28.8 C
Mamanguape
domingo, 8 novembro 2026
Bayeux
Início Site Página 1533

Inscrições abertas para concurso da Marinha com vaga na PB

A Marinha do Brasil abriu concurso para oficiais temporários do Comando do 3º Distrito Naval. São oferecidas 29 vagas para ensino superior distribuídas pelos estados de Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. Na Paraíba, o aprovado para a vaga na área de enfermagem será lotado em João Pessoa. Veja o edital.

Os candidatos interessados – homens e mulheres maiores de 18 anos com curso superior – devem efetuar inscrição no site da Marinha do Brasil. As inscrições custam R$ 127 e seguem abertas até 31 de outubro.

O salário bruto inicial é de cerca de R$ 11 mil, com gratificações inclusas. O Serviço Militar Voluntário de Oficiais (SMV-OF) tem um vínculo que pode durar até oito anos, sem a possibilidade de estabilidade.

A prova tem data prevista para acontecer em 10 de fevereiro de 2019.

Por Isis Vilarim, do Portal Correio

China constrói ‘lua’ artificial para economizar na conta de luz

A China quer lançar a sua própria “lua” ao espaço até 2020. A ideia é usar o satélite artificial para iluminação urbana, reduzindo os custos das cidades com energia elétrica. De acordo com a imprensa local, Chengdu, uma cidade da província de Sichuan, está desenvolvendo “satélites brilhantes” oito vezes mais luminosos do que a lua.

O lançamento da “lua” artificial deve acontecer a partir do Centro de Lançamento de Satélites Xichang, segundo o diretor da organização responsável pelo projeto, Wu Chunfeng. Se tudo der certo, outras três luas serão lançadas em 2022.

O jornal “China Daily” explica que a luz não partirá da lua, mas será, na verdade, um reflexo da luz do Sol.

Dessa forma, será possível substituir a iluminação urbana e, assim, economizar 1,2 bilhão de yuanes por ano (cerca de R$ 630 milhões em convesão direta) só na cidade de Chengdu, por exemplo, quando a “lua” artificial iluminar uma área de 50 quilômetros quadrados.

Esta não será a primeira tentativa de captação da luz solar. Cientistas russos usaram espelhos gigantes na década de 1990 para refletir a luz do espaço. O projeto experimental foi chamado de Znamya ou Banner.

Documento que poderia ter evitado queda é verdadeiro

© Paulo Whitaker / Reuters
© Paulo Whitaker / Reuters
© Paulo Whitaker / Reuters
© Paulo Whitaker / Reuters

A Justiça de São Paulo absolveu o empresário Francisco José de Godoy Antunes Ferreira no processo em que ele era acusado de ter adulterado uma troca de emails entre Vitória e a CBF sobre a transferência do zagueiro Victor Ramos em 2016.

O documento havia sido apresentado ao STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) pelo Internacional, rebaixado no Brasileiro daquele ano, que pedia ao tribunal a perda de pontos do Vitória por ter utilizado o jogador irregularmente -o que impediria a queda do clube colorado para a Série B.

O tribunal, porém, arquivou o pedido para reabrir o caso, que havia sido proposto pelo Bahia em abril de 2016. Logo depois, a CBF acusou o clube gaúcho de apresentar documentos falsos, alegando que houve adulteração na troca de emails. O Internacional, por sua vez, disse que havia obtido os documentos com Antunes Ferreira, que era empresário do jogador do Vitória.

Victor Ramos, que pertencia ao Monterrey (MEX), foi emprestado ao Palmeiras e posteriormente à equipe baiana. A segunda negociação, porém, ocorreu fora da janela de transferências internacionais estabelecida pela CBF.

A avaliação da confederação, validada pelo STJD, era que, como a documentação de transferência não retornou ao clube do México, a segunda negociação foi doméstica e não havia a necessidade de respeitar a janela.

Em sua sustentação no processo, o Internacional anexou emails trocados pelo diretor de registros da CBF, Reynaldo Buzzoni, e o diretor do Vitória à época, Anderson Barros. Em uma das mensagens, Buzzoni escreve que o Monterrey teria de “fazer um pedido de retorno do empréstimo e aí entrar na Fifa pedindo a liberação deste empréstimo”.

