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Veneziano Vital e Daniella Ribeiro são eleitos senadores da Paraíba

Daniella Ribeiro e Veneziano Vital (Fotos: Divulgação)
Daniella Ribeiro e Veneziano Vital (Fotos: Divulgação)
Daniella Ribeiro e Veneziano Vital (Fotos: Divulgação)
Daniella Ribeiro e Veneziano Vital (Fotos: Divulgação)

Veneziano Vital (PSB) e Daniella Ribeiro (PP) são os novos senadores da Paraíba. Com 93,38% das urnas apuradas, o socialista já lidera com 785.206 mil votos. A progressista vem em segundo lugar com 777.581 mil votos.

Luiz Couto e Cássio Cunha Lima vêm na sequência, respectivamente. O petista tem 742.873 votos e o tucano, 565.369 votos.

Veneziano Vital atualmente é deputado federal, eleito em 2014, pelo MDB. Já Daniella Ribeiro, é deputada estadual. Ambos se juntam a José Maranhão (MDB) no Senado Federal.

Portal Correio

Bolsonaro e Haddad se enfrentarão no segundo turno

© Reuters Photographer
© Reuters Photographer
© Reuters Photographer
© Reuters Photographer

Como previsto nas principais pesquisas de opinião pública, a disputa deste ano para presidente da República será decidida em segundo turno entre os candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

No momento em que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apontou apuração de 99% das urnas, Bolsonaro marcava 46,16%, enquanto Haddad chegou aos 29,09% dos votos válidos.

Na Paraíba, Haddad ficou na frente com mais de 981 mil votos, o que representa pouco mais de 45%. Já Bolsonaro, conseguiu pouco mais de 676 mil votos, o equivalente a mais de 31% do total. Ciro Gomes ficou em terceiro lugar no estado, com mais de 362 mil votos, quase 17% do total.

Conforme os números do TSE, o estado teve mais de 113 mil votos brancos (4,7%); mais de 396 mil de votos nulos (16,3%). Mais de 2,4 milhões de eleitores foram às urnas neste domingo (7) em todo o estado.

O governador da Paraíba anunciou oficialmente na noite deste domingo (7) que Haddad terá “total apoio” dele no segundo turno.

O segundo turno das eleições será realizado no dia 28, dia em que os paraibanos vão decidir apenas a escolha para presidente da República, já que para o Governo do Estado, os paraibanos elegeram João Azevedo (PSB) no primeiro turno. O eleito dará continuidade ao projeto político do governador Ricardo Coutinho.

Por Alexandre Freire e Alisson Correia, do Portal Correio

João Azevêdo é eleito governador da Paraíba

João Azevedo e Ricardo Coutinho celebram vitória no 1º turno (Foto: Mayara Medeiros/CBN Paraíba)
João Azevedo e Ricardo Coutinho celebram vitória no 1º turno (Foto: Mayara Medeiros/CBN Paraíba)

O ex-secretário João Azevêdo, do PSB, é o novo governador da Paraíba. Com 92,56% das urnas apuradas, João está com 1.034.412 votos (58,12%). Essa é a primeira vez em dez anos que as eleições na Paraíba são decididas no primeiro turno. A última vez foi em 1998 quando José Maranhão disputou com Gilvan Freire.

Em sua primeira disputa eleitoral, João Azevêdo teve no governador Ricardo Coutinho (PSB) seu maior cabo eleitoral. Azevêdo, inclusive, foi tido como ‘supersecretário de Ricardo, nos quase oito anos à frente de cargos considerados estratégicos em sua administração no Governo do Estado.

A sua carta-proposta tem 55 páginas e trata de vários assuntos divididos em três eixos. Entre os temas abordados, estão os mais básicos, e não menos complexos, como Educação, Habitação, Saúde e Segurança Pública. Além disso, Meio Ambiente, Mobilidade Urbana e Políticas Públicas para Mulheres também se destacam.

