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Aguinaldo Ribeiro avalia posições do PP no 1º e no 2º turno para presidente

O deputado federal e candidato a reeleição – Aguinaldo Ribeiro (PP), avaliou um possível cenário de segundo turno para presidente da República. O campinense atendeu a reportagem do PBVale durante passagem pela cidade de Curral de Cima, no Litoral Norte paraibano.

Ribeiro assegurou que no primeiro turno, o PP segue com a candidatura de Geraldo Alckmin, cumprindo a rica a posição nacional do partido. A reportagem, no entanto, questionou sobre qual seria a posição do partido em caso de segundo turno entre o petista Fernando Haddad e o candidato do PSL, Jair Bolsonaro.

Ouça a resposta no áudio a seguir:

Bolsonaro perde para Haddad, Ciro e Alckmin no 2º turno, diz Ibope

Jair Bolsonaro (PSL), Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (Rede), Geraldo Alckmin (PSDB) e Fernando Haddad (PT) (AFP/Reuters)
Jair Bolsonaro (PSL), Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (Rede), Geraldo Alckmin (PSDB) e Fernando Haddad (PT) (AFP/Reuters)

A pesquisa Ibope divulgada no início da noite desta segunda-feira, 24, também testou junto aos eleitores quatro cenários para o segundo turno da disputa presidencial, envolvendo os nomes de Jair Bolsonaro (PSL), Fernando Haddad (PT), Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB) e Marina Silva (Rede).

Se no levantamento anterior, divulgado na terça-feira 18, o líder das intenções de voto no primeiro turno, Bolsonaro, empatava com Haddad, Ciro, Alckmin e vencia Marina, na pesquisa de hoje o candidato do PSL perde para o petista, para o pedetista e para o tucano, e empata numericamente com a candidata da Rede.

Quando o adversário é Fernando Haddad, Jair Bolsonaro é derrotado por 43% a 37%, com 15% de brancos e nulos e 4% de indecisos. Na pesquisa da semana passada, ambos tinham 40% da preferência.

Em um cenário que opõe o capitão reformado do Exército a Ciro Gomes, o pedetista vence por 46% a 35%, com 15% de brancos e nulos e 4% de indecisos. No Ibope anterior, a projeção era de 40% para Ciro e 39% para Bolsonaro.

Contra Geraldo Alckmin, Jair Bolsonaro é derrotado por 41% a 36%, com 20% de brancos e nulos e 4% de indecisos. Na pesquisa do último dia 18, ambos empatavam em 38%.

Jair Bolsonaro e Marina Silva empatam, com 39% para cada. Brancos e nulos somam 19% e indecisos, 4%. No levantamento anterior, Bolsonaro tinha 41% e Marina, 36%.

Os cenários desfavoráveis a Jair Bolsonaro no segundo turno podem ser explicados pelo alto índice de rejeição dele entre os eleitores, variável relevante na definição de voto na parte decisiva da eleição, quando a escolha por exclusão ganha força. O deputado é rejeitado por 46% do eleitorado, número que era de 42% na semana passada.

  • Haddad 43% x 37% Bolsonaro (branco/nulo: 15%; não sabe: 4%)

Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Simulação de segundo turno entre Haddad e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Simulação de segundo turno entre Haddad e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1

Pesquisa Ibope – 24 de setembro – Simulação de segundo turno entre Haddad e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1

  • Ciro 46% x 35% Bolsonaro (branco/nulo: 15%; não sabe: 4%)

Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Simulação de segundo turno entre Ciro e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Simulação de segundo turno entre Ciro e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1

Pesquisa Ibope – 24 de setembro – Simulação de segundo turno entre Ciro e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1

  • Alckmin 41% x 36% Bolsonaro (branco/nulo: 20%; não sabe: 4%)

Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Simulação de segundo turno entre Alckmin e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Simulação de segundo turno entre Alckmin e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1

Pesquisa Ibope – 24 de setembro – Simulação de segundo turno entre Alckmin e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1

  • Bolsonaro 39% x 39% Marina (branco/nulo: 19%; não sabe: 4%)

Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Simulação de segundo turno entre Bolsonaro e Marina. — Foto: Arte/G1Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Simulação de segundo turno entre Bolsonaro e Marina. — Foto: Arte/G1

Pesquisa Ibope – 24 de setembro – Simulação de segundo turno entre Bolsonaro e Marina. — Foto: Arte/G1

Sobre a pesquisa

  • Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
  • Entrevistados: 2.506 eleitores em 178 municípios
  • Quando a pesquisa foi feita: 22 e 23 de setembro
  • Registro no TSE: BR-06630/2018
  • Nível de confiança: 95%
  • Contratantes da pesquisa: TV Globo e “O Estado de S.Paulo”

 

Bolsonaro estável com 28% e Haddad chega a 22%; Ciro tem 11%

G1 – O Ibope divulgou nesta segunda-feira (24) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. A pesquisa ouviu 2.506 eleitores entre sábado (22) e domingo (23).

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Os resultados foram os seguintes:

Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Evolução da intenção de voto para presidente — Foto: Arte/G1

Pesquisa Ibope – 24 de setembro – Evolução da intenção de voto para presidente — Foto: Arte/G1

Em relação ao levantamento anterior do instituto, divulgado na terça-feira (18):

Jair Bolsonaro se manteve com 28%;

Haddad foi de 19% para 22%;

Ciro se manteve com 11%;

Alckmin foi de 7% para 8%;

Marina passou de 6% para 5%;

Os indecisos foram de 7% para 6% e os brancos ou nulos, de 14% para 12%.

Rejeição

O Instituto também perguntou: “Dentre estes candidatos a Presidente da República, em qual o (a) sr. (a) não votaria de jeito nenhum? Mais algum? Algum outro?”.

Neste levantamento, portanto, os entrevistados podem citar mais de um candidato. Por isso, os resultados somam mais de 100%.

  • Os resultados foram:
  • Bolsonaro: 46%
  • Haddad: 30%
  • Marina: 25%
  • Alckmin: 20%
  • Ciro: 18%
  • Meirelles: 11%
  • Cabo Daciolo: 11%
  • Eymael: 11%
  • Boulos: 11%
  • Vera: 10%
  • Alvaro Dias: 9%
  • Amoêdo: 9%
  • João Goulart Filho: 9%
  • Poderia votar em todos: 2%
  • Não sabe/não respondeu: 7%
Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Evolução da rejeição da intenção de voto para presidente. — Foto: Arte/G1

Pesquisa Ibope – 24 de setembro – Evolução da rejeição da intenção de voto para presidente. — Foto: Arte/G1

Temer vai procurar sucessor para fazer reforma da Previdência este ano

O presidente Michel Temer disse hoje (24), durante reunião-almoço com empresários em Nova York, promovida pela Câmara de Comércio dos Estados Unidos (US Chamber of Commerce), que vai procurar o presidente eleito para propor a retomada da reforma da Previdência tão logo as eleições de outubro sejam concluídas. Temer fica no comando do Executivo até 1º de janeiro, quando o eleito assume o Planalto. Até lá, ele pretende convencer seu sucessor da necessidade de revisão imediata do sistema.

“Tenho a certeza de que, ao procurá-lo, ele atentará para o fato de que a medida é indispensável. Isso não é essencial para um governo: é essencial para o Brasil”, disse, ao alertar sobre o déficit previdenciário brasileiro. Em um discurso pautado na exaltação da credibilidade do país diante dos empresários americanos, Temer disse acreditar na continuidade da agenda de reformas coordenada por seu governo. “[Tenho] confiança na nossa democracia, na solidez de nossa economia, na nossa capacidade de crescer com justiça social”, completou.

Segundo ele, é natural que às vésperas do pleito eleitoral “no calor do embate, no afã de buscar votos, candidatos se permitam jogar com diferentes posições, em discursos vagos e até contraditórios”, mas Temer disse acreditar que, mesmo com divergências, todos os presidenciáveis coincidem na defesa da responsabilidade fiscal, manutenção da rede de proteção social e na garantia da democracia.

“Isso só faz fortalecer essa agenda [de reformas]. Afinal, a nossa é agenda que reflete, justamente, esses consensos. Assim, abstraída a retórica eleitoral, podemos afirmar que não haverá volta atrás nas reformas que temos empreendido”, disse.

