Vacinação em adultos: cobertura vacinal está abaixo do ideal. (Foto: Secom-JP/Divulgação)
Vacinação em adultos: cobertura vacinal está abaixo do ideal. (Foto: Secom-JP/Divulgação)
Com o surto de febre amarela no último ano, vários brasileiros se viram diante de uma dúvida: eu já tomei essa vacina? A grande maioria não sabia a resposta. A indicação foi revacinar os adultos mesmo que muitos já tivessem tomado a vacina.
O calendário de vacinação não é usado apenas para as crianças, mas muitos adultos o abandonam ao longo da vida e só se vacinam em grandes campanhas ou casos de epidemia.
O resultado disso é que atualmente o Brasil não tem uma cobertura vacinal de adultos nem perto do desejado. Todas as quatro vacinas recomendadas para pessoas de 20 a 59 anos estão abaixo do considerado ideal de cobertura vacinal.
Na tríplice viral, por exemplo, a taxa de cobertura é baixíssima (4,7%) — situação se mantém na hepatite B, na dupla dT e dTpa e na febre amarela (apesar do surto recente). Veja tabela abaixo.
Calendário de vacinas
Desde 2004, o Ministério da Saúde passou a definir calendários de vacinação por ciclos de vida. Também regulamentou a vacinação do adulto e idoso para as vacinas dT (dupla- difteria e tétano) de acordo com a situação vacinal anterior, instituiu a vacina dupla viral ou tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) para o adulto do sexo feminino até 49 anos e do sexo masculino até 39 anos, em casos em que não se sabe a situação vacinal e estabeleceu a vacina influenza (gripe) em dose anual.
Atualmente, o Ministério da Saúde recomenda 4 vacinas para adultos entre 20 e 59 anos:
Hepatite B – Três doses, de acordo com a situação vacinal
Febre Amarela – Uma dose se nunca tiver sido vacinado
Tríplice Viral – Se nunca vacinado, são duas doses para quem tem 20 a 29 anos e uma dose para 30 a 49
Dupla adulto (DT) – Reforço a cada 10 anos
Apesar do calendário, o Ministério da Saúde não estabelece metas de cobertura vacinal anual em adultos como faz com as vacinas infantis e também não faz balanços anuais. Um dos maiores problemas é a falta de um denominador específico, como o número de nascimentos anuais no caso das vacinas infantis, que ajude a compilar melhor os dados.
Resultados ruins
Segundo dados do ministério, das vacinas do calendário adulto a única que passa dos 50% de cobertura acumulada entre 1994 e 2018 é a da febre amarela com uma cobertura de 78,8%.
Em boletim epidemiológico com dados até 2013, o Ministério da Saúde fez um balanço do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e relatou as dificuldades da vacinação em adultos: “Um dos grandes desafios do PNI: alcançar altas e homogêneas coberturas vacinais em grupos que ainda não lograram bons resultados. Teríamos, como exemplos, a vacinação de adolescentes e adultos contra hepatite B, gestantes com coberturas adequadas para a vacina dupla adulto e população em áreas de risco para a febre amarela, dentre outros.”
O mesmo boletim relata que de 1994 a 2013 a taxa de cobertura vacinal acumulada da hepatite B em adultos ficou em 46%. Desde então, apesar da vacina ter sido introduzida também na rotina para adultos de 30 a 39 anos em 2013, a cobertura vacinal caiu para 39,4%.
– Apesar de não estabelecer metas anuais para cobertura, no relatório de 2013 o Ministério da Saúde estabelece o ideal de cobertura vacinal para cada vacina dos calendários. Todas as vacinas recomendadas para adultos estão abaixo do que o PNI considera uma cobertura vacinal adequada.
A tríplice viral e a hepatite B deveriam estar com 95% de cobertura. A dupla (dT e dTpa) e a febre amarela deveriam atingir 100%. Mesmo com o surto de febre amarela em 2018, a cobertura vacinal ainda não chegou a 80%.
Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, explica que cada vacina tem o seu perfil de cobertura ideal porque as doenças são diferentes: “Para algumas, como o sarampo, a gente precisa de coberturas acima de 95% para evitar pontos suscetíveis a circulação do vírus. Já para a febre amarela, você pode ter 99% de indivíduos vacinados e aquele 1% adoece do mesmo jeito”.
E muitas vezes, segundo ele, os não-vacinados se beneficiam da proteção indireta de quem está vacinado, já que com uma cobertura vacinal alta alguns vírus circulam menos. Apesar disso, os índices baixos não deixam de ser preocupantes.
O sarampo, considerado erradicado em 2016, voltou a registrar surtos em 2 estados do país, segundo o Ministério da Saúde. Amazonas e Roraima registraram 463 casos confirmados da doença.
Por que adultos não se vacinam?
O problema não é exclusivo do Brasil. Culturalmente, diversos países focaram na vacinação infantil nas últimas décadas, quando o objetivo era diminuir as taxas de mortalidade infantil para doenças como sarampo, poliomelite e paralisia.
Cartão de vacinação: muito usado na infância e negligenciado na vida adulta (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)
Nos EUA, por exemplo, mais adultos morrem de doenças previníveis por vacinas do que crianças, diz Kfouri.
Ele acredita que existe uma cultura da desinformação sobre a vacina para adultos, inclusive entre os profissionais de saúde: “Nós médicos, que não fomos formados recentemente, também fomos formados com aulas de vacinação e recomendação de vacinas para criança. Não aprendemos desde a faculdade a vacinar outras faixas etárias”, diz.
– “Não é só a população que é impactada negativamente, o próprio profissional da saúde não tem também essa cultura. Então ele não recomenda, não prescreve…”
O calendário adulto é relativamente recente na saúde pública mundial e por isso uma mudança de cultura ainda leva tempo.
“A vacinação do adulto e adolescente é muito recente e muitas pessoas sequer conhecem o calendário do adulto. Precisamos melhorar essa comunicação do calendário da vacina no adulto”, diz Carla Domingues, coordenadora do Programa Nacional de Imunizações.
Já para Kfouri, no entanto, está mudando “lentamente demais”: “Hoje, já se fala um pouco, mas é muito aquém do que um pediatra faz em uma consulta de rotina, por exemplo”.
– “O apreço que as mães têm pelo cartão de vacina, sabem onde está, procuram não atrasar… o adulto não sabe onde está seu documento de vacinas ou quando tomou a última vacina. O cartão da criança e do pet está sempre em dia, já o do adulto… “, diz.
Taxa de abandono
Outro problema grande é a taxa de abandono. Ou seja, quando uma vacina necessita de mais de uma dose para ter sua eficácia completa, mas os pacientes só tomam a primeira e não voltam para completar a prevenção. Há também os casos em que a vacina precisa ser tomada novamente após alguns anos, como a do tétano.
A primeira dose da vacina contra o tétano e a difteria é tomada aos 2 meses e um reforço é feito aos 4 anos. Depois disso, um reforço deve ser feito a cada 10 anos, mas a partir da adolescência é comum que o cartão de vacinação seja deixado de lado.
“Vemos muito o adulto começar o esquema e parar. Ou em momentos de surto em que as pessoas tomam a vacina. Porém, se não conseguem ser vacinados naquele momento, passado o surto também não voltam”, diz Domingues.
“As pessoas não voltam (para tomar outras doses) e não guardam seu registro vacinal. Você tem uma campanha de febre amarela cuja recomendação é a dose única, mas quantos de nós não fomos revacinados sem necessidade? Quantos não tomaram a vacina da hepatite B? Quando foi a última dose de tétano, que é a cada 10 anos? Estamos muito longe ainda de ter um registro, uma documentação e um envolvimento com a vacina de adulto como a gente tem com as crianças, que já é culturalmente muito bem estabelecida entre nós”, diz Kfouri.
