
Atiradores entraram em um museu na capital da Tunísia e mataram dezessete pessoas, segundo o primeiro-ministro do país, Habib Essid. Elas eram turistas estrangeiros que visitavam o Museu Bardo – entre eles, italianos, espanhóis e alemães. Segundo um porta-voz do governo, pelo menos cinco pessoas estariam feridas.
Os atiradores mantiveram vários turistas europeus como reféns no local. Um policial, uma profissional da limpeza e dois atiradores acabaram morrendo na operação da Polícia para prender os responsáveis pelo ataque, mas as autoridades disseram que outros atiradores do grupo podem ter escapado. .
Os tiros foram disparados no Museu Bardo, que fica ao lado do prédio do Parlamento, no centro de Túnis. De acordo com um porta-voz do governo, a maioria dos turistas já foi evacuada do local. Muitos deles, mais velhos, corriam desesperados para longe do local, e alguns deles carregavam crianças.
Segundo a TV estatal da Tunísia, dois homens armados entraram de carro no prédio do Parlamento e abriram fogo contra as pessoas. Um deles estaria no telhado do edifício. Forças de segurança cercam o local.

No momento do ataque, os parlamentares estavam discutindo um novo pacote de leis antiterrorismo. Depois do incidente, o Parlamento foi evacuado.
O museu, construído em um palácio do século XV, é o maior do país e abriga uma famosa coleções de antiguidades – ele é considerado uma das maiores atrações turística da Tunísia.
Esse ataque foi o primeiro em uma área turística em anos na Tunísia. As preocupações com segurança no país aumentaram recentemente, principalmente por causa da instabilidade no país vizinho Líbia.
Muitos tunisianos também deixaram o país para lutar na Síria e no Iraque, provocando temores de que eles poderia voltar e se envolver em ataques extremistas no país.
Do PBVale com BBC Brasil


