Na terça-feira (06), o Treze elegeu seu novo presidente. O candidato único Walter Cavalcanti foi escolhido como novo mandatário do Galo e comandará o clube durante o biênio 2019/2020.
O atual ocupante do cargo, Juarez Lourenço, será seu vice, mas permanece no posto principal até o dia 30 de novembro, quando passará o bastão ao seu sucessor, a quem deposita bastante confiança.
– O estatuto manda que eu seja presidente até dia 30 de novembro. Infelizmente, tenho que esperar até tal data para entregar o bastão a Walter, mas já me sinto vice-presidente. Por mim, ele receberia a posse hoje, pois acredito na sua competência e na sua responsabilidade. Ele foi escolhido a dedo e eu desejo sucesso para o nosso mandato – explicou ao jornal Correio da Paraíba.
Ao todo, 71 pessoas poderiam votar no pleito, mas apenas 31 compareceram e todos os votos foram depositados para Walter Cavalcanti, que afirmou que seu amor ao clube foi o fator principal para que ele disputasse o posto.
Em 2019 o Galo disputará o Campeonato Paraibano e a Série C do Campeonato Brasileiro. Maurílio Silva já foi definido como treinador. Agora o clube parte para formular o elenco para a próxima temporada.
Federal deputy Jair Bolsonaro of the Party for Socialism and Liberation (PSL), a pre-candidate for Brazil's presidential election, attends a debate at the Industry Confederation event in Brasilia, Brazil July 4, 2018. REUTERS/Adriano Machado
Jair Bolsonaro anunciou nesta quarta-feira (7) que o Ministério do Trabalho perderá o status de ministério.
De acordo com o presidente eleito, a pasta será integrada “a algum ministério”. Segundo o G1, a declaração foi feita após um almoço no Superior Tribunal de Justiça, oferecido pelo presidente da casa, João Otávio de Noronha.
O juiz Sérgio Moro, que ocupará o Ministério da Justiça e Segurança Pública no governo do capitão reformado, também participou do encontro.
“O Ministério do Trabalho vai ser incorporado a algum ministério”, disse Bolsonaro.
Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) vão receber a segunda parcela do 13º salário a partir do próximo dia 26. A primeira foi paga com antecipação, entre o dia 27 de agosto e 10 de setembro.
O depósito do abono de Natal, de acordo com informações da Folha de S. Paulo, segue o calendário de pagamento dos benefícios e vai até o dia 7 de dezembro.
Tem direito ao 13º quem, durante o ano, recebeu benefício previdenciário de aposentadoria, pensão por morte, auxílio-doença, auxílio-acidente, auxílio-reclusão ou salário-maternidade. Aqueles que recebem benefícios assistenciais, como Benefício de Prestação Continuada e Renda Mensal Vitalícia, não têm direito ao abono anual.
Na primeira parcela, quem já era aposentado ou pensionista em janeiro deste ano recebeu exatamente metade do valor de seu benefício. Portanto, o valor final do pagamento feito a partir deste mês será o benefício menos o Imposto de Renda, se houver, e o que já foi pago pelo INSS na primeira parcela.
O Conselho Estadual de Trânsito (Cetran) aprovou, por unanimidade, que os municípios com 15 mil habitantes deverão ter o trânsito municipalizado. A decisão foi anunciada durante reunião na sede do Conselho, no Departamento Estadual de Trânsito (Detran-Pb), sob a presidência do secretário de Estado da Segurança e Defesa Social, Cláudio Lima, e com as presenças do superintendente Agamenon Vieira; do coordenador do Núcleo de Políticas Públicas do Ministério Público da Paraíba, procurador Valberto Lira, e demais integrantes do órgão.
Preocupados com a necessidade de cada município gerir e ser responsável pelo trânsito nos seus limites, os órgãos envolvidos estão engajados em uma campanha, lançada durante a Semana Nacional de Trânsito, em setembro último, com o objetivo de diminuir o número de acidentes nas vias e rodovias da Paraíba, disciplinando o sistema e mantendo um canal de troca de experiências entre eles e a sede.
Segundo o Cetran-PB, dos 223 municípios do Estado, apenas 20 estão integrados ao Sistema Nacional de Trânsito (SNT). São eles: Bayeux, Cabedelo, Cajazeiras, Campina Grande, Conde, Esperança, Guarabira, Itaporanga, João Pessoa, Monteiro, Patos, Pitimbu, Queimadas, Remígio, Rio Tinto, Santa Rita, São Bento, Sapé, Soledade e Sousa.
