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sábado, 7 março 2026
                          

ATENÇÃO: AMANHÃ É “O DIA DOS PAIS”!

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Sebastião Gerbase
Sebastião Gerbase
Sebastião Gerbase Teixeira da Silva, conhecido carinhosamente como Basinho. Exerceu os cargos de Fiscal de Mercadorias em Trânsito, Fiscal de Estabelecimentos (hoje Auditor Fiscal), Conselheiro da AFRAFEP e coletor de importantes coletorias, a exemplo de Santa Rita, Cabedelo, Pilar e Mamanguape (duas vezes), onde se aposentou proporcionalmente. Formado em Direito desde 1.985, Basinho é aquele grande amigo, “riotinguapense” (se considera de Rio Tinto e Mamanguape), que gosta muito de escrever e irá apresentar, neste Portal PBVALE, colunas sobre assuntos interessantes para toda comunidade.
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Uma crise aguda de gota me levou, ontem pela manhã ao hospital, mais precisamente ao Memorial São Francisco.

O senso crítico é um (digamos assim) defeito que se identifica muito comigo, e o pior é que ele não me larga, até mesmo nos momentos de dor.

Ainda bem que, quando ele se manifesta, eu invoco o auxílio da prudência, para não cometer injustiça!

Dois fatos corriqueiros me chamaram a atenção, enquanto estive naquele ambiente (aproximadamente umas três horas):

O primeiro foi o bom atendimento hospitalar. Começando na portaria, passando pela triagem; a relação médico/paciente, incluso aí o profissionalismo do técnico de enfermagem, Jorge Santana, o qual cumpriu sua missão com aquela simpatia que ajuda a curar!

Tudo isso, nessa ordem, foi objeto da minha observação porque, infelizmente, não é fato comum, os nossos hospitais tradicionais dispensarem esse nível de tratamento aos seus pacientes. Há exceções – reconheçamos!

Outro fato que instigou a minha curiosidade foi a presença de pessoas idosas, indevidamente desacompanhadas de familiares que os auxiliassem ao menos na sua locomoção.

(Graças a Deus, não foi o meu caso, né Nena/Gió?).

Meus filhos jamais fariam isso comigo… Nenhum! O próprio “Bambam” (de saudosa memória), quando estava fisicamente perto de mim, desmanchava-se em solidariedade na hora da minha dor.

Aí eu pergunto aos filhos desses pais (semi) abandonados na hora da dor: por que é que somente AMANHÃ É “O DIA DOS PAIS”?

Por Sebastião Gerbase (Basinho)

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