Pouco depois, Bernardo Zalan, integrante do departamento de registros da CBF, avisa que “será necessário o retorno do empréstimo para o México e um novo pedido de empréstimo para o Vitória. Mesmo para outro clube do mesmo país é necessário o retorno do ITC [Certificado Internacional de Transferência] para o México para depois gerar um novo empréstimo para o clube brasileiro”, indicando que haveria a necessidade de registrar a transferência como internacional.

Em sua decisão, a juíza Luciana Piovesan corrobora tese de que o Vitória teria de apresentar o certificado de transferência internacional para usar o jogador no Campeonato Brasileiro daquele ano e que, portanto, atuou com o atleta em situação irregular.

“É bem evidenciado pelo conteúdo das mensagens trocadas que a transferência do atleta se daria com observância das regras para transferência internacional”, escreveu a juíza Luciana Piovesan, da 27ª vara criminal de São Paulo. O Ministério Público, responsável pela ação, não recorreu.

“A supressão dos cabeçalhos, poucas palavras, nomes e frases, não fez alterada a compreensão da situação do atleta, não causando qualquer dano a quem quer que seja”, decidiu a juíza Luciana Piovesan.O advogado Gustavo Francez, que defendeu o empresário, fez pedido para que o processo fosse julgado em São Paulo, onde reside o empresário, e não no Rio de Janeiro. Foi atendido.

“Não ocorreu nenhuma mudança na essência da mensagem. A transferência, de acordo com o representante da CBF, deveria ter sido de natureza internacional”, apontou.

Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa do Vitória avisou que o presidente Ricardo David não comentaria o assunto.

Já o Internacional afirmou que vai deixar o assunto para trás.

“Não surpreende. Confirma a correção da tese que sempre defendemos. Mas, para o Inter, esse assunto está encerrado. Nosso foco é a conquista do título brasileiro”, apontou Gustavo Juchem, vice-presidente jurídico do clube, hoje na segunda colocação da Série A, a três pontos do líder Palmeiras.

O clube havia sido multado pelo STJD por conta do episódio em R$ 720 mil, mas mesmo assim não vai pedir indenização no caso.

A reportagem entrou em contato com a CBF, mas não obteve resposta até o fechamento desta edição. Com informações da Folhapress.

Avança número de pessoas com deficiência empregadas

© PixaBay
© PixaBay
© PixaBay
© PixaBay

Um relatório divulgado pelo Ministério do Trabalho indica que entre 2016 e 2017 houve um salto de 5,5% no número de trabalhadores deficientes que conseguiram um emprego formal. A notícia não poderia ser melhor diante de um quadro de desemprego crescente entre os brasileiros, que atinge a casa dos 13 milhões.

Duas razões principais podem ser apontadas nesta conquista, que atinge todas as classes de deficiência ­física, auditiva, visual, intelectual, mental e múltipla, a intensa fiscalização nas empresas para o cumprimento da Lei de Cotas e a ampliação das políticas de fomento à diversidade nas corporações.

Ainda cabe na análise o fortalecimento da consciência social de que esse público pode e trabalhar, a ação de consultorias específicas para o encaminhamento ao trabalho de pessoas com deficiência e o maior nível de escolarização desse grupo social.

O número geral de pessoas com deficiência empregadas passou de 418,5 mil, em 2016, para 441,3, em 2017. Em relação ao total de estoque de empregos formais no país, o percentual de trabalhadores com deficiência registrados em carteira é ainda muito pequeno, cerca de 1%.

O crescimento maior de pessoas com deficiência empregadas se deu entre os cegos, com salto de 16,3%, em seguida, o grupo das pessoas com deficiência intelectual, 7,5%.

Aqui vale outra consideração importante. Essas duas facetas das deficiências eram e ainda são as mais estigmatizadas no mercado de trabalho.

A outra vertente mostra que a chamada “revolução Down”, processo que vem crescendo cada vez mais no país e que visa informar e quebrar estigmas sobre pessoas com síndrome de down, tem dado resultados concretos e ainda tem muito campo para crescer.

A região Sudeste é onde estão a maioria dos trabalhadores com deficiência ­227,5 mil (mais da metade dos empregos formais para esse público em todo o país)­ e o Estado de São Paulo é o campeão em contratações formais nesse grupo, com 131 mil pessoas.

Na outra ponta, a região Norte é a que menos registra empregos formais para pessoas com deficiência, cerca de 26 mil, e o Acre é o Estado que menos emprega o povo com comprometimento físico, intelectual ou sensorial, cerca de 1.300 pessoas.