Lucélio fica em segundo e Maranhão em terceiro lugar

O candidato do PV, Lucélio Cartaxo, está em segundo lugar na disputa com 416.240 votos, ou 23,39%. Já José Maranhão obteve, até agora, 311.366 votos, ou seja, 17,49%.

Por Alexandre Freire, do Portal Correio

Homens são detidos com sacos de cimento e lista de eleitores em Mamanguape

Material foi apreendido pela polícia (Foto: Divulgação).
Material foi apreendido pela polícia (Foto: Divulgação).

Três pessoas foram detidas na noite deste sábado (6), na cidade de Mamanguape, no Litoral Norte paraibano, sob suspeita de terem praticado crime eleitoral. O beneficiário seria um deputado estadual, candidato à reeleição. Com os suspeitos, a polícia apreendeu sacos de cimento em um caminhão e uma lista com nomes de eleitores, supostos beneficiários com a distribuição.

Nessa quinta-feira (4), a Polícia Militar registrou uma apreensão de quase R$ 70 mil, sacos plásticos contendo cerca de 40 mil ‘santinhos’ e lista com nomes e contatos. O rapaz que portava todo o material foi abordado no município de Patos, no Sertão paraibano.

A promotora Carmem Perazzo disse que a polícia chegou ao suspeito após ter recebido uma denúncia. Ela disse que o homem foi detido em flagrante, e levado para a delegacia. Lá, ele revelou os nomes de mais duas pessoas responsáveis pelo material a ser doado. Os outros dois suspeitos também foram detidos.

MPE deverá apurar caso

O caso deverá ser apurado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) e se for constatada a compra de votos, poderá ser ajuizada uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) para cassar o eventual diploma do candidato supostamente beneficiado.

Até o fechamento desta matéria, os suspeitos estavam na delegacia onde serão ouvidos. Os suspeitos  deverão ser liberados após pagarem fiança. Com informações do Portal Correio.

Presidente da Câmara de Mamanguape é detido após bater carro sem CNH e com sinais de embriaguez

De acordo com a Polícia Militar os dois veículos envolvidos no acidente foram apreendidos.
De acordo com a Polícia Militar os dois veículos envolvidos no acidente foram apreendidos.

O presidente da Câmara de Vereadores do Município de Mamanguape, no Litoral paraibano, João Ferreira Filho (PSD), foi detido na madrugada deste sábado (6) depois de se envolver em um acidente de trânsito. De acordo com a Polícia Militar ele conduzia um veículo sem possuir Carteira Nacional da Habilitação (CNH) e apresentava sinais de embriaguez.

O G1 tentou entrar em contato com o presidente da câmara João Ferreira Filho, também conhecido como Joãozinho da Estaca, mas as ligações não foram atendidas. Em tentativa de contato com a assessoria dele, as ligações foram encaminhadas para caixa postal.

Segundo as informações da Polícia Militar, em Mamanguape, a ocorrência começou depois de um acidente de trânsito no conjunto Nossa Senhora da Penha. Uma pessoa acionou o batalhão informando. De acordo com a Polícia Militar, quando as guarnições chegaram ao local estava ocorrendo o tumulto com cerca de 30 pessoas.

A Polícia Militar informou que no momento da abordagem o presidente da câmara apresentava sinais de embriagues. Segundo a Polícia Militar, o parlamentar teria confessado que ingeriu bebida alcoólica antes de dirigir, mas teria se recusado a fazer o teste do bafômetro. O presidente da câmara e o condutor do outro veículo foram encaminhados para a delegacia em seguida liberados.

O G1 tentou entrar em contato com a delegada da Polícia Civil, Simone Quirino, que estava no plantão, mas as ligações não foram atendidas. Na delegacia de Polícia Civil de Mamanguape, nenhum agente sabia informar sobre o caso.

Ainda de acordo com a Polícia Militar os dois veículos envolvidos no acidente foram apreendidos. O que era conduzido pelo presidente da câmara foi apreendido pelo fato dele não ter CNH e o outro carro estava com o licenciamento atrasado. A Polícia Militar informou ainda que não foi possível identificar no momento a culpa do acidente, pois os veículos foram deslocados depois da batida.