Controle
A carteira de vacinação em papel ainda é uma realidade no Brasil. Até 2018, 65% das salas de vacinação do país estão equipadas com um novo sistema de registro informatizado e o restante – 35% — estão em processo de implementação.
Com o sistema, a ideia é que todos os brasileiros consigam acessar seus dados de vacinação e que eles não estejam centralizados somente na caderneta de papel – com a possibilidade de recuperação dos dados.
“Uma forma de garantir esse acompanhamento é ter tudo informatizado. Até para o gestor saber que ações locais pode fazer para campanhas de vacinação. No ministério fazemos a recomendação, mas quem executa é o município. Naquela área, ele tem que conhecer quem foi vacinado ou não”, explica Domingues.
“Essa informatização é imprescindível para acharmos os bolsões de pessoas não vacinadas”.
A Polícia Federal deflagrou hoje (4) a Operação Ressonância com o objetivo desarticular organização criminosa acusada de formar cartéis na área de saúde. Segundo a PF, as empresas fraudavam licitações no fornecimento de equipamentos médicos e materiais hospitalares para a Secretaria Estadual de Saúde Do Rio de Janeiro e para o Instituto Nacional de Traumatologia (Into). São investigadas 37 empresas e a possibilidade de envolvimento delas em crimes de formação de cartel, corrupção, fraude em licitações, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
A ação de hoje, cujas investigações se desenvolvem conjuntamente com o Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (MPF), ocorre a partir de elementos colhidos na Operação Fatura Exposta, deflagrada pela força-tarefa da Lava Jato no Rio em abril do ano passado.
A operação conta com a participação de cerca de 180 agentes federais, que cumprem 13 mandados de prisão preventiva; nove mandados de prisão temporária e 43 mandados de busca e apreensão em cinco unidades da Federação: Rio de Janeiro, São Paulo, Paraíba, Minas Gerais e Distrito Federal. O apartamento do ex-secretário de Saúde do Rio Sérgio Côrtes, na Lagoa (zona sul da cidade), é alvo de um dos mandados de busca e apreensão, expedidos pela 7° Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro.
Operação Fatura Exposta
A Fatura Exposta identidicou um grande esquema de corrupção na área da saúde pública do Rio. Na ocasião, a operação levou à prisão além de Côrtes, os empresários Miguel Iskin, presidente da Oscar Iskin, e seu sócio Gustavo Estellita Cavalcanti Pessoa – e que também seriam alvos da operação de hoje.
Também subsidiam a operação de hoje informações e material colhidos em inquéritos anteriormente instaurados pela Polícia Federal sobre o assunto, bem como elementos colhidos em processos administrativos do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e que aponta, segundo a nota divulgada pela PF, “para o envolvimento de uma grande empresa do ramo de fornecimento de materiais e equipamentos médicos no sentido de manter sob influência a diretoria do Into”.
“O objetivo dessa atuação seria o de direcionar os vencedores e os valores a serem pagos nos contratos de fornecimento de material e equipamentos junto ao Instituto”, informa a PF. “Outras empresas interessadas em participar das licitações precisavam passar a integrar o cartel coordenado por essa grande empresa do ramo [cujo nome não foi revelado pela Polícia Federal] para ampliar as chances de sucesso”, acrescenta a nota.
Cotistas do PIS/Pasep que não fizeram o saque deste ano até junho poderão acessar o recurso a partir do dia 14 de agosto, quando começa a segunda etapa do cronograma de liberações. Os valores serão repassados de forma corrigida. A informação foi divulgada hoje (3) pelo Ministério do Planejamento.
Na segunda etapa, a partir de agosto, empregados de quaisquer idades poderão solicitar suas cotas. A suspensão durante o mês de julho será utilizada para o cálculo do rendimento do exercício 2017-2018. No ano passado, o rendimento foi de 8,9%.
As cotas são retiradas anuais de recursos depositados em contas de trabalhadores entre 1971 e 1988, quando ficaram inativas em razão da Constituição Federal. Até 2017, o saque era permitido para pessoas com mais de 70 anos, em caso de aposentadoria e em outras situações específicas. A partir do ano passado, o governo federal flexibilizou o acesso para pessoas de todas as idades.
