Sem mais jogos a disputar nesta temporada após a eliminação nas quartas de final da Série C do Campeonato Brasileiro, o Botafogo-PB segue emprestando atletas para clubes que ainda estão em atividade.
O último da vez foi o zagueiro Walber, que vai jogar a Segunda Divisão do Campeonato Paraibano pelo Esporte de Patos. Além dele, outros seis jogadores foram cedidos.
Na equipe sertaneja, o jovem zagueiro de 21 anos vai reencontrar outros companheiros. São eles o goleiro Rhuan, o lateral-esquerdo Wanderson, o volante Michael e o atacante Filipe Pires.
Primeiro atleta a renovar contrato para 2019, o meia Clayton foi cedido ao Ypiranga, do Rio Grande do Sul, para as disputas da Copa Wianey Carlet e da Copa FGV.
Jogadores na Série B do Brasileiro
Se o acesso para a segunda divisão nacional não veio para o Belo, alguns jogadores terão o gostinho de disputar a competição ainda nesta temporada.
Caso do experiente meia Marcos Aurélio, que foi emprestado ao Sampaio Corrêa-MA.
Quem também está disputando a Série B é o volante Djavan. Cria das categorias de base, o jovem jogador está vestindo a camisa do Boa Esporte-MG. O treinador Evaristo Piza já adiantou que vai observar as partidas do jogador, e que conta com ele para a próxima temporada.
Todos os atletas devem retornar ao time do Botafogo-PB para a pré-temporada visando às quatro competições que o clube disputará em 2019: Campeonato Paraibano, Copa do Brasil, Copa do Nordeste e Série C do Brasileirão. Vale lembrar que o clube ainda não definiu a data para o início dos trabalhos, que deve acontecer entre o final de novembro e o início de dezembro.
Equipe @Vozdatorcida com Allan Hebert/Correio da Paraíba
Adolescente é encontrado morto em Lagoa de Dentro, no Vale do Mamanguape
A Polícia Civil da Paraíba recapturou mais um preso foragido da Penitenciária de Segurança Máxima Romeu Gonçalves Abrantes (PB1) na última quinta-feira (20). Manoel Messias Gomes da Silva foi localizado por integrantes da equipe da Delegacia Seccional de Mamanguape, próximo à Academia de Polícia Civil (Acadepol). A ação aconteceu durante a tarde, quando os policiais tiveram conhecimento de que um homem sem camisa e armado com uma faca estava escondido na mata, às margens da PB 008.
“Na Acadepol, pedimos reforço e fizemos buscas dentro da mata. Outra informação nos levou à abordagem do homem no acostamento, no sentido da Academia. Neste momento, o preso já estava de calça comprida, camisa, boné. Ele não portava documentos e negou ser fugitivo. Contudo, assim que chegou ao PB1 confirmou, assim como os agentes penitenciários presentes. Foi feito exame de corpo de delito e Manoel Messias foi entregue à unidade prisional”, explicou o agente operacional de Polícia Civil Odenildo Soares de Lima, que participou da recaptura.
Segundo informações da Polícia, o preso é da cidade de Sapé e estava há 10 dias dentro da mata, se alimentando de caranquejo e frutas. Com Manoel Messias, as forças de Segurança Pública da Paraíba somam 49 presos recapturados entre os 92 que fugiram do PB 1 no dia 10 de setembro deste ano.
Novamente os setores da indústria de transformação e agropecuária fizeram a Paraíba registrar saldo positivo de 7.244 empregos com carteira assinada para o mês de agosto. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgado nessa sexta-feira (21).
Conforme o Caged, o setor de indústria de transformação contratou 4 mil pessoas e desligou 1.441, resultando num saldo de 2.559. Já o setor de agropecuária contratou 3.551 trabalhadores e demitiu 230, resultando em um saldo de 3.321.
Já um setor que também contratou muitos trabalhadores foi o da construção civil, com 1.762 admissões e 1.380 demissões. Somando todos os setores, foram 16.914 contratações contra 9.670 demissões.
Dados nacionais
O Brasil teve um saldo positivo de 110.431 empregos em agosto deste ano. O país gerou 1.353 milhão de empregos, mas demitiu 1.242 trabalhadores. No acumulado do ano, o Caged mostra que foram criados 568,5 mil vagas de emprego com carteira de trabalho.
