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Anatel determina ligações gratuitas em orelhões da Oi

© Reuters / Sergio Moraes
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As ligações locais e de longa distância nacional feitas a partir de orelhões da Oi permanecerão gratuitas até 31 de março de 2019 em 11 estados do país. A determinação é da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) em razão do não cumprimento de obrigações por parte da concessionária.

A medida vale para nove estados da Região Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte) e dois da Região Norte (Amazonas e Amapá). A punição é uma extensão de pena aplicada a Oi pela Anatel em outubro do ano passado.

Após fiscalização que constatou que o percentual de orelhões em condições de operação não atingiu os patamares estabelecidos pela agência, que deve ser de, no mínimo, 90% em todas as unidades da Federação e de no mínimo 95% nas localidades atendidas somente por orelhões, a Oi foi responsabilizada.

Na ocasião, a agência liberou as ligações locais em 15 estados. Em março deste ano, após nova fiscalização, a agência manteve a punição desta vez para 12 estados, determinando que o encerramento da punição para dia 30 de setembro.

Em agosto, nova aferição foi realizada e constatou que a Oi não cumpriu as metas de disponibilidade de orelhões em funcionamento nestes estados, à exceção de Roraima. Em Roraima, as ligações poderão ser cobradas, a partir de segunda-feira (1º).

A Anatel disse ainda que a Oi já foi notificada da medida e que uma nova medição deverá ser feita em 28 de fevereiro de 2019 e vai indicar os estados em que as ligações poderão ser cobradas a partir de 1º de abril de 2019.

Esta não é a primeira vez que a Oi é punida pela Anatel a não cobrar pelas ligações feitas a partir de seus orelhões. A operadora já chegou a ser punida em 2015 por não ter alcançado os patamares mínimos de operações exigidos pela agência reguladora. Com informações da Agência Brasil.

Michelle Ramalho é eleita a nova presidenta da FPF

Michelle venceria por ser mais velha que Eduardo.
Michelle venceria por ser mais velha que Eduardo.
Michelle venceria por ser mais velha que Eduardo.
Michelle venceu por ser mais velha que concorrente 

Aconteceu na manhã e tarde deste sábado (29) a eleição presidencial da Federação Paraibana de Futebol. Michelle Ramalho e Eduardo Araújo disputavam o cargo maior da entidade que rege o esporte bretão no dstado.

Na primeira votação, iniciada por volta das 11h, cada candidato recebeu 25 votos. Pelo estatuto, Michelle venceria por ser mais velha que Eduardo. Os dois têm 40 e 31 anos, respectivamente.

Porém, havia a previsão de, em caso de empate, nova votação fosse feita com os presentes no local. Após algumas discussões que aconteceram pois vários votantes haviam deixado o local, a segunda parte do pleito começou às 13h30.

Desta vez, com os mesmos 50 aptos a votar, quem levou vantagem foi Michelle Ramalho, que venceu por 26 a 24, e foi eleita a nova presidenta da FPF.

Eduardo Araújo, que contestou o registro da candidatura da auditora do STJD, avisou que não recorrerá à Justica e que aceita o resultado.

A chapa vencedora conta com o apoio de clubes como Treze e CSP, do ex-presidente Nosman Barreiro, que está suspenso pelo STJD, além de contar com a filha da ex-presidenta Rosilene Gomes, que comandou a entidade por 24 anos, entre seus integrantes.

O mandato de Michelle terá duração de quatro anos.

Equipe @Vozdatorcida

Passa de 380 número de mortos após tsunami na Indonésia

O maior dos tremores teve magnitude 7,5
O maior dos tremores teve magnitude 7,5
O maior dos tremores teve magnitude 7,5
O maior dos tremores teve magnitude 7,5

Já passa de 380 o número de mortos na Indonésia após uma sequência de dois terremotos, seguido de tsunami, atingir a região da ilha de Sulawesi nesta sexta-feira (28). A informação da agência de gestão de desastres do país foi divulgada pelas agências de notícias na madrugada deste sábado (29).

Os fenômenos climáticos, que também destruíram muitas casas e edifícios, deixaram centenas de feridos que estão sendo atendidos em hospitais próximos. A maioria dos mortos e feridos foi registrada na cidade de Palu.