Na primeira etapa do cronograma, encerrada no dia 29 de junho, 1,1 milhão de trabalhadores fizeram o saque, retirando uma soma de R$ 1,5 bilhão. Os valores foram disponibilizados apenas para empregados com idade acima de 57 anos.
Na segunda etapa, serão disponibilizadas, inicialmente, as cotas dos correntistas da Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. O crédito em conta será efetuado automaticamente no dia 8 de agosto. A partir do dia 14, correntistas de quaisquer bancos poderão reivindicar o recurso. O prazo ficará aberto até 29 de setembro.
Prefeito de Rio Tinto visitou as obras nas áreas de educação e esportes na manhã desta terça-feira (3).
Prefeito de Rio Tinto visitou as obras nas áreas de educação e esportes na manhã desta terça-feira (3).
Acompanhado de engenheiros e secretários municipais, o prefeito de Rio Tinto, Fernando Naia, fez, na manhã desta terça-feira (3), uma inspeção ao início das obras do ginásio de esportes Almizão e da escola Antônia Luna Lisboa. Somada as duas obras, os investimentos chegam a R$ 400 mil reais.
Prefeito cobrou celeridade nas obras da Escola EMALL, em razão do início das aulas.
As ordens de serviço foram assinadas na plenária de encerramento do Orçamento Democrático Municipal (ODM), no último mês de junho.
Além da revitalização no piso, arquibancada, proteção, pintura, banheiros e vestiários, o ginásio Almizão, vai receber em seu complexo, a construção de uma nova quadra Socyte, visando dar melhores condições as práticas esportivas.
Já na unidade educacional Antônia Luna Lisboa, maior escola do município, uma ampla reforma será realizada, desde reparos no telhado, sistemas elétrico e hidráulico, pintura, recebendo material de alta resistência, durabilidade e padrões de acessibilidade.
“Acompanhamos na manhã de hoje o andamento das obras da Escola Luna Lisboa e do Ginásio Almirzão. Iremos acompanhar pessoalmente até o final, sobretudo, na exigência dos materiais aqui empregados. Queremos tudo da melhor qualidade”, afirmou o gestor.
Local onde será construída uma nova quadra Socyte.
Atualmente, essas decisões podem ser tomadas individualmente pelos ministros e, geralmente, têm caráter provisório até decisão definitiva do plenário.
Atualmente, essas decisões podem ser tomadas individualmente pelos ministros e, geralmente, têm caráter provisório até decisão definitiva do plenário.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou nesta terça-feira (3) um projeto que impede ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) de suspender lei por decisão individual, chamadas de monocráticas. Caso não tenha recurso para análise da medida pelo plenário da Casa, a medida segue para apreciação do Senado.
Pelo Projeto de Lei 7.104/2017, o andamento das ações diretas de inconstitucionalidade (ADIs) e das ações de descumprimento de preceito fundamental (ADPFs) são alterados para que medidas cautelares na ação direta sejam tomadas, exclusivamente, por decisão da maioria absoluta dos membros da Corte. Atualmente, essas decisões podem ser tomadas individualmente pelos ministros e, geralmente, têm caráter provisório até decisão definitiva do plenário.
Ao justificar a proposta, o autor da medida deputado Rubens Pereira Júnior (PCdoB/MA), destacou que o objetivo é evitar “traumas na ordem jurídica” com decisões individuais e não definitivas. “O maior complicador é que tais decisões [monocráticas] se efetivam, via de regra, em sede de decisões cautelares, precárias por sua própria natureza jurídica o que, indubitavelmente, gerou uma maior insegurança em seu alcance”, disse.
O texto estabelece ainda que, no período de recesso da Corte, o presidente poderá conceder medida cautelar nos casos de ADIs e ADPFs e o plenário deverá examinar a questão até a sua oitava sessão após a retomada das atividades.