Faltando pouco mais de duas semanas para a votação que definirá o novo presidente do país, a maior parte dos brasileiros afirma estar pessimista com as eleições. Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) nas 27 capitais revela que mais da metade (53%) dos consumidores está com uma percepção negativa sobre as eleições presidenciais – o percentual sobe para 59% entre a parcela feminina de entrevistados. Somente 18% das pessoas ouvidas reconhecem estar confiantes com a eleição, enquanto 26% estão neutros.
Para os pessimistas com o processo eleitoral, a maior parte (34%) afirma não ter boas opções de candidatos à disposição. De forma semelhante, 30% não confiam nos nomes que disputam o Planalto, ao passo que 28% não acreditam que o novo presidente será capaz de promover mudanças positivas para a população na economia. Há ainda 27% de pessoas que estão desacreditadas com a possibilidade de renovação na política.
Considerando apenas a opinião dos brasileiros otimistas com as eleições, 39% acham que o novo governo terá mais estabilidade política para aprovar matérias de interesse para o país e 35% depositam esperança no fato de a sociedade estar mais vigilante com os políticos. Outros 18% de entrevistados esperam uma melhora porque haverá mudanças com relação às políticas adotadas pelo atual governo.
Brasileiro está dividido sobre futuro da economia pós-eleições: situação ficará melhor para 34%, mas 33% acham que tudo ficará igual
O levantamento demonstra que muito da percepção negativa sobre as eleições decorre da constatação de o país ainda sofre consequências da crise. Seis em cada dez (63%) brasileiros avaliam que a situação econômica do país está pior do que há um ano, enquanto 24% consideram que a situação é a mesma e somente 13% acham que ela está melhor. Para os brasileiros, mesmo com o fim da recessão, a maior parte dos impactos da crise ainda persistem, como desemprego elevado (90%), aumento de impostos (89%), endividamento das famílias (88%) e inadimplência crescente (86%).
Indagados sobre a situação da economia do Brasil após as eleições, a opinião pública mostra-se dividida: 34% esperam que a economia fique melhor sob o novo governo, mas uma parcela semelhante de 33% acredita que tudo continuará igual. Há ainda outros 17% que acreditam em uma piora do quadro.
Sob o novo governo, quatro em cada dez (44%) pessoas ouvidas acreditam que haverá aumento dos preços, aumento do dólar (44%) e elevação dos juros (42%). Quanto aos rumos do desemprego, as opiniões mais uma vez estão divididas: 33% acham que haverá mais cortes de vagas, enquanto 32% acreditam em criação de novos postos de trabalho. Para 28%, a situação permanecerá a mesma.
Diante da expectativa de um cenário macroeconômico mais difícil, 45% dos que estão pessimistas acreditam que terão de economizar mais e manter a disciplina nos gastos depois das eleições e 43% disseram que será mais complicado manter as contas em dia em 2019.
69% esperam grandes mudanças com presidente eleito. Para entrevistados, combater corrupção, desemprego e criminalidade devem ser prioridades
De modo geral, em cada dez entrevistados, sete (69%) esperam que o presidente eleito faça grandes mudanças em relação ao que vem sendo feito. Outros 26% argumentam em favor de mudanças pontuais, desde que sejam mantidos determinados programas e reformas já colocados em práticas. Somente 5% desejam a continuidade das políticas do atual governo.
Na avaliação dos entrevistados, o combate a corrupção (47%) e o desemprego (45%) lideram como os temas nacionais a serem tratados com prioridade pelo novo presidente e sua equipe. A criminalidade é citada por 38% das pessoas ouvidas e a precariedade da saúde pública por 32%. Outros assuntos considerados relevantes para a nova gestão são a necessidade de ajuste fiscal (23%) e corte de impostos (22%). Embora elejam uma série de temas a serem enfrentados pela nova gestão, um quarto (25%) dos entrevistados acha que nenhum problema será de fato resolvido pelo novo presidente. Além disso, 87% concordam que os candidatos fazem mais promessas na campanha do que podem cumprir depois de eleito.
Dentre as diretrizes que vão nortear o novo governo, 61% discordam da avaliação de que o presidente deve intervir menos na economia. Dessa forma, 88% pensam que o vencedor deve fortalecer a produção nacional e 73% concordam que a prioridade deve ser a distribuição de renda. Outros temas que recebem destaque são o estímulo ao comércio internacional (70%) e a garantia de direitos às minorias (67%).