A tendência é que o número de 2018 continue registrando crescimento, pois foram diversas as iniciativas inclusivas registradas no ano e há também um número maior de pessoas com deficiência saindo dos bancos universitários.

De qualquer maneira, o contingente reprimido de pessoas com deficiência que têm total capacidade de contribuir para o crescimento do Brasil ainda é gigantesco. Com informações da Folhapress.

WhatsApp bloqueia contas e investiga empresas suspeitas de integrar esquema de impulsionamento

O aplicativo de mensagens WhatsApp anunciou nesta sexta-feira (19) que está investigando as empresas denunciadas na quinta (18) pelo jornal “Folha de S. Paulo”. Elas são suspeitas de integrar um esquema que visava a caluniar o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad. As contas dessas empresas foram bloqueadas pelo WhatsApp.

O aplicativo de mensagens anunciou, em nota, que tem tomado providência similar desde o início do processo eleitoral.

Na nota, o WhatsApp afirma que está investigando empresas que infringem os termos de uso da plataforma, assim como as que o jornal “Folha de S. Paulo” denunciou na quinta por fazerem parte de um esquema de envio de mensagens em massa contra o candidato do PT, Fernando Haddad.

Na reportagem, o jornal afirmou que empresários pagavam até R$ 12 milhões por esse serviço. Afirmou ainda que esses empresários já se preparavam para uma grande operação para a reta final do segundo turno.

A prática é ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vedada pela legislação eleitoral, e não declarada.

O WhatsApp afirma também que já bloqueou diversas contas de divulgação maciça que estavam ligadas a essas empresas. Além das citadas pela “Folha”, o WhatsApp diz que não comenta quantas empresas já foram também notificadas, nem os seus nomes.

Na nota, o WhatsApp diz ainda que já baniu centenas de milhares de contas durante o período eleitoral, de forma proativa, ou seja, por iniciativa própria. A empresa afirma que isso foi possível porque dispõe de tecnologia de ponta capaz de detectar contas com comportamento anormal, como, por exemplo, espalhar desinformação ou mensagens não solicitadas pelos usuários, o chamado spam.

O jornal “Folha de S. Paulo” citou as empresas Quick Mobile, Yacows, Croc Services e SMS Market como sendo aquelas que estariam vendendo o impulsionamento em massa de mensagens contra o PT e seu candidato. E Luciano Hang, dono da Havan, como sendo um dos empresários que financiaram tal atividade. O jornal não exibiu documentos, nem mencionou relatos de testemunhas.

TSE e PF vão investigar se empresas bancaram esquema ilegal pró-Bolsonaro no WhatsApp

Fachada do TSE. Brasília-DF, 01/12/2015 Foto: Roberto Jayme/ASICS/TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai investigar se empresas bancaram ilegalmente o envio de milhares de mensagens por WhatsApp para favorecer a candidatura presidencial de Jair Bolsonaro (PSL), conforme publicado em reportagem da Folha de S. Paulo. O ministro Jorge Mussi aceitou o pedido feito pelo oponente de Bolsonaro na corrida, Fernando Haddad. A decisão acontece no mesmo dia em que os controladores do aplicativo, que pertence ao Facebook e tem 120 milhões de brasileiros como usuários, anunciaram ter tomado “medidas legais imediatas” para impedir empresas de enviar mensagens em massa. “Já banimos contas associadas a essas empresas”, disse o WhatsApp em nota.

Não há prazo para desfecho na ação aberta pelo TSE, mas um ex-integrante da corte e especialistas consultados pelo EL PAÍS descartam que algum desdobramento de peso ocorra antes de 28 de outubro, data do segundo turno para o qual Bolsonaro é franco favorito. Seja como for, a investigação dá mais combustível aos críticos do deputado de extrema direita na reta final da campanha. Provoca ruído em sua mensagem de que se trata de uma campanha austera e baseada apenas na adesão de voluntários. O capitão reformado do Exército tem negado as acusações, mas também tem dito que não tem como controlar o que fazem seus apoiadores. Reportagem do EL PAÍS mostrou, em agosto, que empresário Luciano Hang, dono da rede de varejo Havan, pagou para turbinar alcance de um vídeo pró-Bolsonaro no Facebook, o que é ilegal –as autoridades eleitorais mandaram retirar a peça e multaram Hang.