G1PB

Ibope para presidente, votos válidos: Bolsonaro, 41%; Haddad, 25%; Ciro, 13%; Alckmin, 8%

O nível de confiança da pesquisa é de 95%.
O nível de confiança da pesquisa é de 95%.
O nível de confiança da pesquisa é de 95%.
O nível de confiança da pesquisa é de 95%

O Ibope divulgou neste sábado (6) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. Segundo o instituto, desde a pesquisa divulgada no dia 3, e realizada nos dias 1 e 2 de outubro, o primeiro colocado, Jair Bolsonaro, cresceu quatro pontos, enquanto Fernando Haddad, em segundo lugar, oscilou um ponto para baixo.

A probabilidade de os resultados retratarem a realidade é de 95%, considerando a margem de erro, de dois pontos para mais ou para menos. A pesquisa ouviu 3.010 eleitores na sexta-feira (5) e no sábado (6).

Votos válidos

Jair Bolsonaro (PSL): 41%

Fernando Haddad (PT): 25%

Ciro Gomes (PDT): 13%

Geraldo Alckmin (PSDB): 8%

João Amoêdo (NOVO): 3%

Marina Silva (REDE): 3%

Alvaro Dias (PODE): 2%

Cabo Daciolo (PATRI): 2%

Henrique Meirelles (MDB): 2%

Guilherme Boulos (PSOL): 1%

Eymael (DC): 0%

Vera (PSTU): 0%

João Goulart Filho (PPL): 0%

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Votos totais

Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 36%

Fernando Haddad (PT): 22%

Ciro Gomes (PDT): 11%

Geraldo Alckmin (PSDB): 7%

Marina Silva (REDE): 3%

Cabo Daciolo (PATRI): 2%

Henrique Meirelles – MDB 2%

João Amoêdo – NOVO 2%

Alvaro Dias – PODE 1%

Guilherme Boulos – PSOL 1%

Eymael – DC 0%

Vera – PSTU 0%

João Goulart Filho – PPL 0%

Branco/ Nulo 7%

Não sabe/ Não respondeu 5%

Acima, nos votos totais, são considerados os votos brancos e nulos e o percentual dos eleitores que se declaram indecisos.

Rejeição

O instituto também perguntou: “Dentre estes candidatos a Presidente da República, em qual o (a) sr. (a) não votaria de jeito nenhum? Mais algum? Algum outro?”.

Neste levantamento, portanto, os entrevistados podem citar mais de um candidato. Por isso, os resultados somam mais de 100%.

Os resultados foram:

Jair Bolsonaro (PSL): 43%

Fernando Haddad (PT): 36%

Marina Silva (REDE): 22%

Geraldo Alckmin (PSDB): 16%

Ciro Gomes (PDT): 15%

Henrique Meirelles (MDB): 10%

Alvaro Dias (PODE): 9%

Cabo Daciolo (PATRI) 9%

Guilherme Boulos (PSOL): 9%

Eymael (DC): 8%

João Amoêdo (NOVO): 8%

Vera (PSTU): 7%

João Goulart Filho (PPL): 6%

Poderia votar em todos (resposta espontânea): 2%

Não sabem ou preferem não opinar: 7%

Simulações de segundo turno

Ciro Gomes 45% x 41% Jair Bolsonaro (branco/nulo 11%; não sabe 2%)

Geraldo Alckmin 40% x 43% Jair Bolsonaro (branco/nulo 14%; não sabe 3%)

Jair Bolsonaro 46% x 36% Marina Silva (branco/nulo 15%; não sabe 3%)

Fernando Haddad 41% x 45% Jair Bolsonaro (branco/nulo 12%; não sabe 3%)

Sobre a pesquisa

Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos

Entrevistados: 3.010 eleitores

Quando a pesquisa foi feita: 1º e 2 de outubro

Registro no TSE: BR-01537/2018

Nível de confiança: 95%

Contratantes da pesquisa: TV Globo e “O Estado de S.Paulo”