Indagados sobre o Brasil que querem para o futuro, 44% dos entrevistados desejam um país em que políticos corruptos sejam presos e cumpram suas penas até o fim. Já 39% querem um sistema de saúde mais eficiente e 33% almejam um país mais seguro.
70% querem candidato que ‘põe a mão na massa’ e 53% valorizam honestidade; 24% dos brasileiros discutem eleições nas redes sociais
A CNDL e o SPC Brasil também investigaram o que os brasileiros esperam das habilidades do novo presidente. De modo geral, a população procura um candidato com perfil proativo e ao mesmo tempo articulado, com capacidade de se comunicar com a população e dialogar com a classe política. Para 70% dos entrevistados, é importante que o presidente eleito seja alguém que ‘ponha a mão na massa’ e realize projetos de melhorias em áreas como saúde, educação e infraestrutura. Para 30%, o candidato precisa ser uma pessoa próxima do povo e para 22%, ser um político influente para aprovar projetos no Congresso.
A pesquisa revela também que algumas características pessoais pesam na hora do eleitor decidir seu voto. As mais mencionadas são honestidade (53%), cumprir o que promete (37%), saber abrir mão de interesses particulares em detrimento do interesse da população (34%), ser sensível aos problemas da população (33%) e ter ‘pulso firme’ (31%). A maioria (60%) dos brasileiros disse rejeitar candidatos envolvidos em escândalos de corrupção, enquanto 59% descartam a possibilidade de votar em candidatos desonestos e que mentem.
O levantamento ainda revela que parte considerável dos brasileiros tem se engajado nas eleições: 36% tentam influenciar as pessoas que conhecem a votar no candidato que acreditam ser o melhor e 24% costumam entrar em discussões políticas nas redes sociais.
Metodologia
A pesquisa ouviu 800 brasileiros de ambos os gêneros, acima de 18 anos e de todas as classes sociais nas 27 capitais do país. A margem de erro é de no máximo 3,5 pontos percentuais a uma margem de confiança de 95%.
Os estudantes matriculados em instituições de ensino superior conveniadas ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) já podem acessar o edital do programa para concorrer às vagas remanescentes do programa.
As inscrições começam na próxima segunda-feira (24) e se encerram em 9 de novembro, e devem ser feitas pela internet. Nesta etapa, as vagas serão destinadas a candidatos que se inscreveram no Fies no segundo semestre deste ano, mas cujas turmas não foram iniciadas.
Depois dessa fase, novos prazos serão abertos para inscrição de estudantes novos e já matriculados nas universidades.
Requisitos
Para participar da seleção, os candidatos precisam ter realizado alguma das edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) desde 2010 e atingido pelo menos 450 na prova sem zerar a redação. A renda familiar mensal por pessoa não pode ultrapassar três salários mínimos. Com informações do Portal Brasil.
O navio transportava cerca de 400 passageiros, apesar de a sua capacidade máxima
O número de pessoas que morreram no naufrágio de um navio de passageiros no lago Vitória, na Tanzânia, subiu para 170, de acordo com a imprensa local. As operações de resgate recomeçaram na manhã deste sábado (22), tendo sido recuperados mais 24 corpos, segundo informou a televisão estatal TBC.
A embarcação MV. Nyerere naufragou na quinta-feira (20) no lago Vitória, a cerca de 50 metros do local onde iria atracar. O navio transportava cerca de 400 passageiros, apesar de a sua capacidade máxima ser para 100 pessoas e 25 toneladas de carga.
O presidente da Tanzânia, John Magufuli, já enviou condolências às famílias das vítimas e desejou uma rápida recuperação aos passageiros que foram, entretanto, hospitalizados.
O navio pertence à Agência de Serviços Eletrônicos e Eletromecânicos da Tanzânia e naufragou enquanto fazia a ligação entre a península de Ukerewe e a ilha de Ukora, na zona sul do lago Vitória, o maior do continente africano.
O lago, que é um importante ponto de atração turística rodeado pelos territórios da Tanzânia e Quénia, são registrados vários naufrágios todos os anos, devido a fortes tempestades. Segundo a Cruz Vermelha, em 1996, mais de 800 pessoas morreram no naufrágio do ferryboat “Bukoba” no Lago Vitória, ao largo de Mwanza. Com informações da Lusa.