O movimento do TSE não foi a única frente que tenta avançar na apuração sobre a participação de empresas na campanha, o que é vetado pela lei eleitoral brasileira. Além do âmbito eleitoral,  a Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, decidiu fazer também uma investigação no âmbito penal. Dodge pediu em um ofício que a Polícia Federal investigue “se empresas de tecnologia da informação têm disseminado, de forma estruturada, mensagens em redes sociais referentes aos dois candidatos que disputam o segundo turno das eleições para presidente da República”. “Este quadro de possível interferência, por meios tecnológicos, na formação da opinião de eleitores sobre os candidatos, com base em possíveis falsas informações ou mensagens ofensivas à honra e à imagem dos dois candidatos, afronta a integridade do processo eleitoral e é uma nova realidade mundial”, afirma Dodge.

No ofício, a chefe do Ministério Público cita reportagens que trataram do tema, entre elas a publicada nesta quinta-feira pela Folha de S.Paulo. Segundo o jornal, há uma rede de empresários simpáticos a Bolsonaro que está contratando agências de marketing digital para disparar pacotes massivos de mensagens negativas sobre o presidenciável petista, Fernando Haddad. Se comprovado, a operação milionária pró-Bolsonaro poderia configurar doação empresarial para a sua campanha, o que está proibido no Brasil.

Empresas afetadas

A reportagem não abre crise apenas na campanha brasileira. Dois anos após a eleição de Donald Trump, na qual ainda se discute a papel das redes sociais e do Facebook em particular, agora é um aplicativo da companhia que passa por escrutínio. Na nota divulgada nesta sexta, o WhatsApp informou, por meio de sua assessoria, que notificou extrajudicialmente as empresas citadas pela Folha para que parem de fazer disparos massivos de conteúdo através do aplicativo. A ação do aplicativo engloba as agências Quickmobile, Yacows, Croc Services e SMS Market, mas também há outras empresas sendo notificadas ao longo do dia de hoje. “O WhatsApp baniu proativamente centenas de milhares de contas durante o período das eleições no Brasil. Temos tecnologia de ponta para detecção de spam que identifica contas com comportamento anormal para que não possam ser usadas para espalhar spam ou desinformação”, disse a rede social.

Na reportagem publicada nesta quinta-feira, o jornal também afirma que as agências que venderam os pacotes de envio massivo de mensagens via WhatsApp utilizaram bases de usuários de terceiros, o que também é ilegal. Por último, a Folha diz que as agências de marketing digital que oferecem esse tipo de serviço estariam com um grande volume de disparos contratados para o fim de semana anterior ao segundo turno.

Outras frentes na Justiça eleitoral

O caso desencadeou reações não apenas em Haddad, mas também do PDT, partido de Ciro Gomes, que ficou em terceiro lugar na eleição presidencial. Os pedetistas entraram com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na qual pedem a anulação da eleição presidencial, por abuso de poder econômico por parte de Bolsonaro.

Já a campanha de Haddad protocolou ontem uma representação na qual pede a investigação do caso e a cassação do registro de Bolsonaro. Além do mais, os advogados do presidenciável do PT solicitaram uma série de medidas cautelares, como a busca e apreensão em endereços de Luciano Hang, dono da rede varejista Havan, um dos empresários que estaria envolvido no esquema. Hang nega. Também solicitam a quebra dos sigilos telefônico e bancário dos representantes das agências digitais citadas na reportagem da Folha. A peça protocolada pela campanha do PT também diz que a Justiça deve determinar que o WhatsApp apresenta um “plano de contingência” contra o envio de mensagens em massa. O ministro responsável pelo julgamento inicial da ação, Jorge Mussi, negou os pedidos cautelares feitos pelo PT.

A própria presidenta do TSE, Rosa Weber, evitou comentar as denúncias nesta sexta-feira. A princípio, estava prevista uma manifestação da ministra nesta tarde A jornalistas. No entanto, a coletiva de imprensa foi adiada e reagendada para este domingo, quando ela deverá fazer um balanço sobre a atuação da Corte eleitoral até o momento.

El País

Menina de 12 anos vai interromper gravidez após abuso sexual

Suspeito passou por audiência de custódia e foi encaminhado para o presídio de Santa Rita (Foto: Reprodução/TV Correio)
Suspeito passou por audiência de custódia e foi encaminhado para o presídio de Santa Rita (Foto: Reprodução/TV Correio)
Suspeito passou por audiência de custódia e foi encaminhado para o presídio de Santa Rita (Foto: Reprodução/TV Correio)
Foto: Reprodução/TV Correio

A menina de 12 anos, vítima de abuso sexual, deve interromper a gravidez. O principal suspeito da violência é o padrasto da garota, que mora no Bairro de Tibiri, em Santa Rita, Grande João Pessoa. De acordo com a delegada que está a frente do caso, Amindonzele Oliveira, a menina foi encaminhada para a Maternidade Cândida Vargas, onde passou por exames que detectaram o tempo de gravidez e apontaram que havia a possibilidade de interrompê-la. O procedimento já foi agendado pelo pai da adolescente.