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

G1

Datafolha para presidente: Bolsonaro, 36%; Haddad, 22; Ciro, 13%; Alckmin, 7%

Levantamento ouviu 19.552 eleitores entre quinta-feira (5) e sábado (2).
Levantamento ouviu 19.552 eleitores entre quinta-feira (5) e sábado (2).
Levantamento ouviu 19.552 eleitores entre quinta-feira (5) e sábado (2).
Levantamento ouviu 19.552 eleitores entre quinta-feira (5) e sábado (2).

O Datafolha divulgou neste sábado (6) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. Desde a última pesquisa do instituto, divulgada no dia 4, e realizada nos dias 3 e 4 de outubro, o primeiro colocado, Jair Bolsonaro oscilou um ponto para cima, e o segundo colocado, Fernando Haddad se manteve estável.

A probabilidade de os resultados retratarem a realidade é de 95%, considerando a margem de erro, de dois pontos para mais ou para menos. A pesquisa ouviu 19.552 eleitores entre quinta-feira (5) e sábado (2).

Votos válidos

Jair Bolsonaro (PSL): 40%

Fernando Haddad (PT): 25%

Ciro Gomes (PDT): 15%

Geraldo Alckmin (PSDB): 8%

Marina Silva (REDE): 3%

João Amoêdo (NOVO): 3%

Alvaro Dias (PODE): 2%

Henrique Meirelles (MDB): 2%

Cabo Daciolo (PATRI): 1%

Guilherme Boulos (PSOL): 1%

Vera (PSTU): 0%

João Goulart Filho (PPL): 0%

Eymael (DC): 0%

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Votos totais

Nos votos totais, quando são considerados os brancos/nulos e os indecisos, os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 36%

Fernando Haddad (PT): 22%

Ciro Gomes (PDT): 13%

Geraldo Alckmin (PSDB): 7%

Marina Silva (REDE): 3%

João Amoêdo (NOVO): 3%

Alvaro Dias (PODE): 2%

Henrique Meirelles (MDB): 2%

Cabo Daciolo (PATRI): 1%

Guilherme Boulos (PSOL): 1%

Vera (PSTU): 0%

João Goulart Filho (PPL): 0%

Eymael (DC): 0%

Em branco/nulo/nenhum: 6%

Não sabe: 4%

Acima, nos votos totais, são considerados os votos brancos e nulos e o percentual dos eleitores que se declaram indecisos.

Rejeição

O Instituto também perguntou: “Dentre estes candidatos a Presidente da República, em qual o (a) sr. (a) não votaria de jeito nenhum? Mais algum? Algum outro?”.

Neste levantamento, portanto, os entrevistados podem citar mais de um candidato. Por isso, os resultados somam mais de 100%.

Os resultados foram:

Jair Bolsonaro (PSL): 44%

Fernando Haddad (PT): 41%

Marina Silva (REDE): 31%

Geraldo Alckmin (PSDB): 24%

Ciro Gomes (PDT): 21%

Henrique Meirelles (MDB): 15%

Guilherme Boulos (PSOL): 15%

Cabo Daciolo (PATRI): 15%

Alvaro Dias (PODE): 15%

Eymael (DC): 14%

Vera (PSTU): 13%

João Amoêdo (NOVO): 12%

João Goulart Filho (PPL): 12%

Não sabe: 3%

Votaria em qualquer um/ não rejeita nenhum: 1%

Rejeita todos/ não votaria em nenhum: 2%

Simulações de segundo turno

Bolsonaro 45% x 43% Haddad (branco/nulo: 10%; não sabe: 2%)

Ciro 47% x 43% Bolsonaro (branco/nulo: 8%; não sabe: 2%)

Bolsonaro 43% x 41% Alckmin (branco/nulo: 13%; não sabe: 2%)

Alckmin 41% x 38% Haddad (branco/nulo: 18%; não sabe: 2%)

Sobre a pesquisa

Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos

Entrevistados: 19.552 eleitores em 382 municípios.