O presidente apresentou um balanço das ações de seu governo. “Desde a primeira hora, nosso compromisso com a responsabilidade tem sido total”, destacou. Segundo ele, os resultados desse esforço aparecem com a inflação novamente sob controle, com o recuo da taxa básica de juros e a retomada do crescimento da economia brasileira. “Os empregos estão voltando – só em agosto, foram criados 110 mil empregos formais”, completou.

Questionado por jornalistas após o discurso se há tempo hábil para votar a reforma da Previdência este ano, o presidente respondeu que acha possível. “Vou tentar naturalmente. Acho que pode ser que seja possível, porque os deputados e senadores não terão aquela preocupação legítima de natureza eleitoral. Todos sabemos que se não fizer a reforma da Previdência, daqui a dois ou três anos vamos legar um Estado em condições terríveis”, disse.

Temer também abordou o assunto no Twitter. “Quero anunciar que, passadas as eleições, buscarei fazer a reforma da Previdência. O déficit previdenciário é elevado demais. Não podemos legar, a nossos filhos e netos, um sistema de Previdência sob ameaça, nem um orçamento que seja quase todo tomado por gastos previdenciários”, disse ele na rede social.

Amanhã (25), Michel Temer faz o discurso de abertura da 73ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) que deve ser permeada por discursos em defesa do multilateralismo, críticas ao protecionismo, a preocupação com a imigração e questões de segurança internacional. Antes de voltar para o Brasil, Temer também se encontrará com o secretário-geral da ONU, o português António Guterres, e o novo presidente da Colômbia, Iván Duque, e terá uma reunião com os líderes do Mercosul (bloco que reúne Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, pois a Venezuela está suspensa).
 

Veja a íntegra do discurso do presidente Michel Temer aos empresários:

Agradeço à Câmara de Comércio dos Estados Unidos, na pessoa do Senhor Myron Brilliant, o convite para estar aqui.

É com especial satisfação que me dirijo às senhoras e aos senhores para compartilhar algumas reflexões. Venho falar do Brasil, do seu presente e, sobretudo, do seu futuro.

Neste momento em que se aproximam eleições decisivas em meu País, é natural que se procure antecipar tendências.

Tenho consciência de que cada um aqui tem grande experiência de Brasil e acompanha de perto nosso País. Ainda assim, permito-me começar pelo começo.

Todos aqui sabem que o Brasil reúne qualidades extraordinárias, que fazem dele destino dos mais atraentes para investimentos. Somos país de dimensões continentais, com um mercado de 208 milhões de pessoas. Abrigamos a maior biodiversidade do planeta e também as mais abundantes reservas de água doce. Nossa agricultura é avançada e competitiva – é fator de segurança alimentar para o mundo. Nosso parque industrial é moderno e diversificado. Temos a maior infraestrutura de ciência e tecnologia da América Latina. Estamos distantes de focos de tensão geopolítica, vivemos em paz com nossos dez vizinhos há quase 150 anos. Nosso apego à democracia é inarredável. Nossas instituições são fortes. E temos nosso maior ativo: o povo brasileiro e sua grande capacidade de trabalho.

Todos aqui sabem, também, que o Brasil atravessou, em passado recente, a maior crise econômica de sua história – crise de origem sobretudo fiscal. Ao assumirmos o Governo, em 2016, era óbvio: a trajetória do gasto público se tornara insustentável. O PIB estava em queda, muitas empresas fechavam as portas. As consequências sociais – em particular o aumento do desemprego – eram duríssimas.

Pois vencemos a crise. E o fizemos tendo a verdade por grande aliado. Nada escondemos da população. Identificamos os problemas e os encaramos de frente, um a um.

A partir de diagnóstico preciso, aplicamos terapêutica testada. Diante da grave desordem nas contas públicas, aprovamos, já nos primeiros meses do Governo, a emenda constitucional do teto dos gastos, para reverter a expansão da dívida. Da mesma forma, colocamos na pauta política a reforma da Previdência Social.