“A adolescente foi encaminhada para fazer exames na Cândida Vargas. Ela já realizou os testes e será possível realizar o interrompimento da gravidez. O pai dela, que a acompanhou até a maternidade já marcou o procedimento”, disse a delegada Amindonzele Oliveira que investiga o caso de abuso sexual.

Adolescente era abusada há 2 anos

Ainda de acordo com a delegada, a adolescente relatou que sofria abuso sexual há pelo menos dois anos. Segundo Amindonzele, o suspeito tentava não deixar que a adolescente sentisse dores, para que não contasse sobre os abusos à sua mãe.

“Segundo a menor, ele vinha, há dois anos, praticando abusos contra ela. Haviam atos libidinosos, ele tocava e chegava a ejacular nas partes íntimas dela. Ela disse também que não chegou a haver penetração, pois sentia muitas dores e ele recuava, tentando não deixar a menor em uma situação que sentisse dor, para não dizer à mãe”, disse a delegada Amindonzele Oliveira.

Suspeito seguiu para presídio

O suspeito passou por audiência de custódia na tarde dessa quinta-feira (18), e foi encaminhado para o presídio de Santa Rita, onde deve ficar à disposição da Justiça, aguardando julgamento em regime fechado. Ele foi autuado pelo crime de estupro de vulnerável.  

Portal Correio

TSE adia entrevista em que falaria sobre fake news e crimes eleitorais

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) adiou uma entrevista coletiva que estava agendada para as 16h desta sexta-feira (19) que trataria, entre outros assuntos, da disseminação de fake news nas eleições. A entrevista coletiva foi remarcada para as 14h de domingo (21).

Segundo a assessoria de imprensa do tribunal, houve uma incompatibilidade de agenda do órgão não deu mais detalhes.

Participarão da entrevista coletiva a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, o ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) da Presidência da República, general Sérgio Etchegoyen, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, a advogada-geral da União, Grace Mendonça, e o diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro.

Nesta quinta (18), reportagem da Folha de S.Paulo revelou que empresários compraram pacotes de disparos em massa de mensagens contra o PT, via WhatsApp, o que configura prática ilegal. O PT e outros oponentes de Jair Bolsonaro (PSL) pediram ao TSE para investigar a ligação do militar com a prática.

Até o momento, as autoridades não se pronunciaram sobre a suspeita. Com informações da Folhapress.

Web Rádio da UFPB tem primeiro estudante cego como âncora

Felipe Veras, ao centro. comanda a programação (Foto: Divulgação)
Felipe Veras, ao centro. comanda a programação (Foto: Divulgação)
Felipe Veras, ao centro. comanda a programação (Foto: Divulgação)
Felipe Veras, ao centro. comanda a programação (Foto: Divulgação)

A web rádio “BitRadio”, uma das ações da VI Edição da Bit.Week, evento de tecnologia e comunicação da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), tem o primeiro estudante com deficiência visual como âncora. Felipe Veras, de 19 anos, matriculado no 2° período do curso de Comunicação em Mídias Digitais, além de comandar a programação ao vivo, opera a mesa de som do estúdio.

“Comecei a me interessar por comunicação por causa do meu irmão, William Veras, que também é deficiente visual. Ele cursa Jornalismo e trabalhou durante 12 anos como apresentador de diversas rádios, entre elas a Rádio CPAD 96,1 FM, em Jaguaribe; a Rádio Consolação 107.7 FM, no Castelo Branco; e a Rádio Comunitária Cidade 104,9 FM, em Cajazeiras.”, conta o aluno. Em 2014, seu irmão resolveu se candidatar ao cargo de Deputado Estadual, abrindo espaço para que Felipe desenvolvesse suas habilidades.