O técnico Tite convocou nesta sexta-feira (21) a seleção brasileira para os amistosos contra Arábia Saudita e Argentina, marcados para os dias 12 e 16 de outubro, respectivamente.
Entre as novidades apresentadas na lista, está o retorno de Gabriel Jesus. Na convocação anterior, o atacante do Manchester City não foi chamado. Ele foi titular na Copa do Mundo da Rússia.
Quem também retorna à seleção após o Mundial é Marcelo, do Real Madrid, e Miranda, da Internazionale.
Já os novatos são três: o zagueiro Pablo, do Bordeaux, ao volante Walace, do Hannover, e ao atacante Malcom, do Barcelona.
Antes de Tite anunciar a lista, Edu Gaspar confirmou que os quatro clubes envolvidos nas semifinais da Copa do Brasil – Corinthians, Cruzeiro, Flamengo e Palmeiras – não teriam atletas convocados.
Goleiros: Alisson (Liverpool), Éderson (Manchester City) e Phelipe (Grêmio);
Defensores: Alex Sandro (Juventus), Danilo (Manchester City), Éder Militão (Porto), Fabinho (Liverpool), Marquinhos (PSG), Marcelo (Real Madrid), Miranda (Inter de Milão) e Pablo (Bordeaux);
Meio-campistas: Arthur (Barcelona), Casemiro (Real Madrid), Fred (Manchester United), Philippe Coutinho (Barcelona), Renato Augusto (Beijing Guoan), e Walace (Hannover);
Atacantes: Éverton (Grêmio), Roberto Firmino (Liverpool), Gabriel Jesus (Manchester City), Malcom (Barcelona), Neymar (PSG) e Richarlison (Everton).
Detentor da maior biodiversidade de árvores do planeta, com cerca de 14% das mais de 60 mil espécies, o Brasil tem visto a redução do desmatamento em diversos biomas. Essa diminuição, no entanto, ainda é desigual entre os estados e há desafios importantes para garantir a conservação da flora, afirmam autoridades e especialistas ouvidos pela Agência Brasil.
As florestas são base para a preservação da biodiversidade, dando equilíbrio aos ecossistemas. Além disso, estão relacionadas à situação de rios e ao abastecimento de água, necessárias à agricultura, indústria e ao consumo humano e desempenham papel fundamental na manutenção das temperaturas.
O Brasil tem seis biomas: Caatinga, Pampa, Pantanal, Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia. Nos três últimos, a medição dos índices de desmatamento é mais estruturada e ocorre há mais de dez anos. Nesses grupos, a derrubada de matas tem caído nos últimos 15 anos. “Nós reduzimos o desmatamento em todos os biomas, mas ainda há muito o que fazer. Nossa decisão é chegar a zero de desmatamento ilegal em todos os biomas. Não precisamos desmatar diante das terras no Brasil”, disse o ministro do Meio Ambiente, Edson Duarte.
Amazônia
A Amazônia é um exemplo desse fenômeno. Segundo o monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (Inpe), entre 2004 e 2017 a taxa anual de derrubada de matas na Amazônia Legal caiu 75%, saindo de 27,7 mil quilômetros quadrados (km²) para 6,9 mil. A Amazônia Legal inclui áreas nos estados do Acre, Amazonas, Amapá, Maranhão, de Mato Grosso, do Pará, Rondônia, de Roraima e do Tocantins.
No movimento histórico, houve queda das taxas entre 2004 e 2012. A partir de 2013, a área desmatada passa a oscilar, subindo e descendo. O índice de 2017 (6,9 mil km²) ainda foi superior ao menor da série histórica, registrado em 2012 (4,5 mil).
Desmatamento Amazônia – Fonte: Projeto Prodes/Inpe
Essa queda foi desigual entre os estados. Tiveram melhor desempenho no período Mato Grosso (-87%), Tocantins (-80%) e Pará (-73%). Boa parte das unidades da Federação tiveram reduções acima dos 60%. Uma exceção foi o maior estado da região: no Amazonas, o desmatamento caiu apenas 19% no mesmo intervalo de tempo.