“Informações iniciais dão conta de que vítimas morreram quando um prédio veio abaixo”, disse o porta-voz da agência de resposta a desastres do país, Sutopo Purwo Nugroho, que afirmou que os impactos dos tremores e do tsunami ainda estão sendo calculados. “Nós aconselhamos as pessoas a permanecerem nas áreas seguras, longe de prédios danificados”, completou.

O maior dos tremores teve magnitude 7,5 e ocorreu a uma profundidade de 10 km, com epicentro a 35 km da cidade de Dongalla. Ele causou o tsunami com ondas de até dois metros que atingiram Palu. Segundo as autoridades, não há previsão de novas ondas gigantes.

Pouco antes, um tremor de magnitude 6,1 já tinha atingido a mesma região.

Não há informações exatas ainda da destruição causada na região -cerca de 600 mil pessoas vivem em Palu e Dongalla, as mais atingidas.

A Indonésia costuma sofrer com terremotos e um tremor de magnitude 9,1 em 2004 próximo da costa do país causou o tsunami que deixou mais de 220 mil mortos na região. Com informações da Folhapress.

Bolsonaro recebe alta e deixa hospital em São Paulo

O candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) recebeu alta às 10h deste sábado (29), segundo boletim médico divulgado às 14h. Ele estava internado no Hospital Israelita Albert Einstein, na Zona Sul de São Paulo, desde 7 de setembro, um dia após sofrer uma facada no abdômen durante ato de campanha e passar por cirurgia em Juiz de Fora (MG). Ele precisou passar por duas cirurgias desde então.

Segundo o presidente do PSL, Gustavo Bebbiano, Bolsonaro está “plenamente recuperado”. De acordo com o presidente da sigla, ele surpreendeu a todos os médicos, mas não tem condições de fazer campanha nas ruas.

“Ainda há uma fragilidade física que pode causar um retrocesso nessa recuperação, não haverá corpo a corpo. Campanha de rua ele está impossibilitado de fazer”, disse Bebbiano em frente ao hospital.

Bolsonaro embarca no avião rumo ao Rio de Janeiro — Foto: Graziela Azevedo/TV Globo

Bolsonaro embarca no avião rumo ao Rio de Janeiro — Foto: Graziela Azevedo/TV Globo

Presidente do PSL, Gustavo Bebbiano, fala sobre a alta de Bolsonaro em frente ao hospital — Foto: Reprodução/TV Globo

Presidente do PSL, Gustavo Bebbiano, fala sobre a alta de Bolsonaro em frente ao hospital — Foto: Reprodução/TV Globo

Pouco antes, Major Olímpio, candidato do PSL ao Senado, afirmou que no final da manhã, os médicos já haviam passado todas as prescrições médicas e que ele só aguardava o horário do voo, às 15h40 no Aeroporto de Congonhas, para o Rio de Janeiro. “Está eufórico, brincalhão, muito feliz de ir para casa”, disse o major.

Bolsonaro embarcou às 15h46 e foi recebido com vaias e aplausos.

Bolsonaro teve o cateter usado para administrar medicação retirado na quarta-feira (28). No local havia pequeno foco de infecção bacteriana. Como precaução os médicos decidiram manter a medicação por antibiótico na veia por mais um ou dois dias.

Nesta sexta-feira (28), Bolsonaro postou uma foto em sua conta no Instagram fazendo a barba no banheiro do quarto onde está internado no hospital. “Me preparando para voltar à ativa”, escreveu.

Neste sábado, o candidato escreveu no Twitter: “O Brasil está na lama por conta do sistema falido que coloca o povo a serviço do Estado e faz acordos corruptos visando a própria sobrevivência. Liderando a corrida sem se curvar a este modelo, afirmo com segurança: nunca estivemos tão próximos de finalmente mudar esta realidade”.

Redes sociais

Bolsonaro fez postagens nesta sexta-feira (28) sobre ‘ataques de parte da mídia’. A revista ‘Veja’ trouxe uma reportagem sobre o processo de separação com Ana Cristina Siqueira Valle em 2008, em que ela o acusa de agressividade, de furto de cofre e que ele tinha renda superior ao que recebia como deputado federal e militar da reserva.

