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Bancários rejeitam proposta da Fenaban e retardam abertura de agências

Membros do Sindicato dos Bancários da Paraíba, em uma assembleia geral extraordinária realizada no auditório da entidade, na Capital, nesta quarta-feira (8), decidiram rejeitar a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) apresentada em rodada de negociação nessa terça-feira (7), que ofereceu reajuste baseado na reposição da inflação acumulada. Com isso, a categoria seguirá avaliando novas propostas e, por enquanto, a única ação em resposta será o retardamento da abertura de agências bancárias da Grande João Pessoa na próxima sexta-feira (10).

Segundo o presidente do Sindicato dos Bancários da Paraíba, Marcelo de Lima Alves, as agências que abrem às 10 horas abrirão apenas às 11 na sexta-feira. Ele não especificou se todas as unidades bancárias da Região Metropolitana de João Pessoa seguirão a determinação.

“A sexta-feira será o ‘Dia do basta’, um movimento nacional organizado por centrais sindicais e movimentos sociais. Em João Pessoa, faremos um ato público às 9 horas em frente ao Banco do Brasil da Praça 1817, no Centro. Chamamos de ‘Dia do basta’ porque basta de privatização, de corrupção, de ‘N’ questões que temos discutido e que estamos inseridos”, explicou Marcelo.

De acordo com o presidente, uma nova rodada de negociação nacional ocorrerá no dia 17 deste mês. O que for decidido nacionalmente determinará o posicionamento do sindicato local. Marcelo Alves revelou que ainda não está prevista uma possível greve, pelo menos até o fim do mês de agosto. “Iremos priorizar as negociações”, declarou.

Por Gustavo Medeiros, do Portal Correio

Presidente do TJPB determina arquivamento de processo sobre desinstalação de comarcas

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Em sessão realizada pelo Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba na tarde desta quarta-feira (8), o presidente do TJ, desembargador Joás de Brito Pereira Filho, determinou a retirada de pauta e o arquivamento do Processo nº 2017198780, referente a um projeto de resolução que versava sobre a desinstalação e a agregação de comarcas, entre outras providências. Ao propor o arquivamento, o presidente defendeu a necessidade de estudos mais aprofundados a respeito do assunto. 

“Acredito que esta é uma matéria que teremos que enfrentar, mais cedo ou mais tarde, como vem sendo feito por outros tribunais do país. Posteriormente, apresentaremos um novo projeto, com base nos novos estudos”, afirmou Joás de Brito. 

Na ocasião, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Paraíba (OAB-PB), Paulo Maia, usou a tribuna e sugeriu a participação de outras instituições no debate sobre o assunto. “É importante que a OAB, Associação dos Magistrados da Paraíba (AMPB), servidores, Assembleia Legislativa e outras instituições possam contribuir com a construção de uma proposta, que é tão importante para toda a sociedade”, disse.

A proposta de desinstalação de 15 comarcas surgiu a partir de um estudo realizado por técnicos da Diretoria de Gestão Estratégica do Tribunal, observando os critérios estabelecidos em artigos da Lei de Organização e Divisão Judiciárias do Estado (Loje), que tratam sobre o tema, estabelecem os critérios mínimos necessários para criação e extinção de comarcas, quais sejam: extensão territorial, população, eleitorado, receita tributária e o número mínimo de 500 processos distribuídos na comarca de origem, oriundos dos municípios ou distritos que venham a compor a nova comarca, nos últimos doze meses anteriores à criação.

O projeto tinha como justificativa a otimização da redistribuição de recursos humanos, com base na Resolução 219 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ); o suprimento da carência de magistrados nas comarcas; a racionalização das despesas do Judiciário estadual, entre outras.

O projeto de resolução propunha a desinstalação das comarcas: Araçagi, Arara, Bonito de Santa Fé, Cabaceiras, Cacimba de Dentro, Caiçara, Coremas, Cruz do Espírito Santo, Lucena, Malta, Paulista, Pilões, Prata, Santana dos Garrotes e São Mamede, que seriam agregadas, respectivamente, as seguintes unidades: Guarabira, Serraria, Conceição, Boqueirão, Araruna, Belém, Piancó, Sapé, Santa Rita, Patos, Pombal, Serraria, Sumé, Piancó e Santa Luzia. 