Desde a primeira hora, nosso compromisso com a responsabilidade tem sido total. E os resultados estão aí. A inflação está novamente sob controle. A taxa básica de juros recuou ao mais baixo patamar da série histórica. A economia brasileira retomou o caminho do crescimento. Os empregos estão voltando – só em agosto, foram criados 110 mil empregos formais.

Em paralelo à agenda macroeconômica, estamos promovendo, ainda, uma agenda para a produtividade. Queremos um Brasil onde seja mais fácil fazer negócios, investir, gerar empregos e renda.

Atualizamos a legislação laboral, para colocá-la em sintonia com as realidades da economia contemporânea.

Modernizamos o Ensino Médio, após discussão que se prolongava há vinte anos. Estabelecemos currículos mais flexíveis, que permitem a nossos estudantes perseguir, desde cedo, sua vocação.

Aprovamos a lei de responsabilidade das estatais, que garante gestão profissional de algumas das maiores empresas brasileiras. O resultado impressiona: o Banco do Brasil viu seu valor de mercado aumentar em 80%, a Petrobrás, em 150%, e assim por diante.

Desburocratizamos procedimentos e melhoramos o ambiente de negócios. Criamos marcos regulatórios mais racionais e previsíveis para concessões e privatizações, sobretudo na área de infraestrutura.

O nosso é Governo que prestigiou e prestigia a iniciativa privada, nacional e estrangeira. Sabemos bem que o Estado não pode – nem deve – fazer tudo. É o setor privado que cria riqueza, empregos, renda.

Senhoras e senhores,

Esse é o novo Brasil que estamos construindo.

A pergunta que muitos se fazem hoje – pergunta perfeitamente natural – é: que impacto terão as eleições de outubro sobre o percurso que estamos trilhando?

Não é minha intenção, claro, tentar prever cenários. Como brincam os economistas, é sempre muito difícil fazer previsões – especialmente sobre o futuro!

O que me parece útil, nesta tarde, é apresentar elementos que condicionam a dinâmica brasileira. É discutir os limites que a realidade imporá aos que venham a ser eleitos. Creio ser esse um bom caminho para abordar o quadro de transição política no Brasil.

Neste ano, nossa Constituição completa trinta anos. São trinta anos de uma trajetória que, certamente não linear, representou avanços significativos para o Brasil.

Essencialmente, consolidamos, ao longo desse período, três consensos fundamentais: o consenso em torno da democracia; o consenso em torno da estabilidade macroeconômica; e o consenso em torno do imperativo de políticas sociais.

O primeiro desses consensos é a base de tudo. Após longo regime autoritário, reconquistamos as liberdades. E o fizemos com grande esforço. Hoje, não existe, no Brasil, qualquer espaço político para que prosperem alternativas ao Estado Democrático de Direito.

O segundo consenso é produto de décadas de aprendizado. Houve tempos em que se advogava, no Brasil, ser possível crescer de forma sustentada com as contas fora de ordem, com os preços fora de controle. Ora, aprendemos que isso simplesmente não é verdade. Aprendemos, na prática, que a inflação é o mais perverso dos impostos, porque incide mais pesadamente sobre os mais vulneráveis. Aprendemos que só se cresce de forma sustentada – e inclusiva – em ambiente econômico de estabilidade.

É forçoso reconhecer que, em passado nem tão distante, houve, no Brasil, quem se afastasse desse consenso e caísse na tentação do populismo fiscal. Mas as políticas então implementadas levaram a uma grave recessão. E, por isso mesmo, o consenso em torno da responsabilidade fiscal, que retomamos em nosso Governo, saiu fortalecido. Ficou mais claro do que nunca que a responsabilidade fiscal é indispensável.

Finalmente, há a condicionar-nos o consenso em torno do imperativo das políticas sociais. Num país ainda desigual como o Brasil, promover o acesso universal à saúde e à educação, a transferência de renda, o apoio à moradia são, antes de tudo, obrigação moral do governante.

É a partir desses consensos virtuosos que retornamos ao caminho da construção de uma sociedade mais próspera e mais justa, de um País mais moderno. E é a partir desses consensos virtuosos que os convido a entender o processo eleitoral no Brasil.