G1

Nova lei de importunação sexual pune assédio na rua

Sob aclamação de profissionais do sistema jurídico e de grupos de defesa dos direitos das mulheres, foi sancionada nessa semana pela Presidência de República a lei que criminaliza os atos de importunação sexual e divulgação de cenas de estupro, nudez, sexo e pornografia. A pena para as duas condutas criminosas é prisão de 1 a 5 anos.

A importunação sexual foi definida em termos legais  como a prática de ato libidinoso contra alguém sem a sua anuência “com o objetivo de satisfazer a própria lascívia ou a de terceiro”. A nova tipificação substituiu a contravenção penal de “importunação ofensiva ao pudor” e já foi aplicada nessa semana na cidade de São Paulo em ocorrências no transporte público.

A promotora de Justiça, Valéria Scarence, que integra do Núcleo de Gênero do Ministério Público de São Paulo, destaca que a nova lei representa o terceiro marco jurídico importante na área de defesa das mulheres, depois da edição das leis da Maria da Penha e do Feminicídio.

“Essa lei surge em razão de duas graves lacunas da nossa legislação que não previa especificamente nem a conduta de importunação sexual, conhecida vulgarmente como assédio na rua, e a conduta de divulgação de cena íntima ou cena de estupro. São fatos de muita gravidade, mas que não encontravam correspondente na lei. Os efeitos já se sentem imediatamente. Já foram feitas várias prisões, toda a população está comentando, então essa lei vem ao encontro do anseio da população”, avalia a promotora.

Valéria exemplifica alguns casos de importunação sexual: beijo roubado ou forçado, passar a mão, “encoxar” no ônibus ou metrô e fazer cantadas invasivas. Ela acrescenta que este crime também pode ser identificado nos casos, já ocorridos, em que homens ejacularam sobre mulheres no sistema de transporte público. Mas, dependendo da situação, a conduta pode ser tipificada como estupro, se ocorrer uso da força, por exemplo.

Divulgação de cena

O crime de divulgação de cena de estupro, sexo ou pornografia, inclusive envolvendo vítimas com menos de 14 anos ou portadoras de alguma enfermidade ou deficiência, foi detalhado da seguinte forma: “ato de“oferecer, trocar, disponibilizar, transmitir, vender ou expor à venda, distribuir, publicar ou divulgar, por qualquer meio – inclusive por meio de comunicação de massa ou sistema de informática ou telemática -, fotografia, vídeo ou outro registro audiovisual que contenha cena de estupro ou de estupro de vulnerável ou que faça apologia ou induza a sua prática, ou, sem o consentimento da vítima, cena de sexo, nudez ou pornografia”.

A lei estabelece que, tanto quem produz o material divulgado, como qualquer pessoa que compartilhar o conteúdo, inclusive nas redes sociais, pode responder pelo crime. A divulgação não será configurada como criminosa se for de natureza jornalística, científica, cultural ou acadêmica, desde que adote recurso que preserve a identidade da vítima (que deve ter mais de 18 anos) e tenha sua prévia autorização.

A promotora Valeria Scarence ressalta a gravidade deste crime, pois pode impedir que a vítima retome sua vida afetiva, social e profissional. “Esta conduta é tão grave e causa efeitos tal qual a pessoa estivesse morta em vida. Muitas vezes, essas pessoas, em regra mulheres, abandonam toda a sua vida, têm estresse pós-traumático, doenças como pânico, muitas cometem suicídio e outras passam a vida com ideias suicidas”, relata.

Valéria explica que a maior incidência do crime de divulgação de cenas de nudez ocorre no final de relações afetivas, quando parceiros divulgam as imagens das ex-companheiras como uma forma de vingança ou ameaça.

“Em regra quem responde a um crime com pena mínima de um ano, tem direito a um benefício que se chama suspensão condicional do processo. Mas, se a divulgação de cena íntima for feita por alguém que tem relação afetiva ou com a finalidade de vingança há um aumento de pena de um terço a dois terços. Então, a pena mínima passa a ser de 1 ano e 4 meses, o que impede qualquer benefício, e a pena máxima passa a ser superior a 8 anos”, explica a promotora.