Por Gabriela Parente

Falta de chuva pode determinar bandeira vermelha até novembro, diz ONS

O diretor geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Luiz Eduardo Barata, disse hoje (8) que, embora o nível de chuva no Brasil tenha melhorado no mês de agosto, os resultados baixos desde fevereiro não favorecem um bom desempenho para a geração de energia até o fim do período seco, no fim de novembro.

De acordo com Barata, essa condição pode determinar a manutenção da bandeira vermelha na tarifa de energia até novembro. Apesar de dizer que não gosta de comentar uma situação que pertence à seara da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), acrescentou que as previsões não são favoráveis. 

“De fato já estamos agora basicamente no meio do período seco e os sinais que temos dos institutos de clima são de que não deve ter mudança nenhuma em relação ao que a gente tem. Devemos continuar com uma primavera seca”, observou, após palestra no evento Brazil Windpower 2018, no Rio de Janeiro. O encontro é organizado pela Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), pelo Conselho Global de Energia Eólica (GWEC) e pelo Grupo CanalEnergia.

Barata acrescentou que ainda assim, conta com a chuva, agora, para reduzir o impacto no futuro. “Essa chuva não penetra e não se transforma em energia. A vantagem é que como ela umidifica o solo, quando chegarmos ao período úmido o solo não estará tão seco e, rapidamente, as chuvas do período úmido se transformam em vazão. Essa é a torcida que a gente tem”, relatou.

O diretor da Aneel Sandoval de Araújo Feitosa Neto afirmou que ainda não é possível assegurar que a bandeira vermelha vai seguir até o fim do período seco, em 30 de novembro. Ele informou que a definição da bandeira segue a metodologia elaborada em uma norma do órgão baseada em avaliação mensal dos reservatórios. Embora reconheça que o ONS tem condições de estimar, com mais antecedência, o tempo de permanência de uma cor para estipular a tarifa de energia, o diretor completou que a partir da análise da Aneel é que a cor da bandeira é determinada.

“Não posso precisar se até o fim do ano a bandeira ficará vermelha. O ONS acompanha e tem maiores informações para antecipar este fato. O que posso dizer é que a definição do patamar da bandeira é feita em norma da Aneel. Somente se verifica a cor da bandeira no momento em questão. Por exemplo, estamos no mês de agosto, a definição da bandeira foi em julho. Ao final de agosto se avaliarão as condições energéticas e se chegará a bandeira de setembro e assim sucessivamente”, afirmou, após participar de um painel no Brazil Windpower.

Despacho de térmicas 

Com a falta de chuvas, o ONS precisa acionar as usinas térmicas para garantir o abastecimento. Segundo o diretor, atualmente estão sendo despachados, pelo programa, cerca de 13,5 mil a 14 mil megawatts (MW), volume que foi beneficiado pela queda da temperatura nessa semana. “A temperatura caiu, com isso a gente despacha menos térmicas”, apontou.

Hidrologia

Segundo Barata, o ONS estima para o final do período seco, em 30 de novembro, chegar na faixa de 18% a 20 % de participação das térmicas no sistema na região Sudeste, mas isso depende das condições da Região Sul. “Se o Sul ficar muito ruim fica no limite inferior de 15% ou 16%”, completou.

O panorama pode mudar se as condições da Região Sul se alterarem com a chegada do El Niño previsto para o fim do ano. “Se, ao contrário, as condições no Sul se modificarem, fala-se na chegada do El Niño no final do ano. El Niño significa chuvas no Sul e reduz a necessidade do Sudeste exportar para o Sul, então, poderemos concluir o ano com um nível maior Sudeste”, disse.

Já no Nordeste, o quadro está diferenciado do ano passado. “Pela estratégia que temos hoje de operação na cascata do São Francisco , nós devemos terminar o ano na faixa de 30%, o que é bem acima do que chegamos no ano passado. 

Sucesso no funk, Kevinho se antecipa e anuncia parceria com Anitta

Kevinho e Anitta. Foto: internet

Sucesso no mundo do funk, Kevinho tem realizado shows por diversos cantos do Brasil e do mundo. Em entrevista para o programa Fofocalizando, nesta quarta-feira (07), o funkeiro revelou que mais dois hits serão apresentados até o final do ano.

No final desse mês, mais tardar início do outro, o ex-namorado de Flávia Pavanelli lançará um novo funk com MC Kekel, conhecido por hits como ‘Namorar pra Quê’ e ‘Tô Bonito’. A novidade ficará para os três últimos meses de 2019.