Uma nova reunião com todos os envolvidos, inclusive com o representante do Tribunal de Contas do Estado, será realizada no próximo dia 12, em local a ser definido, visando dar continuidade ao processo nos municípios com população a partir de 15 mil habitantes, em um total de 58.
Segundo o diretor de Engenharia do Detran-PB, Zeca de Sousa, municipalizar o trânsito significa assumir integralmente a gestão das questões locais naquilo que o Código de Trânsito Brasileiro determina como responsabilidade dos municípios, isto é, a engenharia, a fiscalização, a operação e a educação.
As vantagens da integração do município ao SNT são: aumento da receita municipal, redução dos custos hospitalares com a diminuição do número de acidentes, melhoria na qualidade de vida do município, participação de programas nacionais de educação e segurança, e geração de emprego, renda e oportunidade.
O ministro do STF, Edson Fachin durante o julgamento dos processos contra José Serra e Aécio Neves.
O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu enviar para a Segunda Turma da Corte o mais recente pedido de liberdade feito pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, protocolado na última segunda-feira, (5).
Em despacho publicado nesta terça-feira (6), Fachin deu cinco dias de prazo para que o Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) e a 13ª Vara Federal de Curitiba prestem esclarecimentos sobre o caso. Em seguida, a Procuradoria-Geral da República (PGR) terá o mesmo tempo para se manifestar.
Somente após todo esse trâmite o habeas corpus deve ser analisado pelos ministros que compõem a Segunda Turma – além de Fachin, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Celso de Mello.
No pedido, a defesa de Lula volta a suscitar a suspeição do juiz Sergio Moro para julgar Lula. Os argumentos foram reforçados após o magistrado ter aceitado o cargo de ministro da Justiça no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro.
Os advogados de Lula querem que seja reconhecida a suspeição de Moro para julgar processos contra o ex-presidente e que sejam considerados nulos todos os atos processuais que resultaram na condenação no caso do triplex do Guarujá (SP).
O pedido ainda requer que sejam suspensas outras ações penais contra Lula que estavam sob a responsabilidade de Moro, como as que tratam de suposto favorecimento por meio da reforma de um sítio em Atibaia (SP) e de supostas propinas da empresa Odebrecht. Nesta última, o depoimento do ex-presidente está marcado para 14 de novembro.
“Lula está sendo vítima de verdadeira caçada judicial entabulada por um agente togado que se utilizou indevidamente de expedientes jurídicos para perseguir politicamente um cidadão, buscando nulificar, uma a uma, suas liberdades e seus direitos”, afirmam os advogados.
A defesa cita ao menos 33 atos de Moro que demonstrariam sua parcialidade para julgar Lula, entre eles a divulgação da delação premiada do ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci, cujo sigilo foi retirado pelo juiz a poucos dias do primeiro turno das eleições deste ano. Caberá ao relator, ministro Edson Fachin, decidir se os argumentos justificam a soltura do ex-presidente.
Na segunda-feira (5), Moro saiu de férias, após ter aceitado, na semana passada, assumir o Ministério da Justiça no governo Bolsonaro. O magistrado já se afastou de todos os casos da Lava Jato, que são assumidos interinamente pela juíza substituta da 13ª Vara Federal de Curitiba, Gabriela Hardt.
Lula está preso desde 7 de abril na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, após ter sua condenação confirmada pelo Tribunal Regional Federal 4ª Região (TRF4), que impôs pena de 12 anos e um mês de prisão ao ex-presidente, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
O economista Paulo Guedes, futuro ministro da Economia - Fernando Frazão/Arquivo/Agência Brasil
O economista Paulo Guedes, futuro ministro da Economia – Fernando Frazão/Arquivo/Agência Brasil
O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu a votação, ainda neste ano pelo Congresso Nacional, de uma “parcela do texto atual” da reforma da Previdência já aprovada em comissão especial da Câmara dos Deputados.
Guedes propôs também que a discussão de sua proposta sobre um novo sistema, ancorado na capitalização, comece no ano que vem. “Seria um saldo positivo para o governo que sai e para o que entra”, afirmou.