ADIs e ADPFs
As ações diretas de inconstitucionalidade (ADIs) e as ações de descumprimento de preceito fundamental (ADPFs) são ações usadas no Supremo Tribunal Federal para evitar ou reparar atos do Poder Público (União, estados, Distrito Federal e municípios) que ferem a Constituição Federal. Em geral, esses instrumentos são usados para questionar se uma lei aprovada pelo Congresso está em consonância com a Constituição.
Os 12 adolescentes e o técnico de futebol que estavam desaparecidos dentro de uma caverna e foram encontrados ontem (2) com vida podem ter que aguardar por meses no local até que as equipes de resgate consigam retirá-los com segurança. “Vamos enviar comida para pelo menos quatro meses e vamos ensinar os 13 a como mergulhar, enquanto continuamos drenando a água que inunda as galerias da caverna”, disse o capitão Anand Surawan, das Forças Armadas da Tailândia.
Os 12 adolescentes têm entre 11 e 16 anos de idade, enquanto o técnico tem 25 anos de idade. Eles estavam desaparecidos há 10 dias, após entrarem na gruta Tham Luang-Khun Nam Noon. O local tem 10 km de extensão, mas a temporada de chuvas – que termina só em novembro – alagou a entrada do local e impede que os jovens saiam.
Uma equipe de mergulhadores conseguiu localizar na noite de ontem o grupo em uma das galerias da caverna. Eles estavam sentados em uma rocha e todos passam bem.
Os brasileiros podem sofrer sanções que vão desde multas até a proibição de voltarem a entrar em território russo.
Os brasileiros podem sofrer sanções que vão desde multas até a proibição de voltarem a entrar em território russo.
O Ministério do Interior da Rússia abriu um inquérito formal contra os brasileiros que, nos primeiros dias da Copa do Mundo, constrangeram uma mulher em Moscou, num vídeo que difundiram pela internet.
A decisão do governo foi uma reação à denúncia apresentada pela advogada e ativista russa, Alyona Popova. Numa carta endereçada a ela, a polícia de Moscou confirmou que iniciou investigações.
O documento, obtido pelo jornal O Estado de S. Paulo, é desta segunda-feira, 2, e indica que um registro especial foi dado ao caso, dentro do Ministério do Interior. As autoridades tinham um mês para dar uma resposta à ativista, o que significava que tinham um prazo até 20 de julho para tomar uma decisão. Mas anteciparam o processo e, em apenas dez dias, optaram por iniciar o caso.
Na carta enviada ao governo, a ativista considerava que “cidadãos estrangeiros deveriam pedir desculpas publicamente, e para a menina, e todos cidadãos russos diante do sexismo, da falta de respeito às leis da Federação Russa, o desrespeito por um cidadão russo, insultos, humilhação da honra e dignidade de um grupo de pessoas com base em seu gênero.”
Caso sejam considerados como culpados, os brasileiros podem sofrer sanções que vão desde multas até a proibição de voltarem a entrar em território russo.
Na comunicação ao governo datada de 20 de junho, Popova cita artigos das leis russas que apontam para punições quanto à humilhação ou insulto. Nesse caso, multa pode chegar a 3 mil rublos (R$ 175). Mas também existiria a possibilidade de que os brasileiros sejam denunciados por violência da ordem pública e abusos sexuais. Uma responsabilidade criminal apenas poderia ser atribuída se ficar constatado que o ato tem uma relação com discriminação de sexo, de raça ou nacionalidade.
Num texto publicado pela ativista, ela alerta que um dos envolvidos tinha um cargo público e que “não podem humilhar” a mulher russa. Ela se referia ao tenente da Polícia Militar de Santa Catarina Eduardo Nunes, um dos identificados no vídeo. Segundo a advogada, a ofensa tem uma relação direta com “nacionalidade e gênero”. “Gostaria que esses cidadãos fossem punidos”, escreveu.
Na semana passada, o CEO da Copa, Alexey Sorokin, surpreendeu ao dizer que desconhecia os casos de assédio sexual por parte dos torcedores.