“A gente está conversando ainda, acertando a música, mas é em breve”, revelou Kevinho sobre uma parceria inédita com a cantora Anitta, o nome do momento no Brasil. Falando na estrela, Jojo Todynho também anunciou que fará uma música com a amiga.

JOJO TODYNHO FALA DE VIRGINDADE E PARCERIA COM A ANITTA

Jojo Todynho segue trilhando o caminho do sucesso no mundo da música e emplacando diversos hits. A funkeira conversou com o programa TV Fama e foi questionada sobre a primeira vez. Jojo teve que responder com quantos anos perdeu a virgindade.

“Quantos anos eu perdi minha virgindade? Ah, não idade que eu achei que tinha que perder, vamos que vamos, precisava saber o que é isso. Minhas amigas vão, também quero ir… experimentei e amei”, revelou a cantora, não tem papas na língua.

Jojo também falou sobre a relação com a amiga Anitta. “Minha maior conselheira. A minha música ‘Arrasou Viado’ foi ela que escreveu junto com o Dj Batata. Tem uma música nova para lançar em agosto, eu e Anitta”, avisa.

Otvfoco

Criança de 2 anos morre após se afogar em bacia na Baía da Traição

Cidade de Baía da Traição registrou três casos positivos de coronavírus.

Uma criança de 2 anos morreu após se afogar em uma bacia, na tarde desta terça-feira (7), no município de Baía da Traição, no Litoral Norte da Paraíba. De acordo com a Polícia Militar, a perícia constatou que o caso foi acidental.

Segundo o sargento Alexsandro Pereira, as informações apuradas pela PM indicam que a menina estava brincando com outras crianças na aldeia indígena onde morava, enquanto o pai dela estava trabalhando e a mãe arrumando a casa.

Conforme informado pelo sargento, em determinado momento a menina se afastou e foi ao banheiro, onde havia uma bacia com água dentro. Um tempo depois, o tio teria encontrado a criança desacordada.

O sargento afirmou que familiares ainda levaram a criança para uma unidade de saúde no município, mas a morte dela foi constatada no local. Segundo ele, o caso ainda deve ser investigado pela Polícia Civil.

G1PB

PM ficou ao menos um dia em poder de bandidos antes de ser assassinada

© Reprodução / Facebook
© Reprodução / Facebook
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Após perícia no corpo da soldado Juliane dos Santos Duarte, 27, a cúpula da Polícia Militar de São Paulo avalia que ela deve ter permanecido por mais de 24 horas em poder de criminosos antes de ser assassinada com tiros na cabeça.

A policial, que desapareceu na favela de Paraisópolis na madrugada de quinta-feira (2), foi encontrada morta na noite desta segunda (6) dentro de um carro em Jurubatuba, na zona sul, a 8,5 km de distância.

A avaliação da PM tem como base os exames periciais realizados no corpo da vítima. Eles apontaram que a soldado morreu entre 24 horas e 48 horas antes da localização do corpo. Isso daria, de acordo com a polícia, entre sábado (4) e domingo (5).

Segundo testemunhas, a soldado foi levada por bandidos ainda com vida na madrugada de quinta de um bar da favela de Paraisópolis. Ela teria ficado na mão de criminosos até que seu destino fosse decidido.

A partir do resultado da perícia, a outra hipótese era de Juliane ter recebido os disparos e ficado agonizando no porta-malas do veículo por mais de um dia até morrer. Mas essa possibilidade é considerada muita remota porque, segundo policiais, além de tiros na virilha e na nádega, ela tinha também duas perfurações na cabeça, que seriam fatais.

Até agora, a polícia paulista prendeu um suspeito de participação direta no crime. As investigações sugerem a participação de ao menos mais três criminosos.

De acordo com policiais civis e militares, o único suspeito preso até agora sob suspeita de ter participado do assassinato é Everaldo Severino da Silva, 45, conhecido como “Sem Fronteira”. Ele nega.

Everaldo seria integrante da facção criminosa PCC. Na região de Paraisópolis, teria a função de ordenar mortes, segundo informações da Polícia Civil.

Ainda segundo a polícia, dificilmente alguém mataria um policial na comunidade de Paraisópolis, conhecido reduto do PCC, sem uma ordem dos chefes da quadrilha da região. Isso porque a morte de um policial militar, sabidamente, provoca reações por parte dos colegas e, em caso de repercussão, da cúpula da corporação.