É natural que, no calor do embate eleitoral, no afã de buscar votos, candidatos se permitam jogar com diferentes posições, em discursos vagos e até contraditórios. Afinal, não têm, ainda, a responsabilidade do governante.

Porém, sejamos objetivos: o fato é que os principais candidatos podem discordar em muita coisa, mas certamente coincidem quanto a cada um daqueles três consensos. Nenhum deles põe em dúvida a democracia – e, repito, nem haveria espaço para isso. Nenhum questiona a responsabilidade fiscal. Nenhum propõe reduzir a rede de proteção social que desenvolvemos nos últimos anos.

Que impacto isso tem sobre nossa agenda de reformas? Isso só faz fortalecer essa agenda. Afinal, a nossa é agenda que reflete, justamente, aqueles consensos. Assim, abstraída a retórica eleitoral, podemos afirmar que não haverá volta atrás nas reformas que temos empreendido.

Quem poderá contestar o princípio de que não se pode gastar mais do que se arrecada? Quem poderá contestar modernização trabalhista que, sem tocar em direitos, multiplica as oportunidades de emprego? Quem poderá contestar reforma do Ensino Médio que prepara os jovens brasileiros para o mercado de trabalho? Quem poderá contestar, enfim, os benefícios da lei de responsabilidade das estatais ou das tantas medidas que tomamos por um ambiente de negócios mais ágil?

Essas são algumas das reformas que fizemos. As que ainda estão por fazer, como a tributária e a da Previdência, são inevitáveis.

Quero aqui anunciar que, passadas as eleições, buscarei fazer a reforma da Previdência. O déficit previdenciário é elevado demais. Não podemos legar, a nossos filhos e netos, um sistema de Previdência sob ameaça, nem um orçamento que seja quase todo tomado por gastos previdenciários. É claro que, nessa tarefa, procurarei o Presidente eleito, quem quer que seja. E tenho a certeza de que, ao procurá-lo, ele atentará para o fato de que a medida é indispensável. Isso não é essencial para um governo: é essencial para o Brasil.

São esses os fundamentos da mensagem de confiança que lhes deixo. Confiança na continuidade da agenda de reformas que está transformando o Brasil. Confiança na nossa democracia, na solidez de nossa economia, na nossa capacidade de crescer com justiça social.

Muito obrigado.

*Colaborou Paola de Orte

Agência Brasil

Polícia registra homicídio e arrombamento aos Correios de Cuité de Mamanguape; uma pessoa foi presa

Ele foi encaminhado para a sede da Polícia Federal na Grande João Pessoa.
Ele foi encaminhado para a sede da Polícia Federal na Grande João Pessoa.

A Polícia Militar registrou na noite da última sexta-feira (21) no Sítio Pacaré, zona rural do município de Rio Tinto, no Litoral Norte paraibano, um crime de homicídio. Segundo informações, Cristiano Barbosa da Silva, 32 anos, foi morto a tiros após uma cobrança. O agricultor João Batista da Cunha, 59, é apontado como o autor dos disparos e está sendo procurado.

A polícia esteve na casa do suspeito e apreendeu estojos de munições calibres 36 e 44, além de pólvora e ferramentas para o preparo de munição. Conforme um familiar de João Batista, o crime aconteceu após um desentendimento entre acusado e vítima por causa de uma cobrança.

Agência dos Correios arrombada

Ele foi encaminhado para a sede da Polícia Federal na Grande João Pessoa.
Suspeito foi encaminhado para sede da Polícia Federal, em Cabedelo

Já na madrugada do último sábado (22), Rafael Lima de Jesus, 31 anos, mais conhecido por Cachoeira, foi preso em flagrante. Policiais da 2ª CIPM receberam uma ligação informando que os Correios de Cuité de Mamanguape havia sido arrombado.

De acordo com os policiais, Cachoeira foi detido quando se preparava para deixar o local. Ele conseguiu arrombar uma das paredes do estabelecimento pelo quintal da casa dele que dar acesso à agência. Com o suspeito foram apreendidos celulares, colete balístico e uma arma. Ele foi encaminhado para sede da Polícia Federal na Grande João Pessoa.