A promotora Scarance ressalta que a pena estipulada para os novos crimes praticamente se equivale a sanção aplicada para furto simples.  E se a pena fosse muito mais baixa, não permitiria o encarceramento dos agressores e a proteção da vítima. A proporcionalidade aplicada nos casos de aumento de pena tem caráter preventivo e impede que as vítimas reconsiderem suas denúncias.

Aumento de pena para estupro

A nova lei ainda aumenta a pena de um terço a dois terços para os crimes de estupro se for cometido por dois ou mais autores, inclusive cúmplices que não praticaram o ato sexual (estupro coletivo), ou se praticado com o objetivo de controlar ou “punir” o comportamento social ou sexual da vítima (estupro corretivo). Este último tem como vítimas principalmente mulheres que tem relações homoafetivas.

O crime de estupro já é classificado como crime grave no Código Penal, com penas de 6 a 10 anos de reclusão. Se for cometido contra vulnerável menor de 14 anos, a pena é de 8 a 15 anos de prisão.  Em todo o país, mais de 60 mil pessoas (30 a cada 100 mil habitantes) foram estupradas no ano passado, segundo a Pesquisa Segurança Pública em Números.

A pena do estupro ainda pode ser aumentada se o crime for praticado por pessoa que mantém ou tenha mantido relação íntima de afeto com a vítima ou tenha o objetivo de vingança ou humilhação. A pena sobe 50%  se o autor do crime é ascendente, padrasto ou madrasta, tio, irmão, companheiro, tutor, curador, empregador da vítima ou por qualquer pessoa que tiver autoridade sobre ela.

A punição é aumentada de metade a dois terços se o crime resultar em gravidez; de um terço a dois terços se o autor do crime transmitir à vítima doença sexualmente transmissível ou se a vítima é idosa ou pessoa com deficiência.

Nos casos de estupro de vulnerável, a lei também torna irrelevante o consentimento e a experiência sexual da vítima, ou mesmo se ela já se relacionou anteriormente com o agente do crime.

Ação incondicionada

Outra novidade presente na lei é mudança da natureza da ação penal que trata dos crimes contra liberdade sexual e crimes sexuais contra vulnerável. A partir de agora, a ação penal é pública incondicionada, ou seja, pode ser iniciada pelo Ministério Público independentemente  da vontade da vítima.

Para a socióloga e especialista em violência de gênero e políticas públicas, Wania Pasinato,  mudar a ação penal dos crimes sexuais para pública incondicionada é uma forma de tutelar a mulher e não surtirá o efeito esperado se o sistema de Justiça não mudar a forma de tratamento das vítimas que, geralmente, enfrentam percalços.

“Participar como vítima de um processo judicial, em qualquer situação de violência, particularmente na violência de gênero e na violência sexual, exige muito apoio e coragem da mulher pra que ela consiga lidar com as decisões tomadas e os encaminhamentos que vão sendo dados. Essa nova lei prevê alguma mudança na forma como o sistema funciona hoje, para que as mulheres não sejam vitimizadas de novo, expostas e pressionadas?”, questiona Wania.

A promotora Scarance concorda que a ação incondicionada deve vir acompanhada de uma estruturação da rede e do olhar sobre a vítima. “Essa mulher vítima de violência sexual não pode ser tratada como qualquer outra vítima. Há aspectos muito particulares deste crime. É importante a ação do Estado, mas é importante que a vítima seja respeitada, ouvida ao lado de alguém de sua confiança e que princípios de vitimologia sejam observados para que essa vítima seja protegida durante o processo”, destaca.

Prevenção

Wania Pasinato julga ainda que a nova lei dificilmente será aplicada porque traz penas muito altas. Tal configuração, para Wania, responde a um anseio conservador e punitivista da sociedade.“Não é a tipificação de um comportamento como crime que vai contribuir para diminuir a violência contra as mulheres”, comenta Wania.

A pesquisadora reconhece que a lei pode facilitar o trabalho do sistema de justiça na condução destes casos, mas defende a integração de ações de prevenção, promoção de direitos, além da responsabilização dos que praticam a violência.  “Temos que investir na educação.  Não podemos continuar querendo enfrentar a violência contra a mulher se a gente não assume este compromisso de que a questão de igualdade de gênero tem que ser discutida nas escolas. A responsabilização é uma via, não pode ser a única e nem a mais importante e não pode acontecer isoladamente”, completa.