Isso explicaria, em tese, a razão por que a PM não foi morta em um primeiro momento. Os criminosos provavelmente consultaram instâncias superiores até decretarem a morte da policial.

Desde o final de semana, várias equipes da PM estão empenhadas em dar uma resposta ao caso, entre as quais o Comando de Operações Especiais, do Canil, do Grupamento Aéreo e das unidades de policiamento da região, bem como da Equipe de PM Vítima, da Corregedoria, em conjunto com a Polícia Civil.

Essas equipes, segundo o comando da PM, não têm prazo para deixarem o local.

A polícia avalia que, embora seja uma tragédia indiscutível, a PM morta não seguiu procedimentos de segurança orientados pela tropa. Um deles é se colocar “em ambiente vulnerável”: uma favela com grande presença do crime organizado.

Além disso, após ingerir bebida alcoólica, a soldado teria sacado a arma para resolver um furto de celular embora estivesse sozinha em local sem apoio rápido.

Segundo testemunhas, após Juliane se identificar como policial nesse bar, frequentadores do espaço informaram aos bandidos da área de sua presença. Quatro deles teriam aparecido e levado a PM para local desconhecido, após ter dado um tiro na perna dela.

POLÍCIA NÃO ENTRA EM PARAISÓPOLIS

Em novembro do ano passado, a diretora do DHPP (Departamento de Homicídios), a delegada da Polícia Civil Elisabete Sato disse, durante evento em São Paulo, que a polícia enfrentava problemas ao entrar em favelas, incluindo Paraisópolis.

“Eu converso muito com nossos investigadores. E nossos investigadores me falaram na semana passada: ‘Diretora, está difícil entrar em Paraisópolis […] Nem a PM nem a Rota estão entrando lá'”, disse.

Na época, o governo negou tal dificuldade e, em resposta à delegada, a PM fez operações naquele mesmo dia. O secretário da Segurança, Mágino Alves Barbosa Filho, também reagiu às afirmações da delegada. “A afirmação de que as polícias de São Paulo têm dificuldade em cumprir seu trabalho, seja em comunidades ou em qualquer outro lugar, é o mais completo absurdo.” Ele citou operações e prisões recentes na favela de Paraisópolis. Com informações da Folhapress.

Denúncias de violência contra a mulher chegam a 73 mil, em 2018

José Cruz/Agência Brasil/Agência Brasil
José Cruz/Agência Brasil/Agência Brasil
José Cruz/Agência Brasil/Agência Brasil
José Cruz/Agência Brasil/Agência Brasil

A Lei Maria da Penha completa 12 anos nesta terça-feira (7) em meio a várias notícias de crimes cometidos contra mulheres, principalmente homicídios. Sancionada em 7 de agosto de 2006, a Lei 11.340 representa um marco para a proteção dos direitos femininos ao endurecer a punição por qualquer tipo de agressão cometida contra a mulher no ambiente doméstico e familiar.

Em pouco mais de uma década de vigência, a Lei motivou o aumento das denúncias de casos de violação de direitos. Segundo o Ministério dos Direitos Humanos (MDH), que administra a Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, o Ligue 180, foram registradas no primeiro semestre deste ano quase 73 mil denúncias. O resultado é bem maior do que o registrado (12 mil) em 2006, primeiro ano de funcionamento da Central.

As principais agressões denunciadas são cárcere privado, violência física, psicológica, obstétrica, sexual, moral, patrimonial, tráfico de pessoas, homicídio e assédio no esporte. As denúncias também podem ser registradas pessoalmente nas delegacias especializadas em crime contra a mulher.

A partir da sanção da Lei Maria da Penha, o Código Penal passou a prever estes tipos de agressão como crimes, que geralmente antecedem agressões fatais. O código também estabelece que os agressores sejam presos em flagrante ou tenham prisão preventiva decretada se ameaçarem a integridade física da mulher.

Pela primeira vez, a Lei também permitiu que a justiça adote medidas de proteção para mulheres que são ameaçadas e correm risco de morte. Entre as medidas protetivas está o afastamento do agressor da casa da vítima ou a proibição de se aproximar da mulher agredida e de seus filhos.

