsApp, representantes chamam, além dos caminhoneiros, veículos de passeio para parar as BRs. Além disso, uma manifestação em pontos estratégicos das principais capitais também está sendo organizada.

Pelo tom das conversas, as reivindicações vão além do problema do preço do diesel. Depois da dimensão que a greve tomou nos últimos dias, os motoristas acreditam que podem mudar o rumo do País.

Neste domingo (27), a paralisação dos caminhoneiros segue pelo sétimo dia consecutivo. Enquanto rodovias federais e estaduais registram pontos de bloqueio feito pela categoria, supermercados e feiras relatam falta de mercadoria como verduras, legumes e frutas.

R7

Sindipetro confirma paralisação de petroleiros da Petrobras

Rio de Janeiro – Trabalhadores da Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), unidade da Petrobras instalada em Canoas, região metropolitana de Porto Alegre, cruzaram os braços no turno de 8 horas a 16 horas deste sábado, em solidariedade ao movimento de greve dos caminhoneiros, informou o Sindicato dos Petroleiros do Rio Grande do Sul (Sindipetro-RS).

Segundo a assessoria de imprensa da Petrobras, a operação não foi afetada. Isso porque os trabalhadores do turno anterior, de meia-noite às 8 horas, assumiram os trabalhos. A diretora de comunicação do Sindipetro-RS, Élida Maich, informou que a paralisação foi decidida por cerca de 70 petroleiros reunidos na porta da Refap, na entrada do turno das 8 horas.

A entrada da Refap foi bloqueada por manifestantes desde o início do movimento grevista dos caminhoneiros. Segundo a Petrobras, há bloqueios em várias refinarias, mas nenhuma unidade teve impacto na operação de produção.

Na semana retrasada, a Federação Única dos Petroleiros (FUP) aprovou greve por tempo indeterminado, mas sem definir uma data. A entidade divulgou um calendário que previa a definição da data de início da greve para o próximo dia 12, mas o Sindipetro-RS resolveu se antecipar o movimento com a ação localizada na Refap. “Como os petroleiros são contra a política de aumento de combustíveis, entramos em solidariedade aos caminhoneiros”, afirmou Elida.

As bandeiras da greve aprovada pela FUP são a redução do preço dos combustíveis, a manutenção dos empregos e retomada da produção interna de combustíveis, o fim das importações de gasolina e outros derivados, e contra a venda de ativos da Petrobras, incluindo refinarias.

Na sexta-feira, a FUP divulgou nota criticando a política de preços da Petrobras. “A disparada dos preços da gasolina, do gás de cozinha e do diesel não pode ser tratada como uma questão apenas de tributação. É, acima de tudo, um problema de gestão da Petrobras, que vem sendo administrada para atender exclusivamente aos interesses do mercado. Com o aval do governo Temer, o presidente da empresa, Pedro Parente, adotou em outubro de 2016 uma política de preços internacionais para os derivados produzidos pela estatal, sem estabelecer qualquer mecanismo de proteção para o consumidor”, diz a nota.

Segundo a FUP, o alinhamento internacional dos preços da Petrobras faria parte do “desmonte” da estatal. “O objetivo é privatizar as refinarias, os dutos e terminais, assim como já ocorreu com os campos do pré-sal, gasodutos, subsidiárias, entre dezenas de outros ativos estratégicos da estatal. Para facilitar a entrega, Pedro Parente, subutilizou o parque de refino e passou a estimular a importação de derivados por empresas privadas”, diz a nota.

A Refap foi uma das refinarias colocadas à venda, em abril, pela estatal, lembrou a diretora do Sindipetro-RS. 

Extra

Mayra Dias, do Amazonas, é coroada Miss Brasil 2018: ‘Feliz e realizada’

Mayra Dias, representante do Amazonas, foi coroada Miss Brasil 2018
Mayra Dias, representante do Amazonas, foi coroada Miss Brasil 2018

Monalysa Alcântara entregou a coroa de Miss Brasil para Mayra Dias, representante do Amazonas, neste sábado (26), no concurso de beleza realizado no Riocentro, zona oeste do Rio de Janeiro. A jornalista será responsável por representar o país no Miss Universo, no final do ano. Atualmente a coroa pertence à sul-africana Demi-Leigh Nel-Peters. A Miss Amazonas nasceu em Itacoatiara e morou até os 17 anos em Nova Olinda. Em 18 anos, ela se mudou para Manaus, onde se formou em Jornalismo. A jornalista ficou no top 3 com Teresa Santos, do Ceará, e Maria Isabel, da Bahia.