Na segunda-feira (5) o presidente eleito, Jair Bolsonaro, propôs que se aprove neste ano pelo menos a idade mínima para aposentadoria, que ele estimou em 61 anos para homens e 56 para mulheres. Na proposta que está na Câmara, as faixas são de 65 e 62 anos, respectivamente. Hoje Bolsonaro voltou a mencionar que discutirá o assunto com o presidente Michel Temer amanhã (7), em reunião no Palácio do Planalto. Bolsonaro disse que a reforma será “a possível, a proposta que tenha votos (para ser aprovada).
Questionado sobre a viabilidade política de se aprovar a reforma da Previdência ainda em 2018, Paulo Guedes disse acreditar que a “a política se dará em novas bases de centro-direita”. “Os votos [no Congresso] deixarão de ser individuais, na base do toma lá dá cá, e obedecerão à orientação dos partidos”, afirmou.
Segundo o economista, além da Previdência, o novo governo, tão logo assuma, pretende se dedicar também à desburocratização, simplificação tributária e privatização – temas que também terão de ser analisados pelo Legislativo. As declarações foram dadas na portaria do Ministério da Fazenda, antes de Guedes se reunir com o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, a quem irá suceder.
Uma operação policial para tentar recapturar um fugitivo do PB1 terminou em troca de tiros, sete pessoas presas e uma morta, na tarde deste domingo (4), na comunidade conhecida como Cangote do Urubu, que fica no bairro do Cristo, Zona Oeste de João Pessoa.
Segundo a Polícia Militar, a operação contou com policiais do Batalhão de Choque, do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), do 1º Batalhão da PM e da Força Tática.
Após entrar na comunidade, os policiais trocaram tiros com bandidos, onde um deles morreu. Após os disparos, os policiais conseguiram prender sete homens, mas o fugitivo do PB1 conseguiu fugir.
Foi há cerca de um ano que o Fortaleza anunciou Rogério Ceni como novo técnico da equipe. Em 10 de novembro de 2017, o ex-goleiro aceitava o convite com contrato de um ano e um grande objetivo: o acesso à Série A do Campeonato Brasileiro. Em 3 de novembro de 2018, o treinador atinge a meta e conquista seu maior feito até agora na breve carreira à beira do campo depois de um começo conturbado.
Em 2017, ele estreou na profissão no São Paulo, único clube que defendeu na carreira de jogador, e teve um início empolgante com o título da Florida Cup de 2017. Porém, os maus resultados custaram a demissão, e o time tricolor anunciou a saída do treinador após seis meses no cargo.
Ceni deixou o clube na zona de rebaixamento e saiu brigado com o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco. O dirigente chegou a fazer críticas ao ex-goleiro, que também publicou mensagens na internet com indiretas ao dirigente, como quando falou que “canalhas também envelhecem”.
Já em 2018, Ceni desembarcou em Fortaleza e trouxe junto ex-companheiros de São Paulo: o auxiliar francês Charles Hembert, o preparador de goleiros Haroldo Lamounier, o auxiliar Nelso Simões, ex-zagueiro do time, e o preparador físico Danilo Augusto, que trabalhou nas categorias de base da equipe.
Ceni teve bom começo no Fortaleza com resultados positivos, mas sofreu o primeiro golpe com a derrota para o rival Ceará na final do Campeonato Cearense. No primeiro jogo da decisão, inclusive, ele foi chamado de “burro” ao fazer uma substituição e trocar Léo Natel por Alípio.
“Sou burro há tanto tempo. Isso não tem problema nenhum. Torcedor tem todo direito de se expressar. Torcedor tem que saber que colocamos em campo tudo que tínhamos de melhor, mais ofensivo”, afirmou.
A “crise” com o torcedor do time tricolor acabou no começo da Série B. O Fortaleza iniciou a competição muito bem, assumiu a ponta e só sofreu a primeira derrota na 10ª rodada. Desde então, não perdeu mais a liderança. O clima com a torcida melhorou tanto que Ceni até mesmo cantou parte do hino do clube e puxou músicas na festa dos 100 anos do Fortaleza.
A vaga na Série A veio no último sábado (3), com quatro rodadas de antecedência. O Fortaleza venceu o Atlético-GO por 2 a 1, abriu 12 pontos de vantagem para o Vila Nova, quinto colocado, e não pode mais ser ultrapassado pelos goianos.