Além de crime, a Organização Mundial de Saúde (OMS) ainda considera a violência contra a mulher um grave problema de saúde pública, que atinge mulheres de todas as classes sociais.

A lei leva o nome de Maria da Penha Maia, que ficou paraplégica depois de levar um tiro de seu marido. Até o atentado, Maria da Penha foi agredida pelo cônjuge por seis anos. Ela ainda sobreviveu a tentativas de homicídio pelo agressor por afogamento e eletrocussão.

Feminicídio

Fruto da Lei Maria da Penha, o crime do feminicídio foi definido legalmente em 2015 como assassinato de mulheres por motivos de desigualdade de gênero e tipificado como crime hediondo. Segundo o Mapa da Violência, quase 5 mil mulheres foram assassinadas no país, em 2016. O resultado representa uma taxa de 4,5 homicídios para cada 100 mil brasileiras. Em dez anos, houve um aumento de 6,4% nos casos de assassinatos de mulheres.

Nos últimos dias, alguns casos de agressão e morte contra mulheres repercutiram em todo o país e reacendeu o debate em torno da violência de gênero. No interior do Paraná, o Ministério Público do Paraná (MP-PR) apresentou denúncia por feminicídio contra o biólogo Luís Felipe Manvailer pelo assassinato de sua esposa, a advogada Tatiane Spitzner. Ela foi encontrada morta, no dia 22 de julho, depois de, supostamente, ter sido empurrada do 4º andar do prédio onde o casal morava, em Guarapuava (PR).

Em Brasília, a Polícia Civil prendeu ontem (6) em flagrante um homem de 44 anos acusado de matar a esposa. A mulher de 37 anos morreu depois de cair do terceiro andar do prédio onde o casal morava.  O agressor vai responder pelo crime de homicídio triplamente qualificado (quanto é cometido por motivo torpe, sem possibilidade de defesa da vítima e feminicídio). Segundo a investigação, neste caso há histórico de violência doméstica, com brigas frequentes, agressões, injúrias e ameaças recíprocas.

No Rio de Janeiro, onde uma mulher grávida foi assassinada ontem (6) e o principal suspeito é o marido, policiais civis também cumprem mandados de prisão de acusados de violência física e sexual contra mulheres.

Em Minas Gerais, a Polícia Civil deflagrou nesta terça-feira (7) uma operação especial para prender agressores de mulheres. Durante a manhã, foram cumpridos 61 mandados de prisão; quatro agressores foram presos em flagrante e foram feitas 306 visitas tranquilizadoras, para monitorar casos de medidas protetivas.

Por Débora Brito, da Agência Brasil

Após 3 anos, Ximbinha ainda não pode chegar perto de Joelma

© AGNews / Raphael Castello
© AGNews / Raphael Castello
© AGNews / Raphael Castello
© AGNews / Raphael Castello

Joelma está protegida contra Ximbinha pela Lei Maria da Penha há 3 anos, o que ainda impede o ex-marido de se aproximar da cantora.

“Ele é do tipo de homem que sai do controle quando bebe. Ele é uma pessoa, e com bebida é outra. Muitas mulheres não expõem por vergonha. Eu também tinha. Não queria que algo tão pessoal viesse à tona”, afirma Joelma.

Em entrevista ao jornal ‘Extra’, a artista diz que sua história serviu de inspiração para muitas mulheres que viviam relacionamentos abusivos. “Ouço muitos depoimentos nesse sentido. Elas vêm falar comigo que, depois que tomei a decisão de me separar, elas também tomaram coragem. Foi como se elas precisassem de uma força que veio de mim”, conta.

Joelma só teve um relacionamento desde que terminou com Ximbinha. O namoro com o empresário Alessandro Cavalcante, no entanto, chegou ao fim há pouco mais de um ano. Agora, ela se encontra recuperada e pronta para um novo amor. “Já amei, já desamei. Estou solteira por enquanto, mas quem tem Deus, não tem trauma”, diz.

São Paulo anuncia contratação de jovem promessa do Sport

© REUTERS/Agustin Marcarian
© REUTERS/Agustin Marcarian
© REUTERS/Agustin Marcarian
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A novela Everton Felipe, enfim, acabou. Nesta terça-feira (7), o Sport confirmou a saída do meia de 21 anos para o São Paulo, segundo apurou o UOL Esporte. Após dias de negociação, o clube paulista enfim acertou a contratação do jogador revelado nas categorias de base do clube rubro-negro.

