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Temer ainda estuda nome para a presidência da Petrobras

O presidente Michel Temer ainda estuda um nome para substituir Pedro Parente na presidência da Petrobras. Parente chegou para a conversa com Temer já com a carta de demissão pronta e em “caráter irrevogável e irretratável” – o que colocou sobre os ombros do Palácio do Planalto o peso de administrar mais este problema, com grandes repercussões no mercado interno e externo. Isso quando o governo mal havia contornado as turbulências provocadas em todo o país pela greve dos caminhoneiros. Ou seja: os momentos de grande tensão continuam a ter de ser administrados pelo governo, focados agora em sua maior estatal.

Apesar de se colocar à disposição para a transição, Parente não foi sensível a, pelo menos, adiar sua saída. Na carta de demissão, ele acabou também sugerindo ao presidente que faça uma escolha técnica, sem interferência política, como, destacou o executivo, Temer fez há dois anos quando assumiu o governo.

“(Que) Vossa Excelência se apoie nas regras corporativas, que tanto foram aperfeiçoadas nesses dois anos, e na contribuição do Conselho de Administração para a escolha do novo presidente da Petrobras”, sugeriu. Logo após a divulgação da demissão de Parente, o Conselho de Administração da estatal se reuniu no Rio de Janeiro, onde fica a sede da empresa.

Mesmo em meio à paralisação dos caminhoneiros, o governo continuou apoiando a política de preços da Petrobras, que prevê variação diária, para mais ou para menos, com base nos preços internacionais. No mesmo dia em que a greve foi deflagrada, a Petrobras anunciou reajustes e seu presidente reafirmou que nada mudaria.

Mesmo tendo sempre apoiado a gestão independente de Parente, o governo não deixava de reconhecer internamente que o sobe e desce diário do preço dos combustíveis, por mais que o saldo final fosse a estabilidade de preços, teria efeitos negativos sobre a população, dificultando até a percepção sobre a real queda da inflação.

A saída de Parente deverá permitir que setores do governo coloquem em pauta essa questão. O ex-presidente da estatal avaliou em sua carta que isso ocorreria. “Está claro, Sr. Presidente, que novas discussões serão necessárias. E, diante deste quadro fica claro que a minha permanência na presidência da Petrobras deixou de ser positiva e de contribuir para a construção das alternativas que o governo tem pela frente”. Com informações da Agência Brasil.

Em meio a crise, presidente da Petrobras pede demissão

© Pilar Olivares/Reuters
© Pilar Olivares/Reuters
© Pilar Olivares/Reuters
© Pilar Olivares/Reuters

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, pediu demissão na manhã desta sexta (1º), em reunião com o presidente Michel Temer. Eles estão reunidos neste momento. Parente estava na empresa desde junho de 2016.

Parente vinha sendo criticado pela insistência com a política de preços dos combustíveis implantada durante sua gestão, que levou a aumentos que culminaram com a paralisação dos caminhoneiros.

Em fato relevante, a Petrobras informou que um presidente interino será escolhido pelo conselho de administração da companhia nesta sexta. Disse ainda que não haverá mudanças na diretoria.

Ao assumir, disse que recebeu garantias de Temer de que a Petrobras praticaria preços de mercado e não sofreria interferência política. Nas últimas semanas, porém, sua política de preços esteve no centro do debate, com críticas partindo inclusive da base aliada do governo. Para tentar aliviar a pressão grevista, a Petrobras chegou a reduzir em 10% o preço do diesel em suas refinarias.

Nos últimos dias, Parente se dedicou a defender as mudanças na política de preços e na gestão da área de refino da estatal, que entraram no foco do debate eleitoral após o início da greve dos caminhoneiros, no último dia 21. Promoveu duas teleconferências com analistas e gravou vídeos para convencer os empregados que a política é melhor para a empresa.

Em julho de 2017, a Petrobras autorizou a realização de ajustes diários nos preços, alegando que precisava combater importações de derivados de petróleo por terceiros. A partir do início de 2018, porém, a escalada das cotações internacionais do petróleo e a desvalorização do real pressionaram os preços internos dos combustíveis.

As ações da Petrobras estão em intervalo -quando chega um fato relevante de empresa, é normal as negociações dos papéis daquela empresa serem suspensas por 20 minutos. As ADRs (recibos de ações negociadas nos EUA) caiam 7,93% às 11h50 (horário de Brasília). Com informações da Folhapress.