Cerrado
O desmatamento no Cerrado também teve queda nos últimos anos. De acordo com Inpe, entre 2001 e 2017 ele diminuiu cerca de 75%, indo de 29,4 mil km² para 7,4 mil km² ao ano. Assim como na Amazônia, a trajetória descendente foi até 2012, subindo consideravelmente em 2013 e oscilando até 2017.
Desmatamento Cerrado Fonte: Inpe
Fazem parte do bioma o Distrito Federal e os estados da Bahia, de Goiás, do Maranhão, de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, do Piauí, Paraná, de Rondônia, São Paulo e do Tocantins.
Há diferença entre os estados, assim como no bioma amazônico. No acumulado de área desmatada entre 2001 e 2017, Minas Gerais lidera com 44,3 mil km², seguido por Goiás (44,2 mil km²) e Mato Grosso (44,5 mil km²). As unidades da Federação com menor área desflorestada no período foram Rondônia (169 km²), Paraná (221 km²) e o Distrito Federal (356 km²).
Mata Atlântica
Mata Atlântica – Arquivo Agência Brasil
Na Mata Atlântica, as taxas anuais de desmatamento caíram 89% entre 1985 e o período 2016-2017. No início da medição, a área desmatada anualmente chegava a 107,2 mil hectares quadrados (ha²) para 12,5 mil ha². Em relação ao período anterior, 2015-2016, a redução foi de 56,8%. Entretanto, o histórico de exploração deixou apenas 12% da área de mata nativa original.
A trajetória histórica das taxas de desflorestamento mostra uma oscilação maior do que nos demais biomas. As taxas saíram de 107,2 mil nos anos 1980 e sofreram queda no período 2008-2010, quando atingiram 14 mil ha² ao ano. A partir daí, houve alternâncias, chegando a 29 mil ha² no período 2015-2016.
No recorte por estados, o quadro é bem diferente. Sete unidades da Federação chegaram ao desmatamento zero. Espírito Santo e Ceará derrubam menos de 10 ha² por ano, índice também considerado baixo. Entre os períodos 2017-2016 e 2016-2015, houve quedas expressivas, como em São Paulo (-97%), Bahia (-67%) e Minas Gerais (-58%). Já Alagoas e Pernambuco foram na contramão, com aumentos de 2.243% e 2.121%, respectivamente.
Na avaliação da diretora executiva da organização SOS Mata Atlântica, Marcia Hirota, o bioma já tem uma área remanescente pequena perto da mata nativa original, que deve ser preservada. Não podemos permitir é que a exploração econômica aconteça em áreas de florestas nativas, que o pouco do que resta de Mata Atlântica seja o indutor de desenvolvimento. Sabemos que é possível conciliar desenvolvimento com proteção dessas áreas e recuperação da floresta onde é necessário”, disse à Agência Brasil.
Unidades de conservação
Serra da Capivara Marcello Casal jr/Arquivo Agência Brasil
Uma das estratégias de preservação é a criação de unidades de conservação (UCs). Atualmente, há 335 unidades federais desse tipo, segundo dados do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Em abril deste ano, foram instuídas cinco novas unidades de conservação – três reservas extrativistas no Maranhão e duas em área de Caatinga. Em março, quatro unidades em áreas marinhas já haviam sido criadas. Em 5 de junho, Dia Nacional do Meio Ambiente, mais três unidades foram criadas – duas na Bahia e uma no Amazonas.
A área continental protegida soma 789,6 mil km². Em 2017, essas unidades receberam 10,7 milhões de visitantes. De acordo com o ICMBio, 57,2 mil famílias são beneficiadas por UCs de uso sustentável.
Segundo Silvia Futada, integrante do programa de monitoramento de áreas protegidas do Instituto Socioambiental (ISA), as unidades de conservação são fundamentais para preservar a vegetação nativa, mas enfrentam problemas como orçamento reduzido, equipes insuficientes e pouca estrutura.
“Os sistemas de áreas protegidas vêm sendo alvo de ataques do Legislativo e do Executivo. Em Rondônia, por exemplo, houve redução de quase 1,5 milhão de hectares, sendo mais de 1 milhão de áreas florestadas. Tivemos a criação de nove unidades de conservação. Poucos dias após os decretos, eles foram revogados pela Assembleia Legislativa do estado”, diz a pesquisadora do ISA.