“Eu desconheço o tema. Não acho que isso seja um problema enorme, não ocorreu tanto”, tentou minimizar Sorokin. Na sequência, o CEO da Copa tentou mudar o um pouco o tom da sua resposta e disse esperar que “todos tenham respeito, sem distinção entre homens, mulheres, crianças. “Cortesia é uma conduta básica. Em caso de condutas criminais, tomaremos medidas de acordo com as autoridades. Se quebrar as regras da lei, vão responder por isso”, disse o russo.
Elga Shitara comentou a eliminação da seleção do Japão na Copa do Mundo.
Elga Shitara, que representou o Japão no concurso Musa da Copa
Após estampar a revista Sexy, a modelo Elga Shitara está com o corpo mais sequinho. A beldade provou isso ao posar em um novo ensaio.
Elga Shitara comentou a eliminação da seleção do Japão na Copa do Mundo. “Estou muito triste com a derrota da minha seleção. Foi um jogo lindo, surpreendente e cheio de garra, mas não deu. Fiquei com o gostinho de quero mais”, declarou a gata, que representou o país no concurso Musa da Copa.
Elga Shitara comentou a eliminação da seleção do Japão na Copa do Mundo.
Elga Shitara, que representou o Japão no concurso Musa da Copa, posa com a bandeira da seleção, que perdeu para a Bélgica e deixou o Mundial.
Elga Shitara, que representou o Japão no concurso Musa da CopaElga Shitara, que representou o Japão no concurso Musa da CopaElga Shitara, que representou o Japão no concurso Musa da Copa
O relator da LDO, Delírio Beber, ao lado do presidente da Comissão Mista de Orçamento, Mário Negromonte Jr.
O relator da LDO, Delírio Beber, ao lado do presidente da Comissão Mista de Orçamento, Mário Negromonte Jr.
O projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2019 prevê, pela primeira vez, a obrigação de revisão de benefícios fiscais concedidas pelo governo federal. Pelo texto que serve de base para a proposta orçamentária, o governo federal deverá apresentar ao Congresso, até 31 de março do ano que vem, um plano de gestão dos benefícios com o compromisso de eliminar ou reduzir algumas bondades. A mudança é do relator da LDO, senador Dalírio Beber (PSDB-SC).
Atualmente, a isenção de impostos corresponde a 4% do Produto Interno Bruto (PIB). O relator sugere que caia para 2% em até dez anos. De acordo com o senador, a União hoje compromete R$ 280 bilhões por ano em benefícios tributários, como o subsídio para pequenas e médias empresas e o programa Minha Casa Minha Vida, entre outros.
“A medida força a se validar melhor a necessidade e a viabilidade antes da concessão do benefício”, disse o senador. “É preciso avaliar se o incremento econômico objetivado pelas isenções está sendo cumprido.”
O texto foi entregue nesta segunda-feira (2) pelo senador à Comissão Mista de Orçamento. A previsão é que a proposta seja votada na quarta (4). O plenário do Congresso Nacional precisa analisar o projeto até 17 de julho para que deputados e senadores possam sair de recesso.
Depois de passar pela comissão, o projeto será analisado pelos parlamentares, que podem pedir para incluir ou eliminar itens da proposta.
Para Beber, a intenção da LDO é fazer um ajuste duro das contas públicas para diminuir o comprometimento com a dívida pública. Além da revisão dos benefícios, o texto também propõe o corte de 10% da verba de custeio administrativo de todos os órgãos federais.
Além disso, não há previsão, de acordo com o projeto, de reajuste salarial para servidores públicos em 2019.
O texto prevê uma meta de déficit primário de R$ 139 bilhões para o governo federal. Para 2020 e 2021, o déficit previsto é de R$ 110 bilhões e R$ 70 bilhões.
De acordo com a proposta, o crescimento do PIB em 2019 é estimado em 3%, a inflação medida pelo IPCA ficaria em 4,25%, enquanto a taxa básica de juros (Selic) e o dólar devem encerrar o ano em 8% e R$ 3,50, respectivamente.