Agora com o acesso garantido, o objetivo é o título. “Sou sincero, gosto mais de comemorar título, mas é um feito incrível para um time como o Fortaleza conseguir o acesso a quatro rodadas do fim. Hoje é comemorar muito, mas amanhã voltar a trabalhar para ser campeão. Ser campeão não é fácil. Joguei 19 brasileiros e só ganhei três”, disse o treinador, em entrevista ao SporTV.
O contrato dele ainda não foi renovado e vai até o fim do ano. O torcedor do Fortaleza ainda não sabe se Ceni estará à frente do time na volta à primeira divisão depois de 12 anos. Com informações da Folhapress.
O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, iniciou neste domingo (4) uma visita oficial à Coreia do Norte, onde foi recebido pelo líder Kim Jong-un.
Os dois países comunistas sempre mantiveram relações próximas, desde os tempos de Fidel Castro e Kim Il-sung, fundadores dos regimes que vigoram até hoje em Havana e Pyongyang.
Díaz-Canel, que já passou pela Rússia, também visitará China, Vietnã e Laos durante seu tour pela Ásia. O presidente cubano fica na Coreia do Norte até a próxima terça-feira (6).
O juiz Sérgio Moro vai levar para o Ministério da Justiça integrantes da força-tarefa da Operação Lava Jato. O magistrado já avalia nomes ligados à Polícia Federal, que voltará a ficar sob o comando da pasta, e à Receita Federal. Para colocar em prática a promessa de uma “agenda anticorrupção e anticrime”, Moro terá o maior orçamento da pasta nesta década. Serão R$ 4,798 bilhões em 2019, 47% a mais do que a dotação autorizada para este ano. Ao mesmo tempo, herdará um déficit de pessoal em órgãos como a Polícia Rodoviária Federal.
Na quinta-feira passada (1), o magistrado aceitou o convite do presidente eleito, Jair Bolsonaro, para integrar o futuro governo. Antes da oficialização do seu nome, Moro e Bolsonaro conversaram na sala da casa do deputado na Barra da Tijuca, no Rio.
Por meia hora, a discussão teve a participação do economista Paulo Guedes, que vai comandar o novo Ministério da Economia. Depois, por 40 minutos, Bolsonaro e Moro ficaram sozinhos discutindo pontos prioritários do governo. Após o encontro, em coletiva, Bolsonaro disse que eles estavam alinhados: “Chegamos a um acordo de 100% em tudo”.
Além de nomes da Polícia Federal e da Receita, o juiz tem afirmado a interlocutores que gostaria de contar com “um ou dois nomes” ligados ao Ministério Público Federal, mas admite que a participação de representantes desse braço da Lava Jato é “mais complicada” porque dependeria de exoneração de cargos.
Moro deve começar a analisar a estrutura do ministério assim que a equipe de transição começar a repassar os dados. Na terça-feira (6), ele concede a primeira entrevista coletiva para falar dos seus planos à frente da pasta.
Orçamento
Moro vai assumir uma pasta ampliada e com órgãos de combate à corrupção que estão atualmente em outros ministérios, como a PF e parte do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Por conta disso, ganhou também um orçamento mais robusto. Os R$ 4,7 bilhões que terá à disposição dizem respeito apenas a gastos discricionários, ou seja, despesas de custeio e investimento que poderão ser livremente administradas pelo chefe da pasta. Os valores não são comprometidos, por exemplo, com salários de servidores, inscritos na categoria de gasto obrigatório.
Mesmo com as severas restrições fiscais que impactam o orçamento federal, o valor disponível em 2019 para Justiça e Segurança Pública será inclusive maior que os R$ 4,693 bilhões do orçamento de 2016, ano no qual os gastos nas áreas foram inflados pela organização dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.
O aumento de recursos para as duas áreas vai na contramão do arrocho no Orçamento do próximo ano. O gasto discricionário total para 2019 terá uma redução de R$ 13,432 bilhões em relação ao volume disponível neste ano. Entre as áreas que terão menos recursos para gastos administrativos e investimentos estão Transportes, Integração Nacional, Cidades, Turismo e Desenvolvimento Social.
A diferença é explicada pela atenção maior que o tema da segurança pública ganhou no governo de Michel Temer, que em fevereiro deste ano criou um ministério próprio para a área.