Recuperação
Na avaliação do diretor de florestas e combate ao desmatamento do Ministério do Meio Ambiente, Jair Schmidt, além de criar obstáculos ao desmatamento um desafio é recuperar a vegetação nativa. Em 2017, foi aprovado um plano nacional com ações nesse sentido. Foi estabelecida a meta de recuperar 12 milhões de hectares até 2030.
“Não basta conter o desmatamento, temos que recuperar o que foi desmatado. É um desafio grande, mas necessário, para que o Brasil contribua na redução do aquecimento global, mantenha a biodiversidade e ajude para evitar problemas críticos de abastecimento e secas”, comentou.
Ativismo
Se os índices de desmatamento foram reduzidos sensivelmente nos últimos anos, a segurança dos ativistas comprometidos com essa causa é outro desafio importante. Segundo relatório lançado pela organização não governamental (ONG) britânica Global Witness, divulgado em julho deste ano, o Brasil foi o país mais perigoso para ambientalistas e defensores da terra em 2017. A ONG registrou 57 assassinatos no país no ano passado. O Brasil foi seguido pelas Filipinas (48), a Colômbia (24) e o México (15).
Em nota, a Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República contestou o relatório, afirmando que ele apresenta dados equivocados, frágeis e obtidos por metodologia duvidosa, em que uma morte atribuida por investigação policial ao tráfico de drogas, por exemplo, é transformada em resultado de conflito agrário.
A nota do governo brasileiro diz ainda que a ONG britânica saberia, se tivesse consultado fontes oficiais, que seis pessoas contabilizadas como defensoras da terra, foram assassinadas em disputa de tráfico de drogas na localidade no distrito de Lençois, na Bahia.
Prefeita entregou materiais de trabaloho para agentes de saúde e anunicou obras de calçamento (Foto: Divulgação).
Prefeita entregou materiais de trabalho para agentes de saúde e anunciou obras de calçamento (Foto: Divulgação).
A prefeita da cidade de Mamanguape, Maria Eunice Pessoa, entregou kits completos com fardamento, bolsa e material de uso permanente para os agentes comunitários de saúde, nessa quinta-feira (20). Ela também anunciou obras de calçamento que custarão cerca de 6 R$ milhões.
“Estamos aqui para entregar o fardamento dos agentes comunitários de saúde, que há nove anos não recebem. É um fardamento completo com mochila, blusas, calça, camiseta de proteção de raios UV e tudo que é preciso para trabalhar. Os agentes que, na nossa gestão estão tendo direito a receber o PMAQ, terço de férias e salário dentro do mês trabalhado, que não recebiam antes”, disse a gestora.
Calçamento
Segundo a prefeitura, serão calçadas várias ruas da cidade por meio de recursos próprios e provenientes de emendas parlamentares. Veja a relação dos locais que serão atendidos:
Entrada de Camaratuba;
Distrito de Pitanga da Estrada – Rua do Campo II, Pindobal e Vale Verde.
Acesso ao Terra Nova, Rua Luís Pedro de Oliveira (ao lado da Carpintaria Silva);
Rua Vereador Antônio Lúcio e Rua Antônio Mariz (no entorno da Praça do Cidade Nova)
Travessa Francisco Cleto;
Rua do Açougue – Adelaide Fidelis Bezerra (no centro, paralela à Rua São João);
Bairro do Campo: Ruas Vereador Firmino Caetano, Antônio Pessoa de Vasconcelos e a Antônio Serrano Navarro.
Rua do Grude (Antônio Máximo);
Ruas no Distrito Mecânico: José Pereira de Oliveira, Aloísio Alves Pereira, José de Freitas, Apolônio Marinho dos Santos, José de Andrade Luiz, José Bernardes Sobrinho, Adelmo Freire de Lima, Gilson Pereira da Costa, José Antônio de Oliveira Nascimento, João Batista de Oliveira e a Rua José Ferreira da Silvia.
No Bairro do Areal, Rua Benedito Joel Cordeiro (Rua do Arame).
Além das cinco ruas já licitadas e/ou em andamento, Senador Rui Carneiro, Maria das Dores, José Maranhão, Escritor Lima Pinto e a Travessa Presidente Kennedy, executadas com recursos próprios e de emendas parlamentares.
Prefeita entregou materiais de trabalho para agentes de saúde e anunciou obras de calçamento (Foto: Divulgação).
Prefeita entregou materiais de trabalho para agentes de saúde e anunciou obras de calçamento (Foto: Divulgação).