Wania avalia ainda que a lei deve ser melhor discutida com representantes da sociedade civil e afirma que a questão da violência contra a mulher será melhor combatida se forem adotadas, em conjunto com a penalização, medidas preventivas e educativas.

“Sistematicamente se vem abrindo mão de trabalhar políticas de prevenção à violência, para trabalhar com políticas de punição da violência. E trabalhar com políticas de punição significa esperar que o ato ocorra. E, na medida em que ele ocorra,  esperar que o sistema de justiça vá responder de uma forma adequada a essa violência”, explica.

Já a promotora Valeria Scarance acredita no poder da nova lei. “É extremamente importante que essa lei seja aplicada para que o Brasil não continue sendo recordista em violência contra mulheres. Em 2016, a cada 10 mulheres, uma sofreu assédio no transporte e 4 receberam comentários ofensivos na rua. A cada 20 mulheres, uma foi agarrada à força”, enumera. “Esse país precisa mudar. O legislador fez a sua parte. Agora, cabe ao Ministério Público e a cada um fazer sua parte. Violência contra a mulher é um problema do Estado e da sociedade”, conclui.

Curral de Cima vacina 133,20% de cães e supera meta de vacinação antirrábica

foram aplicadas 1.851 doses entre cães e gatos. 
foram aplicadas 1.851 doses entre cães e gatos. 
foram aplicadas 1.851 doses entre cães e gatos. 
Foram aplicadas 1.851 doses entre cães e gatos

Mais uma vez a Prefeitura Municipal de Curral de Cima, por meio da Secretaria de Saúde da cidade, se destaca durante campanha de vacinação. Desta vez, o município alcançou a marca de 133,20% da população de cães vacinados na campanha antirrábica, isso até a última quarta-feira (26). Na meta estabelecida pelo Ministério da Saúde só entram os cães que foram vacinados.

A campanha que segue até o próximo domingo (30) já pode ser considerada um sucesso. É o que diz a secretária de saúde da cidade, Renata Ribeiro. “Superar as metas é um desafio que toda a equipe da secretaria de saúde de Curral de Cima possui. Somos conscientes de que isso só é possível graças ao envolvimento e disposição de cada profissional em exercer com qualidade e de forma plural a sua função”.

A Prefeitura de Curral de Cima tinha por meta vacinar um total de 1.009 cães, conforme estabelecido pela Secretaria de Saúde do Estado, mas a dose foi aplicada em 1.384 cães, o que equivale a 133,20% dos 80%. Vale destacar que, até o momento, foram aplicadas 1.851 doses entre cães e gatos. 

A coordenadora de imunização da secretaria de saúde de Curral de Cima, Mitachara Lucena, falou sobre o trabalho desenvolvido para superar a meta. “Nesta campanha conseguimos colocar três equipes de vacinadores com ajudantes em campo. Além disso, cada sítio tinha um ponto específico para vacinação e nossos agentes chegaram a ir de casa em casa para que todos os cães e gatos pudessem ser imunizados, garantindo assim, a saúde dos animais e da população”, afirmou.

Durante a campanha, os donos de animais que não possuíam o cartão de vacinação para os seus cachorros e gatos puderam receberam após o animal receber a dosagem da vacina.

Assessoria

Datafolha: Haddad sobe a 22%; Bolsonaro enfraquece no 2º turno

O Datafolha ouviu 9 mil eleitores em 343 municípios brasileiros entre quarta e sexta-feira
O Datafolha ouviu 9 mil eleitores em 343 municípios brasileiros entre quarta e sexta-feira
O Datafolha ouviu 9 mil eleitores em 343 municípios brasileiros entre quarta e sexta-feira
O Datafolha ouviu 9 mil eleitores em 343 municípios brasileiros entre quarta e sexta-feira

A nove dias do primeiro turno da eleição presidencial, Fernando Haddad (PT) subiu seis pontos e consolidou-se em segundo lugar na corrida eleitoral, com 22%.