Outros órgãos que podem ser incorporados pelo superministério de Moro também terão verba maior no ano que vem. Para 2019, os recursos previstos para a Controladoria-Geral da União (CGU) somarão R$ 110,843 milhões, um crescimento de 16% em relação a este ano e o maior valor desde que o órgão passou a ter orçamento próprio, em 2013.
Déficit
Mesmo neste cenário de um orçamento maior, Moro terá de administrar déficit de pessoal em alguns dos órgãos sob a tutela da superpasta. Responsável pelas investigações de combate ao crime organizado ligado ao narcotráfico e ao desvio de verbas públicas, prioridades do futuro ministro, a PF tem um déficit de ao menos 4 mil vagas, segundo a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF).
A entidade diz que a previsão legal é de um quadro de funcionários com aproximadamente 15.200 policiais e 3.100 servidores administrativos. Atualmente, há apenas um concurso em andamento que prevê a contratação para 500 vagas. Já no Coaf, órgão responsável por mapear e informar as autoridades sobre transações financeiras suspeitas, há um déficit histórico de pessoal. O conselho é composto por 40 pessoas. Uma proposta para aumento do efetivo já havia sido encaminhada para o Ministério da Fazenda.
Só cadeia não resolve
O criminalista Antônio Cláudio Mariz de Oliveira afirma que o juiz Sérgio Moro, da Operação Lava Jato, “reúne amplas condições para assumir o Ministério da Justiça”, mas chama a atenção para o fato de que a competência da pasta “não se restringe às questões relativas à segurança pública”.
Com mais de 40 anos de atuação nos tribunais, ex-secretário da Segurança de São Paulo e ex-presidente da OAB-SP, Mariz chegou a ser cotado para assumir a pasta quando Michel Temer assumiu à Presidência, em 2016, mas acabou ficando de fora porque já havia atuado na Lava Jato como defensor. Ele afirma que a agenda contra o crime, para ter legitimidade, “tem de estar ao lado da agenda em defesa dos direitos e das garantias previstas na Constituição”.
“Se assim não for, a ação do Ministério da Justiça se transformará em meramente repressiva, punitiva, própria da atuação policial, e não de um ministério comprometido com a ordem jurídica e com o estado de direito”, afirma o advogado.
Moro aceitou na quinta-feira passada (1) o convite do presidente eleito, Jair Bolsonaro, para assumir o superministério da Justiça, que vai absorver as atividades do Ministério da Segurança.
“O juiz Sérgio Moro reúne amplas condições para assumir o Ministério da Justiça”, considera Mariz. “Preparado juridicamente, foi um juiz extremamente operoso e trabalhador. No entanto, preocupou-me sua fala no sentido de que sua agenda será marcada pelo combate à corrupção e ao crime organizado.”
O criminalista afirma que, “em primeiro lugar, ele (Moro) deve lembrar que a competência do Ministério da Justiça é ampla, não se restringe às questões relativas à segurança pública”.
“Outras questões existem, como a dos índios, a questão fundiária, a questão penitenciária, fronteiras, entre outras.” Para ele, a agenda tem de seguir a “defesa dos direitos e das garantias previstas na Constituição”.
“Cadeia, por si só, não resolverá”, afirma o criminalista. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
A UFPB sediará, nos dias 23 e 24 de novembro de 2026, o 2º Seminário Nacional de Educação Financeira, reunindo gestores, professores, pesquisadores e profissionais para discutir práticas de educação financeira em diferentes fases da vida. O evento terá debates sobre ensino básico, tecnologia, gamificação e os resultados da Olimpíada Brasileira de Educação Financeira (OBEF).
Às vésperas do Enem 2026, o Governo da Paraíba intensificou a preparação de mais de 34 mil estudantes da rede estadual com simulados, aulões, oficinas de redação e acompanhamento pedagógico. As ações alcançaram todas as regiões do estado, com destaque para mais de 15 mil inscritos no programa Se Liga no Enem, mais de 62 mil participantes no maior simulado da rede e a produção de 102 mil redações pelo Desafio Nota 1000.
O presidente da ALPB, Adriano Galdino, destacou o apoio do governador Lucas Ribeiro a Lula no segundo turno das eleições e afirmou que a postura do gestor contribuiu para ampliar a votação do presidente na Paraíba.