A história nos ensina:
Nunca perca a esperança!
Logo após a tempestade
De certo vem a bonança.
Basta ver em Tio Tinto
Um fato que aconteceu:
Os fortes enfraqueceram
E o “mais fraco” é que venceu.
Conforme uma máxima antiga,
Quem a conhece até jura:
Pedra é dura. Água é mole,
Mas de tanto bater fura.
Depois e antes do pleito,
Naia disse e confirmou
Que sendo ele o eleito
Rio Tinto é quem ganhou.
E parece ser verdade;
Vi na festa da vitória,
Um evento impressionante,
Pra se guardar na memória.
Festa finda, novo tempo!
Agora, ao que interessa:
Começar a trabalhar
Que Rio Tinto tem pressa.
Gabaritar a transição,
Os detalhes e o conjunto,
A fim de que fique claro
Qualquer dúvida nesse assunto.
Hora de questionar,
Para não restar pendência,
Pois, nunca haverá “mudança”
Onde não há divergência.
Isso é válido ao prefeito
Ou a outro funcionário;
Eis que é a forma correta
De se lidar com o erário.
Já nas outras tratativas,
Que envolvem falha humana,
Não é justo ver em tudo
Atitude leviana.
Lembrar que nossa cidade
Precisa mesmo avançar!
Ela não está em primeiro
Mas merece um bom lugar.
Melhorar as condições
De seu povo, é o mais urgente!
Objeto de estudo
De uma equipe competente.
Neste caso, é importante
Seja tudo programado:
Pesar, medir e contar,
Entre a ideia e o resultado.
Onde estiver o problema,
Cabe ao gestor se ligar,
Reunir seus assessores,
Exigir, depois cobrar.
Prioridades não faltam,
E o gestor sabe quais são:
Renda, turismo, cultura,
Saúde e educação.
Qualquer leigo sabe disso,
Muito mais sabe um prefeito:
Sabe que tudo é possível
Se fizer tudo direito.
Recordando com saudade
O velho Damásio Franca:
Gastar sem levar pra casa
Qualquer gestão se alavanca!
Sei que não é esse o caso;
Dou meu parecer modesto:
O Naia tem bons propósitos
É sério, digno e honesto!
Tem cacife, tem coragem,
Mostrou ter disposição,
Tem apoio do governo
Não vai ter desculpa não.
Ultimamente sumiu,
A sua falta eu já sinto,
Mas, deve está se cuidando
Pra cuidar de Rio Tinto.
Vai dar um show – prometeu:
Vai cuidar bem da cidade,
Mudar alguns paradigmas,
Plantar viabilidade.
Xadrez bom de se jogar
Sacrifício menos mal
E a delícia de cuidar
De sua terra natal!
Zoada não paga conta
Deixa o homem trabalhar
E depois dos resultados
É aplaudir e festejar.
Por Sebastião Gerbase (Basinho)