Rede hoteleira cai até 35% e varejo despenca 38% na PB

Paralisação dos caminhoneiros na Rodovia Presidente Dutra, no Rio de Janeiro.Foto Tânia Rêgo/Agência Brasil

A greve dos caminhoneiros atingiu também a rede hoteleira de João Pessoa, a paralisação agravou ainda mais a média baixa de ocupação da rede hoteleira da Capital, tanto para o feriado de Corpus Christi, como para as tradicionais reservas de fins de semana, em maio. Já o varejo no estado despencou quase 40% pelos mesmos motivos.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria Hoteleira, seccional Paraíba (ABIH-PB) apontam que a média de cancelamento de reservas na semana passada foi de 30%. Já no fim de semana, de 25 a 28 de maio, a média de ocupação é de 35%. Ainda de acordo com a entidade, para este fim de semana, o setor amarga 25% de cancelamentos, em média.

Somente nessa quarta-feira (30), segundo o diretor da ABIH-PB, um hotel havia informado seis cancelamentos para os próximos dias e semana que vem. A maioria dos clientes da rede hoteleira de João Pessoa é formada por pessoas que residem em estados próximos, como Pernambuco, Rio Grande do Norte até Alagoas.

Além da queda no percentual de ocupação, o setor hoteleiro paraibano também se recente dos efeitos negativos da paralisação dos caminhoneiros. Há muitos problemas na entrada de itens para o café da manhã, manutenção, material de limpeza e, principalmente, no fornecimento do abastecimento de gás.

Varejo

A Linx, especialista e líder em software de gestão, identificou queda de 38% das vendas do varejo no fim de semana na Paraíba marcado pela paralisação dos caminhoneiros por todo o país. A análise foi baseada na emissão de nota fiscal eletrônica (NFC-e) de quatro dos principais segmentos em que a empresa atua. O percentual de queda no estado é o mesmo identificado em todo o Brasil.

O indicador de 38%, que abrange todo o Brasil, considera o desempenho do último fim de semana (26 e 27 de maio) em comparação com os dias 19 e 20 deste mês nos segmentos de postos de combustíveis, automotivo, food service e shopping centers.

Como era esperado, a falta de combustíveis fez com que os postos mantivessem o índice negativo de 49% em todo o Brasil, enquanto o segmento automotivo vendeu 30% menos no período no país. Ainda sobre dados nacionais, o setor alimentício apresentou baixa de 27% e os shopping centers perderam 25% das vendas.

Portal Correio

Trabalhadores têm até 29 de junho para sacar abono salarial de 2016

Os trabalhadores que ainda não sacaram o abono salarial ano-base 2016 têm até o dia 29 de junho para retirar o dinheiro. Mais de dois milhões de pessoas com direito ao benefício ainda não resgataram o recurso. Elas representam cerca de 10% do total e a quantia disponível chega a R$ 1,75 bilhão. De acordo com Ministério do Trabalho, o prazo não será prorrogado.

Os empregados da iniciativa privada, vinculados ao Programa de Integração Social (PIS), sacam o dinheiro nas agências da Caixa Econômica Federal. Para os funcionários públicos vinculados ao Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), a referência é o Banco do Brasil. 

O abono salarial de 2016 começou a ser pago em 27 de julho de 2017. Desde então, 22,14 milhões de trabalhadores receberam o dinheiro. Até 30 de abril, os valores sacados somam R$ 16,38 bilhões. 

Quase metade do valor ainda disponível está na região Sudeste, onde mais de um milhão de trabalhadores não sacaram o recurso. A segunda região com maior número de pessoas com valores a receber é o Nordeste.

Os valores destinados ao abono salarial que não forem sacados retornarão para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), para pagamento de seguro-desemprego e do abono salarial do próximo ano. 

Para ter direito ao abono do PIS/Pasep é necessário ter trabalhado formalmente por pelo menos um mês em 2016 com remuneração média de até dois salários mínimos. Além disso, o trabalhador já deveria estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter tido seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais). 

A quantia que cada trabalhador tem para receber é proporcional ao número de meses trabalhados formalmente no ano-base, e varia de R$ 80 a R$ 954. Quem trabalhou durante todo o ano recebe o valor cheio. Quem trabalhou por apenas 30 dias recebe o valor mínimo. Com informações da Agência Brasil.

‘Todo político mete a mão em dinheiro público’, diz vereador na Baía da Traição

Vereador Luiz Sabino em discurso na Câmara de Baía da Traição, no Litoral da Paraíba (Foto: Reprodução/YouTube)
Vereador Luiz Sabino em discurso na Câmara de Baía da Traição, no Litoral da Paraíba (Foto: Reprodução/YouTube)

Durante uma sessão realizada na Câmara de Vereadores de Baía da Traição, cidade do Litoral Norte da Paraíba, o parlamentar da casa Luiz Sabino (PTB) afirmou, em discurso na tribuna, que todo político mete a mão no dinheiro público e que não existe político honesto. Luiz Sabino é ex-presidente da Câmara. A repercussão do vídeo aconteceu após publicação no Blog do Felipe França.