Ela segue sendo liderada por Jair Bolsonaro (PSL), que se manteve estável com 28%, mas perdeu fôlego nas simulações de segundo turno, sendo derrotado em todas elas. A dupla lidera também no quesito rejeição do eleitor, indicando a polarização na disputa.

Os dados estão na nova pesquisa do Datafolha. Nela, Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin (PSDB) empatam tecnicamente no terceiro posto. Marina Silva (Rede) murchou para um distante quarto lugar.

O instituto ouviu 9.000 eleitores em 343 cidades de quarta (26) a esta sexta (28). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para cima ou para baixo. O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo. A pesquisa anterior havia sido feita nos dias 18 e 19.

Haddad, o preposto indicado por Luiz Inácio Lula da Silva para concorrer em seu lugar, já que foi declarado inelegível por ter condenação em segunda instância, cresceu de 16% para 22% nas intenções de voto estimuladas. Nas menções espontâneas, também cresceu seis pontos, chegando a 17%.

Ele teve seu mais forte crescimento nas regiões Nordeste (12 pontos) e Norte (13 pontos). No tradicionalmente lulista e populoso Nordeste, ele lidera com 38% das intenções de voto. Ali, Bolsonaro registra seu pior desempenho regional, com 16% de intenções de voto, empatado com Ciro Gomes (PDT), que tem 15% no seu território de origem.

O período da pesquisa coincidiu com uma zona de turbulência na campanha do capitão reformado, que se recupera internado de uma facada recebida no dia 6. Na quarta, a Folha de S.Paulo revelou um documento do Itamaraty relatando uma ameaça de morte atribuída a Bolsonaro por uma ex-mulher, que hoje nega ter dito isso. Na quinta, surgiu a fala de seu vice, Hamilton Mourão (PRTB), criticando o 13º salário, e mais acusações contra o deputado no processo de divórcio divulgadas pela revista Veja.

Pesquisa Datafolha - Evolução da intenção de voto para presidente. — Foto: Arte/G1

Bolsonaro segue com os mesmos 28% que recebeu no levantamento anterior, na pesquisa estimulada. Na declaração espontânea, oscilou positivamente um ponto, para 25%.

No terceiro pelotão, a disputa está embolada entre Ciro, que oscilou negativamente dois pontos e tem 11%, e Alckmin, que subiu dentro da margem de 9% para 10%. No caso do pedetista, o forte crescimento de Haddad no seu quintal eleitoral, o Nordeste, ajuda a bloquear seus movimentos. Já o tucano, apesar de contar com o maior tempo de propaganda eleitoral gratuita, viu sua campanha mais incisiva por um voto útil contra Bolsonaro e PT fracassar em lhe auferir apoio.

Já Marina confirmou a tendência de queda livre e oscilou mais dois pontos para baixo, atingindo 5% na pesquisa estimulada. A candidata da Rede está agora um pouco acima do bloco dos nanicos eleitorais, integrado por João Amoêdo (Novo, 3%), Alvaro Dias (Podemos, 2%), Henrique Meirelles (MDB, 2%), Vera (PSTU, 1%), Guilherme Boulos (PSOL, 1%) e Cabo Daciolo (Patriota, 1%).

As simulações de segundo turno trazem más notícias para Bolsonaro. Se nas duas semanas seguintes ao ataque de Juiz de Fora ele viu seu desempenho melhorar nos embates com os principais adversários, agora ele perde para todos com uma curva desfavorável.

Ciro ampliou a vantagem sobre o deputado, que batia por 45% a 39% na pesquisa anterior, derrotando-o por 48% a 38%. O pedetista segue sendo o único a vencer todos os embates nas simulações de segundo turno.

Haddad saiu do empate em 41% e supera Bolsonaro por 45% a 39%, melhorando também seu desempenho contra o PSDB: empata com Alckmin em 39%, o que dificultará a ideia tucana de vender o candidato como alguém que venceria o PT com certeza no segundo turno. Questionados sobre mudança de voto, 18% dos apoiadores do tucano optariam pelo capitão.

A raiz da dificuldade de Bolsonaro é sua rejeição, que paradoxalmente é a principal fraqueza também de Haddad, hoje seu principal oponente. Ambos os candidatos são os que registram a maior taxa de “não voto de jeito algum” da pesquisa.

