Era finalzinho de 2007, quando, inspirado no desabrigar de uns marimbondinhos que moravam em meu terraço, e relacionando-os com alguns “guerreiros” que também se encontravam desabrigados, graças ao fechamento do Bar do Edmilson, em Mamanguape, fiz uma crônica denominada “OS ARIPUÁS”. Teve uma repercussão, por que os frequentadores do extinto bar eram, em sua maioria, pessoas influentes da sociedade local.
De repente surgiu a ideia de se criar um Bloco Carnavalesco, denominando-o de OS ARIPUÁS.
O bloco foi criado e aceito pela sociedade, tanto é que estava crescendo ano a ano. E estava em boas mãos. Na condição de um dos seus fundadores, também estiva lá por um período, porém, por conveniência, há tempo me ausentei. O último carnaval não desfilou. Não me consta que, para tanto, tenham dado satisfação à sociedade. Mas isso – digamos – não é da minha conta.
Outrossim, nada do que eu disse, até agora, nos impede de projetar a criação de outro bloco. As pessoas na rua estão cobrando. Cobrando de mim, de você, de nós. Carnaval é coisa nossa. É alegria do povo.
Pois bem, o novo bloco 2016, se depender de mim, já está criado. Falta apenas à gente nos reunir, escolher um nome sugestivo, formar uma diretoria e registrar em órgão competente, começar a divulgar, providenciar uma cede provisória, criar sua logomarca e o hino oficial do bloco, identificar despesas e encontrar as receitas, distribuir tarefas e cair em campo: Confeccionar camisas, camisetas, bonés, adesivos, CDs, etc.; Comunicar e solicitar apoio das autoridades constituídas. Temos um pouco menos de um ano disponível para nos envolver, cuidadosamente, sem muita pressa, nesse projeto, e assim conquistar credibilidade e angariar apoios.
Por Sebastião Gerbase (Basinho)