Hospital de Trauma divulga balanço de atendimento do final de semana

O Hospital Estadual de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa, realizou durante o fim de semana 613 atendimentos, uma média de um paciente a cada 10 minutos. Nesse período, a unidade de saúde realizou 39 procedimentos de alta e média complexidades. O balanço tem como base as entradas realizadas a partir da zero hora da sexta-feira (21) até as primeiras horas desta segunda- feira (24).

Acidentes envolvendo quedas (94) e motos (92) lideraram respectivamente as entradas na unidade de saúde. Outros casos de emergência foram de acidente de automóvel (10), atropelamento (9), agressão física (9), queimadura (6), acidente de bicicleta (6), arma branca (5), e arma de fogo (5). As demais ocorrências foram clínicas com destaque para trauma (56), corpo estranho (51) e AVC (22).

Perfil – O Hospital Estadual de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena atende casos de urgência e emergência, contudo, muitos procuram a instituição para atendimentos clínicos, não levando em consideração o tipo de assistência prestada pela unidade de saúde, voltado para situações de média e alta complexidades, a exemplo de vítimas de trauma (acidentes e desastres), violência, queimadura, Acidente Vascular Cerebral (AVC) e hemorragias digestivas.

João Azevêdo, Veneziano e Luiz Couto comandam carreata em Campina Grande

A carreata partiu do bairro do Alto Branco e percorreu mais 12 bairros (Foto: Reprodução).
A carreata partiu do bairro do Alto Branco e percorreu mais 12 bairros (Foto: Reprodução).

O candidato do PSB ao Governo do Estado, João Azevêdo, ao lado da vice-governadora Lígia Feliciano (PDT), e dos candidatos ao Senado Veneziano Vital do Rêgo (PSB) e Luiz Couto (PT), comandaram uma carreata na Rainha da Borborema, que percorreu 13 bairros.

“Campina Grande vai saber reconhecer o trabalho do governador Ricardo Coutinho votando em João Azevêdo para que esse trabalho que olha por toda Paraíba continue”, disse dona Lindinalva da Silva, ao defender a eleição de João.

O candidato socialista agradeceu o carinho do povo de Campina Grande e ressaltou os avanços que a cidade conquistou no governo do PSB, como as obras de mobilidade urbana, o Parque de Bodocongó, o Instituto de Polícia Científica, Escola Técnica Cidadã.

Ele também afirmou que, se eleito, vai continuar olhando com respeito para cidade e ampliar os investimento. Ele também citou a implantação do Veiculo Leve Sobre Trilhos (VLT) e a construção do Centro de Convenções, Feiras e Eventos na cidade.

“Só tenho a agradecer ao povo de Campina Grande pelo carinho que sempre me recebe e essa receptividade que tivemos hoje aqui é uma demonstração clara de que vale a pena fazer a boa política, porque a população sabe separar quem só chega com conversa, e quem chega com uma lista de serviços prestados a essa cidade”, destacou.

A carreata partiu do bairro do Alto Branco, passando pelo Centro, José Pinheiro, Monte Castelo, Catolé, Liberdade, Jardim 40, Cruzeiro, Santa Cruz, Malvinas, Dinamérica, Centenário, finalizando no Bodocongó.

João Azevedo e Lígia Feliciano participaram de carreata em Campina Grande.

Acompanharam João, Lígia, Veneziano e Luiz, na carreata, os candidatos a deputados estaduais Adriano Galdino (PSB), Inácio Falcão (PCdoB), Anderson Maia (PSB), Doda de Tião (PTB), Napoleão Maracajá (REDE) e Galego do Leite (Podemos); os candidatos e candidatas a deputado federal, Anderson Almeida (Podemos), Fabrini Brito (Avante), Ana Cláudia (Podemos) e Lídia Moura (PMN); além do vereador Bruno Faustino (PSB).

MaisPB

Cotistas com menos de 60 anos têm última semana para sacar PIS/Pasep

Agência da Caixa Econômica Federal - Tânia Rêgo/Agência Brasil
Agência da Caixa Econômica Federal – Tânia Rêgo/Agência Brasil

Esta é a última semana para que todos os cotistas dos fundos dos programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) saquem o benefício fora dos critérios previstos em lei. O prazo termina na sexta-feira (28).