O deputado subiu de 43% para 46% e o petista, de 29% para 32%, confirmando o caráter plebiscitário e polarizado da disputa. Isso também se nota na convicção de seus eleitores, superior à dos outros candidatos: 79% dos bolsonaristas e 78% dos pró-Haddad dizem não mudar de opção.

A rejeição ao candidato do PSL segue forte entre as mulheres, objeto da campanha #elenão. O rejeitam 52% das eleitoras. Na pergunta estimulada, seu eleitorado feminino é de apenas 21%, contra os 37% que alcança entre homens. Jovens de 16 a 24 anos (55%) e os mais pobres (52%) são outros grupos que lideram a tendência de descartar o voto nele.

Já Haddad é mais rejeitado pelos eleitores que ganham mais de dez salários mínimos (59%), com nível superior (48%) e do sexo masculino (39%). A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-08687/2018. O nível de confiança é de 95%. Com informações da Folhapress.

Ex-mulher acusou Jair Bolsonaro de furto de cofre e agressividade

Procurado, Bolsonaro não quis dar entrevista.​
Procurado, Bolsonaro não quis dar entrevista.​

A separação litigiosa de Jair Bolsonaro (PSL) e da ex-mulher dele foi além da disputa pela guarda do filho do casal e incluiu acusações de furto de cofre, ocultação de bens e relatos de “comportamento explosivo” e “desmedida agressividade” do hoje candidato à Presidência da República pelo PSL.

As informações constam de um processo de cerca de 500 páginas obtido pela revista Veja e revelado na noite desta quinta-feira (27).

No documento, Ana Cristina Siqueira Valle acusou seu ex-marido de ocultar milhões de reais em patrimônio pessoal na prestação de contas à Justiça Eleitoral em 2006, quando foi candidato a deputado federal —e eleito em seguida.Segundo a revista, Ana Cristina também acusou o ex-marido de furtar US$ 30 mil e mais R$ 800 mil —sendo R$ 600 mil em joias e mais R$ 200 mil em dinheiro vivo— de um cofre que ela mantinha em agência do Banco do Brasil, em 26 de outubro de 2007.

O caso resultou em um boletim de ocorrência registrado na 5ª Delegacia de Polícia Civil, no mesmo dia.

A ex-mulher também disse no processo que a renda mensal do deputado na época chegava a R$ 100 mil. Para tal, Bolsonaro recebia “outros proventos” além do salário de parlamentar —à época, segundo a Veja, de R$ 26,7 mil como parlamentar e outros R$ 8.600 como militar da reserva. Ela não especificou quais seriam as fontes extras.

Em janeiro deste ano, a Folha mostrou o aumento de patrimônio registrado por Bolsonaro e seus filhos —e como adquiriu imóveis por preços abaixo do valor de mercado.

As acusações da ex-mulher descritas no processo obtido pela Veja incluem o caso revelado pela Folha sobre a disputa da guarda do filho do casal, Jair Renan.

Ana Cristina afirmou, segundo documentos obtidos no Itamaraty, que ela sofria ameaças de morte de Bolsonaro. Em 2009, teria fugido para a Noruega por medo do deputado. A narrativa de Ana Cristina foi confirmada à Folha por brasileiros que conviveram com a ex-mulher de Bolsonaro naquele país.

Conforme também revelou a Folha, Bolsonaro acionou o Itamaraty devido à disputa de guarda entre o casal, que acontecia em paralelo ao desenrolar do caso do cofre. Segundo a revista Veja, enquanto a ex-mulher o acusava de furto do cofre, o deputado dizia que Ana Cristina tinha sequestrado o filho Jair Renan.

Atualmente Ana Cristina usa o sobrenome Bolsonaro e é candidata a deputada federal pelo Podemos. Hoje ela nega as acusações —diz que foram excessos na separação— e defende o ex-marido.
Ana Cristina também reagiu de forma negativa à reportagem da Folha que revelou as ameaças de morte relatadas por ela ao Itamaraty. Em vídeo divulgado nas redes sociais, a ex-mulher do deputado chamou o jornal de “sujo” e se colocou à disposição de Bolsonaro para ajudá-lo a se tornar presidente.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, a ex-mulher do deputado chamou o jornal de “sujo” e se colocou à disposição de Bolsonaro para ajudá-lo a se tornar o próximo presidente do Brasil.