Programação

Através de um sistema de interação a distância, Felipe Veras consegue se comunicar com os repórteres Matheus Argolo e Nohan Gomes, também estudantes de Mídias Digitais, que realizam entrevistas com palestrantes, participantes de mesas redondas e de workshops e que repassam músicas pedidas pelo público da Bit.Week. Na trilha sonora, predominam grupos e artistas locais como Elon Barbosa, Nathalia Bellar, Banda-fôrra, Vieira e Seu Pereira e Coletivo 401.

“Uso uma mesa de som analógica comum. As digitais não são muito acessíveis para deficientes visuais. De um modo geral, não tenho problemas para realizar minhas atividades diárias, só quando utilizam recursos visuais. Mas meus professores sempre me ajudam quando preciso”, garante o discente.

Na escuta

Coordenada pelo professor do Departamento de Mídias Digitais, Paulo Serrano, a BitRadio tem funcionado das 14 às 18h. Ao todo, oito alunos participam do projeto. A programação pode ser conferida no saguão principal do bloco do curso de Comunicação em Mídias Digitais, no campus I, em João Pessoa, ou através da página da rádio web.

Portal Correio

Deputados aprovam lei que garante direitos a transgêneros

© Andres Stapff/Reuters
© Andres Stapff/Reuters
© Andres Stapff/Reuters
© Andres Stapff/Reuters

Os deputados uruguaios aprovaram, nesta madrugada (19), leis que visam combater a discriminação contra trangêneros e avançar na garantia de seus direitos. Como já foi aprovada pelo Senado, a legislação agora deve ser promulgada pelo executivo.

A votação contou tanto com o apoio de representantes da coalizão governamental Frente Ampla (FA, esquerda), quando com apoio da oposição. A lei foi aprovada por 66 votos, dos 88 possível. A sessão começou na quinta-feira (18) e durou mais de 10 horas. Ao menos 40 parlamentares discursaram.

Com a nova legislação, vai ficar mais fácil para pessoas transgênero mudarem de nome no Registro Civil, além de obrigar os poderes Legislativo, Executivo e Judicial, governos departamentais, entidades autônomas e outras repartições públicas a destinarem 1% das vagas de emprego a esta população por ano. Também será determinada uma cota de ao menos 1% para capacitação desse grupo pelo Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional.

“Embora todos nós tenhamos direitos desde que nascemos, o país [se dá conta de que] ainda há um caminho muito longo para percorrer e que necessitamos legislar mais pontualmente em certas situações. Esta população tem permanentemente os direitos violados e não deveria ser assim. [E isso passa] pela sua condição de gênero”, afirmou Manuela Mutti à agência ‘Efe’.

Um dos pontos do projeto que mais gerou discussão é a norma que estabelece que menores de 18 anos não precisam de autorização dos pais para mudar de nome, nem para receber tratamento hormonal.

Outro ponto que tem sido alvo de críticas é o que dá reparação econômica a pessoas trans nascidas antes de 31 de dezembro de 1975, que comprovem ter sido vítima de violência institucional ou privada de liberdade como consequência das forças de segurança.

Últimas Notícias

BlogsOPINIÃO
Objetividade e clareza

WhatsappEnvie
Mande sua sugestão de pauta ou denúncia: (83) 9 8140-8425

Mais Lidas

UFPB sediará o 2º Seminário Nacional de Educação Financeira nos dias 23 e 24...

A UFPB sediará, nos dias 23 e 24 de novembro de 2026, o 2º Seminário Nacional de Educação Financeira, reunindo gestores, professores, pesquisadores e profissionais para discutir práticas de educação financeira em diferentes fases da vida. O evento terá debates sobre ensino básico, tecnologia, gamificação e os resultados da Olimpíada Brasileira de Educação Financeira (OBEF).

“A Paraíba está pronta para fazer história no Enem”, afirma Secretário de Educação ao...

Às vésperas do Enem 2026, o Governo da Paraíba intensificou a preparação de mais de 34 mil estudantes da rede estadual com simulados, aulões, oficinas de redação e acompanhamento pedagógico. As ações alcançaram todas as regiões do estado, com destaque para mais de 15 mil inscritos no programa Se Liga no Enem, mais de 62 mil participantes no maior simulado da rede e a produção de 102 mil redações pelo Desafio Nota 1000.

Adriano Galdino diz que apoio de Lucas Ribeiro ajudou a ampliar votação de Lula...

O presidente da ALPB, Adriano Galdino, destacou o apoio do governador Lucas Ribeiro a Lula no segundo turno das eleições e afirmou que a postura do gestor contribuiu para ampliar a votação do presidente na Paraíba.