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sexta-feira, 13 março 2026
                          

Efeito do Facebook sobre o cérebro é semelhante ao da cocaína

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Redação PB Vale
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A comparação é exagerada, mas semelhanças existem (Foto: Reprodução / FacebookDetox)
A comparação é exagerada, mas semelhanças existem (Foto: Reprodução / FacebookDetox)

Até 11% das pessoas sofrem de alguma forma de dependência de tecnologia — e um estudo de tomografia mostrou que o Facebook afeta o cérebro de uma forma semelhante a drogas como a cocaína.

Segundo o “Metro UK”, o Professor Ofir Turel, da Universidade Estadual da Califórnia em Fullerton, monitorou os cérebros de 20 voluntários — e descobriu que o sistema “amígdala-corpo estriado”, envolvido no vício em drogas, foi afetado quando essas pessoas viam imagens relacionadas ao Facebook.

Mas há diferenças, diz Turel — o que significa que é mais fácil parar com o Facebook do que, por exemplo, uma hábito pesado de uso de crack.

Turel diz: “O sistema impulsivo pode ser comparado com o acelerador de um automóvel, enquanto o sistema inibitório pode ser comparado a um freio. Em vícios, existe uma aceleração muito forte associada com o sistema impulsivo, muitas vezes relacionada a um sistema inibidor em mau funcionamento”.

Os voluntários — todos os usuários do Facebook — tiveram que pressionar botões quando viam imagens relacionadas com a rede social e sinais de trânsito.

Turel diz: “Os participantes responderam a estímulos do Facebook mais rápido do que o fizeram para os sinais de trânsito. Isso é assustador quando você pensa sobre isso, uma vez que significa que os usuários podem responder a uma mensagem de Facebook em seu dispositivo móvel antes de reagir às condições de tráfego, caso estejam eles usando a tecnologia enquanto na estrada”.

Mas o sistema inibitório — também envolvido no vício em drogas — não parecem ser afetado.

“Esta é uma boa notícia, uma vez que significa que o comportamento pode ser corrigido com tratamento. Especula-se que o comportamento do vício, neste caso, decorre da baixa motivação para controlar o hábito, o que se deve em parte às consequências sociais e pessoais relativamente benignas de uso excessivo da tecnologia, em comparação com, digamos, o abuso de substâncias”, conclui.

via O Globo

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