Despesas
A proposta prevê que o governo gastará R$ 635,4 bilhões no próximo ano para pagar os benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), um valor que é R$ 43,1 bilhões (7,27%) maior que o previsto para 2018. O pagamento de salários do funcionalismo e encargos sociais soma mais R$ 321,983 bilhões.
Outras despesas obrigatórias estão estimadas em R$ 360,122 bilhões, segundo a LDO de 2019. Com isso, sobrariam cerca de R$ 99 bilhões de recursos discricionários, que financiam obras e investimentos, o que representa cerca de 7% do total do Orçamento Federal estipulado para o próximo ano.
Salário mínimo
Apesar da polêmica em torno da previsão do salário mínimo previsto para 2019, o valor de R$ 1.002 foi assegurado pelo ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Esteves Colnago. Nota técnica da Comissão Mista de Orçamento diminuía a previsão para R$ 998. Neste ano, o salário mínimo está em R$ 954.
Mesmo com o corte de gastos em outras áreas, a fatia manejada por parlamentares do Orçamento foi mantida. A LDO também prevê a garantia de um valor de execução obrigatória de emendas parlamentares das bancadas estaduais. O valor será correspondente ao de 2018, acrescido da inflação.
Andres Manuel Lopez Obrador deposita sua cédula de voto, na Cidade do México. - Alexandre Meneghini/Reuters/Direitos Reservados
Agência EFE – Vitorioso nas eleições presidenciais do México, Andrés Manuel López Obrador disse nesta segunda-feira (2) que, quando assumir o poder, “estenderá as mãos” ao governo do norte-americano, Donald Trump, para ter uma relação de amizade com o país vizinho.
“Vamos estender nossas mãos francas para buscar uma relação de amizade e cooperação com os Estados Unidos”, disse o líder esquerdista, em entrevista à emissora “Televisiona”.
O político do Movimento Regeneração Nacional (Morena) agradeceu a Trump pelo tweet de felicitação enviado na noite de ontem, depois que as pesquisas de boca de urna lhe apontaram como ganhador do pleito.
Andres Manuel Lopez Obrador deposita sua cédula de voto, na Cidade do México. – Alexandre Meneghini/Reuters/Direitos Reservados
No Twitter, Trump disse que “deseja” trabalhar com Obrador, e que “há muito o que fazer para beneficiar tanto os Estados Unidos como o México”.
“Foi muito respeitoso. Isso é o que vamos sempre procurar na relação com o governo dos EUA, que haja respeito mútuo: nós nunca vamos faltar com o respeito porque queremos que nos respeitem”, disse Obrador.
O futuro presidente explicou que sua equipe é consciente “da necessidade de manter boas relações com os Estados Unidos”, devido a aspectos como a fronteira comum, a estreita relação econômica e comercial, e os milhões de mexicanos que vivem nesse país.
Por isso, “não vamos brigar, vamos buscar sempre que haja um acordo” e, então, “vamos estabelecer uma cooperação para chegar a um entendimento”.
Quando foi questionado sobre como reagirá caso Trump lance uma mensagem agressiva contra o México no Twitter, Obrador rejeitou se envolver em disputas na rede. “Vamos atuar com muita prudência, porque vamos representar o país”.
Adriano Galdino afirmou que pretende disputar a presidência da ALPB no segundo biênio e cobrou o cumprimento do acordo firmado para a composição da Mesa Diretora. O Republicanos indicou Wilson Filho para o primeiro biênio.
A Polícia Federal prendeu um homem suspeito de criar uma identidade falsa para abrir contas, obter cartões de crédito e receber benefício social em Princesa Isabel. A Operação Alter Ego 3 cumpriu mandados na Paraíba e em São Paulo.
O governador Lucas Ribeiro assinou decreto que amplia incentivos ao setor sucroalcooleiro da Paraíba. A medida busca estimular a produção de etanol, fortalecer as usinas e contribuir para a manutenção e geração de empregos.