Em vídeo da sessão ocorrida na sexta-feira (25), o parlamentar argumenta que “tem uns que faz mais e rouba menos, tem uns que faz menos e rouba mais, mas não tem jeito, não existe político honesto”. Luiz Sabino ainda compara o trabalho do político ao de um agiota.

“Quem entra na política é para ter um conforto, uma qualidade de vida melhor. Porque político é que nem agiota. Agiota não empresta dinheiro, agiota vende dinheiro. Por que um político investe milhões para ganhar uma campanha? Ele investiu o patrimônio dele para ter o poder de comandar”, afirmou durante a sessão.

O G1 tentou entrar em contato com o vereador por telefone, mas o celular estava desligado em todas as tentativas.

A vereadora Luíza Dantas (DEM), conhecida como Luiza de Pompeu, reclamou da declaração do colega de casa. A Câmara de Vereadores de Baía da Traição é composta por sete vereadores. De acordo com Luiza, apenas dois formam a oposição.

“Nosso regimento interno é muito ultrapassado, sabemos que é complicado um afastamento por quebra de decoro, mas vamos conversar com o presidente da casa, com o próprio vereador, porque essa declaração é grave e não contempla os colegas”, disse.

Vereadores de Baía da Traição trabalham 24 dias por ano

Em julho de 2017, a Câmara de Baía da Traição esteve em meio à polêmica de um projeto que previa um recesso maior dos vereadores. Os parlamentares da cidade trabalham apenas 24 dias por ano, em média, e somam um salário de R$ 42 mil, segundo os dados do sistema Sagres, do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB).

G1 Paraíba 

PT volta atrás e garante apoio ao PSB na eleição

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O Partido dos Trabalhadores na Paraíba (PT) vai apoiar o PSB para a disputa da eleição de 2018. A sigla acredita que a união da esquerda no estado ajudará a ‘derrotar a coalizão golpista’.  O partido ainda deu ‘bandeira branca’ para que PSB tenha autonomia em definir chapa majoritária.

Anteriormente, o PT afirmava que não faria aliança com “partidos golpistas” e centrava as críticas principalmente no deputado federal Veneziano Vital do Rêgo, pré-candidato ao Senado na chapa encabeçada por João Azevêdo, e no Democratas.

Em nota, o PT destaca que a Paraíba foi um dos estados que mais se desenvolveu na última década.  De acordo com a legenda, a manutenção do projeto vai garantir a continuidade dos avanços no estado. “Este projeto tem que continuar”, diz trecho do documento.

Entre as argumentações, o apoio do PSB ao presidente Lula é citado. O PT também cita as vagas no Senado, e sugere que pelo menos uma delas seja destinada a um candidato ou candidata com perfil de esquerda. “O Partido dispõe de nomes mais do que qualificados para cumprir a missão. A Paraíba precisa de uma representação do PT no Senado, que também incorpore a força política e eleitoral de Lula”, diz trecho.

“Queremos também criar condições para ampliação ou manutenção da representação do nosso partido na Assembleia”, cita.

O partido ainda afirma que ‘não será obstáculo’ para as alianças necessárias para vitória do projeto liderado pelo PSB.

Clique ali e leia nota na íntegra

Caroline Queiroz – MaisPB

Polícia confronta suspeitos de ataque a banco e encontra explosivos

Foto: Divulgação/PM
Foto: Divulgação/PM
Foto: Divulgação/PM
Foto: Divulgação/PM

A Polícia Militar localizou explosivos e recuperou parte do dinheiro que estava com um dos integrantes de um grupo suspeito de ter atacado uma agência bancária, na madrugada desta quinta-feira (31), no município de Cuité. O suspeito foi encontrado morto, após troca de tiros ocorrida contra o bando.

Segundo os policias do 9º Batalhão, após ataque a um estabelecimento bancário em Cuité, os suspeitos fugira, mas foram perseguidos pela PM. Houve troca de tiros e o grupo de criminosos acabou abandonando o carro usado na ação, um veículo Saveiro roubado, entre Barra de Santa Rosa e Damião. Nele, a PM encontrou um homem morto, suspeito de integrar a quadrilha, e que estava com colete a prova de balas, explosivos, dinheiro e uma pistola calibre 380.

O Grupamento Especializado de Operações em Área de Caatinga (GEsAC) e o helicóptero Acauã estão sendo empregados nas buscas pelos criminosos. O Grupo de Ações Tática Especiais (Gate) foi chamado para identificação, desativação e remoção dos explosivos. As buscas pelos criminosos continuam.