Quando a pesquisa foi feita: 5 e 6 de outubro

Registro no TSE: BR-01584/2018

Nível de confiança: 95%

Contratantes da pesquisa: TV Globo e “Folha de S.Paulo”

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

G1

Pesquisa Vox Populi para presidente: Bolsonaro, 34%; Haddad, 27%; Ciro, 11%

O instituto entrevistou 2 mil pessoas neste sábado (6), em 121 municípios brasileiros

Do 247 – Pesquisa Vox Populi/Brasil 247, a primeira financiada pelos eleitores, aponta, na véspera do primeiro turno das eleições: Bolsonaro tem 34% das intenções de voto e Haddad, 27%; em votos válidos, 40% a 31%; no segundo turno, por enquanto há projeção de empate, com ligeira vantagem numérica para Bolsonaro: 40% a 37%. Segundo Marcos Coimbra, diretor do Vox Populi, a pesquisa é um evento “histórico” pela mobilização para seu financiamento e indica: “chance de não haver segundo turno e próxima a zero”.

Votos estimulados totais

Bolsonaro 34%

Haddad 27%

Ciro 11%

Alckmin 5%

Marina 2%

Amoêdo 1%

Meirelles 1%

Cabo Daciolo 1%

Álvaro Dias 1%

Boulos 1%

Votos válidos

Bolsonaro 40%

Haddad 31%

Ciro 13%

Alckmin 6%

Marina 2%

Amoêdo 2%

Meirelles 2%

Cabo Daciolo 1%

Álvaro Dias 1%

Boulos 1%

Segundo turno:

Bolsonaro 40% x Haddad 37%

Bolsonaro 38% x Ciro 36%

Segundo turno votos válidos

Bolsonaro 52% x 48% Haddad

Bolsonaro 51% x 49% Ciro

CONFIRA DETALHAMENTO PESQUISA VOX/247

A pesquisa é a única patrocinada pelos eleitores, em particular a comunidade reunida ao redor do 247. Todas as demais são patrocinadas por grandes grupos econômicos ou mídias comprometidas com o golpe de Estado e, nesta altura, marchando com Bolsonaro.

Os eleitores participaram da pesquisa contribuindo, além do patrocínio financeiro, com sugestões para o questionário que foi apresentado no dia de hoje. Nas próximas reportagens, serão apresentados os resultados dos temas do questionário.

A pesquisa Vox Populi/Brasil 247 foi registrada no TSE sob número 04071/2018. Foram realizadas 2 mil entrevistas neste sábado (6 de outubro), pessoais e domiciliares, em 121 municípios espalhados pelo País. 

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos. O Vox Populi cobrou preço de custo para a realização da pesquisa.

Ciro diz que não tem mágoas do PT e pede que eleitores votem sem ódio

© Nacho Doce/Reuters
© Nacho Doce/Reuters
© Nacho Doce/Reuters
© Nacho Doce/Reuters

No último dia da campanha eleitoral, o candidato do PDT ao Palácio do Planalto, Ciro Gomes, disse que não guarda mágoas do PT e lamentou que a marca da disputa presidencial tenha sido a “confrontação odienta”.

Em carreata em Fortaleza, neste sábado (6), ele disse que o país ainda tem tempo de achar o caminho do equilíbrio, desarmar uma bomba e “permitir que o Brasil se proteja do salto no abismo do fascismo”.

“Mágoa? Que negócio de mágoa?”, afirmou ao ser perguntado sobre a relação com os petistas.

Em conversas reservadas, no entanto, o pedetista tem manifestado mágoa em relação ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que atou para evitar um apoio do PSB à candidatura do presidenciável do PDT.

“O voto não é ferramenta de ódio, mas de construção. O ódio sem causa sonegar violência. Um lado destruindo o trabalho do outro”, criticou.

Para ele, o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, líder nas pesquisas eleitorais, é despreparado e não tem humanidade.