Conforme determina a Lei 13.677/2018, a partir do dia 29 de setembro os saques voltarão a ser permitidos somente para os cotistas que atendam a um dos critérios habituais: pessoas com 60 anos ou mais, aposentados, herdeiros de cotistas, pessoas em situação de invalidez ou acometidos por doenças específicas.

Cerca de R$ 17 bilhões já foram pagos aos trabalhadores que atuaram entre 1971 e 1988 na iniciativa privada (com carteira assinada) ou no serviço público, desde o início do processo de flexibilização dos saques do Fundo PIS/Pasep, em outubro de 2017, até agora. Do público potencial de 28,5 milhões de pessoas que havia em 2017, mais de 15,5 milhões de trabalhadores já receberam os recursos, ou seja, 55% do total.

As pessoas com menos de 60 anos representavam, em outubro de 2017, a maior parte dos cotistas do Fundo PIS/Pasep, somando 16,3 milhões de trabalhadores. De acordo com os últimos dados do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, até o último dia 16 cerca de 5,7 milhões de cotistas nessa faixa etária ainda não haviam se dirigido às agências da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil para buscar o benefício.

Divergências no cadastro

Dos R$ 17 bilhões já pagos aos cotistas, cerca de 8,5 R$ bilhões foram entregues aos trabalhadores por meio de depósito automático na conta corrente, ou seja, sem a necessidade de ir à agência bancária. De acordo com o Ministério do Planejamento, isso foi possível devido aos créditos feitos pelo Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal aos seus correntistas e a uma parceria envolvendo a Febraban, a Caixa, o Banco do Brasil e mais oito instituições: Bradesco, Itaú, Santander, Bancoob, Sicredi, Banestes, BRB e Mercantil.

Devido a questões de segurança e a divergências cadastrais, cerca de 5 milhões de cotistas com CPFs válidos não receberão os depósitos automáticos. Por isso, o ministério alerta que cotistas com menos de 60 anos, interessados em ter acesso imediato ao dinheiro, devem procurar as agências da Caixa e do Banco do Brasil até a próxima sexta-feira (28).

Quem tem direito

Para saber o saldo e se tem direito ao benefício, o trabalhador pode acessar os sitesdo PIS e do Pasep. Para os cotistas do PIS, também é possível consultar a Caixa Econômica Federal no telefone 0800-726-0207 ou nos caixas eletrônicos da instituição, desde que o interessado tenha o Cartão Cidadão. No caso do Pasep, a consulta é feita ao Banco do Brasil, nos telefones 4004-0001 ou 0800-729-0001.

Têm direito ao saque as pessoas que trabalharam com carteira assinada antes da Constituição de 1988. As cotas são os rendimentos anuais depositados nas contas de trabalhadores, instituídas entre 1971, ano da criação do PIS/Pasep, e 1988.

Quem contribuiu após 4 de outubro de 1988 não tem direito ao saque. Isso ocorre porque a Constituição, promulgada naquele ano, passou a destinar as contribuições do PIS/Pasep das empresas para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que paga o seguro-desemprego e o abono salarial, e para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Prefeito lota Praça de Curral de Cima após carreata e declara: “meu compromisso é com quem trabalha”

Prefeito Totó Ribeiro realizou o maior evento político deste ano no município, referente as eleições 2018.
Prefeito Totó Ribeiro realizou o maior evento político deste ano no município, referente as eleições 2018.

O prefeito Totó Ribeiro de Curral de Cima realizou durante a tarde e noite deste domingo (23), um ‘mega evento’, para receber os seus candidatos a deputado estadual e federal, Artuzinho Filho e Aguinaldo Ribeiro, respectivamente.

Por volta das 17h os candidatos chegaram ao trevo da PB-071, onde uma carreata com mais de 300 veículos os aguardavam. A caravana saiu com destino a Praça central de Curral de Cima, onde aconteceu o ato público com as falas das principais lideranças.

