
Visto em diversos eventos seguidos, onde prefeitos e ex-prefeitos lembram a pré-candidatura para a Assembleia do ex-prefeito de Mamangape Eduardo Brito, não é obra do acaso. Isso tem acontecido constantemente.
Diante de um novo ciclo, impulsionado pelo cenário, Eduardo entra em cena, viaja pelo Estado e é afagado por declarações de muitos políticos órfãos de novas lideranças com perspectivas de futuro.
Percorre um caminho prévio de convites. Em Itapororoca na última semana, por exemplo, os ex-prefeitos (Eduardo, Erilson e Riselda) se encontraram para visitar lideranças e depois almoçar na Piscina da Nascença.
O nome de Eduardo é invocado por gente que vive num contexto de espaço vazio. Há um vácuo para 2018 e lideranças emergentes, feito o ex-prefeito, acaba recebendo convocação.
“Tenho maior admiração por Eduardo e vou repetir quantas vezes for necessário. O Vale precisa de alguém que conheça a região e sua gente. Estamos conversando sobre o pleito de 2018, sabemos da potencialidade dos 12 municípios da região”, argumenta Erilson Rodrigues.
Jovem na idade e com mandatos de vereador e prefeito por duas vezes, vem de origem simples, sem sobrenome político, se fez com ginga e inteligência política.
Eduardo encarna esse figurino do “é do Vale, é de casa”.
“Conversamos bastante com o amigo Erilson e outras lideranças, a respeito das nossas riquezas turísticas, culturais e o potencial econômico da produção agrícola. Eu tenho um ponto de vista definido, o Vale do Mamanguape precisa resgatar a tradição do seu representante na Casa de Epitácio Pessoa, como outras regiões: Sertão, Cariri, Brejo, Borborema e Litoral Sul”, pontuou Brito.
Por Lenilson Balla