“É além de despreparado, porque não administrou nem um botequim dos pequenos. Ele não tem humanidade e representa a segregação, o preconceito e a violência”, disse.

O candidato afirmou ainda que Bolsonaro “representa tudo de atrasado que, no passado, deu no flagelo nazifascista que matou mais de 50 milhões de pessoas no mundo, que foi o Hitler e o Mussolini”.

Caso seja eleito presidente, Ciro disse que sua primeira medida será “desratizar o Palácio do Planalto” e compor uma equipe ministerial acabando com a “roubalheira”.

“Eu vou unir a família brasileira. Não vou fazer entendimento politiqueiro ou lotear os ministérios”, disse.

Neste sábado, Ciro ainda fará uma caminhada em Sobral, no interior do Ceará, onde construiu sua carreira política. Com informações da Folhapress.

Em último ato de campanha, Alckmin anda de metrô

© Ciete Silvério/Flickr
© Ciete Silvério/Flickr
© Ciete Silvério/Flickr
© Ciete Silvério/Flickr

O grupo que acompanhava Geraldo Alckmin (PSDB) em uma estação nova do metrô na capital paulista descia as escadas rolantes em silêncio. Até que alguém gritou Bolsonaro.

Aí a militância reagiu com gritos de guerra. Abafou, instantes depois, xingamentos de “corrupto safado” desferidos de outra direção.

Chovia do lado de fora da estação na hora do almoço, neste sábado (6), véspera da eleição. Maria Lucia, mulher do candidato, o acompanhava sem largar seu braço.

A comitiva entrou no trem e andou da estação Santa Cruz para Hospital São Paulo. No desembarque, Alckmin parou para dar entrevista.

Passou três minutos descrevendo ações de seu governo em São Paulo. “Estou dizendo tudo isso para dizer do nosso compromisso com a infraestrutura e as obras porque isso gera muito emprego”, explicou.

Então, passou a responder perguntas. Poucos aliados vieram. Sua campanha termina esvaziada?

“Não, imagine, estou chegando de Bauru, tinham lá dezenas de prefeitos. Isso era mais uma visita para a gente ver as novas estações do metrô.”

Faz alguma autocrítica? “Estamos trabalhando, pedindo voto. Aí amanhã, sim, o povo decide e o que decidir está bem decidido”, respondeu.

“Trabalhei, suei a camisa para evitar que o país fosse para o radicalismo. Os radicalismos populistas de esquerda ou de direita autoritários não ajudam o país a se recuperar. Podem gerar mais crise.”

Disse que “não há a menor hipótese” de não ir para o segundo turno e fez uma avaliação da corrida eleitoral.

“Vejo um cenário de uma eleição atípica. Tivemos um candidato de um partido definido há quatro semanas, outro que teve um atentado, tomou uma facada. Muita gente votando no candidato porque não quer o PT. Outros votando no PT porque não quer o outro candidato. Mas o fato é que metade da população não quer nenhum dos dois.”

Negou sentir uma onda a favor de Jair Bolsonaro (PSL) e sentenciou: “Vamos continuar com absoluta coerência até amanhã na votação”.

Um repórter ainda perguntou se o candidato a governador João Doria (PSDB) o acompanharia na votação no domingo (7). Alckmin respondeu já andando: “Pergunte a ele”.

Saiu da estação e foi tomar um cafezinho na padaria ao lado. Contou que, na quinta-feira(4), depois do debate da Globo, o senador José Serra (PSDB) chegou ao hotel para encontrá-lo.

Estava animado, querendo tomar um vinho do porto, contou. Alckmin não bebe. Serra pediu um conhaque e virou o copo.

Na bagunça da padaria, pediu o celular ao ajudante de ordens. Minutos depois mostrou uma foto que alguém encaminhou dele aos 13 anos com as irmãs na cidade natal, Pindamonhangaba (SP).

“Olha o bonitão. Sou eu”, piscou. “Fazia muito sucesso naquele tempo.” Com informações da Folhapress.

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