Mayra foi eleita Miss Brasil e levou para casa a coroa avaliada em R$ 30 mil. Além disso, a jornalista ganhou um carro 0 Km, uma viagem de sete dias da MSC Cruzeiros para Salvador, joias da Vivara e um contrato de R$ 100 mil com a Polishop. O concurso de beleza foi apresentador por Cássio Reis e Maria Eugênia Suconic. A bancada de jurados foi composta por Mariana Goldfarb, o estilista Carlos Tufson, o stylist Felipe Veloso, a Miss Brasil 2007 Natália Guimarães, a embaixadora da ONU Mulher Kenia Maria, Helô Pinheiro e as jornalistas Heloísa Tolipan, Carla Vilhena e Daniela Pesso.

MAYRA DIAS COMEMORA TÍTULO: ‘FELIZ E REALIZADA’

Em entrevista ao site da Band, responsável pela transmissão do concurso, Mayra comemorou o título de Miss Brasil: “Eu estou muito feliz e realizada por tudo que aconteceu para eu estar aqui agora. Todas as meninas são maravilhosas, mas eu procurei dar o meu melhor para que conseguisse essa coroa e esta faixa de Miss Brasil”. A jornalista prometeu preparação intensa para o Miss Universo: “Sem dúvida, minha preparação será intensa. Eu vou dar o melhor de mim assim como que eu fiz aqui, mas para ser muito melhor lá e que eu possa trazer essa tão sonhada coroa para o nosso país”.

Após reunião, Temer pede prioridade para Porto de Santos e demonstra otimismo

O presidente Michel Temer ao lado do ministro Eliseu Padilha, da Casa Civil, em reunião neste sábado (26) em Brasília. (Foto: Alan Santos/Presidência da República)
O presidente Michel Temer ao lado do ministro Eliseu Padilha, da Casa Civil, em reunião neste sábado (26) em Brasília. (Foto: Alan Santos/Presidência da República)

O presidente Michel Temer tem demonstrado otimismo ao seu grupo mais próximo de aliados em relação ao desfecho da greve dos caminhoneiros, que já dura uma semana.

Na noite deste sábado (26), após passar o dia no Palácio do Planalto com aliados em reuniões, Temer esticou no Palácio do Jaburu um petit comité: reuniu-se com os ministros Eliseu Padilha (MDB-RS) e Moreira Franco (MDB-RJ).

Padilha, que já foi ministro dos Transportes no governo Fernando Henrique Cardoso, tem sido um dos principais porta-vozes do governo nesta crise. Já Moreira Franco, ministro de Minas e Energia, chamou a atenção de emedebistas pela ausência no auge da crise.

Motivo: Moreira é o principal conselheiro de Temer. Mas, ontem, o ministro foi até a residência oficial do presidente para o encontro do trio. Ficaram por lá das 21h30 às 23 horas.

O presidente Temer aposta em um acordo neste domingo (27) para encerrar a greve. Tanto acredita num acordo que tem planos de viajar no começo da semana para a capital paulista.

Acredita também que o clima de Copa do Mundo, que começa em junho, vai ajudar a distensionar o ambiente político.

Na segunda reunião deste sábado (26), no Palácio do Planalto, Temer surpreendeu aliados. Ele pediu prioridade para desobstruir o Porto de Santos, interditado também pela greve. Temer justificou que o desbloqueio do porto causaria uma grande repercussão internacional.

Integrantes do governo que relatam o pedido se mostram constrangidos. Lembram que o presidente é vinculado à imagem do Porto de Santos porque o emedebista é apontado como um dos políticos com maior influência na área.

E, desde 2017, passou a ser alvo de um inquérito no STF que investiga exatamente a influência do presidente no setor.

Mas, na reunião, não houve reação. Só depois.

G1

Protesto chega ao 7º dia com caminhoneiros parados

PRF disse que manifestações continuam acontecendo na Paraíba (Foto: Nice Almeida/Portal Correio)
PRF disse que manifestações continuam acontecendo na Paraíba (Foto: Nice Almeida/Portal Correio)
PRF disse que manifestações continuam acontecendo na Paraíba (Foto: Nice Almeida/Portal Correio)
PRF disse que manifestações continuam acontecendo na Paraíba (Foto: Nice Almeida/Portal Correio)

A greve dos caminhoneiros completa sete dias, neste domingo (27), no estado. Por conta das manifestações, caminhões estão sendo impedidos de trafegarem em alguns trechos das rodovias que cortam a Paraíba.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) confirmou pelo menos três trechos com manifestações na Grande João Pessoa. A saída da Capital pela BR-101, nas proximidades da Gauchinha, concentra manifestantes.