Os diretores do Sport se reuniram nesta segunda (6) e decidiram aceitar a oferta de R$ 3 milhões à vista por 20% dos direitos econômicos, neste segundo semestre, e mais R$ 3 milhões em 2019 para contar com o meia em definitivo e por mais 20%. Para liberar o atleta, o clube do Recife também vai receber o atacante Morato, que tinha vínculo com o time do Morumbi só até o fim deste ano. Logo depois que o Sport recusou a proposta do Flamengo, de R$ 6 milhões parcelados, o São Paulo mostrou interesse pelo jogador. O departamento de futebol tricolor viu um negócio de oportunidade e recebeu as melhores referências possíveis do meia, que atuou ao lado de Diego Souza nas duas últimas temporadas em Recife.

Ciente do desejo do São Paulo, Everton Felipe mostrou disposição para acertar a transferência para o clube do Morumbi. Na última semana, o São Paulo abriu contato com o Sport e apresentou suas ofertas.

A última falava em pagamento de R$ 2 milhões pelo empréstimo de Everton até o fim do Campeonato Paulista de 2019. Em caso de avaliação positiva no Morumbi, mais R$ 4 milhões seriam destinados para a compra de 45% dos direitos econômicos do jogador que tinha contrato até fevereiro de 2022 com o Leão da Ilha do Retiro.

No entanto, o Cruzeiro também entrou na disputa para contratá-lo. Os mineiros chegaram com uma oferta de R$ 4 milhões à vista pelo atleta. Mas a negociação não andou.Everton Felipe foi revelado em 2014 pelo Sport, clube pelo qual disputou 124 partidas e marcou oito gols. Ele é meia, tem bom potencial de dribles e gosta de arriscar de fora da área. Sua chegada deve ajudar o São Paulo a ter um jogador no elenco com características mais próximas às de Nene.

*Com informações da Folhapress

Oito adolescentes brasileiros permanecem em abrigos nos EUA

Após ter reunido com suas famílias mais de 50 crianças brasileiras, cujos pais supostamente entraram ilegalmente nos Estados Unidos, o Ministério das Relações Exteriores concentra esforços na ajuda a oito adolescentes que não se enquadram na mesma situação. Segundo o Itamaraty, eles foram enviados a abrigos porque ingressaram no território norte-americano desacompanhados dos responsáveis.

De acordo com o ministério, os adolescentes estão em abrigos em Nova York, Illinois, no Texas e no Arizona. Eles podem ser enquadrados na lei de migração, e não na de tolerância zero – que provocou a separação das famílias de imigrantes.

Muitos adolescentes, segundo o Itamaraty, quando estão em idade próxima à maioridade, tentam entrar sozinhos nos EUA ou com parentes que não são os responsáveis legais.

“Há menores que estão em abrigos nos EUA por terem ingressado ilegalmente no país, porém desacompanhados dos responsáveis. Os agentes consulares mantêm visitas regulares aos abrigos, para prestar apoio e assegurar que estão recebendo os cuidados devidos”, informou o ministério à Agência Brasil.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores, a situação dos oito menores decorre do fato de as leis norte-americanas considerarem um delito a tentativa de entrada ilegal no país. Diante disso, as autoridades recomendam que os viajantes verifiquem as exigências de entrada e permanência em outro país.

“O Portal Consular conta com orientações gerais para quem vai viajar ao exterior e alerta que os cidadãos que buscam imigrar ilegalmente podem acabar presos naquele país”, disse a assessoria do Itamaraty.

As informações são mantidas sob sigilo para segurança das pessoas, segundo o Itamaraty.  A estimativa é que ainda há cerca de 700 crianças e adolescentes, filhos de imigrantes considerados ilegais nos EUA, separados de suas famílias em decorrência da lei tolerância zero.

O ministério informou ainda que todas as crianças brasileiras que foram separadas dos pais, em decorrência da política de tolerância zero do governo do presidente Donald Trump, já estão reunidas com as famílias.

Em abril, cerca de 2,3 mil crianças e adolescentes, filhos de imigrantes considerados ilegais, foram levados para abrigos e separados das famílias. A iniciativa provocou repercussão internacional . No caso do Brasil, o governo cobrou providências e a reunião das famílias de forma imediata.

*Com informações da Agência Brasil

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