Prefeita entregou materiais de trabalho para agentes de saúde e anunciou obras de calçamento (Foto: Divulgação).
Prefeita entregou materiais de trabalho para agentes de saúde e anunciou obras de calçamento (Foto: Divulgação).
Prefeita entregou materiais de trabalho para agentes de saúde e anunciou obras de calçamento (Foto: Divulgação).
Prefeita entregou materiais de trabalho para agentes de saúde e anunciou obras de calçamento (Foto: Divulgação).
Prefeita entregou materiais de trabalho para agentes de saúde e anunciou obras de calçamento (Foto: Divulgação).
A solenidade contou com a participação dos diretores de Operações do Detran-PB.
“Se a gente não se unir, não irá muito longe. É preciso a junção de todos os segmentos contra essa guerra estúpida, que são as mortes no trânsito porque, além dos números alarmantes, por trás deles estão os sequelados, que representam despesas absurdas. A própria nação não vai poder dar uma resposta a isso. Simbolicamente, neste momento, pedimos que todos deem as mãos para combater essa epidemia”.
As afirmações e apelo são do superintendente do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PB), Agamenon Vieira, durante a abertura da Semana Nacional de Trânsito, nesta terça-feira (18), na sede do órgão, no Conjunto Mangabeira VII. Este ano a campanha busca lembrar, mais uma vez, os riscos da combinação de álcool e direção, propondo que as atividades sejam baseadas no lema do Observatório Nacional de Segurança Viária “Quando você bebe e dirige, alguém sempre se machuca”.
A programação se estenderá até a próxima terça-feira (25), com atividades diárias, objetivando conscientizar a população da importância de cada um na construção de um trânsito mais seguro.
O prefeito de Rio Tinto, Fernando Naia, acompanhou a abertura da programação acompanhado do Diretor de Departamento de Transito do seu município, Gilmarcos Azevedo.
Fernando Naia destacou a importância da programação desenvolvida pelo órgão Estadual, enaltecendo a forte atuação do Detran-PB, com atividades de conscientização em toda Paraíba.
Prefeito Fernando Naia participou do evento que marcou abertura da Semana Nacional de Trânsito.
O gestor lembrou dos avanços que Rio Tinto teve a partir da municipalização do trânsito, com medidas de readequação da mobilidade urbana e sinalização horizontal e vertical em vários pontos. O Departamento de Trânsito tem feito rotineiramente palestras educativas nas escolas e comunidades, com a participação dos órgãos como Detran, PRF, Lei Seca e Polícia Militar. O prefeito lembrou que em breve novas medidas serão tomadas no centro da cidade, com o objetivo de melhorar a trafegabilidade de veículos.
Palestras – Duas palestras marcaram a abertura da SNT. A primeira foi proferida pelo coordenador do Núcleo de Políticas Públicas do Ministério Público da Paraíba, procurador Valberto Lira, que destacou a importância da municipalização do trânsito em todas as cidades, para combater o alto índice de acidentes. Ele citou a Constituição de 88, “que nos trouxe inúmeras atribuições e uma das principais é a defesa do cidadão. Com base nela, precisamos nos unir para diminuir essa situação alarmante”, ressaltou.
Em seguida, o diretor do Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, Geraldo Medeiros, expôs sobre o volume e gravidade dos acidentes de trânsito, especialmente os que envolvem motocicletas. “Temos a grande preocupação e o compromisso de tentar diminuir o número de acidentes no trânsito, essa tragédia, essa epidemia que se estabeleceu no nosso país, que representa hoje o maior problema de saúde pública do Brasil. Somos hoje o 4º país do mundo em número de mortes no trânsito”, lamentou.
Geraldo Medeiros enfatizou ainda que a grande tragédia nacional são os condutores de motos, principalmente nas cidades menores. “Os motoqueiros acidentados quando não se tornam vítimas fatais, ficam com sequelas terríveis”, afirmou, acrescentando que a estatística mais recente, de 2018, é de cerca de 800 vítimas de acidentes de motos por mês. Ele defendeu o estímulo dos órgãos ao uso de transportes públicos e o desestímulo à compra de motocicletas no país.