‘Perdão, não foi planejado’, diz suspeito de matar gerente de posto

Posto fica no bairro de Manaíra, em João Pessoa (Foto: Reprodução/ Google Street View)
Posto fica no bairro de Manaíra, em João Pessoa (Foto: Reprodução/ Google Street View)
Posto fica no bairro de Manaíra, em João Pessoa (Foto: Reprodução/ Google Street View)
Posto fica no bairro de Manaíra, em João Pessoa (Foto: Reprodução/ Google Street View)

A polícia da Paraíba prendeu, nesta quinta-feira (31), o segundo suspeito de assassinar o gerente de um posto de combustíveis no último sábado (26), no bairro de Manaíra, em João Pessoa. Em entrevista à TV Correio, inicialmente o suspeito negou ter praticado o crime, mas depois chegou a pedir perdão à família da vítima. “Peço perdão pelo que aconteceu, não foi planejado”, disse.

No momento do crime, o estabelecimento registrava uma enorme fila de carros para abastecimento, por conta da greve dos caminhoneiros. O outro suspeito foi preso no mesmo dia após ter sido agredido pela população. Ele recebeu os primeiros socorros do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e depois levado para o hospital.

De acordo com o delegado Wagner Dorta, o suspeito estava escondido em uma residência do Colinas do Sul, na Zona Sul da Capital. O delegado disse que o suspeito vinha praticado crimes no bairro e teria atirado no gerente.

Portal Correio

Estradas federais não tem mais nenhum ponto de manifestação, diz PRF

© REUTERS/Ueslei Marcelino
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A PRF (Polícia Rodoviária Federal) informou que às 12h12 desta quinta-feira (31) não havia nenhum ponto de aglomeração de pessoas e veículos em áreas próximas às rodovias federais. O fluxo de veículos era normal. Pela manhã, a polícia ainda registrava nove pontos, em Santa Catarina (6), Rio Grande do Sul (2) e Ceará (1).

Na noite de quarta-feira (30), segundo o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, havia 197 pontos de bloqueio no país. No auge da greve, na segunda-feira (28), eram 632 obstruções.

A PRF diz que continua a agir para manter a segurança e reestabelecer o fluxo normal de veículos e cargas pelas rodovias do país com ações de apoio aos usuários, policiamento ostensivo e fiscalização de trânsito. Com informações da Folhapress.

Tabaco causa cerca de seis milhões de mortes no mundo

© DR
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O tabagismo é uma doença crônica e resultante da dependência da nicotina, que está associada como fator de risco para cerca de 50 doenças – entre elas o câncer. Um levantamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estima que 200 mil óbitos ocorram por ano em decorrência do tabaco. Mundialmente, esta marca pode alcançar seis milhões de mortes. Além disso, o tabaco pode aumentar em cerca de 30 a 40 vezes o risco de desenvolver o câncer de pulmão ao longo da vida, inclusive fumantes passivos têm cerca de 2 a 3 vezes mais chances de ter esse tipo de neoplasia.

“O fumo participa de 15 a 20% das mortes por câncer. Independentemente do tipo de cigarro, o fumante tem maior risco de desenvolver câncer de pulmão quando comparado ao não fumante. O tempo de exposição, o volume consumido ao longo do dia e sua intensidade, têm influência na incidência e aparecimento desta doença. A lesão que ocorre do tabagismo é relacionada ao dano ao DNA das células do trato respiratório. Embora o corpo consiga lidar com esta lesão, reparando-a, a lesão repetida por anos pode levar ao desenvolvimento de câncer de pulmão”, destaca o oncologista Dr. Eduardo Medeiros, da Oncologia D’Or.

Os malefícios do cigarro não se limitam ao trato respiratório ou circulatório. Estudos relacionam o tabagismo a, pelo menos, 15 tipos de neoplasia, entre as quais cólon, pâncreas, estômago, rins, bexiga, leucemia, ovário, esôfago e colo de útero. Seus metabólitos correm pelo corpo e podem afetar diversos tecidos como o cérebro, nervos periféricos, vasos sanguíneos, órgãos genitais, entre outros.

“A capacidade do nosso organismo em debelar estas lesões é enorme, porém finita. Essa agressão repetida ao longo dos anos pode levar ao aparecimento de doenças diversas. A interrupção do tabagismo é a fator externo prevenível mais importante para redução da mortalidade. Quanto mais precoce e mais rapidamente se suspende o tabagismo, maior seu benefício a curto, médio e longo prazo”, complementa o oncologista.

Embora muito se tenha avançado no tratamento e diagnóstico, com aumento de sobrevida e maiores taxas de cura, a doença ainda é diagnosticada, na grande maioria das vezes, em fase avançada, quando o tratamento tem expectativa maior de paliação, e não de cura.

Cigarro eletrônico

Ainda que não utilize o tabaco, o “cigarro eletrônico” não está autorizado no Brasil, conforme resolução da Anvisa, por não ser comprovado como uma alternativa ao tratamento do tabagismo. A medida leva em consideração a falta de comprovação científica sobre a eficácia e segurança do produto. Com informações da Maxpress.

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