Em cima de uma caminhonete ‘pick up’, os candidatos foram ovacionados pela população e reafirmaram seus compromissos de trabalho pelo município.

O prefeito Totó Ribeiro agradeceu a presença da população e disse se sentir gratificado pelo povo atender mais uma vez o chamamento para o que considerou um dos maiores já realizado no município.

“Eu agradeço a Deus e a confiança de vocês, por nos atender mais uma vez e lotar a Praça de Curral de Cima. Isso é a confiança no trabalho, na certeza de uma Curral de Cima cada vez melhor. Estamos hoje aqui ao lado de Artuzinho e Aguinaldo Ribeiro, porque eles tem um compromisso de trabalho por nós”, declarou Totó.

“Hoje os bancos de empréstimos só vivem em Curral de Cima querendo fazer empréstimos aos funcionários. Isso só acontece porque sabem que hoje os servidores recebem em dia, porque sabem do nosso compromisso com o funcionalismo público, ao contrário do que acontecia no passado”, disparou.

A primeira dama do município, Tekinha Ribeiro, também agradeceu a presença do povo e lembrou que o município hoje, vive novos tempos, mais feliz. “Pegamos Curral de Cima com dívidas exorbitantes com o INSS e a Energisa. Aos poucos, estamos superando esse descontrole administrativo causado por pessoas que não tinham compromisso com o povo. Com deputados compromissados e com um município que está colocado nos trilhos, iremos ter a cada dia, uma cidade com muito mais investimentos”, afirmou.

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Alimentação saudável como forma de evitar e tratar a hipertensão arterial

A hipertensão arterial sistêmica (HAS), popularmente conhecida como pressão alta é considerada um dos principais fatores de risco (FR) modificáveis para as doenças cardiovasculares e atualmente um dos mais importantes problemas de saúde pública. A mortalidade por doenças cardiovasculares aumenta de maneira progressiva com a elevação da pressão arterial a partir de 115/75 mmHg de forma linear, contínua.

Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), as principais recomendações não medicamentosas para prevenção primária da HAS são: redução do peso, alimentação saudável, consumo controlado de sódio e álcool, ingestão de potássio, combate ao sedentarismo e ao tabagismo. Em posicionamento recente, a Austrian Nutrition Society coloca, como principais fatores nutricionais com maior impacto sobre a pressão arterial, redução do consumo de sal, dieta rica em potássio, controle de peso, dieta estilo DASH (Dietary Approach to Stop Hypertension) e moderação do consumo do álcool.

A dieta mediterrânea (rica em legumes, frutas, vegetais, grãos integrais, nozes, azeite de oliva e peixes) e dieta DASH (rica em frutas, legumes e produtos lácteos com baixo teor de gordura, pobre em gorduras saturadas, gorduras totais e colesterol e restrita em sódio) se relacionaram inversamente com a pressão arterial, com consequente redução do risco cardiovascular.

Por Valério Vasconcelos

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A UFPB sediará, nos dias 23 e 24 de novembro de 2026, o 2º Seminário Nacional de Educação Financeira, reunindo gestores, professores, pesquisadores e profissionais para discutir práticas de educação financeira em diferentes fases da vida. O evento terá debates sobre ensino básico, tecnologia, gamificação e os resultados da Olimpíada Brasileira de Educação Financeira (OBEF).

“A Paraíba está pronta para fazer história no Enem”, afirma Secretário de Educação ao...

Às vésperas do Enem 2026, o Governo da Paraíba intensificou a preparação de mais de 34 mil estudantes da rede estadual com simulados, aulões, oficinas de redação e acompanhamento pedagógico. As ações alcançaram todas as regiões do estado, com destaque para mais de 15 mil inscritos no programa Se Liga no Enem, mais de 62 mil participantes no maior simulado da rede e a produção de 102 mil redações pelo Desafio Nota 1000.

Adriano Galdino diz que apoio de Lucas Ribeiro ajudou a ampliar votação de Lula...

O presidente da ALPB, Adriano Galdino, destacou o apoio do governador Lucas Ribeiro a Lula no segundo turno das eleições e afirmou que a postura do gestor contribuiu para ampliar a votação do presidente na Paraíba.