O evento foi encerrado pelo secretário de Segurança e Defesa Social, Cláudio Lima, que enfatizou a importância da fiscalização e a necessidade de todos os municípios integrarem o Sistema Nacional de Trânsito, a fim de garantir sua autonomia e autoridade junto à população. “A municipalização do trânsito é uma obrigação constitucional e, com ela, vamos melhorar a fiscalização”, enfatizou.
Segundo Cláudio Lima, “estamos dentro de um processo que não tem resultado se não tomarmos alguma providência imediata e nesse ponto o município tem que participar. Desde já peço o apoio ao Ministério Público para cobrar dos municípios para que cumpram com essa obrigação. A criminalidade e a desordem no trânsito são muito próximas e precisamos combater essa desordem com a fiscalização”, concluiu.
A solenidade contou com a participação dos diretores de Operações (Orlando Soares), de Engenharia (Zeca Sousa) e Administrativa (Rafaela Lima), além de representantes de vários órgãos envolvidos com a segurança no trânsito, a exemplo da Polícia Militar, Polícia Civil, DNER, DER, Secretaria da Saúde, superintendências de trânsito de alguns municípios, Conselho dos Despachantes, Sindicato das Empresas de Transportes, Ongs e de prefeitos municipais.
Ao longo da semana, sob a coordenação da chefe da Divisão de Educação de Trânsito, Abimadabe Vieira, a programação contará com palestras em escolas, blitzen em parceria com a Operação Lei Seca, blitzen educativas, visitação à sede do Detran e visita solidária às vitimas de trânsitos que se encontram hospitalizadas.
A programação se estenderá até a próxima terça-feira (25).
A programação se estenderá até a próxima terça-feira (25).
PROGRAMAÇÃO DA SEMANA NACIONAL DE TRÂNSITO – ANO 2018
Quando você bebe e dirige, alguém sempre se machuca
Dia 19/09 (quarta-feira)
Visita às vítimas de acidentes de trânsito
Local: Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, em Campina Grande.
Horário: 9h às 18h
Dia 20/09 (quinta-feira)
Palestra sobre educação e segurança no trânsito
Local: Escolas das redes de ensino em João Pessoa e Santa Rita
Horário: 8h às 17h
Dia 21/09 (sexta-feira)
Visita de estudantes ao Detran
Local: Sede do Detran em Mangabeira
Horário: 9h às 11h
Atividade: Visitação guiada às instalações do órgão; as crianças também assistirão palestras e oficinas sobre normas e condutas no trânsito.
Dia 22/09 (sábado)
Blitz em parceria com a Operação Lei Seca e órgãos de segurança de trânsito
DIA 23/09 (domingo)
Acompanhamento de blitzen da Operação Lei Seca em bares e restaurantes da orla de João Pessoa.
Dia 24/09 (segunda-feira)
Blitzen educativas
Local: Principais bairros e avenidas de João Pessoa, a exemplo de Mangabeira, Geisel, Valentina de Figueiredo, José Américo e Cruz das Armas.
Horário: 7h às 11h
Atividade: Realização de atividades educativas nas avenidas consideradas com maiores índices de acidentes, com o propósito de orientar motoristas, motociclistas e pedestres.
Dia 25/09 (terça-feira)
Encerramento
Local: Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa
Horário: 7h às 12h
Atividade: Visita solidária e palestra, em parceria com demais órgãos estaduais de trânsito.
A UFPB sediará, nos dias 23 e 24 de novembro de 2026, o 2º Seminário Nacional de Educação Financeira, reunindo gestores, professores, pesquisadores e profissionais para discutir práticas de educação financeira em diferentes fases da vida. O evento terá debates sobre ensino básico, tecnologia, gamificação e os resultados da Olimpíada Brasileira de Educação Financeira (OBEF).
Às vésperas do Enem 2026, o Governo da Paraíba intensificou a preparação de mais de 34 mil estudantes da rede estadual com simulados, aulões, oficinas de redação e acompanhamento pedagógico. As ações alcançaram todas as regiões do estado, com destaque para mais de 15 mil inscritos no programa Se Liga no Enem, mais de 62 mil participantes no maior simulado da rede e a produção de 102 mil redações pelo Desafio Nota 1000.
O presidente da ALPB, Adriano Galdino, destacou o apoio do governador Lucas Ribeiro a Lula no segundo turno das eleições e afirmou que a postura do gestor contribuiu para ampliar a votação do presidente na Paraíba.