Outros dois trechos que também os caminhões não estão circulando é na BR-230, entre Bayeux e Santa Rita, e na cidade de Cabedelo, em Camboinha. Os veículos de passeio, no entanto, estão circulando normalmente.

Por Alexandre Freire 

Ricardo assina manifesto contra redução de ICMS e responsabilizando governo federal por crise

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Depois de seis governadores divulgarem manifesto para descartar a redução de impostos estaduais para diminuir o preço do combustível, o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB) e mais seis estados do Sudene: Bahia, Ceará, Pernambuco, Piauí, Sergipe e Minas Gerais fecharam documento em que também dizem não aceitar propostas que podem impactar suas arrecadações de receitas, como a diminuição as alíquotas do ICMS.

“O governo federal tenta fugir às suas responsabilidades convocando os governos estaduais -já tão sacrificados pela injusta concentração de recursos na União- a renunciar às suas receitas do ICMS, supostamente para atender demandas dos representantes dos transportadores participantes da paralisação”, diz o texto.

Os governadores sustentam que é “absolutamente inaceitável” o que chamam de tentativa do governo de transferir para os estados a responsabilidade pela solução de “uma crise que foi provocada pela União”.

No manifesto, afirmam que o governo autoriza a Petrobras a adotar uma “política de preços de combustíveis absurda, perversa e irresponsável” direcionada “unicamente à obtenção de lucro e ao acúmulo de receitas”.

“Essa política de preços foi elevando, de forma assustadora, os preços de insumos básicos para a população, como o gás de cozinha, a gasolina e o óleo diesel, cujo custo repercute, diretamente, sobre todos os preços da economia, a começar por itens de consumo básico, como os alimentos, que exercem forte impacto sobre o orçamento das famílias mais pobres.”

Nesta sexta (25), o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, afirmou que a equipe econômica do governo propôs aos estados a antecipação de uma mudança na base de cálculo do ICMS que reduzirá o diesel em outros R$ 0,05 no litro.

Com isso, a redução total, somando-se a queda na Cide mais a redução na Petrobras, seria de R$ 0,35 no litro do combustível.

A proposta foi feita por Guardia aos secretários estaduais de Fazenda que participaram de encontro em Brasília e sinalizaram concordar com a medida. Apesar da resistência dos governadores, o Planalto espera aprovar a medida até segunda (28). Com Folha de São Paulo.

Caminhoneiros acatam liminar e abastecimento deve ser normalizado

O abastecimento dos 670 postos revendedores da Paraíba deverá ser regularizado nas próximas horas, isso por que o comando de greve do Sindicato dos Caminhoneiros resolveu acolher a decisão da justiça que liberou o acesso e o carregamento total dos veículos transportadores de combustíveis, revelou o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado (Sindipetro-PB), Omar Hamad Filho, que participou, neste sábado (26), de uma reunião no Porto de Cabedelo. Omar elogiou a postura dos caminhoneiros, “que promoveu até aqui um movimento hordeiro”, voltou a ressaltar a causa como justa e disse que a Paraíba deve sair dessa situação mais confortável que os demais estados.

Omar disse que o cumprimento da liminar não quer dizer que o suprimento aos postos esteja normalizado, uma vez que isso dependerá agora da decisão dos próprios motoristas, “mas acreditamos que estamos próximos da resolução do impasse”. “É importante dizer que não tivemos colapso de combustíveis, embora a escassez de produtos, fruto da mobilização justa dos caminhoneiros”, registrou.

O presidente do sindipetro-PB também agradeceu a mediação promovida pelo ‘gabinete de crise’, formado para dirimir os efeitos da situação no Estado, e enalteceu a postura do presidente do Sindicato dos Caminhoneiros, Emerson Galdino, “pela forma como vem conduzindo a mobilização”. “Em pleno sábado, encerrando mais uma reunião produtiva e que deliberou pela retomada do abastecimento aos postos de combustíveis na Paraíba, graças a sensibilidade dos Sindicatos dos Caminhoneiros que decidiu cumprir a decisão judicial de uma liminar do Sindipetro-PB. Durante esse tempo, o diálogo foi fundamental a partir de um gabinete de crise que constituímos. Agradecer ao presidente Emerson, dos Caminhoneiros, Gilmara, do Porto de Cabedelo, o pessoal dos terminais, Major Kelton e demais envolvidos”, agradeceu.

Omar Hamad Filho confirmou que uma nova reunião será na segunda-feira (28).  Até lá, adiantou, a entidade estará intermediando o fluxo de suprimento de combustíveis aos postos. “vamos acompanhar e monitorar os acontecimentos”, acrescentou.