A separação de Bolsonaro e da ex-mulher foi oficializada em 2008, depois de dez anos em que o casal ficou junto.

Em relação à acusação de furto do cofre, Ana Cristina foi chamada a depor duas vezes pela polícia, mas não compareceu —em 2017, o caso foi encerrado sem esclarecimento.

Questionada pela revista Veja, Ana Cristina se esquivou e não explicou sobre como resolveu o litígio com Bolsonaro e passou a apoiá-lo publicamente. “Quando você está magoado, fala coisas que não deveria”, limitou-se a dizer.

Sobre as joias, a ex-mulher de Bolsonaro disse que eram coisas que havia juntado após ganhá-las de Bolsonaro.

Questionada sobre por que não atendeu às convocações para depor na polícia, Ana Cristina respondeu: “Não lembro. Fiquei quieta”. Por quê? “Não me sentia à vontade. Iria dar um escândalo para ele e para mim. Deixei para lá”, disse à revista Veja. “Nós dois tínhamos um acordo de abrir mão de qualquer apuração porque não seria bom.”

Procurado, Bolsonaro não quis dar entrevista.​

Folha de São Paulo

Apoiadores organizam carreata pró-Bolsonaro no Vale do Mamanguape

Bolsonaro deve ter alta de hospital nesta sexta-feira
Bolsonaro deve ter alta de hospital nesta sexta-feira

Apoiadores do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) realizam neste domingo (30), um ato de apoio ao candidato. A ação começa às 12h, em frente ao Ginásio Rochão, em Capim. Em seguida, às 14h, concentração em frente ao Restaurante Sombreiro, em Mamanguape, e termina na Praça João Pessoa, em Rio Tinto. A carreata está sendo organizada através das redes sociais.

Leia mais: Pesquisa Ibope: Bolsonaro, 27%; Haddad, 21%; Ciro, 12%; Alckmin, 8%; Marina, 6%

No último sábado (22), em sua conta oficial no Instagram, Bolsonaro publicou um vídeo onde agradeceu o movimento realizado em João Pessoa. “Obrigado João Pessoa! Um forte abraço, Paraíba!”, escreveu o deputado.

Confira publicação abaixo:

 

Visualizar esta foto no Instagram.

 

– Obrigado João Pessoa! – Um forte abraço, Paraíba!

Uma publicação compartilhada por Jair Bolsonaro 17 (@jairmessiasbolsonaro) em

Nas redes sociais, admiradores do parlamentar, divulgaram ter sido o maior evento político da história na Paraíba. Não há dados oficiais, mas estimam participação de aproximadamente 4.500 carros.

Hospitalizado desde 6 de setembro, quando recebeu uma facada em Juiz de Fora (MG) durante ato de campanha, Jair Bolsonaro deve ter alta do hospital Albert Einstein, em São Paulo, nesta sexta-feira (28).

Pescadores encontrados mortos em praia da PB foram assassinados

Os dois pescadores encontrados mortos nesta quarta-feira (26), na praia do Conde, no Litoral Sul da Paraíba, foram assassinados, conforme informações da perita responsável pelo caso, Amanda Melo, do Instituto de Polícia Científica do estado. A suspeita inicial era de que eles teriam morrido afogados, após o barco em que estavam virar.

De acordo com a perita, as lesões observadas nas cabeças das vítimas foram as causas das mortes. No entanto, esses ferimentos não foram ocasionados por pedras que estivessem no mar ou choque contra a embarcação.

A perita informou que a necrópsia apontou marcas de tiros em uma das vítimas. Segundo Amanda Melo, no local em que os corpos foram encontrados, não era possível determinar isso com clareza, por conta da provável ação de animais marinhos sobre os ferimentos. Por isso, foi necessário aguardar os resultados dos exames.

Ainda conforme a perita, os resultados da perícia já foram repassados para a Polícia Civil, que está investigando o caso.

Welington Lopes da Silva, de 50 anos, e Severino de Ramos da Silva, de 52 anos, foram encontrados na praia na manhã da quarta-feira, quando a maré baixou. O barco também foi encontrado quebrado.

G1PB

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