Omar Aristides Hamad Filho voltou a defender a redução dos impostos que respondem por 45% da composição de valores de combustíveis, como a gasolina. “Nossa luta deve ser pela revisão da política da Petrobras, mas pela redução dos impostos”, finalizou.

ParaíbaJá

Raniery Paulino recebe apoio da vice-prefeita de Rio Tinto, Aurileide Chagas

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O deputado mais votado na cidade de Rio Tinto, Raniery Paulino(MDB) vem conseguindo fortalecer apoios na região. Nesta sexta-feira (25) na casa do Senador José Maranhão, o parlamentar recebeu a importante adesão da vice-prefeita de Rio Tinto, Aurileide Chagas que adere ao projeto de reeleição do parlamentar.

Durante a reunião foram discutidos assuntos sobre as eleições de 2018 e o futuro do MDB na região de Rio Tinto. De acordo com Raniery, “a vice-prefeita Aurileide, irá fazer a dobradinha comigo e o deputado federal Benjamin Maranhão (MDB) em Rio Tinto nas próximas eleições. Aurileide deve chegar ao nosso partido e deverá assumir o comando do MDB de Rio Tinto”. frisou.

Raniery vem renovando suas adesões na cidade de Rio Tinto e ver com muita alegria a chegada da empresária, Aurileide Chagas “Recebemos o apoio de Aurileide com muita alegria. Vejo nela muita sinceridade e disposição para presidir o nosso partido na cidade. Vamos construir o Palanque da Paz.”, disse.

Conseguindo somar e fortalecer seu grupo politico na cidade de Rio Tinto, Raniery, promete que em breve irá anunciar mais um novo apoio  na região.

Polícia Rodoviária diz que país tem 596 pontos de bloqueio em estradas

© Reuters / Pilar Olivares
© Reuters / Pilar Olivares
© Reuters / Pilar Olivares
© Reuters / Pilar Olivares

A Polícia Rodoviária Federal divulgou na manhã deste sábado (26) um balanço afirmando que, até as 11h30, havia 596 pontos ativos de bloqueios em estradas do país, “em sua maioria parciais e sem prejuízo à livre circulação”.

Foram desbloqueados 544 pontos entre a meia-noite de sexta e as 11h30 de sábado.

“Corredores para a circulação de cargas sensíveis, transporte de animais, gêneros alimentícios, equipamentos essenciais, combustíveis etc. estão sendo mantidos pela PRF, além de prestação de apoio aos manifestantes durante as desmobilizações no intuito de garantir a segurança de todos os usuários das rodovias federais”, informou a instituição.

Na sexta à noite, a informação era de que ao menos 387 vias tinham pontos de paralisação e que a ação do Exército já havia ajudado no desbloqueio de 132 estradas. Com informações da Folhapress.

PB tem pelo menos 21 pontos de bloqueios em estradas

Caminhoneiros seguem protestos no Brasil (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil/Fotos Públicas)
Caminhoneiros seguem protestos no Brasil (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil/Fotos Públicas)
Pontos de bloqueios em estradas paraibanas (Foto: Divulgação)
Pontos de bloqueios em estradas paraibanas (Foto: Divulgação)

O protesto dos caminhoneiros já segue em seu sexto dia e os pontos de bloqueios nas estradas federais que cortam a Paraíba continuam. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, pelo menos 21 pontos estão bloqueados no estado na tarde deste sábado (26). Nessa sexta-feira (25), em caráter liminar, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, havia determinado o desbloqueio das rodovias em todo país.

De acordo com o levantamento feito pela PRF, 13 pontos de bloqueios são na BR-230, dois na BR-101, quatro na BR-104 e quatro na BR-412. Vale salientar ainda que pelo menos três outros pontos chegaram a ser ocupado, mas foram liberados.

Uma nova reunião na manhã deste sábado (26), na sede da Companhia Docas, em Cabedelo, na Grande João Pessoa, estabeleceu que a liminar emitida nessa sexta-feira (25) deverá ser cumprida e todos os 670 postos da Paraíba deverão ter o abastecimento de combustíveis normalizado.

Porém, o impasse continua porque o presidente do Sindicato dos Condutores e Empregados em Empresas de Transporte de Combustíveis Produtos Perigosos e Derivados de Petróleo no Estado da Paraíba (Sindconpetro-PB), Hermerson Galdino, disse que a liminar será cumprida. Ele falou que vai comunicar sobre o documento para os caminhoneiros, mas deixou claro que eles não são obrigados a carregar os veículos.

Portal Correio

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